(Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "(Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014. (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação"

Transcrição

1 (Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação

2 Instrumento Diagnóstico - PAR Municipal A gestão que prioriza a qualidade da educação pública ofertada deve ter sua prática assentada no planejamento, na mobilização social, na participação democrática, na cidadania, no orçamento público, no financiamento e na absorção de programas indutores da qualidade da educação. Assim, com o objetivo de fortalecer políticas dirigidas a melhoria da qualidade da educação básica pública, de acordo com princípios constitucionais (art. 206) e conforme o estabelecido no Decreto 6.094, de 24 de abril de 2007, foi instituído o Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, uma das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). A adesão voluntária ao Plano de Metas do PDE gerou o comprometimento do ente federado com vinte e oito diretrizes e com as metas bianuais estabelecidas a partir do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Assim, a implementação programas e ações pela União Federal, em regime de colaboração com municípios, Distrito Federal e estados e com a participação das famílias e da comunidade, os entes federados realizaram um diagnóstico da realidade educacional local, elaboraram um planejamento o período de 2007 a 2011, o Plano de Ações Articuladas (PAR), e o apresentaram ao Ministério da Educação. Com o novo regime de colaboração, conciliando a atuação dos entes federados com as ações do MEC/ FNDE/ CAPES, programas e serviços tiveram sua capacidade de atendimento ampliada, possibilitando um aporte mais efetivo de recursos técnicos e financeiros, em busca da melhoria dos indicadores educacionais. O Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação se constitui em uma política pública de curto, médio e longo prazos, e a complexidade da tarefa na sua execução requer um processo de aprimoramento contínuo. Por isso o Ministério da Educação busca aperfeiçoar o diálogo com os estados, o Distrito Federal e os municípios, aumentando a transparência no atendimento por parte dos diversos programas, e consolidando a construção dessa ampla parceria. Para a elaboração do Plano de Ações Articuladas com vigência o período 2011 / 2014, um novo instrumento diagnóstico está disponível os entes federados. No caso dos municípios, o novo documento possui quinze questões pontuais e oitenta e dois indicadores. Todas as orientações necessárias à aplicação do instrumento diagnóstico estão contidas nas Orientações Gerais Elaboração do Plano de Ações Articuladas dos Municípios PAR , documento encaminhado aos entes federados com cadastro ativo no Módulo PAR 2010 do Simec e disponibilizado no portal do Ministério da Educação ( No entanto, é interessante reforçar alguns aspectos: 1. O diagnóstico proposto é de caráter participativo e tem por objetivo promover uma análise compartilhada da situação educacional da rede municipal. 2

3 2. O instrumento o diagnóstico da situação educacional local está estruturado em quatro grandes dimensões: dimensão 1 - Gestão Educacional; dimensão 2 - Formação de Professores e de Profissionais de Serviço e Apoio Escolar; dimensão 3 - Práticas Pedagógicas e Avaliação; e dimensão 4 - Infraestrutura Física e Recursos Pedagógicos. 3. No total são 82 indicadores, que deverão ser pontuados segundo a descrição de critérios correspondentes a quatro níveis de pontuação. Após avaliação da equipe, a escolha de um desses quatro níveis deve corresponder à situação que melhor reflete a realidade local com relação àquele indicador. Nesse sentido, é importante a leitura atenta dos critérios de pontuação. Como os descritores dificilmente apresentarão uma situação idêntica a do município, a equipe deve discutir e avaliar cada um, com o objetivo de chegar a um consenso sobre qual é a pontuação mais adequada de acordo com a situação do município, utilizando como base a, quando possível, dados disponíveis nos portais do MEC e na SME (levantamento de evidências concretas como, por exemplo, os Indicadores Demográficos e Educacionais IDE, legislação municipal, informações sobre as escolas, sobre os professores e outros profissionais da Educação) Critério de Pontuação 4: a descrição aponta uma situação positiva. O que a SME faz cotidianamente é suficiente manter uma situação favorável. Critério de Pontuação 3: a descrição aponta uma situação que apresenta mais aspectos positivos do que negativos, significando que o município desenvolve, parcialmente, ações que favorecem o bom desempenho no indicador em questão. A SME pode ajustar algum procedimento interno ou implementar alguma ação melhorar a situação do indicador. Critério de Pontuação 2: a descrição aponta uma situação insuficiente, com mais aspectos negativos do que positivos. Em geral o município precisará implementar um conjunto de ações (que no PAR chamam-se subações ) melhorar os resultados do indicador. Essas subações poderão ser de execução pelo próprio município, ou contar com o apoio técnico e/ou financeiro do Ministério da Educação. Critério de Pontuação 1: a descrição aponta uma situação crítica. O município precisará implementar um conjunto de ações imediatas (que no PAR chamam-se subações ) melhorar os resultados do indicador. Essas subações poderão ser de execução pelo próprio município, ou contar com o apoio técnico e/ou financeiro do Ministério da Educação. OBS.: a opção Não se aplica deve ser selecionada somente quando não há possibilidade de registro, uma vez que o município não tem ações no âmbito daquele indicador. Por exemplo, se o indicador se refere à formação de professores dos anos finais do ensino fundamental e o município atende apenas aos anos iniciais do ensino fundamental, então, todos os indicadores direcionados aos anos finais do ensino fundamental o município deverá assinalar a opção Não se aplica. Nas páginas seguintes são apresentadas as questões pontuais e os indicadores do novo instrumento diagnóstico. 3

4 Pontuais Como parte integrante do diagnóstico da situação educacional local, o município informa sobre itens que são de grande relevância na construção da qualidade do ensino. Esses itens aparecem no sistema, atualmente, como Pontuais, em um total de 15 (quinze) questões. Todas as questões devem ser respondidas. 1. Sistema Estadual/ Municipal de Ensino Há duas alternativas: existe ato legal ou não existe. Se houver, o(s) documento(s) deve(rão) ser anexado(s). (...) Ato legal de criação do Sistema Estadual/ Municipal de Ensino Como? Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. ( ) Lei (anexar arquivo) ( ) Decreto (anexar arquivo) ( ) Outro (anexar arquivo) (...) Não há ato de criação do Sistema Estadual/ Municipal de Ensino 2. Plano Estadual/ Municipal de Educação (PEE/PME) Há duas alternativas: existe ato legal ou não existe. Se houver, o(s) documento(s) deve(rão) ser anexado(s). (...) Ato legal de criação do PEE/PME Como? Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. ( ) Lei (anexar arquivo) ( ) Decreto (anexar arquivo) ( ) Outro (anexar arquivo) (...) Não há ato de criação do PEE/PME 4

5 3. Conselho Estadual/ Municipal de Educação (CEE/CME) (...) Há ato de criação do CEE/CME Há duas alternativas: existe ato legal ou não existe. Se houver, o(s) documento(s) deve(rão) ser anexado(s). Qual? O município pode ter apenas o ato de criação ou já ter, também, o regimento interno. (...) Ato legal de criação do CEE/CME Como? Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. ( ) Lei (anexar arquivo) ( ) Decreto (anexar arquivo) ( ) Outro (anexar arquivo) (...) Norma de funcionamento (regimento interno) Como? Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. ( ) Lei (anexar arquivo) ( ) Decreto (anexar arquivo) ( ) Outro (anexar arquivo) (...) Não há ato de criação do CEE/CME O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes. (Peter Drucker) 5

6 4. Comitê Local do Compromisso (XXVIII Diretriz do Plano de Metas do PDE) Há duas alternativas: existe ato legal ou não existe. Se houver, o(s) documento(s) deve(rão) ser anexado(s). (...) Ato de criação do Comitê Local do Compromisso ou de atribuição de suas funções ao Conselho Estadual/ Municipal de Educação Atos legais: Há duas alternativas: existe ato legal de criação do Comitê ou ato legal de atribuição de suas funções ao CME. Se houver, o(s) documento(s) deve(rão) ser anexado(s). (...) Ato legal de criação do Comitê Local do Compromisso Como? Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. (...) Lei (anexar arquivo) (...) Decreto (anexar arquivo) (...) Outro (anexar arquivo) ( ) Ato legal de atribuição das funções do Comitê Local do Compromisso ao Conselho Estadual/ Municipal de Educação Como? Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. (...) Lei (anexar arquivo) (...) Decreto (anexar arquivo) (...) Outro (anexar arquivo) (...) Não há ato de criação do Comitê Local do Compromisso ou de atribuição de suas funções ao Conselho Estadual/ Municipal de Educação Obs.: A instituição do Comitê Local está descrita na XXVIII diretriz do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação: XXVIII - Organizar um comitê local do Compromisso, com representantes das associações de empresários, trabalhadores, sociedade civil, Ministério Público, Conselho Tutelar e dirigentes do sistema educacional público, encarregado da mobilização da sociedade e do acompanhamento das metas de evolução do Ideb), mas o papel desse Comitê pode também ser atribuído ao Conselho Municipal de Educação, caso ele exista no município. 6

7 5. Conselho do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) Há duas alternativas: existe ato legal ou não existe. Se houver, o(s) documento(s) deve(rão) ser anexado(s). ( ) Ato de criação do Conselho do Fundeb ou de atribuição das funções do Conselho do Fundeb à Câmara de Financiamento do Conselho Estadual/ Municipal de Educação Atos legais: Há duas alternativas: existe ato legal de criação do Conselho ou ato legal de atribuição de suas funções ao CME. Se houver, o(s) documento(s) deve(rão) ser anexado(s). (...) Ato legal de criação do Conselho do Fundeb Como? Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. (...) Lei (anexar arquivo) (...) Decreto (anexar arquivo) (...) Outro (anexar arquivo) ( ) Ato legal de atribuição das funções do Conselho do Fundeb à Câmara de Financiamento do Conselho Estadual/ Municipal de Educação Como? Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. (...) Lei (anexar arquivo) (...) Decreto (anexar arquivo) (...) Outro (anexar arquivo) ( ) Não há ato de criação do Conselho do Fundeb ou de atribuição das funções do Conselho do Fundeb à Câmara de Financiamento do Conselho Estadual/ Municipal de Educação 7

