POR QUE DEVEMOS PLANEJAR O TER?

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2 APRESENTAÇÃO O transporte escolar é fundamental para facilitar o acesso e a pemanência dos estudantes nas escolas, especialmente aqueles residentes em áreas rurais. Por isso, todas as ações que visam a melhoria das condições do serviço ofertado, são relevantes para o aprendizado dos alunos que dele fazem uso, contribuindo para o desenvolvimento da educação nacional. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), como órgão gestor dos recursos financeiros de programas federais voltados à Educação e responsável direto pelo Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate) tem buscado o aperfeiçoamento de suas ações para melhorar o atendimento de alunos da área rural. Esta Cartilha de Planejamento para o Transporte Escolar Rural tem por objetivo fornecer orientações e apoio aos gestores dos Municípios, para que possam melhorar o seu Transporte Escolar Rural aplicando de maneira eficaz os recursos disponíveis. Nesta Cartilha estão as orientações que podem contribuir para a definição do modelo de planejamento a ser adotado, bem como as explicações referentes a cada etapa, incluindo a implementação, monitoramento, avaliação e controle do planejamento do Transporte Escolar Rural. 2 3

3 INTRODUÇÃO Dentre os deveres atinentes ao Estado se encontra o de estabelecer condições de educação para todos. Para os estudantes residentes na área rural, o Transporte Escolar Rural é fundamental para garantir o acesso e permanência nas escolas. A oferta do Transporte Escolar em condições favoráveis tende a melhorar o aprendizado dos alunos que dele necessitam, pois, além de melhorar a frequência escolar, faz com que eles permaneçam no campo. Consideradas as particularidades e carências da área rural, cabe ao poder público elaborar políticas voltadas à educação, que facilitem o acesso e a permanência dos estudantes residentes em área rural às escolas, sendo necessário, para tanto, que o Transporte Escolar seja planejado, respeitando todas as especificidades da área rural e de seus habitantes. O acesso dos alunos às unidades de ensino se constitui em um direito garantido pela Constituição Federal de 1988, em seu artigo 206, inciso I, complementado pelo artigo 208, inciso VII, que garante, entre outros benefícios, o transporte para os estudantes. Tendo por base o estabelecido na Constituição Federal, o FNDE disponibiliza recursos financeiros em caráter suplementar, além de, definir elementos que contribuam para a melhoria do transporte escolar ofertado pelo poder público. Para a grande maioria dos municípios brasileiros, a falta de estrutura organizacional e o desconhecimento de métodos e técnicas de planejamento têm ocasionado graves problemas na execução do Transporte Escolar Rural. Diante desse quadro, é importante que cada município seja capaz de planejar a operação do seu serviço de transporte escolar, mantendo a coerência entre a realidade encontrada e as ações necessárias para otimizar a aplicação dos recursos financeiros e ofertar o serviço com eficiência e qualidade. Esta Cartilha visa ser mais um instrumento para auxiliar os municípios no planejamento do Transporte Escolar Rural. 4 5

