Sistema De Gestão de Conteúdos e de Documentação de Processos de trabalho

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistema De Gestão de Conteúdos e de Documentação de Processos de trabalho"

Transcrição

1 Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Sistema De Gestão de Conteúdos e de Documentação de Processos de trabalho Catarina João da Silva Riba Nobre VERSÃO PROVISÓRIA Dissertação no âmbito do Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Major Automação Orientador: Prof. Dr. José António Rodrigues Pereira de Faria 29/06/2009

2 Catarina João da Silva Riba Nobre, 2009 ii

3 Resumo Este documento descreve o desenvolvimento de um sistema de gestão de conteúdos Web de apoio à Divisão de Recursos Humanos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Na concepção da solução implementada estiveram presentes conceitos provenientes de uma pesquisa sobre sistemas de gestão de conteúdos e do entendimento da sua aplicação prática adequada às necessidades do serviço. A solução desenvolvida teve como principal objectivo dotar a aplicação de funcionalidades complementares à ferramenta de gestão de conteúdos baseada na ferramenta Adobe Contribute que constituía o cenário de partida deste projecto. Os requisitos identificados conduziram ao desenvolvimento de um conjunto de módulos funcionais enriquecendo a ferramenta Contribute, conseguindo-se desta forma criar um sistema de gestão de conteúdos mais completo e adequado às necessidades específicas do serviço. iii

4 iv iv

5 Abstract This document describes us the Web Content Management System s development as support of Human Resources department of Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. On the implemented solution conception we used the notions we took from a research about the Content Management System and the understanding of its practical application according to the service requirements. The main purpose of this developed solution was to endow the Adobe Contribute s based and supported contents management tool with complementary functionalities. The identified requirements inspired the development of new sets of modules to improve the Contribute s tool, helping to generate a much more complete, wisely and adjusted Content Management System satisfying the specific necessities of the service. v

6 vi

7 Agradecimentos Desde o início da minha tese de mestrado contei com a confiança e o apoio de inúmeras pessoas. Sem este contributo, este trabalho de investigação não teria sido possível. Ao Professor Doutor José António Faria, orientador da dissertação, agradeço o apoio, a atenção e oportunidade para a realização deste trabalho. Ao João Miguel Silva e Hélder Marques, o meu mais sincero apreço pelo insofismável apoio disponibilizado desde a primeira hora, pela dedicação na partilha de conhecimentos, pelo tempo dispendido em prol deste trabalho, conselhos e as valiosas contribuições na escrita da dissertação. Acima de tudo, obrigada por continuarem a acompanhar-me nesta jornada e por estimularem o meu interesse pelo conhecimento e pela vida académica. Sou muito grata a todos os meus familiares pelo incentivo recebido ao longo destes anos. Ao meu Pai, a minha mãe e ao meu irmão agradeço o tempo e o sorriso que me dedicaram, nos bons e nos maus momentos. Ao Sérgio, obrigada pelo amor, alegria, paciência e atenção sem reservas. vii

8 Índice RESUMO...III ABSTRACT... V AGRADECIMENTOS... VII ÍNDICE... VIII LISTA DE FIGURAS... X LISTA DE TABELAS... XII ABREVIATURAS...XIII CAPÍTULO INTRODUÇÃO Objectivo e enquadramento do projecto Metodologia de trabalho Estrutura do Documento... 3 CAPÍTULO SISTEMAS DE GESTÃO DE CONTEÚDOS Introdução Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos Evolução dos Sistemas de Gestão de Conteúdos Definição de Conteúdo e Sistemas de Gestão de Conteúdos Arquitectura dos Sistemas de Gestão de Conteúdo Um CMS visto como um processo Funcionalidades dos Sistemas de Gestão de Conteúdos Principais Benefícios dos Sistemas de Gestão de Conteúdos Adobe Contribute Principais Funcionalidades Área de trabalho do Contribute Templates Síntese CAPÍTULO ANÁLISE DE REQUISITOS DA APLICAÇÃO Introdução Análise de Requisitos da aplicação Identificação dos Conteúdos Identificação da Audiência Requisitos Não Funcionais e Funcionais Análise da cobertura dos requisitos pelo Adobe Contribute Análise Comparativa viii

9 ix Novas Funcionalidades Síntese CAPÍTULO IMPLEMENTAÇÃO Introdução Arquitectura da Aplicação Templates Área de Cabeçalho Área de Conteúdos Módulos funcionais Módulo de Controlo de Acesso e Permissões Módulo Gestão de utilizadores Módulo Gestão de Comentários Síntese CAPÍTULO CONCLUSÃO DESENVOLVIMENTOS FUTUROS REFERÊNCIAS...71 ANEXOS...73 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA DOS MÓDULOS DESENVOLVIDOS...75 ix

10 Lista de figuras FIGURA 2.1 CICLO DE VIDA DOS CONTEÚDOS... 8 FIGURA 2.2 ARQUITECTURA DE QUATRO CAMADAS FIGURA 2.3 CMS VISTO COMO UM PROCESSO FIGURA 2.4 ÁREA DE TRABALHO DO ADOBE CONTRIBUTE FIGURA 2.5 CRIAÇÃO DE UMA NOVA PÁGINA FIGURA 2.6 PÁGINA WEB CRIADA EM MODO DE EDIÇÃO FIGURA 2.7 EXEMPLO DE UM TEMPLATE FIGURA 2.8 SOLUÇÃO CMS VS SOLUÇÃO TRADICIONAL FIGURA 4.1 ARQUITECTURA DA APLICAÇÃO DESENVOLVIDA FIGURA 4.2 TEMPLATE DRH... ERRO! MARCADOR NÃO DEFINIDO. FIGURA 4.3 MECANISMO DE INCLUSÃO DOS MÓDULOS FUNCIONAIS NOS TEMPLATES FIGURA 4.4 ESTRUTURA DE FICHEIROS ÁREA DE ACTIVIDADE: PESSOAL DOCENTE FIGURA 4.5 ESTRUTURA DE FICHEIROS: ÁREA DE ACTIVIDADE: PESSOAL DOCENTE FIGURA 4.6 ESTRUTURA DE FICHEIROS: ÁREA DE ACTIVIDADE: PESSOAL DOCENTE FIGURA 4.7 ÁREAS DE ACTIVIDADE FIGURA 4.8 ÁREAS DE ACTIVIDADE / SUB ÁREAS DE ACTIVIDADE FIGURA 4.9 DIAGRAMA: SISTEMA DE GESTÃO DE PERMISSÕES FIGURA 4.10 CASO DE USO: GESTÃO DE UTILIZADORES FIGURA 4.11 DIAGRAMA FUNCIONAL: INSERIR UTILIZADOR FIGURA 4.12 DIAGRAMA FUNCIONAL: EDITAR / ELIMINAR UTILIZADOR FIGURA 4.13 ESTRUTURA DE FICHEIROS: MÓDULO GESTÃO DE UTILIZADORES FIGURA 4.14 INTERFACE: MÓDULO GESTÃO DE UTILIZADORES FIGURA 4.15 INTERFACE: INSERIR/EDITAR UTILIZADOR FIGURA 4.16 CASO DE USO: GESTÃO DE COMENTÁRIOS FIGURA 4.17 DIAGRAMA FUNCIONAL:ENVIAR COMENTÁRIO FIGURA 4.18 DIAGRAMA FUNCIONAL: CONSULTAR COMENTÁRIO FIGURA 4.19 DIAGRAMA FUNCIONAL: GERIR COMENTÁRIOS FIGURA 4.20 ESTRUTURA DE FICHEIROS: MÓDULO GESTÃO DE COMENTÁRIOS FIGURA 4.21 INTERFACE: GESTÃO DE COMENTÁRIOS FIGURA 4.22 INTERFACE: ENVIAR / CONSULTAR COMENTÁRIO FIGURA 4.23 INTERFACE: GERIR COMENTÁRIOS FIGURA 4.24 INTERFACE: VER ARQUIVO / EDITAR COMENTÁRIO x

