A IMAGEM COMO TRANSMISSORA DE CONHECIMENTO. Korina Costa

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A IMAGEM COMO TRANSMISSORA DE CONHECIMENTO. Korina Costa"

Transcrição

1 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, A IMAGEM COMO TRANSMISSORA DE CONHECIMENTO Korina Costa Arquiteta e Urbanista, Especialista em Docência do Ensino Superior, Professora dos cursos de Arquitetura e Urbanismo; Técnologias e Design de Interiorer, UNOESTE, Presidente Prudente RESUMO Este artigo retrata parte do conteúdo proveniente de uma Pós graduação em Docência do Ensino Superior e visa explanar sobre o uso da imagem como recurso didático pedagógico, ponderando sobre seu uso da pré história aos dias atuais. Destacando, ainda, suas propriedades informativas, seus elementos de transmissão visual de conceitos e informações. Formula, para tanto, um paralelo entre a evolução histórica da educação e do uso da imagem na transmissão dos conhecimentos, seus signos, símbolos e referenciais socioculturais, de um determinado povo, em um determinado momento da história e a relação evolutiva dos mesmos. Assim como as novas tendências pedagógicas para o professor universitário do século vinte e um, mais especificamente na sua aplicabilidade para as disciplinas de Teoria, História da Arte e da Arquitetura, ministradas no Curso de Arquitetura e Urbanismo. Palavras chave: história, arte, imagem, conhecimento, informação. INTRODUÇÃO Este artigo resulta das ponderações decorrentes de uma monografia desenvolvida para a finalização de um Pós Graduação, em Docência do Ensino Superior, na qual apresenta a influência da utilização da imagem como ferramenta de ensino e de aprendizagem de um determinado conteúdo programático, destacando a sua relevância no processo de ensino e aprendizagem, através da observação dos elementos fundamentais para o entendimento da forma e do espaço, vivenciada pelo homem, inserida em um contexto e executada através de uma tecnologia. O que se evidencia com a observação da utilização da imagem, mesmo que intuitivamente. Dentro deste contexto, objetiva se abordar a temática do uso da imagem no processo de ensino e aprendizagem, devido à sua relevância para a transmissão de conhecimento, desde os primórdios, passando pela Antiguidade, pela Idade Média e pelo Renascimento até se alcançar a modernidade, destacando para cada um destes momentos, algumas maneiras de se utilizar dos elementos visuais na transmissão de conteúdos e conhecimento, para culminar na valorização da transmissão dos conhecimentos de maneira direta, clara e objetiva, nas disciplinas de História da Arte e da Arquitetura. METODOLOGIA Através de análise do uso da imagem na história, desde as primeiras inscrições rupestres

2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, até as tendências de liberdade formal modernistas do abstracionismo, será traçado um paralelo com o estudo da importância da imagem para a humanidade, promovendo para tanto um breve estudo sobre as principais características que a transmissão do conhecimento sofreu no decorrer da história, também abordado da pré história à contemporaneidade. O desenvolvimento do trabalho será finalizado buscando conceituar a respeito dos métodos e técnicas do aprendizado através da imagem, suas características cognitivas relevantes para a formação do entendimento de seus significados, sinais, símbolos e referenciais. Estima se que a presente pesquisa aponte para as vertentes que evidenciem a importância dos recursos visuais para o ensino e aprendizagem, não apenas para o universo pertencente aos estudantes de Arquitetura e Urbanismo, mas para qualquer perfil de aluno ou grau de formação, mesmo sendo este o foco principal da pesquisa. RESULTADO DO USO DA IMAGEM NA HISTÓRIA As marcas mais antigas deixadas pelos homens são imagens e datam ainda da pré história. Tais registros, aliados a outros que foram ocorrendo no decorrer dos séculos, servem de parâmetro para contarmos a história da humanidade e destacam a sua necessidade de expressão através das artes visuais, sejam elas com intenções ritualistas, informativas, religiosas, de registro histórico ou de livre expressão de sentimentos. O que evidencia que a arte é inerente ao ser humano, fazendo parte do seu cotidiano e revelando as marcas e características da cultura de um povo, nos possibilitando entender a imagem como uma forma de expressão e reconhecê la também pela denominação de arte, isto seja em qual for o período histórico. Dentre eles, pode se destacar alguns, entre os muitos momentos marcantes para a história e, através deles, evidencia mais facilmente o seu papel enquanto transmissor de informações, sendo eles a Pré história, a Antiguidade, a Antiguidade Clássica, a Idade Média, o Renascimento e a Modernidade. O que é evidenciado por Coli (1995, p. 11), A arte instala se em nosso mundo por meio do aparato cultural que envolve os objetos: o discurso, o local, as atitudes de admiração, etc.. Ainda na Pré história, desenhava se nas paredes das cavernas com intenções ritualistas de sobrevivência, onde o artista era tido como uma espécie de caçador, cujo traço evolutivo do Período denominado como Paleolítico (Figura 1) ao Neolítico (Figura 2), passa de uma grande preocupação com o detalhamento do animal retratado à abstração e estilização, vista a partir dos contornos.

3 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, Figura 1. Bizonte, caverna de Altamira Figura 2. Pintura rupestre, Tassili Fonte: PROENÇA, 2005, p. 12 Fonte: PROENÇA, 2005, p. 14 Em ambos evidencia se o desenho como única ferramenta para a transmissão do perfil ritualista, o que futuramente será definido como um mecanismo de transmissão de conhecimento. Os desenhos que se tornaram estilizados, passam cada vez mais a auxiliar as pessoas no registro das informações, assim, quando as junções desses desenhos conseguem simbolizar algo de forma escrita, deixamos de considerá los como pertencentes à Pré história e sim à Antiguidade. Na Antiguidade, observam se as civilizações mesopotâmica e egípcia, onde a evolução do desenho simbólico resultou em linguagens escritas bem definidas e desenvolvidas, servindo para registrar as informações a serem passadas para as futuras gerações, respectivamente Escrita Cuneiforme, desenvolvida principalmente sobre elementos de argila (Figura 3); e Hieróglifo (Figura 4), aparecendo em conjunto com as imagens, destacando assim que a arte e as escrituras se misturavam nas paredes dos templos, palácios e pirâmides, servindo para contar as passagens relevantes da vida das figuras importantes, como o faraó, sacerdotes e nobres. Figura 3. Registro da escrita cuneiforme Fonte: JANSON, 2001, p. 30 Fonte: GOITIA, 1996, p. 23 Figura 4. Hieróglifos Templo de Abu Simbell Na Antiguidade Clássica, a imagem também se relacionava à religiosidade, servindo para personificar figuras sagradas, como os deuses de sua mitologia, transmitindo, através de sua simetria e proporção, a beleza matemática, expressa em suas esculturas, pinturas e imponente arquitetura. Assim pode se destacar que as pinturas em cerâmica eram referenciadas como