4 POR QUE DEVEMOS PLANEJAR O TER? PLANEJAMENTO INTEGRADO E SEUS ELEMENTOS O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes - PETER DRUCKER; Necessidade de decisões em longo prazo; Necessidade de se conhecer, prever e corrigir as possíveis situações que podem ocorrer no Transporte Escolar Rural; Prevenção para que o Transporte Escolar Rural não tome um rumo aleatório, podendo resultar numa situação não desejável e irreversível; Auxílio ao processo de gestão do Transporte Escolar Rural talvez a principal ferramenta. Para ter sucesso, o planejamento deve ser um processo contínuo e permanente, onde é fundamental a identificação clara dos problemas, das soluções ordenadas, das causas e consequências, do conhecimento do caminho a ser percorrido e dos instrumentos para melhor utilização dos recursos. O modelo sugerido nessa cartilha será o Planejamento Integrado. O Planejamento Integrado, assunto desta Cartilha, torna possível entender todo o processo, orientando a construção de planos de ação, a implementação, controle e avaliação dos esforços, com o propóstio de transformar o objeto planejado. Sua estrutura é dividida em três níveis de decisão hierárquica, possuindo as seguintes características: NÍVEL ESTRATÉGICO Em geral é responsável por toda a base de expectativas quanto aos resultados a serem obtidos e os horizontes de tempo para estas realizações. É composto pelas etapas seguintes: O Objeto, que corresponde ao aquilo que se pretende planejar, do qual devese ter uma definição clara e um bom entendimento. A Imagem-objetivo, que é o estado desejado para o objeto a ser planejado. Ou seja, ela é o referencial para o qual deve se dirigir todo esforço do plano. O Diagnóstico, que é o resultado obtido dos levantamentos de dados realizados para cada um dos elementos de representação do objeto. O Problema, que é um aspecto indesejado, uma ocorrência verificada para cada um dos elementos de representação do objeto, quando constatada diferença entre o estado atual e o desejado, dentro dos limites de tolerância. Os Princípios e Valores, que são aspectos intrínsecos da sociedade em que o objeto a ser planejado se encontra. Eles são elementos que devem ser considerados na definição dos objetivos para não inviabilizarem o plano. Os Objetivos, que representam os elementos orientadores do desenvolvimento das ações, determinados a partir dos problemas identificados. 6 7

5 As Metas constituem os resultados esperados com prazo definido para consecução, refletindo o compromisso político dentro de um horizonte de realização. Nesta etapa deve ser feita a verificação da viabilidade, tanto política quanto técnica dos resultados. NÍVEL TÁTICO O segundo nível do planejamento estratégico é composto por: Pela Organização da estrutura institucional, onde são definidos os poderes legais dos entes envolvidos, os quais são necessários e limitadores de sua capacidade de governança e da influência sobre a condução do futuro. Pelos Instrumentos de financiamento representam a disponibilidade de recursos financeiros do plano, cuja falta pode afetar a viabilidade do plano. Pelos Elementos de publicização são os elementos de divulgação dos dados e informações tidas como importantes para os diversos atores, além de atividades participativas como workshops, seminários e audiências públicas. Pelas Diretrizes, que indicam a dimensão, ou o aspecto do objeto em que se deverá atuar. Pelas Estratégias são representadas por pacotes de projetos e ações selecionadas para a realização dos diversos objetivos, delimitados pelas diretrizes. NÍVEL OPERACIONAL É o responsável pela implementação das definições e pela garantia da conformidade com o que foi definido pelos demais níveis, possuindo três etapas: A Implementação que ocorre quando os programas, projetos e ações são executados. O Monitoramento que é feito através do levantamento e tratamento dos dados, sistematizando as necessidades de informação de cada ator e os dados necessários para as avaliações dos resultados, sejam eles operacionais, táticos ou estratégicos. E, finalmente, o Sistema de avaliação que é desenvolvido para funcionar como processo contínuo, comparando a situação atual, depois de implementadas as ações, com os resultados esperados. Esse sistema oferece a oportunidade de avaliação imediata para que seja feita a correção das ações que não atingiram os resultados esperados. 8 9