11 xi

12 Lista de tabelas TABELA 2.1 TIPOS DE UTILIZADOR E CARGOS COMUNS..23 TABELA 3.1 REQUISITOS DA APLICAÇÃO/ADOBE CONTRIBUTE..36 TABELA 4.1 REQUISITOS DA APLICAÇÃO/ADOBE CONTRIBUTE..50 xii

13 Abreviaturas CMS Content Management System CSS Cascading Style Sheets DRH Divisão de Recursos Humanos FEUP Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto HTML HyperText Markup Language PHP Hypertext Preprocessor QualiFEUP Gabinete de Qualidade da FEUP RDF Resource Description Framework XML Extensible Markup language XSC Extensible Stylesheet Language Family xiii

14 xiv xiv

15 Capítulo 1 Introdução Neste capítulo é apresentado o contexto em que se desenvolveu este projecto, os objectivos do mesmo e a metodologia seguida na implementação da solução Objectivo e enquadramento do projecto Este projecto foi desenvolvido no âmbito das actividades do Gabinete de Qualidade da FEUP e o seu objectivo consistiu no desenvolvimento de uma aplicação de gestão de conteúdos Web, baseada na plataforma Adobe Contribute destinada à Divisão de Recursos Humanos (DRH) da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). Uma das principais linhas de actuação do QualiFEUP consiste na elaboração de informações de apoio aos utentes dos vários serviços da FEUP (académicos, recursos humanos, económico-financeiros, etc). Entre as informações disponibilizadas contam-se os procedimentos de aceso aos serviços, a legislação aplicável e as respostas a questões frequentes. Atendendo à quantidade e diversidade de conteúdos a disponibilizar e à necessidade de publicar na Web e actualizar frequentemente estes mesmos conteúdos, foi necessário desenvolver uma ferramenta para a gestão de conteúdos ágil e de fácil usabilidade, que possa ser utilizada por não especialistas em edição Web. De facto, um dos princípios adoptados pelo QualiFEUP é o de que os conteúdos devem ser produzidos e mantidos directamente pelos próprios colaboradores dos serviços (que, regra geral, apenas têm conhecimentos de ferramentas de office standard), sem a necessidade de intervenção de especialistas em edição Web.

16 Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos 2 Tendo conhecimento do propósito do projecto foi definida uma metodologia capaz de definir e sistematizar todo o processo de desenvolvimento da aplicação pretendida. Inicialmente aplicada ao espaço informativo da DRH no âmbito deste projecto, a metodologia e as soluções desenvolvidas estão actualmente a ser aplicadas a outros Serviços da FEUP Metodologia de trabalho Foi definida uma metodologia para a execução deste projecto direccionada a objectivos bem definidos. Enriquecimento teórico e planeamento Esta fase iniciou-se com um trabalho de pesquisa bibliográfica, acerca dos Sistemas de Gestão de Conteúdos (Content Management Systems, CMS), focalizando os seus conceitos, características, e as melhores práticas aplicadas neste domínio. Estudo dos tipos de conteúdos Foram estudados os conteúdos produzidos pela DRH com o intuito de compreender quais os seus tipos e de que forma estes estavam organizados. Identificação da necessidade de introdução de novas funcionalidades Após a compreensão da forma como os conteúdos da DRH estavam organizados, foram identificadas funcionalidades úteis para uma gestão eficaz dos conteúdos da DRH. Definição da arquitectura da aplicação e quais as tecnologias necessárias ao seu desenvolvimento. Realização de um estudo aprofundado da plataforma Adobe Contribute Este estudo teve como objectivo avaliar as potencialidades desta ferramenta como solução para a gestão de conteúdos da DRH. Implementação da aplicação Esta última fase permitiu dar início à implementação de uma solução para a DRH tendo como objectivo cumprir todos os requisitos e necessidades identificadas, na tentativa de conduzir a uma melhoria na produtividade do serviço.

17 Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos Estrutura do Documento No capítulo seguinte, é apresentado o resultado da pesquisa sobre os sistemas de gestão de conteúdo, contendo algumas referências a artigos e bibliografia existente sobre esta área, apresentando e caracterizando de uma forma global os sistemas de gestão de conteúdos. É também analisada a ferramenta Adobe Contribute, visto que esta é uma das partes incontornáveis e mais importantes do sistema desenvolvido. No capítulo 3 é realizada a análise de requisitos da aplicação, são nomeadas as principais questões relativas à gestão de conteúdos Web e das funcionalidades chave a implementar na solução. Ainda neste capítulo é apresentada a correspondência entre os requisitos necessários para o desenvolvimento da aplicação para a DRH e as funcionalidades que são garantidas pela ferramenta Adobe Contribute. No capítulo 4 apresenta-se a concepção e implementação da solução desenvolvida. Por último, no capítulo 5 apresenta-se a conclusão, são referidos os resultados obtidos em analogia com os objectivos pretendidos, sendo igualmente apontadas evoluções futuras para a aplicação em causa.

18

19 Capítulo 2 Sistemas de Gestão de Conteúdos Este capítulo expõe os conceitos e características dos sistemas de gestão de conteúdos ou CMS Content Management Systems. É também apresentada a ferramenta Adobe Contribute e as suas principais características Introdução O propósito deste capítulo é providenciar uma visão geral dos principais conceitos relativos aos CMS em geral, e ao Adobe Contribute em particular. Para tal, adopta-se a seguinte organização: a primeira secção descreve os CMS, a sua arquitectura, as partes fundamentais de um CMS, as suas funcionalidades e os benefícios auferidos pelo uso dos CMS. Na segunda secção a gestão dos conteúdos é abordada de acordo com os princípios do Adobe Contribute. Iremos, tal como na secção anterior, dar uma visão geral deste tipo de CMS. 5

