AUTISMO: UM ESTUDO DAS COMPLEXIDADES DA NEE AO PROCESSO DE SOCIABILIZAÇÃO 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AUTISMO: UM ESTUDO DAS COMPLEXIDADES DA NEE AO PROCESSO DE SOCIABILIZAÇÃO 1"

Transcrição

1 153 AUTISMO: UM ESTUDO DAS COMPLEXIDADES DA NEE AO PROCESSO DE SOCIABILIZAÇÃO 1 PEREIRA-BELLÃO, Aline 2 SANTOS-VIEIRA, Natalia SILVA-BARCARO, Flávia SILVA-MONTEIRO, Tamiris SILVA, Fernanda Barcaro 3 Resumo: Neste trabalho abordou-se a deficiência denominada autismo. As principais questões a serem compreendidas é como se dá o processo de sociabilização da criança autista, de que maneira os recursos disponíveis estão organizados para favorecer tais crianças e como estas estão sendo incluídas nos diversos campos da sociedade. Nesta mesma perspectiva de análise será observada a ONG - Associação de Amigos dos Autistas de Presidente Prudente AMAPP, que capacita pessoas que estão envolvidas com portadores de autismo no município de Presidente Prudente. Palavras-Chave: Inclusão Autismo Sociabilização - Educação. Abstract: This study addressed the disability named autism. The main issues to be understood are how the process of autistic children socialization is, how the available resources are organized to support these children and how they are being included in the various fields of society. In the same perspective of analysis, it will be observed the NGO Associação de Amigos dos Autistas de Presidente Prudente - AMAPP, which enables people who are involved with autistic children in the city of Presidente Prudente. Keywords: Inclusion Autism Socialization - Education CONSIDERAÇÕES INICIAIS O presente estudo buscou compreender as noções teóricas e práticas de como trabalhar com recursos facilitadores para sociabilização de crianças autistas, já que o autismo é uma deficiência de pouca repercussão nos meios de comunicação e no curso de Pedagogia.

2 154 É imprescindível ressaltar que atualmente vivemos num mundo em que é impossível fechar os olhos à outra diferença. Somos todos seres humanos e gozamos dos mesmos direitos e deveres. Contudo, nunca valorizou-se tanto o direito natural de cada ser humano expressar-se conforme sua característica individuais. A diferença está na possibilidade de cada indivíduo elevar ao seu mais alto potencial a suas particularidades. O que nos faz diferente é se conseguimos ou não sobressair ao explorálas. Por meio deste relato será possível refletir algumas noções de como o processo histórico de evolução e informação sobre o autismo vem sendo trabalhado e entendido na sociedade, na escola e principalmente na ONG - Associação de Amigos dos Autistas de Presidente Prudente AMAPP. Ainda objetivou-se compreender o ponto de vista de alguns autores e inúmeros aspectos obre essa deficiência, assim como o preconceito e a desinformação existente na sociedade. O PROCESSO HISTÓRICO DO AUTISMO E SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS NO ASPECTO FÍSICO, SOCIAL E EDUCACIONAL Na idade média o autismo era entendido como um processo seleção natural ou castigo divino, onde ocorria a eliminação dessas crianças ditas como mal formadas ou deficientes. Isso ocorria em várias civilizações. Essa segregação perdurou até o século XIX após a revolução francesa. Posteriormente alguns autores como Kanner (1943,p.s/n.) se referem ao autismo como um distúrbio social com o distúrbio de contato afetivo. A partir da década de 70 e 80 o autismo passa a ser visto também como um distúrbio cognitivo com origem em alguma disfunção cerebral. Embora o autismo seja bem mais conhecido atualmente, ele ainda surpreende pela diversidade de características que pode apresentar,ou seja, umas mais evidentes e outras não. O autista muitas vezes age como se fosse surdo, resiste ao aprendizado, tem modo e comportamento indiferente e arredio, resiste ao contato físico, não demonstra medo de perigos, não mantém contato visual, resiste à mudança de rotina, não interage com outras crianças, gira objetos de maneira aparentemente bizarra e peculiar, tem

3 155 acentuada hiperatividade física, apego não apropriado a objetos, risos e movimentos não apropriados (sem motivo evidente), às vezes é agressivo e destrutivo. As causas do autismo são desconhecidas, mas diversas doenças neurológicas e/ou genéticas foram descritas com sintomas semelhantes ao do autismo. Entre 75% a 80% das crianças autistas apresentam algum retardo mental, que podem estar relacionados aos mais diversos fatores biológicos segundo Kanner (1943, p.s/n). O atendimento a criança especial com autismo já é possível sem ter em primeiro plano o ponto de vista pedagógico, pois elas necessitam de instruções claras e precisas com um programa que esteja ligado diretamente ao autista. De acordo com o professor Marcelo Bezerra da Silva (2008,p.s/n.) [...] é de extrema importância retirar o autismo do gueto e trazer para a luz de discussões as dificuldades enfrentadas por crianças e famílias inteiras. Inserir o tema de maneira consistente para que os pedagogos possam ajudar a sanar o preconceito e a melhorar o desenvolvimento e a qualidade de vida dessas crianças. É imprescindível que as escolas e os professores estejam cada vez mais preparados para receber os alunos autistas nas escolas, utilizando todos os métodos e recursos para um melhor aprendizado, levando em consideração o nível de desenvolvimento da aprendizagem que geralmente é lenta e gradativa, desenvolvendo também estratégias e meios para integrar os autistas com outros alunos ditos normais. Especificamente para as pessoas com autismo, vários métodos de tratamento foram tentados, sem encontrar-se nenhum efetivo para todos os casos. Entretanto, têm sido de grande valia os programas educacionais específicos que usam métodos comportamentais e que possuam uma programação adequada, bem estruturada, bem como uma avaliação sistemática e constante. Segundo Cleonice Alves Bosa docente na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), um dos métodos de ensino mais utilizados para com os autistas é o TEACCH, desenvolvido na Carolina do Norte, Estados Unidos, há cerca de vinte e cinco anos. Este é um programa estruturado que combina diferentes materiais visuais para aperfeiçoar a linguagem, o aprendizado e reduzir comportamentos inapropriados. Áreas e recipientes de cores diferentes são utilizados para instruir as crianças sobre, por