6 COMO PLANEJAR A seguir será apresentado o passo a passo para o planejamento do Transporte Escolar Rural. - DEFINIÇÃO DO OBJETO DE PLANEJAMENTO VISÃO PLURAL DO OBJETO No planejamento, cada ator tem uma visão própria do objeto, conforme o seu desejo, só sendo possível uma aproximação mais completa do objeto do planejamento a partir da união dessas diversas visões. Desse modo, a etapa de definição busca responder a duas questões: Planejador do Transporte Escolar Rural aquele que conduz o processo de planejamento, equilibrando os interesses dos diversos grupos; Controlador do Transporte Escolar Rural agente de monitoramento e fiscalização de gastos públicos, de investimentos no setor e de resultados alcançados com os programas; Prestador do Serviço quem executa o serviço de transporte; Provedor da Infraestrutura quem constrói e/ou opera a infra-estrutura para o Transporte Escolar Rural. ELEMENTOS DE PLANEJAMENTO Os elementos de interesse individual dos grupos-alvos identificados são: Compatibilidade do meio com o objeto adequação dos elementos físicos (veículos, por exemplo) com as características físicas do passageiro do Transporte Escolar Rural; Qual o objetivo do planejamento? Com quê estou preocupado? Para respondê-las, devem ser entendidas as expectativas de cada um dos grupos-alvo frente ao Transporte Escolar Rural, tornando possível a construção de uma visão plural do Transporte Escolar Rural. GRUPOS-ALVO Sujeito do Transporte Escolar Rural aquele que possui a intenção de deslocar o aluno que reside e/ou estuda em área rural até a escola, utilizando o Sistema de Transporte Escolar Rural; Compatibilidade dos equipamentos com a infraestrutura adequação dos equipamentos com a infraestrutura existente; 10 11

7 Competitividade do preço do serviço de transporte propriedade do preço atrativo para a competição comercial dos serviços de transporte, dentro das condições de entrada no mercado; Continuidade na oferta do serviço do Transporte Escolar Rural não interrupção da oferta do serviço; Continuidade da viagem não interrupção da viagem do Transporte Escolar Rural; Cumprimento do itinerário indica que o serviço de transporte passou pelos pontos de parada e pelos trechos combinados; Custos de insumos custos dos recursos essenciais à realização do transporte; Custos de aquisição de equipamentos custos de compra de equipamentos necessários e de apoio à produção do serviço; Custos de manutenção dos equipamentos custos para manter em bom funcionamento os equipamentos centrais e de apoio, no processo de produção do transporte. Custos de infraestrutura custos de construção, manutenção, e exploração, além dos decorrentes da degradação da infraestrutura. Danos físicos propriedade do transporte que não acarreta em danos físicos aos usuários dos transportes; Disponibilidade espacial do serviço do Transporte Escolar Rural existência de uma ligação entre o local de residência do aluno e a escola em que estuda. Diversidade de prestadores quantidade de prestadores que concorrem pela execução do mesmo serviço no mercado do Transporte Escolar Rural. Equilíbrio entre oferta e demanda equilíbrio entre o número de alunos que necessitam do transporte e a quantidade de transporte oferecida. Externalidades negativas ao meio ambiente resultados não desejados do processo de produção do transporte que afetam as condições ambientais. Grau de concentração do mercado taxa de participação de cada prestador no Sistema de Transporte Escolar Rural. Programação do serviço no tempo oferta do serviço do Transporte Escolar Rural nos dias e horários em que o aluno necessita. Pontualidade propriedade do transporte que é iniciado e finalizado no tempo pactuado/contratado; Preço de uso da infraestrutura de transporte custo de uso da infraestrutura que é atrativo e vantajoso. Segurança do sistema condições de proteção dos usuários em relação a possíveis situações de perigo. Tempo de acesso ao ponto de parada tempo que o aluno leva para percorrer a distância entre o local de sua residência e o ponto de embarque no Transporte Escolar Rural, ou a distância entre o ponto de desembarque do transporte e a escola. Tempo de viagem no veículo tempo que o aluno permanece no veículo escolar durante o trajeto casa-escola ou escola-casa. Tempo de embarque e desembarque tempo gasto nas operações de embarque e desembarque dos alunos nos veículos do Sistema de Transporte Escolar Rural. Tempo de transbordo tempo de desembarque, deslocamento, espera e embarque, nos casos em que o aluno troca de veículo no sistema. Tributos taxas, contribuições e impostos que incidem diretamente sobre os serviços de transporte