20 Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos O volume de informação a ser publicado na intranet, extranet e internet cresce de forma exponencial. Qualquer tipo de organização ou instituição depara-se com a problemática do crescimento acelerado do volume de informação. Como exemplo, a A. T. Kearney (Kearney, 2001) elaborou um estudo e estimou que, se no ano de 2000 havia 5 bilhões de páginas publicadas na Internet, em 2003 este número alcançaria o valor de 40 bilhões, no entanto, segundo uma contagem realizada pelo Google em Junho de 2008 este valor ultrapassou 1 trilião de páginas na Web. Portanto, a gestão dos conteúdos na Web emerge como uma missão crítica que tem de ser resolvida. Gerir conteúdo na Internet é hoje o grande desafio! De forma a ajudar na tarefa de gerir conteúdo na Web têm sido desenvolvidas ferramentas de apoio à gestão dos conteúdos, formando os CMS. Existem várias perspectivas acerca do que realmente significam os CMS, na realidade um CMS é mais um conceito do que um produto. De um modo genérico um CMS pode ser descrito como uma ferramenta para a implementação de um conjunto de processos, tais como: reunir, produzir, editar, gerir e publicar informações e conteúdos na World Wide Web (www) Evolução dos Sistemas de Gestão de Conteúdos Para melhor compreensão do papel e das vantagens da gestão de conteúdo, convém perceber a evolução da Internet e em particular a criação de Websites. Na primeira metade dos anos 90 os Websites eram editados por alunos universitários motivados pela necessidade de divulgar informações on-line. Devido aos parcos recursos do HyperText Markup Language (HTML) da época, apenas a informação essencial era apresentada. Com o passar dos anos, cada vez mais pessoas, amadores e técnicos em tecnologias de informação, voltaram-se para a Web, beneficiando-se da facilidade do HTML. Houve assim, uma necessidade de ferramentas mais "visuais". Daí a emergência dos editores de páginas HTML, tais como Dreamweaver, FrontPage, entre outros. Nesta época a pessoa que cria Websites é denominada universalmente como webmaster, "l'homme à tout faire", sendo responsável pela criação, manutenção e actualização do conteúdo. Assim, neste contexto de evolução, na segunda metade dos anos 90 as empresas lançaram-se na exploração das inerentes possibilidades da Web, e confiaram aos Webmasters o cuidado de criar e manter os seus Websites. O webmaster assume então um importante papel nas empresas, de acordo com um modelo de organização funcional às antípodas dos conceitos mais elementares de gestão: a Web era demasiadamente centralizada. Contudo, com a profissionalização da actividade de criação de Websites, a actividade sofisticou-se e o webmaster tornou-se vítima do seu sucesso. Se por um lado, a gestão das páginas Web colocava rapidamente numerosos problemas técnicos logo que o Website adquiria um

21 Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos 7 tamanho considerável - separação do conteúdo da apresentação com implementação de estilos, Websites dinâmicos, com animações multimédia, Websites de comercio electrónico, etc. Por outro lado, o webmaster deveria monitorizar e entender uma avalanche crescente de novas tecnologias (extensible Markup Language, XML; Extensible Stylesheet Language Family, XSL; Resource Description Framework, RDF; etc) tendo, ao mesmo tempo, cada vez mais interlocutores de negócios dispostos a fornecer conteúdos para o Website, desde utilizadores internos, até clientes ou parceiros, que por sua vez, não dominam linguagens técnicas, nem se dispõem a dominá-las. Desta situação, surge a necessidade, de adoptar técnicas mais racionais para a gestão de Websites. Perante este ambiente complexo, a necessidade de descentralizar a gestão dos Websites impunha-se. Quer seja do ponto de vista da apresentação, da estrutura ou do conteúdo, a criação e evolução das aplicações Web deveriam ser geridas em diversos níveis, por diferentes pessoas. Assim apareceu o conceito dos CMS Definição de Conteúdo e Sistemas de Gestão de Conteúdos Definição de Conteúdo De acordo com Bob Boiko (2005), conteúdo é a informação e funcionalidade que foi recolhida e organizada para algum uso em particular. Ou seja, a informação crua, torna-se conteúdo quando lhe é dada uma forma de utilização destinada a um ou mais propósitos. Conteúdo tem um juízo de valor embutido, significa que a informação que o site ou aplicação oferece deve ter coerência, fundamentação, esforço intelectual e operacional das pessoas que nele trabalharam e que agregaram algum tipo de valor à informação. Frequentemente comete-se um erro trivial, confundindo conteúdo com informação, mas conteúdo vai mais além de informação. Em Defining Data, Information, and Content Bob Boiko sintetiza em três ideias chave o conceito de conteúdo, assim conteúdo é: Informação colocada em prática Informação agregada a metadados (propriedades que descrevem o conteúdo) Informação com um propósito

22 Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos 8 Desta forma, poderemos categorizar conteúdo em dois tipos: Conteúdo estático Texto, sendo artigos, livros ou notícias Áudio Imagens Vídeo e animações Ficheiros Conteúdo dinâmico Conteúdo armazenado em base de dados De todas as definições encontradas, todas elas apresentam atributos similares, entre outros, a necessidade do contributo ser capturado, de ser editado por vários utilizadores, de ser organizado dentro de um site, e de ser publicado de diversas formas, etc. Entende-se assim que o conteúdo irá ter um ciclo de vida composto por várias fases, uma possível representação está ilustrada na figura 2.1. Figura 2.1 Ciclo de vida dos conteúdos Dada a definição de conteúdo e percebendo-se a sua envolvente compreende-se a problemática que as organizações enfrentam de como tratar todas as informações produzidas electronicamente com rapidez e qualidade. Surge assim a necessidade de utilizar ferramentas de apoio à gestão do conteúdo: os CMS. Tal como na definição de conteúdo, existem diferentes pontos de vista sobre o que Sistemas de Gestão de Conteúdo realmente são. No ponto seguinte será abordado este conceito.

23 Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos Definição dos Sistemas de Gestão de Conteúdos Bob Boiko (Introducing the Major Parts of a CMS By Bob Boiko), dá uma perspectiva interessante do significado de um CMS: O CMS é um conjunto de tipos de conteúdos e processos que podem ser geridos, desde a sua criação, distribuição e destruição final. O CMS é o veículo que permite uma organização ligar as suas fontes de informação e funcionalidades informáticas aos seus constituintes. JoAnn Hackos, por sua vez, define gestão de conteúdo da seguinte forma: A gestão do conteúdo ( ) categorizar e organizar as informações para uma futura recuperação e desenvolvimento. Fundamentada na visão da experiencia do utilizador, a gestão do conteúdo incide não só em manter o trajecto das configurações da informação e fazendo-os acessíveis aos utilizadores, assim como incidir na procura de novos caminhos para entregar a informação aos clientes, funcionários e parceiros de negócios que precisam desta informação. Ainda, segundo Boiko (Content Management Bible), a gestão dos conteúdos não é apenas uma forma de criar sites de Internet de dimensão considerável, mas sim a focalização numa análise detalhada dos conteúdos. É um macro processo com objectivo de extrair, organizar e publicar conteúdos em qualquer saída: internet, intranet ou extranet Basicamente, a gestão de conteúdos não é um produto, é um processo organizacional, auxiliado por ferramentas, que tem por objectivo gerir os conteúdos de tipos e origens heterogéneas desde a sua criação até sua remoção dos repositórios.

24 Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos Arquitectura dos Sistemas de Gestão de Conteúdo A gestão dos conteúdos passa pela aquisição, edição e publicação dos conteúdos na internet, extranet ou intranet com o intuito final de servir uma audiência específica. A audiência de um site de internet de uma empresa ou organização, é constituída pelos funcionários da própria empresa, através da intranet, e pelos os sócios, fornecedores, clientes e potenciais clientes, através de um site de internet ou extranet. Neste contexto, poderemos representar o processo de interacção entre a audiência e o conteúdo como um modelo em camadas, assim, os CMS abrangem quatro camadas: conteúdo, actividade, saída e audiência. Cada uma destas camadas interage entre si, como representado na figura 2.2. Figura 2.2 Arquitectura de quatro camadas A camada mais baixa, relativa ao conteúdo, é composta por um conjunto de tipos de conteúdos que requererem alguma forma de gestão, que poderá ser realizada através de um sistema ou processo de gestão de conteúdos. A camada seguinte, relativa à actividade, representa as actividades envolvidas na gestão dos conteúdos: por exemplo, podemos considerar as actividades relacionadas com a criação dos conteúdos dentro da respectiva camada de conteúdos, e posterior publicação numa saída apropriada. A terceira camada refere-se ao nível de saída, define os vários tipos de saídas Web através das quais os conteúdos podem ser acedidos: intranet, extranet e internet. Finalmente, a última a camada, de audiência, refere-se aos grupos de utilizadores que irão interagir com as respectivas saídas Web da empresa ou organização, a audiência poderá ser constituída por clientes, fornecedores, sócios e pessoal da própria empresa ou

