Gerenciando o Sistema de Medição

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gerenciando o Sistema de Medição"

Transcrição

1 Gerenciando o Sistema de Medição A finalidade deste artigo é colaborar na reflexão e conscientização de todos os níveis das empresas - desde a alta administração ao usuário dos instrumentos - quanto aos cuidados e metodologias adotadas para o gerenciamento do sistema de medição sem pretender esgotar o assunto. Também é preocupação iniciar a troca de experiências e coleta de relatos de quem vivência a rotina dos sistemas de medição. As empresas são gerenciadas através de dados. Estas empresas necessitam de dados para tomada de decisão. Por exemplo, para ajustar um processo, aprovar ou reprovar uma peça produzida. E estes dados são freqüentemente baseados em resultados de medição através de algum instrumento ou meios de medição. Quando você utiliza um instrumento ou meio de medição têm certeza de que a leitura está correta? Em principio, todos nós acreditamos que se o instrumento foi calibrado, está com o famoso selo de calibração, então a medida realizada também está correta. Será mesmo? E mais, você acredita que o método de medição utilizado é confiável? Tem certeza? Imagine duas pessoas que realizam a mesma medição quais serão os resultados? De antemão é possível afirmar: dificilmente teremos os mesmos resultados, apesar de serem as mesmas peças e os mesmos instrumentos. O que poderia estar influenciando? Afinal de contas como posso saber qual é a leitura correta? Um sistema de medição (instrumento ou dispositivo, operador, meio ambiente, peças, etc...) sofre a influência de diversos fatores quando realizamos a medição. E, em princípio fica difícil afirmar se é correta uma leitura obtida. Esta condição vale para qualquer instrumento ou sistema de medição. O estudo destes fatores e seu comportamento ao longo do tempo devem permitir que se possa aumentar a confiança e a certeza da leitura obtida. Quanto mais os valores se aproximarem do real mais confiável é um sistema de medição e mais certeza que as decisões podem ser seguras. A análise do sistema de medição - M.S.A (Measurement Systems Analysis) é uma metodologia estatística desenvolvida para estudar e analisar o comportamento do sistema de medição e, proporcionar o aumento de confiança e certeza na leitura obtida nos instrumentos. Aplica-se usualmente a sistemas cuja medição pode ser replicada, mas já existem meios de se avaliar instrumentos cuja medição não é possível de ser replicada. Um sistema de medição que não propicia a certeza ou confiança na medição pode levar a empresa a realizar grandes investimentos na aquisição de instrumentos e outros meios de medição. É importante identificar o que pode causar esta deficiência, antes de tomar a decisão. E, estudos mal elaborados podem fazer com que a empresa direcione seus recursos para o lugar errado ou, talvez, que não precisem ser realizados. Ou seja, a sua empresa pode estar comprando instrumentos mais caros ou com mais recursos do que o que realmente você precisa. Ou ainda, pode estar utilizando o instrumento errado. Não existe um sistema de medição ideal. O sistema de medição ideal seria aquele que produziria somente medidas "corretas" todas as vezes que fosse utilizado. A medida coincidiria sempre com o padrão de referência. Um sistema de medição deste tipo diz-se que possui propriedades estatísticas de variância zero, tendência zero e probabilidade zero de classificação errônea em qualquer produto que medisse. Portanto, como o sistema ideal não existe é atribuição dos gerentes adequar seus sistemas de medição, para obter as propriedades estatísticas adequadas ao trabalho executado e às necessidades do produto. Os gerentes têm a responsabilidade de identificar as propriedades estatísticas mais importantes para o uso

2 dos dados. É responsabilidade também assegurar que tais propriedades sejam a base para escolher o sistema de medição. Apesar das diferenças possíveis, existem algumas propriedades estatísticas que todos os sistemas devem ter: o sistema de medição deve estar sob controle estatístico, o que significa que a variação no sistema é devida somente a causas comuns e não a causas especiais (lembra-se do CEP?); a variabilidade do sistema de medição deve ser pequena se comparada com a variabilidade do processo de manufatura; a variabilidade do sistema de medição deve ser pequena quando comparada com os limites de especificação; os incrementos de medida devem ser pequenos em relação ao que for menor, entre a variabilidade do processo ou os limites de especificação. Regra prática: os incrementos não devem ser maiores que um décimo do menor valor entre a variabilidade do processo ou os limites de especificação. No manual de M.S.A esta regra é amplamente recomendada. Cada instrumento de medição deve ser utilizado conforme a aplicação estabelecida e recomendações de uso do fabricante. Alguns pontos são muito importantes para uso correto: Sem dúvida alguma ler corretamente a escala do instrumento ou equipamento é fundamental. É preciso ter em mente, em primeiro lugar, o tipo de medição a ser feita e selecionar o meio de medição compatível. Isto deverá estar claramente indicado no seu Plano de Controle. Passo seguinte é avaliar o tamanho da grandeza que se espera obter e, escolher o meio de medição compatível para que se possa evidenciá-lo. Por exemplo: se vamos obter algo como 1,5 metros, uma régua de 30 cm não é o meio mais adequado, ainda que seja possível utilizar. O terceiro passo é avaliar a resolução requerida. Se necessitarmos de medições nas casas decimais, centesimais ou mesmo milesimais, é preciso verificar a resolução adequada do instrumento. Esta escolha é feita em função da tolerância da medida / característica a ser verificada. Por isto, deverá também, estar indicada no Plano de Controle. Por exemplo: se um paquímetro tem resolução, ou precisão de leitura, de 0,02 mm isto significa que nossas leituras terão múltiplos de 0,02 que é, a menor casa decimal possível. Desconfie se alguém obtiver uma leitura 2,03, por exemplo. Estes são alguns dos fatores que permitirão a leitura correta. E a leitura correta, dentro da tolerância especificada implicará na aceitação ou não da característica obtida. Em resumo, dependendo da precisão, pequenas diferenças podem significar uma decisão contrária ou, podem ser irrelevantes. Pode também significar a aquisição de instrumentos mais caros, talvez não necessários ao processo / característica que você está medindo. Muitos dos erros possíveis estão diretamente relacionados com as condições ambientais de uso e de calibração. A iluminação, por exemplo, deve ser suficiente para permitir a visualização da escala e dos cursores. A iluminação contribui para o erro de paralaxe, por exemplo. Este erro, dependendo da posição dos olhos no momento da leitura, pode permitir uma falsa projeção do traço e, conseqüentemente teremos uma falsa leitura da medida. Para que não ocorra, deve-se ter boa iluminação e o posicionamento de leitura deve ter o instrumento em posição perpendicular à linha de visão e não tão próximo aos olhos. Outro caso é a temperatura. A dilatação de um corpo é proporcional ao seu coeficiente de dilatação ao aumento de temperatura, e à sua dimensão inicial. A dilatação afeta o funcionamento dos mecanismos, modificam as