8 - DEFINIÇÃO DA IMAGEM-OBJETIVO A imagem-objetivo representa um ideal a ser atingido e para o qual se converge todo esforço de planejamento. Sua construção se baseia nos elementos de planejamento identificados na etapa de definição. Em se tratando do planejamento do Transporte Escolar Rural, esta imagem-objetivo deve: Como deveria ser o Transporte Escolar Rural no futuro? Quais os parâmetros de um bom Transporte Escolar Rural? O que se considera como boas condições de transporte? Que condições são ideais? Descrever de forma clara e mensurável a situação que se deseja para o Transporte Escolar Rural no futuro, de modo a evitar várias interpretações; Ser elaborada com base nas expectativas dos grupos-alvo do planejamento frente aos elementos de interesse do Transporte Escolar Rural; Ser construída sem que haja restrições sobre as expectativas dos grupos envolvidos nem qualquer consideração sobre viabilidade imediata; Ser flexível e móvel, visto que o ideal e o próprio processo de planejamento estão em constante mudança. Para a construção da imagem-objetivo, devem ser adotadas, preliminarmente, algumas medidas: Levantamento dos grupos-alvo envolvidos na definição da imagemobjetivo; Levantamento e discussão das percepções dos grupos envolvidos sobre o ideal para o Transporte Escolar Rural; e Construção de um único entendimento a partir das percepções dos grupos envolvidos. Algumas questões podem auxiliar na construção da imagem-objetivo, como, por exemplo: - DIAGNÓSTICO COMO ESTÁ O TRANSPORTE ESCOLAR RURAL? Deve-se fazer uma comparação entre o estado atual do objeto e sua imagemobjetivo, cujo resultado é fundamental para o conhecimento dos problemas e o estabelecimento dos objetivos e metas para o plano

9 ETAPAS PARA ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO A realização do diagnóstico do Sistema do Transporte Escolar Rural se desenvolve em três etapas: Pesquisa e coleta de dados; Comparação dos dados com os parâmetros de referência; e Elaboração do diagnóstico. A etapa de Pesquisa e Coleta de dados é dividida em subetapas, quais sejam: Avaliação da qualidade da informação; Complementação da pesquisa Avaliação da viabilidade da coleta complementar; Revisão dos instrumentos; Coleta complementar. A segunda fase do processo é composta pela Comparação dos dados com os parâmetros de referência, quando os dados e suas informações resultantes devem ser adequados à escala em que se encontram os parâmetros, para que possam ser comparados. Planejamento da pesquisa Separação das unidades amostrais; Quantificação dos elementos nas amostras; Seleção das unidades de análise; Avaliação dos dados disponíveis; Seleção das técnicas de pesquisa Elaboração dos instrumentos de pesquisa; Validação da viabilidade da coleta. Execução da pesquisa Definição das equipes de pesquisa; Definição dos roteiros e cronogramas de pesquisa; Escolha e aquisição de equipamentos; Treinamento das equipes/pesquisadores; Coleta dos dados; Pré-organização e envio de dados. Tratamento dos dados Organização do Banco de Dados; Geração de informações; A terceira e última fase do processo é a Elaboração do Diagnóstico, consistindo na análise dos resultados da comparação entre os dados coletados e os parâmetros de referência, permitindo que o planejador decida se o veículo está em boas ou más condições, em relação a determinado elemento do Transporte Escolar Rural

