A pesquisa como dimensão do processo formativo na graduação.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A pesquisa como dimensão do processo formativo na graduação."

Transcrição

1 A pesquisa como dimensão do processo formativo na graduação. Nilsa Brito Ribeiro 1 Valdir Heitor Barzotto 2 Resumo: Trabalho destinado a contribuir para a reflexão sobre a importância de a pesquisa estar vinculada à formação, no decorrer das disciplinas de graduação, desde o ingresso do aluno na universidade. A partir da experiência na formação de profissionais da área de Letras, e na pesquisa sobre a presença da pesquisa no interior das disciplinas deste curso, estabelece-se uma discussão sobre os alcances e os entraves para o acesso dos alunos de graduação aos meios de produção de pesquisa. O conceito chave para o estudo é o de sentidos da formação, que precisa ser entendido no interior da cultura universitária para que se possa propor uma nova prática de formação na graduação, em especial nas licenciaturas. Palavras chaves: pesquisa na graduação; formação de professores; curso de Letras; graduação; sentidos da formação. 1. Introdução A reflexão que desenvolvemos a seguir é resultante de docência e pesquisa na formação universitária, em especial no curso de Letras. Temos nos dedicado sistematicamente à investigação de como os conhecimentos absorvidos no curso de 1 Universidade Federal do Pará-UFPA/Marabá. Coordenadora do curso de Letras PRONERA, que tem a pesquisa com peso equivalente ao ensino desde o início. 2 Universidade de São Paulo - FE/USP. Co-coordenada, juntamente com a Profa. Dra. Maria Núbia Barbosa Bonfim - CCSO/UFMA, o projeto de pesquisa Disciplinas da licenciatura voltadas para o ensino de Língua Portuguesa: saberes e práticas na formação docente, apoiado pela FAPEMA.

2 Letras são tensionados no confronto com dados colhidos para a concretização de pesquisa por alunos de graduação. Esta investigação tem se dado tanto como conseqüência da condução, com pesquisa, das disciplinas que ministramos, como pela observação de grades curriculares, programas e aulas na universidade. Os objetivos centrais da investigação consistem em verificar: a) em que medida a pesquisa está presente neste nível da formação; b) de que modo os conhecimentos que compõem as disciplinas se revertem na produção elaborada pelo aluno. Como um dos resultados da pesquisa, podemos tecer considerações sobre o movimento que percebemos na formação dos futuros professores de língua portuguesa relacionado às exigências do mercado. Neste artigo, portanto, restringimos o nosso posto de observação, detendo-nos à reflexão sobre a pesquisa nos cursos de graduação e ajustamos a lupa mais ainda porque falaremos da pesquisa nos cursos de Licenciatura. A restrição de foco não significa a defesa da existência da pesquisa como estratégia e princípio formativo apenas dos cursos de Licenciatura. Ao contrário, colocamo-nos na contramão do que tradicionalmente temse considerado como espaços privilegiados de pesquisa na universidade. Ou seja, defendemos que todo curso de graduação desenvolva-se dando o mesmo grau de importância ao ensino, à pesquisa e à extensão, sendo que estas duas últimas devam acontecer vinculadas ao ensino. Diferentemente da tradição que trata o ensino, em especial aquele que ocorre na sala de aula, e a extensão, como lugares de informação das descobertas da pesquisa, que é feita em outros espaços, propomos que se faça valer os três esteios da universidade em um único tempo e espaço. Sabemos que o currículo dos cursos de bacharelado, pelo menos em tese, propõem que o estudante faça um percurso de pesquisa durante a formação, enquanto os cursos de licenciatura, orientados por uma certa concepção do que seja ser professor, têm centrado a ênfase no ensino divorciado da pesquisa. Por isso, tematizar a pesquisa, na graduação, especialmente nas licenciaturas, implica, antes atentar para a construção discursiva da formação docente inicial e continuada, pois estes dois espaços formação inicial e formação continuada estão

3 intimamente imbricados e a problematização de um requer a problematização do outro, constituindo-se duas faces de uma mesma questão, que é a formação do professor, seja na graduação, seja no exercício da prática docente. Por isso nos deteremos a seguir sobre sentidos da formação do professor em trabalho, pois acreditamos que eles são decorrentes grande maioria dos currículos de graduação, que tomam a pesquisa como privilégio de poucos. Como conseqüência da inexistência de pesquisa vinculada às disciplinas do currículo de formação dos professores, uma vez no exercício da profissão, prevalece para o professor a compreensão de que seu trabalho não comporta a prática da pesquisa. Antes, porém, de darmos continuidade à nossa reflexão, gostaríamos de lembrar que não pretendemos pensar o aluno de Licenciatura e o professor em exercício apenas como vítimas do sistema, mas como parte do jogo. Nossa posição está em sintonia com Bourdieu (1998, p. 86): Ao atribuirmos, como faz o mau funcionalismo, os efeitos de dominação a uma vontade única e central, ficamos impossibilitados de apreender a contribuição própria que os agentes (incluindo os dominados) dão, quer queiram quer não, quer saibam quer não, para o exercício da dominação por meio da relação que se estabelece entre as suas atitudes, ligadas às condições de produção, e às expectativas e interesses inscritos nas suas posições no seio desses campos de luta, designados de forma estenográfica por palavras como Estado, Igreja ou Partido SENTIDOS DA FORMAÇÃO DOCENTE Na tradição escolar as categorias professor e pesquisador têm sido tratadas separadamente ou, no máximo, pela justaposição dos termos separados por um hífen. Reserva-se ao pesquisador a incumbência de produzir conhecimentos e ao professor 3 Bourdieu insere neste ponto uma nota que reproduzimos aqui por considerarmos sua importância para uma visão crítica de frases comuns em nosso cotidiano freqüentemente utilizadas para transferirmos a terceiros, como o Estado, a família de nossos alunos, etc. nossa timidez em assumirmos posições que poderiam fazer diferença em nosso cotidiano: A teoria dos Aparelhos deve, sem dúvida, uma parte de seu sucesso ao fato de permitir uma denúncia abstrata do Estado ou da Escola que reabilita os agentes, consentindo que eles vivam no desdobramento da sua prática profissional e das suas opções políticas. (Bourdieu, 1998, p. 86, nota 14)