4 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, elementos decorativos para a arquitetura, ostentando a temática mitológica, como total equilíbrio formal e harmônico entre desenhos, cores e posicionamentos das imagens, na obra de Exéquias, que se encontra no Museu Gregoriano Etrusco de Roma, na Itália (Figura 5), observa se o traçado e o referencial didático da mesma, que retrata uma atividade comum pelos gregos. Os romanos também utilizavam as artes para contar a sua história, com intuito militarista, destacando se assim as figuras importantes no comando do Império e o registro de suas conquistas heróicas (Figura 6). Figura 5. Ânfora de Aquiles e Ajáx jogando Figura 6. Detalhe da Coluna de Trajano Fonte: PROENÇA, 2005, p. 32 Fonte: PROENÇA, 2005, p. 38 Dando continuidade à caminhada pela história, não há como não destacar a passagem da Antiguidade Clássica para a Idade Média, o que é resultado das marcas deixadas por Jesus Cristo e a criação do Cristianismo, dividindo a história entre antes de Cristo (a.c.) e depois de Cristo (d.c.). Após a morte de Jesus, seus seguidores continuaram a sofrer perseguições dos romanos, estes de característica religiosa politeísta. Os cristãos, em busca da continuidade de sua crença e do exercício da sua fé, passam a utilizar locais escondidos, as chamadas Catacumbas, onde através de figuras simbólicas puderam deixar seus registros e promover, através dos mesmos a disseminação do conhecimento para o seu povo predominantemente analfabeto (Figura 7 e figura 8). Tais imagens ocupavam as paredes das Catacumbas, servindo não apenas para registrar o ideário cristão, mas também para contar as passagens bíblicas e os ensinamentos, servindo como ferramenta catequizadora, pois como a maioria dos fiéis era composta por analfabetos, a imagem assume o papel de transmissora de conhecimentos.

5 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, Figura 7. Monograma cristão primitivo Figura 8. Peixe e pão, Catacumba de São Calixto Fonte: JANSON, 2003, p. 89 Fonte: JANSON, 2003, p. 92 Com a separação do Império Romano entre do Oriente e Ocidente, dá se início da Idade Média, quando neste o feudalismo, por outro lado, o Império Romano do Oriente mantêm se forte e persiste até 1495, quando sua capital, Constantinopla, é tomada pelos turcos otomanos, até então se destaca pela sua imponente e rica arquitetura Bizantina. Onde através dos mosaicos, ricos em detalhamento e uso de pedras preciosas, pode se observar uma continuidade da intenção informativa, pertencente ao período Paleo Cristão. Assim como na busca em colocar a figura do Imperador Justiniano, como santo, pela sua relevância para o cristianismo, retratando o com uma auréola sobre a cabeça, como ocorria com as figuras santas, ressaltando assim a importância da imagem como formadora de opinião, e colocando o imperador como representante de Deus na Terra (Figura 9), característica esta que não caracterizava os Imperadores Romanos, até então. Figura 9. Mosaico do Imperador Justiniano, Catedral de Santa Sofia Fonte: GOITIA, 1996, vol. 1. p. 86 A partir da segunda metade do século XII, dá se inicio à construção de igrejas majestosas e imponentes, demarcada pela verticalidade e elementos pontiagudos que direcionam para o céu, este estilo arquitetônico é chamado de Gótico, cujas janelas e rosáceas, fechadas em vitrais, eram utilizadas para catequizar, contendo imagens de passagens bíblicas, abordando o efeito ótico da

6 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, transparência e do jogo de luz, provenientes dos vidros coloridos (Figura 10). Figura 10. Rosácea da catedral de Notre Dame, Paris Fonte: GOITIA, 1996, vol 1. p. 96 Ching (2008, p. 374), diz que: [...] a arquitetura ao combinar forma e espaço em uma única essência, não apenas facilita o propósito como comunica significado. A arte da arquitetura torna nossa existência não só visível, mas significativa. Futuramente o Renascimento representará um novo contexto para a humanidade, que coloca o homem como o centro do universo, o que se expressa em diversas áreas, que vão das ciências às artes, baseadas nos preceitos do humanismo e classicismo. Onde o uso da imagem pela sociedade, ganha também a função técnica, através dos critérios e normatizações para a representação da arquitetura através de plantas, cortes, elevações e perspectivas (Figura 11), ressaltando a proximidade da arte e da arquitetura à ciência, pela exaltação da técnica, utilizando para tanto escalas de medidas que referenciem o desenho à medida real, proporcionando exatidões matemáticas nas áreas, larguras, alturas e profundidades. Figura 11. Perspectiva de Brunelleschi Fonte: JANSON, 2003, p. 233 Em meados do século XIX, os avanços da Revolução Industrial trouxeram mudanças em todas as áreas, e a imagem enquanto retratadora dos acontecimentos históricos e figuras de destaque na sociedade, muda de função, devido aos avanços com relação à utilização da maquina fotográfica, assim as artes passaram por uma reviravolta, onde o artista ganha uma maior liberdade criadora, podendo mostrar também uma visão pessoal sobre o mundo, expresso através das Vanguardas modernistas. Tal liberdade figurativa moderna trouxe novos aspectos a serem

7 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, abordados pelas artes que, gradativamente, caminharam do figurativismo (Figura 12) ao abstracionismo (Figura 13). Figura 13. Arte abstrata, Kandinsky Fonte: JANSON, 2003, p. 185 Após esta ligeira explanação sobre o uso da imagem na história, pode se afirmar que a mesma é uma importante ferramenta didático pedagógica, que é indispensável para os estudos da arquitetura. Que aliada à fotografia e aos novos recursos audiovisuais, é impossível pensar em se falar da história da arquitetura sem a utilização das imagens, pois promovem o esclarecimento visual dos alunos, que podem mais facilmente relacionar as informações teóricas às imagens observadas e assim promover mais facilmente assimilação dos conteúdos, promovendo para a melhoria da aprendizagem dos mesmos. DISCUSSÃO O estudo da imagem enquanto recurso gerador de conhecimento visa promover futuras discussões sobre sua abordagem no dia a dia de sala de aula, colocando em foco as disciplinas que necessitam dela como ferramenta geradora da transmissão de conhecimento, destacando a sua fundamental participação, por permitir a ralação visual entre o interlocutor e seus observadores, para que a abordagem teórica se distancie das visões pessoais e da subjetividade do imaginário individual. Cujos conceitos da Gestalt e do Design Instrucional, podem vir a contribuir para a utilização das imagens e das novas tecnologias relativas aos recursos audiovisuais e da internet, estimando facilitar a transmissão cós conceitos teóricos e contribuir para um maior interesse dos mesmos por parte dos alunos. CONCLUSÃO Após o estudo sobre o uso da imagem desde os primórdios até os dias atuais, pôde se destacar a sua importância enquanto ferramenta para a troca de informações entre as gerações,