10 - IDENTIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS Análise do processo, que esclarece a relação entre os fatores de causa e os efeitos que eles geram. Após a realização do diagnóstico é preciso identificar a distância entre a situação atual e a desejada. Essa etapa do planejamento integrado corresponde à identificação dos problemas. Mas, O QUE É UM PROBLEMA? Problema é a existência de desigualdade (distância) entre uma situação atual e uma expectativa de referencial acerca de um objeto. - IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS E VALORES ANÁLISE DO PROBLEMA Para se analisar um problema é preciso antes descrever, de forma clara, o fato para, em seguida, trabalhar as possíveis causas e explicações. As principais atividades da análise de um problema são: Identificação e descrição de cada problema; e Explicação do problema. As atividades e ferramentas para o entendimento do problema são: Tendo-se a imagem-objetivo do Transporte Escolar Rural e seu diagnóstico é possível traçar os objetivos do plano em desenvolvimento. Porém, para poder definir esses objetivos é preciso conhecer os conceitos/ crenças morais e culturais de uma sociedade. Conceitos e crenças São definidos pelos princípios e valores que buscam garantir o espaço de aceitabilidade das ações propostas, e, escolha das ações para consecução dos resultados, bem como a integridade de variáveis que devam ser invioladas pelas ações. Investigação dos elementos intervenientes do problema, quando é utilizada uma ferramenta (matriz) que relaciona os elementos de planejamento com os elementos do Sistema de Transporte Escolar Rural e, do resultado se obtém os elementos que precisam ser trabalhados. Os princípios e valores fundamentais para o planejamento do Sistema de Transporte Escolar Rural se encontram expressos na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente, estando presentes, também, em legislações estaduais e municipais

11 - DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS - DEFINIÇÃO DAS METAS Os objetivos são resultados a serem alcançados e fenômenos notáveis para quem os observa, sendo determinados pela definição dos problemas que se pretende combater no plano e dos princípios e valores a serem seguidos. As metas são resultados com prazos definidos para sua consecução e refletem o compromisso político, o horizonte de realização (curto, médio e longo-prazo) e as prioridades, devendo ser especificado o quanto fazer..., onde fazer... e em quanto tempo..., uma dimensão quantitativa, uma espacial e outra temporal. Para se definir os objetivos gerais é preciso analisar os problemas para depois escolher em quais deles os objetivos do plano serão traçados. Porém, é possível que nem todos os problemas possam ser abordados em um único plano. Requer a quantificação dos objetivos e a definição dos prazos para executálos. No entanto, é preciso identificar as prováveis restrições técnicas, de tempo e de recursos financeiros. Os objetivos específicos são determinados com base nos elementos intervenientes fundamentais e na resolução dos problemas, devendo se constituir em um centro de ação da governabilidade do condutor do processo de planejamento. A análise técnica e financeira deve ser realizada através de estudos preliminares, com um projeto básico que permita a avaliação geral do custo, da viabilidade técnica das metas e do prazo necessário para execução

12 - DEFINIÇÃO DAS DIRETRIZES Nas especificações das diretrizes, as atividades são divididas em duas vertentes: Verificação de orientações e planos de governo, feita através da análise das legislações nacionais, estaduais e municipais que abordam o objeto a ser planejado. Levantamento das percepções dos grupos-alvo envolvidos, que aborda a obtenção de diretrizes necessárias para o planejamento do Transporte Escolar Rural para cada região, tendo em conta a suas especificidades, não existindo, contudo, leis ou normas que regulamentem tais diretrizes. Análise da viabilidade das alternativas técnica, política e financeira, que deve ser realizada de uma forma mais detalhada que a análise feita para a definição das metas, e onde é detalhado o propósito de cada ação técnica, incluindo orçamento e cronograma para sua realização, de modo a verificar a viabilidade técnica e financeira. A viabilidade técnica verifica se as tecnologias escolhidas serão adequadas aos recursos aplicados e se os resultados previstos podem ser alcançados. A viabilidade financeira ocorre quando os recursos financeiros disponíveis fazem com que o empreendimento não resulte em saldos negativos e proporciona um fluxo de caixa positivo em qualquer momento do empreendimento. A viabilidade política corresponde à aceitação dos grupos de interesses, que possuem poder de pressão sobre o objeto de estudo. - DEFINIÇÃO DAS ESTRATÉGIAS Estratégias são pacotes definidos de projetos e ações selecionadas para a consecução dos objetivos, tendo as diretrizes como elemento de delimitação. O procedimento para determinação das estratégias se encontra dividido em duas etapas, a saber: Levantamento das estratégias que acontece depois de serem especificados os objetivos e estabelecidas as metas para o plano, quando, então, se traça as ações necessárias para se alcançar esses resultados; Um plano deve ser constituído de ações destinadas a atacar o problema e alcançar as metas propostas. Essas ações são divididas em dois grupos: Operações técnicas; e, Operações políticas