4 apenas o papel de bom transmissor desse conhecimento. Esta atitude, decorrente dos currículos de graduação, reflete-se nos currículos da escola básica, nos quais também se concebe o ensino divorciado da pesquisa. Ao licenciando cabe instrumentalizar-se de conteúdos ou de técnicas para ser um bom professor, e este na prática da docência, também repetirá o gesto da elisão entre informação sobre o conhecimento e produção do conhecimento. Cortesão, refletindo no contexto da escola portuguesa, chama a atenção para o fato de considerar-se habitualmente o bom professor (...) aquele que é competente, portanto sabe, que domina conteúdos científicos que (arbitrariamente) são considerados como curricularmente imprescindíveis. É ainda alguém que explica bem, e com clareza, os conteúdos disciplinares, numa ordenação e com um ritmo adequado ao nível etário médio dos alunos, recorrendo a uma necessária linguagem erudita, utilizando apropriadamente o jargão próprio da disciplina que lecciona. É alguém que, com clareza traduz (simplificando), as grandes teorias, a produção científica, portanto, o conhecimento científico produzido por outrem, de forma a torná-lo acessível aos alunos com que trabalha. (CORTESÃO, 2006, p.54 ). Na posição de expectador da produção de conhecimento a respeito de uma dada realidade, o professor é aquele que, ao tomar o conhecimento produzido, quase sempre desconhece a história e os meios desta produção. Esse desconhecimento da história de construção de teorias que orientam metodologias na sala de aula resultam em, pelo menos, duas atitudes do professor, face ao conhecimento produzido por outrem: i) a adesão desprovida de reflexões teóricas, a cada inovação teórico-metodológica anunciada no campo do ensino, até mesmo para não ser considerado um professor desatualizado; ou ii) a recusa incondicional a aderir a qualquer mudança teórica no seu campo de trabalho porque as teorias são encaradas como verdades definitivas e absolutas (GERALDI, 1991). Estas duas posições extremas resultam, quase sempre, do fato de a maioria dos professores ocupar a posição de expectadores/receptores da produção científica de

5 outrem, ou seja, não participando da produção do conhecimento, desconhecem o fato de que teorias podem ser superadas por outras e, conseqüentemente as metodologias a elas vinculadas. Hoje podemos afirmar que essas posições decorrem do fato de que o professor não faz parte, ou não se sente parte, das comunidades produtoras de conhecimento. A solução seria a inserção dos estudantes de Licenciatura nessas comunidades e a garantia de ampliação do direito à pesquisa também ao professor já formado. No entanto, é preciso reconhecer as dificuldades que esta proposta encontra dentro e fora da universidade. Por um lado, aumentaria o trabalho do estudante de licenciatura e de seus professores. Desenvolver e acompanhar uma pesquisa durante um semestre demandaria dispêndio de muito mais energia do que a exposição e explicação de conteúdos, nos moldes apresentados por Cortesão, seguida de uma averiguação pontual da aprendizagem. Fora da universidade, quando o estudante de graduação já se tornou um profissional, também os impasses vão acontecer, pois a compreensão de que professores da escola básica também se responsabilizem pela pesquisa encontra oposições de diferentes setores. Veja-se trecho de matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo (26/07/08, p. A22), sob o título Mais atividade docente fora de classe gera rombo de R$1,4 bi em SP: A nova lei que estipula um piso salarial nacional para os professores vai provocar um impacto de R$ 1,4 bilhão ao ano na educação do Estado de São Paulo, o que equivaleria a um corte de 10% no orçamento atual da área. E não pelo salário, já que os docentes da rede pública paulista recebem remuneração mínima de R$1.502 mensais. O problema é que a lei prevê também que os profissionais passem a dedicar 33% de suas 40 horas semanais a atividades fora da sala de aula. Atualmente esse tempo corresponde a 20%. `Para cada três professores, teremos que ter mais um`, disse ao Estado a secretária estadual de Educação

6 Destacaremos do texto somente o modo como aquilo que poderia ser encarado como positivo, que poderia ser um diferencial na melhoria da qualidade do ensino público, por implicar o direito do professor à remuneração pela pesquisa, foi considerado na matéria. É importante considerar que no trecho acima não se faz referência a tempo dedicado à pesquisa, visando, entre outras coisas, a um melhor conhecimento dos alunos à preparação de aulas adequadas às suas necessidades. Ao contrário, a expressão usada na matéria é atividade docente fora de classe. Referir-se desse modo ao tempo de atuação do professor pode acionar significados dissociados do único trabalho tradicionalmente considerado como sendo próprio ao professor - aquele da sala de aula ligado à transmissão de conteúdos produzidos por terceiros. Note-se também que esse tempo da jornada do professor, que pode ser dedicado à pesquisa, é considerado problema, o que convoca o leitor a um julgamento negativo. Inclusive a indicação da direção de leitura que o leitor deve seguir começa no título da matéria. Quando ele chega à palavra problema, já passou pelo título, tendo lido o termo rombo, comumente associado a problemas de administração da verba pública, a gastos indevidos, aplicado ao aumento dos gastos em Educação. Portanto, a possibilidade de acionar significados negativos já está estabelecida. Por fim, chama a atenção que gerar empregos no setor de Educação, num país com índices complicados, tanto em termos de sucesso escolar como de mercado de trabalho, como o Brasil, é considerado problema. Vale ressaltar que o modo como estas duas categorias (professor e pesquisador) têm sido tratadas no espaço da formação não foi linear, pois a formação docente sofre re-significações contínuas no contexto das políticas educacionais e assim a identidade do professor ou futuro professor, na sua relação com o conhecimento, também vai ganhando novos contornos orientados por condições históricas e ideológicas. Os sentidos da formação se alteram em reação a fatores internos e externos à própria formação. Por fatores internos podemos entender as condições empíricas de trabalho do professor, situadas no interior da sala de aula, envolvendo fatores concretos da prática docente cotidiana que, por sua vez, não estão desvinculados dos fatores externos.