4 156 exemplo, o lugar apropriado para elas estarem em certo momento e qual a correspondente seqüência de atividades, durante o dia, na escola. Os componentes básicos são adaptados para servirem às necessidades individuais e ao perfil de desenvolvimento da criança. Os objetivos dos métodos de ensino ao autista são: Habilitar pessoas portadoras de autismo a se comportar de forma tão funcional e independente quanto possível; Promover atendimento adequado para os portadores de autismo e suas famílias e para aqueles que vivem com eles; Gerar conhecimentos clínicos teóricos e práticos sobre autismo e disseminar informações relevantes através do treinamento e publicações (MESIBOV p.s/n). O autismo não tem cura, pois não é uma doença, existem sim abordagens educacionais e de tratamentos que reduzem alguns dos desafios associados a esta deficiência como os objetivos citados por Mesibov. A intervenção terapêutica auxiliar na minimização dos comportamentos destrutivos e a educação devem proporcionar atividades que os levem a uma maior autonomia. Mas, assim como o autismo não é identificado por um único sintoma ou comportamento (mas um conjunto deles), não há uma abordagem que seja eficiente por si só. A terapêutica verdadeiramente eficiente deve atender as necessidades comportamentais individuais da criança. Porém cabe aos educadores preparar-se para fazer com que esses alunos tenham pleno desenvolvimento apesar de suas restrições, já que de acordo com SHOPLER devemos valorizar a potencialidade e não a incapacidade dos seres humanos. POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AO AUTISTA Atualmente existem associações que auxiliam e dão apoio aos alunos autistas nas escolas como a ABRA (Associação Brasileira de Autismo), ASTECA (Associação Terapêutica Educacional para Crianças Autistas), e o AMA (Associação de Pais e Amigos de Autistas). Segundo dados da Organização Mundial de Saúde OMS (2009) 1 a cada crianças nascem com autismo, sendo que a síndrome predomina nos homens - cerca de quatro vezes mais casos. Entre os autistas, 80% são deficientes mentais e 20% autistas auto-funcionais, ou com Síndrome de Asperger. Estima-se que haja no Brasil em média

5 indivíduos com autismo. Levando em conta que cada família brasileira seja composta por quatro membros, o autismo é vivenciado por pessoas no mínimo. E mesmo com esse número, nota-se significativa evolução na abordagem das questões relacionadas às pessoas com deficiência. Já se reconhece a potencialidade desses cidadãos, bem como se respeita suas limitações. Posturas assistencialistas cedem lugar a propostas que visam a garantia dos direitos das pessoas com necessidades especiais. Existem no Brasil algumas políticas públicas que visam favorecer o atendimento ao autista como o Decreto Nº 3.298, de 20 de dezembro de Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dão outras providencias. Art. 1º A Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência compreende o conjunto de orientações normativas que objetivam assegurar o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de deficiência. Art. 2º Cabe aos órgãos e às entidades do Poder Público assegurar à pessoa portadora de deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive dos direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao desporto, ao turismo, ao lazer, à previdência social, à assistência social, ao transporte, à edificação pública, à habitação, à cultura, ao amparo à infância e à maternidade, e de outros que, decorrentes da Constituição e das leis, propiciem seu bem-estar pessoal, social e econômico. Porém, segundo o Fórum Universo Autista (2008), a maioria dos projetos e leis que resguardam o direito e a dignidade do autista é de iniciativa civil, ou seja, as próprias famílias e os envolvidos mais próximos procuram lutar por tais direitos. METODOLOGIA Para obtenção das informações e a elaboração deste trabalho optou-se por uma Pesquisa Exploratória e como respaldo a coleta de dados e informações a Pesquisa Bibliográfica, Pesquisa de Levantamento com observações minuciosas da realidade. Os dados foram coletados por meio de entrevista com a Presidente da ONG AMAPP, essas informações foram obtidas acerca do tema estudo para que houvesse maior

6 158 familiaridade, com vista a torná-lo mais explicito e terá como foco principal à compreensão do que é o autismo e como se dá o processo de sociabilização das crianças autistas. Mediante Pesquisa Bibliográfica buscou-se a abrangência nas informações e opiniões dos diferentes pontos de vista dos autores no que tange o aspecto educacional, para tanto, recorreu-se a livros, revistas e a Internet, a qual teve como foco o estudo das características da criança autista, onde foi abordado as praticas pedagógicas, os métodos e os recursos utilizados durante o processo de ensino aprendizagem, tanto no ensino regular como nas escolas especializadas. Na Pesquisa de Campo e de Levantamento de Dados obtemos um aprofundamento da realidade específica, onde foi observado mediante analise qualitativa a ONG - Associação de Amigos dos Autistas de Presidente Prudente AMAPP, adquirindo assim conclusões correspondentes aos dados coletados. Para execução desta, realizou-se visitas na ONG que dispôs das informações necessárias. ANÁLISE DA ENTREVISTA A entrevista foi realizada na ONG AMAPP- Associação de amigos dos autistas de Presidente Prudente, é uma entidade privada, de caráter assistencial beneficente, sem fins lucrativos, com sede e fórum na cidade de Presidente Prudente e área de atuação regionalizada. A entrevistada ocupa na ONG o cargo de Presidente desde a sua fundação em 2009, sendo a mesma formada em Serviço Social, atuando como docente na faculdade Toledo em Presidente Prudente. Inicialmente questionou-se com a referida entrevistada a respeito do motivo que a levou a se envolver com o autismo e a quantidade de crianças que são atendidas pela ONG, onde a mesma respondeu que o principal motivo foi o de eu ter um filho autista e da precariedade de atendimento e suporte aos envolvidos com autismo em Presidente Prudente. Com relação ao atendimento de crianças ONG não as atende especificamente, mas sim as pessoas envolvidas com esta. Num segundo momento questionou-se a respeito da freqüência de autistas no Ensino Regular da Rede Pública e Privada e a Presidenta relatou que