13 ESTRATÉGIAS DE PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO DO TRANSPORTE ESCOLAR RURAL CONSTRUÇÃO DA MATRIZ (Elementos de Planejamento x Elementos do Sistema) APRESENTAÇÃO DOS PRINCIPAIS ELEMENTOS INTERVENIENTES ATRAVÉS DA MATRIZ Deverão ser classificados os elementos do Sistema de Transporte Escolar Rural por ordem de importância e relevância para cada problema de planejamento. Essa classificação será feita com base nos dados obtidos no diagnóstico dos elementos do sistema e as características específicas do município. IDENTIFICAÇÃO DAS AÇÕES RELACIONADAS COM O PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO Deverão ser identificadas quais causas podem ser atacadas por ações específicas do planejamento da operação do Transporte Escolar Rural. IDENTIFICAÇÃO DAS AÇÕES SOB GOVERNABILIDADE DO MUNICÍPIO Deverão ser separados os elementos que possibilitem a realização de ações através do planejamento, conforme a governabilidade do município, identificando quais delas o município poderá executar com menor número de negociações. Exemplos de estratégias relacionadas com o planejamento operacional, destacando aspectos fundamentais a serem observados na sua implantação: Definir o tipo de veículo a ser utilizado no Transporte Escolar Rural; Para a construção da matriz, deve ser feita a relação de interferência dos elementos do Sistema de Transporte Escolar Rural com os elementos do planejamento, identificando-se, então, as possíveis causas do problema e em quais elementos do sistema se deverá atuar para modificar o planejamento. Definir as rotas; Definir a localização dos pontos de parada dos veículos nas rotas; Dimensionar a frota; Definir a programação horária do serviço; 24 25

14 Orientar para adequação da infra-estrutura; Construir novas vias; Determinar a localização ótima das escolas. - DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS DE FINANCIAMENTO Viabilizar os planos traçados para o Transporte Escolar Rural e o suprimento dos gastos definidos no orçamento municipal requer a captação de recursos. Para isso existem os Instrumentos de Financiamento, que devem ser buscados junto a órgãos como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e os próprios programas do Ministério da Educação. PROGRAMAS EXECUTADOS PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Atualmente, o Ministério da Educação executa dois programas voltados, prioritariamente, para beneficiar alunos da Educação Básica que residem em área rural e que utilizam o Transporte Escolar Rural fornecido pelos Municípios, Estados e pelo Distrito Federal: Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE) O PNATE tem como objetivo contribuir, por meio de repasse recursos financeiros, em caráter suplementar, com Estados, DF e Municípios, na a oferta do transporte escolar. O repasse dos recursos tem como base o número de alunos da educação básica pública, residentes em área rural e que, de acordo com o Censo Escolar do INEP, utilizam o Transporte Escolar. As normas para execução e prestação de contas dos recursos financeiros do PNATE estão disponíveis no sitio > Transporte Escolar. Caminho da Escola Criado em 2007, o Programa Caminho da Escola tem por objetivo renovar e padronizar a frota de veículos e embarcações de transporte escolar, através de especificações que garantam segurança, qualidade e conforto. Para Municípios, Estados e Distrito Federal, o BNDES disponibilizou uma linha de crédito para financiar a aquisição de veículos escolares especificados pelo Programa Caminho da Escola. As normas e orientações para pleitear este financiamento estão disponíveis no sitio > Caminho da Escola. COMO PARTICIPAR? Os Municípios, os Estados e o Distrito Federal devem iniciar os procedimentos para habilitação da operação apresentando a uma instituição financeira credenciada 26 27