8 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, sua relação com a história da educação e as mais novas abordagens apresentadas para o aproveitamento da mesma como recurso didático pedagógico. Tal ferramenta oferece grandes possibilidades de aproveitamento, seja em qual for o nível de instrução ao qual ela seja aplicada, pois, como foi ressaltado anteriormente, faz parte da natureza humana apropriar se da visão e em consequência disso, das imagens circundantes para entender e dialogar com o mundo à sua volta. Desta maneira, podemos dizer que o professor do século XXI deve estar comprometido com o conhecimento da realidade dos seus alunos, seu campo de interesse e suas aptidões, para usufruir disso como ferramentas de abordagem pedagógica. Além do aprimoramento de sua capacitação, das propostas pertinentes ao planejamento que, por sua vez, deve vislumbrar as demais interconexões possíveis e necessárias entre outras disciplinas. Estando, assim, aberto a reflexões, transformações e trocas de conhecimento, visando à promoção de um sistema de ensino que vislumbre a formação de indivíduos pensantes, que venham a contribuir positivamente com os anseios da sociedade. REFERÊNCIAS CHING. F. Arquitetura: forma, espaço e ordem. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, EVENS, B. Teoria da arquitetura: do Renascimento aos nossos dias. Lisboa: Taschen, p FILATRO, A. Designer Instrucional contextualizado: educação e tecnologia. São Paulo: SENAC, FRUTIGER, A. Sinais & Símbolos: desenho, projeto e significado. São Paulo: Martins Fontes, GOITIA, C. História geral da arte: arquitetura. Espanha: Del Prado, (Série: Arquitetura, escultura, pintura, artes decorativas. v. 1, 2, 3, 4, 5) GOMES, J. Gestalt do objeto. São Paulo: Escrituras, JANSON, H. História geral da arte. São Paulo: Martins fontes, LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informação. Rio de Janeiro: Editora 34, PROENÇA, G. História da arte. São Paulo: Ática, ROSA, M. A história da educação através dos textos. São Paulo: Cultrix, SANTOS, M. História da arte. São Paulo: Ed. Ática, p. 16 ed.

9 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, Descobrindo a História da Arte. 1 ed. São Paulo: Ática, p. ZEVI, B. Saber ver a arquitetura. São Paulo: WMF Martins Fontes, p ed.

Arte Cristã Primitiva

Arte Cristã Primitiva Arte Cristã Primitiva 1º Ano 1º Bimestre 2015 A clandestinidade Dois Momentos 1º - Clandestino e perseguidos pelos romanos 2 - Aceitação da religião cristã Os primeiros cristãos de origem humilde, reuniam-se

Leia mais

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I 15201-04 Introdução ao Estudo da História Introdução ao estudo da constituição da História como campo de conhecimento, ao longo dos séculos XIX e XX,

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

Antiguidade século IV. Arte Bizantina

Antiguidade século IV. Arte Bizantina Antiguidade século IV Arte Bizantina Na Antiguidade, além da arte Egípcia e Grega, também encontram-se a Romana, Paleocristã e Bizantina... Enquanto os romanos desenvolviam uma arte colossal e espalhavam

Leia mais

O CIRCO E OS DIREITOS HUMANOS

O CIRCO E OS DIREITOS HUMANOS O CIRCO E OS DIREITOS HUMANOS Evandro Marcelo da Silva 1 - PUCPR Kauana Domingues 2 PUCPR Edinéia Aranha 3 Grupo de Trabalho Educação e Direitos Humanos Agência Financiadora: não contou com financiamento

Leia mais

4ª FASE. Prof. Amaury Pio Prof. Eduardo Gomes

4ª FASE. Prof. Amaury Pio Prof. Eduardo Gomes 4ª FASE Prof. Amaury Pio Prof. Eduardo Gomes Unidade I Tempo, espaço, fontes históricas e representações cartográficas. 2 Aula 1.1 Conteúdo O que é História I? 3 Habilidade Compreender o estudo da História

Leia mais

Ficha de Arte I Trimestre

Ficha de Arte I Trimestre ALUNO: Nº - ANO - TURMA - DATA \ \ 201 Profª Ana Lúcia Leal Ficha de Arte I Trimestre Arte Gótica ou Medieval Estilo artístico desenvolvido na Europa Ocidental, a arte gótica está diretamente ligada ao

Leia mais

DAS ARTES. 1º semestre / 2012. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com

DAS ARTES. 1º semestre / 2012. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com ESTÉTICA TICA E HISTÓRIA DAS ARTES 1º semestre / 2012 Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão masiscao@hotmail.com 1 Pré História PRÉ-HIST HISTÓRIA 2 Pré História PALEOLÍTICO (35mil anos atrás) Datam

Leia mais

Neoclassicismo. Segundo a leitura acima analise os itens e marque uma ÚNICA alternativa:

Neoclassicismo. Segundo a leitura acima analise os itens e marque uma ÚNICA alternativa: Neoclassicismo Questão 01 De acordo com a tendência neoclássica, uma obra de arte só seria perfeitamente bela na medida em que imitasse não as formas da natureza, mas as que os artistas clássicos gregos

Leia mais

Arte Românica e Gótica. 6º Ano 2015 Artes Professor Juventino

Arte Românica e Gótica. 6º Ano 2015 Artes Professor Juventino Arte Românica e Gótica 6º Ano 2015 Artes Professor Juventino Arte Românica O estilo românico germinou, desde o final do século X até XIII. Sua denominação foi dada por arqueólogos do século XIX, quando

Leia mais

ARTE: DA GALERIA À SALA DE AULA

ARTE: DA GALERIA À SALA DE AULA 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( X ) CULTURA ARTE: DA GALERIA À SALA DE AULA BASTIANI, Ana Claudia 1 ANDRADE JÚNIOR, Anselmo Rodrigues de 2 PAZ, Wilton 3 RESUMO Com o objetivo

Leia mais

NEJAD EXAME SUPLETIVO 2016 ENSINO FUNDAMENTAL DISCIPLINA DE ARTE

NEJAD EXAME SUPLETIVO 2016 ENSINO FUNDAMENTAL DISCIPLINA DE ARTE NEJAD EXAME SUPLETIVO 2016 ENSINO FUNDAMENTAL DISCIPLINA DE ARTE ARTE RUPESTRE Arte rupestre é o nome da mais antiga representação artística da história do homem. Os mais antigos indícios dessa arte são

Leia mais

COLÉGIO CEC CENTRO EDUCACIONAL CIANORTE ED. INFANTIL, ENS. FUNDAMENTAL E MÉDIO - SISTEMA ANGLO DE ENSINO. Aluno (a): Série:

COLÉGIO CEC CENTRO EDUCACIONAL CIANORTE ED. INFANTIL, ENS. FUNDAMENTAL E MÉDIO - SISTEMA ANGLO DE ENSINO. Aluno (a): Série: COLÉGIO CEC CENTRO EDUCACIONAL CIANORTE ED. INFANTIL, ENS. FUNDAMENTAL E MÉDIO - SISTEMA ANGLO DE ENSINO Aluno (a): Série: Nº. Data: / /2012 Professor(a): Rosilene Ardengui 7º Ano CALIGRAFIA TÉCNICA OU

Leia mais

22/04/2015. Publicidade Gráfica. Tipografia. Você sabe qual a importância da Tipografia no mundo em que vivemos?