7 159 diante do seu conhecimento as escolas de Presidente Prudente não estão preparadas para atender à criança autista. Algumas escolas privadas estão buscando se capacitar para atendê-los, porque ao se depararem como o problema tiveram que buscar ajuda. As escolas públicas possuem poucas crianças com diagnóstico de autismo, mas também estão enfrentando grandes dificuldades, sendo a maior delas a falta de profissionais capacitados para lidar com o autista e sua família. Diante das características do autista citadas na fundamentação teórica concluí-se que devido ao seu comportamento peculiar incluindo dificuldade de sociabilização, assim como se aprendizagem é necessário que os profissionais sejam habilitados para transmitir instruções claras e precisas de acordo com um programa que esteja ligado diretamente ao autista. Dando prosseguimento às questões educacionais foi questionado se a entidade trabalha com o letramento do autista e a mesma respondeu que a finalidade da ONG não é trabalhar com a formação educacional ou social do autista, pois não temos a intenção, como terceiro setor que somos substituir o serviço publico, que é dever dos governos federal, estadual e municipal. De acordo com a resposta obtida é importante ressaltar que um dos métodos de ensino mais utilizados para com os autistas é o TEACCH, desenvolvido na nos Estados Unidos, sendo que no município de Presidente Prudente ainda não implantou no sistema educacional tal método ou qualquer outro do tipo. Na sequência, indagou-se sobre a organização do atendimento à criança autista no município de Presidente Prudente. Foi esclarecido pela entrevistada que em presidente Prudente existem poucos serviços que atendem o autista. Apenas uma entidade tem atendimento diário que é a Lumen, mas ainda não consegue atender toda demanda. A APAE se propôs a iniciar o atendimento neste ano de Não existem médicos especializados com autismo em Presidente Prudente, porém há uma médica psiquiatra infantil que atende no Hospital Regional e que de certa forma atende o autista, a qual já ofereceu atendimento ao meu filho. Em concordância com a fundamentação teórica a resposta dada pela entrevistada reforça a questão de que os serviços públicos de atendimento a criança

8 160 autista é precário no município de Presidente Prudente, e embora seja resguardados por lei, inúmeros direitos a criança autista, como acesso a cultura, lazer, educação e principalmente a saúde, direitos esses fundamentais para exercício pleno de sua pessoa, estão sendo ignorados pelos poderes públicos competentes, pois como foi relatado, não há especialistas ou instituição suficientes para atender a demanda. Ao prosseguir foi inquirido à entrevistada se a ONG já buscou algum tipo de parceria para favorecer o atendimento ao autista, sendo que a presidenta replicou que foi feita uma proposta para o Hospital Regional para que eles implantem um Centro Regional de Atendimento Integral ao Autista, mas até o momento não houve uma devolutiva. A presente resposta encontra-se em conformidade com o Fórum Universo Autista (2008), onde este afirmava que a maioria das iniciativas de lutas por direitos e melhorias da qualidade no atendimento de portadores de autismo vem de atitudes do terceiro setor, ou seja, não do poder público. Porém foi indagado a entrevistada se existe algum projeto de lei feito pela ONG que favoreça o autista, sendo que a mesma relatou que existe um projeto de lei que foi encaminhado ao governo, por meio de um deputado, sendo que este está em tramitação na Assembléia Legislativa de São Paulo. Portanto no município de Presidente Prudente existem pessoas do poder publico que servem como intermediários para representar, mesmo que de forma discreta as pessoas ou entidades que lutam por direitos dos autistas. CONSIDERAÇÕES FINAIS Com base no estudo que realizamos foi possível observar que autismo no Brasil não tem recebido a atenção necessária nas esferas educacionais, sociais, econômicas e políticas. Notamos por meio da análise da entrevista, que tanto a sociedade como a escola tem tido dificuldade de integrar autistas em seu meio. Isso pôde ser evidenciado pela busca de profissionais em capacitar-se para lidar com crianças autistas. Priorizamos neste trabalho as características dos autistas e as políticas públicas que tem sido efetivadas e almejadas no município de Presidente Prudente.

9 161 Nosso objetivo não era apontar soluções para os entraves existentes no processo educacional ou social do autista, mas propor um questionamento acerca de como estes vem sendo discutidos na sociedade e nos poderes competentes. Acreditamos ter sido de grande importância a realização da entrevista com a Presidente da AMAPP Associação de Amigos do Autista de Presidente Prudente, pois por meio dela foi proporcionada a oportunidade de enriquecer o conteúdo do nosso trabalho assim como ampliar a nossa bagagem cultural. Consideramos que a reflexão realizada durante a elaboração do trabalho, fez com que, a nossa concepção sobre o referido assunto, fosse totalmente transformada do empírico para o conhecimento científico, sendo esta a maior gratificação que obtivemos. REFERÊNCIAS CARVALHO, Edler. Avaliação e atendimento em educação especial: temas em educação especial. São Carlos: Universidade Federal de São Carlos, v. 02, 1993.p SASSAKI. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de janeiro: WVA, SUPLINO, Mayse. É preciso enxergar as pessoas com deficiência como diversas em vez de desviantes. Rio de Janeiro, Nov Disponível em: <HTTP://www.saci.org.br. acesso em: 19 mar BARBOSA, Jorge Nunes. Deficiência mental e autismo na escola. São Paulo. mar Disponível em: <htpp:// Acesso em: 20 mar CASTRO, Mônica. Formas de Comunicação da criança deficiente e autista. Sociedade Americana de Autismo- ASA. The united states Disponível em: <htpp:// Acesso em: 15 mar BOSA, Cleonice Alves. Autismo: como estimular o desenvolvimento social e comunicativo. Revista Brasileira de Psiquiatria. Rio Grande do Sul. Disponível em : <htpp:// Acesso em: 15 mar

10 162 WILLIAMS, Karem. Informações sobre tratamento e educação de autistas. AMA- Associação de Amigos do Autista. Rio de Janeiro. Jun Disponível em : <htpp:// Acesso em: 15 mar Trabalho desenvolvido durante a disciplina: Pesquisa Educacional II do 4º Termo do Curso de Pedagogia /FAPEPE/UNIESP 2 Acadêmicas que desenvolveram o trabalho 3 Professora Mestre responsável pela disciplina Pesquisa Educacional II do Curso de Pedagogia Texto Recebido em 17 de outubro de Aprovado em 10 de dezembro de 2010.

Autismo e Aprendizagem

Autismo e Aprendizagem Autismo e Aprendizagem O termo autismo origina-se do grego autós, que significa de si mesmo. Foi empregado pela primeira vez pelo psiquiatra suíço Bleuler, em 1911, que buscava descrever a fuga da realidade

Leia mais

Queila Medeiros Veiga TGD NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Queila Medeiros Veiga TGD NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA TGD NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Marcos Legais 1988 Constituição Federal (art. 208, III) direito das pessoas com necessidades especiais de receberem educação, preferencialmente na rede regular

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 (Do Sr. Victor Mendes) Altera a redação do parágrafo único do art. 3º e os artigos 5º e 7º da Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, que institui a Política Nacional de Proteção

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA REGULAR: UM ESTUDO SOBRE A VISAO DE PROFESSORES SOBRE A INCLUSÃO

Leia mais

MODA INFANTIL ATUANDO NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS AUTISTAS. Fashion child acting in the development of autistic children

