DANÇA LITÚRGICA: MODISMO OU MANIFESTAÇÃO CULTURAL. PALAVRA-CHAVE: Dança litúrgica; história da dança; dança evangélica.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DANÇA LITÚRGICA: MODISMO OU MANIFESTAÇÃO CULTURAL. PALAVRA-CHAVE: Dança litúrgica; história da dança; dança evangélica."

Transcrição

1 DANÇA LITÚRGICA: MODISMO OU MANIFESTAÇÃO CULTURAL Welington Fernandes de Lima 1 RESUMO Falar sobre a dança como elemento litúrgico é possibilitar o resgate de uma historicidade em que a dança era uma representação mítica, lúdica e religiosa, mostrando seus significados e impactos que perpetuam em diversas formas e ritos. No Brasil o que se vê é uma controvérsia entre igrejas conservadoras, chamadas tradicionais e igrejas neo pentecostais que apoiam a dança como elemento litúrgico. A dança sempre foi de grande importância nas sociedades através dos tempos, seja como forma de expressão artística, como elemento de culto aos deuses ou como simples entretenimento das classes sociais. Hoje, o que pode ser observado é uma tendência não esporádica, mas contínua, tornando-a um elemento permanente nas reuniões evangélicas, surgindo assim um questionamento sobre a contemporaneidade da dança usada pelos hebreus cujo caráter mítico era conhecido em ritos e festas comemorativas, ora para festejar as colheitas e ciclos anuais, ora os ritos de passagens. PALAVRA-CHAVE: Dança litúrgica; história da dança; dança evangélica. A maioria das igrejas brasileiras tem passado por mudanças na liturgia no que diz respeito à dança como elemento litúrgico. O que antes era apresentações ou formas de evangelismo tornou-se prática litúrgica em inúmeras igrejas, um elemento extra do culto que possibilita o sincretismo cultural e simbólico em cada reunião. Compartilhar essa temática é possibilitar o resgate de uma historicidade sobre a dança religiosa, quais significados e os impactos causados pela mesma em nossos dias. No campo teológico o que se vê é uma controvérsia entre igrejas conservadoras, chamadas tradicionais e igrejas neo pentecostais que apoiam a dança como elemento litúrgico. Historicamente a dança sempre foi de grande importância nas sociedades através dos tempos, seja como forma de expressão artística, como elemento de culto aos deuses ou como simples entretenimento. Segundo Nanni (2008), a Dança em sua essência, como manifestação primitiva, era um mergulho no mundo mágico, onde os movimentos espontâneos surgiram da imaginação, liberação em forma de súplica e agradecimento aos deuses. Tinha um cunho de uma representação mítica, lúdica e religiosa. (NANNI, 2008:1) 1 Graduado em Teologia, Pós-graduado em Ensino de História, docente das disciplinas de Filosofia da História e História e Educação das Faculdades Unidas do Vale do Araguaia/MT.

2 De caráter místico, a dança era conhecida em ritos e festas comemorativas, no Renascimento cultural dos séculos XV / XVI trouxe diversas mudanças no campo das artes, cultura, política, dentre outras. Dentro deste contexto, a dança também sofreu profundas alterações. Neste período, a dança começa a ter um sentido social, dançada em festas pela nobreza apenas como entretenimento e como recreação. Desde então, a dança chamada social foi se transformando e aos poucos se tornou acessível às camadas menos privilegiadas da sociedade que já desenvolviam outro tipo de dança: as danças populares, carregadas de comportamentos e crenças, que ao longo dos anos foram se unindo às danças sociais, dando origem, assim, a uma nova vertente da dança, dançada por casais, que mais tarde seria denominada Danças de Salão. Hoje, a dança pode ser classificada em três formas distintas: a étnica, que inclui qualquer forma de dança que se origine em uma determinada cultura étnica e expresse a estética desta determinada cultura; a folclórica, que é uma forma de dança social que se desenvolveu como parte dos costumes e tradições de um povo; e a teatral, de finalidade prioritariamente estética e que se caracteriza pelo uso do corpo seguindo movimentos previamente estabelecidos ou improvisados e que é acompanhada ao som e compasso de música. Acredita-se que a dança que hoje conhecemos como étnica, folclórica e teatral seja fruto da migração das danças religiosas de dentro dos templos para as casas, ruas e praças públicas. A migração de ritos que antes eram permitidos apenas aos iniciados na religião passou a fazer parte do universo simbólico de uma população cada vez maior e desta maneira estas manifestações religiosas passaram a ter um caráter popular rompendo a relação que havia com os deuses, criando, então, uma mudança de postura. Com o passar do tempo, a ligação entre estas manifestações e os deuses foi se perdendo, e as danças, primeiramente religiosas, aparecem como manifestações populares. Estas danças ao longo do tempo passaram a adquirir coreografias próprias de maneira que possuem passos e gestos peculiares a cada uma, com significado próprio e que devem ser respeitados no contexto de cada cerimônia específica. No Egito antigo a dança tem caráter sagrado eminentemente ritualístico, voltado para a adoração de divindades como Osiris, Ísis e Horus, em que os dançarinos usavam máscaras e executavam um gestual estipulado acompanhado por cantos.