22/04/2015. Publicidade Gráfica. Tipografia. Você sabe qual a importância da Tipografia no mundo em que vivemos? Publicidade Gráfica Tipografia Você sabe qual a importância da Tipografia no mundo em que vivemos? 1 Capa de Livro Capa de Revista 2 Cartaz Pôster de Filme 3 Grafitte 4 A tipografia do grego typos = forma

Leia mais

O ENSINO DE GEOGRAFIA: O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS. Danielli da Silva Almeida Universidade Estadual de Londrina danii-geo@hotmail.

O ENSINO DE GEOGRAFIA: O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS. Danielli da Silva Almeida Universidade Estadual de Londrina danii-geo@hotmail. O ENSINO DE GEOGRAFIA: O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS Danielli da Silva Almeida Universidade Estadual de Londrina danii-geo@hotmail.com RESUMO Este artigo tem como objetivo refletir sobre as abordagens do

Leia mais

QUADRO DE EQUIVALENTES, CONTIDAS E SUBSTITUTAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO

QUADRO DE EQUIVALENTES, CONTIDAS E SUBSTITUTAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO 28380 Antropologia Teológica A 1 34 28380 Antropologia Teológica A 1 34 A partir de conceitos teológicos, estimula o aluno a problematizar e analisar, criticamente, Equivalente Estuda a cultura humana,

Leia mais

A designação "Românico" é uma convenção do século XIX e significa "semelhante ao Romano. Termo usado originalmente para a arquitetura se referia à

A designação Românico é uma convenção do século XIX e significa semelhante ao Romano. Termo usado originalmente para a arquitetura se referia à ARTE NA IDADE MÉDIA ARTE ROMÂNICA A designação "Românico" é uma convenção do século XIX e significa "semelhante ao Romano. Termo usado originalmente para a arquitetura se referia à semelhança entre as

Leia mais

PINTURA COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO À INTERPRETAÇÃO TEXTUAL

PINTURA COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO À INTERPRETAÇÃO TEXTUAL PINTURA COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO À INTERPRETAÇÃO TEXTUAL NASCIMENTO, Edna Ranielly do. niellyfersou@hotmail.com CABRAL, Juliana da Silva. julianacabralletras@hotmail.com SILVA, Jobson Soares da. PIBIC/Universidade

Leia mais

Arte Romana. 1º Ano Artes. Professor Juventino 2015

Arte Romana. 1º Ano Artes. Professor Juventino 2015 Arte Romana 1º Ano Artes Professor Juventino 2015 Arte Romana A soberania do Império Romano, sem paralelos na história, estendia-se da Espanha ao sul da Rússia, da Inglaterra ao Egito e em seu apogeu absorveu

Leia mais

Arte medieval. A Igreja Militante ESTILO ROMÂNICO. Características gerais

Arte medieval. A Igreja Militante ESTILO ROMÂNICO. Características gerais ESTILO ROMÂNICO Arte medieval ESTILO ROMÂNICO ESTILO GÓTICO - Baixa Idade Média (séculos XI e XII); - Estilo pouco homogêneo, que varia de região para região, no entanto, esse estilo apresenta uma unidade

Leia mais

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL DISCIPLINA: ARTE PROFESSORA: Cristiana de Souza DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 6º ANO TURMA: ALUNO (A): RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL Nº: 01.

Leia mais

Arte Pré Histórica Bisão da Gruta de Altamira Bisão da Gruta de Altamira Réplica Museu Arqueológico Nacional da Espanha Espanha

Arte Pré Histórica Bisão da Gruta de Altamira Bisão da Gruta de Altamira Réplica Museu Arqueológico Nacional da Espanha Espanha Estes textos são produzidos sob patrocínio do Departamento Cultural da Clínica Naturale.Direitos são reservados. A publicação e redistribuição de qualquer conteúdo é proibida sem prévio consentimento.

Leia mais

ARTE 2º. TRIMESTRE/14

ARTE 2º. TRIMESTRE/14 ARTE 2º. TRIMESTRE/14 IDADE MÉDIA ARTE ROMÂNICA Estilo de arte e arquitetura que prevaleceu na maior parte da Europa nos séculos XI e XII, sendo o primeiro estilo a atingir maior expressão internacional;

Leia mais

CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS

CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS AUTORIZAÇÃO: Decreto Federal nº 73.259/73 RECONHECIMENTO: Decreto Estadual nº 711/2011 PERÍODO DE CONCLUSÃO: Mínimo: 4 anos / Máximo: 7 anos NÚMERO DE VAGAS: 20 vagas

Leia mais

ARTES AVALIAÇÃO. Aula 3.2 - AVALIAÇÃO

ARTES AVALIAÇÃO. Aula 3.2 - AVALIAÇÃO Aula 3.2-2 1. A Anunciação é uma das obras mais conhecidas de Leonardo da Vinci. Feita por volta do ano de 1472, ela retrata uma das cenas bíblicas mais famosas de todos os tempos. Escreva nas linhas abaixo

Leia mais

Colégio Pedro II Departamento de Desenho e Artes Visuais

Colégio Pedro II Departamento de Desenho e Artes Visuais Colégio Pedro II Departamento de Desenho e Campus São Cristóvão II Coordenador pedagógico de Disciplina: Shannon Botelho 7º ano. TURMA: NOME: nº ARTE PÁLEO-CRISTÃ OU DAS CATACUMBAS Surgiu com os primeiros

Leia mais

RENASCIMENTO ITALIANO

RENASCIMENTO ITALIANO ARTES / 2º ANO PROF.MÍLTON COELHO RENASCIMENTO ITALIANO Contexto histórico O termo significa reviver os ideais greco-romanos; na verdade o Renascimento foi mais amplo, pois aumentou a herança recebida

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN 514502 INTRODUÇÃO AO DESIGN Conceituação e história do desenvolvimento do Design e sua influência nas sociedades contemporâneas no mundo e no Brasil.