MODA INFANTIL ATUANDO NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS AUTISTAS. Fashion child acting in the development of autistic children MODA INFANTIL ATUANDO NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS AUTISTAS Fashion child acting in the development of autistic children Teixeira, Elisangela UTFPR elisangela.o.teixeira@gmail.com Otake, Yuri Evelin

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO ENSINO REGULAR

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO ENSINO REGULAR TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO ENSINO REGULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE

Leia mais

Apresentadoras: Francine Ramos (3º ano) Isabela Alves de Quadros (2º ano)

Apresentadoras: Francine Ramos (3º ano) Isabela Alves de Quadros (2º ano) Apresentadoras: Francine Ramos (3º ano) Isabela Alves de Quadros (2º ano) Orientadora: Profa. Dra. Aline Aceituno da Costa Fga. Géssyka Gomes Marcandal (mestranda Saúde Coletiva) Data: 08/08/2012 Horário:

Leia mais

GOVERNO DO MUNICIPIO DE CONSELHEIRO LAFAIETE GABINETE DO PREFEITO

GOVERNO DO MUNICIPIO DE CONSELHEIRO LAFAIETE GABINETE DO PREFEITO LEI N o 5.641, DE 23 DE JUNHO DE 2014. RECONHECE A PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA COMO PORTADORA DE DEFICIÊNCIA PARA OS FINS DE FRUIÇÃO DOS DIREITOS ASSEGURADOS PELA LEI ORGÂNICA E PELAS DEMAIS

Leia mais

Requerimento (Do Sr. Hugo Leal)

Requerimento (Do Sr. Hugo Leal) Requerimento (Do Sr. Hugo Leal) Sugere ao Poder Executivo sejam tomadas providências no sentido de ser exigido a feitura de diagnóstico precoce de autismo em todas as unidades de saúde pública do país,

Leia mais

BREVE ANÁLISE DAS QUESTÕES QUE PODEM FAVORER O PROCESSO EDUCACIONAL DAS PESSOAS COM AUTISMO.

BREVE ANÁLISE DAS QUESTÕES QUE PODEM FAVORER O PROCESSO EDUCACIONAL DAS PESSOAS COM AUTISMO. BREVE ANÁLISE DAS QUESTÕES QUE PODEM FAVORER O PROCESSO EDUCACIONAL DAS PESSOAS COM AUTISMO. Introdução OLIVEIRA, Tereza Cristina Carvalho Iwamoto de 1. - UNESP Agência Financiadora: CAPES Ao falar sobre

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO À PESSOA PORTADORA DS SÍNDROME DA AUTISMO. 1. Diagnóstico da situação atual das deficiências no Brasil

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO À PESSOA PORTADORA DS SÍNDROME DA AUTISMO. 1. Diagnóstico da situação atual das deficiências no Brasil Page 1 of 8 Destaques do governo ALT M - Início do menu ALT C - Início do conteúdo Home Competências Sicorde Conade Normas da ABNT Notícias Eventos Boletins Apoio a projetos Biblioteca Cadastre sua Instituição

Leia mais

passa por uma longa pesquisa de diagnóstico diferencial de surdez e deficiência mental, retardando ainda mais o diagnóstico do autismo.

passa por uma longa pesquisa de diagnóstico diferencial de surdez e deficiência mental, retardando ainda mais o diagnóstico do autismo. 1 O início de tudo O presente trabalho foi realizado em quatro escolas regulares de Ensino Fundamental de dois municípios da Baixada Fluminense, que serão denominados na pesquisa como município A e município

Leia mais

-RESUMOS DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DO CURSO PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL DA FASF LUZ - 2013

-RESUMOS DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DO CURSO PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL DA FASF LUZ - 2013 -RESUMOS DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DO CURSO PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL DA FASF LUZ - 2013 Monografias e Artigos (Ordem Alfabética dos Alunos, Orientador (a), Título e Resumo) Ana Cristina Fonseca

Leia mais

TÍTULO: AUTISMO INFANTIL: UM ESTUDO DA LEGISLAÇÃO ACERCA DA INCLUSÃO NO ENSINO REGULAR

TÍTULO: AUTISMO INFANTIL: UM ESTUDO DA LEGISLAÇÃO ACERCA DA INCLUSÃO NO ENSINO REGULAR Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: AUTISMO INFANTIL: UM ESTUDO DA LEGISLAÇÃO ACERCA DA INCLUSÃO NO ENSINO REGULAR CATEGORIA: EM

Leia mais

A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO. Palavras-chave: Inclusão. Pessoas com deficiência. Mercado de trabalho.

A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO. Palavras-chave: Inclusão. Pessoas com deficiência. Mercado de trabalho. 1 A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO Marlene das Graças de Resende 1 RESUMO Este artigo científico de revisão objetiva analisar importância do trabalho na vida das pessoas portadoras

Leia mais

O DIAGNÓSTICO DOS TRANSTORNOS DO ESPECTRO DO AUTISMO TEA

O DIAGNÓSTICO DOS TRANSTORNOS DO ESPECTRO DO AUTISMO TEA 1 MARIA ELISA GRANCHI FONSECA Psicóloga Mestre em Educação Especial UFSCAR TEACCH Practitioner pela University of North Carolina USA Coordenadora de Curso INFOCO FENAPAES UNIAPAE Coordenadora CEDAP APAE

Leia mais

AUTISMO. 3º Encontro Formativo para Profissionais da Educação. Atendimento aos Estudantes com Deficiência na Rede Municipal de Contagem

AUTISMO. 3º Encontro Formativo para Profissionais da Educação. Atendimento aos Estudantes com Deficiência na Rede Municipal de Contagem AUTISMO 3º Encontro Formativo para Profissionais da Educação Atendimento aos Estudantes com Deficiência na Rede Municipal de Contagem Quem somos? Professoras das SRMF / AAE - Contagem Raquel Shirley Stella

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA E AUTISMO: A EDUCAÇÃO FÍSICA COMO POSSIBILIDADE EDUCACIONAL

EDUCAÇÃO INCLUSIVA E AUTISMO: A EDUCAÇÃO FÍSICA COMO POSSIBILIDADE EDUCACIONAL EDUCAÇÃO INCLUSIVA E AUTISMO: A EDUCAÇÃO FÍSICA COMO POSSIBILIDADE EDUCACIONAL Tiago Lopes Bezerra1 Universidade Estadual da Paraíba - UEPB Universidade de Pernambuco - UPE O Sistema Educacional do Brasil

Leia mais

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Módulo Unidade 01 Tópico 01 Políticas na Atenção do Idoso Introdução as Políticas Públicas Políticas Públicas Ao longo do tempo o papel do Estado frente

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA JUNTO A UM PROGRAMA DE ESTIMULAÇÃO PRECOCE: O PAPEL DOS PROFESSORES E DA FAMÍLIA Ana Paula Marques Leal Barbosa 1 Adriana Garcia Gonçalves 2 1 Aluno do Curso de Pedagogia; Campus

Leia mais

ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE PARA ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS:EM FOCO A FORMAÇÃO DOCENTE.

ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE PARA ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS:EM FOCO A FORMAÇÃO DOCENTE. ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE PARA ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS:EM FOCO A FORMAÇÃO DOCENTE. Amauri de Oliveira¹, Adenilson Argolo¹, Marilene Pereira¹. ¹Universidade do Estado da Bahia Campus XV Educação e trabalho

Leia mais

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Aline Alcalá; Amanda Fernandes Dayrell; Danielle Martins Rezende; Gabriela Camacho; Renata Carmo-Oliveira O processo de inclusão de pessoas com necessidades

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO

CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO 2006 N.º Despacho PROJETO DE LEI N.º 903/2006 RECONHECE A PESSOA COM AUTISMO COMO PORTADORA DE DEFICIÊNCIA, PARA FINS DA FRUIÇÃO DOS DIREITOS ASSEGURADOS PELA LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO.

Leia mais

Dist úrbios e Dificuldades de Aprendizagem

Dist úrbios e Dificuldades de Aprendizagem Dist úrbios e Dificuldades de Aprendizagem Considerações sobre o normal e o patológico Segundo Leticia Lanz: a pessoa é considerada normal quando sua conduta corresponde aos padrões e expectativas do sistema.

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

A CONSTRUÇÃO HISTÓRICO CULTURAL DA DEFICIÊNCIA E AS DIFICULDADES ATUAIS NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO

A CONSTRUÇÃO HISTÓRICO CULTURAL DA DEFICIÊNCIA E AS DIFICULDADES ATUAIS NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO A CONSTRUÇÃO HISTÓRICO CULTURAL DA DEFICIÊNCIA E AS DIFICULDADES ATUAIS NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO (2009) Taís Evangelho Zavareze Psicóloga - CRP 12/07644 - Brasil. Especialista em Avaliação Psicológica.

Leia mais

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos (Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos na Educação de Surdos Por MARIA DE FÁTIMA DA SILVA CAVALCANTE Resumo: O presente artigo tem por objetivo discutir a Educação em Direitos Humanos como

Leia mais

A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E NO TRABALHO COM AUTISTAS

A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E NO TRABALHO COM AUTISTAS XXII Semana de Educação da Universidade Estadual do Ceará 31 de agosto a 04 de setembro de 2015 A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

PÓS-GRADUAÇÃO EM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA PÓS-GRADUAÇÃO EM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA Instituição Certificadora: FALC Faculdade da Aldeia de Carapicuíba Amparo Legal: Resolução CNE CES 1 2001/ 2007 Carga Horária: 600h (sendo 150h para estágio)

Leia mais

AUTISMO NA SALA DE AULA

AUTISMO NA SALA DE AULA 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA AUTISMO

Leia mais

INTERVENÇÃO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS DEFICIENTES VISUAIS APADEVI

INTERVENÇÃO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS DEFICIENTES VISUAIS APADEVI INTERVENÇÃO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS DEFICIENTES VISUAIS APADEVI CANTERI, Larissa Caroline (estágio II), e-mail: larissa_c.canteri@hotmail.com ROSA, Regina Rosa

Leia mais

HABILIDADES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL Maria Luiza Pontes de França Freitas Universidade Federal do Rio Grande do Norte

HABILIDADES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL Maria Luiza Pontes de França Freitas Universidade Federal do Rio Grande do Norte HABILIDADES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL Maria Luiza Pontes de França Freitas Universidade Federal do Rio Grande do Norte Resumo geral: Os estudos na área das habilidades sociais no Brasil têm contemplado

Leia mais

HISTÓRIA, DEFICIÊNCIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL 1

HISTÓRIA, DEFICIÊNCIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL 1 1 HISTÓRIA, DEFICIÊNCIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL 1 Arlete Aparecida Bertoldo Miranda Doutora em Educação Profª da FACED/Universidade Federal de Uberlândia arlete@ufu.br Resumo: O objetivo deste texto é fazer

Leia mais

Déficit Visual Cortical Como se inicia o processo de aprendizagem visual? 1

Déficit Visual Cortical Como se inicia o processo de aprendizagem visual? 1 Déficit Visual Cortical Como se inicia o processo de aprendizagem visual? 1 A visão é um fenômeno hermético e que inclui quatro etapas bem distintas: percepção, transformação, transmissão e interpretação.

Leia mais

Atividade Física e Desportiva em crianças com necessidades educativas especiais: inclusão, adaptações e bullying

Atividade Física e Desportiva em crianças com necessidades educativas especiais: inclusão, adaptações e bullying In: B. Pereira & G.S. Carvalho (Coord.) (2011) Atas do VII Seminário Internacional de Educação Física, Lazer e Saúde: A atividade física promotora de saúde e desenvolvimento pessoal e social. CIEC, Instituto

Leia mais

Equoterapia Como Instrumento Pedagógico 1

Equoterapia Como Instrumento Pedagógico 1 Equoterapia Como Instrumento Pedagógico 1 Jackson Antônio Barbosa, Engenheiro Agrícola, DEG/UFLA, Orientador, jackson_barbosa@hotmail.com; Regilane Vilas Boas; Fisioterapeuta, Coordenadora Centro de Equoterapia/UFLA,

Leia mais

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE TÍTULO: UM ESTUDO DA INCLUSÃO DE ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE VOLTA REDONDA MEDIANTE A UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. CATEGORIA: EM ANDAMENTO

Leia mais

O ORIENTADOR FRENTE À INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIENCIA NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO

O ORIENTADOR FRENTE À INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIENCIA NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO O ORIENTADOR FRENTE À INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIENCIA NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO Flávia Fernanda Vasconcelos Alves Faculdades Integradas de Patos FIP flaviavasconcelos.edu@hotmail.com INTRODUÇÃO Observa-se