7 Se pensarmos nos fatores internos levando em conta a formação dos professores, será necessário acrescentar a instauração do professor universitário no lugar de produtor legítimo do conhecimento, o que exige, de certo modo, que este, para manter seu posto, esvazie a formação na graduação do direito à pesquisa. É a ele que caberá repor o que vai faltar ao professor formado. Os fatores externos, por sua vez, dizem respeito às condições históricas mais amplas, que envolvem o sistema de ensino, para além do espaço de sala de aula, mas também determinantes de fatores internos à aula. Tratando-se de determinantes externos à formação docente, lembremos que, com as exigências do mundo do trabalho na sociedade moderna, a escola é pressionada a abrir as suas portas à classe trabalhadora (Cf. CHAUÍ, 2001; ENGUITA, 1986). Conseqüentemente o número de professores apresenta-se insuficiente para atender à crescente demanda que passa a ocupar o espaço escolar. É nesse contexto que o Estado começa a recrutar mão de obra para atender a esta nova demanda, o que inevitavelmente viria a requerer não somente a formação inicial dos chamados professores leigos, mas também a contínua formação daqueles com nível de formação exigido para atuar na docência porque também alteram-se as exigências externas em relação à formação para atender ao mundo do trabalho. É também nesse contexto que sentidos relacionados à carência, à falta de conhecimentos de teorias e métodos por esse profissional circulam com maior freqüência nos espaços escolares. É do recrutamento de um grande número de professores denominados leigos que se vai construindo um discurso de superação das carências. À medida que o sentido da carência vai ganhando hegemonia nos discursos sobre o professor abre-se espaço para a organização de um verdadeiro mercado de produtos destinados a suprir estas carências. E para que esse mercado prospere é necessário manter o alegado estado de carência, o que se faz enxugando os currículos da graduação e precarizando as condições de trabalho. Atentando para um conjunto de sintagmas referenciadores da carência do professor em relação à sua formação, percebe-se que são sintagmas mobilizadores de sentidos diferentes sobre a formação em cada conjuntura política educacional, seja ela

8 inicial ou continuada: treinamento, reciclagem 4, capacitação docente, atualização docente e mais recentemente qualificação docente e formação continuada. Embora colocando em circulação diferentes concepções a respeito da formação docente, os sentidos mobilizados por muitos destes sintagmas não contemplam a pesquisa como estratégia do processo formativo e sim o preparo para a aceitação e a aquisição de novos produtos. Com isso queremos dizer que a elisão entre as categorias professor e pesquisador é histórica, política e voluntária. Ela não se faz despretensiosamente, mas orientada por determinantes políticos e ideológicos. É, portanto, de uma perspectiva política que também devemos problematizar a ausência da pesquisa como dimensão do processo de formação, inicial e continuada, pois trata-se de uma inclusão do estudante e do professor nas comunidades autorizadas a produzir conhecimentos. Aliada cada vez mais às necessidades de mercado, a formação docente está cada vez mais comprometida com a perspectiva de competência centrada na produtividade vista pela ótica do resultado estatístico, em detrimento da criação de novos saberes mediados pela relação entre saberes historicamente já produzidos e o cotidiano da sala de aula. Não se verifica, portanto, como procuramos mostrar recorrendo à matéria de jornal citada, nos discursos que circulam sobre formação inicial e contínua, sentidos vinculados à prática investigativa, pela interrogação contínua sobre problemas com os quais o professor se defronta no espaço escolar, sejam de ordem interna ou externa à formação. Se a formação ocorresse desse modo, com a investigação inserida no cotidiano da formação, não se trataria, então, de um bom professor nos termos descritos acima por Cortesão (2006), mas de um professor capaz de assumir com autonomia a sua própria formação e de intervir nas realidades internas e externas. A ausência de investimento na formação adequada de profissionais em condições de serem também pesquisadores capazes de encontrar soluções para intervir criticamente 4 GERALDI, C. M. G. (1996, p. 9 ) observa que treinamento e reciclagem eram termos muito em voga nas décadas de 70 e 80, apesar de se adaptar melhor a animais e máquinas, respectivamente.

9 numa dada realidade rumo à transformação da mesma faz com que o professor esteja sempre à espera de que outros lhe apontem alternativas para serem adotadas. Não prevalece nestes contextos a idéia de que a formação do professor deve ser no sentido do alcance das condições favoráveis de trabalho, incluindo o tempo para o exercício da pesquisa, de modo a construir sua autonomia intelectual. Pois a formação, nos moldes em que se institui nos espaços escolares, coloca o professor numa posição de alguém que necessitará de formação ad eternum, porque é supostamente incapaz de refletir e construir formas de superação de problemas da prática docente, ou de qualquer outra reflexão mais aprofundada. É nesse quadro político de formação inicial e continuada que intencionalmente diploma profissionais carentes de conhecimento que, entre os produtos colocados à disposição do professor para suprir sua suposta carência, dois alcançam notoriedade: o livro didático e os cursos de formação continuada. O primeiro deles, o livro didático, ocupando o espaço e a voz do professor que na sala de aula apenas cumpre os ditames deste material didático, o professor é visto apenas como aquele que controla o repasse desse conhecimento fragmentado e de segunda mão, pois não é ele [o professor] responsável pela seleção, organização, seqüenciação do que vai ensinar. O livro didático é que fornece as categorias de conteúdo legítimo, classificação hierárquica do conteúdo e o tempo necessário a ser consumido para o ensino de um dado conteúdo. Um material estratégico para suprir algumas necessidades do professor em momentos pontuais de sua prática, somada a uma voluntária formação sem pesquisa, transformou-se em porta-voz do professor, sem qualquer perspectiva de que ele possa ser descartado um dia. Desde 2002, Barzotto (2004) vem observando que em mais de 90% dos relatórios de estágio dos alunos de Licenciatura em Letras aparecem registros de uso de livros didáticos por parte dos professores. Tal número é inversamente proporcional à presença nas aulas de atividades produzidas pelo próprio professor a partir de realização de diagnóstico do contexto lingüístico dos seus alunos, ou de suas condições de leitura e escrita. Com base nesta realidade é que perguntamos pela formação inicial e continuada do professor, entendendo que para romper a barra entre o professor e o pesquisador é