25 Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos 11 organização, que acedem aos conteúdos Web através de uma intranet, extranet ou da Internet. Perante o cenário acima exemplificado, é plenamente perceptível quais as áreas de actuação de um CMS. No próximo ponto será abordado o grande macro processo que um CMS na realidade representa. Os três principais módulos que constituem todo o processo são: sistema de recolha, de gestão e publicação Um CMS visto como um processo Um CMS é um sistema complexo constituído por muitas partes que interagem entre si, formando um macro processo. Para ajudar a dividir e a descodificar a complexidade por detrás de um CMS, Bob Boiko, divide um CMS nas seguintes partes interactivas. O sistema de recolha dos conteúdos produzidos por um autor ou de uma fonte já existente, através de um processo de conversão e de agregação. Dependendo da fonte poderá ser necessário, ou não, a realização da conversão, do formato e estrutura da informação para o que pretende. Após a conversão realiza-se a agregação no sistema, editando, segmentando e adicionando os metadados apropriados. O sistema de gestão proporciona uma infra-estrutura administrativa. Esta infraestrutura inclui um repositório para armazenar conteúdo e sistemas de ficheiros necessários, um módulo de administração para a configuração e manutenção do CMS, e um módulo de fluxos de trabalho para definir as tarefas e processos. O sistema de Publicação usa templates para extrair o conteúdo apropriado de um repositório e colocá-lo numa publicação. O CMS é responsável pela recolha, gestão, e publicação de fragmentos de informação conhecidos, como já vimos anteriormente, por conteúdo. De uma forma sistemática este mega processo pode ser representado como na figura 2.3.

26 Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos 12 Figura 2.3 CMS visto como um processo A ilustração mostra como a informação é recolhida através do sistema de recolha de informação que a transforma em conteúdos. De seguida, os conteúdos passam por um sistema de gestão, sendo uma espécie de base de dados, que armazena estes componentes. O sistema de publicação desenha os conteúdos para fora do sistema de gestão e transforma-os em publicações Web. De seguida faremos uma breve introdução a cada um dos seguintes módulos O Sistema de Recolha Um sistema de recolha CMS é responsável por todos os processos que acontecem antes de um conteúdo estar preparado para a publicação. Nesta fase as informações são transformadas num conjunto bem organizado de conteúdos. De uma forma geral, o processo de recolha inclui, autorização, aquisição, conversão, agregação e serviços de recolha. Este processo inclui o seguinte: Autorização: Aqui o autor cria o conteúdo a partir do zero. Habitualmente, os autores que criam o conteúdo não possuem qualquer formação técnica. Esta característica implica que o sistema seja de fácil uso e com interfaces normalizadas. Nesta fase o CMS poderá ajudar o autor a ser eficaz e eficiente, da seguinte forma: Providenciando um ambiente para a produção de informação Providenciando um claro propósito e audiência Providenciando ajuda para a inclusão de informação normalizada, o CMS poderá facilmente criar o nome do autor ou a data Providenciando templates. Estes por exemplo, podem incluir locais para escrever um título, um resumo, estrutura do site ou o local onde o autor poderá criar os seus conteúdos Providenciando fluxo de trabalho, estado, e controlo de versões.

27 Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos 13 Aquisição: Aqui reúne-se o conteúdo proveniente de outras fontes já existentes. Informação adquirida provém dos seguintes tipos de fontes: Syndications, são fontes designadas para a reutilização. Aqui a informação é entregue em formato binário (XML, por exemplo) Fontes de ficheiros, estes ficheiros poderão ser qualquer tipo de conteúdo que exista armazenado num computador, podendo incluir fotografias, vídeo, ou texto Conversão: Se a informação (criada pelo autor ou adquirida) não se encontrar no formato ou estrutura que o sistema exige, este deverá ser convertido para corresponder ao teor das normas aceites pelo sistema. Agregação: Edita-se o conteúdo, divide-se em componentes, e aumenta-se de forma a adequar-se ao sistema de metadados pretendido. Recolha de serviços: Estes serviços são programas e funções CMS que ajudam no processo de recolha. Por exemplo, os serviços de recolha produzem os formulários da Web para inserir o conteúdo O Sistema de Gestão O sistema de gestão num CMS é responsável pelo armazenamento a longo prazo dos conteúdos e de uma série de outros recursos. O sistema de gestão contém o repositório, o fluxo de trabalho e outras actividades administrativas. Este sistema afecta todas as partes que constituem um CMS. As actividades deste sistema incluem a identificação e administração das funções dos vários utilizadores, a identificação dos grupos de utilizadores com as respectivas permissões, a gestão dos repositórios dos conteúdos, a categorização dos conteúdos dentro dos repositórios e a monitorização da aprovação dos conteúdos (fluxo de trabalho). Este sistema integra os seguintes subsistemas com as respectivas funcionalidades: O sistema de administração: È o responsável pela configuração dos parâmetros e estrutura do CMS. São definidas as permissões dos utilizadores onde as regras e os acessos são configurados; configuração dos metadados (metadados para suportar a arquitectura da informação), onde o sistema dos campos dos metadados e listas é mantido, onde a estrutura e o fluxo de trabalho dos conteúdos do sistema de gestão são mantidos; realizam-se as

28 Visão Geral dos Sistemas de Gestão de Conteúdos 14 habituais tarefas de administração de base de dados, tais como a manutenção pelo utilizador, permissões, cópia de segurança e arquivamento. O repositório, é a peça mais importante do sistema de gestão. É o conjunto de bases de dados, directórios de ficheiros, e outras estruturas (por exemplo, configurações personalizadas para o CMS), que armazenam o conteúdo do sistema, assim como, quaisquer outros dados associados aos CMS. Conteúdos e outros recursos CMS chegam ao repositório através dos serviços de recolha, e são extraídos através dos serviços de publicação. O repositório contém as bases de dados dos CMS, bem como outros mecanismos de armazenamento e recuperação. O sistema de fluxo de trabalho, é responsável por coordenar, programar, e fazer cumprir horários e tarefas do pessoal. Este subsistema afecta os três grandes sistemas de um CMS. No sistema de recolha existem fluxos de trabalhos para a recolha de conteúdo, criação, e agregação de tarefas. No sistema de gestão existem fluxos de trabalhos para tarefas administrativas normalizadas, etc. No sistema de publicação os sistemas de fluxo de trabalho asseguram que, cada vez que se criar uma publicação, esta é bem executada O Sistema de Publicação O sistema de publicação é responsável pela saída dos conteúdos do repositório e automaticamente criar as próprias publicações. Para tal, a publicação dos conteúdos envolve as actividades que permitem tornar os conteúdos disponíveis para os utilizadores da Web, extraindo-os dos seus repositórios e construindo na Web site as páginas específicas. A publicação dos conteúdos implica algumas funcionalidades que são importantes considerar: a facilidade em controlar as versões dos conteúdos, a possibilidade de recuperar as antigas definições de um Web site ou restabelecer uma versão anterior de um Web site, a possibilidade de gerir ambientes separados para desenvolvimento de conteúdos e produção de conteúdos, a capacidade de publicar o mesmo conteúdo em múltiplos canais. Foram identificadas as seguintes funcionalidades: Suporte para conteúdos dinâmicos. Verificação automática das hiperligações das páginas Web. Ambientes separados para produção e desenvolvimento. Verificação inteligente dos erros dos dados Web. Suporte para multi-canais com reutilização de conteúdos para múltiplos utilizadores finais. Personalização das características dos conteúdos. Facilidade em reverter para outras versões de conteúdos.