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA GEOGRAFIA E SURDEZ: DA ESCOLA REGULAR À ESCOLA BILÍNGUE

PROJETO DE PESQUISA GEOGRAFIA E SURDEZ: DA ESCOLA REGULAR À ESCOLA BILÍNGUE PROJETO DE PESQUISA GEOGRAFIA E SURDEZ: DA ESCOLA REGULAR À ESCOLA BILÍNGUE PENA, Fernanda Santos, UFU 1 SAMPAIO, Adriany de Ávila Melo, UFU 2 Resumo: O presente trabalho apresenta o projeto de pesquisa

Leia mais

BREVE HISTÓRICO OBJETIVOS ESTRUTURA DO CURSO

BREVE HISTÓRICO OBJETIVOS ESTRUTURA DO CURSO PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU PROJETO PEDAGÓGICO PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL BREVE HISTÓRICO A Universidade Candido Mendes UCAM, criada e mantida pela Sociedade Brasileira de Instrução SBI, fundada

Leia mais

Revista Educação Especial ISSN: 1808-270X revistaeducaçãoespecial.ufsm@gmail.com Universidade Federal de Santa Maria Brasil

Revista Educação Especial ISSN: 1808-270X revistaeducaçãoespecial.ufsm@gmail.com Universidade Federal de Santa Maria Brasil Revista Educação Especial ISSN: 1808-270X revistaeducaçãoespecial.ufsm@gmail.com Universidade Federal de Santa Maria Brasil Cardoso Costa, Janaíana; Gemelli de Oliveira, Sheila Os principais obstáculos

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES CAMARGO, Victor Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva ZUTTIN, Fabiana Docente da Faculdade de Ciências Sociais

Leia mais

PSICOPEDAGOGIA: Sujeito, Família e Escola seus novos saberes

PSICOPEDAGOGIA: Sujeito, Família e Escola seus novos saberes PSICOPEDAGOGIA: Sujeito, Família e Escola seus novos saberes 1 QUEM É O APRENDIZ COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM? A FAMÍLIA DE QUAL FAMÍLIA FALAMOS? ESCOLA QUAL SUA RELAÇÃO COM O SABER? O MEIO SOCIAL

Leia mais

Algumas disciplinas do curso de formação inicial Algumas cadeiras Durante o curso houve disciplinas que estavam direccionadas para essa temática.

Algumas disciplinas do curso de formação inicial Algumas cadeiras Durante o curso houve disciplinas que estavam direccionadas para essa temática. ANEXO III 217 QUADRO N. º 4 - Formação recebida no domínio da intervenção educativa com crianças portadoras de NEE SUB-CATEGORIA INDICADORES UNIDADES DE REGISTO SUJEITOS F.U.R. % Disciplinas do Curso Uma

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

AUTISMO NA ESCOLA. Letícia Soares da Silva. Tati Ana Soares Costa. Profª Orientadora: Mara Nieckel da Costa RESUMO

AUTISMO NA ESCOLA. Letícia Soares da Silva. Tati Ana Soares Costa. Profª Orientadora: Mara Nieckel da Costa RESUMO AUTISMO NA ESCOLA Letícia Soares da Silva Tati Ana Soares Costa Profª Orientadora: Mara Nieckel da Costa RESUMO Este trabalho apresenta as principais dificuldades de aprendizagem em crianças portadoras

Leia mais

www.editora-arara-azul.com.br editora@uninet.com.br

www.editora-arara-azul.com.br editora@uninet.com.br Petrópolis / RJ, 22 de dezembro de 2005 A Editora ARARA AZUL informa: Durante os anos de 2006 e 2007, a Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), em convênio com o PROGRAMA Hilton/Perkins, irá promover

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

Neurociência e Saúde Mental

Neurociência e Saúde Mental 1 O QUE É DEFICIÊNCIA MENTAL OU INTELECTUAL http://www.apaesp.org.br/sobreadeficienciaintelectual A Deficiência Intelectual, segundo a Associação Americana sobre Deficiência Intelectual do Desenvolvimento

Leia mais

A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais no ensino superior

A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais no ensino superior UNIrevista - Vol. 1, n 2: (abril 2006) ISSN 1809-4651 A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais no ensino superior Marilú Mourão Pereira Resumo Fisioterapeuta especialista em neurofuncional

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE INTERAÇÕES SOCIAIS DE UMA CRIANÇA COM TEA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

EXPERIÊNCIAS DE INTERAÇÕES SOCIAIS DE UMA CRIANÇA COM TEA NA EDUCAÇÃO INFANTIL EXPERIÊNCIAS DE INTERAÇÕES SOCIAIS DE UMA CRIANÇA COM TEA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo Gisele de Lima Vieira 1 - UFAM Grupo de Trabalho Diversidade e inclusão Agência Financiadora: não contou com financiamento

Leia mais

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se PEDAGOGIA HOSPITALAR: PERSPECTIVAS PARA O TRABALHO DO PROFESSOR. Bergamo, M.G. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Silva, D.M. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Moreira, G.M. (Curso de Pedagogia,

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

ATENDIMENTO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO MUNICÍPIO DE CORNÉLIO PROCÓPIO-PR

ATENDIMENTO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO MUNICÍPIO DE CORNÉLIO PROCÓPIO-PR ATENDIMENTO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO MUNICÍPIO DE CORNÉLIO PROCÓPIO-PR Emylaine Maria Graciano de Souza (PIBIC Jr/CNPq), Gyovana Persinato Inoue (PIBIC Jr/CNPq), Heloísa

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

RELAÇÃO INTERPESSOAL DE PNE (SÍNDROME DE DOWN) NA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (ESTUDO DE CASO)

RELAÇÃO INTERPESSOAL DE PNE (SÍNDROME DE DOWN) NA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (ESTUDO DE CASO) RELAÇÃO INTERPESSOAL DE PNE (SÍNDROME DE DOWN) NA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (ESTUDO DE CASO) HOFMANN *, Ana Paula - PUCPR aninhahofmann@gmail.com Resumo Os portadores de necessidades especiais

Leia mais

A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO

A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA MARIA JULIANA DE SOUSA CUNHA¹ LAYANE COSTA SARAIVA² RESUMO O presente artigo teve por objetivo analisar e refletir as adaptações

Leia mais

A Educação Física como meio de inclusão social: mito ou verdade?

A Educação Física como meio de inclusão social: mito ou verdade? A Educação Física como meio de inclusão social: mito ou verdade? Discente em formação do curso de Licenciatura Plena em Educação Física, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB, Campus Jequié.

Leia mais

DOURANDO A PÍLULA OS DISPOSITIVOS DE MEDICALIZAÇÃO E A ESCOLARIZAÇÃO: ESTARIA O BENEFICIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA PRODUZINDO A NÃO ESCOLARIZAÇÃO?