Leia mais

Disciplina: História das Artes Visuais 2º semestre 2015. Curso: Bacharelado em Expressão Gráfica. Professora: Vaz

Disciplina: História das Artes Visuais 2º semestre 2015. Curso: Bacharelado em Expressão Gráfica. Professora: Vaz Disciplina: História das Artes Visuais 2º semestre 2015 Curso: Bacharelado em Expressão Gráfica Professora: Vaz EVOLUÇÃO DAS TÉCNICAS DE REPRESENTAÇÃO Mundo Antigo ARTE PRÉ-HISTÓRIA Paleolítico Aspecto

Leia mais

ARTE PALEOCRISTÃ PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS. Arte Paleocristã Arte Bizantina Arte Islâmica - ESPIRITUALIDADE

ARTE PALEOCRISTÃ PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS. Arte Paleocristã Arte Bizantina Arte Islâmica - ESPIRITUALIDADE Arte Paleocristã Arte Bizantina Arte Islâmica ARTE PALEOCRISTÃ ARTE PALEOCRISTÃ Também chamada de Arte das Catacumbas, desenvolveu-se dentro do Império Romano, quando surgiram os primeiros núcleos cristãos.

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação MANUAL DO CANDIDATO Pós-graduação Prezado(a) Candidato(a), Agradecemos o interesse pelos nossos cursos. Este manual contém informações básicas pertinentes ao curso, tais como: objetivos do curso e das

Leia mais

JOGOS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE MICOLOGIA NAS ESCOLAS

JOGOS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE MICOLOGIA NAS ESCOLAS JOGOS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE MICOLOGIA NAS ESCOLAS Sousa, N. D. C. (1) ; Macêdo, M. A. M. (1) ; Santos, K. N. C. (1) ; Oliveira, A. M. (1) ; Teixeira, R. C. S. (1) ; Rocha, J. R. S. (1) nayaradannielle@gmail.com

Leia mais

O USO DE TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DO CINEMA COMO FONTE HISTÓRICA Leandro Batista de Araujo* RESUMO: Atualmente constata-se a importância

O USO DE TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DO CINEMA COMO FONTE HISTÓRICA Leandro Batista de Araujo* RESUMO: Atualmente constata-se a importância O USO DE TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DO CINEMA COMO FONTE HISTÓRICA Leandro Batista de Araujo* RESUMO: Atualmente constata-se a importância e necessidade do uso de tecnologias no trabalho escolar

Leia mais

ARTE CIRCENSE E A EDUCAÇÃO

ARTE CIRCENSE E A EDUCAÇÃO ARTE CIRCENSE E A EDUCAÇÃO Magali Deckert Arndt 1 Noemi Boer 2 Marjorie Dariane da Silva Machado³ Ingrid Mello 4 INTRODUÇÃO O teatro é uma das mais antigas manifestações culturais do homem e o tem acompanhado

Leia mais

ARTES PLÁSTICAS (BACHARELADO)

ARTES PLÁSTICAS (BACHARELADO) assinatura do(a) candidato(a) Admissão por Transferência Facultativa 2. a Transferência Facultativa/2010 ARTES PLÁSTICAS (BACHARELADO) Segunda Etapa Prova Dissertativa LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

Leia mais

TEXTURAS E SENSAÇÕES COM PINTURAS DE AMILCAR DE CASTRO: REFLEXÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA EDUCAÇÃO INFANTIL.

TEXTURAS E SENSAÇÕES COM PINTURAS DE AMILCAR DE CASTRO: REFLEXÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA EDUCAÇÃO INFANTIL. TEXTURAS E SENSAÇÕES COM PINTURAS DE AMILCAR DE CASTRO: REFLEXÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA EDUCAÇÃO INFANTIL. Arachele Maria Santos 1 Maria Joseilda da Silva Oliveira 2 RESUMO Este projeto

Leia mais

2014/2015. História da Cultura e das Artes ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA. Curso Profissional de Técnico de Turismo 2º Ano

2014/2015. História da Cultura e das Artes ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA. Curso Profissional de Técnico de Turismo 2º Ano . ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA História da Cultura e das Artes Curso Profissional de Técnico de Turismo 2º Ano Planificação a Médio e Longo Prazo 2014/2015 1 -FINALIDADES DA DISCIPLINA: Preservar e cultural;

Leia mais

A arte da Europa Ocidental no início da Idade Média

A arte da Europa Ocidental no início da Idade Média Natal, RN / /2014 ALUNO: Nº SÉRIE/ANO: TURMA: TURNO: 7º D V DISCIPLINA: TIPO DE ATIVIDADE: PROFESSOR (A): HISTÓRIA DA ARTE TEXTO COMPLEMENTAR - III 1º trimestre TATIANE A arte da Europa Ocidental no início

Leia mais

TEATRO NA ESCOLA: LINGUAGENS E PROCESSO CRIATIVO

TEATRO NA ESCOLA: LINGUAGENS E PROCESSO CRIATIVO TEATRO NA ESCOLA: LINGUAGENS E PROCESSO CRIATIVO Pedro Carlos de Aquino OCHÔA (UEM) Regina Lúcia MESTI (UEM) ISBN: 978-85-99680-05-6 REFERÊNCIA: OCHÔA, Pedro Carlos de Aquino; MESTI, Regina Lúcia. Teatro

Leia mais

Arte na antiguidade: Roma. Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr. http://www.mural-2.com

Arte na antiguidade: Roma. Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr. http://www.mural-2.com Arte na antiguidade: Roma Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr. http://www.mural-2.com INFLUÊNCIAS: arte etrusca - voltada para a expressão da arte vivida (destaque para o uso de arcos e abóbadas nas construções)

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE-EDUCAÇÃO

PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE-EDUCAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE-EDUCAÇÃO Instituição Certificadora: FALC Amparo Legal: Resolução CNE CES 1 2001 Resolução CNE CES 1 2007 Lei nº 11.769 Carga Horária: 460h Período de Duração: 12 meses (01 ano) Objetivos:

Leia mais

VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA

VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA 1 VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA Curitiba PR Maio 2014 Alexandre Oliveira Universidade Positivo Online alexandre@alexandreoliveira.com Pâmella de Carvalho Stadler Universidade

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

PAINEL GURUPI COMICS ESTÓRIAS DE GURUPI

PAINEL GURUPI COMICS ESTÓRIAS DE GURUPI PAINEL GURUPI COMICS ESTÓRIAS DE GURUPI João Paulo de Oliveira Maciel Graduando do Curso de Licenciatura em Artes Cênicas IFTO Prof. Pablo Marquinho Pessoa Pinheiro (Orientador) Instituto Federal de Educação,

Leia mais

O JOGO DIDÁTICO NA TRILHA DA SAÚDE : CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA TEMÁTICA DIETA, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE NO ENSINO DE CIÊNCIAS.