10 preciso adotar a pesquisa como princípio e estratégia de formação. Ao mesmo tempo em que se recusa a adotar estes princípios, alega-se que o professor não tem condições para fazer pesquisa, o que são duas ações complementares. Por um lado fragiliza-se a formação, fornecendo apenas o repasse de algum conteúdo, por outro, rememora-se sua falta de preparo, que abre campo para o surgimento de bem intencionadas propostas de compensação de sua carência. São ações associadas que contribuem para que o sentido de carência seja absorvido pelo professor, que passa a atuar de modo que a solução tenha que vir do outro, o Estado, a Universidade, etc. O segundo elemento, atribuído à carência do professor, que se fez notar fortemente nos últimos anos é o curso de formação continuada. Àquele professor a quem se oferece uma formação em nível de graduação por meio de um currículo enxuto e de conteúdos simplificados, vai-se vender em seguida produtos que supram tal deficiência. Os chamados cursos de formação continuada geralmente são desenvolvidos em dois eixos: aquele que visa repor o que foi negado durante a graduação e aquele que visa a sustentação de uma política de governo. Dificilmente o profissional formado na área de educação é convidado a vir para a universidade inteirar-se de uma produção nova, desenvolvida entre a data de sua formatura e a da apresentação à comunidade deste novo conhecimento. O que se percebe nos cursos é a reposição daquilo que não foi proporcionado durante a graduação. Mais difícil ainda é encontrar um curso que vise a construção de um programa para a escola de um município ou estado. Em geral o poder público contrata uma equipe que vai guiar o professor na direção da absorção de uma perspectiva única que se prestará mais a dar ao público uma imagem do governo do que resolver problemas relacionados ao ensino. Mais raros ainda são os grupos de pesquisa que contam com professores na busca de avanços teóricos. Seria esta talvez a situação ideal, um profissional bem formado, preparado para o ensino e a pesquisa, que continuaria participando de grupos de pesquisa. Ser professor em qualquer nível de ensino requer uma postura investigativa que mobilize sentidos para perguntas, sentidos que reclamem por uma compreensão. Quando tratamos da pesquisa docente como estratégia de formação, estamos ao mesmo tempo requerendo a relação inextrincável entre os sentidos da prática e teorias já formuladas sobre a prática, abrindo possibilidades de enriquecimentos teóricos, na medida em que a

11 herança cultural é confrontada com novas realidades produzidas no cotidiano da sala de aula. Nesse sentido: Estamos de novo regressados à necessidade de perguntar pelas relações entre a ciência e a virtude, pelo valor do conhecimento dito ordinário ou vulgar, que nós, sujeitos individuais ou coletivos, criamos e usamos para dar sentido às nossas práticas e que a ciência teima em considerar irrelevante, ilusório e falso; e temos de finalmente perguntar pelo papel de todo conhecimento cientifico acumulado no enriquecimento ou empobrecimento prático das nossas vidas, ou seja, pelo contributo positivo ou negativo da ciência para a nossa felicidade (SANTOS, 1978, p. 08). Nem só o saber prático desprovido da reflexão sistemática sobre esses fazeres e as condições em que ele é produzido, nem a reflexão desenraizada, desarticulada de uma vivência. Considerando que o professor no embate de sala de aula também produz saberes, a pesquisa docente precisa ser encarada como uma condição da prática de ensino, se queremos alterar o quadro que inicialmente expusemos a respeito da expropriação do professor, não só econômica, mas também intelectual. Embora o título deste texto remeta à pesquisa na graduação, entendemos que estes dois mundos o da formação inicial e da formação continua estão imbricados, constituindo-se como uma via de duas mãos que desemboca na vivência do professor em sala de aula. Portanto, falar da ausência da pesquisa na prática docente é uma forma de enunciar e denunciar os currículos de graduação que, mesmo quando alegam estar centrados no binômio teoria-prática, não trilham o percurso teórico-prático. A ausência da pesquisa na graduação, em nome de uma verbalização de teorias, repercute na prática deste aluno quando passa a atuar na docência, reproduzindo a suposta transmissão de conhecimentos. O que na escola básica se apresenta como a voz do livro didático porque ele atravessa e recorta resultados de pesquisas transformados em

12 conhecimento sistematizado, na graduação se faz pela paráfrase lingüística 5 deste conhecimento sistematizado, de modo que a erudição é marcada pela recorrência à fragmentos da herança cultural, sem contudo torná-la base para novas investidas. 2. Considerações finais - A PESQUISA NA GRADUAÇAO E SUAS CONDIÇÕES DE PRODUÇAO Defender a pesquisa como princípio e estratégia do processo formativo é defender o rompimento de uma cultura política e científica segundo a qual o conhecimento resulta apenas de esforço individual, trabalho, mérito pessoal. Desta forma, a prática da pesquisa está destinada a poucos que individualmente mostram-se capazes de tal proeza. Trata-se de um jogo ideológico que oculta as condições concretas do ensino na graduação que negam o direito à pesquisa a uma grande maioria que adentra os muros da universidade. Estas condições vão desde concepções de ciência, de metodologias de ensinoaprendizagem, até o tempo da pesquisa, pois muitos cursos não contemplam a pesquisa como parte do processo formativo, refletindo assim concepções estanques de ensino, de aprendizagem, de conhecimento. Mesmo quando se trata de Universidade com sólida tradição na pesquisa, verifica-se que a inserção do aluno de graduação nos fazeres próprios da investigação não se faz pelas disciplinas dos cursos. Estas são reservadas ao repasse do conteúdo. Assim, apenas alguns alunos serão selecionados para serem iniciados na pesquisa, que vai se fazer em espaços diferentes da sala de aula, como as reuniões dos grupos de estudo e os laboratórios. RIBEIRO (2005), estudando aulas na universidade, constatou que neste espaço institucional há uma valorização tão alta da informação de conhecimentos já produzidos que os sentidos da transmissão de conhecimentos permeiam os demais discursos em circulação neste espaço institucional e não apenas o discurso de sala de aula. Por exemplo, mesmo em reuniões de pesquisa em que deveria prevalecer a pergunta em 5 Fabiano (2007, p. 109), analisando e refletindo sobre a produção escrita de alunos de graduação, observa que os textos destes não vão além da reformulação da materialidade lingüística do texto do autor tomado como referência. Nas palavras da autora: Esse procedimento de parafrasagem é bastante presente nos textos acadêmicos. Trata de um tipo de incorporação das referências das leituras feitas para embasamento teórico dos trabalhos acadêmicos. A prática da paráfrase, presente na construção de textos dos alunos, não mobiliza além de palavras de autores estudados para dar sustentação à elaboração do seu texto (...)