3 dimensões das peças, provocando erros de medição. Portanto, peças que requerem mais precisão devem ser medidas após o resfriamento à temperatura. Os instrumentos devem ser periodicamente aferidos com o respectivo padrão; e, durante a medição, as superfícies de contato da peça e do instrumento devem estar perfeitamente limpas; as partes móveis devem estar sempre ajustadas e seus deslizamentos devem ser suaves; o manejo deve ser cuidadoso e não se deve exercer pressão excessiva nos instrumentos, evitando-se também choques, para não produzir desajustes; devem ser mantidos cuidadosamente limpos e em estojos adequados; devem ser guardados em lugar exclusivo para instrumentos e protegidos adequadamente veja recomendações do fabricante. Um instrumento calibrado deve ser utilizado nas medições a serem executadas. Havendo um programa de calibração estes instrumentos terão condições adequadas de uso no que se refere à garantia de comparação com padrões de medição. Um instrumento calibrado nos indica a medida correta como se tivéssemos efetuando com o próprio padrão.obviamente, um instrumento correto deve ser escolhido considerando-se a especificação da medida / grandeza. Sempre que ocorrer danos aos instrumentos, quedas, erros de leitura, estes devem ser segregados (separados em local que seja garantido contra usos indevidos) e, uma verificação deve ser solicitada ou executada. É necessário ter certeza de que a calibração não foi afetada. É necessário saber se as partes continuam funcionando, etc. Todas as falhas requerem que haja uma identificação para que se proceda a correta avaliação e manutenção do instrumento. O mesmo é válido para os danos. Coloque uma etiqueta indicando a falha que ocorreu e a sua suspeita. Envie o instrumento ao responsável pelas calibrações. Todo resultado de uma medição possui erros e desvios. Um sistema de medição, mesmo corretamente, pode não obter um mesmo valor na medição de uma peça. Este desvio é atribuído ao operador e ao instrumento. A variação observada ocorre devido à variação no sistema de medição e a variação do produto a ser medido. Estas diferenças podem ser causadas por: Métodos e procedimentos inadequados Condições do operador Condições do ambiente Imperfeição das partes a serem medidas Variações causadas em função do tempo O controle das variações dos resultados de medições é importante para: Verificar a sua qualidade, estabelecendo médias e desvios. Verificar a estabilidade no decorrer do tempo Estabelecer a previsibilidade Obter coerência As empresas precisam manter um Programa de Confiabilidade Metrológica que consiste em manter os sistemas de medição estáveis (sob controle), efetuando verificações programadas em seus equipamentos, métodos e operadores envolvidos. Os testes de medição dos sistemas têm por objetivo realizar duas grandes verificações: Compreender o processo de medição e determinar se irá satisfazer todas as exigências;

4 Uma vez considerado aceitável, verificar se continua apresentar as propriedades estatísticas apropriadas; A primeira verificação tem dois objetivos: Determinar se o sistema possui ou não as propriedades estatísticas necessárias. Este teste deveria ser realizado durante o planejamento do sistema de medição e, se aprovado, poderá ser utilizado na fábrica. Descobrir quais fatores possuem uma influência significativa no sistema de medição. Por exemplo, verificar se a temperatura influi no resultado. Caso seja verdadeiro será necessário operar num ambiente de temperatura controlada. Caso contrário, pode ser realizado na fábrica sem preocupação. O passo inicial, portanto, é verificar se a variável correta esta sendo medida. É imprescindível esta verificação, pois, se a variável errada estiver sendo medida, independente de qualquer resultado ou propriedade, simplesmente está sendo consumido recursos sem a contrapartida dos benefícios. Não existe uma fórmula prédefinida para identificar se uma variável é correta. A melhor forma é guiar-se pelo Plano de Controle, realizando a avaliação do sistema de medição para as características definidas nele. É claro que, quanto melhor for o Plano de Controle, maior será a confiança neste procedimento.e o Plano de Controle deve ter origem no FMEA para que se possa avaliar adequadamente os riscos envolvidos. Os procedimentos utilizados para a verificação do sistema de medição avaliam as seguintes propriedades estatísticas: estabilidade, exatidão / tendência, linearidade, repetibilidade e reprodutibilidade. Tais procedimentos devem responder a três questões: O sistema de medição tem a especificação adequada? O sistema de medição é estável ao longo do tempo? As propriedades estatísticas são consistentes sobre a faixa esperada e aceitável para análises e controle do processo? Um outro objetivo de se estudar o sistema de medição é obter informações relativas ao tamanho e aos tipos de variação de medição associada com um sistema de medição quando este interage com seu meio ambiente. Esta informação é valiosa, uma vez que, para o processo comum de produção, é muito mais prático reconhecer desvios na calibração e repetibilidade e, estabelecer limites razoáveis para eles do que fornecer dispositivos extremamente exatos com repetibilidade muito alta. Tais estudos podem proporcionar: Um critério para aceitar novos equipamentos de medição; Uma comparação entre dispositivos de medição; Uma base para avaliar um dispositivo de medição suspeito de deficiências; Uma comparação para equipamentos de medição antes e depois de reparado; Um componente para o cálculo da variação do processo, e o nível de aceitação para um processo produtivo; Informações necessárias para estabelecer uma curva de desempenho do dispositivo de medição, que indica a probabilidade de aceitar uma peça para cada valor real A análise do sistema de medição é usada para descrever a variação do sistema de medição caracterizada por: Localização: estabilidade, tendência / exatidão, linearidade.