O JOGO DIDÁTICO NA TRILHA DA SAÚDE : CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA TEMÁTICA DIETA, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE NO ENSINO DE CIÊNCIAS. O JOGO DIDÁTICO NA TRILHA DA SAÚDE : CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA TEMÁTICA DIETA, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE NO ENSINO DE CIÊNCIAS. Andressa Luíssa França Borralho (Licenciando em Ciências da Natureza - UFPI),

Leia mais

Curso Técnico Integrado em Comunicação Visual CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE MATRIZ CURRICULAR. Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h

Curso Técnico Integrado em Comunicação Visual CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE MATRIZ CURRICULAR. Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h Curso Técnico Integrado em Comunicação Visual CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE MATRIZ CURRICULAR Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h Introdução à Comunicação Visual 40 horas Não tem Desenho I 40 horas Não

Leia mais

Antropocentrismo (do grego anthropos, "humano"; e kentron, "centro") é uma concepção que considera que a humanidade deve permanecer no centro do

Antropocentrismo (do grego anthropos, humano; e kentron, centro) é uma concepção que considera que a humanidade deve permanecer no centro do ARTE GÓTICA A Arte Gótica se desenvolveu na Europa entre os séculos XII e XV e foi uma das mais importantes da Idade Média, junto com a Arte Românica. Ela teve grande influencia do forte Teocentrismo (O

Leia mais

Curso: Estudos Sociais Habilitação em História. Ementas das disciplinas: 1º Semestre

Curso: Estudos Sociais Habilitação em História. Ementas das disciplinas: 1º Semestre Curso: Estudos Sociais Habilitação em História Ementas das disciplinas: 1º Semestre Disciplina: Introdução aos estudos históricos Carga horária semestral: 80 h Ementa: O conceito de História, seus objetivos

Leia mais

Pré-História Período Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada Período Neolítico ou Idade da Pedra Polida Período da Idade dos Metais Egito

Pré-História Período Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada Período Neolítico ou Idade da Pedra Polida Período da Idade dos Metais Egito Pré-História Podemos definir o período da Pré-História como uns períodos mais longos da história do homem em relação às artes. Para ajudar-nos no entendimento deste período da humanidade, vamos dividi-los

Leia mais

BREDA, Mauro; GALATTI, Larissa; SCAGLIA, Alcides José; PAES, Roberto Rodrigues. Pedagogia do esporte aplicada às lutas. São Paulo: Phorte, 2010.

BREDA, Mauro; GALATTI, Larissa; SCAGLIA, Alcides José; PAES, Roberto Rodrigues. Pedagogia do esporte aplicada às lutas. São Paulo: Phorte, 2010. 167 Armando Lourenço Filho BREDA, Mauro; GALATTI, Larissa; SCAGLIA, Alcides José; PAES, Roberto Rodrigues. Pedagogia do esporte aplicada às lutas. São Paulo: Phorte, 2010. Pedagogia do esporte aplicada

Leia mais

IDADE MÉDIA ARTE GÓTICA

IDADE MÉDIA ARTE GÓTICA IDADE MÉDIA ARTE GÓTICA A partir do século XII, após as cruzadas, tem início na Europa uma economia fundamentada no comércio. Isso faz com que o centro da vida social se desloque do campo para a cidade

Leia mais

Ampliando o olhar sobre a Arte

Ampliando o olhar sobre a Arte Ampliando o olhar sobre a Arte A Arte reflete a história da humanidade. Desde as primeiras expressões artísticas (Arte rupestre) até os dias de hoje, podemos compreender o desenvolvimento do homem em cada

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL. DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III e IV ARTE

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL. DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III e IV ARTE CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL 2013 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III e IV ARTE OBJETIVOS GERAIS Desenvolver o pensamento artístico, estético e crítico; Estimular a percepção visual

Leia mais

DAS ARTES. 1º semestre / 2012 Aula 5 26/03/2012. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com

DAS ARTES. 1º semestre / 2012 Aula 5 26/03/2012. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com ESTÉTICA TICA E HISTÓRIA DAS S 1º semestre / 2012 Aula 5 26/03/2012 Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão masiscao@hotmail.com IDADE MÉDIA Idade Antiga (Antiguidade) Idade Média (Era Medieval) c ESCRITA

Leia mais

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Mara Pereira da Silva IFPA- CRMB pereiracantora1@hotmail.com RESUMO A pesquisa foi realizada mediante análise

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS OFERECIDAS NO CURSO DE PEDAGOGIA Catálogo 2012

EMENTAS DAS DISCIPLINAS OFERECIDAS NO CURSO DE PEDAGOGIA Catálogo 2012 EP107 Introdução à Pedagogia Organização do Trabalho Pedagógico Ementa: O objetivo das ciências da educação. O problema da unidade, especificidade e autonomia das ciências da educação. A educação como

Leia mais

MDI/EAD: olhando com olhos de águia... 1

MDI/EAD: olhando com olhos de águia... 1 MDI/EAD: olhando com olhos de águia... 1 Um dos fatores que mais influenciam a permanência do educando em uma iniciativa EAD é a qualidade dos materiais que lhe são postos à disposição: não podem apresentar

Leia mais

Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo.

Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo. Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo. Material referente ao texto do Módulo 3: Ações Básicas de Mobilização. O conhecimento da realidade é a base fundamental ao desenvolvimento social, que visa

Leia mais

RE-ENCONTRANDO COM O ENSINO DA ARTE EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO ENSINO FUNDAMENTAL

RE-ENCONTRANDO COM O ENSINO DA ARTE EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO ENSINO FUNDAMENTAL RE-ENCONTRANDO COM O ENSINO DA ARTE EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO ENSINO FUNDAMENTAL Joelma Cellin Escola Estadual de Ensino Fundamental Eliseu Lofego, Cachoeiro de Itapemirim-ES 1 INTRODUÇÃO Após um período

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA: DOCÊNCIA E GESTÃO EDUCACIONAL (Currículo iniciado em 2009)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA: DOCÊNCIA E GESTÃO EDUCACIONAL (Currículo iniciado em 2009) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA: DOCÊNCIA E GESTÃO EDUCACIONAL (Currículo iniciado em 2009) CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2171 C/H 102 Fundamentos e concepções sobre a organização curricular

Leia mais

Criar é arte, desenhar faz parte

Criar é arte, desenhar faz parte Criar é arte, desenhar faz parte E.E. Adelaide Maria de Barros Sala 5 Sessão 1 Professor(es) Apresentador(es): Paula Peres dos Santos Cruz Realização: Foco Desenhos gráficos, técnicas diferenciadas, desenvolvimento

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

Unidade I Grandes civilizações antigas. Aula 1.1 Conteúdos: Apresentação do Plano didático pedagógico. A História como Ciência.