DOURANDO A PÍLULA OS DISPOSITIVOS DE MEDICALIZAÇÃO E A ESCOLARIZAÇÃO: ESTARIA O BENEFICIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA PRODUZINDO A NÃO ESCOLARIZAÇÃO? DOURANDO A PÍLULA OS DISPOSITIVOS DE MEDICALIZAÇÃO E A ESCOLARIZAÇÃO: ESTARIA O BENEFICIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA PRODUZINDO A NÃO ESCOLARIZAÇÃO? Marco Aurélio Freire Ferraz UFRGS\FACED\PPGEDU Os antigos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira

Leia mais

AULA 09 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) PARTE 03

AULA 09 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) PARTE 03 AULA 09 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) PARTE 03 DISSERTATIVA - 13 Magali, 07 anos de idade, iniciará sua vida escolar. Seus familiares compareceram

Leia mais

Projeto de Acessibilidade Virtual RENAPI/NAPNE. Julho de 2010

Projeto de Acessibilidade Virtual RENAPI/NAPNE. Julho de 2010 Projeto de Acessibilidade Virtual RENAPI/NAPNE Julho de 2010 Deficiência intelectual De acordo com o Decreto nº 5.296, a deficiência mental, atualmente denominada deficiência intelectual, refere-se ao

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

INCLUSÃO: PERSPECTIVAS E APRENDIZAGENS DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA MENTAL

INCLUSÃO: PERSPECTIVAS E APRENDIZAGENS DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA MENTAL 1 INCLUSÃO: PERSPECTIVAS E APRENDIZAGENS DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA MENTAL Siamara Meier 1 Elenice Ana Kirchner 2 Palavras-chave: Deficiência mental; inclusão; aprendizagem; 1 INTRODUÇÃO A Inclusão hoje

Leia mais

UM OLHAR SOBRE O PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM SINDROME DE DOWN

UM OLHAR SOBRE O PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM SINDROME DE DOWN UM OLHAR SOBRE O PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM SINDROME DE DOWN Antônia Maíra Emelly Cabral da Silva Vieira 1 RESUMO A inclusão de alunos com deficiência na rede regular de ensino acende

Leia mais

AUTISMO: CONVÍVIO ESCOLAR, UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO.

AUTISMO: CONVÍVIO ESCOLAR, UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO. AUTISMO: CONVÍVIO ESCOLAR, UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO. Anne Caroline Silva Aires- UEPB Marta Valéria Silva Araújo- UEPB Gabriela Amaral Do Nascimento- UEPB RESUMO Este trabalho tem como objetivo apresentar

Leia mais

A INCLUSÃO DA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA Laís PALHARES ALVES Claudio PALMA SANCHEZ

A INCLUSÃO DA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA Laís PALHARES ALVES Claudio PALMA SANCHEZ A INCLUSÃO DA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA Laís PALHARES ALVES Claudio PALMA SANCHEZ RESUMO: Os direitos de uma criança com deficiência estão prescritos na Constituição Federal Brasileira, mas nem

Leia mais

Luísa Cabral 17 de Junho de 2008

Luísa Cabral 17 de Junho de 2008 SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E REABILITAÇÃO DIRECÇÃO de SERVIÇOS de EDUCAÇÃO e APOIO PSICOPEDAGÓGICO SERVIÇO TÉCNICO de APOIO PSICOPEDAGÓGICO CENTRO

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

AUTISMO E INCLUSÃO: DA TEORIA À PRÁTICA

AUTISMO E INCLUSÃO: DA TEORIA À PRÁTICA ISBN 978-85-61091-05-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 AUTISMO E INCLUSÃO: DA TEORIA À PRÁTICA Maria do Carmo Bezerra de Lima silva 1 ; Rachel de

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: INSTITUIÇÃO: ÁREA TEMÁTICA 1-INTRODUÇÃO (1) (1).

TÍTULO: AUTORES: INSTITUIÇÃO: ÁREA TEMÁTICA 1-INTRODUÇÃO (1) (1). TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR NA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA E INCLUSÃO SOCIAL DE INDIVÍDUOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS ASSISTIDOS PELA APAE DE VIÇOSA, MG. AUTORES: André

Leia mais

Temática(s): ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL RELATO DE EXPERIÊNCIA

Temática(s): ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL RELATO DE EXPERIÊNCIA Temática(s): ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL RELATO DE EXPERIÊNCIA ACESSIBILIDADE INFORMACIONAL: alunos com deficiência visual na Universidade Federal do Rio Grande do Norte MELO, E. S. F. de. (Universidade

Leia mais

Mediação, autismo e educação infantil: Práticas para engajar a criança em atividades Cláudia Sanini Cleonice Alves Bosa Universidade Federal do Rio

Mediação, autismo e educação infantil: Práticas para engajar a criança em atividades Cláudia Sanini Cleonice Alves Bosa Universidade Federal do Rio Mediação, autismo e educação infantil: Práticas para engajar a criança em atividades Cláudia Sanini Cleonice Alves Bosa Universidade Federal do Rio Grande do Sul Eixo Temático: Autismo Introdução: O autismo

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NA EDUCAÇÃO ESPECIAL: O ATENDIMENTO AO ALUNO COM TRANSTORNO

Leia mais

O USO DO RECURSO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA POR ALUNOS COM PARALISIA CEREBRAL NO AMBIENTE ESCOLAR NA VISÃO DOS CUIDADORES. Resumo

O USO DO RECURSO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA POR ALUNOS COM PARALISIA CEREBRAL NO AMBIENTE ESCOLAR NA VISÃO DOS CUIDADORES. Resumo O USO DO RECURSO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA POR ALUNOS COM PARALISIA CEREBRAL NO AMBIENTE ESCOLAR NA VISÃO DOS CUIDADORES Ana Lidia Penteado Urban Universidade Federal de São Carlos Centro de Educação e Ciências

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

3 Legislação federal e legislação municipal, de Manaus/AM, a respeito de pessoas com deficiência, dentre elas os surdos

3 Legislação federal e legislação municipal, de Manaus/AM, a respeito de pessoas com deficiência, dentre elas os surdos 56 3 Legislação federal e legislação municipal, de Manaus/AM, a respeito de pessoas com deficiência, dentre elas os surdos Na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, há vários artigos que

Leia mais

OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE ESCOLA PÚBLICA E SUA ATUAÇÃO

OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE ESCOLA PÚBLICA E SUA ATUAÇÃO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1022 OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE ESCOLA PÚBLICA