8 6. Órgão estadual/municipal responsável pela gestão dos recursos de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE) ( ) Secretaria Estadual/ Municipal de Finanças ou afim ( ) Secretaria Estadual/ Municipal de Educação ou afim ( ) Outros (descreva) 7. Creches Pode haver mais de uma alternativa o município, no entanto, a última alternativa foi apresentada apenas os estados, não deve ser assinalada pelo município. ( ) Creches da rede de ensino do Distrito Federal/ municipal (públicas) Quantidade: (informar a quantidade) ( ) Creches da rede de ensino do Distrito Federal/ municipal (conveniadas) Quantidade: (informar a quantidade) ( ) Creches públicas e conveniadas sob responsabilidade de outros órgãos do Distrito Federal/ municipais (Secretaria de Assistência Social, Saúde ou outra) Quantidade: (informar a quantidade) ( ) De acordo com a Lei 9.394/1996 (LDB), não é atribuição do estado o atendimento de alunos em creches. (essa alternativa é apenas redes estaduais) 8

9 8. Pré-escolas Pode haver mais de uma alternativa o município, no entanto, a última alternativa foi apresentada somente os estados, não deve ser assinalada pelo município. ( ) Pré-escolas da rede de ensino do Distrito Federal/ municipal (públicas) Quantidade: (informar a quantidade) ( ) Pré-escolas da rede de ensino do Distrito Federal/ municipal (conveniadas) Quantidade: (informar a quantidade) ( ) Pré-escolas públicas e conveniadas sob responsabilidade de outros órgãos do Distrito Federal/ municipais (Secretaria de Assistência Social, Saúde ou outra) Quantidade: (informar a quantidade) ( ) De acordo com a Lei 9.394/1996 (LDB), não é atribuição do estado o atendimento de alunos em pré-escolas. (essa alternativa é apenas redes estaduais) 9. Conselho Escolar (CE) Há duas alternativas: existe ato legal ou não existe. Se houver, o(s) documento(s) deve(rão) ser anexado(s). ( ) Ato legal de criação de conselhos escolares nas escolas da rede Como? Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. (...) Lei (anexar arquivo) (...) Decreto (anexar arquivo) (...) Outro (anexar arquivo) ( ) Não há ato de criação de conselhos escolares Caso o município assinale a primeira alternativa que existe o ato legal de criação dos conselhos escolares, novos questionamentos serão feitos. 9

10 9.2. Escolas com CE implantado Selecione as escolas com CE implantado. O município assinala as escolas que já implantaram o conselho escolar. Total de escolas da rede estadual/ municipal de ensino: (preenchimento automático) 9.3. Participação dos alunos na definição dos objetivos, do material, das situações, dos métodos e do próprio planejamento das atividades desenvolvidas na escola Há duas alternativas: existe participação dos alunos ou não existe. ( ) Há participação dos alunos Como acontece essa participação? Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. ( ) A participação acontece por meio da representação dos alunos no conselho escolar. (...) A participação acontece por meio das lideranças de classe. (...) A participação acontece por meio do grêmio estudantil. (...) Outros (descreva quais são os outros tipos de participação) ( ) Não há participação dos alunos 10. Critérios escolha de diretor escolar (...) Concurso público (...) Eleição (...) Mista: seleção técnica e eleição (...) Indicação (descreva o que serve de base a indicação da direção escolar) (...) Outros (descreva) 10

11 11. Plano de carreira o magistério e profissionais de serviço e apoio escolar Há duas alternativas: existe ato legal ou não existe. Se houver, o(s) documento(s) deve(rão) ser anexado(s). (...) Ato de criação do plano de carreira o magistério e profissionais de serviço e apoio escolar Há duas alternativas: existe plano de carreira professores e outros profissionais ou existe plano apenas professores. ( ) Ato legal de criação do plano de carreira o magistério e profissionais de serviço e apoio escolar Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. (...) Lei (anexar arquivo) (...) Decreto (anexar arquivo) (...) Outro (anexar arquivo) (...) Ato legal de criação do plano de carreira o magistério (não há plano de carreira os profissionais de serviço e apoio escolar) Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. (...) Lei (anexar arquivo) (...) Decreto (anexar arquivo) (...) Outro (anexar arquivo) (...) Não há ato de criação do plano de carreira o magistério e profissionais de serviço e apoio escolar 11

12 12. Relação da secretaria estadual/municipal de educação com a(s) instituição(ões) formadora(s) de professores da educação básica da rede estadual/municipal de ensino (formação inicial e continuada) (...) Há uma articulação permanente entre a secretaria de educação e a(s) instituição(ões) formadora(s) dos professores da rede de ensino, com vistas à integração entre formação do docente e a sua prática pedagógica na escola, tanto no que se refere à formação inicial quanto à continuada. (...) Há uma articulação permanente entre a secretaria de educação e a(s) instituição(ões) formadora(s) dos professores da rede de ensino, com vistas à integração entre formação do docente e a sua prática pedagógica na escola, porém somente no que se refere à formação inicial. (...) Há uma articulação permanente entre a secretaria de educação e a(s) instituição(ões) formadora(s) dos professores da rede de ensino, com vistas à integração entre formação do docente e a sua prática pedagógica na escola, porém somente no que se refere à formação continuada. (...) Há uma articulação não sistemática entre a secretaria de educação e a(s) instituição(ões) formadora(s) dos professores da rede de ensino, com vistas à integração entre formação do docente e a sua prática pedagógica na escola, tanto no que se refere à formação inicial quanto à continuada. (...) Não há uma articulação entre a secretaria de educação e a(s) instituição(ões) formadora(s) dos professores da rede de ensino, com vistas à integração entre formação do docente e a sua prática pedagógica na escola, o que ocasiona um sentimento forte de afastamento e desvinculação entre as instituições formadoras e as escolas/ salas de aula. 13. Avaliações educacionais Há duas alternativas: existe/participa de sistema de avaliação local ou participa apenas das avaliações nacionais. (...) A rede de ensino participa ou possui um sistema de avaliação. Qual? Podem ser assinaladas mais de uma alternativa. (...) A rede de ensino participa de sistema de avaliação estadual. (...) A rede de ensino participa de sistema de avaliação regional (a partir de arranjos municipais). (...) A rede de ensino possui um sistema de avaliação próprio. (...) A rede de ensino não participa dos sistemas de avaliação descritos anteriormente, apenas das avaliações nacionais do MEC. 12

13 14. Provinha Brasil (...) O estado/município aplicou a Provinha Brasil na totalidade da sua rede de ensino como uma avaliação diagnóstica - um instrumento pedagógico sem finalidades classificatórias, e os resultados subsidiaram o planejamento curricular. (...) O estado/município aplicou a Provinha Brasil em parte da sua rede de ensino como uma avaliação diagnóstica - um instrumento pedagógico sem finalidades classificatórias, e os resultados subsidiaram o planejamento curricular. (...) O estado/município aplicou a Provinha Brasil na totalidade da sua rede de ensino, mas não utilizou os resultados. (...) O estado/município aplicou a Provinha Brasil em parte da sua rede de ensino, mas não utilizou os resultados. (...) O estado/município não aplicou a Provinha Brasil na sua rede de ensino. 15. Alfabetização de Jovens e Adultos Há duas alternativas: há alunos AJA ou todas as pessoas nessa faixa de atendimento já estão alfabetizadas. ( ) Existem pessoas no estado/município, na faixa etária de atendimento da educação de jovens e adultos, que não estão alfabetizadas. Selecione: (selecionar apenas uma alternativa) ( ) A secretaria estadual/municipal de educação participa do Programa Brasil Alfabetizado (PBA). ( ) A secretaria estadual/municipal de educação implementa programa próprio alfabetização de jovens e adultos. (...) O estado e o município, em parceria, implementam um programa regional de alfabetização de jovens e adultos. ( ) ONGs e/ou entidades civis ou privadas, com ou sem finalidade lucrativa, implementam programa(s) de alfabetização de jovens e adultos no estado/município. ( ) Não há, no estado/município, um programa de alfabetização de jovens e adultos implementado. (...) Todas as pessoas do estado/município, na faixa etária de atendimento da educação de jovens e adultos, foram alfabetizadas. 13

14 Indicadores Qualitativos A seguir serão apresentados os indicadores qualitativos. Os indicadores estão agrupados em quatro grandes dimensões: Gestão Educacional; Formação de Professores e de Profissionais de Serviço e Apoio Escolar; Práticas Pedagógicas e Avaliação; Infraestrutura Física e Recursos Pedagógicos. Cada indicador possui quatro descritores, que deverão ser discutidos entre a equipe local (que elabora o PAR) que se defina aquele que melhor caracteriza a situação do município, conforme as orientações contidas nas Orientações Gerais Elaboração do Plano de Ações Articuladas dos Municípios PAR Para ajudar a reflexão da equipe municipal, esse documento apresenta, em cada indicador, sugestões de questões, mas é importante que o município qualifique todo esse trabalho com informações concretas, como já foi ressaltado anteriormente. Em relação ao instrumento diagnóstico anterior (PAR ), ampliou-se o quantitativo de indicadores contemplar alguns aspectos que não foram evidenciados na primeira edição. Quanto à metodologia de elaboração do PAR, as pontuações 3 e 4 aceitarão a proposição de ações e subações pelo município. Ações e subações nos indicadores com pontuação 3 ou 4 são opcionais. Ações e subações nos indicadores com pontuação 1 ou 2 são obrigatórias. Não se aplica não admite a proposição de ações e subações. 14