15 ao BNDES, o Termo de Adesão devidamente preenchido e assinado, conforme modelo contido na Resolução nº 7-CD/FNDE/MEC e documentos constantes do item 5.4 do Manual de Instrução de Pleitos MIP, da Secretaria do Tesouro Nacional STN, do Ministério da Fazenda. A documentação será analisada pela instituição financeira e, tendo sido atendidas todas as exigências, os documentos serão encaminhados ao BNDES. OUTRAS LINHAS DE FINANCIAMENTO - DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS DE ATUAÇÃO Os instrumentos de atuação auxiliam no desenvolvimento da estrutura institucional do planejamento, definindo claramente as atribuições do responsável pela condução da implantação das ações previstas em cada área. Para o alcance dos objetivos traçados para o Transporte Escolar Rural é necessário que diversas funções sejam bem estabelecidas, assim tem-se: EMPRÉSTIMOS DA FINEP Financiadora de Estudos e Projetos Tem como objetivo financiar a realização de estudos e projetos, o detalhamento de projetos básicos, o desenvolvimento de softwares para a gestão de trânsito e transporte e outros objetos com valor cognitivo. PROGRAMA PRÓ-TRANSPORTE Aprovado pelo FGTS Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, é voltado ao financiamento de infraestrutura para o transporte coletivo urbano. No caso do transporte escolar rural, pode financiar a construção de abrigos ou pontos de parada. Quem e qual estrutura devem se responsabilizar pelo planejamento? Quem e qual estrutura devem se responsabilizar pelo financiamento? Quem e qual estrutura devem se responsabilizar pela regulação? Quem e qual estrutura devem se responsabilizar pela gestão? Quem e qual estrutura devem se responsabilizar pela operação/execução? - DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS DE PUBLICIZAÇÃO Os instrumentos de publicização são responsáveis pela divulgação de informações importantes para a população e pela promoção de atividades participativas que devem estar presentes durante todo o processo de desenvolvimento do plano de Transporte Escolar Rural. Dentre os instrumentos de publicização pode-se citar: 28 29

16 WORKSHOPS - oportunidades estruturadas de aprendizagem por meio da interação com especialistas e colegas de profissão, facilitando a construção de novas idéias, sendo geralmente orientados à discussão de conhecimentos, resultados de investigação, experiências e práticas pessoais. AUDIÊNCIA PÚBLICA - utilizado no processo de tomada de decisão administrativa ou legislativa, por meio da qual a autoridade competente abre espaço para que todos os grupos-alvo tenham a oportunidade de se manifestar antes do desfecho do processo. e estabelecendo a linha condutora dos processos que serão executados para a obtenção dos resultados. Execução - corresponde à atividade de consecução dos produtos esperados conforme os procedimentos definidos. Seus métodos variam de acordo com a ação a ser realizada. - IMPLEMENTAÇÃO Controle processual - monitora os processos executados para a obtenção dos produtos, conferindo se os mesmos foram gerados e se os processos resultaram no máximo de produtos com o mínimo de recursos, não abrangendo os resultados. Essa etapa é fator determinante para que se alcance os objetivos e as metas estabelecidas, pois a incorporação do plano ao processo de planejamento passa a envolver as ações efetivas de mudança no do objeto planejado. O processo de implementação envolve as atividades de: - MONITORAMENTO O processo de monitoramento é composto por quatro etapas: Definição de procedimentos e normas de execução de controle - refletem os princípios, valores e diretrizes já definidos. Tais procedimentos devem ser elaborados com a participação dos grupos-alvo, conciliando seus interesses Definição dos dados a serem coletados, onde é importante o conhecimento amplo de todas as atividades e procedimentos que envolvam o objeto em estudo