Ferramentas como, por exemplo, linhas de conexão, formas automáticas, sombras pendentes, WordArt, etc.

Ferramentas como, por exemplo, linhas de conexão, formas automáticas, sombras pendentes, WordArt, etc. Ambiente de trabalho Ambiente de trabalho Porquê criar páginas web? A World Wide Web é a melhor forma das pessoas comunicarem umas com as outras. Nos dias de hoje, é importante poder comunicar com outras

Leia mais

Microsoft Office FrontPage 2003

Microsoft Office FrontPage 2003 Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Gestão Área Interdepartamental de Tecnologias de Informação e Comunicação Microsoft Office FrontPage 2003 1 Microsoft Office FrontPage 2003 O Microsoft

Leia mais

Unidade 4 Concepção de WEBSITES. Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1.

Unidade 4 Concepção de WEBSITES. Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1. Unidade 4 Concepção de WEBSITES Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1. Sobre o conteúdo 1 Regras para um website eficaz sobre o conteúdo Um website é composto

Leia mais

MANUAL DE INTRODUÇÃO AO ALFRESCO 3.0

MANUAL DE INTRODUÇÃO AO ALFRESCO 3.0 MANUAL DE INTRODUÇÃO AO ALFRESCO 3.0 Alfresco é uma marca registada da Alfresco Software Inc. 1 / 42 Índice de conteúdos Alfresco Visão geral...4 O que é e o que permite...4 Página Inicial do Alfresco...5

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03 FICHEIROS COM EXEMPLOS Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para conhecer os endereços de Internet de onde poderá fazer o download dos ficheiros com os exemplos deste livro. * O leitor consente,

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

Gestão de Conteúdo de Websites

Gestão de Conteúdo de Websites Gestão de Conteúdo de Websites Sandra Regina da Luz, diretora da DS Consultoria, PhD em administração de empresas pela Flórida Christian University (EUA), Mestre em Administração de Empresas pela USP O

Leia mais

GUÍA PARA UTILIZAR A WEBNODE EDU

GUÍA PARA UTILIZAR A WEBNODE EDU GUÍA PARA UTILIZAR A WEBNODE EDU Imagina que queres criar o teu próprio site. Normalmente, terías que descarregar e instalar software para começar a programar. Com a Webnode não é preciso instalar nada.

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

Guia de Depósito Teses

Guia de Depósito Teses Guia de Depósito Teses Descreva o documento que está a depositar Página 1 Se seleccionar todas as opções nesta página, visualizará um formulário diferente, modificado com o intuito de capturar informações

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft Access 2010 Colecção: Software

Leia mais

Direcção Regional de Educação do Algarve

Direcção Regional de Educação do Algarve MÓDULO 1 Folha de Cálculo 1. Introdução à folha de cálculo 1.1. Personalização da folha de cálculo 1.2. Estrutura geral de uma folha de cálculo 1.3. O ambiente de da folha de cálculo 2. Criação de uma

Leia mais

Enunciado de apresentação do projecto

Enunciado de apresentação do projecto Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 Enunciado de apresentação do projecto FEARSe Índice 1 Introdução... 2 2 Cenário de Enquadramento... 2 2.1 Requisitos funcionais...

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE A EQUIPA DO PTE 2009/2010 Índice 1. Entrar na plataforma Moodle 3 2. Editar o Perfil 3 3. Configurar disciplina 4 3.1. Alterar definições 4 3.2. Inscrever alunos

Leia mais

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas Conceito As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas PÁG 02 Actualmente, face à crescente necessidade de integração dos processos de negócio, as empresas enfrentam o desafio de inovar e expandir

Leia mais

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária)

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) /curriculum Julho de 2008 Versão 1.1 1 Introdução O objectivo deste guia é auxiliar o utilizador da Plataforma

Leia mais

24-05-2011. Web. Técnico de Organização de Eventos Módulo III Criação de Páginas Web. Técnico de Organização de Eventos

24-05-2011. Web. Técnico de Organização de Eventos Módulo III Criação de Páginas Web. Técnico de Organização de Eventos Sumário Tecnologias de Informação e Comunicação Introdução ao módulo III. Importância das Páginas Web. Conceitos básicos. Bases de funcionamento de um sistema WWW. Técnicas de implantação e regras básicas

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft PowerPoint 2010 Colecção: Software

Leia mais

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO DOMINE A 110% ACCESS 2010 A VISTA BACKSTAGE Assim que é activado o Access, é visualizado o ecrã principal de acesso na nova vista Backstage. Após aceder ao Access 2010, no canto superior esquerdo do Friso,

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) Ano Letivo de 2014/2015 MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) Ano Letivo de 2014/2015 MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO Ensino Regular Diurno Disciplina: T.I.C. Professores: Margarida Afonso Curso Profissional - Técnico de Auxiliar de Saúde Ano: 10.º Turma(s): TAS MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO OBJECTIVOS Indicar as principais

Leia mais

GIBDQA: GESTÃO INTEGRADA DE BASES DE DADOS DA QUALIDADE DA ÁGUA

GIBDQA: GESTÃO INTEGRADA DE BASES DE DADOS DA QUALIDADE DA ÁGUA GIBDQA: GESTÃO INTEGRADA DE BASES DE DADOS DA QUALIDADE DA ÁGUA Sandra CARVALHO 1, Pedro GALVÃO 2, Cátia ALVES 3, Luís ALMEIDA 4 e Adélio SILVA 5 RESUMO As empresas de abastecimento de água gerem diariamente

Leia mais

SmartCloud Docs. Versão 1.0

SmartCloud Docs. Versão 1.0 SmartCloud Docs Versão 1.0 ii SmartCloud Docs Índice Trabalhar com documentos...... 3 Criar e importar documentos......... 3 Acerca de modelos........... 3 Criar documentos a partir de modelos..... 4 Alterar

Leia mais

Manual Internet. Professora: Elisa Carvalho elisa_castro@sapo.pt http://elisacarvalho.no.sapo.pt

Manual Internet. Professora: Elisa Carvalho elisa_castro@sapo.pt http://elisacarvalho.no.sapo.pt Manual Internet Professora: Elisa Carvalho elisa_castro@sapo.pt http://elisacarvalho.no.sapo.pt Fevereiro de 2006 Índice Internet... 2 Correio electrónico... 2 Os endereços... 2 Lista de correio... 2 Grupos

Leia mais

Aplicações de Escritório Electrónico

Aplicações de Escritório Electrónico Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Folha de trabalho

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final Instituto Politécnico de Setúbal Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Departamento de Sistemas e Informática Projecto Final Computação na Internet Ano Lectivo 2002/2003 Portal de Jogos Executado por:

Leia mais

Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services

Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services - Windows SharePoint Services... Page 1 of 11 Windows SharePoint Services Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services Ocultar tudo O Microsoft Windows

Leia mais

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo.