15 GESTÃO EDUCACIONAL Dimensão 1: Gestão Educacional O que é gestão educacional? Qual a importância da gestão educacional na educação brasileira? Qual a qualidade e equidade que a gestão educacional deverá garantir? Quais as diferenças entre iniciais gestão educacional e gestão escolar? Que tipo de gestão se pratica no seu município? Conhece a Lei das Diretrizes e Bases da Educação 9.394/96? Como se articula gestão educacional e o sistema de ensino? Qual o compromisso de cada um dos agentes com a gestão educacional? Fonte(s) pesquisa: Áreas Dimensão Gestão democrática: articulação e desenvolvimento dos sistemas de ensino Gestão de pessoas Conhecimento e utilização de informação Gestão de finanças Comunicação e interação com a sociedade 15

16 GESTÃO EDUCACIONAL Gestão democrática: articulação e desenvolvimento dos sistemas de ensino Existência, acompanhamento e avaliação do Plano Municipal de Educação (PME), desenvolvido com base no Plano Nacional de Educação (PNE) (1) Quando não existe nenhuma forma de acompanhamento e avaliação das metas do Plano Municipal de Educação (PME) por parte da secretaria municipal de educação, ou previsão de implantação do PME. Ou ainda, quando não existe o PME. (2) Quando existe o Plano Municipal de Educação (PME) e um planejamento o acompanhamento e avaliação de suas metas, mas no planejamento não está prevista a participação de professores e gestores e de representantes da sociedade civil organizada. (3) Quando existe o Plano Municipal de Educação (PME) e o acompanhamento e avaliação de suas metas, com a participação de professores e gestores, sem a presença de representantes da sociedade civil organizada. A avaliação não é contínua e o acompanhamento é voltado à análise de aspectos apenas quantitativos. (4) Quando existe o Plano Municipal de Educação (PME) e o acompanhamento e avaliação de suas metas, com a participação de professores e gestores e de representantes da sociedade civil organizada. A avaliação é contínua e o acompanhamento voltado à análise de aspectos qualitativos e quantitativos. Planejamento e planejamento educacional; PNE; processo de elaboração, vigência e metas do PNE; princípios norteadores do processo de elaboração do PME; regime de colaboração. O que é o Plano Municipal de Educação? Qual a importância desse plano a gestão da Educação? Que aspectos da Educação do município devem ser mencionados e des nesse plano? Quem elabora, executa e acompanha o Plano Municipal de Educação? Quais dados devem ser disponibilizados a elaboração desse plano? Como deve ser a articulação entre o Plano Nacional de Educação (PNE), o Plano Estadual e o Plano Municipal? Como o Plano de Ações Articuladas pode ajudar o município a atingir as metas estabelecidas no PME? Fonte(s) pesquisa: %20Educ%20-%20Cartilha_MEC.pdf 16

17 1.1 - Gestão democrática: articulação e desenvolvimento dos sistemas de ensino Existência, composição, competência e atuação do Conselho Municipal de Educação (CME) (1) Quando não existe o Conselho Municipal de Educação (CME). Ou quando o CME existe apenas em lei. (2) Quando existe o Conselho Municipal de Educação (CME), com regimento interno; a escolha dos conselheiros é feita por indicação e os diversos segmentos não estão representados; zela, em parte, pelo cumprimento das normas; não auxilia no planejamento municipal da Educação, na distribuição de recursos, no acompanhamento e avaliação das ações educacionais. (3) Quando existe o Conselho Municipal de Educação (CME), com regimento interno, escolha democrática dos conselheiros, porém nem todos os segmentos estão representados; o CME zela pelo cumprimento das normas; não auxilia a SME no planejamento municipal da Educação, na distribuição de recursos, no acompanhamento e avaliação das ações educacionais. (4) Quando existe o Conselho Municipal de Educação (CME) atuante, com regimento interno, com escolha democrática dos conselheiros e representantes de todos os segmentos; zela pelo cumprimento das normas; e auxilia a SME no planejamento municipal da Educação, na distribuição de recursos e no acompanhamento e avaliação das ações educacionais. Controle social; gestão democrática; participação popular. Papel do CME no que se refere à ação pedagógica escolar, à legislação e aos mecanismos de financiamento, repasse e controle das verbas da Educação; legislação, normas e orientações pertinentes ao tema. Qual é a função do Conselho Municipal de Educação? Por que é importante a participação da comunidade na gestão da Educação? Como deve participar? Como é constituído o CME e como são escolhidos os conselheiros? O que é controle social? Porque se exige cada vez mais o controle social das políticas públicas? Como garantir uma participação popular e uma representação efetiva da comunidade nos conselhos? Qual a função dos conselheiros? Como prer o conselheiro o desempenho de suas funções? Os conselhos existentes têm cumprido adequadamente suas funções? Como se dá a relação representante - representado nos diferentes segmentos que compõem o CME? Fonte(s) pesquisa: 17

18 1.1 - Gestão democrática: articulação e desenvolvimento dos sistemas de ensino Existência e funcionamento de conselhos escolares (CE) (1) Quando não existem conselhos escolares implantados; a secretaria municipal de educação não sugere, tampouco orienta a sua implantação. As escolas da rede não se mobilizam a formação de conselhos escolares. (2) Quando existem conselhos escolares em menos de 50% das escolas, pouco atuantes (existem apenas no papel) e seus representantes não são eleitos democraticamente. A secretaria municipal de educação sugere, mas não orienta a implantação dos conselhos escolares. As escolas da rede, em parte, mobilizam-se implantar conselhos escolares, mas não recebem orientação isso. (3) Quando existem, em 50% ou mais das escolas da rede, conselhos escolares implantados, com participação atuante de todos os segmentos, eleitos democraticamente; a secretaria municipal de educação sugere e orienta a implantação dos conselhos escolares. As escolas da rede, em parte, mobilizam-se implantar conselhos escolares. (4) Quando existe, em toda a rede, conselhos escolares implantados com participação efetiva de todos os segmentos, eleitos democraticamente. A secretaria municipal de educação orienta e acompanha a atuação dos conselhos escolares. Controle social; gestão democrática; escola e comunidade. Qual é a função dos conselhos escolares? Porque é importante a participação da comunidade na gestão da Educação? Como deve participar? O que é controle social? Como garantir uma participação popular e uma representação efetiva da comunidade nos conselhos escolares? Qual a função dos conselheiros? Como prer o conselheiro o desempenho de suas funções? Os conselhos existentes têm cumprido adequadamente suas funções? Fonte(s) pesquisa: 18

19 1.1 - Gestão democrática: articulação e desenvolvimento dos sistemas de ensino Existência de projeto pedagógico (PP) nas escolas, inclusive nas de alfabetização de jovens e adultos (AJA) e de educação de jovens e adultos (EJA), participação dos professores e do conselho escolar na sua elaboração, orientação da secretaria municipal de educação e consideração das especificidades de cada escola (1) Quando menos de 10% das escolas, considerando, inclusive, as de alfabetização de jovens e adultos (AJA) e de educação de jovens e adultos (EJA), possuem o projeto pedagógico (PP). Ou quando as escolas não possuem o projeto pedagógico (PP); a secretaria municipal de educação não incentiva a sua elaboração. (2) Quando menos de 50% das escolas, considerando, inclusive, as de alfabetização de jovens e adultos (AJA) e de educação de jovens e adultos (EJA), possuem o projeto pedagógico (PP), elaborado com a participação de alguns professores, mas sem a colaboração do conselho escolar; a secretaria municipal de educação não incentiva a sua elaboração. Ou quando todas as escolas possuem o projeto pedagógico (PP), que é padrão toda a rede, tendo sido elaborado diretamente pela secretaria municipal de educação. (3) Quando 50% ou mais das escolas, considerando, inclusive, as de alfabetização de jovens e adultos (AJA) e de educação de jovens e adultos (EJA), possuem o projeto pedagógico (PP), elaborado com a participação de alguns professores, mas sem a colaboração do conselho escolar. A secretaria municipal de educação apoia, orienta a elaboração e respeita as especificidades de cada escola. (4) Quando todas as escolas, considerando, inclusive, as de alfabetização de jovens e adultos (AJA) e de educação de jovens e adultos (EJA), possuem o projeto pedagógico (PP), elaborado com a participação de todos os professores e do conselho escolar (ou órgão equivalente na própria escola). A secretaria municipal de educação respeita as especificidades de cada escola. Projeto pedagógico; gestão democrática, autonomia e inclusão social; ordenamento legal e normativo da educação básica (nacional, estadual e municipal); organização curricular; processo de ensino e de aprendizagem; identidade escolar. O que é o PP e como ele deve ser elaborado? Quais as finalidades de elaborar o PP? Quais os eixos que devem estar incluídos no PP, considerando o direito à educação? Como garantir a participação de toda a comunidade na sua elaboração? Qual a importância do PP, em que contexto ele surgiu? Quem participa da elaboração do PP e como deve ser conduzido o processo? Existe algum documento norteador ou regras sua elaboração? O que deve conter num bom PP? Como a realidade educacional do município se relaciona com a realidade das escolas em particular? Em que momentos as escolas revisam seus PP? É uma diretriz da SME que todas as escolas elaborem PP? Algum técnico da SME recebeu formação específica sobre a elaboração do PP? Quais são as maiores dificuldades na elaboração do PP? 19