17 Formatação do instrumento de pesquisa, que pode ser realizada de forma manual, automatizada e conjugada. Coleta de dados, subdividida em: definição dos pontos de coleta; definição da amostra; definição da equipe de monitoramento; definição da infraestrutura de apoio; levantamento dos dados. Validação, onde é verificada a ligação dos resultados obtidos com o objetivo inicial do monitoramento, bem como a validade dos dados coletados e dos instrumentos utilizados no processo de obtenção dos dados. Qual a finalidade da avaliação; Quem utilizará os resultados da avaliação. Deverá para isso ser utilizado o CONTROLE FINALÍSTICO que é a atividade que monitora o objeto do planejamento, objetivando verificar os resultados finais alcançados e auxiliar na adequação entre o problema existente e a solução apontada pelo planejamento, envolvendo todos os níveis e etapas do processo de planejamento. Por ser um processo de planejamento orientado a resultados, é fundamental que seja respaldado em indicadores. Considerando que ao poder público cabe garantir o acesso e a permanência dos alunos da rede pública nas unidades de ensino, este deve planejar o Transporte Escolar Rural ofertado, objetivando garantir que o mesmo atenda às necessidades dos escolares com qualidade e eficiência. A regulação do setor se apresenta como um instrumento capaz de delinear as expectativas da sociedade no que se refere à execução do serviço e à sua qualidade, bem como de subsidiar o seu controle, da mesma forma que o ambiente e os atores comprometidos com o processo devem ser envolvidos nessa atividade, de modo a juntar forças e ações em favor do alcance dos objetivos propostos. - VERIFICAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS A avaliação é o exame de objetos e fenômenos, por meio de procedimentos de análise de seus dados sobre: conteúdo, estrutura, processos, resultados e/ou impactos de políticas, programas, projetos ou quaisquer intervenções planejadas para o objeto. Portanto, é necessário saber: O que se quer avaliar; Sob qual aspecto será avaliado; 32 33

18 CONSIDERAÇÕES FINAIS Como foi apresentado, cabe ao poder público garantir o acesso e a permanência dos alunos da rede pública nas unidades de ensino. Para tal, ele deve planejar o Transporte Escolar Rural por ele ofertado, a fim de garantir que o mesmo atenda às necessidades dos escolares com qualidade e eficiência. No entanto, nem sempre os municípios conseguem executar o planejamento do Transporte Escolar Rural, o que acaba provocando desequilíbrios e ineficiência no serviço prestado. Além disso, como pode ser visualizado nesta cartilha, o planejamento é um processo complexo o que acarreta dificuldades para os gestores em sua execução. O modelo de planejamento apresentado é composto por uma série de etapas que devem ser desenvolvidas de forma articulada, racional, contínua e permanente, para que se consiga resolver os problemas que afetam a sociedade em uma determinada época, e em um determinado tema específico. Ao mesmo tempo, cabe ao planejamento delinear para onde se quer levar o objeto de estudo, que neste caso é o transporte oferecido aos estudantes da zona rural do país. A necessidade da atualização contínua que o planejamento deve passar se dá em função de que o planejamento tem que acompanhar o dinamismo existente na sociedade e no objeto planejado, onde as necessidades, as expectativas e os problemas existentes se alteram no decorrer do tempo. Diante da complexidade do tema e das dificuldades enfrentadas pelos gestores e tomadores de decisão é que foi elaborado em conjunto com a cartilha um manual, mais detalhado, como forma de subsidiá-los no desenvolvimento de suas atividades. No entanto, deve-se salientar o importante papel que a regulação do setor apresenta. Este instrumento é capaz de delinear as expectativas da sociedade no que se refere à execução do serviço e sua qualidade, bem como o de subsidiar o seu controle. Além disso, o ambiente que cerca o objeto de planejamento, bem como, os atores comprometidos com o processo, devem ser envolvidos nessa atividade somando forças e ações em favor do alcance dos objetivos propostos

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