OS PROJECTOS EDUCATIVOS A PARTIR DA CRECHE O Projecto Pedagógico na Creche. Maria Teresa de Matos

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1 OS PROJECTOS EDUCATIVOS A PARTIR DA CRECHE O Projecto Pedagógico na Creche Maria Teresa de Matos

2 Projecto Pedagógico de Sala Creche Princípios Orientadores Projecto Pedagógico de Sala * Projecto Curricular de sala Pre Escolar Orientações Curriculares Educação PE Projecto Curricular de Sala O trabalho desenvolvido em creche, dos 3 meses até as 3 anos é caracterizado por um conjunto de especificidades muito próprias, essencialmente porque recebe crianças muito pequeninas e com necessidades que passam por um conjunto de cuidados básicos essenciais ao seu desenvolvimento associados/integrados num conjunto de opções Prioridades Educativas Intencionalidade Educativa. É portanto necessário definir estratégias adequadas, que devem ser registadas no PROJECTO EDUCATIVO, NO PROJECTO PEDAGÓGICO um projecto vivo, reflectido, partilhado que possua as Orientações Educativas, claras, de acordo com as especificidades, do CONTEXTO EDUCATIVO onde são referidos Princípios de trabalho na Creche as vivências mais significativas.

3 Programa Textos contendo as orientações nacionais sobre objectivos, conteúdos e metodologias de aprendizagem. Umas das suas características é a prescrição, o carácter normativo e obrigatório das suas previsões. O conjunto de prescrições oficiais, relativamente ao ensino, emanado pelo poder central deste modo o programa reflecte o marco geral comum a que deve adequar-se o ensino (Zabalza, 1992). Projecto é uma intenção de transformação do real, guiada por uma representação do sentido dessa transformação que tem em conta as condições reais de modo a orientar uma actividade (Castoriadas, 1975, in Lopes da Silva, 1998) Plano é um momento técnico dessa actividade quando condições, objectivos e meios podem ser determinados com exactidão (...). O plano é apenas uma visão fragmentária e provisória do projecto (Castoriadas, 1975, in Lopes da Silva, 1998)

4 CRECHE ESTADO Alguns princípios fundamentais BEBÉ/S FAMILIAS BEBÉ/S CRIANÇAS É preciso triangular as estratégias, não só em termos de grande grupo, mas ainda face ao conhecimento de cada família, que é única, tem história e se relaciona de uma forma singular com o contexto educativo. Os graus e níveis de participação são muitos variados e não há uma medida única e normalizada. A perspectiva normativa deve ser contrariada e devem ser valorizados os modelos de relação de cada família, potenciando a sua efectividade e desenvolvimento

5 LEI BASES DO SISTEMA EDUCATIVO LEI QUADRO DA EDUCAÇÃO PRE ESCOLAR PROJECTO EDUCATIVO DE ESCOLA/ AGRUPAMENTO PROJECTO CURRICULAR DE ESCOLA/ AGRUPAMENTO PROJECTO CURRICULAR DE SALA/ TURMA = PROJECTO PEDAGÓGICO PROJECTO EDUCATIVO DO PRE ESCOLAR PROJECTO CURRICULAR DE SALA/ TURMA PROJECTO EDUCATIVO DE CRECHE PROJECTO PEDAGÓGICO DE SALA VISIBILIDADE NAS PRATICAS EDUCATIVAS

6 FASES DE CONSTRUÇÃO DE UM PROJECTO Fundamentação teórica (porquê as decisões tomadas) Planeamento (estrutura organizativa para as decisões tomadas) Implementação (execução como, quando, onde, ) Avaliação (informação sobre como, quando e onde as crianças aprendem )

7 Documentos Fundamentais Vivos, de fácil consulta, boa divulgação PEE - PROJECTO EDUCATIVO DE ESCOLA PROJECTO EDUCATIVO DE CRECHE PCE - Projecto Curricular de Escola PPS - PROJECTO PEDAGÓGICO DE SALA Operacionalização Através de registos diversos

8 Modelo de Qualidade Para Creches Como Referencial Trabalho em Creche possui uma forte componente de CUIDADOS associados a uma forte INTENCIONALIDADE EDUCATIVA. CRIANÇAS, FAMILIAS, CONTEXTOS EDUCATIVOS Projecto Educativo de Instituição Projecto Educativo por Valência Por exemplo CRECHE Plano de Actividades Projecto Pedagógico de Sala Colectivo /grupo PID Plano Desenvolvimento. Individual

9 Definições de Projecto: * o que temos intenção de fazer num futuro mais ou menos próximo. * imagem de uma situação, de um estado que pensamos alcançar. Tudo aquilo (fins e meios) que o homem pretende modificar no mundo ou em si próprio em determinado sentido * plano para a realização de um acto; desígnio; representação; redacção provisória de uma medida qualquer; esboço; representação gráfica e escrita com orçamento de uma obra que se vai realizar; na filosofia existencial, aquilo para que tende o homem e é constitutivo do seu ser verdadeiro.