5 Largura ou dispersão: Repetibilidade e Reprodutibilidade Dois outros aspectos importantes também devem ser analisados: A discriminação do sistema de medição o quanto o instrumento consegue efetivamente ler, identificar e detectar uma variação da característica use a regra dos 10 sugerida no manual do M.S.A; Como quantificar o efeito da variação própria da peça na variação total do sistema de medição. A revisão 2000 da ISO 9000 não traz nada de especial ao que já era conhecido anteriormente. O texto é verificado na clausula Controle de dispositivos de medição e monitoração. Para auxiliar o entendimento, vejamos o resumo a seguir: A empresa deve controlar, aferir / calibrar e manter os equipamentos de inspeção, medição e ensaios (próprios, alugados, fornecidos pelo cliente), para demonstrar a conformidade do produto com os requisitos especificados. Por equipamentos devemos entender: instrumentos, dispositivos e equipamentos, bem como softwares. A empresa deve ter um sistema que evidencie os controles citados abaixo: Equipamento deve ser selecionado em função da medição a ser feita e a exatidão necessária; Os equipamentos que medem características do produto devem ser identificados, aferidos / calibrados em intervalos previstos, ou antes, do uso. Na aferição calibração deve ser utilizado equipamentos certificados nacionalmente. Quando não existirem tais padrões deve-se documentar a base utilizada. Procedimentos documentados para aferição / calibração; Os equipamentos devem ter a precisão e a exatidão necessárias; Identificar os equipamentos para mostrar a situação da aferição; Manter registros de aferição / calibração; Avaliar e documentar a validade de resultados obtidos, quando os equipamentos utilizados forem encontrados fora de aferição / calibração; Assegurar condições ambientais para aferição, inspeção, medição e ensaios; Assegurar manuseio, preservação e armazenamento adequados para manter a exatidão e adequação ao uso dos equipamentos; Proteger as instalações. O texto da ISO TS 16949:2002 é semelhante ao da ISO 9001:2000, mas o requisito de M.S.A é dado na cláusula que é clausula adicional. Os requisitos adicionais a ISO 9000 necessários à ISO TS visando direcionar para as necessidades específicas do setor automotivo, são: Os equipamentos / meios de medição da ferramentaria também estão inclusos neste requisito. O conceito adotado na ISO 9001:1994 os deixava de fora; No caso de utilizar recursos internos para calibração é necessário atender ao requisito ao Requisito do Laboratório do Fornecedor, incluindo escopo e pessoal qualificado; Pode-se utilizar laboratório comercial independente qualificado conforme o requisito de Laboratórios Credenciados. Obs: Um laboratório deve atender ISO da ISO/IEC ou equivalente nacional. Não é relevante ser certificado o seu sistema de qualidade. Não havendo laboratório qualificado, deve-se utilizar os serviços do fabricante original;

6 A calibração estende-se aos instrumentos / equipamentos pertencentes aos empregados; Ênfase à análise do sistema de medição (M.S.A) conforme a edição em vigor. Qualquer outro método de M.S.A precisa de aprovação do cliente. O manual de M.S.A utilizado na industria automotiva já está na sua 3ª edição. E esta foi elaborada pelo M.S.A Workgroup, uma força-tarefa com apoio da ASQ American Society for Quality e do AIAG Automotive Industry Action Group e foi sancionado pelas Big Three (Ford, GM e DaimlerChrysler) através do Supplier Quality Requirements Task Force. A primeira edição do manual surgiu em 1990 editado pelo AIAG a partir de trabalhos realizados nas montadoras, porém cada uma a seu modo. O objetivo era padronizar os guias de M.S.A das Big Three. A segunda edição surgiu em 1995 e introduziu contribuições e experiências baseadas no uso da metodologia. Já a terceira edição foi publicada em 2002 e introduziu novas contribuições e experiências; e, realizou adequação à QS 9000 / ISO TS O que há de novo na terceira edição? É possível observar uma forte constatação do papel da equipe de APQP (planejamento avançado da qualidade) - que desempenha papel fundamental na definição dos instrumentos de medição à partir da definição das características à serem controladas. Há uma referência muito forte quanto ao uso de FMEA com a finalidade de definir claramente os riscos e adotar o instrumento de medição adequado à real necessidade. Para um bom resultado também há a necessidade de bons conhecimentos de estatística e noções firmes de GD&T (Tolerância Geométrica). Como no APQP há uma etapa de planejamento, conseqüentemente há uma ênfase muito forte no Planejamento do M.S.A que é muito importante para garantir os bons resultados do sistema de medição através da escolha adequada e econômica dos meios de medição seja instrumentos, seja dispositivos de controle, seja software. Um plano de M.S.A é elaborado à partir da definição das características especiais ou significativas (depende da literatura adotada) e da análise de FMEA. Há o reforço de que os fatores envolvidos na variação das medições vão além do operador e equipamento (meio de medição) usualmente observado nos estudos de R&R (repetibilidade e reprodutibilidade) e esta, é uma das grandes novidades, pois, promove a expansão / esclarecimentos dos conceitos utilizados. O novo manual de M.S.A traz uma dedicação maior no M.S.A por atributos e, também uma dedicação muito forte ao M.S.A de instrumentos não replicáveis. Embora o foco continue sendo os meios de medição que são replicáveis, ele já dedica uma parcela maior de tempo aos demais casos, se comparado com a edição 2 do manual. Por já estar consolidado a idéia do M.S.A foi reduzido a ênfase nos cálculos que era muito forte na edição 2. Agora se preocupam mais em explicar como fazer e deixam os cálculos para os livros de estatística. Portanto, uma tentativa de tornar mais amigável a leitura do manual. Há uma preocupação maior com o processo: comparação com a medição de Cpk, discussão sobre influência da manutenção preventiva, e incerteza de medição. Um planejamento e gerenciamento adequado do sistema de medição visa, portanto, proporcionar economia com os recursos de inspeção (instrumentos, dispositivos de controle, etc...) e, mesmo com o intervalo das inspeções. Pense seriamente nisto na próxima vez que for realizar uma medição ou elaborar um plano de controle ou ainda, planejar um meio de medição.

7 Este texto foi adaptado do treinamento M.S.A - Análise do Sistema de Medição 3ª edição realizado por Sergio Canossa sócio da Sercan Treinamento e Consultoria. - possui 20 anos de experiência nas áreas de qualidade e treinamento. É Auditor líder de ISO9000, QS9000, ISO/TS e ISO Formação de Black Belt Seis Sigma. Tem atuado em empresas de diversos portes e setores, bem como em entidades como o Ciesp, SENAI e Sindipeças. Dúvidas, sugestões, melhorias, contatos Fone / fax: (11) É permitida a distribuição e a utilização deste artigo, desde que citada a fonte.

Módulo 2. Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS.