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

Faculdade de Alta Floresta - FAF

Faculdade de Alta Floresta - FAF O RECONHECIMENTO DO ALUNO DISLÉXICO PELO EDUCADOR Eliete Maria dos Santos 1 Roselene Nardi 2 A dislexia, como dificuldade de aprendizagem, verificada na educação escolar, é um distúrbio de leitura e de

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

ATENDIMENTO EDUCACIONAL SALAS MULTIFUNCIONAIS

ATENDIMENTO EDUCACIONAL SALAS MULTIFUNCIONAIS ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO -AEE SALAS MULTIFUNCIONAIS LEGISLAÇÃO Considerando o Decreto 6949/2009 que promulga a convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência, assegurando um

Leia mais

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento Leonardo Rocha de Almeida Mestrando Profissional em Gestão Educacional Universidade

Leia mais

Comunicação para Todos Em Busca da Inclusão Social e Escolar. Centro Universitário Feevale, Novo Hamburgo, RS. Resumo

Comunicação para Todos Em Busca da Inclusão Social e Escolar. Centro Universitário Feevale, Novo Hamburgo, RS. Resumo Comunicação para Todos Em Busca da Inclusão Social e Escolar Communication for All - In Search of the Social and Pertaining to School Inclusion Centro Universitário Feevale, Novo Hamburgo, RS Carolina

Leia mais

A INCLUSÃO EDUCACIONAL DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A INCLUSÃO EDUCACIONAL DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A INCLUSÃO EDUCACIONAL DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo Ana Flávia Hansel 1 - UNICENTRO Angélica Gonçalves 2 - UNICENTRO Grupo de Trabalho Educação da Infância

Leia mais

INTERSETORIALIDADE E AUTISMO

INTERSETORIALIDADE E AUTISMO INTERSETORIALIDADE E AUTISMO Daniel de Sousa Filho Psiquiatra da Infância e Adolescência Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento UPM Introdução Kanner, 1943 Asperger, 1944 Bleuler, 1906 Transtornos do

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Jadson Gilliardy Barbosa de Souza¹; Maria Aparecida Alves Sobreira Carvalho 2 ; Valmiza da Costa Rodrigues Durand 3. Instituto Federal da Paraíba-

Leia mais

UMA ANÁLISE DAS TESES E DISSERTAÇÕES NO PORTAL DA CAPES: A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM FOCO 1

UMA ANÁLISE DAS TESES E DISSERTAÇÕES NO PORTAL DA CAPES: A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM FOCO 1 UMA ANÁLISE DAS TESES E DISSERTAÇÕES NO PORTAL DA CAPES: A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM FOCO 1 Mary Ellen Silva Santos Angélica Marcelino Diana Araújo Souza Nathália Araújo Patrícia Alves Ivania Reis 2 RESUMO

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias. A INCLUSÃO DA CRIANÇA COM SINDROME DE DOWN E SEU PROCESSO

Leia mais

Índice. 1. Definição de Deficiência Motora...3

Índice. 1. Definição de Deficiência Motora...3 GRUPO 5.2 MÓDULO 10 Índice 1. Definição de Deficiência Motora...3 1.1. O Que é uma Deficiência Motora?... 3 1.2. F82 - Transtorno Específico do Desenvolvimento Motor... 4 2 1. DEFINIÇÃO DE DEFICIÊNCIA

Leia mais

Transtornos do Espectro do Autismo

Transtornos do Espectro do Autismo Transtornos do Espectro do Autismo O Município adotou o documento Ministerial, LINHA DE CUIDADO PARA A ATENÇÃO ÀS PESSOAS COM TRANSTORNOS DO ESPECTRO DO AUTISMO E SUAS FAMILIAS NA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL,

Leia mais

A EDUCAÇÃO DOS SURDOS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO-CRÍTICA RESUMO

A EDUCAÇÃO DOS SURDOS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO-CRÍTICA RESUMO A EDUCAÇÃO DOS SURDOS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO-CRÍTICA Mayara Cordeiro da Silva ( UFAL) Mayaracordeiro4@gmail.com Rebecca Thamyres de Missena Costa( UFAL) rebecca.ufal@gmail.com RESUMO Muito vem sendo discutido

Leia mais

Métodos de Intevenção Estruturada (TEACCH e ABA) Módulo 5: Processos de Intervenção

Métodos de Intevenção Estruturada (TEACCH e ABA) Módulo 5: Processos de Intervenção + Métodos de Intevenção Estruturada (TEACCH e ABA) Módulo 5: Processos de Intervenção + Análise Aplicada do Comportamento (ABA) Modelo de intervenção embasado no Behaviorismo Radical, de Skinner (O comportamento

Leia mais

ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL

ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL Departamento de Educação 1 ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL Aluna: Ana Carolina de Souza e Paula Gomes Orientadora: Maria Inês G.F. Marcondes de Souza Introdução Esse texto é resultado

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 005/CME/2003 APROVADA EM 18.12.2003

RESOLUÇÃO Nº. 005/CME/2003 APROVADA EM 18.12.2003 RESOLUÇÃO Nº. 005/CME/2003 APROVADA EM 18.12.2003 Dispõe sobre procedimentos e orientações a serem observados para oferta da Educação Especial no Sistema de Ensino Municipal a partir de 2003. O CONSELHO

Leia mais

A Família e o Movimento pela Inclusão

A Família e o Movimento pela Inclusão A Família e o Movimento pela Inclusão (Mônica Pereira dos Santos) 1 Já sabemos que a luta pelos direitos dos portadores de deficiência não é recente. No Brasil, se traçarmos uma demarcação temporal, podemos

Leia mais

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO COORDENADORIA DE ESTUDOS E NORMAS PEDAGÓGICAS CENP SERVIÇO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO ENCONTRO BPC NA ESCOLA AÇÃO DA

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO INCLUSIVA 400h. Estrutura Curricular do Curso Disciplinas

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO INCLUSIVA 400h. Estrutura Curricular do Curso Disciplinas CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO INCLUSIVA 400h Ética profissional na Educação Fundamentos históricos, conceitos, sociais e legais na Educação Inclusiva Legislação Aplicável na Educação Inclusiva Fundamentos

Leia mais

Intervenção Psicoeducacional nas Perturbações do Espetro do Autismo

Intervenção Psicoeducacional nas Perturbações do Espetro do Autismo Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação Universidade do Porto Serviço para a Educação Contínua Intervenção Psicoeducacional nas Perturbações do Espetro do Autismo Formadoras: Doutora Ana Aguiar

Leia mais