3 No Egito, a dança se desenvolvia com alguns movimentos acrobáticos no solo sustentando o corpo arqueado. As imagens encontradas nos sítios arqueológicos raramente indicam saltos, mas, com acompanhamento musical feito por flautas e tambores. A participação feminina predominava, pelo menos no que se refere à dança religiosa. Tais descobertas como desenhos e estátuas mostram dançarinas frequentemente aos pares sobressaindo entre o grupo de instrumentistas que mostram por vezes, as mulheres nuas ou usando apenas saias compridas cujas barras contém caprichosos desenhos geométricos. Também são retratados seios de fora, olhos supermaquilados, adornos nos pulsos e tornozelos. Há, entretanto, algumas alusões às danças nos livros bíblicos que relatam o povo hebreu em situações nas quais a dança estava presente, tais como: 2 Samuel 6: 14-17; Juízes 11:34; Eclesiastes 3:4; Jeremias31:13; Salmos 149 e 150, em todas estas passagens referindose a celebrações de vitórias em guerras ou agradecimento pelas colheitas bem sucedidas; sem mencionar que Davi e Miriam dançaram proporcionando um ato à parte, fora do culto, patriótico, pelo qual eles extravasaram a sua alegria. Como se lê no livro de Êxodo capítulo 15 versículo 20 e no livro de 2ª Samuel capítulo 6 versículos 13 a 15: Então Miriã, a profetiza, a irmã de Arão, tomou o tamboril na sua mão, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamboris e com danças. (Êxodo 15:20.) E sucedeu que, quando os que levavam a arca do SENHOR tinham dado seis passos, sacrificava bois e carneiros cevados. E Davi saltava com todas as suas forças diante do SENHOR; e estava Davi cingido de um éfode de linho. Assim subindo, levavam Davi e todo o Israel a arca do SENHOR, com júbilo, e ao som das trombetas. (2 Samuel 6:13-15) O Senhor não os condenou por suas danças, mas elas também não passaram a fazer, a partir de então, parte do culto coletivo. Davi, ao organizar o culto na antiga aliança, juntamente com Asafe, não fez menção alguma à dança. Pelo contrário, ele estabeleceu apenas cantores e músicos (1ª Crônicas 25). Mas, o que pode ser observado é o movimento inverso do que a história mostra, se antes a dança migrava do interior dos cultos religiosos para as manifestações populares de cunho festivo e cultural, hoje em algumas igrejas cristãs, a dança coreografadas do jazz e do ballet estão migrando para o interior das igrejas causando uma discórdia entre as lideranças evangélicas sobre a necessidade ou não da dança nos momentos litúrgicos. O questionamento

4 que se faz é se essa prática da dança na igreja reflete uma contemporaneidade das danças dos hebreus ou um simples modismo que visa o entretenimento na liturgia realizada no culto. Apesar de haver certa similaridade entre as palavras culto e liturgia, faz-se necessário destacar aqui que há uma diferença entre as duas palavras. O Culto é o encontro, a reunião da comunidade com o seu Deus; já a liturgia é a forma como a comunidade apresenta esse culto. A palavra liturgia vem do grego leitourgia e significa trabalho ou serviço do povo. No decorrer dos tempos a palavra liturgia veio significar para os cristãos um conjunto de formas ou os componentes do culto que a comunidade celebra, seja pública ou privada. Conforme R.N. Champlin (2002) a palavra liturgia aparece apenas seis vezes no Novo Testamento, relacionada ao serviço que a comunidade local realizava em seus cultos. Neste sentido liturgia pode ser considerada como o corpo por meio do qual a comunidade se expressa sob algo aceito, ordenado e apresentado. O que pode ser observado é uma tendência não esporádica, mas continua, tornando a dança um elemento permanente nas reuniões evangélicas, surgindo assim um questionamento sobre o uso da mesma em nossos dias, pois, para os hebreus a dança tinha caráter de celebração e era conhecida em ritos e festas comemorativas, ora para festejar as colheitas e ciclos anuais, ora os ritos de passagens e celebração de vitórias em guerras. Segundo Boucier (1970, p.17) o povo hebreu é o único a não ter transformado sua dança em arte, mas segundo o historiador André Cagnot,(Portinari, 1989,p.22), os hebreus teriam aprendido a dançar durante o cativeiro no Egito. Por isso, Davi e Miriam não foram bem aceitos ou compreendidos ao dançarem. Para a maioria dos povos a dança tem caráter educativo e de entretenimento social. Para chegar a este ponto, a dança passou por diversas transformações em sua utilização, seja como movimento cultural, como processo lúdico ou arte religiosa, nesse aspecto ela passou a dar lugar também ao culto ao espetáculo. Boucier, Podemos constatar que, desta forma, a idade Média realizou uma ruptura brutal na evolução da coreografia, normal em todas as culturas precedentes: nas culturas da alta antiguidade, a dança é sagrada, numa segunda fase, transformar-se-á em rito tribal totêmico; somente no final da evolução, ela se tornará matéria espetáculos, matéria de divertimento. Aqui as duas primeiras fases são proibida; a dança na idade Média cristã é apenas divertimento. Sua evolução prossegue

5 apenas neste contexto, o que a levará a ser dança-espetáculo. A única que o mundo ocidental conhece hoje. (Boucier,2000, p.51) A dança prosseguiu na religião, porém a igreja Cristã não a aceitou nem se apropriava dela como parte de sua liturgia como relata Boucier. No entanto, apesar de algumas exceções, as condenações eclesiásticas atingiram seu objetivo, a dança não foi integrada à liturgia católica. Essa recusa é ainda mais notável pelo fato de, em muitos casos, os trajes e até os lugares de culto pagão terem sido assimilados sem dificuldade. Sem duvida, o recurso obrigatório ao corpo e a seus poderes pouco controláveis é o motivo do ostracismo especial que se abateu sobre a dança. (Boucier, 2000, p.51) Apesar disso a dança já era usada pela igreja católica de forma teatral nas apresentações de sermões públicos onde o inferno e o céu era representado por personagens caracterizados e pintados, dando mais ênfase ao caráter educativo da mensagem transmitida. Esta técnica é chamada de AUTO, um gênero da literatura dramática que tem sua origem na Idade Média, na Espanha, por volta do século XII. Em Portugal, foi bastante utilizado pelos jesuítas. Para a igreja evangélica, a dança deve assumir um papel educativo transformando suas formas e gestos num aprendizado, em que cada dançarino expresse sua devoção e agradecimento. A dança teve sua primeira experiência em culto protestante numa igreja interdenominacional em São Francisco Califórnia, em Com tal relato, observa-se que a origem da dança nas igrejas protestantes, remete à uma experiência realizada na igreja católica, que por sua vez, teve como pioneira a Sra. Ruth St. Denis. Seu trabalho dentro da dança secular foi reconhecido, principalmente após apresentar "A Rainha Ester", e outros espetáculos de "dança cristã", bem como apresentações não-cristãs ao fundar sua própria escola de dança. Tomando por base tais fatos expostos, conclui-se que a prática da dança como adoração, é uma característica litúrgica da cristandade atual, embora tal fenômeno tenha iniciado no início do Século XX. (FERREIRA,1997). A maioria da literatura cristã postada na internet é carregada de sectarismo e preconceito ao associar a cultura artística da dança como não religiosa ou profana e até confundindo a dança contemporânea com as danças espontâneas feitas por personagens bíblicos que dançavam em momentos específicos celebrando vitórias em batalhas ou expressando sentimentos em suas adorações ao Deus chamado Yaveh. O que se deve entender