Unidade I Grandes civilizações antigas. Aula 1.1 Conteúdos: Apresentação do Plano didático pedagógico. A História como Ciência. Unidade I Grandes civilizações antigas. Aula 1.1 Conteúdos: Apresentação do Plano didático pedagógico. A História como Ciência. Habilidade: Aula de introdução e análise dos principais temas científicos

Leia mais

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann 1 DELIMITAÇÃO Ao abordarmos sobre as razões para ser um professor numa escola e falar sobre o amor de Deus, encontramos algumas respostas

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA E CULTURA POPULAR ATRAVÉS DA DANÇA

EDUCAÇÃO FÍSICA E CULTURA POPULAR ATRAVÉS DA DANÇA EDUCAÇÃO FÍSICA E CULTURA POPULAR ATRAVÉS DA DANÇA Maria do Patrocínio Freire Batista (UEPB)-patrícia.fb22@gmail.com Artur Albuquerque (UEPB) Julliana de Lucena Souto Marinho (UEPB) Thayse Borges Costa

Leia mais

Seminário do 16º COLE vinculado: 10

Seminário do 16º COLE vinculado: 10 Kelly Cristina Ducatti da Silva. Doutoranda UNICAMP/Campinas-SP, Professora do Ensino Fundamental (Prefeitura Municipal de Bauru) e Docente UNESP/BAURU kellyducatti@hotmail.com RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM

Leia mais

Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado

Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado Andréa Pereira de Souza Gestora da Formação Permanente na Secretaria Municipal de Educação do município de Mogi das Cruzes. Cintia

Leia mais

ARTE-EDUCADORES E EDUCAÇÃO MUSICAL: ANÁLISE DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MÚSICA NA REGIÃO DE GUARAPUAVA (PR)

ARTE-EDUCADORES E EDUCAÇÃO MUSICAL: ANÁLISE DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MÚSICA NA REGIÃO DE GUARAPUAVA (PR) ARTE-EDUCADORES E EDUCAÇÃO MUSICAL: ANÁLISE DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MÚSICA NA REGIÃO DE GUARAPUAVA (PR) Resumo GOMES, Érica Dias 1 - UNICENTRO Grupo de Trabalho Formação de professores e profissionalização

Leia mais

O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Luiz Carlos Chiofi Universidade Estadual de Londrina - PDE luizquinzi@seed.pr.gov.br Marta Regina Furlan

Leia mais

História da Cultura e das Artes

História da Cultura e das Artes Prova de Exame Nacional de História da Cultura e das Artes Prova 724 2013 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Para: Direção-Geral da Educação Inspeção-Geral de Educação e Ciência Direções Regionais de Educação

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS.

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. Maria da Conceição da Cruz (PIBIX/PIBID-UFS) marynni@hotmail.com Tayane dos Santos (PIBIX -UFS) tayaneyat@gmail.com Resumo:

Leia mais

HISTÓRIA DA ARTE Da Pré-história ao Barroco. Professora: Vanessa Oliveira Arte 1ª série Ensino Médio

HISTÓRIA DA ARTE Da Pré-história ao Barroco. Professora: Vanessa Oliveira Arte 1ª série Ensino Médio HISTÓRIA DA ARTE Da Pré-história ao Barroco Professora: Vanessa Oliveira Arte 1ª série Ensino Médio O contexto de uma imagem nos apresenta o cenário geral em que ela foi produzida, sua função e o impacto

Leia mais

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Autor (1)Suzânia Maria Pereira de Araújo; Autor (2) Eleilde de Sousa Oliveira; Orientador (1)Denise Silva

Leia mais

Arte Ensino Fundamental. Fase Final (6º a 9º ano)

Arte Ensino Fundamental. Fase Final (6º a 9º ano) Arte Ensino Fundamental Fase Final (6º a 9º ano) 2012 APRESENTAÇÃO Caro(a) professor(a), (...) Protege-me das incursões obrigatórias que sufocam o prazer da descoberta e com o silêncio ( intimamente sábio

Leia mais

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA Rogério Santos Grisante 1 ; Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: A prática da expressão corporal na disciplina de Artes Visuais no Ensino Fundamental II pode servir

Leia mais

I CFD. Área: ARTE Série: 6º ANO 1º TRIMESTRE ARTE VISUAL

I CFD. Área: ARTE Série: 6º ANO 1º TRIMESTRE ARTE VISUAL Série: 6º ANO 1º TRIMESTRE ARTE VISUAL. Arte Rupestre. Arte Africana. Arte Indígena Brasileira Valorizar o(s) autor (es) dos objetos culturais apreciados, conhecendo aspectos de suas principais obras;

Leia mais

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Unidade I Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Introdução A disciplina Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil tem o objetivo de provocar reflexões

Leia mais

CO011 ABORDAGEM AMBIENTAL NA VISITA DOS UNIVERSITÁRIOS AO ZOOLÓGICO DO PARQUE CYRO GEVAERD EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ, SC

CO011 ABORDAGEM AMBIENTAL NA VISITA DOS UNIVERSITÁRIOS AO ZOOLÓGICO DO PARQUE CYRO GEVAERD EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ, SC CO011 ABORDAGEM AMBIENTAL NA VISITA DOS UNIVERSITÁRIOS AO ZOOLÓGICO DO PARQUE CYRO GEVAERD EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ, SC ACHUTTI, Márcia R.G. 1 ; BRANCO, Joaquim Olinto 2 (1) Parque Cyro Gevaerd- Santur, Br

Leia mais

Revisão Arte 1 Ano Ensino Médio

Revisão Arte 1 Ano Ensino Médio Revisão Arte 1 Ano Ensino Médio Um olhar sobre a Arte/ Aprendendo a olhar as artes plásticas/ Arte pré-histórica: Paleolítico e Neolítico/ Arte no Brasil da pré-história Assim como o conceito de Arte,

Leia mais

ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO DE BIOLOGIA EM RELAÇÃO À ABORDAGEM DA TEMÁTICA LIXO

ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO DE BIOLOGIA EM RELAÇÃO À ABORDAGEM DA TEMÁTICA LIXO ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO DE BIOLOGIA EM RELAÇÃO À ABORDAGEM DA TEMÁTICA LIXO Jailane Araújo 1 Jeane Almeida 2 Letícia Brandão 3 Cintiane Cunha 4 RESUMO: O livro didático é muito utilizado por professores