10 A primeira questão que se deve destacar para referenciar um projecto educativo é que este deverá ser o principal elemento identificador de uma escola. O projecto educativo pode ser, assim, comparável ao ideário da escola. Não se trata porém de um mero enunciado de princípios ou de objectivos. O projecto educativo é um elemento caracterizador de uma escola associado a um plano especificado de acção educativa e com elementos de realização (viáveis, pertinentes e adequados). Este deve ser baseado na realidade mas contendo o conjunto de aspirações que possibilitam a realização dos ideais. A escola tem um conjunto de elementos identificadores: história; aspecto físico; inserção social, cultural e temporal; um conjunto de orgãos interactivos que lhe permite realizar todas as suas funções, objectivos a atingir, modos de relacionamento com os elementos institucionais e humanos; e, um projecto de vida, com princípios e valores Projecto Educativo.

11 É na adopção do seu Projecto Educativo que a escola como um todo expressa correntemente a sua identidade e a sua autonomia entre o que é sugerido pelo Poder central e o que é considerado adequado ao contexto de inserção, aos alunos que se pretende formar e ao conjunto de aspirações e de práticas sociais e pedagógicas dos docentes. Um projecto educativo diz respeito à organização do estabelecimento de ensino e tem um âmbito mais alargado, implica todos os intervenientes que directa ou indirectamente têm a ver com a educação das crianças num determinado contexto organizacional: os profissionais que trabalham num ou vários estabelecimentos educativos, os pais, as instituições e serviços da comunidade que podem contribuir para as finalidades da escola,... O Projecto Educativo permite uma auto organização com a finalidade de responder às necessidades de desenvolvimento interno do estabelecimento, tendo em conta as necessidades da comunidade em que este se encontra inserido. Contribui para o desenvolvimento interno da instituição, engloba melhorias na organização e gestão e pretende melhorar toda a actividade que se relaciona com as crianças, os docentes e não docentes.

12 Alguns princípios fundamentais

13 A Creche constitui uma das primeiras experiências da criança num sistema organizado, exterior ao seu círculo familiar, onde irá ser integrada e no qual se pretende que venha a desenvolver determinadas competências e capacidades. Por diferentes motivos inerentes à sociedade actual, a família já não consegue realizar sozinha a tarefa de educar uma criança, como tradicionalmente acontecia. Numa sociedade, onde cada vez é maior o número de mulheres que trabalham a tempo inteiro, a efectiva partilha das tarefas do universo público e privado convida a que mulheres e homens dividam responsabilidades em matéria de educação dos filhos, competindo ainda, ao Estado e à sociedade civil proporcionar apoio e suporte às famílias.

14 Temos de compreender as formas como as crianças aprendem. Este é um processo complexo, em que se tem que promover um ambiente que facilite a brincadeira activa e de descoberta, a interacção, a exploração, a criatividade e a resolução de problemas por parte das crianças. Só desta forma é que elas poderão desenvolver o máximo das suas competências e capacidades. Assim: CUIDADOS BÁSICOS SEMPRE ASSOCIADOS/ARTICULADOS COM UMA INTENCIONALIDADE EDUCATIVA EXPRESSA EM DOCUMENTOS E PRINCIPALMENTE EM ACÇÕES E PRATICAS VISIVEIS DIARIAMENTE

15 Isto implica: Pensar a criança como um aprendiz efectivo e activo, que gosta de aprender; Criar um ambiente flexível e responsivo que possa ser adaptado imediatamente aos interesses e necessidades de cada criança, promovendo o acesso a um leque de oportunidades de escolhas e que lhe permita crescer confiante e com iniciativa; Estabelecer relações que encorajem a criança a participar de forma activa. Crianças muito novas aprendem melhor através de aprendizagens activas em que se encontrem envolvidas e que possuam significado para elas, pelo que a brincar será o melhor contexto em que estas crianças aprenderão;

16 Procurar conhecer o grupo de crianças pelo qual se encontra responsável, aprendendo a observar o seu comportamento e interacções; Estabelecer uma rotina diária consistente que reforce e valorize a continuidades. Desta forma, as crianças desenvolverão um sentimento de pertença a um ambiente que podem prever no seu quotidiano; Dinamizar oportunidades para que a criança possa comunicar os seus sentimentos e pensamentos (p.e. através da possibilidade de estar sozinha com o adulto de referência); Dispor de adultos que estão interessados e envolvidos na prestação dos cuidados à criança.