20 1.1 - Gestão democrática: articulação e desenvolvimento dos sistemas de ensino Composição e atuação do Conselho do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) (1) Quando o Conselho do Fundeb, ou câmara de financiamento do Conselho Municipal de Educação, existe formalmente, apenas cumprir o estabelecido na legislação (Lei /2007). (2) Quando o Conselho do Fundeb, ou câmara de financiamento do Conselho Municipal de Educação, não é representado por todos os segmentos (conforme norma - Lei /2007); não existe um regimento interno; as reuniões não são regulares; raramente acontece o acompanhamento e o controle social sobre a distribuição, a transferência e a aplicação dos recursos dos Fundos (Fundeb, Pnate e Programa de Apoio aos Sistemas de Ensino Atendimento à EJA); o Conselho nem sempre promove ampla publicidade à aplicação dos recursos. (3) Quando o Conselho do Fundeb, ou câmara de financiamento do Conselho Municipal de Educação, é representado por todos os segmentos (conforme norma - Lei /2007); possui um regimento interno; as reuniões não são regulares; o Conselho do Fundeb atua, em parte, no acompanhamento e no controle social sobre a distribuição, a transferência e a aplicação dos recursos dos Fundos (Fundeb, Pnate e Programa de Apoio aos Sistemas de Ensino Atendimento à EJA); o Conselho promove ampla publicidade à aplicação dos recursos. (4) Quando o Conselho do Fundeb, ou câmara de financiamento do Conselho Municipal de Educação, é representado por todos os segmentos (conforme norma - Lei /2007); possui um regimento interno conhecido por todos (comunidade interna e externa); reúne-se regularmente e atua no acompanhamento e no controle social sobre a distribuição, a transferência e a aplicação dos recursos dos Fundos (Fundeb, Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar - Pnate e Programa de Apoio aos Sistemas de Ensino Atendimento à EJA); o Conselho promove ampla publicidade à aplicação dos recursos. Fundeb; gestão democrática; controle social. Qual é a função do Conselho do Fundeb? Por que é importante a participação da comunidade na gestão da Educação? Como deve participar? O que é controle social? Por que se exige cada vez mais o controle social das políticas públicas? Como garantir uma participação popular e uma representação efetiva da comunidade nos conselhos? Qual a função dos conselheiros? Como prer o conselheiro o desempenho de suas funções? Os conselhos existentes têm cumprido adequadamente suas funções? Fonte(s) pesquisa: 20

21 1.1 - Gestão democrática: articulação e desenvolvimento dos sistemas de ensino Composição e atuação do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) (0) Não se aplica. O município não recebe recursos financeiros do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). (1) Quando o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) existe formalmente, apenas cumprir o estabelecido na legislação (Lei /2009). (2) Quando o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) não é representado por todos os segmentos (conforme norma - Lei /2009); não existe um regimento interno; as reuniões não são regulares; raramente acontece a fiscalização da aplicação dos recursos transferidos; o CAE não acompanha a compra nem a distribuição dos alimentos/ produtos nas escolas; não está atento às boas práticas sanitárias, de higiene e ao objetivo de formação de bons hábitos alimentares. (3) Quando o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) é representado por todos os segmentos (conforme norma - Lei /2009); possui um regimento interno; as reuniões não são regulares; o CAE fiscaliza a aplicação dos recursos transferidos; acompanha, em parte, a compra dos alimentos/ produtos e a distribuição nas escolas; está parcialmente atento às boas práticas sanitárias, de higiene e ao objetivo de formação de bons hábitos alimentares. (4) Quando o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) é representado por todos os segmentos (conforme norma - Lei /2009); o CAE possui um regimento interno conhecido por todos (comunidade interna e externa); reúnese regularmente e atua fiscalizando a aplicação dos recursos transferidos; zela pela qualidade dos produtos; acompanha desde a compra até a distribuição dos alimentos/ produtos nas escolas; está atento às boas práticas sanitárias, de higiene e ao objetivo de formação de bons hábitos alimentares. Conselho de Alimentação Escolar; gestão democrática; controle social; direito à alimentação e segurança alimentar. Qual é a função do Conselho de Alimentação Escolar? Por que é importante a participação da comunidade na gestão da Educação? Como deve participar? O que é controle social? Por que se exige cada vez mais o controle social das políticas públicas? Como garantir uma participação popular e uma representação efetiva da comunidade nos conselhos? Qual a função dos conselheiros? Como prer o conselheiro o desempenho de suas funções? Os conselhos existentes têm cumprido adequadamente suas funções? Fonte(s) pesquisa: 21

22 1.1 - Gestão democrática: articulação e desenvolvimento dos sistemas de ensino Existência e atuação do Comitê Local do Compromisso (1) Quando não existe o Comitê Local do Compromisso (XXVIII diretriz do Plano de Metas do PDE) implementado, nem seu papel foi atribuído ao Conselho Municipal de Educação. Ou quando o Comitê Local do Compromisso existe formalmente, apenas cumprir a XXVIII diretriz do Plano de Metas do PDE. (2) Quando existe o Comitê Local do Compromisso (XXVIII diretriz do Plano de Metas do PDE) implementado ou seu papel foi atribuído ao Conselho Municipal de Educação, com regimento interno, porém suas reuniões não são regulares; o Comitê é representado apenas por segmentos do governo municipal, não havendo, nele, representação da sociedade civil; é pouco atuante; não mobiliza a sociedade e nem acompanha as metas de evolução do Ideb. (3) Quando existe o Comitê Local do Compromisso (XXVIII diretriz do Plano de Metas do PDE) implementado ou seu papel foi atribuído ao Conselho Municipal de Educação; o Comitê possui regimento interno, mas suas reuniões não são regulares; o Comitê é representado por segmentos do governo municipal e sociedade civil; mobiliza a sociedade e acompanha, em parte, as metas de evolução do Ideb. (4) Quando existe o Comitê Local do Compromisso (XXVIII diretriz do Plano de Metas do PDE) implementado ou seu papel foi atribuído ao Conselho Municipal de Educação, possui um regimento interno; suas reuniões são regulares; o Comitê é representado por segmentos do governo municipal e da sociedade civil; é atuante; mobiliza a sociedade e acompanha as metas de evolução do Ideb; auxilia a secretaria de educação no fortalecimento do ensino público de qualidade. Políticas públicas e educação; gestão da Educação; Ideb e qualidade da educação básica; planejamento participativo; Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE); Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação; legislação e normas pertinentes; diferença entre órgão de controle social e órgão de mobilização. Quais os princípios e fundamentos do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação? Qual é a função do Comitê Local do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação? Qual sua composição ideal? Por que é importante a participação da comunidade na gestão da Educação? Como deve participar? Qual é a diferença entre órgão de controle social e órgão de mobilização? Fonte(s) pesquisa:

23 1.2 - Gestão de pessoas Quadro de servidores da secretaria municipal de educação (SME) (1) Quando a secretaria municipal de educação apresenta, em sua estrutura organizacional, uma quantidade insuficiente de servidores atender às demandas da SME; os servidores não possuem a formação adequada ao exercício de suas funções e não participam de formação continuada. (2) Quando a secretaria municipal de educação possui, em sua estrutura organizacional, uma quantidade de servidores inferior a 50% do que seria necessário atender às demandas da SME; os servidores possuem, em parte, formação adequada ao exercício de suas funções e participam, ocasionalmente, de formação continuada. (3) Quando a secretaria municipal de educação possui, em sua estrutura organizacional, uma quantidade de servidores igual ou superior a 50% do que seria necessário atender às demandas da SME; os servidores possuem formação adequada ao exercício de suas funções e participam de formação continuada, resultante de uma política da SME que visa garantir uma equipe capacitada e boas condições de trabalho ao servidor. (4) Quando a secretaria municipal de educação possui, em sua estrutura organizacional, uma quantidade de servidores suficiente; os servidores possuem formação adequada ao exercício de suas funções e participam de formação continuada, resultante de uma política da SME que visa garantir uma equipe capacitada e boas condições de trabalho ao servidor. Planejamento e planejamento educacional; gestão da Educação municipal; organização da SME; continuidade das ações públicas. Existe, na secretaria, pessoal qualificado e em quantidade suficiente? Existe a função de pedagogo/a na secretaria? Existem servidores concursados que atuem permanentemente na secretaria? Existe algum programa de qualificação ou formação continuada de servidores? Como calcular o número ideal de servidores na secretaria? Como projetar o crescimento da demanda de serviços realizados pela secretaria? Quais são as áreas mais estratégicas que demandam pessoal? 23

24 1.2 - Gestão de pessoas Critérios escolha da direção escolar (1) Quando não existem critérios definidos a escolha da direção das escolas. (2) Quando existem critérios a escolha da direção das escolas, mas eles não consideram experiência educacional, mérito e desempenho; tais critérios não são de conhecimento de todos e não existe um ato legal defini-los. (3) Quando existem critérios definidos a escolha da direção das escolas; os critérios consideram experiência educacional, mérito e desempenho, mas não são de conhecimento de todos e não existe um ato legal formalizá-los. (4) Quando existem critérios definidos e claros a escolha da direção das escolas; os critérios consideram experiência educacional, mérito e desempenho; são conhecidos por todos e publicados na forma de lei, decreto, portaria ou resolução. Gestão democrática participativa, autonomia, mobilização da comunidade escolar; democratização, participação; papel do diretor; publicização da gestão pública; bases constitucional, legal e normativa. Quais são os possíveis critérios de escolha da direção das escolas? Quais as vantagens e desvantagens de cada um? Quais as funções, compromissos e responsabilidades de um diretor de escola? Qual o papel da SME na implantação de uma cultura democrática na escolha de diretores escolares? Quais os fundamentos da gestão democrática da Educação? Quais os canais de participação possibilitados pela gestão democrática? Como é compreendido o papel da direção escolar no contexto da gestão democrática? 24