Leia mais

Vários exemplos são apontados pelo Programa e mostram como a indústria se apropria da nanociência

Vários exemplos são apontados pelo Programa e mostram como a indústria se apropria da nanociência capa EDUCAÇÃO EM NANOCIÊNCIA E NANOTECNOLOGIA Programa apresenta aos alunos conceitos e inovações que irão prepará-los para uma nova dimensão IRIDESCÊNCIA Asa da borboleta A superfície da asa de uma borboleta

Leia mais

VERDADEIROS FALSOS CORRETA

VERDADEIROS FALSOS CORRETA Arte Pré-Histórica Questão 01 A religiosidade é um item de bastante relevância no estudo da arte na pré-história. Que alternativa abaixo marca CORRETAMENTE fatos que atestam esta realidade? a) ( ) As pinturas

Leia mais

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 2CTDAMT04.P A DEFINIÇÃO DA VOLUMETRIA NO PROJETO ARQUITETÔNICO Ana Carolina Marinho Ribeiro (2), Aluísia Márcia Fonseca de Lima (3) Centro de Tecnologia/ Departamento de Arquitetura/ MONITORIA Resumo O

Leia mais

LICENCIATURA DUPLA EM ESPANHOL E PORTUGUES E RESPECTIVAS LITERATURAS

LICENCIATURA DUPLA EM ESPANHOL E PORTUGUES E RESPECTIVAS LITERATURAS LICENCIATURA DUPLA EM ESPANHOL E PORTUGUES E RESPECTIVAS LITERATURAS Curso 1/20D Ingresso a partir de 2007 NÍVEL I Introdução à Pesquisa em Letras Codicred: 1216A-02 Ementa: Compreensão da linguagem como

Leia mais

HISTÓRIA - 6º AO 9º ANO

HISTÓRIA - 6º AO 9º ANO A FORMAÇÃO DO CURRÍCULO DA REDE O solicitou-nos uma base para colocar em discussão com os professores de história da rede de São Roque. O ponto de partida foi a grade curricular formulada em 2008 pelos

Leia mais

O que é desenho técnico

O que é desenho técnico A U L A O que é desenho técnico Introdução Quando alguém quer transmitir um recado, pode utilizar a fala ou passar seus pensamentos para o papel na forma de palavras escritas. Quem lê a mensagem fica conhecendo

Leia mais

UMA PROPOSTA DE EMPREENDEDORISMO E INSERÇÃO SOCIAL FEMININA: Projeto Paidéia em Campo Mourão

UMA PROPOSTA DE EMPREENDEDORISMO E INSERÇÃO SOCIAL FEMININA: Projeto Paidéia em Campo Mourão UMA PROPOSTA DE EMPREENDEDORISMO E INSERÇÃO SOCIAL FEMININA: Projeto Paidéia em Campo Mourão Eva Simone de Oliveira (acadêmica) e-mail: UNESPAR/Campo Mourão e- mail: Claudia Priori (Orientadora) INTRODUÇÃO

Leia mais

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005.

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. 1 RESENHA Mónica Santos Pereira Defreitas 1 SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. O livro de Lúcia Santaella, Por que as comunicações e as artes estão

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Educação matemática, Matemática financeira, Pedagogia Histórico-Crítica

RESUMO. Palavras-chave: Educação matemática, Matemática financeira, Pedagogia Histórico-Crítica POSSIBILIDADES DIDATICO-PEDAGÓGICAS NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA: UMA PROPOSTA ENTRE DOMÍNIOS DE CONHECIMENTOS NA ESCOLA ESTADUAL INDIGENA CENTRAL EDUCAÇÃO BÁSICA KĨSÊDJÊ Rosimeyre Gomes da Silva

Leia mais

BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NOS ANOS INICIAIS: UMA PERSPECTIVA INTERGERACIONAL

BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NOS ANOS INICIAIS: UMA PERSPECTIVA INTERGERACIONAL BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NOS ANOS INICIAIS: UMA PERSPECTIVA INTERGERACIONAL RESUMO Luana da Mata (UEPB) 1 Patrícia Cristina de Aragão Araújo (UEPB) 2 Este artigo tem como objetivo refletir como as brincadeiras

Leia mais

CAPÍTULO 03 ARQUITETURA GÓTICA

CAPÍTULO 03 ARQUITETURA GÓTICA CAPÍTULO 03 72 ARQUITETURA GÓTICA 73 3.1. CONTEXTO HISTÓRICO-CULTURAL Trata-se de uma fase da história da arte ocidental, identificável por características muito próprias no contexto social, político e

Leia mais

12 DE JUNHO, DIA DE COMBATE A EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PIBID DE GEOGRAFIA

12 DE JUNHO, DIA DE COMBATE A EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PIBID DE GEOGRAFIA 12 DE JUNHO, DIA DE COMBATE A EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PIBID DE GEOGRAFIA Resumo O presente trabalho tem como objetivo relatar uma experiência desenvolvida no Programa

Leia mais

Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem.

Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem. 1 Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem. Cristiane Vinholes Jacomelli Prof(a). Dr(a) Maria do Carmo de Sousa

Leia mais

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 975 O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Drielly Adrean Batista

Leia mais

OFICINAS DE APOIO PARA LEITURA E ESCRITA ATRAVÉS DA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA NA ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DA UFPB

OFICINAS DE APOIO PARA LEITURA E ESCRITA ATRAVÉS DA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA NA ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DA UFPB OFICINAS DE APOIO PARA LEITURA E ESCRITA ATRAVÉS DA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA NA ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DA UFPB CABRAL, Samara Pereira 1 ARAÚJO, Graciara Alves dos Santos 2 SOUSA, Maria do Desterro

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - CURSO DE FORMAÇÃO EM SHIATSU Por Márcia Gregato

UMA EXPERIÊNCIA DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - CURSO DE FORMAÇÃO EM SHIATSU Por Márcia Gregato UMA EXPERIÊNCIA DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - CURSO DE FORMAÇÃO EM SHIATSU Por Márcia Gregato Introdução Visando possibilitar uma visão global do processo de aprendizagem

Leia mais

Sugestões de avaliação. História 6 o ano Unidade 3

Sugestões de avaliação. História 6 o ano Unidade 3 Sugestões de avaliação História 6 o ano Unidade 3 5 Nome: Data: Unidade 3 1. Complete as sentenças a seguir. a) O termo Mesopotâmia, em grego, significa. b) O território mesopotâmico estava situado entre

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Cores, para que te quero?

Cores, para que te quero? Cores, para que te quero? Maria Helena da Silva LEAL Resumo O trabalho foi desenvolvido na Escola Estadual Marilene T. Longhim, com 36 crianças da 2ª série do ensino fundamental, com idades entre 7 e 9

Leia mais