17 Documento reorganizado em Word GESTÃO DA QUALIDADE DAS RESPOSTAS SOCIAIS - CRECHE ELABORAÇÃO DO PROJECTO PEDAGÓGICO Considerações gerais A elaboração do Projecto Pedagógico para cada grupo de crianças deve ser adequado em termos linguísticos, sociais e culturais, procurando reconhecer as crianças como seres únicos e individuais. O estabelecimento ao estruturar e planificar o conjunto de actividades a realizar por cada grupo de crianças pertencentes a uma sala, deve ter em atenção os seguintes princípios/regras: Promover um conjunto de cuidados, de forma equilibrada e adequada ao nível da segurança, higiene e nutrição, promotoras do desenvolvimento global das crianças; Desenvolver condições adequadas de acordo com as características individuais de cada criança, recorrendo a diferentes estratégias tais como a experimentação, a inquirição e a observação de actividades/brincadeiras. Encorajar as crianças a explorarem o meio que as rodeia (p.e. aprender as funções dos objectos, a classificar objectos em grupos, a experimentar novos espaços e novos materiais, a colocar questões sobre o que as rodeia, a manter conversações com os colaboradores, a descobrir novas áreas como a linguagem e a desenvolver actividades criativas); Procurar promover um ambiente seguro e promotor do desenvolvimento de actividades/brincadeiras de exploração motora e sensorial por parte das crianças Características do espaço interior e exterior, Características do equipamento e material lúdico-pedagógico), respeitando as características individuais de cada uma e a sua tolerância face aos estímulos; Procurar assegurar, de forma equilibrada e adaptada às competências das crianças, ocasiões de brincar no interior e exterior do estabelecimento;

18 Documento reorganizado em Word GESTÃO DA QUALIDADE DAS RESPOSTAS SOCIAIS - CRECHE Estrutura 1 A - CONTEXTUALIZAÇÃO; B - PERÍODO A QUE SE REPORTA; C - CARACTERIZAÇÃO DO GRUPO DE CRIANÇAS A QUE SE DESTINA; D - CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA;

19 Estrutura 2 E DEFINIÇÃO DO PROJECTO PEDAGÓGICO Definição dos objectivos operacionais; Conjunto de estratégias e métodos para operacionalização desses objectivos; Plano de actividades Sócio-pedagógicas; Plano de Formação/Informação; F METODOLOGIA DE DIVULGAÇÃO DO PROJECTO PEDAGÓGICO G OBSERVAÇÕES

20 Documento reorganizado em Word GESTÃO DA QUALIDADE DAS RESPOSTAS SOCIAIS - CRECHE Plano de Actividades Sócio-pedagógicas que consiste no conjunto de actividades, estruturadas e espontâneas, adequadas a um determinado conjunto de crianças e nas quais se encontram subjacentes intenções educativas promotoras do desenvolvimento global de cada criança (físico, social, emocional, linguístico e cognitivo). Independentemente do currículo pedagógico adoptado pelo estabelecimento e de acordo com o grupo etário e respectivas competências das crianças a que se destina, a elaboração do Plano de Actividades Sócio-pedagógicas tem em consideração as diferentes áreas pertinentes ao desenvolvimento global das crianças, designadamente: Desenvolvimento motor (desenvolvimento da motricidade fina e grossa); Desenvolvimento cognitivo (principalmente as áreas relacionadas com o desenvolvimento da linguagem oral e escrita, o pensamento lógicomatemático e científico); Desenvolvimento pessoal e social; Pensamento criativo através da expressão do movimento, da música, da arte, as actividades visuo-espaciais.