Módulo 2. Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS. Módulo 2 Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS. Conteúdos deste módulo Discriminação Decomposição da variação do sistema de medição Variação

Leia mais

Sistema de Gestão de Medição: importante, mas nem sempre reconhecido

Sistema de Gestão de Medição: importante, mas nem sempre reconhecido Sistema de Gestão de Medição: importante, mas nem sempre reconhecido Nasario de S.F. Duarte Jr. (São Paulo, SP) Resumo: o objetivo deste artigo é ressaltar a importância de se estabelecer um sistema de

Leia mais

MSA. Análise dos Sistemas de Medição

MSA. Análise dos Sistemas de Medição MSA Análise dos Sistemas de Medição 1 MSA ANÁLISE DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO Elaborado por: Felipe Morais Menezes Porto Alegre 2013 2 Sumário 1 INTRODUÇÃO... 5 1.1 A Análise Estatística... 5 1.2 Variação:

Leia mais

Abordagem da Indústria Automotiva para Sistemas de Medição

Abordagem da Indústria Automotiva para Sistemas de Medição Abordagem da Indústria Automotiva para Sistemas de Medição Joselino Lacerda - Gerente de Qualidade Acumuladores Moura PRESENÇA Marca líder na América do Sul 6 plantas industriais Mais de 70 centros de

Leia mais

MSA Análise dos Sistemas de Medição. Felipe Morais Menezes, Me. Tito Rossi, Me. Ricardo Gazzana Schneider, Me. Cícero Giordani da Silveira, Me.

MSA Análise dos Sistemas de Medição. Felipe Morais Menezes, Me. Tito Rossi, Me. Ricardo Gazzana Schneider, Me. Cícero Giordani da Silveira, Me. MSA Análise dos Sistemas de Medição Felipe Morais Menezes, Me. Tito Rossi, Me. Ricardo Gazzana Schneider, Me. Cícero Giordani da Silveira, Me. Felipe Morais Menezes Mestre em Engenharia de Produção e Sistemas

Leia mais

Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição

Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição Instrutor Gilberto Carlos Fidélis Eng. Mecânico com Especialização em Metrologia pelo NIST - Estados Unidos e NAMAS/UKAS

Leia mais

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes 1 SÉRIE GESTÃO AUTOMOTIVA SEMINÁRIO APQP / PPAP Propiciar aos participantes uma visão crítica do APQP e do PPAP, seus benefícios

Leia mais

Calibração de Equipamentos

Calibração de Equipamentos Vídeo Conferência Calibração de Equipamentos Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Paraná Junho/2014 Diferença entre calibração e a verificação metrológica Calibração Estabelece o erro de medição e

Leia mais

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva Joel Alves da Silva, Diretor Técnico JAS-METRO Soluções e Treinamentos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA METROLOGIA NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

A IMPORTÂNCIA DA METROLOGIA NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE A IMPORTÂNCIA DA METROLOGIA NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ESTE MATERIAL É EXCLUSIVO PARA USO EM TREINAMENTOS / CURSOS DA ESTATICA. CÓPIAS SOMENTE COM AUTORIZAÇÃO DO AUTOR. METROLOGIA Ciência da medição

Leia mais

ISO 17025 Versão 2005

ISO 17025 Versão 2005 1º Fórum Regional de Química - ES ISO 17025 Versão 2005 Rev. 14 Samuel Vieira JUN/2010 1 Terminologia e Siglas ABNT NBR ISO 9000:2000 Sistemas de gestão da qualidade Fundamentos e Vocabulário ABNT NBR

Leia mais

Manual da Qualidade Fornecedores 2007

Manual da Qualidade Fornecedores 2007 Manual da Qualidade Fornecedores 2007 www.metalurgicanunes.com.br 2 ÍNDICE 01 Introdução. 3 02 Filosofia da Qualidade 3 03 Políticas da Metalúrgica Nunes 4 04 Requisitos de Qualidade para fornecimento

Leia mais

Em qualquer processo produtivo, deve-se garantir que as

Em qualquer processo produtivo, deve-se garantir que as Confiabilidade, calibração e definições importantes para os instrumentos de medir Os instrumentos de medição são os dispositivos utilizados para realizar uma medição e no âmbito da metrologia legal são

Leia mais

METROLOGIA Escala e Paquímetro. Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc.

METROLOGIA Escala e Paquímetro. Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. METROLOGIA Escala e Paquímetro Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Regras de Arredondamento Quando o algarismo seguinte ao último algarismo a ser conservado for inferior a 5, o último algarismo a ser conservado

Leia mais

Avaliação da variação do sistema de medição Exemplo 1: Diâmetros de bico injetor de combustível

Avaliação da variação do sistema de medição Exemplo 1: Diâmetros de bico injetor de combustível Avaliação da variação do sistema de medição Exemplo 1: Diâmetros de bico injetor de combustível Problema Um fabricante de bicos injetores de combustível instala um novo sistema digital de medição. Os investigadores

Leia mais

ANÁLISE DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO MSA SISTEMA DE MEDIÇÃO NÃO REPLICÁVEL

ANÁLISE DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO MSA SISTEMA DE MEDIÇÃO NÃO REPLICÁVEL ANÁLISE DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO MSA SISTEMA DE MEDIÇÃO NÃO REPLICÁVEL Vinicius Fechio Técnico de Metrologia Brasmetal Waelzholz S. A. Ind. e Com. Julho/ 2009 E-mail: vfechio@brasmetal.com.br / Site: www.brasmetal.com.br

Leia mais

Sistemas Premissas Básicas

Sistemas Premissas Básicas Sistemas Premissas Básicas Todo o sistema tem um OBJETIVO Geralmente, o objetivo de um sistema é transformar os insumos em produtos Todo o sistema é formado por um ou mais elementos, ou componentes, das

Leia mais

GUIA PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE MANUTENÇÃO DA CONFIABILIDADE METROLÓGICA DE INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO

GUIA PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE MANUTENÇÃO DA CONFIABILIDADE METROLÓGICA DE INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO GUIA PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE MANUTENÇÃO DA CONFIABILIDADE METROLÓGICA DE INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO Sereno H.R.S. 1, Sheremetieff Jr. A. 2 1 Inmetro, Duque de Caxias, Brasil hrsereno@inmetro.gov.br

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DA GARANTIA DA QUALIDADE PELA NBR ISO/IEC 17025: 2005 E SEUS FATORES CRÍTICOS