6 é que a dança litúrgica é mergulhar na imaginação da necessidade humana de expressar seus anseios, sua gratidão e sua essência ou transcender sua adoração e devoção nos momentos específicos do culto, não como prática contínua, mas como possibilidade educativa de celebração, em que o centro seja o adorado e não o adorador. Como se percebe, a dança está conquistando espaço no seio evangélico e precisa ser entendida não como elemento do culto, mas como forma cultural e artística na qual ela possa ser utilizada para divulgação da fé seja com técnicas formais ou simples movimentos espontâneos quando palavras não são suficientes para a transmissão desta fé. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALLMEN, J.J. Von. O culto Cristão: Teologia e prática. Tradução Dírson Glênio Vergara dos Santos. São Paulo: Aste, 2 ed FARO, Antônio José. Pequena História da Dança. Rio de Janeiro: Zahar, BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada Revista e Atualizada. São Paulo: Sociedade Bíblica BOURCIER, Paul. História da Dança no Ocidente. São Paulo: Martins Fontes, FALCÃO, Christiane Rocha. A Dança de São Gonçalo da Mussuca. Rio de Janeiro: UNIrevista. Vol. 1, n 3, julho FERREIRA, Damy. Louvor a Deus. Será?. Editora Batista Regular ª Edição. P. 42. HAHN,Car Joseph. História do culto protestante no Brasil. São Paulo: Editora Aste, 2 ed KESSLER, Nemuel. O Culto e suas Formas. Rio de Janeiro, CPAD, NANNI, Dionísia. Dança Educação: Pré-escola à Universidade. Rio de Janeiro: 5 edição,sprint, R. N. Champlin, O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2002 PASQUERO, Fedele. O Mundo da Bíblia, Autores Vários. São Paulo: Paulinas, PORTINARI, Maribel. História da Dança. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989.

A DANÇA COMO PARTE DE RITUAIS DE ADORAÇÃO EM COMUNIDADES EVANGÉLICAS

A DANÇA COMO PARTE DE RITUAIS DE ADORAÇÃO EM COMUNIDADES EVANGÉLICAS RODRIGUES, Renato Gonçalves. A DANÇA COMO PARTE DE RITUAIS DE ADORAÇÃO EM COMUNIDADES EVANGÉLICAS. Brasília: Universidade de Brasília UnB. Mestrando em Artes; orientadora Soraia Maria Silva. RESUMO Este

Leia mais

Introdução à Bíblia e ao Novo Testamento

Introdução à Bíblia e ao Novo Testamento Introdução à Bíblia e ao Novo Testamento A palavra Bíblia deriva do grego: ta biblía; plural de: ton biblíon. E significa "livros" Logo descobrimos que a Bíblia é uma coleção de livros! Nós, cristãos,

Leia mais

A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria. Não é somente através do som de uma

A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria. Não é somente através do som de uma Dança Desde 1982, no dia 29 de abril, comemora-se o dia internacional da dança, instituído pela UNESCO em homenagem ao criador do balé moderno, Jean- Georges Noverre. A Dança é a arte de mexer o corpo,

Leia mais

Diferença entre a Bíblia Católica e a Protestante

Diferença entre a Bíblia Católica e a Protestante Diferença entre a Bíblia Católica e a Protestante Hugo Goes A Bíblia é formada por duas partes: o Antigo Testamento e o Novo Testamento. Em relação ao Novo Testamento, não há nenhuma diferença entre a

Leia mais

OS LEVITAS Dicionário Internacional de Teologia Novo Testamento,

OS LEVITAS Dicionário Internacional de Teologia Novo Testamento, OS LEVITAS Vamos ao um breve estudo sobre os levitas, que há muito tempo, nas igrejas evangélicas e até mesmo nos templos católicos, é um título dado aos instrumentistas e cantores. Biblicamente falando,

Leia mais

A Palavra PENTATEUCO vem do grego e significa cinco livros. São os cinco primeiros livros da Bíblia. Esses livros falam da formação do mundo, da

A Palavra PENTATEUCO vem do grego e significa cinco livros. São os cinco primeiros livros da Bíblia. Esses livros falam da formação do mundo, da O Pentateuco A Palavra PENTATEUCO vem do grego e significa cinco livros. São os cinco primeiros livros da Bíblia. Esses livros falam da formação do mundo, da humanidade, do povo escolhido. As histórias

Leia mais

ESCRITOS & POESIA HEBRAICA

ESCRITOS & POESIA HEBRAICA Jörg Garbers ESCRITOS & POESIA HEBRAICA INTRODUÇÃO 1 INTRODUÇÃO Os escritos formam a última parte do cânon do AT. Na Bíblia evangélica pertencem aos escritos os seguintes livros: Jó Salmos Provérbios Eclesiastes

Leia mais

Usos e Costumes. Nos Dias Atuais TIAGO SANTOS

Usos e Costumes. Nos Dias Atuais TIAGO SANTOS Usos e Costumes Nos Dias Atuais TIAGO SANTOS [ 2 ] Prefácio Nos dias atuais temos visto muitas mudanças de paradigmas nos regulamentos internos de nossas instituições. Isso tem ocorrido pela demanda de

Leia mais

Estudo Dirigido - RECUPERAÇÃO FINAL

Estudo Dirigido - RECUPERAÇÃO FINAL Educador: Luciola Santos C. Curricular: História Data: / /2013 Estudante: 7 Ano Estudo Dirigido - RECUPERAÇÃO FINAL 7º Ano Cap 1e 2 Feudalismo e Francos Cap 6 Mudanças no feudalismo Cap 7 Fortalecimento

Leia mais

Estudos bíblicos sobre liderança Tearfund*

Estudos bíblicos sobre liderança Tearfund* 1 Estudos bíblicos sobre liderança Tearfund* 1. Suporte para lideranças Discuta que ajuda os líderes podem necessitar para efetuar o seu papel efetivamente. Os seguintes podem fornecer lhe algumas idéias:

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

TRADIÇÃO. Patriarcado de Lisboa JUAN AMBROSIO / PAULO PAIVA 2º SEMESTRE ANO LETIVO 2013 2014 1. TRADIÇÃO E TRADIÇÕES 2.