25 1.2 - Gestão de pessoas Presença de coordenadores ou supervisores pedagógicos nas escolas (1) Quando as escolas da rede não possuem coordenadores ou supervisores pedagógicos. Os coordenadores ou supervisores pedagógicos estão lotados na secretaria municipal de educação e realizam apenas visitas esporádicas às escolas. (2) Quando menos de 50% das escolas da rede possuem coordenadores ou supervisores pedagógicos, mas não em tempo integral. As demais escolas são atendidas pelos coordenadores ou supervisores pedagógicos lotados na secretaria de educação, que realizam visitas periódicas orientar e auxiliar os professores no desenvolvimento de conteúdos e metodologias de ensino. (3) Quando 50% ou mais das escolas da rede possuem coordenadores ou supervisores pedagógicos em tempo integral; eles atendem a todas as etapas ofertadas. Esses profissionais orientam e auxiliam os professores no desenvolvimento de conteúdos e metodologias de ensino. (4) Quando todas as escolas da rede possuem coordenadores ou supervisores pedagógicos em tempo integral; eles atendem a todas as etapas ofertadas. Esses profissionais orientam e auxiliam os professores no desenvolvimento de conteúdos e metodologias. Organização, assistência pedagógica, melhoria no processo de ensino e de aprendizagem; saberes e competências necessários ao coordenador ou supervisor pedagógico; dialogicidade no processo de construção da prática pedagógica. Como é feito o acompanhamento pedagógico nas escolas? Como a escola discute seus indicadores educacionais? Quais as funções da coordenação pedagógica na SME e nas escolas? Caso haja coordenadores/ supervisores pedagógicos: eles exercem, de fato, suas funções de modo a assegurar a qualidade de ensino e de aprendizagem? Que trabalho específico os coordenadores/ supervisores pedagógicos desenvolvem? As escolas do município possuem esses profissionais? Eles têm formação específica a função? Como avaliar o desempenho profissional do coordenador ou supervisor? 25

26 1.2 - Gestão de pessoas Quadro de professores (1) Quando menos de 10% das escolas da rede apresentam uma relação matrícula/ professor adequada. Ou quando todas as escolas da rede apresentam uma relação matrícula/ professor inadequada, pois não há um planejamento do provimento das vagas de docentes na rede de ensino. (2) Quando menos de 50% das escolas da rede apresentam uma relação matrícula/ professor adequada, resultante de um planejamento que visa reduzir as remoções e substituições, evitando prejuízos ao aprendizado dos alunos, garantindo boas condições de trabalho ao professor e suprindo as necessidades pedagógicas das diversas faixas etárias; esse planejamento é feito a partir de um cálculo geral. Esse cálculo, porém, não considera o número de remoções e substituições no quadro de professores e as tendências de crescimento de matrículas; o planejamento nem sempre contempla as diversas etapas de ensino ofertadas pela rede. (3) Quando 50% ou mais das escolas da rede apresentam uma relação matrícula/ professor adequada, resultante de um planejamento que visa reduzir as remoções e substituições, evitando prejuízos ao aprendizado dos alunos, garantindo boas condições de trabalho ao professor e suprindo as necessidades pedagógicas das diversas faixas etárias; esse planejamento é feito a partir do cálculo do número de remoções e substituições no quadro de professores e da análise das tendências de crescimento de matrículas; nem sempre contempla as diversas etapas de ensino ofertadas pela rede. (4) Quando todas as escolas da rede apresentam uma relação matrícula/ professor adequada, resultante de um planejamento que visa reduzir as remoções e substituições, evitando prejuízos ao aprendizado dos alunos, garantindo boas condições de trabalho ao professor e suprindo as necessidades pedagógicas das diversas faixas etárias; esse planejamento é feito a partir do cálculo do número de remoções e substituições no quadro de professores e da análise das tendências de crescimento de matrículas; ele contempla todas as etapas de ensino ofertadas pela rede. Educador, processo de ensino, qualidade na Educação, organização curricular. Quais os critérios de seleção professor escolas da rede? Existe um plano de formação continuada os professores? O envolvimento do professor com a comunidade escolar é relevante o desenvolvimento do ensino e da aprendizagem? O que fazer que haja envolvimento e compromisso do educador? Qual seu perfil? O quadro de professores atende à demanda atual do município? Em que áreas se concentram as maiores demandas? Quais os principais motivos do aumento da demanda (ausência de profissionais habilitados, entre outros). 26

27 1.2 - Gestão de pessoas Estágio probatório efetivando os professores e outros profissionais da Educação (1) Quando não existem regras claras e definidas o estágio probatório de professores e demais profissionais da Educação. (2) Quando as regras o estágio probatório de professores e demais profissionais da Educação não estão claras e definidas. Essas regras não são de conhecimento e compreensão de todos. O servidor não tem acesso aos relatórios e boletins de avaliação de desempenho. As avaliações são realizadas somente por membros internos e não são considerados aspectos relacionados à assiduidade, resultado dos alunos nas avaliações oficiais, pontualidade, participação na elaboração do projeto pedagógico (PP) e participação nas discussões ou trabalhos pedagógicos. O período de estágio probatório não é visto como um momento ideal complementar a formação do professor, a partir do qual se orienta a sua prática docente e acompanha o seu desenvolvimento. (3) Quando existem regras claras e definidas o estágio probatório de professores e demais profissionais da Educação. Essas regras não são de conhecimento e compreensão de todos. Eventualmente o servidor tem acesso aos relatórios e boletins de avaliação de desempenho. As avaliações são realizadas por membros externos ao seu sistema educacional e consideram a assiduidade, resultado dos alunos nas avaliações oficiais, pontualidade, participação na elaboração do projeto pedagógico (PP) e participação nas discussões ou trabalhos pedagógicos. O período de estágio probatório é visto, parcialmente, como um momento ideal complementar a formação do professor, orientar a prática docente e acompanhar o seu desenvolvimento. (4) Quando existem regras claras e definidas o estágio probatório de professores e demais profissionais da Educação. Essas regras são de conhecimento e compreensão de todos. O servidor tem acesso aos relatórios e boletins de avaliação de desempenho. As avaliações, tanto o estágio de professores quanto o dos demais profissionais são realizadas com a participação de membros externos ao seu sistema educacional; a avaliação considera aspectos relacionados à assiduidade, resultado dos alunos nas avaliações oficiais, pontualidade, participação na elaboração do projeto pedagógico (PP) e participação nas discussões ou trabalhos pedagógicos. O período de estágio probatório é visto como um momento ideal complementar a formação do professor, orientar a prática docente e acompanhar o seu desenvolvimento. Estágio probatório; desempenho profissional; legislação e normas pertinentes. Quais os fundamentos do estágio probatório? O que compreende o estágio probatório? A quem compete e como é feito o acompanhamento dos profissionais em estágio probatório? Como investir na qualificação dos profissionais em estágio probatório? 27

28 1.2 - Gestão de pessoas Plano de carreira o magistério (1) Quando não existe plano de carreira o magistério. (2) Quando existe plano de carreira com implementação eventual ou acidental; não decorre de processo intencional e direcionado por políticas previamente formuladas e/ou ações de gestores. (3) Quando o plano de carreira o magistério está em fase de implementação; expressa com clareza uma concepção de valorização do magistério a qualidade da educação escolar, mas não é de conhecimento da comunidade. O plano estabelece regras claras ingresso na carreira (por concurso público), avaliação de desempenho e critérios de evolução funcional por meio de trajetória de formação (formação inicial e continuada) e tempo de serviço; assim como prevê composição da jornada de trabalho com hora-aula e hora-atividade. (4) Quando existe plano de carreira o magistério implementado; ele expressa com clareza uma concepção de valorização do magistério a qualidade da educação escolar, sendo de conhecimento da comunidade. O plano estabelece regras claras ingresso na carreira (por concurso público), avaliação de desempenho e critérios de evolução funcional por meio de trajetória de formação (formação inicial e continuada) e tempo de serviço; assim como prevê composição da jornada de trabalho com hora-aula e hora-atividade. Planejamento educacional; valorização, profissionalização e avaliação do magistério. Plano de cargos e carreira profissionais da Educação ou magistério. Qual a importância da existência de um plano de carreira o magistério? O município possui o plano? Conhece a Resolução nº 03/97 CEB/CNE? Caso possua: houve mobilização da categoria? Como foi o processo de elaboração? Houve ampla divulgação do documento aprovado? Qual a jornada de trabalho definida? Qual o percentual que o docente deverá dedicar ao suporte pedagógico? Está sendo implementado? Fonte(s) pesquisa: 28

EIXO V 348. Gestão Democrática, Participação Popular e Controle Social 349. A articulação e mobilização da sociedade civil e de setores do Estado

EIXO V 348. Gestão Democrática, Participação Popular e Controle Social 349. A articulação e mobilização da sociedade civil e de setores do Estado EIXO V 348. Gestão Democrática, Participação Popular e Controle Social 349. A articulação e mobilização da sociedade civil e de setores do Estado assumiram grande importância, especialmente a partir do

Leia mais

Fórum Estadual de Educação PR Plano Nacional de Educação PNE 2011/2020

Fórum Estadual de Educação PR Plano Nacional de Educação PNE 2011/2020 Fórum Estadual de Educação PR Plano Nacional de Educação PNE 2011/2020 Sessão de Debate Regional Sudoeste, 01/07/2011 UTFPR Campus Pato Branco Região: Sudoeste Cidade: Pato Branco Data do debate: 01-07-2011

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

META NACIONAL 15: garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais

Leia mais

Belém/PA, 28 de novembro de 2015.