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo. MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com URL: http://esganarel.home.sapo.pt GABINETE: 1G1 - A HORA DE ATENDIMENTO: SEG. E QUA. DAS 11H / 12H30 (MARCAÇÃO

Leia mais

... Calendarização: 2 blocos de 90 m Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação

... Calendarização: 2 blocos de 90 m Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PLANIFICAÇÃO DE 7º ANO... 1º Período Domínio INFORMAÇÃO I7 A Informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias

Leia mais

MÓDULO MULTIMÉDIA. Text PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo.

MÓDULO MULTIMÉDIA. Text PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo. MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com URL: http://esganarel.home.sapo.pt Text GABINETE: 1G1 - A HORA DE ATENDIMENTO: SEG. E QUA. DAS 11H / 12H30

Leia mais

SmartCloud Docs. Versão 1.0

SmartCloud Docs. Versão 1.0 SmartCloud Docs Versão 1.0 ii SmartCloud Docs Índice Capítulo 2. Trabalhar com documentos 3 Criar e importar documentos......... 3 Acerca de modelos........... 3 Criar documentos a partir de modelos.....

Leia mais

Manual de Administração Intranet BNI

Manual de Administração Intranet BNI Manual de Administração Intranet BNI Fevereiro - 2010 Índice 1. Apresentação... 3 2. Conceitos... 5 3. Funcionamento base da intranet... 7 3.1. Autenticação...8 3.2. Entrada na intranet...8 3.3. O ecrã

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado Manual Avançado Menus v2011 - Certificado 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Iniciar o ZSRest... 3 4. Menus... 4 b) Novo Produto:... 5 i. Separador Geral.... 5 ii. Separador Preços e Impostos... 7 iii.

Leia mais

1. Introdução. 2. A área de trabalho

1. Introdução. 2. A área de trabalho Curso Criiar web siites com o Dreamweaver Parrttee II 1. Introdução O Macromedia DreamWeaver é um editor de HTML profissional para desenhar, codificar e desenvolver sites, páginas e aplicativos para a

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft Excel 2010 Colecção: Software

Leia mais

Manual. Formações Modulares Certificadas. A Relha Cooperativa de Serviços CRL. Formador/a: Ricardo Cabral. Data: 05/2013. N.

Manual. Formações Modulares Certificadas. A Relha Cooperativa de Serviços CRL. Formador/a: Ricardo Cabral. Data: 05/2013. N. Manual Formador/a: Ricardo Cabral Data: 05/2013 Formações Modulares Certificadas Área de Formação: Ciências Informáticas UFCD: 0755 Funcionalidades Avançadas N.º Horas: 25 A Relha Cooperativa de Serviços

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO INTRODUÇÃO AO MACROMEDIA DREAMWEAVER MX 2004 O Macromedia Dreamweaver MX 2004 é um software que permite a criação de páginas de Internet profissionais, estáticas

Leia mais

Tecnologias de Informação e Comunicação Página 1 de 5

Tecnologias de Informação e Comunicação Página 1 de 5 1. Descrição da prova A prova irá abranger várias tarefas de utilização do software do Microsoft Office2007 e software gráfico como o Adobe Photoshop CS4 ou Adobe Fireworks CS4. As principais áreas abrangidas

Leia mais

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM por Engº João Barata (jbarata@ctcv.pt), CTCV Inovação Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro 1. - INTRODUÇÃO Os sub-sistemas de gestão, qualquer que seja o seu

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Novembro de 2003

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Novembro de 2003 MANTENHA-SE INFORMADO Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para ser informado sempre que existirem actualizações a esta colecção ou outras notícias importantes sobre o Internet Explorer. *

Leia mais

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 7º ano. Domínio : I7 Informação. Aulas Previstas Semestre 32

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 7º ano. Domínio : I7 Informação. Aulas Previstas Semestre 32 Ano letivo 2014/2015 Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 7º ano Domínio : I7 Informação Aulas Previstas Semestre 32 Subdomínio: A informação, o conhecimento e o mundo das

Leia mais

Módulo 1 Microsoft Word 2007 ( 4 Horas)

Módulo 1 Microsoft Word 2007 ( 4 Horas) No final deste módulo o formando deverá estar apto a: Enunciar a definição do Microsoft Word 2007; Reconhecer as principais vantagens da utilização; Distinguir as diferentes áreas do ambiente de trabalho

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-73-9 Depósito legal: 201828/03

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-73-9 Depósito legal: 201828/03 FICHEIROS COM EXEMPLOS Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para conhecer os endereços de Internet de onde poderá fazer o download dos ficheiros com os exemplos deste livro. * O leitor consente,

Leia mais

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1 Copyright 2012 Efacec Todos os direitos reservados. Não é permitida qualquer cópia, reprodução, transmissão ou utilização deste documento sem a prévia autorização escrita da Efacec Sistemas de Gestão S.A.

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC 10º C. Planificação de. Curso Profissional de Técnico de Secretariado

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC 10º C. Planificação de. Curso Profissional de Técnico de Secretariado Escola Básica e Secundária de Velas Planificação de TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC Curso Profissional de Técnico de Secretariado 10º C MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO Microsoft Excel Conteúdos

Leia mais

SHAREPOINT 2010. Ligação e autonomização das pessoas. Plataforma de colaboração

SHAREPOINT 2010. Ligação e autonomização das pessoas. Plataforma de colaboração prorm Microsoft Projectos SharePoint e Recursos 2010 SHAREPOINT 2010 Plataforma de colaboração O SharePoint 2010 é uma plataforma de colaboração de negócios que lhe permite ligar e autonomizar as pessoas

Leia mais

Plataforma de Comunicação Colaborativa. Programa Espaço Atlântico. Guia do utilizador da área Projectos

Plataforma de Comunicação Colaborativa. Programa Espaço Atlântico. Guia do utilizador da área Projectos Plataforma de Comunicação Colaborativa Programa Espaço Atlântico Guia do utilizador da área Projectos Versão Junho 2010 Investindo no nosso futuro comum Guia do utilizador da área Projectos Versão Junho

Leia mais

LABORATÓRIO DE INTERNET FRONTPAGE

LABORATÓRIO DE INTERNET FRONTPAGE I LABORATÓRIO DE INTERNET FRONTPAGE Prof. Antonio Geraldo da Rocha Vidal II SUMÁRIO Introdução...3 Construindo um Web Site...4 Iniciando...4 Administrando o Site...5 Navegação...5 Trabalhando com Páginas...6

Leia mais

Criação de Páginas Web

Criação de Páginas Web MÓDULO 3 Criação de Páginas Web Duração de Referência: 33 horas 1 Apresentação Neste módulo, procura dar-se uma primeira ideia instrumental de como criar, a partir de aplicativos próprios, a organização

Leia mais

Montando um Site. Wordpress

Montando um Site. Wordpress Montando um Site Wordpress O Sistema Wordpress O Wordpress é uma plataforma de vanguarda para publicação pessoal, com foco na estética, nos Padrões Web e na usabilidade. Ao mesmo tempo um software livre

Leia mais

Portal da Imprensa Regional. Actualizações e Correcções

Portal da Imprensa Regional. Actualizações e Correcções Portal da Imprensa Regional Actualizações e Correcções Índice Versão: 3.1.3... 3... 3 BackOffice... 3 Versão: 3.0.1... 3... 3 BackOffice... 3 Versão: 3.0.0... 4... 4 BackOffice... 4 Histórico de Versões...