TRADIÇÃO. Patriarcado de Lisboa JUAN AMBROSIO / PAULO PAIVA 2º SEMESTRE ANO LETIVO 2013 2014 1. TRADIÇÃO E TRADIÇÕES 2. TRADIÇÃO JUAN AMBROSIO / PAULO PAIVA 2º SEMESTRE ANO LETIVO 2013 2014 1. TRADIÇÃO E TRADIÇÕES 2. A TRANSMISSÃO DO TESTEMUNHO APOSTÓLICO 3. TRADIÇÃO, A ESCRITURA NA IGREJA Revelação TRADIÇÃO Fé Teologia

Leia mais

Arte Africana. 7º Ano 4º Bimestre Artes Professor Juventino

Arte Africana. 7º Ano 4º Bimestre Artes Professor Juventino Arte Africana 7º Ano 4º Bimestre Artes Professor Juventino África O Brasil é um país mestiço, nossa cultura é composta de uma mistura de etnias. Parte relevante de nossa raiz cultural é o povo africano,

Leia mais

Questões - Festas populares do mês de junho

Questões - Festas populares do mês de junho Questões - Festas populares do mês de junho 1. Descreva os elementos característicos da Festa Junina presentes nas imagens. Abertura de São João 2011, no Pelourinho http://commons.wikimedia.org/wiki/file:s%c3%a3o_jo%c3%a3o_no_pel%c3%b4_2.jpg

Leia mais

Repasse da 76a. Assembléia da CNBB Sul I Aparecida de 10 a 12/06/2013

Repasse da 76a. Assembléia da CNBB Sul I Aparecida de 10 a 12/06/2013 Repasse da 76a. Assembléia da CNBB Sul I Aparecida de 10 a 12/06/2013 1. Finalidade do Ano da Fé; 2. O que é a Fé; 3. A transmissão da Fé enquanto professada, celebrada, vivida e rezada; 4. O conteúdo

Leia mais

TEOLOGIA EMENTAS DO CURSO 1º P METODOLOGIA CIENTÍFICA LÍNGUA PORTUGUESA BIBLIOLOGIA HISTÓRIA DE ISRAEL

TEOLOGIA EMENTAS DO CURSO 1º P METODOLOGIA CIENTÍFICA LÍNGUA PORTUGUESA BIBLIOLOGIA HISTÓRIA DE ISRAEL TEOLOGIA EMENTAS DO CURSO 1º P METODOLOGIA CIENTÍFICA Estudo de fundamentos, princípios, métodos e técnicas de pesquisa científica. Trabalhos acadêmicos: organização, normas, formas de redação e comunicação.

Leia mais

Pr. Ademilson Ribeiro Presidente do Ministério Graça Plena

Pr. Ademilson Ribeiro Presidente do Ministério Graça Plena Pr. Ademilson Ribeiro Presidente do Ministério Graça Plena Texto: (2º cor 9.6) "Celebrai com júbilo ao Senhor" Introdução Ao completar dez anos (10) de existência, o Ministério Graça Plena chega em 2014,

Leia mais

AS ATIVIDADES RÍTMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

AS ATIVIDADES RÍTMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL AS ATIVIDADES RÍTMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Profª Doutora Daisy Barros Especialização em Ginástica Rítmica e Dança Ritmo é vida e está particularmente ligado à necessidade do mundo moderno. Cada indivíduo,

Leia mais

CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS

CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS PRODUÇÃO E RECEPÇÃO DE TEXTOS Lingüística Textual : Recepção e Produção de Textos Visão Sistemática e Particular. Gêneros e Estruturas

Leia mais

EXERCÍCIOS SOBRE RENASCIMENTO

EXERCÍCIOS SOBRE RENASCIMENTO EXERCÍCIOS SOBRE RENASCIMENTO TEXTO O termo Renascimento é comumente aplicado à civilização européia que se desenvolveu entre 1300 e 1650. Além de reviver a antiga cultura greco-romana, ocorreram nesse

Leia mais

IGREJA PRESBITERIANA DO JARDIM BRASIL ESTUDO BÍBLICO QUARTA-FEIRA REV. HELIO SALES RIOS

IGREJA PRESBITERIANA DO JARDIM BRASIL ESTUDO BÍBLICO QUARTA-FEIRA REV. HELIO SALES RIOS IGREJA PRESBITERIANA DO JARDIM BRASIL ESTUDO BÍBLICO QUARTA-FEIRA REV. HELIO SALES RIOS INTRODUÇÃO Culto é um serviço Espiritual oferecido a Deus. Expressão mais profunda do nossos sentimentos de adoração

Leia mais

Fundamentos, conceitos e paradigmas da evangelização

Fundamentos, conceitos e paradigmas da evangelização Curso: Teologia Prof. Nicanor Lopes Fundamentos, conceitos e paradigmas da evangelização OBJETIVOS DA AULA Oferecer aos estudantes a construção de um conhecimento consistente e crítico sobre Evangelização,

Leia mais

Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens. (1 Timóteo 2:1)

Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens. (1 Timóteo 2:1) Ministério de Intercessão A Intercessão e a Batalha Espiritual Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens. (1 Timóteo 2:1) O que é Intercessão?

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAUJO NETO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAUJO NETO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAUJO NETO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO General Carneiro 2010 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO. O Ensino Religioso existiu num primeiro

Leia mais

Aula 7.1 Conteúdo: Textos Sagrados: orais e escritos O que são os textos sagrados? O texto sagrado nas tradições religiosas ENSINO RELIGIOSO

Aula 7.1 Conteúdo: Textos Sagrados: orais e escritos O que são os textos sagrados? O texto sagrado nas tradições religiosas ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 7.1 Conteúdo: Textos Sagrados: orais e escritos O que são os textos sagrados? O texto sagrado nas tradições religiosas 2 CONTEÚDO E HABILIDADES

Leia mais

No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!

No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! SÉRIE: QUEM É JESUS? Jesus é o Cordeiro de Deus Data: / 09 / 2010 - Semana 4. No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! 1 / 7 1)

Leia mais

Nº 8 - Mar/15. PRESTA atenção RELIGIÃO BÍBLIA SAGRADA

Nº 8 - Mar/15. PRESTA atenção RELIGIÃO BÍBLIA SAGRADA SAGRADA Nº 8 - Mar/15 PRESTA atenção RELIGIÃO! BÍBLIA Apresentação Esta nova edição da Coleção Presta Atenção! vai tratar de um assunto muito importante: Religião. A fé é uma questão muito pessoal e cada

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

Dança Do Ventre e o. Preconceito

Dança Do Ventre e o. Preconceito Dança Do Ventre e o Preconceito Introdução: Apesar de não poder se comprovar ao certo a data e local do surgimento da Dança do Ventre, historiadores, egiptólogos e autores acreditam que há 6000 anos, na

Leia mais

Grandes coisas fez o Senhor!