21 PLANO DE ACTIVIDADES DE SALA A. Período a que se reporta B. Planificação / Avaliação e Proposta de Reformulação Planeamento de Cuidados Especiais

22 Documento reorganizado em Word GESTÃO DA QUALIDADE DAS RESPOSTAS SOCIAIS - CRECHE IMPLEMENTAÇÃO DO PROJECTO PEDAGÓGICO Com base no Projecto Pedagógico, o responsável por cada sala elabora o respectivo Plano de Actividades da Sala ELABORAÇÃO DO PLANO DE ACTIVIDADES DE CADA SALA Os planos de actividade de sala devem ser realizados com uma periodicidade regular, preferencialmente diária. Na operacionalização deste plano de actividades importa ter um conjunto de sugestões ao nível do relacionamento inter e intrapessoal descritas no Anexo A Relacionamento.

23 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO PROJECTO PEDAGÓGICO - 1 A PERÍODO A QUE SE REPORTA A AVALIAÇÃO B ENTIDADES ENVOLVIDADAS NA IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO C ALTERAÇÕES AO GRUPO DE CRIANÇAS D AVALIAÇÂO DO PROJECTO PEDAGÓGICO 1- Alteração aos objectivos operacionais 2- Alterações ao conjunto de Estratégias e métodos 3- Avaliação do nível de execução do plano de actividades sócio pedagógicas 4- Plano de Formação/Informação 5- Outros aspectos relevantes

24 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO PROJECTO PEDAGÓGICO 2 E Resultados da avaliação da satisfação das famílias e dos colaboradores F Resultados da Avaliação da supervisão G Avaliação da metodologia de divulgação do projecto pedagógicoi H Apreciação global do projecto pedagógico I Proposta de intervenção futura

25 Na construção do projecto pedagógico, referenciar teoricamente estudos, publicações, autores que possam sustentar as opções educativas inscritas no: PROJECTO Registo Escrito e VIVÊNCIAS NA PRATICA Acções no quotidiano

26 Todo o trabalho desenvolvido na Creche tem como grande objectivo promover o desenvolvimento integral da criança ao nível sócio-afectivo, cognitivo e psicomotor, valorizando acima de tudo as relações ricas e estimulantes entre as crianças e com os adultos. Alguns princípios fundamentais Áreas de desenvolvimento : Físico-Motora, Pessoal e Social, Aprendizagem e Cognição Higiene, Saúde e segurança (dos 18 aos 36 meses) De acordo com o Documento Gestão da Qualidade das Respostas Sociais CRECHE A criança é o centro de toda a actividade e é a partir das suas características individuais e de seu enquadramento no grupo que a equipa de sala organiza e projecta o seu trabalho. O equilíbrio permanente entre o que a criança necessita, o que a Educadora sabe que é necessário, bem como diálogo com a família, serão sempre uma prioridade de actuação

27 O PROCESSO DE APRENDIZAGEM PRECISA DE TRÊS FACTORES MUITO IMPORTANTES A SABER: 1 - Possibilidade de experienciar (descobrir, sentir ) 2 - Estar bem fisicamente e emocionalmente (saúde) 3 Sentir e estar em ambiente calmo e seguro (segurança) A CRIANÇA APRENDE BEM COM ALGUÉM QUE É conhecedor, tem conhecimentos, é experiente, que esclarece, que sabe o que fazer ESTIMULAÇÂO CORRECTA Que ajuda, transmite confiança, apoia, tem calma, compreende SENSIBILIDADE Que dá oportunidade de escolha, respeita os gostos, as ideias, as emoções AUTONOMIA Da organização do contexto educativo às finalidades educativas na Creche Gabriela Portugal À Redescoberta da Creche III 25 Setembro Piaget

28 EDUCAR EM CRECHE CONDIÇÕES FISICAS/ ESPAÇOS e MATERIAIS e RECURSOSHUMANOS/PROFISSIONAIS PRINCIPIOS EDUCATIVOS Da organização do contexto educativo às finalidades educativas na Creche Gabriela Portugal À Redescoberta da Creche III 25 Setembro Piaget

29 COMO ESTÁ ORGANIZADA A MINHA CRECHE? SERÁ QUE DESENVOLVE E POTENCIA AS CAPACIDADES DAS CRIANÇAS? GRAU DE ESTRUTURAÇÂO INFRA ESTRUTURAS INTERVENÇÕES ESTIMULANTES MATERIAIS E ACTIVIDADES ATMOSFERA E RELAÇÕES SENSIBILIDADE DO CONTEXTO INICIATIVAS E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS GRAU DE AUTONOMIA NA CRECHE LIBERDADE DE ESCOLHA REGRAS E ACORDOS PARTICIPAÇÃO DA CRIANÇA NA SUA AUTONOMIA Da organização do contexto educativo às finalidades educativas na Creche Gabriela Portugal À Redescoberta da Creche III 25 Setembro Piaget