13 busca de respostas para um problema, a autora observa que prevalece o tom da informatividade. Pensemos no número de grupos de pesquisa que se reúnem para ler textos ou para a audição de seminários que se resumem à exposição de textos. Um processo formativo em que a pesquisa tem centralidade exige o redimensionamento dos processos interacionais que se instauram nos grupos e na sala de aula, na relação com o conhecimento. Em um modelo de ensino centrado na suposta transmissão de conhecimento, o investimento pedagógico é no como se ensina, cujas interações verbais estão, em grande parte da aula, centradas nos turnos de fala do professor, justamente porque prevalece a concepção de que conhecimento se transmite e não se constrói mediado pela experiência do professor. Ou seja, prevalece uma concepção segundo a qual professor é capaz de ensinar apenas verbalizando um certo saber já produzido, saber transmitido e não construído. Ao passo que um ensino centrado no como o aluno aprende, portanto, em como ele elabora questões e procura formas de respondêlas porque são questões de seu interesse, os processos interacionais passam a ser repartidos entre um pólo e outro, há perguntas de ambos os lados e também dúvidas. Assumido desta forma, o ensino de graduação deixa de ser apresentação de informações visando apenas suprir a alegada carência dos futuros professores. Ao contrário, assume-se que a produção do conhecimento, a criação ocorre justamente quando se assume a falta como condição para haver busca, procura. A diferença que esperamos que fique clara aqui entre carência e falta, está no fato de que a primeira hierarquiza os possuidores de cultura ou de informação e os que são considerados despossuídos desses bens. Aqueles a quem se atribui uma carência de determinados bens culturais ou de informações são inscritos em um grupo que precisa ser sustentado pelo outro, tido como capaz de suprir. Por sua vez, a segunda, a falta, está na essência de todo movimento de busca. A falta é propulsora da inquietude, é o que faz o sujeito mover-se rumo à produção de algo novo, não sendo característica de apenas um grupo. Embora os cursos, em sua maioria se harmonizem por um discurso que explicita o lugar da relação teoria-prática em seus currículos, os dados de nossa pesquisa mostram que o ensino na graduação centra o foco na informação fragmentada de teorias e mesmo de práticas já produzidas, sem, contudo, garantir o elo entre a herança cultural e os conhecimentos novos construídos no espaço da pesquisa. O que é permitido ao aluno de

14 gradação é a submissão aos conteúdos já estabelecidos ou, na outra extremidade, o consumo de críticas já prontas, desprovidas de um percurso de leitura e análise no qual seja possível estabelecer um embate com o conhecimento. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARZOTTO, V. H. Língua Portuguesa e Prática docente: ouvindo vozes e tomando sustos. In: Língua Portuguesa em Calidoscópio. São Paulo : EDUC, 2004 BOURDIEU, P. O poder simbólico. Rio de Janeiro : Bertrand do Brasil, CHAUÍ, M. Escritos sobre a universidade. São Paulo: Editora da UNESP, CORTESÃO, L. Ser professor: um ofício em risco de extinsão? São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, ENGUITA, M. F. A face oculta da escola: educação e trabalho no capitalismo. Porto Alegre: Artes Médicas, GERALDI, C. M. G. Algumas condições de produção dos Parâmetros Curriculares Nacionais. In: Revista da Educação AEC. Brasília, Ano 25, nº 100, 1996, pp GERALDI, J. W. Portos de Passagem: São Paulo: Martins Fontes, RIBEIRO, N. B. Entrecruzamentos de gêneros discursivos na universidade: esferas do político, do científico e do ensino. Tese de Doutorado. Campinas, SP: UNICAMP/IEL, 2005, 396 pp. FABIANO, S. A prática da pesquisa como sustentação da apropriação do conhecimento na graduação em Letras. Tese de Doutorado. Programa de Pósgraduação em Linguística e Língua Portuguesa. Araraquara, S.P: UNESP/Faculdade de Ciências da Linguagem, 2007, 211 pp. SANTOS, B. S. Um discurso sobre as ciências. Porto: Edições Afrontamento, 2002.