Grandes coisas fez o Senhor! Grandes coisas fez o Senhor! Sl 126:3 "Grandes coisas fez o Senhor por nós, e, por isso, estamos alegres." Este Salmo é um cântico cheio de alegria que se refere ao retorno do povo judeu do cativeiro babilônico,

Leia mais

Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO?

Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO? Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO? A palavra Concílio significa assembleia reunida por convocação e, na Igreja, um concílio sempre teve como objetivo discutir, definir e deliberar sobre questões de

Leia mais

Aula 1 Introdução e definição de termos

Aula 1 Introdução e definição de termos Aula 1 Aula 1 Introdução e definição de termos - Apresentação da Teologia do Culto (Adoração e Louvor - Definição dos principais termos relacionados à matéria Objetivo: ao final da aula, o aluno terá em

Leia mais

A tradição da escrita e a Bíblia

A tradição da escrita e a Bíblia Perspectiva histórica A tradição da escrita e a Bíblia Erní Walter Seibert* Os historiadores ensinam que, anterior à experiência da escrita e mesmo ao lado dela, há sempre uma tradição oral. Prova disso

Leia mais

A pintura de natureza-morta (com temática de arranjos de frutas, legumes e utensílios domésticos) surgiu como um gênero mais simplório, no início do

A pintura de natureza-morta (com temática de arranjos de frutas, legumes e utensílios domésticos) surgiu como um gênero mais simplório, no início do A pintura de natureza-morta (com temática de arranjos de frutas, legumes e utensílios domésticos) surgiu como um gênero mais simplório, no início do Barroco, derivado das pinturas que representavam cenas

Leia mais

Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano

Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano A Bíblia, na parte denominada Antigo Testamento (Torá), é o principal documento da história dos hebreus. Foi escrita ao longo

Leia mais

www.portaledumusicalcp2.mus.br

www.portaledumusicalcp2.mus.br Apostila de Educação Musical 1ª Série Ensino Médio www.portaledumusicalcp2.mus.br O QUE É MÚSICA? A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas) constituise basicamente de uma sucessão

Leia mais

PET CULTURAL PET - ENGENHARIA DE ALIMENTOS - UFG

PET CULTURAL PET - ENGENHARIA DE ALIMENTOS - UFG PET CULTURAL PET - ENGENHARIA DE ALIMENTOS - UFG Gustavo Henrique Fernandes FARIA; Lorrayne Bezerra BORGES; Aline Cristina Milhomem VAZ; Mariana Zanatta BRUNO; Celso José de MOURA. Palavras-chave: cultura,

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO Igor Guterres Faria¹ RESUMO: Este estudo é parte integrante do projeto de pesquisa de iniciação científica

Leia mais

Estes capítulos introduzem a última série de visões de Ezequiel, nas quais ele vê

Estes capítulos introduzem a última série de visões de Ezequiel, nas quais ele vê Lição 14 Ezequiel Mede o Templo Restaurado (Ezequiel 40:1-42:20) Estes capítulos introduzem a última série de visões de Ezequiel, nas quais ele vê o templo restaurado. Nesta lição, vamos considerar alguns

Leia mais

O texto nomeia os 11, mais algumas mulheres, das quais só menciona Maria, com os irmãos de Jesus. Aqui aparece um fato curioso e edificante.

O texto nomeia os 11, mais algumas mulheres, das quais só menciona Maria, com os irmãos de Jesus. Aqui aparece um fato curioso e edificante. Aula 25 Creio na Igreja Católica.1 Frei Hipólito Martendal, OFM. 1. Leitura de At 2, 1-15. Ler e explicar... Dia de Pentecostes (=Quinquagésima) é o 50º dia depois da Páscoa. Os judeus celebravam a Aliança

Leia mais

O CÂNON Sagrado compreende 46 Livros no ANTIGO TESTAMENTO e 27 Livros no NOVO TESTAMENTO.

O CÂNON Sagrado compreende 46 Livros no ANTIGO TESTAMENTO e 27 Livros no NOVO TESTAMENTO. Ao contrário do que parece à primeira vista, a Bíblia não é um livro único e independente, mas uma coleção de 73 livros, uma mini biblioteca que destaca o a aliança e plano de salvação de Deus para com

Leia mais

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO

Leia mais

Como sugestão para o melhor aproveitamento do material, indica-se:

Como sugestão para o melhor aproveitamento do material, indica-se: INTRODUÇÃO O estudo do Antigo Testamento é essencial para a compreensão da revelação dos propósitos de Deus no decorrer da historia da humanidade, por isso, Síntese do Antigo Testamento é um material que

Leia mais

A Música na Antiguidade

A Música na Antiguidade A Música na Antiguidade Josemar Bessa A palavra música deriva de arte das musas em uma referência à mitologia grega, marca fundamental da cultura da antigüidade ocidental. No entanto muitos estudiosos

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

Servimo-nos da presente para apresentar os projetos e programas oferecidos pela Israel Operadora.

Servimo-nos da presente para apresentar os projetos e programas oferecidos pela Israel Operadora. Apresentação e projetos para Israel Prezados Senhores, Shalom. Servimo-nos da presente para apresentar os projetos e programas oferecidos pela. A atua no mercado judaico há mais de 10 anos e a partir de

Leia mais

A SAGRADA ESCRITURA. Por Marcelo Rodolfo da Costa

A SAGRADA ESCRITURA. Por Marcelo Rodolfo da Costa A SAGRADA ESCRITURA Por Marcelo Rodolfo da Costa A palavra bíblia é de origem grega do termo "biblion" que no plural significa "livros". Logo a bíblia é uma coleção de livros. Ela surge no meio de um oriente,

Leia mais

Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5.

Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5. Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5.1-2 E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha

Leia mais

conheça sua Bíblia Estudos Panorâmicos no AT e NT TODA QUINTA-FEIRA - DAS 19H30 ÀS 21H - RUA JOSÉ ALVES GUEDES, 1332 - JD. SONIA JAGUARIÚNA/SP

conheça sua Bíblia Estudos Panorâmicos no AT e NT TODA QUINTA-FEIRA - DAS 19H30 ÀS 21H - RUA JOSÉ ALVES GUEDES, 1332 - JD. SONIA JAGUARIÚNA/SP TODA QUINTA-FEIRA - DAS 19H30 ÀS 21H - RUA JOSÉ ALVES GUEDES, 1332 - JD. SONIA JAGUARIÚNA/SP A! Uma grande biblioteca 66 livros Escritos por cerca de 40 homens Em um período de 1600 anos Livros agrupados

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

Tristes Olhos 1. Lamonier Charles Souza de ARAÚJO 2 * Itamar de Morais NOBRE 3 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN

Tristes Olhos 1. Lamonier Charles Souza de ARAÚJO 2 * Itamar de Morais NOBRE 3 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN Tristes Olhos 1 Lamonier Charles Souza de ARAÚJO 2 * Itamar de Morais NOBRE 3 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN RESUMO O presente trabalho trata-se de um registro fotográfico realizado

Leia mais

Uma leitura apressada dos Atos dos Apóstolos poderia nos dar a impressão de que todos os seguidores de Jesus o acompanharam da Galileia a Jerusalém,

Uma leitura apressada dos Atos dos Apóstolos poderia nos dar a impressão de que todos os seguidores de Jesus o acompanharam da Galileia a Jerusalém, Uma leitura apressada dos Atos dos Apóstolos poderia nos dar a impressão de que todos os seguidores de Jesus o acompanharam da Galileia a Jerusalém, lá permanecendo até, pelo menos, pouco depois de Pentecostes.

Leia mais

JESUS CRISTO É O FILHO DE DEUS

JESUS CRISTO É O FILHO DE DEUS JESUS CRISTO É O FILHO DE DEUS SOBRE ESTA REVELAÇÃO EDIFICAREI A MINHA IGREJA Mateus 16: 13 E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens

Leia mais

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução 1 4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval Introdução O último período da Filosofia Grega é o Helenístico (Sec. III a.c.-vi d.c.). É um período

Leia mais

Lição 01 O propósito eterno de Deus

Lição 01 O propósito eterno de Deus Lição 01 O propósito eterno de Deus LEITURA BÍBLICA Romanos 8:28,29 Gênesis 1:27,28 Efésios 1:4,5 e 11 VERDADE CENTRAL Deus tem um propósito original e eterno para minha vida! OBJETIVO DA LIÇÃO Que eu

Leia mais

RENASCIMENTO x BARROCO

RENASCIMENTO x BARROCO RENASCIMENTO x BARROCO Palestrina J.S. Bach PERÍODO - Fins do século XIV até o século XVI - Início do século XVII até meados do século XVIII (1600 a 1750, com a morte de J. S. Bach) ORIGEM DO NOME Trouxe

Leia mais

O CAMINHO PARA A ESPIRITUALIDADE

O CAMINHO PARA A ESPIRITUALIDADE José Carlos Pezini Luis Alexandre Ribeiro Branco O CAMINHO PARA A ESPIRITUALIDADE Uma Espiritualidade Cristocêntrica 1 Revisão: Bruna Perrella Brito 2 Prefácio Introdução 1 Índice O Que é Espiritualidade

Leia mais

Interpenetração de dois cumprimentos

Interpenetração de dois cumprimentos Abordagem Bíblica e Teológica Interpenetração de dois cumprimentos Por Defensores do Evangelho Que a graça e a paz do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo seja convosco! Introdução Este tema é extremamente

Leia mais

Antonio Manzatto J. Décio Passos José Flávio Monnerat. a força dos pequenos. teologia do Espírito Santo

Antonio Manzatto J. Décio Passos José Flávio Monnerat. a força dos pequenos. teologia do Espírito Santo Antonio Manzatto J. Décio Passos José Flávio Monnerat a força dos pequenos teologia do Espírito Santo Direção editorial: Claudiano Avelino dos Santos Assistente editorial: Jacqueline Mendes Fontes Revisão:

Leia mais

Acostumando-se com os Milagres

Acostumando-se com os Milagres Acostumando-se com os Milagres Ap. Ozenir Correia 1. VOCÊ NÃO PERCEBE O TAMANHO DO MILAGRE. Enxame de moscas Naquele dia, separarei a terra de Gósen, em que habita o meu povo, para que nela não haja enxames

Leia mais

MITO. De MÝEIN se fez a palavra MÝSTES, iniciado nos mistérios, de onde derivou MYSTÉRION, doutrina secreta, arcano, culto secreto.

MITO. De MÝEIN se fez a palavra MÝSTES, iniciado nos mistérios, de onde derivou MYSTÉRION, doutrina secreta, arcano, culto secreto. MITO Mito vem do Grego MYTHÓS, que tinha um grande número de significados dentro de uma idéia básica: discurso, mensagem palavra, assunto, invenção, lenda, relato imaginário. Modernamente está fixada nestes

Leia mais

A Música No Processo De Aprendizagem

A Música No Processo De Aprendizagem A Música No Processo De Aprendizagem Autora: Jéssica Antonia Schumann (FCSGN) * Coautor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: O presente trabalho tem por objetivo investigar sobre a importância em

Leia mais

Festa de Nossa Senhora da Abadia no município de Jataí/GO: uma expressão cultural

Festa de Nossa Senhora da Abadia no município de Jataí/GO: uma expressão cultural Festa de Nossa Senhora da Abadia no município de Jataí/GO: uma expressão cultural Marlene Flauzina OLIVEIRA Mestranda em Geografia - Programa de Pós-Graduação Campus Jataí/UFG mflauzina@hotmail.com Eguimar

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC

A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC Fernanda Costa SANTOS UFG/CAC- nandacostasantos@hotmail.com Karolina Santana

Leia mais

Aula 13.2 Conteúdo: O Quinhentismo: os jesuítas e o trabalho missionário INTERATIVIDADE FINAL LÍNGUA PORTUGUESA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA

Aula 13.2 Conteúdo: O Quinhentismo: os jesuítas e o trabalho missionário INTERATIVIDADE FINAL LÍNGUA PORTUGUESA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA Aula 13.2 Conteúdo: O Quinhentismo: os jesuítas e o trabalho missionário Habilidades: Conhecer o trabalho missionário jesuítico na figura de seu principal mentor: Padre José de Anchieta Revisão 1º Período