30 PRINCÍPIOS EDUCATIVOS EM CRECHE- Segundo Gabriela Portugal Princípio 1 envolver as crianças nas coisas que lhes dizem respeito Princípio 2 investir em tempos de qualidade procurando-se estar completamente disponível para as crianças Alguns princípios fundamentais Princípio 3 aprender a não subestimar as formas de comunicação únicas de cada criança e ensinar-lhe as suas Princípio 4 investir tempo e energia para construir uma pessoa total Princípio 5 respeitar as crianças enquanto pessoas de valor e ajudá-las a reconhecer e a lidar com os seus sentimentos Princípio 6 - ser verdadeiro nos nossos sentimentos relativamente às crianças Princípio 7 modelar os comportamentos que se pretende ensinar Princípio 8 reconhecer os problemas como oportunidades de aprendizagem e deixar as crianças tentarem resolver as suas próprias dificuldades Princípio 9 construir segurança ensinando a confiança princípio Princípio10 procurar promover a qualidade do desenvolvimento em cada fase etária, mas não apressar a criança para atingir determinados níveis desenvolvimentais Educação de Bebés em Creche Perspectivas de Formação Teóricas e Práticas Gabriela Portugal

31 Organização de tempos, rotinas, horários Embora seja um desafio organizar um PROJECTO DE QUALIDADE destinado a várias crianças, os benefícios que daí resultam são imensos. Quando os horários e as rotinas diárias são previsíveis e estão bem coordenados em vez de em permanente mudança, é mais provável que os bebés e crianças se sintam seguros e confiantes. Saber o que irá acontecer no momento seguinte, por exemplo, quando acorda da sesta, ajuda as crianças a sintonizarem-se com o ritmo do dia. Quando o dia avança seguindo um percurso conhecido, as crianças podem sinalizar as suas necessidades individuais de alimentação, sono, higiene, mudar a fralda ou ir à casa de banho e, depois de participarem nestas rotinas de cuidados, podem juntar-se de novo ao decurso dos acontecimentos que interromperam. Ao início do dia, se as crianças souberem o que vão fazer quando os pais os deixam, a separação dos pais e a aproximação ao educador e aos colegas torna-se mais fácil. À medida que vivem os rituais e as repetições de uma programação diária consistente, bebés e crianças ganham um sentido de continuidade e de controlo.

32 PRIORIDADES EDUCATIVAS/ PRINCÍPIOS ORIENTADORES Criação de todo um ambiente físico e afectivo que permita e estimule uma Aprendizagem activa por parte de cada criança. Assim a organização dos espaços e materiais é fundamental para dar resposta às necessidades de desenvolvimento do grupo. Alguns princípios fundamentais Os princípios da Pedagogia Interactiva, surge como uma forte influência, a partir da qual se implementa e se reflecte sobre a qualidade das Interacções e de que modo estas são fundamentais para a aprendizagem activa das crianças. Rotinas securizantes e organizadoras da actividade diária de cada criança e do grupo A Observação directa das crianças bem como registos diversos (filmes, fotos ) são fundamentais para que os adultos possam aprender mais sobre os bebés e possam assim intervir de uma forma mais adequada junto do seu grupo e a cada criança individualmente. Documentos legais da Segurança Social, possuem também diversos indicadores de apoio a uma correcta, sensata intervenção pedagógica junto dos bebés Criação de mecanismos de formação em contexto de trabalho de um modo continuo bem como permanente actualização de conhecimentos, formação externa com recurso as outros colegas ou especialistas

33 Alguns princípios fundamentais

34 As crianças são importantes e sem importância; espera-se delas que se comportem como crianças mas são criticadas nas suas infantilidades; é suposto que brinquem absorvidamente quando se lhes diz para brincar, mas não se compreende porque não pensam em parar de brincar quando se lhes diz para parar; espera-se que sejam dependentes quando os adultos preferem dependência, mas deseja-se que tenham um comportamento autónomo; deseja-se que pensem por si próprias, mas são criticadas pelas suas soluções originais para os problemas (Pollard, 1985:39) in Pinto, Manuel e Sarmento, Manuel Jacinto (1997) As Crianças Contextos e identidade. Universidade do Minho. Centro de Estudos da Criança, pag 13

35 Maria Teresa de Matos Educadora de Infância responsável pelo Berçário Coordenadora da Creche e Jardim de Infância Colégio do Vale Felicidades Pessoais e Profissionais

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