A IMPLEMENTAÇÃO DA GARANTIA DA QUALIDADE PELA NBR ISO/IEC 17025: 2005 E SEUS FATORES CRÍTICOS ENQUALAB-2006 Congresso e Feira da Qualidade em Metrologia Rede Metrológica do Estado de São Paulo - REMESP 30 de maio a 01 de junho de 2006, São Paulo, Brasil A IMPLEMENTAÇÃO DA GARANTIA DA QUALIDADE

Leia mais

Treinamento: Metrologia em Química

Treinamento: Metrologia em Química Treinamento: Metrologia em Química Local: SINPROQUIM Rua Rodrigo Cláudio, 185 Aclimação - São Paulo SP MÓDULO 1 Curso: Estatística para Laboratórios Analíticos Data: 16 e 17 de junho de 2008 Horário: das

Leia mais

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fonte: http://www.testexpert.com.br/?q=node/669 1 GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Segundo a NBR ISO 9000:2005, qualidade é o grau no qual um conjunto de características

Leia mais

Julho/2014 a Março/2015. Catálogo de Treinamentos. Treinamentos BSI. Transformando nossa experiência em seu conhecimento.

Julho/2014 a Março/2015. Catálogo de Treinamentos. Treinamentos BSI. Transformando nossa experiência em seu conhecimento. Julho/2014 a Março/2015 Catálogo de Treinamentos. Treinamentos BSI. Transformando nossa experiência em seu conhecimento. Conteúdo. Por que realizar nossos treinamentos? 4 Nossa abordagem 4 Nossos instrutores

Leia mais

ABNT NBR ISO 10012 NORMA BRASILEIRA. Sistemas de gestão de medição Requisitos para os processos de medição e equipamento de medição

ABNT NBR ISO 10012 NORMA BRASILEIRA. Sistemas de gestão de medição Requisitos para os processos de medição e equipamento de medição NORMA BRASILEIRA ABNT NBR ISO 10012 Primeira edição 30.04.2004 Válida a partir de 31.05.2004 Sistemas de gestão de medição Requisitos para os processos de medição e equipamento de medição Measurement management

Leia mais

AUDITANDO UM SISTEMA DE MEDIÇÃO

AUDITANDO UM SISTEMA DE MEDIÇÃO AUDITANDO UM SISTEMA DE MEDIÇÃO Bernardino Coelho da Silva 1 or não ser um tema de domínio de todos, ainda é muito comum percebermos certa dificuldade dos Auditores na condução de avaliação de sistemas

Leia mais

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025. Laboratório(s) avaliado(s): Nº

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025. Laboratório(s) avaliado(s): Nº FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025 FORMULÁRIO REVISÃO: 04 NOV/2008 Laboratório(s) avaliado(s): Nº Período de Avaliação: Data inicial da avaliação: / / Data término

Leia mais

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Metrologia é a Ciência da Medida Uma reputação de qualidade é um dos bens de mais alto valor de uma empresa. A grande importância de uma alta

Leia mais

Especificação Técnica ÍNDICE DE REVISÕES

Especificação Técnica ÍNDICE DE REVISÕES UNIDADE: GERAL 1 de 15 ÍNDICE DE REVISÕES Rev. 0 EMISSÃO INICIAL DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS 1 2 6.1.6-b inclusão: repetibilidade de 0,1% (zero virgula um por cento); 6.1.7 inclusão: Desvio padrão

Leia mais

1.1 Definições e Conceitos Importantes

1.1 Definições e Conceitos Importantes 1 INTRODUÇÃO À TEORIA DE ERROS Quando procuramos obter resultados através de observações experimentais, devemos ter sempre à mente que nossa observações serão sempre limitadas, no sentido de que jamais

Leia mais

Preparação para a Certificação de Engenheiro da Qualidade 1

Preparação para a Certificação de Engenheiro da Qualidade 1 Preparação para a Certificação de Engenheiro da Qualidade 1 OBJETIVOS DO CURSO Apresentar aos participantes os conteúdos do Corpo de Conhecimento necessários à certificação, possibilitando que aprimorem

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

PROGRAMA ANUAL TREINAMENTOS EMPRESARIAIS 2008

PROGRAMA ANUAL TREINAMENTOS EMPRESARIAIS 2008 PROGRAMA ANUAL TREINAMENTOS EMPRESARIAIS 2008 Assessoria Treinamento e Gestão Rua Cel Nogueira Padilha, 1011 - Sala 6 - Sorocaba - São Paulo Fone / Fax 15 32345920 www.profort.com.br Página 1 de 9 TE-001

Leia mais

Controle de Qualidade de Laboratório

Controle de Qualidade de Laboratório Controle de Qualidade de Laboratório de Ensaio Aliado à Tecnologia Paulo Henrique Muller Sary Diretor Técnico SaaS Ambiental Porto Alegre, 25 de julho de 2014. Garantia da Qualidade O programa de garantia

Leia mais

CONTROLE DIMENSIONAL - CALDEIRARIA CALIBRAÇÃO DE TRENA E ESCALA COM ESCALA PADRÃO E TRENA PADRÃO

CONTROLE DIMENSIONAL - CALDEIRARIA CALIBRAÇÃO DE TRENA E ESCALA COM ESCALA PADRÃO E TRENA PADRÃO Página: 1 de 5 1. OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo descrever o processo de calibração de trenas de fita de aço e escalas metálicas, utilizando como padrões trenas padrão ou escalas padrão.

Leia mais

SOLUÇÕES EM METROLOGIA SCANNER CMM 3D PARA APLICAÇÕES INDUSTRIAIS

SOLUÇÕES EM METROLOGIA SCANNER CMM 3D PARA APLICAÇÕES INDUSTRIAIS SOLUÇÕES EM METROLOGIA SCANNER CMM 3D PARA APLICAÇÕES INDUSTRIAIS TRUsimplicity TM MEDIÇÃO MAIS FÁCIL E RÁPIDA PORTÁTIL E SEM SUPORTE. MOVIMENTAÇÃO LIVRE AO REDOR DA PEÇA USO FACILITADO. INSTALAÇÃO EM

Leia mais

Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais e Gerais de METROLOGIA

Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais e Gerais de METROLOGIA Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais e Gerais de METROLOGIA Medições 1. Medição Conjunto de operações que tem por objetivo determinar um valor de uma grandeza. As operações podem ser feitas

Leia mais

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles.