Leia mais

3º ANO SOCIOLOGIA. Prof. Gilmar Dantas AULA 2 DURKHEIM, FATO SOCIAL E INSTITUIÇÕES SOCIAIS

3º ANO SOCIOLOGIA. Prof. Gilmar Dantas AULA 2 DURKHEIM, FATO SOCIAL E INSTITUIÇÕES SOCIAIS 3º ANO SOCIOLOGIA Prof. Gilmar Dantas AULA 2 DURKHEIM, FATO SOCIAL E INSTITUIÇÕES SOCIAIS DURKHEIM, FATO SOCIAL E INSTITUIÇÕES SOCIAIS Conceitos da aula de hoje: - Fato social - Coerção social - Alienação

Leia mais

O JOGO NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID RESUMO

O JOGO NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID RESUMO O JOGO NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID Heloisa Braga dos Santos Christian Vieira de Souza RESUMO Este artigo foi elaborado com o objetivo de relatar a

Leia mais

18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado

18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado LIÇÃO 1 - EXISTE UM SÓ DEUS 18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado A Bíblia diz que existe um único Deus. Tiago 2:19, Ef. 4 1- O Deus que Criou Todas as coisas, e que conduz a sua criação e

Leia mais

Projeto de Oficinas para Formação de Grupo de Danças

Projeto de Oficinas para Formação de Grupo de Danças Projeto de Oficinas para Formação de Grupo de Danças Clóvis Luis Jorge da Rocha RESUMO: A dança deve ser um elemento oferecido nas escolas para melhorar o conhecimento corporal do aluno, sendo impresindivel

Leia mais

O uso de máscaras frente às necessidades

O uso de máscaras frente às necessidades Máscaras Os textos apresentados falam sobre a presença das máscaras em diversos contextos e épocas, seja para assumir um caráter religioso, artístico ou social. Tendo como base tais textos e seus conhecimentos

Leia mais

Panorama do Antigo Testamento INTRODUÇÃO. Aula 1 IBCU

Panorama do Antigo Testamento INTRODUÇÃO. Aula 1 IBCU Panorama do Antigo Testamento INTRODUÇÃO Aula 1 IBCU Estrutura do Curso 1. Introdução (09.03) 2. O Pentateuco (16.03) 3. Livros Históricos Parte 1 (23.03) 4. Livros Históricos Parte 2 (30.03) 5. Livros

Leia mais

PERFIL EMPREENDEDOR DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA

PERFIL EMPREENDEDOR DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA PERFIL EMPREENDEDOR DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA Alini, CAVICHIOLI, e-mail¹: alini.cavichioli@edu.sc.senai.br Fernando Luiz Freitas FILHO, e-mail²: fernando.freitas@sociesc.org.br Wallace Nóbrega,

Leia mais

Figura 56. Tema Folclore. Figura 58 Personagens ou Imagens do Folclore Brasileiro: Cuca

Figura 56. Tema Folclore. Figura 58 Personagens ou Imagens do Folclore Brasileiro: Cuca O tema do folclore pintado pelos alunos passou por uma seleção de imagens escolhidas por eles mesmos, desenhadas anteriormente em classe para depois tais desenhos serem apresentados para a votação. As

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Equipe Anep

APRESENTAÇÃO. Equipe Anep APRESENTAÇÃO A Edição do Currículo de Ensino religioso e Ética para a Educação Básica (Educação infantil, Ensino fundamental e Ensino médio) é o resultado de um laborioso esforço de um grupo de educadores

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano Unidade Letiva: 1 - As Origens Período: 1º 1. Questionar a origem, o destino e o sentido do universo e do ser humano. As origens na perspetiva científica L. Estabelecer um diálogo entre a cultura e a fé.

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

A MULHER CRISTÃ E O SEU MINISTÉRIO Pv 31.10-30. I FAZER O QUE POSSO, ENQUANTO POSSO FAZER Obs: Fatores ou situações a observar, Ec 9.10.

A MULHER CRISTÃ E O SEU MINISTÉRIO Pv 31.10-30. I FAZER O QUE POSSO, ENQUANTO POSSO FAZER Obs: Fatores ou situações a observar, Ec 9.10. A MULHER CRISTÃ E O SEU MINISTÉRIO Pv 31.10-30. Introdução: A mulher no projeto de Deus, através do seu exemplo de fé, amor, trabalho especial exercido com simpatia, dedicação e compromisso de vida cristã,

Leia mais

A música surgiu com os sons

A música surgiu com os sons Dó A música surgiu com os sons da natureza, já que seus elementos formais - som e ritmo - fazem parte do Universo e, particularmente da estrutura humana O homem pré-histórico deve ter percebido os sons

Leia mais

8º Ano 2015 4º Bimestre Artes Prof. Juva

8º Ano 2015 4º Bimestre Artes Prof. Juva 8º Ano 2015 4º Bimestre Artes Prof. Juva Manifestações de Arte Popular No Brasil a arte popular é aquela produzida por alguém que não possui uma instrução acadêmica em arte, mas produz obras que contém

Leia mais

Por isso, redescobrir a Eucaristia na plenitude é redescobrir o CRISTO. Hoje queremos agradecer este grande dom, que Cristo nos deu.

Por isso, redescobrir a Eucaristia na plenitude é redescobrir o CRISTO. Hoje queremos agradecer este grande dom, que Cristo nos deu. O Pão da Vida Na solenidade de Corpus Christi, queremos recordar que os atos redentores de Cristo, que culminam na sua morte e ressurreição, atualizam-se na Eucaristia, celebrada pelo Povo de Deus e presidida

Leia mais

Subsídios para O CULTO COM CRIANÇAS

Subsídios para O CULTO COM CRIANÇAS Subsídios para O CULTO COM CRIANÇAS O que é um culto infantil? O culto para crianças não tem o objetivo de tirar a criança de dentro do templo para evitar que essa atrapalhe o culto ou atrapalhe a atenção

Leia mais

JESUS, MOISÉS E ELIAS Lição 30. 1. Objetivos: Mostrar que Jesus está sobre todas as pessoas porque é o filho de Deus..

JESUS, MOISÉS E ELIAS Lição 30. 1. Objetivos: Mostrar que Jesus está sobre todas as pessoas porque é o filho de Deus.. JESUS, MOISÉS E ELIAS Lição 30 1 1. Objetivos: Mostrar que Jesus está sobre todas as pessoas porque é o filho de Deus.. 2. Lição Bíblica: Mateus 17.1-13; Marcos 2.1-13; Lucas 9.28-36 (Leitura bíblica para

Leia mais

Porque Deus mandou construir o tabernáculo?