Belém/PA, 28 de novembro de 2015. CARTA DE BELÉM Reuniram-se em Belém, Conselheiros de Educação de 24 Unidades da Federação, formando a plenária do Fórum Nacional de Conselhos Estaduais de Educação, que ocorreu no período de 25 a 28 de

Leia mais

PLANO NACIONAL DE DANÇA

PLANO NACIONAL DE DANÇA PLANO NACIONAL DE DANÇA I APRESENTAÇÃO II - DIRETRIZES E AÇÕES II HISTÓRICO DO SETOR NO PAÍS III DIAGNOSE DE POTENCIAL E PONTOS CRÍTICOS DO SETOR IV DADOS DO SETOR PARA O SISTEMA DE INFORMAÇÕES E INDICADORES

Leia mais

Plano Nacional de Educação: uma dívida histórica do Estado brasileiro

Plano Nacional de Educação: uma dívida histórica do Estado brasileiro Plano Nacional de Educação: uma dívida histórica do Estado brasileiro A Associação Nacional de Política e Administração da Educação ANPAE, fundada em 1961 1, é uma associação civil de caráter educativo,

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 321, DE 2014

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 321, DE 2014 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 321, DE 2014 Altera a Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para definir critérios de mérito no processo de gestão

Leia mais

A participação e os compromissos do ensino privado

A participação e os compromissos do ensino privado artigo Cecília Farias Diretora do Sinpro/RS e presidente do Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul (CEEd/RS). A participação e os compromissos do ensino privado com o Plano Nacional de Educação

Leia mais

Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos

Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO As Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e Educação

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE CORONEL PACHECO PODER LEGISLATIVO CNPJ.: 74.011.552/0001-31 HOME PAGE: www.coronelpacheco.cam.mg.gov.br

CÂMARA MUNICIPAL DE CORONEL PACHECO PODER LEGISLATIVO CNPJ.: 74.011.552/0001-31 HOME PAGE: www.coronelpacheco.cam.mg.gov.br PROJETO DE LEI N 774 DE 12 DE MAIO DE 2015. Aprova o Plano Municipal de Educação - PME e dá outras providências A Câmara Municipal de Coronel Pacheco aprova e eu, Prefeito Municipal, no uso de minhas atribuições,

Leia mais

13 Nesse sentido, são profissionais da educação: I professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação

13 Nesse sentido, são profissionais da educação: I professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação EIXO VI Valorização dos Profissionais da Educação: Formação, Remuneração, Carreira e Condições de Trabalho O termo trabalhadores/as da educação se constitui como recorte de uma categoria teórica que retrata

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação INSTRUMENTO DE CAMPO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação INSTRUMENTO DE CAMPO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação INSTRUMENTO DE CAMPO Brasília DF Agosto de 2008 Apresentação O Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, instituído pelo Decreto

Leia mais

PROJETO ESCOLA DE FÁBRICA

PROJETO ESCOLA DE FÁBRICA PROJETO APRESENTAÇÃO O projeto Escola de Fábrica é uma iniciativa do Governo Federal, através do e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, que pretende possibilitar a inclusão social de jovens

Leia mais

Criação dos Conselhos Municipais de

Criação dos Conselhos Municipais de Criação dos Conselhos Municipais de Educação Ada Pimentel Gomes Fernandes Vieira Fortaleza 02.08.2009 Por que criar Conselhos de Educação? O Art. 1º da Constituição Federal/1988 traduz a nossa opção por

Leia mais

O ato elaborar planos não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes. PLANEJAR PARA QUEM? PARA O OUTRO (ALUNO)

O ato elaborar planos não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes. PLANEJAR PARA QUEM? PARA O OUTRO (ALUNO) Efetivação das Políticas Educacionais Pós-Publicação dos Pls de Educação Explicitar como o consenso na construção em torno de uma política de educação para o decênio de forma ativa e participativa, constituído

Leia mais

ANEXO 1. Programas e Ações do Ministério da Educação - MEC. 1. Programas e Ações da Secretaria da Educação Básica SEB/2015

ANEXO 1. Programas e Ações do Ministério da Educação - MEC. 1. Programas e Ações da Secretaria da Educação Básica SEB/2015 ANEXO 1 Programas e Ações do Ministério da Educação - MEC 1. Programas e Ações da Secretaria da Educação Básica SEB/2015 Docência em Educação Infantil A oferta de curso integra a política nacional de formação

Leia mais

1- Apoiar a construção coletiva e a implementação do Plano Municipal de Educação. 2 - Educação Inclusiva

1- Apoiar a construção coletiva e a implementação do Plano Municipal de Educação. 2 - Educação Inclusiva Atingir as metas estabelecidas no Plano Municipal de Educação Projeto do Plano Municipal de Educação Conferência Municipal de Educação Projeto realizado Conferência realizada Elaborar o Plano Municipal

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS O MP E AS VERBAS DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS O MP E AS VERBAS DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS O MP E AS VERBAS DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa

Leia mais

Constituição Federal - CF - 1988 Título VIII Da Ordem Social Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação

Constituição Federal - CF - 1988 Título VIII Da Ordem Social Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação Constituição Federal - CF - 1988 Título VIII Da Ordem Social Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação Art. 205 - A educação, direito de todos e dever do Estado e da família,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 07, de 1º de setembro de 2010.

RESOLUÇÃO Nº 07, de 1º de setembro de 2010. RESOLUÇÃO Nº 07, de 1º de setembro de 2010. Revoga a Resolução de nº 05, de 16 de junho de 2010, que define as atribuições do cargo de Pedagogo da rede municipal de ensino de Governador Valadares e as

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 047 DE 20 DE SETEMBRO DE 2007

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 047 DE 20 DE SETEMBRO DE 2007 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 047 DE 20 DE SETEMBRO DE 2007 Alterar a Resolução CD/FNDE nº 29, de 20 de julho de 2007,

Leia mais

3.1 Ampliar o número de escolas de Ensino Médio de forma a atender a demanda dos bairros.

3.1 Ampliar o número de escolas de Ensino Médio de forma a atender a demanda dos bairros. Meta 1 - Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de quatro e cinco anos, e ampliar, até 2025, a oferta de Educação Infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos. Estratégias:

Leia mais

Art. 1º Fica modificada a redação da Seção V do Título IV da Lei Complementar nº 49, de 1º de outubro de 1998, que passa ter a seguinte redação:

Art. 1º Fica modificada a redação da Seção V do Título IV da Lei Complementar nº 49, de 1º de outubro de 1998, que passa ter a seguinte redação: Art. 1º Fica modificada a redação da Seção V do Título IV da Lei Complementar nº 49, de 1º de outubro de 1998, que passa ter a seguinte redação: Art. 32 O Conselho Estadual de Educação é órgão colegiado

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DO ESPORTE 2ª COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DO ESPORTE 2ª COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DO ESPORTE 2ª COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO I ENCONTRO PARA ESTUDOS COM ORIENTADORES II ETAPA CADERNO I FORMADORA REGIONAL: Elyda Cristina

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais

METAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

METAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL METAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Meta 01. Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 04 a 5 anos de idade e ampliar, a oferta de educação infantil em creches de forma a atender a 50% da população

Leia mais

Financiamento da Educação Plano Nacional de Educação PL 8035/2010

Financiamento da Educação Plano Nacional de Educação PL 8035/2010 Financiamento da Educação Plano Nacional de Educação PL 8035/2010 Profª Cleuza Rodrigues Repulho Dirigente Municipal de Educação de São Bernardo do Campo/ SP Presidenta da Undime Projeto de Lei 8035/ 2010

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005, DE 2014

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005, DE 2014 ESTUDO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005, DE 2014 Ana Valeska Amaral Gomes Paulo Sena Consultores Legislativos da Área XV Educação, Cultura e Desporto Nota

Leia mais

PROJETO DO CURSO INICIAÇÃO AO SERVIÇO PÚBLICO

PROJETO DO CURSO INICIAÇÃO AO SERVIÇO PÚBLICO Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Catarinense PROJETO DO CURSO INICIAÇÃO AO SERVIÇO PÚBLICO Pró-reitoria de Desenvolvimento Humano e Social - PRODHS

Leia mais

Art. 3º. O Plano Municipal Decenal de Educação observará os seguintes elementos e princípios: I diagnóstico e realidade sócio-educacional e história;

Art. 3º. O Plano Municipal Decenal de Educação observará os seguintes elementos e princípios: I diagnóstico e realidade sócio-educacional e história; Lei nº 1.315, de 25 de agosto de 2003. Dispõe sobre o Plano Municipal Decenal de Educação e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE CODÓ, ESTADO DO MARANHÃO: Faço saber que a Câmara Municipal de

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum 1. O direito constitucional à educação é concretizado, primeiramente, com uma trajetória regular do estudante, isto é, acesso das crianças e jovens a

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação INSTRUMENTO DE CAMPO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação INSTRUMENTO DE CAMPO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação INSTRUMENTO DE CAMPO Brasília DF Abril de 2007 Apresentação O Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, instituído pelo Decreto

Leia mais

A Organização Federativa e a Política Pública em Educação. Junho de 2013

A Organização Federativa e a Política Pública em Educação. Junho de 2013 A Organização Federativa e a Política Pública em Educação Junho de 2013 O Brasil é uma República Federativa. Os entes federados são autônomos:. A eles cabe exercer as diversas funções de governo, no âmbito

Leia mais

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011.