Leia mais

Metrologia Aplicada e Instrumentação e Controle

Metrologia Aplicada e Instrumentação e Controle 25/11/2012 1 2012 Metrologia Aplicada e Instrumentação e Controle A disciplina de Metrologia Aplicada e Instrumentação e Controle, com 40 horas/aulas, será dividida em 2 (duas) partes, sendo : Metrologia

Leia mais

FORMAÇÃO AVANÇADA DE METROLOGISTAS 3D

FORMAÇÃO AVANÇADA DE METROLOGISTAS 3D FORMAÇÃO AVANÇADA DE METROLOGISTAS 3D MÓDULO 2 METROLOGISTA 3D NÍVEL B André Roberto de Sousa Seja como for, a grandiosa Revolução Humana de uma única pessoa irá um dia impulsionar a mudança total do destino

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL - GESTÃO ORGANIZACIONAL TREINAMENTOS QUALIDADE - MEIO AMBIENTE - SEGURANÇA E SAÚDE

RESPONSABILIDADE SOCIAL - GESTÃO ORGANIZACIONAL TREINAMENTOS QUALIDADE - MEIO AMBIENTE - SEGURANÇA E SAÚDE CURSOS IN-COMPANY RESPONSABILIDADE SOCIAL - GESTÃO ORGANIZACIONAL TREINAMENTOS QUALIDADE - MEIO AMBIENTE - SEGURANÇA E SAÚDE Suporte Assessoria Empresarial Belo Horizonte - São Paulo ÍNDICE Processo de

Leia mais

Método Comparativo de Calibração de Sistema por Interferometria a laser para medição Linear Wellington Santos Barros 1,Gregório Salcedo Munõz 2,

Método Comparativo de Calibração de Sistema por Interferometria a laser para medição Linear Wellington Santos Barros 1,Gregório Salcedo Munõz 2, METROLOGIA-003 Metrologia para a Vida Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM) Setembro 0 05, 003, Recife, Pernambuco - BRASIL Método Comparativo de Calibração de Sistema por Interferometria a laser para

Leia mais

CONAEND 030 IMPORTÃNCIA DA CONFIABILIDADE METROLÓGICA NAS ATIVIDADES DE INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS

CONAEND 030 IMPORTÃNCIA DA CONFIABILIDADE METROLÓGICA NAS ATIVIDADES DE INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS CONAEND 030 IMPORTÃNCIA DA CONFIABILIDADE METROLÓGICA NAS ATIVIDADES DE INSPEÇÃO DE EQIPAMENTOS Paulo Cezar da Costa Lino Dunham,Marcio Machado (b) Copyright 006, ABENDE Trabalho apresentado no CONAEND&IEV

Leia mais

Curso e-learning APQP 2ª. EDIÇÃO (Planejamento Avançado da Qualidade do Produto)

Curso e-learning APQP 2ª. EDIÇÃO (Planejamento Avançado da Qualidade do Produto) Curso e-learning APQP 2ª. EDIÇÃO (Planejamento Avançado da Qualidade do Produto) Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão

Leia mais

Medidas de Grandezas Fundamentais - Teoria do Erro

Medidas de Grandezas Fundamentais - Teoria do Erro UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL Medidas de Grandezas Fundamentais - Teoria do Erro Objetivo As práticas que serão trabalhadas nesta aula têm os objetivos de

Leia mais

Aula 1: Medidas Físicas

Aula 1: Medidas Físicas Aula 1: Medidas Físicas 1 Introdução A Física é uma ciência cujo objeto de estudo é a Natureza. Assim, ocupa-se das ações fundamentais entre os constituíntes elementares da matéria, ou seja, entre os átomos

Leia mais

MSA Análise de Sistemas de Medição

MSA Análise de Sistemas de Medição MSA Análise de Sistemas de Medição 3 a. edição do manual do AIAG, aplicado à indústria automobilística Suporte Assessoria Empresarial HST Qualidade Ltda. MSA www.portalsuporte.com.br Por que muitas empresas

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Gestão da Qualidade TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Interpretação / Implantação da ISO 9001:2008 Compreender a filosofia

Leia mais

Cirius Quality. A Consultoria que mais cresce no Brasil. Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP.

Cirius Quality. A Consultoria que mais cresce no Brasil. Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP. CQ Consultoria Cirius Quality e Treinamento 1º Edição Interpretação da NBR ISO 9001:2008 Cirius Quality Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP. CEP: 09980-150 i www.ciriusquality.com.br e contato@ciriusquality.com.br

Leia mais

Lab Management : a tool for competitiveness. Celso Romero Kloss

Lab Management : a tool for competitiveness. Celso Romero Kloss Lab Management : a tool for competitiveness Celso Romero Kloss METROLOGIA NO DIA A DIA A VELOCIDADE DAS MUDANÇAS A aceleração da história é também medido pelo tempo entre a descoberta de um processo tecnológico

Leia mais

B2Q WEB TECNOLOGIA APLICADA

B2Q WEB TECNOLOGIA APLICADA B2Q WEB TECNOLOGIA APLICADA O DESAFIO: A qualidade dos produtos finais e serviços prestados, é requisito mínimo nos dias de hoje para as organizações que desejam estar à frente. O mercado encontra-se cada

Leia mais

- Revisão das normas ISO 9000 para o ano 2000 -

- Revisão das normas ISO 9000 para o ano 2000 - Seu parceiro na certificação - Revisão das normas ISO 9000 para o ano 2000 - DQS do Brasil 2002/06/12 Razões para a revisão (1) Razões formais: Protocolo da ISO (análise critica a cada 5 anos) ISO TC 176:

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

Manual da Qualidade para Fornecedores

Manual da Qualidade para Fornecedores Manual da Qualidade para Fornecedores Elaborado por: Indústrias Romi S.A. Departamento de Suprimentos Santa Bárbara d'oeste - SP 09 de Fevereiro de 2009 Edição C N.O.: 26-02 1 0019.C 2 SUMÁRIO GLOSSÁRIO...

Leia mais

Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5

Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5 Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5 Este anexo aplica-se às certificações cujas quais não apresentam critérios específicos para definição de laboratórios no Programa de Avaliação da Conformidade. Nestes casos,

Leia mais

CARTA DE REQUISITOS E ESCLARECIMENTOS REFERENTES AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADAS APLICÁVEL AOS FORNECEDORES DA MANGELS REF.