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

LEITURA, ESCRITA E PESQUISA EM LETRAS. análise do discurso de textos acadêmicos

LEITURA, ESCRITA E PESQUISA EM LETRAS. análise do discurso de textos acadêmicos LEITURA, ESCRITA E PESQUISA EM LETRAS análise do discurso de textos acadêmicos c o l e ç ã o f a z e r A - p a r e c e r Temos o prazer de apresentar aos leitores a Coleção Fazer A-parecer destinada a

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DA PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

UM ESTUDO SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DA PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA UM ESTUDO SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DA PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Flávia Sueli Fabiani Marcatto Universidade Estadual Paulista - Unesp - Rio Claro

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE O CURRÍCULO NA FORMAÇÃO EM LICENCIATURA EM MATEMÁTICA NO ESTADO DO MARANHÃO Mauro Guterres Barbosa Universidade Estadual do Maranhão - UEMA

Leia mais

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS Resumo Manuelli Cerolini Neuenfeldt 1 Silvia Maria de

Leia mais

AVALIAÇÃO: Uma prática constante no processo de ensino e aprendizagem. Palavras-chave: Avaliação. Ensino e aprendizagem. Docente. Prática pedagógica

AVALIAÇÃO: Uma prática constante no processo de ensino e aprendizagem. Palavras-chave: Avaliação. Ensino e aprendizagem. Docente. Prática pedagógica AVALIAÇÃO: Uma prática constante no processo de ensino e aprendizagem Resumo Maria Rita Leal da Silveira Barbosa * Angélica Pinho Rocha Martins ** É sabido que a prática de avaliação é uma intervenção

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

Reflexões a respeito da disciplina Pesquisa e prática pedagógica dos cursos de licenciatura do UniCEUB

Reflexões a respeito da disciplina Pesquisa e prática pedagógica dos cursos de licenciatura do UniCEUB Reflexões a respeito da disciplina Pesquisa e prática pedagógica dos cursos de licenciatura do UniCEUB 1 Breve histórico Carlos Charalambe Panagiotidis 1 Em 4 de março de 2002, o Diário Oficial da União

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA O ENSINO SUPERIOR: REFLEXÕES SOBRE A DOCÊNCIA ORIENTADA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA O ENSINO SUPERIOR: REFLEXÕES SOBRE A DOCÊNCIA ORIENTADA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA O ENSINO SUPERIOR: REFLEXÕES SOBRE A DOCÊNCIA ORIENTADA Manuelli Cerolini Neuenfeldt 1 Resumo: Esse estudo visa refletir sobre algumas questões referentes à formação de professores

Leia mais

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR NA PRÁTICA PEDAGÓGICA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR NA PRÁTICA PEDAGÓGICA Autora: GASPAR, Magna Lúcia Furlanetto gasparzinha@seed.pr.gov.br Orientadora: LEVANDOVSKI, Ana Rita anarita.faficop@yahoo.com.br A

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

REPENSANDO A LICENCIATURA EM FÍSICA: elementos para uma nova proposta

REPENSANDO A LICENCIATURA EM FÍSICA: elementos para uma nova proposta REPENSANDO A LICENCIATURA EM FÍSICA: elementos para uma nova proposta Nilson Marcos Dias Garcia a b [nilson@ppgte.cefetpr.br] José Luiz Fabris a [fabris@cefetpr.br] Cristóvão Renato M. Rincoski a [rincoski@cefetpr.br]

Leia mais

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN Autor: Anne Charlyenne Saraiva Campos; Co-autor: Emerson Carpegiane de Souza Martins

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí. Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente

Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí. Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente Itaberaí 2012 Sebastião Alonso Júnior Diretor da Unidade

Leia mais

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI Maria Antonia Alves Lima Graduanda em Pedagogia /UFPI Bárbara Maria Macedo

Leia mais

PROJETOS DE ENSINO I DA JUSTIFICATIVA

PROJETOS DE ENSINO I DA JUSTIFICATIVA I DA JUSTIFICATIVA PROJETOS DE ENSINO O cenário educacional atual tem colocado aos professores, de modo geral, uma série de desafios que, a cada ano, se expandem em termos de quantidade e de complexidade.

Leia mais

FORMAÇÃO DO PROFESSOR NO ENSINO SUPERIOR E INDISCIPLINA

FORMAÇÃO DO PROFESSOR NO ENSINO SUPERIOR E INDISCIPLINA FORMAÇÃO DO PROFESSOR NO ENSINO SUPERIOR E INDISCIPLINA CAVALHEIRO, Roberto PUC/PR r_cavalheiro@hotmail.com SIMON, Ingrid FADEP ingridsimon02@hotmail.com Eixo Temático: Formação de Professores e Profissionalização

Leia mais

ANFOPE - Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação

ANFOPE - Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação ANFOPE - Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação DOCUMENTO PARA SUBSIDIAR DISCUSSÃO NA AUDIÊNCIA PÚBLICA REGIONAL RECIFE 21/03/01. ANÁLISE DA VERSÃO PRELIMINAR DA PROPOSTA DE DIRETRIZES

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL RESUMO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL RESUMO FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL Edvard Luiz da Silva Filho, edvardluiz@folha.com.br - FMU, Brasil. RESUMO

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

A Educação de Jovens e Adultos no Currículo da Licenciatura em Matemática: o caso da UFSCar

A Educação de Jovens e Adultos no Currículo da Licenciatura em Matemática: o caso da UFSCar A Educação de Jovens e Adultos no Currículo da Licenciatura em Matemática: o caso da UFSCar Resumo Fabiana Brianez* Renata Prenstteter Gama** Esse trabalho tem como objetivo analisar o currículo do curso

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA E SEUS REFLEXOS NA PRÁTICA DOS EDUCADORES RESUMO

FORMAÇÃO CONTINUADA E SEUS REFLEXOS NA PRÁTICA DOS EDUCADORES RESUMO FORMAÇÃO CONTINUADA E SEUS REFLEXOS NA PRÁTICA DOS EDUCADORES Joanilson Araújo Ferreira 1 RESUMO O presente estudo traz à tona reflexões referentes à formação docente, tanto formação inicial quanto formação

Leia mais

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992.

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992. METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Aline Fabiane Barbieri Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez,

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL 1 Pesquisas e Práticas Educativas ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL DANIELA DE JESUS LIMA FACED/UFBA INTRODUÇÃO - O presente

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

Orientações para avaliação

Orientações para avaliação AVALIAÇÃO A concepção de avaliação dos Parâmetros Curriculares Nacionais vai além da visão tradicional, que focaliza o controle externo do aluno mediante notas ou conceitos, para ser compreendida como

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA. Trabalho de Conclusão de Curso

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA. Trabalho de Conclusão de Curso UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Trabalho de Conclusão de Curso Brasília 1º semestre de 2015 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA REITOR Prof. Dr. Gilberto Gonçalves Garcia PRÓ-REITOR

Leia mais

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

Colaboraram neste texto as acadêmicas do curso de Pedagogia, Francielle Selzer Brecher e Maísa Amélia Haefliger.