Leia mais

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Pedro Miguel Barros Morgado Índice Introdução... 3 Ponto.C... 4 Descrição do Problema... 5 Bibliografia... 7 2 Introdução No mundo

Leia mais

Manual de Access 2007

Manual de Access 2007 Manual de Access 2007 Índice Introdução... 4 Melhor que um conjunto de listas... 5 Amizades com relações... 6 A Estrutura de uma Base de Dados... 8 Ambiente do Microsoft Access 2007... 9 Separadores do

Leia mais

Webmail FEUP. Rui Tiago de Cruz Barros tiago.barros@fe.up.pt

Webmail FEUP. Rui Tiago de Cruz Barros tiago.barros@fe.up.pt Webmail FEUP Rui Tiago de Cruz Barros tiago.barros@fe.up.pt Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação Interacção Pessoa-Computador Junho 2013 Índice Índice 1. Introdução 2. Webmail FEUP

Leia mais

Desenvolvimento de um Sistema de Gestão de Conteúdos

Desenvolvimento de um Sistema de Gestão de Conteúdos Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Desenvolvimento de um Sistema de Gestão de Conteúdos Rui Cachorreiro Relatório de Projecto realizado no âmbito do Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica

Leia mais

12 EXCEL MACROS E APLICAÇÕES

12 EXCEL MACROS E APLICAÇÕES INTRODUÇÃO O principal objetivo deste livro é auxiliar o leitor na sua aprendizagem sobre os recursos avançados do Excel em especial na interligação com o Visual Basic for Applications (VBA). Pretende-se

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Novembro de 2004

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Novembro de 2004 FICHEIROS COM EXEMPLOS Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para conhecer os endereços de Internet de onde poderá fazer o download dos ficheiros com os exemplos deste livro. Reservados todos

Leia mais

SEO LINKEDIN FACEBOOK GOOGLE REDES SOCIAS E-COMMERCE TWITTER UNICRE PAY PAL 6.0 PLATAFORMA INTEGRADA DE NEGÓCIO E COMUNICAÇÃO ONLINE

SEO LINKEDIN FACEBOOK GOOGLE REDES SOCIAS E-COMMERCE TWITTER UNICRE PAY PAL 6.0 PLATAFORMA INTEGRADA DE NEGÓCIO E COMUNICAÇÃO ONLINE LINKEDIN FACEBOOK TWITTER GOOGLE REDES SOCIAS E-COMMERCE PAY PAL SEO UNICRE 6.0 PLATAFORMA INTEGRADA DE NEGÓCIO E COMUNICAÇÃO ONLINE ACTUALIZE O SEU SITE VENDAS ONLINE MARKETING ONLINE A PLATAFORMA GCM

Leia mais

Introdução a listas - Windows SharePoint Services - Microsoft Office Online

Introdução a listas - Windows SharePoint Services - Microsoft Office Online Page 1 of 5 Windows SharePoint Services Introdução a listas Ocultar tudo Uma lista é um conjunto de informações que você compartilha com membros da equipe. Por exemplo, você pode criar uma folha de inscrição

Leia mais

LNDnet. Lançamento de notas pelos docentes. Portal académico

LNDnet. Lançamento de notas pelos docentes. Portal académico LNDnet Lançamento de notas pelos docentes Portal académico A base para elaboração do presente manual foi o manual da Digitalis (SIGES.11.0.0 Manual de Utilizador) ao no qual foram registada as adaptações

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

Migrar para o Excel 2010

Migrar para o Excel 2010 Neste Guia Microsoft O aspecto do Microsoft Excel 2010 é muito diferente do Excel 2003, pelo que este guia foi criado para ajudar a minimizar a curva de aprendizagem. Continue a ler para conhecer as partes

Leia mais

Manual PowerPoint 2000

Manual PowerPoint 2000 Manual PowerPoint 2000 Índice 1. INTRODUÇÃO 1 2. DIRECTRIZES PARA APRESENTAÇÕES DE DIAPOSITIVOS 1 3. ECRÃ INICIAL 2 4. TIPOS DE ESQUEMA 2 5. ÁREA DE TRABALHO 3 5.1. ALTERAR O ESQUEMA AUTOMÁTICO 4 6. MODOS

Leia mais

Linux. Educacional. Tutorial Buzzword

Linux. Educacional. Tutorial Buzzword Linux Educacional Tutorial Buzzword Para trabalhar com o programa Buzzword online, é necessário que crie uma conta no site. Para isso acesse o endereço - https://buzzword.acrobat.com/ Para criar uma conta

Leia mais

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11 Índice Parte 1 - Introdução 2 Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4 Parte 2 Desenvolvimento 5 Primeiros passos com o e-best Learning 6 Como aceder à plataforma e-best Learning?... 6 Depois

Leia mais

WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET

WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET MANUAL DO UTILIZADOR WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET 1. 2. PÁGINA INICIAL... 3 CARACTERÍSTICAS... 3 2.1. 2.2. APRESENTAÇÃO E ESPECIFICAÇÕES... 3 TUTORIAIS... 4 3. DOWNLOADS... 5 3.1. 3.2. ENCOMENDAS (NOVOS

Leia mais

Gestão de Configurações II

Gestão de Configurações II Gestão de Configurações II Bibliografia Livro: Software Configuration Management Patterns: Effective Teamwork, Practical Integration Gestão de Projecto 14 Padrões de Gestão Os padrões de gestão de configurações

Leia mais

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com. IntroduçãoàTecnologiaWeb FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb

Leia mais

A SÈTIMA. O nosso principal objectivo

A SÈTIMA. O nosso principal objectivo 03 A SÈTIMA A SÉTIMA produz soluções de software maioritariamente com recurso à WEB, de modo a dar suporte ao crescimento tecnológico que é já a maior realidade do século XXI. Esta aposta deve-se ao facto

Leia mais

Sessão de Esclarecimento. Curso de Webdesign

Sessão de Esclarecimento. Curso de Webdesign Sessão de Esclarecimento Curso de Webdesign Alguns factos: A industria de serviços de Webdesign representa um mercado de $24B apenas nos EUA. Todos os meses são publicados cerca de 16M novos websites.

Leia mais

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo.

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo. MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com URL: http://esganarel.home.sapo.pt GABINETE: 1G1 - A HORA DE ATENDIMENTO: SEG. E QUA. DAS 11H / 12H30 (MARCAÇÃO

Leia mais

CSF Designer Intuition SOLUÇÕES DE OUTPUT FIS

CSF Designer Intuition SOLUÇÕES DE OUTPUT FIS SOLUÇÕES DE OUTPUT FIS O CSF Designer Intuition TM da FIS ajuda organizações que lidam com o cliente a criar, de forma instantânea e interativa, documentos comerciais respeitando as regulações vigentes,

Leia mais

Microsoft Access. Nível I. Pedro Fernandes

Microsoft Access. Nível I. Pedro Fernandes Microsoft Access Nível I Introdução Objectivos Introdução; Criar tabelas; Fazer consultas; Elaborar formulários; Executar relatórios. 2 Introdução aos Sistemas de Gestão de Bases de Dados (SGBD) Desde

Leia mais

Iteração 2 Design inicial

Iteração 2 Design inicial Universidade de Aveiro Departamento de Electrónica, Telecomunicações e Informática Engenharia de Software Iteração 2 Design inicial Projecto: FX-Center Grupo: BEDS David Pacheco (nº 32665) Cesário Lucas

Leia mais

Guia de utilização. Acesso Universal

Guia de utilização. Acesso Universal Guia de utilização Março de 2009 Índice Preâmbulo... 3 Acesso à Plataforma... 4 Área de Trabalho... 5 Apresentar Propostas... 12 Classificar Documentos... 20 Submeter a Proposta... 21 Solicitação de Esclarecimentos/Comunicações...