CARTA DE REQUISITOS E ESCLARECIMENTOS REFERENTES AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADAS APLICÁVEL AOS FORNECEDORES DA MANGELS REF. Três Corações, 12 de janeiro de 2015. CARTA DE REQUISITOS E ESCLARECIMENTOS REFERENTES AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADAS APLICÁVEL AOS FORNECEDORES DA MANGELS REF. 01/2015 Este documento pode ser utilizado

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná.

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná. ELABORADO POR: Carlos Eduardo Matias Enns MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVADO POR: Edson Luis Schoen 28/1/5 1 de 11 1. FINALIDADE A Saint Blanc Metalmecânica Ltda visa estabelecer as diretrizes básicas

Leia mais

Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção

Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Professores: Diego Mondadori Rodrigues Ernani Matschulat Viviane Dorneles Tobias

Leia mais

Roteiro: Experimento #1

Roteiro: Experimento #1 Roteiro: Experimento #1 Dimensões e densidades de sólidos Edição: º Quadrimestre 01 O LIVRO DA NATUREZA ESTÁ ESCRITO EM CARACTERES MATEMÁTICOS (GALILEU GALILEI) Objetivos: Aprender a utilizar o paquímetro,

Leia mais

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda.

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos relacionados aos itens da ISO TS 16949:2009 Para uso conjunto com ISO TS 16949 (edição 2009 / 06 / 15) Situação de modificação

Leia mais

Gestão da qualidade do software

Gestão da qualidade do software Gestão da qualidade do software Empenhada em assegurar que o nível de qualidade requerido de um produto de software é atingido Envolve a definição de normas e procedimentos de qualidade apropriados, e

Leia mais

1. A Vigilância Sanitária pode acatar a verificação metrológica realizada pelo IPEM como calibração?

1. A Vigilância Sanitária pode acatar a verificação metrológica realizada pelo IPEM como calibração? Página 1 de 8 Esclarecimentos prestados pelo IPEM-PR aos questionamentos realizados pela Vigilância Sanitária, através do oficio n 420/2014 DVVSP/CEVS/SVS de 04 de junho de 2014. 1. A Vigilância Sanitária

Leia mais

MBA em Administração e Qualidade

MBA em Administração e Qualidade MBA em Administração e Qualidade Sistemas ISO 9000 e Auditorias da Qualidade Aula 5 Prof. Wanderson Stael Paris Olá! Confira no vídeo a seguir alguns temas que serão abordados nesta aula. Bons estudos!

Leia mais

CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE UM SISTEMA DE MEDIÇÃO PARA O PROCESSO PRODUTIVO

CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE UM SISTEMA DE MEDIÇÃO PARA O PROCESSO PRODUTIVO FEAMIG - FACULDADE DE ENGENHARIA DE MINAS GERAIS Pós-graduação Engenharia da Qualidade ênfase Black Belts CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE UM SISTEMA DE MEDIÇÃO PARA O PROCESSO PRODUTIVO Delcio Joaquim de Almeida

Leia mais

A importância da Metrologia na Área da Saúde HPP ALGARVE, SA

A importância da Metrologia na Área da Saúde HPP ALGARVE, SA A importância da Metrologia na Área da Saúde HPP ALGARVE, SA Elaborado: Eng.ª Silvia Rodrigues 1 APRESENTAÇÃO Elaborado por: Silvia Rodrigues 2 Sistema de Gestão da Qualidade Príncipio da HPP Saúde: Implementar

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR MANUAL DO FORNECEDOR OBJETIVOS A FlexLink exige que todos os fornecedores desenvolvam sistemas com base nos Padrões Internacionais (ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS18001) tendo como objetivo a melhoria contínua

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE)

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) Concurso Público - NÍVEL SUPERIOR CARGO: Tecnologista da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico Classe: Tecnologista Junior Padrão I (TS10) CADERNO DE

Leia mais

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda.

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos relacionados aos itens da ISO TS 16949:2009 Para uso conjunto com ISO TS 16949 (edição 2009 / 06 / 15) Situação de modificação

Leia mais

Guia para o processo de avaliação e seleção da solução de separação correta para a sua empresa

Guia para o processo de avaliação e seleção da solução de separação correta para a sua empresa Entendendo suas opções de separação Guia para o processo de avaliação e seleção da solução de separação correta para a sua empresa automação 1 Entendendo que traz suas resultados opções de separação Entendendo

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000

Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000 2 Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000 Para a gestão da qualidade na realização do produto a ISO 9001: 2000 estabelece requisitos de gestão que dependem da liderança da direção, do envolvimento

Leia mais

Um Estudo Comparativo de Sistemas Comerciais de Monitoramento da Limpeza com ATP

Um Estudo Comparativo de Sistemas Comerciais de Monitoramento da Limpeza com ATP Um Estudo Comparativo de Sistemas Comerciais de Monitoramento da Limpeza com ATP Baseado em dados gerados pelo Sillliker Group Inc Resumo O desempenho de 5 sistemas de monitoramento da higiene com ATP

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES Instructions Manual Manual de Instrucciones

MANUAL DE INSTRUÇÕES Instructions Manual Manual de Instrucciones º 18 0 MEDIDOR ANGULAR LASER Laser Liner Meter Medidor Angular Laser MLL-102 *Imagem meramente ilustrativa. Only illustrative image. Imagen meramente ilustrativa. MANUAL DE INSTRUÇÕES Instructions Manual

Leia mais

Uma empresa admitiu três operários para o

Uma empresa admitiu três operários para o A UU L AL A Blocos-padrão Uma empresa admitiu três operários para o setor de ferramentaria. Os operários eram mecânicos com experiência. Mas, de Metrologia, só conheciam o paquímetro e o micrômetro. Por

Leia mais

NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS

NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS Alexandre Dias de Carvalho INMETRO/CGCRE/DICLA 1/ 28 NBR ISO/IEC 17025 Estabelece requisitos gerenciais e técnicos para a implementação de sistema de gestão da qualidade

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

CALIBRAÇÃO 2 O QUE É CALIBRAÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE MEDIÇÃO?