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA CONSELHO SUPERIOR Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA

Leia mais

Indicador(es) Órgão(s) 26 - Ministério da Educação

Indicador(es) Órgão(s) 26 - Ministério da Educação Programa úmero de Ações 13 1060 Brasil Alfabetizado e Educação de Jovens e Adultos Objetivo Indicador(es) Garantir acesso e permanência de jovens e adultos a programas educacionais que visam atender as

Leia mais

MINUTA REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE DO SERVIDOR EM CARGOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DO IFFLUMINENSE APRESENTAÇÃO

MINUTA REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE DO SERVIDOR EM CARGOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DO IFFLUMINENSE APRESENTAÇÃO MINUTA REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE DO SERVIDOR EM CARGOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DO IFFLUMINENSE APRESENTAÇÃO O Servidor em Cargos Técnico-Administrativos em Educação possui peculiaridades

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ REGIMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Atualização do Regimento de 2012 Porto Alegre, março de 2015 Faculdade de Tecnologia de Porto Alegre Av. Julio de Castilhos,

Leia mais

PNE: análise crítica das metas

PNE: análise crítica das metas PNE: análise crítica das metas Profa. Dra. Gilda Cardoso de Araujo Universidade Federal do Espírito Santo Ciclo de Palestras do Centro de Educação 2015 Metas do PNE Contexto Foram 1.288 dias de tramitação,

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ESTRELA/RS. Documento Base. Metas e estratégias

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ESTRELA/RS. Documento Base. Metas e estratégias PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ESTRELA/RS Documento Base Metas e estratégias Meta 1 PNE: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS - DEX UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS - UFLA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS - DEX UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS - UFLA 1 REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS - DEX UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS - UFLA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Em consonância

Leia mais

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual 20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual Paulista da CONSOCIAL Prioridades Texto Diretriz Eixo Pontos 1 2 Regulamentação e padronização de normas técnicas para a elaboração dos Planos de Governo apresentados

Leia mais

Perguntas e Respostas Mais Cultura nas Escolas

Perguntas e Respostas Mais Cultura nas Escolas Perguntas e Respostas Mais Cultura nas Escolas O que é "Mais Cultura nas Escolas"? O PROGRAMA MAIS CULTURA NAS ESCOLAS consiste em iniciativa interministerial firmada entre os Ministérios da Cultura (MINC)

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento da Faculdade Católica do Tocantins (Facto), mantida

Leia mais

IMPLANTANDO O ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE ESTADUAL DE ENSINO

IMPLANTANDO O ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE ESTADUAL DE ENSINO ORIENTAÇÕES PARA A GARANTIA DO PERCURSO ESCOLAR DO ALUNO NA CONVIVÊNCIA DOS DOIS REGIMES DE ENSINO: ENSINO FUNDAMENTAL COM DURAÇÃO DE OITO ANOS E ENSINO FUNDAMENTAL COM DURAÇÃO DE NOVE ANOS. IMPLANTANDO

Leia mais

DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015.

DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015. Secretaria Estadual De Saúde Conselho Estadual De Saúde - RJ DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015. APROVA O REGIMENTO IN- TERNO DA 7ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO. O

Leia mais

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE O Futuro da Educação a Distância na Educação Básica Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br Dispositivos da LDB e DECRETOS

Leia mais

META PNE SUBSTITUTIVO PNE PEE 1.7 Fomentar o atendimento populações do campo, comunidades

META PNE SUBSTITUTIVO PNE PEE 1.7 Fomentar o atendimento populações do campo, comunidades META PNE SUBSTITUTIVO PNE PEE 1.10) Fomentar o atendimento das 1.7 Fomentar o atendimento populações do campo, comunidades das crianças do campo na indígenas e quilombolas na educação educação infantil

Leia mais

ATA DA AUDIENCIA PÚBLICA REALIZADA EM 23 DE JUNHO DE 2.015. PARA DEBATE DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PROJETO DE LEI Nº57/2015

ATA DA AUDIENCIA PÚBLICA REALIZADA EM 23 DE JUNHO DE 2.015. PARA DEBATE DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PROJETO DE LEI Nº57/2015 ATA DA AUDIENCIA PÚBLICA REALIZADA EM 23 DE JUNHO DE 2.015. PARA DEBATE DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PROJETO DE LEI Nº57/2015 Aos vinte e três (23) dias do mês de Junho, do ano de dois mil e quinze,

Leia mais

Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte

Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte SEMINÁRIO NACIONAL DO ESPORTE EM CONSTRUÇÃO: SISTEMAS PÚBLICOS NACIONAIS E MODELOS ESPORTIVOS INTERNACIONAIS Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte Prof. Dr.

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GUARAMIRIM

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GUARAMIRIM PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GUARAMIRIM METAS E ESTRATÉGIAS Meta 1: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 04 (quatro) a 05 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica

Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica O Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica é resultado da ação conjunta do Ministério da Educação (MEC), de Instituições

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE LIMEIRA

CONSELHO MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE LIMEIRA CONSELHO MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE LIMEIRA DELIBERAÇÃO CME Nº. 04, DE 09 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre as normas para os anos iniciais do Ensino Fundamental de 9 anos implantado na Rede Municipal de

Leia mais

Coordenação-Geral de Avaliação dos Cursos de Graduação e Instituições de Ensino Superior

Coordenação-Geral de Avaliação dos Cursos de Graduação e Instituições de Ensino Superior CAPA 1 República Federativa do Brasil Ministério da Educação Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Diretoria de Avaliação

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ENCONTRO DOS CONSELHOS DE EDUCAÇÃO DE SERGIPE

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ENCONTRO DOS CONSELHOS DE EDUCAÇÃO DE SERGIPE CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ENCONTRO DOS CONSELHOS DE EDUCAÇÃO DE SERGIPE REGIMENTO ESCOLAR PROPOSTA PEDAGÓGICA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ENCONTRO DOS CONSELHOS DE REGIMENTO ESCOLAR ROSAMARIA DE FARIAS

Leia mais

O Papel do MEC na Política Educacional Brasileira

O Papel do MEC na Política Educacional Brasileira O Papel do MEC na Política Educacional Brasileira Encontros MEC e Undime com Dirigentes Municipais de Educação Pradime I Etapa Foto: João Bittar Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um.

Leia mais

PAR PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS

PAR PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS PAR PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS PAR - Plano de Ações Articuladas - É um processo de planejamento da política de educação para ser implementado pelos municípios, estados e o Distrito Federal em um período

Leia mais

EIXO I. O Plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação Organização e Regulação

EIXO I. O Plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação Organização e Regulação EIXO I O Plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação Organização e Regulação A garantia do direito à educação de qualidade é um princípio fundamental e basilar para as políticas e gestão

Leia mais

ACS Assessoria de Comunicação Social

ACS Assessoria de Comunicação Social MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ACS Assessoria de Comunicação Social Brasília DF março 2005 2005: Ano da qualidade da Educação Básica Qualidade na Educação Básica 1 2 Qualidade na Educação Básica QUALIDADE NA EDUCAÇÃO

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE GUARULHOS SUL DISCUSSÃO

PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE GUARULHOS SUL DISCUSSÃO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE GUARULHOS SUL DISCUSSÃO Metas e Estratégias Consolidação a partir do documento do FEESP com contribuições da SEESP e CEESP

Leia mais

Ciência na Educação Básica

Ciência na Educação Básica Ciência na Educação Básica Maria Beatriz Ramos de Vasconcellos Coelho Coordenadora Geral de Tecnologias da Educação Secretaria de Educação Básica O que está na Constituição O Brasil é uma República Federativa

Leia mais

METAS E ESTRATÉGIAS. PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ANGELINA- 2015 a 2024:

METAS E ESTRATÉGIAS. PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ANGELINA- 2015 a 2024: METAS E ESTRATÉGIAS PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ANGELINA- 2015 a 2024: Meta 1: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré - escola para as crianças de 04 (quatro) a 05 (cinco) anos de idade

Leia mais

ASSESSORAMENTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO AOS MUNICÍPIOS QUE ADERIRAM AO PROINFÂNCIA: DEMANDAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

ASSESSORAMENTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO AOS MUNICÍPIOS QUE ADERIRAM AO PROINFÂNCIA: DEMANDAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL 01097 ASSESSORAMENTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO AOS MUNICÍPIOS QUE ADERIRAM AO PROINFÂNCIA: DEMANDAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Luiza Rodrigues Flores (UFRGS) Simone Albuquerque (UFRGS) O artigo apresenta alguns

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira ESTUDO TÉCNICO Nº 4/2014

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira ESTUDO TÉCNICO Nº 4/2014 Solicitação de Trabalho nº 252/2014 CONOF Solicitante: Deputado Pauderney Avelino ESTUDO TÉCNICO Nº 4/2014 ASPECTOS ORÇAMENTÁRIOS E FINANCEIROS SOBRE A INCLUSÃO DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR COMO DESPESA DE MANUTENÇÃO

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015

CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015 CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015 2015 uma década de existência do SUAS Decisão política de priorização, na agenda federal, da atenção às populações mais vulneráveis, do

Leia mais

UMA NOVA EDUCAÇÃO PARA O BRASIL COM O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

UMA NOVA EDUCAÇÃO PARA O BRASIL COM O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 124 ENTREVISTA UMA NOVA EDUCAÇÃO PARA O BRASIL COM O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO O Plano Nacional de Educação (PNE) entrou em vigor em 2014 e tem programação até 2024. Esta entrevista entre dois membros