Porque Deus mandou construir o tabernáculo? Aula 39 Área da Adoração Êxodo 19:5~6 Qual o significado de: vós me sereis reino sacerdotal? Significa que toda a nação, não parte, me sereis reino sacerdotal, povo santo, nação santa. Israel era uma nação

Leia mais

Prezados pais de: a desenvolver o hábito da oração. Lembre-se: é chegado o momento de buscarmos, ainda mais, a presença de Deus através da oração

Prezados pais de: a desenvolver o hábito da oração. Lembre-se: é chegado o momento de buscarmos, ainda mais, a presença de Deus através da oração Prezados pais de: O tema deste trimestre trata sobre a oração, enfatizando às crianças que Deus sempre ouve e responde as nossas súplicas. Você está orando por alguma coisa? Deus responderá. Ele pode dizer

Leia mais

São Paulo ganha dos companheiros. São atribuías a S.Paulo 14 cartas. Umas são dele mesmo: Romanos, 1 e 2 aos Corintios, a Filemom, aos Gálatas, aos

São Paulo ganha dos companheiros. São atribuías a S.Paulo 14 cartas. Umas são dele mesmo: Romanos, 1 e 2 aos Corintios, a Filemom, aos Gálatas, aos No Antigo Testamento são citadas algumas cartas, como no 2ºMacabeus, capi.1º. Mas é no Novo Testamento que muitas cartas foram conservadas como parte integrante da revelação de Deus. No Novo Testamento

Leia mais

A BÍBLIA, A ARQUEOLOGIA E A HISTÓRIA DE ISRAEL E JUDÁ

A BÍBLIA, A ARQUEOLOGIA E A HISTÓRIA DE ISRAEL E JUDÁ A BÍBLIA, A ARQUEOLOGIA E A HISTÓRIA DE ISRAEL E JUDÁ Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Kaefer, José Ademar A Bíblia, a arqueologia e a história

Leia mais

Religião, Cristianismo e os significados

Religião, Cristianismo e os significados Religião, Cristianismo e os significados Religião: 1 - Crença na Carlos Alberto Iglesia Bernardo das existência palavras Manifestação dicionário Aurélio de - tal editora crença Nova pela Fronteira doutrina

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

História de Israel Aula 5. História de Israel. Ricardo Cota

História de Israel Aula 5. História de Israel. Ricardo Cota História de Israel Aula 5 História de Israel Ricardo Cota Salmos 66 : 4 Conhecendo a DEUS através da história do seu povo. Êxodo O Povo no Egito Gênesis 50 : 15 26. Povo na terra de GÓSEN; Êxodo 12: 40-41;

Leia mais

4 EIXOS ORGANIZADORES DOS CONTEÚDOS HISTÓRIA GEOGRAFIA ENSINO RELIGIOSO. Informações, Comunicação e Interação

4 EIXOS ORGANIZADORES DOS CONTEÚDOS HISTÓRIA GEOGRAFIA ENSINO RELIGIOSO. Informações, Comunicação e Interação 1 TÍTULO DO PROJETO Bíblia Sagrada Livro de Provérbios. 2 SÉRIE/CICLO 3ª Série 1ª Etapa do 2º Ciclo 3 AUTORA Rosângela Cristina Novaes Balthazar Curso: Pedagogia 6º Período Noite E-mail: rocryss@yahoo.com.br

Leia mais

A transmissão da fé na Família. Reunião de Pais. Família

A transmissão da fé na Família. Reunião de Pais. Família A transmissão da fé na Família Reunião de Pais Família Plano Pastoral Arquidiocesano Um triénio dedicado à Família Passar de uma pastoral sobre a Família para uma pastoral para a Família e com a Família

Leia mais

Índice Introdução... 13 Abreviaturas... 17 1. Natureza da liturgia cristã... 21 1.1. O termo liturgia... 21 1.1.1. No helenismo... 22 1.1.2. No Antigo Testamento... 22 1.1.3. No Novo Testamento... 23 1.1.4.

Leia mais

Ano: 6 Turma:6.1 e 6.2

Ano: 6 Turma:6.1 e 6.2 COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Programa de Recuperação Final 3ª Etapa 2014 Disciplina: História Professor (a): Rodrigo Ano: 6 Turma:6.1 e 6.2 Caro aluno, você está recebendo o conteúdo de recuperação.

Leia mais

Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Planificação do 7º Ano - Educação Moral e Religiosa Católica Unidades Temáticas Conteúdos Competências Específicas Instrumentos de Avaliação UL1- AS ORIGENS

Leia mais

24 junho a.c 1545-1563 1584 1627 1641 1769 1808 1950. Acontecimento 1641 Ano da proibição do uso de fogueiras e fogos de artifício.

24 junho a.c 1545-1563 1584 1627 1641 1769 1808 1950. Acontecimento 1641 Ano da proibição do uso de fogueiras e fogos de artifício. Salvador da Bahia Leitura: atividades RESPOSTAS Pula a fogueira, João! 1. 24 junho a.c 1545-1563 1584 1627 1641 1769 1808 1950 Data Acontecimento 1641 Ano da proibição do uso de fogueiras e fogos de artifício.

Leia mais

Metodologia do Ensino de Educação Física Conteúdos da Educação Física Ginástica. Contextualização

Metodologia do Ensino de Educação Física Conteúdos da Educação Física Ginástica. Contextualização Metodologia do Ensino de Educação Física Conteúdos da Educação Física Ginástica Teleaula 2 Prof. Me. Marcos Ruiz da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Pedagogia Contextualização A combinação de

Leia mais

SINCRETISMO RELIGIOSO, NATAL FESTEJA IEMANJÁ 1

SINCRETISMO RELIGIOSO, NATAL FESTEJA IEMANJÁ 1 SINCRETISMO RELIGIOSO, NATAL FESTEJA IEMANJÁ 1 Antônio da Silva PINTO Netto 2 Joabson Bruno de Araújo COSTA 3 Giovana Alves ARQUELINO 4 Sebastião Faustino PEREIRA Filho 5 Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre

Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre anterior, dentro de contextos que buscavam enfatizar o

Leia mais