CALIBRAÇÃO 2 O QUE É CALIBRAÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE MEDIÇÃO? DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE MECÂNICA APOSTILA DE METROLOGIA Cid Vicentini Silveira 2005 1 OBJETIVOS DESTE CAPÍTULO Determinar o que é calibração, por quê, o quê, quando, onde e como calibrar; Interpretar

Leia mais

REQUISITOS GERAIS PARA COMPETÊNCIA DE LABORATORIOS DE ENSAIO E CALIBRAÇÃO NBR ISO/IEC 17025

REQUISITOS GERAIS PARA COMPETÊNCIA DE LABORATORIOS DE ENSAIO E CALIBRAÇÃO NBR ISO/IEC 17025 CURSO E-LEARNING REQUISITOS GERAIS PARA COMPETÊNCIA DE LABORATORIOS DE ENSAIO E CALIBRAÇÃO NBR ISO/IEC 17025 Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitido a distribuição física ou eletrônica deste

Leia mais

Controle de Medidas - Instrumentos de Medição. Prof. Casteletti PAQUÍMETRO UNIVERSAL

Controle de Medidas - Instrumentos de Medição. Prof. Casteletti PAQUÍMETRO UNIVERSAL PAQUÍMETRO UNIVERSAL O paquímetro é um instrumento usado para medir dimensões lineares internas, externas e de profundidade. Consiste em uma régua graduada, com encosto fixo, na qual desliza um cursor.

Leia mais

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001 Capítulo 8 Gerenciamento da Qualidade do Projeto O Gerenciamento da Qualidade do Projeto inclui os processos necessários para garantir que o projeto irá satisfazer as necessidades para as quais ele foi

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu

Universidade São Judas Tadeu Universidade São Judas Tadeu São Paulo, 01 de Outubro de 2010 Nomes: Cícero Marcelino RA: 200509458 Daniele Teixeira RA: 200605045 Edson Pereira RA: 200607727 Matheus Monteiro RA: 200709765 Rodrigo Pavin

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

A avaliação da incerteza do tipo B. Segundo o Guia para Expressão da Incerteza na Medição (Joint Commitee for Guides

A avaliação da incerteza do tipo B. Segundo o Guia para Expressão da Incerteza na Medição (Joint Commitee for Guides A avaliação da incerteza do tipo B Segundo o Guia para Expressão da Incerteza na Medição (Joint Commitee for Guides in Metrology, 2008a), em condições ideais, todas as incertezas em laboratório seriam

Leia mais

Tolerância dimensional

Tolerância dimensional Tolerância dimensional Introdução É muito difícil executar peças com as medidas rigorosamente exatas porque todo processo de fabricação está sujeito a imprecisões. Sempre acontecem variações ou desvios

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

A normalidade em função do arredondamento e baixa discriminação dos dados.

A normalidade em função do arredondamento e baixa discriminação dos dados. A normalidade em função do arredondamento e baixa discriminação dos dados. Image credit: wavebreakmediamicro / 123RF Banco de Imagens Normalmente nós

Leia mais

Lista de Verificação / Checklist

Lista de Verificação / Checklist Lista de Verificação / Checklist Avaliação NC / PC / C Departamentos Padrões de Referência /// Referências do MQ //// Referências Subjetivas A B C D E Cláusula Padrão Conforme/ Não C. 4 Sistema de Gestão

Leia mais

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes 1 SÉRIE GESTÃO QUALIDADE E AMBIENTAL ISO 9001: 2008 CONCEITOS FUNDAMENTAIS E INTERPRETAÇÃO DOS REQUISITOS Proporcionar aos treinandos

Leia mais

COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS MECÂNICOS: ÁREA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, PRESSOSTATO

COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS MECÂNICOS: ÁREA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, PRESSOSTATO COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS MECÂNICOS: ÁREA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, PRESSOSTATO Programa PEP REDE 1401 Rodada 021/2015 (Instruções aos Participantes, atualizado em 25/08/2015) F.PEP-4.6-003,

Leia mais

RUGOSÍMETRO DE SUPERFÍCIE ITRPSD-100

RUGOSÍMETRO DE SUPERFÍCIE ITRPSD-100 RUGOSÍMETRO DE SUPERFÍCIE ITRPSD-100 1. Introdução Geral O rugosímetro de superfície TIME TR100/TR101 é uma nova geração de produto desenvolvido por TIME Group Inc. Tem como características uma maior

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE FEMEA Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 1 Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 2 -

Leia mais

ABNT NBR ISO 9001:2008

ABNT NBR ISO 9001:2008 ABNT NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema de

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA CURSOS DE EXTENSÃO CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO MODALIDADE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA CURSOS DE EXTENSÃO CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO MODALIDADE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO MODALIDADE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA FEM 1000 ENGENHARIA DA QUALIDADE OBJETIVOS: O curso de Especialização em Engenharia da Qualidade visa contribuir para a preparação de profissionais

Leia mais

QEMM QUADRO DE EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO E MEDIÇÃO

QEMM QUADRO DE EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO E MEDIÇÃO QEMM QUADRO DE EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO E PÁGINA 01 DE 07 Dispositivo: Trena Padrão (30 m) Periodicidade de calibração: A cada dois anos Uso Método de calibração Tolerância Servir de padrão de referência

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

www.megacursos.com.br O QUE É ISO?

www.megacursos.com.br O QUE É ISO? 1 O QUE É ISO? ISO significa International Organization for Standardization (Organização Internacional de Normalização), seu objetivo é promover o desenvolvimento de normas, testes e certificação, com

Leia mais

Portaria Inmetro nº 528, de 03 de dezembro de 2014.

Portaria Inmetro nº 528, de 03 de dezembro de 2014. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO Portaria Inmetro nº 528, de 03 de dezembro de 2014. O PRESIDENTE DO INSTITUTO

Leia mais

II INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife 12 de Agosto de 2015

II INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife 12 de Agosto de 2015 II INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife 12 de Agosto de 2015 A estratégia do trabalho em rede para o fortalecimento da metrologia industrial no Estado de São Paulo Celso Scaranello Rede

Leia mais

METROLOGIA 1 - INTRODUÇÃO

METROLOGIA 1 - INTRODUÇÃO METROLOGIA 1 - INTRODUÇÃO A metrologia é a ciência das medições, abrangendo todos os aspectos teóricos e práticos que asseguram a precisão exigida no processo produtivo, procurando garantir a qualidade

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução Considerações iniciais Qualidade: Grau de perfeição, de precisão, de conformidade a um certo padrão. É conceito multidimensional, isto é, o cliente avalia a qualidade

Leia mais