Leia mais

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária)

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) http://curriculum.degois.pt Março de 2012 Versão 1.5 1 Introdução O objectivo deste guia é auxiliar o utilizador

Leia mais

Disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015

Disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015 A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias. (I7.1) Utilização do computador e/ou dispositivos eletrónicos similares em segurança. (I7.2) 1. Compreender a evolução das tecnologias de informação

Leia mais

Guião de utilização da plataforma moodle para Professor

Guião de utilização da plataforma moodle para Professor Guião de utilização da plataforma moodle para Professor http://elearning.up.ac.mz http://www.ceadup.edu.mz E-mail: up.cead@gmail.com info@ceadup.edu.mz Maputo, 2013 Introdução Há alguns anos atrás, para

Leia mais

ZS Rest. Manual de Iniciação. BackOffice

ZS Rest. Manual de Iniciação. BackOffice Manual de Iniciação BackOffice 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Iniciar o ZSRest... 3 a) BackOffice:... 4 b) Acesso BackOffice:... 4 4. Zonas... 6 c) Criar Zona:... 7 d) Modificar Zona:... 8 e) Remover

Leia mais

Escola Superior de Gestão de Santarém. Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. Peça Instrutória G

Escola Superior de Gestão de Santarém. Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. Peça Instrutória G Escola Superior de Gestão de Santarém Pedido de Registo do CET Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos Peça Instrutória G Conteúdo programático sumário de cada unidade de formação TÉCNICAS

Leia mais

Base de dados I. Base de dados II

Base de dados I. Base de dados II Base de dados I O que é? Uma base de dados é um simples repositório de informação, relacionada com um determinado assunto ou finalidade, armazenada em computador em forma de ficheiros Para que serve? Serve

Leia mais

Publicação em contexto académico: OJS na prática

Publicação em contexto académico: OJS na prática Publicação em contexto académico: OJS na prática sumário 1. Publicações científicas em ambiente académico: um cenário pouco homogéneo 1.1 o papel das bibliotecas de ensino superior 2. OJS Open Journal

Leia mais

MÓDULO 1 - Folha de Cálculo

MÓDULO 1 - Folha de Cálculo ANUAL ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso Profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Curso Profissional de Técnico de Restauração Cozinha - Pastelaria Disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação

Leia mais

PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB)

PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB) RELATÓRIO DE ENTREGA DO PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB) PARA A ELABORAÇÃO DOS PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PMGIRS PARA OS MUNICÍPIOS DE NOVO HORIZONTE, JUPIÁ, GALVÃO,

Leia mais

CALL VN E APV- EXTRANET PEUGEOT MANUAL DO UTILIZADOR

CALL VN E APV- EXTRANET PEUGEOT MANUAL DO UTILIZADOR CALL VN E APV- EXTRANET PEUGEOT MANUAL DO UTILIZADOR Índice Noções Básicas 3 Workflow 4 Permissões 5 Acessos 5 Layout 5 Autenticação 6 Homepage 8 Contactos 8 Upload 11 Relatórios 15 Verbatins 18 Utilizadores

Leia mais

Escola Secundária de Camarate

Escola Secundária de Camarate Escola Secundária de Camarate Ano Lectivo 2014/2015 Planificação da Disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde e Técnico de Restauração e Bar

Leia mais

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES w w w. i d e a l o g i c. c o m. b r INDICE 1.APRESENTAÇÃO 2.ESPECIFICAÇÃO DOS RECURSOS DO SOFTWARE SAXES 2.1. Funcionalidades comuns a outras ferramentas similares 2.2. Funcionalidades próprias do software

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 Domínios de referência Competências Conteúdos Calendarização Conceitos Essenciais e

Leia mais

MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007

MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007 MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007 MÓDULO - I APRESENTAÇÃO... 1 AMBIENTE DE TRABALHO... 2 A folha de cálculo... 2 O ambiente de trabalho do Excel... 3 Faixas de Opções do Excel... 4 - Guia

Leia mais

1.2.4. Organizar a estrutura do site

1.2.4. Organizar a estrutura do site 1.2.4. Organizar a estrutura do site 1 Organizar a estrutura do site A organização da estrutura do site passa pela definição das ligações entre as páginas que o compõem Esta organização deve ser intuitiva

Leia mais

Diveo Exchange OWA 2007

Diveo Exchange OWA 2007 Diveo Exchange OWA 2007 Manual do Usuário v.1.0 Autor: Cícero Renato G. Souza Revisão: Antonio Carlos de Jesus Sistemas & IT Introdução... 4 Introdução ao Outlook Web Access 2007... 4 Quais são as funcionalidades

Leia mais

EDUTec Learning. José Paulo Ferreira Lousado

EDUTec Learning. José Paulo Ferreira Lousado EDUTec Learning MANUAL DO UTILIZADOR José Paulo Ferreira Lousado Índice Página Principal... ii Página de Desenvolvimento de Conteúdos... iii Página de Comunicações...iv Página de Transferência de Ficheiros...vi

Leia mais

Escola Secundária de Amora Seixal

Escola Secundária de Amora Seixal Escola Secundária de Amora Seixal DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) TIC TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 7º ANO TURMAS: 7A E 7B ANO LETIVO 2014-2015 P R O P

Leia mais

3 ao Quadrado - Agenda Web

3 ao Quadrado - Agenda Web 3 ao Quadrado - Agenda Web Relatório de Gestão de Projectos de Software - Grupo A - LEIC 2001/2002 http://gnomo.fe.up.pt/gps01a João Montenegro - ei97023@fe.up.pt André Teixeira - ei97024@fe.up.pt Carlos

Leia mais

ANEXO 11. - Conteúdos em formato de texto puro e listas; - Conteúdos em formato de texto puro e conteúdo categorizado;

ANEXO 11. - Conteúdos em formato de texto puro e listas; - Conteúdos em formato de texto puro e conteúdo categorizado; ANEXO 11 O CMS PROCERGS Para o desenvolvimento de sites, objeto deste edital, a empresa contratada obrigatoriamente utilizará uma ferramenta CMS (Content Management Systems ou Sistema de Gestão de Conteúdo)

Leia mais

Guia da Internet. Página 1

Guia da Internet. Página 1 Guia da Internet Utilização da Internet Introdução... 2 Alguns conceitos básicos... 2 Endereços (URL)... 2 Páginas Web... 3 Abrir o Internet Explorer... 3 O ecrã do Internet Explorer... 4 A Barra de Ferramentas

Leia mais

Uma ferramenta de apoio à reflexão continuada

Uma ferramenta de apoio à reflexão continuada portefólio Uma ferramenta de apoio à reflexão continuada Destinado a professores Aqui encontrará um conjunto de sugestões de trabalho para a utilização da metodologia dos portefólios no apoio ao desenvolvimento

Leia mais

Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador

Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador Índice 1. Sobre o Guia... 4 1.1 Objectivo... 4 1.2 Utilização do Guia... 4 1.3 Acrónimos e Abreviações... 4 2. Introdução ao Extracto on Line Aplicação

Leia mais