Leia mais

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação Cartilha para Conselhos Municipais de Educação Sistemas de ensino são o conjunto de campos de competências e atribuições voltadas para o desenvolvimento da educação escolar que se materializam em instituições,

Leia mais

PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018)

PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018) PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018) 1. Introdução O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) busca nortear

Leia mais

12 DE MARÇO DIA ESTADUAL DA FAMÍLIA PRESENTE NA ESCOLA

12 DE MARÇO DIA ESTADUAL DA FAMÍLIA PRESENTE NA ESCOLA 12 DE MARÇO DIA ESTADUAL DA FAMÍLIA PRESENTE NA ESCOLA Mensagem de Boas-Vindas Diretor Atividade Cultural PROJETO ESTADUAL FAMÍLIA PRESENTE NA EDUCAÇÃO O Projeto FAMÍLIA PRESENTE NA EDUCAÇÃO compõe uma

Leia mais

COLEÇÃO LER E SER - Parecer Técnico Penildon Silva Filho

COLEÇÃO LER E SER - Parecer Técnico Penildon Silva Filho COLEÇÃO LER E SER - Parecer Técnico Penildon Silva Filho Dois assuntos atualmente recebem muita atenção dos educadores e gestores em Educação: o acompanhamento da evolução do Índice de Desenvolvimento

Leia mais

O PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS (PAR) NA DESCENTRALIZAÇÃO DAS POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

O PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS (PAR) NA DESCENTRALIZAÇÃO DAS POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA O PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS (PAR) NA DESCENTRALIZAÇÃO DAS POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA Yvves Louramth Leite Pereira (Bolsita/PIBIC UFPI), Profª. Drª. Guiomar de Oliveira Passos (Orientadora/Departamento

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Currículo Como experiências escolares

Leia mais

Tema Geral: O PNE NA ARTICULAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO: Participação Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração.

Tema Geral: O PNE NA ARTICULAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO: Participação Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração. Tema Geral: O PNE NA ARTICULAÇÃO DO ITEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO: Participação Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração. TEXTO GUIA: EIXO VI Valorização dos Profissionais da Educação: Formação,

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E SUAS 20 METAS. Palestra: Campo Grande MS 27.03.2015

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E SUAS 20 METAS. Palestra: Campo Grande MS 27.03.2015 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E SUAS 20 METAS. Palestra: Campo Grande MS 27.03.2015 MILTON CANUTO DE ALMEIDA Consultor Técnico em: Financiamento, Planejamento e Gestão da Educação, Plano de Carreira e Previdência

Leia mais

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004 HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 REVOGADA RESOLUÇÃO Nº 145/04 Palmas, 08 de dezembro de 2004 Fixa normas para criação e autorização de funcionamento de instituições de educação

Leia mais

PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO 2012

PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO 2012 PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO 2012 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 3 CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 5 CAPACITAÇÃO DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 7 CAPACITAÇÃO

Leia mais

MUNICIPALIZAÇÃO. Prof. Rodolfo Joaquim Pinto da Luz Secretário Municipal de Educação de Florianópolis e Presidente da UNDIME/SC

MUNICIPALIZAÇÃO. Prof. Rodolfo Joaquim Pinto da Luz Secretário Municipal de Educação de Florianópolis e Presidente da UNDIME/SC MUNICIPALIZAÇÃO Prof. Rodolfo Joaquim Pinto da Luz Secretário Municipal de Educação de Florianópolis e Presidente da UNDIME/SC NOVAS RESPONSABILIDADES AOS MUNICIPIOS Ampliação do Ensino Fundamental de

Leia mais

LEI N. 4.792/2004. (Dispõe sobre a gestão democrática do Ensino Público Municipal de Rio Verde-GO e dá outras providências)

LEI N. 4.792/2004. (Dispõe sobre a gestão democrática do Ensino Público Municipal de Rio Verde-GO e dá outras providências) LEI N. 4.792/2004 (Dispõe sobre a gestão democrática do Ensino Público Municipal de Rio Verde-GO e dá outras providências) O PREFEITO MUNICIPAL DE RIO VERDE, ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições

Leia mais

SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO INFANTIL

SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO INFANTIL SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO INFANTIL Meta 1 (PNE): Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil

Leia mais

EdUECE- Livro 1 03430

EdUECE- Livro 1 03430 OS SABERES E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO CURSO DE PEDAGOGIA A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Maria Irene Miranda Universidade Federal de Uberlândia RESUMO O trabalho aborda o Curso de Pedagogia

Leia mais

PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ

PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ Setembro/2010 APRESENTAÇÃO Este documento denominado Metodologia é o primeiro produto apresentado

Leia mais

NOTA INFORMATIVA Nº 20/2014 de 07 de novembro de 2014. Assunto: processo de pactuação de vagas 2015-1. Prezados Coordenadores,

NOTA INFORMATIVA Nº 20/2014 de 07 de novembro de 2014. Assunto: processo de pactuação de vagas 2015-1. Prezados Coordenadores, NOTA INFORMATIVA Nº 20/2014 de 07 de novembro de 2014 Assunto: processo de pactuação de vagas 2015-1. Prezados Coordenadores, Nos dias 3 e 4 deste mês participamos de reunião com a coordenação nacional

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave

Leia mais

10 Pontos Para um Plano de Expansão da Educação Infantil de Qualidade no Município de São Paulo

10 Pontos Para um Plano de Expansão da Educação Infantil de Qualidade no Município de São Paulo 10 Pontos Para um Plano de Expansão da Educação Infantil de Qualidade no Município de São Paulo São Paulo, 20 de agosto de 2013 1 Apresentação O GRUPO DE TRABALHO INTERINSTITUCIONAL SOBRE EDUCAÇÃO INFANTIL

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS 1

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS PROGRAMA NACIONAL ESCOLA DE GESTORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS

Leia mais

PERSPECTIVAS DE VIABILIZAÇÃO DO REGIME DE COLABORAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA NO PARANÁ

PERSPECTIVAS DE VIABILIZAÇÃO DO REGIME DE COLABORAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA NO PARANÁ PERSPECTIVAS DE VIABILIZAÇÃO DO REGIME DE COLABORAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA NO PARANÁ Mauricio Pastor dos Santos 1 PUCPR Grupo de Trabalho Políticas Públicas, Avaliação e Gestão da Educação Básica Agência

Leia mais

RESULTADOS ALCANÇADOS

RESULTADOS ALCANÇADOS Política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão 2.1. Coerência das políticas de ensino, pesquisa e extensão com os documentos oficiais. Objetivos Ações Realizadas RESULTADOS ALCANÇADOS

Leia mais

XLV PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE

XLV PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE XLV PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE Belém PA, 27 de dezembro de 2015 Um Plano orientador da ação estatal amplamente discutido CONAE 2010 3.000 pessoas, entre delegados,

Leia mais

PDE Plano de Desenvolvimento da Educação

PDE Plano de Desenvolvimento da Educação Foto: João Bittar PDE Plano de Desenvolvimento da Educação Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva Secretária de Educação Básica Ministério da Educação Garantir o direito de aprender, para todos e para

Leia mais

METAS E ESTRATÉGIAS Meta 1: Estratégias:

METAS E ESTRATÉGIAS Meta 1: Estratégias: METAS E ESTRATÉGIAS Meta 1: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma

Leia mais

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE GENÉTICA Planejamento Estratégico 2012-2016 Março de 2012 2 Planejamento Estratégico DEPARTAMENTO DE GENÉTICA 1. Missão O Departamento

Leia mais

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE Avaliação institucional: potencialização do processo ensino e aprendizagem A avaliação institucional é uma prática recente

Leia mais

Plano Nacional de Educação Oportunidades ou Ameaças?

Plano Nacional de Educação Oportunidades ou Ameaças? Plano Nacional de Educação Oportunidades ou Ameaças? Extrato do PL Art. 1º Fica aprovado o Plano Nacional de Educação - PNE, com vigência por 10 (dez) anos, a contar da aprovação desta Lei, na forma do

Leia mais

Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado

Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado Andréa Pereira de Souza Gestora da Formação Permanente na Secretaria Municipal de Educação do município de Mogi das Cruzes. Cintia

Leia mais

PROGRAMA TV ESCOLA - PROJETO DE GESTÃO COMPARTILHADA 1999/2000

PROGRAMA TV ESCOLA - PROJETO DE GESTÃO COMPARTILHADA 1999/2000 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA-SEED DEPARTAMENTO DE POLÍTICA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA -DEPEAD COORDENAÇÃO DE PLANEJAMENTO EM EAD/COPEAD. PROGRAMA TV ESCOLA - PROJETO DE

Leia mais

Ministério da Educação - MEC. Secretaria Municipal de Educação - Orizânia/MG

Ministério da Educação - MEC. Secretaria Municipal de Educação - Orizânia/MG Para tanto, o PNE prevê que os Estados e Municípios deverão adequar seus respectivos Planos Decenais de Educação no prazo máximo de um ano, após sua publicação (ocorrida em 26/06/2014). Passos para elaboração

Leia mais

FACULDADE DO NORTE NOVO DE APUCARANA FACNOPAR PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2007-2011

FACULDADE DO NORTE NOVO DE APUCARANA FACNOPAR PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2007-2011 FACULDADE DO NORTE NOVO DE APUCARANA FACNOPAR PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2007-2011 Apucarana, dezembro de 2006 FACULDADE DO NORTE NOVO DE APUCARANA FACNOPAR PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

Leia mais

RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL RESOLUÇÃO 003, de 06 de abril de 2006. Fixa normas para a Educação Especial na Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino Teresina. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA, no uso de suas atribuições

Leia mais