Colaboraram neste texto as acadêmicas do curso de Pedagogia, Francielle Selzer Brecher e Maísa Amélia Haefliger. A CONTRIBUIÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA PARA A FORMAÇÃO E INSERÇÃO DO PEDAGOGO NA ESCOLA 12 SZYMANSKI, Maria Lídia Sica UNICAMP GT: Formação de Professores / n. 08 INTRODUÇÃO: Este trabalho objetivou verificar

Leia mais

PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS

PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS FREITAS, M.L.L 1 PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS

Leia mais

Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO

Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO RESUMO Arlam Dielcio Pontes da Silva UFRPE/UAG Gerciane

Leia mais

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO VAITEKA, SANDRA; FERNANDEZ, CARMEN Instituto de Química da Universidade de São Paulo, Brasil; Programa de Pós Graduação Interunidades

Leia mais

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE. Resumo

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE. Resumo SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE Cleide Aparecida Carvalho Rodrigues 1 Resumo A proposta para a realização do SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE surgiu durante uma das atividades do Grupo de Estudos de Novas Tecnologias

Leia mais

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente CARVALHO, Ademar de Lima 1 RESSUMO O presente texto tem por objetivo apresentar uma reflexão sobre o Estágio

Leia mais

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB ANDRADE, Luciene de 1 BARBOSA,Jamylli da Costa 2 FERREIRA, Jalmira Linhares Damasceno 3 SANTOS,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

AULA SIMULADA: (RE)ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIAS PARA O ENSINO DO PORTUGUÊS 1. Palavras-chave: formação de professoras; Aula Simulada; saberes docentes.

AULA SIMULADA: (RE)ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIAS PARA O ENSINO DO PORTUGUÊS 1. Palavras-chave: formação de professoras; Aula Simulada; saberes docentes. AULA SIMULADA: (RE)ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIAS PARA O ENSINO DO PORTUGUÊS 1 Andressa Cristina Coutinho BARBOZA Universidade Federal de Ouro Preto drecrist@ichs.ufop.br Resumo: O trabalho tem a proposta de

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

A EDUCAÇÃO E SUA DIMENSÃO POLÍTICA A PARTIR DE ALGUNS ESCRITOS DE ANTONIO GRAMSCI

A EDUCAÇÃO E SUA DIMENSÃO POLÍTICA A PARTIR DE ALGUNS ESCRITOS DE ANTONIO GRAMSCI A EDUCAÇÃO E SUA DIMENSÃO POLÍTICA A PARTIR DE ALGUNS ESCRITOS DE ANTONIO GRAMSCI Resumo AREND, Catia Alire Rodrigues UTP catiarend@yahoo.com.br Eixo Temático: Políticas Públicas, Avaliação e Gestão da

Leia mais

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação fabiana.ebraille@gmail.com RESUMO No presente trabalho, tenciona-se

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

OS USOS DAS VIDEOCONFERÊNCIAS EM EAD: DIFICULDADES E POSSIBILIDADES DIDÁTICAS

OS USOS DAS VIDEOCONFERÊNCIAS EM EAD: DIFICULDADES E POSSIBILIDADES DIDÁTICAS OS USOS DAS VIDEOCONFERÊNCIAS EM EAD: DIFICULDADES E POSSIBILIDADES DIDÁTICAS São Luís MA maio de 2012 Categoria: C Setor Educacional: 3 Classificação das áreas de pesquisa em EAD Macro: C / Meso: J /

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

CURRÍCULO HISTÓRICO-CRÍTICO E INDIVÍDUOS AUTÔNOMOS 1

CURRÍCULO HISTÓRICO-CRÍTICO E INDIVÍDUOS AUTÔNOMOS 1 1 CURRÍCULO HISTÓRICO-CRÍTICO E INDIVÍDUOS AUTÔNOMOS 1 Michele Rissardi 2 RESUMO: Diante da implantação da pedagogia histórico-crítica, tem-se a idéia corrente de que essa nova pedagogia levaria a formação

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS Vera Lúcia Lúcio Petronzelli Colegiado do Curso de Matemática UNIOESTE- Campus de Cascavel vlpetronzelli@certto.com.br ALFABETIZAÇÃO e EDUCAÇÃO MATEMÁTICA:

Leia mais

Projeto Pedagógico do Curso

Projeto Pedagógico do Curso Projeto Pedagógico do Curso Fundamentação Diretrizes curriculares do MEC Diretrizes curriculares da SBC Carta de Princípios da UNICAP Projeto Pedagógico Institucional da UNICAP Diretrizes Curriculares

Leia mais

Marcos Tarciso Masetto COMPETÊNCIA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO

Marcos Tarciso Masetto COMPETÊNCIA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO Marcos Tarciso Masetto COMPETÊNCIA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO Competência pedagógica do professor universitário Copyright 2003, 2012 by Marcos Tarciso Masetto Direitos desta edição reservados

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS ISSN 2316-7785 FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS José André Tavares de Oliveira Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO

FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM 1.1. TÍTULO: PROJETOS POLÍTICO-PEDAGÓGICOS (PPP) DAS ESCOLAS

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Português para fins acadêmicos

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Português para fins acadêmicos MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS GAROPABA Aprovação do curso e Autorização da oferta

Leia mais

ANALISE DA METODOLOGIA DESENVOLVIDA NADISCIPLINA INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CIVIL DA UNEB

ANALISE DA METODOLOGIA DESENVOLVIDA NADISCIPLINA INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CIVIL DA UNEB ANALISE DA METODOLOGIA DESENVOLVIDA NADISCIPLINA INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CIVIL DA UNEB Resumo Telma Dias Silva dos Anjos 1 - UNEB Tânia Regina Dias Silva Pereira 2 - UNEB Inaiá Brandão Pereira

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO NA INFÂNCIA: RESSIGNIFICANDO O MUNDO, LENDO PALAVRAS...

PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO NA INFÂNCIA: RESSIGNIFICANDO O MUNDO, LENDO PALAVRAS... PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO NA INFÂNCIA: RESSIGNIFICANDO O MUNDO, LENDO PALAVRAS... Autora: Moema Helena de Albuquerque Co-autora: Sandra Maria Cunhasque Instituto Federal Catarinense Câmpus Camboriú CAPES

Leia mais

IF FARROUPILHA SANTA MARIA. Cleoni Maria B. Fernandes/PUCRS/CNPq 25 de setembro de 2013

IF FARROUPILHA SANTA MARIA. Cleoni Maria B. Fernandes/PUCRS/CNPq 25 de setembro de 2013 IF FARROUPILHA SANTA MARIA Cleoni Maria B. Fernandes/PUCRS/CNPq 25 de setembro de 2013 Uma Universidade pode ser afetada por vários tipos de pobreza. Não pode jamais ser pobre de esperança, carente de

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Guiomar Namo de Mello

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Guiomar Namo de Mello TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Como já vimos, a proposta pedagógica é uma articuladora de intenções educativas onde se definem as competências, os conteúdos, os recursos

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares 590 O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL: perspectivas e desafios frente às novas diretrizes curriculares Raquel Renzo Silva - UNESP Analúcia Bueno dos Reis Giometti - UNESP INTRODUÇÃO A atualidade

Leia mais

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE.

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Joelma Carvalho Vilar(UFS) 1 Cleverton dos Santos(UFS) 2 Érica Santos de Jesus(UFS) 3 Vera Lúcia Mendes de Farias(UFS)

Leia mais

A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE

A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE Ana Paula Moura da Silva (UNEAL / SENAI-AL) Israel Silva de Macêdo (SENAI-AL, UNIAFRA, FRM) Resumo Esta pesquisa apresenta uma reflexão sobre

Leia mais

Palavras-chave: Didática; Estágio; Formação; Teoria; Prática.

Palavras-chave: Didática; Estágio; Formação; Teoria; Prática. ESTÁGIO E DIDÁTICA: DESAFIOS E PERSPECTIVAS Maria do Socorro Sousa e Silva Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA Resumo O presente artigo objetiva registrar e refletir sobre a disciplina de Estágio

Leia mais

FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO

FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR - CAPES FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO (versão preliminar) Brasília, setembro

Leia mais

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SÍNTESE DE RELATORIO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DE AVALIAÇÃO EXTERNA PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA

Leia mais

As Novas Tecnologias de Informação e Comunicação na Formação Inicial do Professor de Matemática

As Novas Tecnologias de Informação e Comunicação na Formação Inicial do Professor de Matemática As Novas Tecnologias de Informação e Comunicação na Formação Inicial do Professor de Matemática Rosangela Ferreira Prestes Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões DECET 1 / GEMEP

Leia mais

Gestão Democrática na Escola

Gestão Democrática na Escola Gestão Democrática na Escola INTRODUÇÃO Porque é importante estudar o processo de gestão da educação? Quando falamos em gestão da educação, não estamos falando em qualquer forma de gestão. Estamos falando

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Como já vimos, a proposta pedagógica é uma articuladora de intenções educativas onde se definem as competências, os conteúdos, os recursos

Leia mais

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ Selma Andrade de Paula Bedaque 1 - UFRN RESUMO Este artigo relata o desenvolvimento do trabalho de formação de educadores

Leia mais

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL.

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. TayaraCrystina P. Benigno, UERN; tayara_bbg@hotmail.com Emerson Carlos da Silva, UERN; emersoncarlos90@hotmail.com

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO Texto:Ângela Maria Ribeiro Holanda ribeiroholanda@gmail.com ribeiroholanda@hotmail.com A educação é projeto, e, mais do que isto,

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Formação de professor, Estágio, Identidade.

PALAVRAS-CHAVE: Formação de professor, Estágio, Identidade. RELATÓRIOS DE ESTÁGIO: CONTRIBUIÇÕES PARA A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE PORTUGUÊS BORGES, Ana Maria de Miranda Marques/UFG anamariademiranda2@gmail.com MORAES, Eliana Melo Machado/CAJ-UFG

Leia mais

TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS DENTRO DA SALA DE AULA: INTERVINDO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DO EDUCADOR

TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS DENTRO DA SALA DE AULA: INTERVINDO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DO EDUCADOR TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS DENTRO DA SALA DE AULA: INTERVINDO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DO EDUCADOR Fabiana Aparecida Somavilla Keli Cristina Calisto, URI Luana Nunes Hauch, URI Rudinei Moreira, URI Silvia Regina

Leia mais

Introdução. Francini Sayonara Versiani Soares. Silva, Pós-graduanda em Alfabetização, Letramento e Linguagem Matemática francini.sayonara@ig.com.

Introdução. Francini Sayonara Versiani Soares. Silva, Pós-graduanda em Alfabetização, Letramento e Linguagem Matemática francini.sayonara@ig.com. A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: DESAFIOS EMERGENTES NA PRÁTICA E POSSIBILIDADES CONSTRUÍDAS NA PÓS-GRADUAÇÃO EM ALFABETIZAÇÃO, LETRAMENTO E LINGUAGEM MATEMÁTICA Francini Sayonara Versiani Soares.

Leia mais

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS Resumo DO ENSINO FUNDAMENTAL MARTINS, Esilda Cruz UEPG maria.esilda@hotmail.com Eixo Temático: Práticas e Estágios nas Licenciaturas. Agência Financiadora:

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA Coordenadora do Curso: Prof a Maria Cláudia Alves Guimarães IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. Denominação

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN. Natal/RN, 05/2009.

UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN. Natal/RN, 05/2009. 1 UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN Natal/RN, 05/2009. Auta Stella de Medeiros Germano - SEDIS-UFRN - autastella@yahoo.com.br Categoria (Gerenciamento e Logística)

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais