UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JULIANA ERPEN FONSECA. TEACHTOY: Coleção de Vestuário Infantil Educativo

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1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JULIANA ERPEN FONSECA TEACHTOY: Coleção de Vestuário Infantil Educativo Balneário Camboriú 2008

2 JULIANA ERPEN FONSECA TEACHTOY: Coleção de Vestuário Infantil Educativo Trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso de Design de Moda da Universidade do Vale do Itajaí para a obtenção do título de Bacharel em Design de Moda. Orientação: Profª Msc. Egéria Höeller Borges Schaefer. Balneário Camboriú 2008

3 RESUMO A idéia principal deste projeto partiu em um trabalho voluntário como professora de Inglês, onde era percebida a dificuldade que os adultos tinham em aprender a nova língua por não estarem adaptados a mesma, diferente das crianças que estão familiarizadas desde pequenas com o Inglês e apresentam muito mais facilidade em seu aprendizado. Este projeto desenvolverá uma coleção de vestuário infantil educativo, que incentivará e adaptará a criança à Língua Inglesa, ocorrendo muito mais facilidade na hora de seu aprendizado, a partir da temática musical Somewhere Over The Rainbow, que valoriza a pureza das crianças, e de material de marketing reciclável, incentivando a criança a ser ecologicamente correta desde sua formação. Palavras chave: educação, criança, interatividade.

4 ABSTRACT The main idea of this project, appeared in a voluntary work as teacher of English, where it was perceived the difficulty that the adults had in learning the new language for not being suitable the same one, different of the children who are made familiar since small to the English and present much more easiness in its learning. This project will develop an educative infantile clothes collection, that it will stimulate and adapt the child to the English Language, occurring much more easiness in the hour of its learning, from the music thematic Somewhere Over The Rainbow, that it values the pureness of the children, and of material of recyclable marketing, stimulating the child to be ecologically correct since its formation. Keywords: education, children, interactive.

5 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Objetivo Geral Objetivos Específicos METODOLOGIA Metodologia de Pesquisa Metodologia de Projeto Técnicas de Criatividade Ferramentas do Projeto FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA História do vestuário História do vestuário infantil As crianças da atualidade O mercado do vestuário infantil As tendências do vestuário infantil primavera/ verão Estado do Design Moda e Design CONCEITUAÇÃO Briefing Temática Painéis Semânticos Apresentação e síntese dos questionários Apresentação e síntese da entrevista Técnicas de criatividade Coleção TeachToy Release da Coleção Cartela de Materiais Cartela de Cores Criação da Marca MEMORIAL DESCRITIVO Peças da coleção que serão confeccionadas Materiais e Características... 90

6 5.3 Tecnologia Ergonomia Estratégias de Marketing Detalhamento Técnico Protótipo CONSIDERAÇÕES FINAIS

7 LISTA DE FIGURAS Figura 01 Linha Metodológica...14 Figura 02 Homem pré-histórico...17 Figura 03 Roupa do faraó Tutankhamon reproduzida por cientistas...18 Figura 04 Roupa grega...19 Figura 05 Roupas romanas...19 Figura 06 Vestuário infantil Figura 07 Vestuário infantil Figura 08 Vestuário infantil Figura 09 Roupa estilo marinheiro...23 Figura 10 Mini homem...24 Figura 11 Loja Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre Figura 12 Loja Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre Figura 13 Loja Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre Figura 14 Loja Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre Figura 15 Meninas com celular...27 Figura 16 Xou da Xuxa...27 Figura 17 É o Tchan...28 Figura 18 Rebeldes...28 Figura 19 Menino com computador...29 Figura 20 Lista de empresas infantis...31 Figura 21 Menina Lilica...32 Figura 22 Meninos Tigor...33 Figura 23 Blusa TNG Junior...33 Figura 24 Green Figura 25 Green Figura 26 Criança desenhando...35 Figura 27 Criança com a flor...36 Figura 28 Tendências Figura 29 Tendências Figura 30 Tendências

8 Figura 31 Tendências Figura 32 Menina pee&poo...39 Figura 33 Bebê pee&poo...39 Figura 34 Produtos p&p Figura 35 Produtos p&p Figura 36 Malwee meninas 1 a 3 anos...41 Figura 37 Malwee meninos 1 a 3 anos...41 Figura 38 Malwee meninas 4 a 6 anos...42 Figura 39 Malwee meninos 4 a 6 anos...42 Figura 40 Brinquedos Abrine...43 Figura 41 Puzzles...44 Figura 42 Torradeira Figura 43 Torradeira Figura 44 Consumo de moda...46 Figura 45 Arco-Íris...49 Figura 46 Liberdade...50 Figura 47 Balas...50 Figura 48 Público Alvo...51 Figura 49 Conceito...52 Figura 50 Temática...53 Figura 51 Gráfico idade...54 Figura 52 Gráfico sexo...55 Figura 53 Gráfico compras...55 Figura 54 Gráfico gastos...56 Figura 55 Gráfico importância do Inglês...56 Figura 56 Gráfico produto educativo...57 Figura 57 Gráfico cor para meninas...57 Figura 58 Gráfico cor para meninos...58 Figura 59 Gráfico tecidos...58 Figura 60 Gráfico materiais...59 Figura 61 Gráfico brinquedos educativos...59 Figura 62 Gráfico temática...60 Figura 63 Croqui masc. números...63 Figura 64 Cachoeira...64

9 Figura 65 Croqui masc. animais...64 Figura 66 Balas...65 Figura 67 Croqui masc. céu...65 Figura 68 Céu Figura 69 Croqui fem. arco-íris...66 Figura 70 Arco- íris...67 Figura 71 Croqui flores...67 Figura 72 Flores...68 Figura 73 Croqui fem Figura 74 Estrelas...69 Figura 75 Croqui renda...69 Figura 76 Praia...70 Figura 77 Croqui masc. doces...70 Figura 78 Céu Figura 79 Croqui masc. ABC...71 Figura 80 Paisagem...72 Figura 81 Croqui masc. brinquedos...73 Figura 82 Parque...73 Figura 83 Croqui sol...74 Figura 84 Sol...74 Figura 85 Croqui Jardim...75 Figura 86 Jardim...75 Figura 87 Croqui fem. doces...76 Figura 88 Balas Figura 89 Croqui fem. brinquedos...77 Figura 90 Borboleta...77 Figura 91 Croqui cores...78 Figura 92 Arco-íris Figura 93 Mãe e criança na praia...80 Figura 94 Criança com sorvete...81 Figura 95 Cartela de Materiais...82 Figura 96 Cartela de Cores...84 Figura 97 Logos Figura 98 Logos

10 Figura 99 Logos Figura 100 Ilusão de ótica...89 Figura 101 Logo final...89 Figura 102 Dispositivo de voz Figura 103 Ergonomia Colors Figura 104 Ergonomia Candies Figura 105 Ergonomia Animais Figura 106 Etiqueta frontal colors Figura 107 Etiqueta posterior colors Figura 108 Etiqueta frontal candies Figura 109 Etiqueta posterior candies...97 Figura 110 Etiqueta blusa frontal Figura 111 Etiqueta blusa posterior...98 Figura 112 Etiqueta bermuda frontal...98 Figura 113 Tag frontal 3 a 5 anos Figura 114 Tag posterior Figura 115 Tag posterior Figura 116 Tag posterior Figura 117 Tag posterior Figura 118 Tag frontal 6 a 8 anos Figura 119 Tag posterior Figura 120 Tag posterior Figura 121 Tag posterior Figura 122 Tag posterior Figura 123 Embalagem feminina entre 3 e 5 anos Figura 124 Embalagem masc. entre 3 e 5 anos Figura 125 Embalagem unissex entre 6 e 8 anos Figura 126 Propaganda TeachToy Figura 127 Ficha técnica cores Figura 128 Ficha técnica cores Figura 129 Ficha técnica cores Figura 130 Ficha técnica doces Figura 131 Ficha técnica doces Figura 132 Ficha técnica doces

11 Figura 133 Ficha técnica animais Figura 134 Ficha técnica animais Figura 135 Ficha técnica animais Figura 136 Look colors Figura 137 Look candies Figura 138 Look animais

12 1 INTRODUÇÃO Este projeto irá desenvolver uma coleção de roupa infantil, segmento que surgiu na Antiguidade onde suas roupas eram soltas e se adaptavam as exigências do corpo, com o tempo o vestuário infantil teve uma grande evolução, na qualidade, na tecnologia dos tecidos, na modelagem, onde em muitos casos a roupa não tem apenas sua função principal de vestir, tem a função também da criança poder brincar e aprender com a mesma, como é o caso desta pesquisa. A idéia principal deste projeto surgiu em um trabalho voluntário como professora de inglês do Clube Rotary Porta do Vale, onde foi observada a dificuldade em que adultos tem em aprender uma nova língua por não terem contato e não estarem adaptados a mesma, fato que seria diferente se desde pequenos esta nova língua estivesse inserida em seu dia a dia. Por isso neste projeto é desenvolvida uma pesquisa sobre roupas educativas para que desde pequenas as crianças sejam adaptadas a nova língua ocorrendo muito mais facilidade no momento de seu aprendizado, ressaltando a importância de uma segunda língua hoje tanto para a vida pessoal para viagens e cultura, onde vários livros não são traduzidos, e principalmente na vida profissional sendo o mercado de trabalho cada vez mais exigente em busca de profissionais qualificados onde é de extrema importância em inúmeras profissões o saber da língua inglesa, para pesquisas em livros estrangeiros, contatos com outros países e viagens em busca de novos negócios pelo mundo. Desta forma as roupas para crianças entre 3 e 5 anos terão estampas e aplicações com dispositivos de voz onde a criança pressionará o dispositivo e soará o nome daquele objeto em Inglês em uma gravação com voz de criança, as roupas para crianças entre 6 e 8 anos que já estão alfabetizadas, sabem ler e já tem uma noção de Inglês terão uma aplicação com dispositivo de voz, estampas, e os nomes dos objetos em forma de estampas ou bordados. As crianças da atualidade convivem com a tecnologia desde pequenas, tendo mais facilidade também para lidar com a mesma, são mais interessadas em novidades e no próprio design dos produtos, são mais exigentes na qualidade e no diferencial e muitas acabam se tornando pequenos consumistas desde cedo, fato que pode ser um problema para a formação das crianças, mas muito bom para o mercado infantil, que esta crescendo a cada ano em meio a novidades, tecnologias e detalhes que encantam a criançada. 10

13 1.1 Objetivo Geral Desenvolver uma coleção de vestuário infantil, feminino e masculino, entre 3 e 8 anos, de caráter educativo, a partir da temática musical: Somewhere Over The Rainbow. 1.2 Objetivos Específicos Incentivar e facilitar a adaptação à língua Inglesa através do vestuário educativo. Valorizar a pureza das crianças através da temática musical supracitada. Proporcionar conforto e liberdade a partir da modelagem adequada aos movimentos das crianças. 11

14 2 METODOLOGIA A Metodologia é formada por métodos, técnicas e ferramentas, segundo Bonsiepe (1984) é o [...] conjunto de instrumentos de navegação que tornam mais fácil a orientação durante o processo projetual. Sendo o método a maneira de como o projeto será desenvolvido, qual seu caminho e procedimentos adotados, as técnicas os meios intermediários na solução dos problemas de projeto e as ferramentas os instrumentos físicos e conceituais usados para chegar aos dados do projeto. Existe também o conceito de que: A Metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa. É a explicação do tipo de pesquisa, do instrumental utilizado (questionário, entrevista etc.), do tempo previsto, da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa. (PEDAGOGIA EM FOCO, 2008). 2.1 Metodologia de Pesquisa O texto abaixo é baseado em dados de Normas para apresentação de trabalhos acadêmicos, de Tafner, Silva e Weiduschat (2003), em meio a outras pesquisas e dados do projeto em questão. Em relação á sua natureza este projeto possui uma pesquisa aplicada, onde objetiva gerar conhecimentos para a aplicação prática dirigidos à solução de problemas específicos. Envolve verdades e interesses locais. No caso o problema é a deficiência de produtos que incentivem as crianças a aprenderem a língua Inglesa desde pequenas, facilitando seu aprendizado futuramente. Sendo o fato em questão a abordagem dos problemas, esta é uma pesquisa quantitativa, pois abordará seu público alvo (pais e crianças de 3 a 8 anos) através de questionários, e uma pesquisa qualitativa, havendo também uma entrevista padronizada com o dono de uma loja infantil e uma entrevista não estruturada com mães e crianças na hora da verificação do produto. Do ponto de vista dos objetivos deste projeto, esta é uma pesquisa exploratória por visar proporcionar maior familiaridade com o problema e construir sua hipótese de solução, 12

15 envolvendo levantamento bibliográfico, entrevistas e análises que estimulem a sua compreensão. É também uma pesquisa descritiva por envolver o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados, questionários e observação sistemática. Em relação aos procedimentos técnicos, este projeto possui levantamento a partir de entrevista padronizada com o dono de uma loja de vestuário infantil, resgatando ali dados do mercado infantil atual, uma entrevista informal com pais de crianças entre 3 e 8 anos para verificação do produto do projeto, questionários com pais de crianças de 3 a 8 anos para resgatar dados do consumo do publico alvo e suas preferências entre tecidos, cores e outras características do produto, e a pesquisa bibliográfica pois é elaborado também a partir de material já publicado, principalmente livros, artigos e material disponibilizado na Internet. 2.2 Metodologia de Projeto O projeto em questão será desenvolvido baseado na metodologia de Bruno Munari, (1991), possui seu processo linear, é iniciada com um problema/ pergunta e tem como característica principal a identificação de um problema. O método de projeto não é mais do que uma série de operações necessárias, dispostas em ordem lógica, ditada pela experiência. Seu objetivo é o de atingir o melhor resultado com o menor esforço. (...) Também no campo do design não se deve projetar sem um método pensar de forma artística procurando logo a solução, sem fazer antes uma pesquisa sobre o que já foi feito de semelhante ao que se quer projetar, sem saber que materiais utilizar para a construção, sem ter definido bem a sua exata função. (MUNARI, 1998, p.10). Utilizar métodos e técnicas não significa bloquear a criatividade do criador, mas sim o guiar para um caminho mais certo. Criatividade não significa improvisação sem método: dessa maneira só se cria confusão, e planta-se nos jovens a ilusão de que artistas devem ser livres e independentes. A série de operações do método de um projeto é formada de valores objetivos que se tornam instrumentos de trabalho nas mãos do projetista criativo. (...) O método de projeto, para o designer não é absoluto nem definitivo; pode ser modificado caso ele encontre outros valores objetivos que melhorem o processo. (MUNARI, 1998, p.11-12) Por se tratar de um projeto de vestuário a metodologia sofreu uma pequena adaptação, sendo retirado o processo de experimentação antes da escolha dos modelos da coleção. 13

16 A metodologia de Bruno Munari é composta da seguinte forma: Figura 01: Linha Metodológica. Fonte: Munari (1991) Neste projeto ela se encaixará da forma a seguir: Problema- Deficiência de produtos que incentivem o aprendizado a uma nova língua. Definição do problema- A partir da observação de que adultos tem maiores dificuldades para aprender uma nova língua, este projeto irá aproveitar a facilidade que as crianças têm para se adaptar e aprender uma nova língua. Componentes do problema- A falta de convívio e adaptabilidade a uma nova língua. 14

17 Criatividade- Criatividade irá estar presente no tema, nome da marca, na parte gráfica, painéis semânticos, na elaboração das etiquetas, nos croquis e no diferencial do produto. Materiais e tecnologia- Materiais com proteção UV, anti-sujeira, confortáveis, de qualidade, tecnologia nas peças da roupa que irão produzir sons. Nesta etapa serão aplicados os questionários, feita sua análise e elaborados os croquis. Modelo- São escolhidos os 15 modelos da coleção. Verificação- Pais e crianças observam e verificam os desenhos da coleção para saber se as roupas estão de acordo com as cores, modelagem e outros detalhes adequados ao seu público. Desenho construtivo- A coleção final é adaptada com os resultados realizados com os pais e crianças. Solução- É confeccionado o modelo final e o problema da falta de convivência ocasionando uma difícil adaptabilidade e aprendizagem a nova língua é então possivelmente solucionado com convivência de crianças que terão roupas que além de terem sua função de vestir e protegê-las, poderão brincar, interagir e principalmente aprender com sua peça de roupa palavras da língua Inglesa. 2.3 Técnicas de Criatividade Técnicas são meios/ instrumentos intermediários na solução dos problemas de projeto, neste em questão serão utilizadas: Brainwriting: esta é uma técnica de criatividade como o brainstorming, uma tempestade de idéias, mas neste caso é escrito. Palavras indutoras: através de palavras sobre o tema em questão, você chega a novos resultados, onde no caso cada palavra induz a uma nova idéia e uma nova possibilidade Música: a música da temática Somewhere over the rainbow será utilizada sempre na hora da criação de croquis, painéis entre outros. 15

18 dos produtos. Essas técnicas serão utilizadas para aumentar e estimular a criatividade na elaboração 2.4 Ferramentas do Projeto As ferramentas de projeto são instrumentos físicos ou conceituais, no desenvolvimento deste projeto as seguintes ferramentas serão utilizadas para chegar aos resultados de criatividade e pesquisa necessários: Questionários: Para obter contato com o público alvo, crianças de 3 a 8 anos e seus pais, serão aplicados questionários em escolas infantis. Entrevistas: através de entrevista com dono de loja infantil se chegará a resultados do que o mercado infantil mais vende, o perfil do consumidor, o que é da preferência das crianças, suas formas de marketing, sua arquitetura entre outros. E através de entrevistas informais com os pais de crianças de 3 a 8 anos se chegará a resultados de como o produto deve se adaptar para conforto, comodidade e preferência das crianças na hora da verificação do produto com as mesmas. Painéis Semânticos: através de painéis semânticos será mostrado o conceito, temática e publico alvo do projeto, sendo também usado para criatividade e inspiração na elaboração do projeto. Briefing: Através da construção do briefing é possível chegar a definição das características do produto, consumidor, empresa e mercado, para melhor analisar e criar o produto em questão no projeto. Estes serão instrumentos que facilitarão e guiarão o caminho para obtenção dos dados, pesquisas e criatividade necessárias para elaboração do projeto. 16

19 3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3.1 História do vestuário A história do vestuário foi iniciada na pré-história, a partir da necessidade que o homem tinha em se proteger de fatores naturais e pela aparência. Um caçador pré-histórico poderia usar a pele de um animal para se proteger do frio ou para mostrar sua força por ter matado aquele grande e bravo animal. Na Rússia, em 1988, Arqueólogos identificaram agulhas primitivas, feitas com ossos e marfim, que foram feitas há mais de 30 mil anos. Acredita-se que ao final da Idade da Pedra, há 25 mil anos, o uso de roupas já fosse corrente e que a técnica de fabricação de fios já tenha sido dominada, usando pêlos de animais como a ovelha ou fiapos de certas plantas como o algodão. Técnicas na produção de roupas melhoraram gradualmente com o passar do tempo, permitindo eventualmente a conectar pedaços de pele entre si e, assim, formar peças de roupas mais elaboradas. (WIKIPEDIA, 2008) Figura 02: Homem pré-histórico. Fonte: Poucas roupas da época resistiram ao tempo, por terem sido feitas com materiais orgânicos, mesmo assim algumas resistiram por alguns fatores naturais como o clima seco em certas regiões, onde assim as roupas se conservaram na medida do possível por mais tempo. A partir das necessidades físicas humanas a roupa foi evoluindo. 17

20 Na sociedade urbana do Egito Antigo, a indumentária era basicamente feita de artigos de linho. Retangulares, as peças de tecido eram enroladas em torno do corpo. Para fixá-las, espinhos, que podem ter sido a origem dos alfinetes. (FEGHALI, DWYER. 2001, p.38). No Antigo Egito poucas pessoas usavam roupas, apenas adultos de famílias de alta classe, pois roupa naquela época indicava riqueza. Muitas crianças e escravos não usavam nenhum tipo de roupa. Figura 03: Roupa do faraó Tutankhamon reproduzida por cientistas. Fonte: Para os assírios seu vestuário básico eram as mesmas roupas utilizadas na babilônia, apenas mais enfeitadas. Dos persas vieram as idéias de roupas repartidas, como calças e jaquetas. Observando a indumentária grega do período primitivo (6000 a.c.), nota-se que ela era formada por três peças principais: o quitão, o pelpo e a clâmide. A partir dessas peças, várias modificações e adaptações foram feitas com diferentes amarrações e granzidos, dando origem a diferentes estilos. O material utilizado era lã ou linho. (FEGHALI, DWYER. 2001, p.39). 18

21 Figura 04: Roupa grega. Fonte: Como conseqüência da contribuição etrusca, os romanos introduziram vários gêneros de túnicas. O subáculo, por exemplo, era mais próximo ao corpo e, alem de ser mais curto, não tinha mangas. A exteriodium era mais larga, com a opção de ser longa ou não. A damáltica era mais curta, com renda nas mangas e na barra. Os romanos de boa família vestiam togas que eram denominadas puerilis enquanto usadas até a idade adulta; depois dessa fase eram chamadas virilis. (FEGHALI, DWYER. 2001, p.41) Para os romanos as formas de enrolar sua roupa dependiam da classe social e ocasião que usariam a peça. Figura 05: Roupas romanas. Fonte: 19

22 Com o passar do tempo o vestuário foi evoluindo por necessidades e pela estética, atualmente ele se transforma em um espaço mínimo de tempo. Glória Kalil, consultora de moda, lembra-nos em depoimento para o vídeo: A Moda sempre foi efêmera, desde o tempo em que ela foi definida como Moda. Até então, as roupas duravam. Uma túnica romana durava uns 300 anos. Depois, as pessoas usaram o mesmo camisolão com pequenas variações durante séculos e séculos. A partir do final da Idade Média e do Renascimento, quando a noção de indivíduo, e não de coletividade religiosa, veio à tona, a partir daí, surgiu o conceito de Moda, a coisa do indivíduo se pensar como indivíduo, ela foi efêmera sempre. (MESQUITA, Cristiane. 2004, p.39). A partir do momento do surgimento da Moda, as roupas passam a se transformar rapidamente, seja por necessidades, evoluções, segurança pessoal, satisfação e até mesmo pela superficialidade, a Moda é efêmera e também está ligada ao psicológico das pessoas sendo uma forma de mostrar e reafirmar sua personalidade. 3.2 História do vestuário infantil O vestuário infantil surgiu na antiguidade, eram roupas soltas, se adaptavam as exigências naturais do corpo. Figura 06: Vestuário infantil 1. Fonte: LURIE,

23 Durante a Idade Média, e por vários séculos, as crianças pequenas usavam botas e vestidos compridos e havia pouca distinção entre os trajes masculinos e femininos. Mas, à medida que a moda foi ganhando complexidade, a imitação das roupas dos adultos virou regra geral. Já entre três e seis anos o menino se tornava um homenzinho, e a menina, uma mulherzinha. (MOUTINHO, VALENÇA. 2001, p.49). Figura 07: Vestuário infantil 2. Fonte: LAVER, Apesar de belas as roupas eram desconfortáveis para as crianças, havia golas franzidas, anquinhas, calções bufantes, mangas cheias de ornamentos, saias compridas, pesadas e até mesmo espartilhos alguns usavam. Às crianças nobres era exigido também complementos como sapatos de salto e chapéus enfeitados com pequenas flores. 21

24 Figura 08: Vestuário infantil 3. Fonte: LAVER, Mas graças ao filosofo, sociólogo e pedagogo Rousseau com suas idéias revolucionárias foi mudado o pensamento de encarar as crianças como pequenos adultos: Na segunda metade do século XVIII, Jean- Jacques Rousseau e seus seguidores apresentaram uma nova visão da infância como um estado natural e separado, e a criança como um ser com valor próprio, ao invés de um adulto imperfeito e reduzido. Requeriam uma mudança não apenas na educação das crianças como também sua maneira de vestir. (LURIE, 1997, p.51). Rousseau defendia a idéia de que educação deveria ser um processo espontâneo e que as crianças precisavam viver em contato com a natureza. Dizia ele: [...] os membros de uma criança em crescimento devem estar livres para se mover com facilidade em suas roupas; nada deve restringir seu crescimento e movimento; (...) O melhor é fazer com que as crianças usem batas durante o maior tempo possível e, então, prover-lhes roupas folgadas, sem tentar definir as formas, o que não passa de mais uma maneira de deformá-las. Seus defeitos de mente e corpo talvez remontem todos à mesma fonte, ao desejo de torná-las homens antes do tempo. (MOUTINHO, VALENÇA. 2001, p. 51). 22

25 Os pensamentos de Rousseau foram atendidos, meninas foram libertadas dos espartilhos e armações que restringiam seus movimentos de criança, elas começam então a usar roupas de musselina simples decotadas e confortáveis como no início do vestuário infantil. Mais tarde esse privilégio foi estendido aos adolescentes. Os meninos deixaram de usar coletes justos, camisas de colarinho alto e casacos compridos como de seus pais, passaram a usar jaquetas mais curtas, camisas mais confortáveis e calças. Na ultima década do século XVIII, algumas calças passam a ser abotoadas nas jaquetas, o traje ganha o sinistro apelido de traje de esqueleto, a moda era usada por meninos de 3 a 7 anos, usada ate os anos Na parte dos calçados também houve mudanças, as crianças foram libertadas dos saltos passando a usar sapatos baixos, até mesmo seus cabelos passaram a ser usados ao natural substituindo as perucas e penteados empoados como o dos adultos. As saias das meninas começam a encurtar a partir de 1820, entre 1860 e 1900, as roupas voltam a ficar desconfortáveis, mas ali já existiam mães que adotavam uma moda mais informal para seus filhos. No século XX as meninas vestiam modelos inspirados nos desenhos da artista plástica Kate Greenaway, os meninos usavam blusas ao estilo russo mas a roupa oficial era o estilo marinheiro vestido por meninos e meninas. Figura 09: Roupa estilo marinheiro. Fonte: MOUTINHO, VALENÇA

26 É curioso assinalar que, desde 1900, Paris já contava com uma grande costureira especializada em roupas infantil, era Jeanne Lanvin, cujo nome está ligado a uma das mais famosas maisons dos anos 30. (MOUTINHO, VALENÇA., 2001, p.54). Figura 10: Mini homem. Fonte: Atualmente ocorre uma certa tendência de retornarem ao sistema medieval, hoje a infância já é reconhecida como uma fase separada, mas ate mesmo grandes marcas incentivam as crianças a serem vestidas como seus pais, como os mais velhos, atingindo até mesmo a formação e os pensamentos desta criança que não vê a hora de se tornar um adulto e ter maior poder de compra em seus produtos. 3.3 As crianças da atualidade Já foi o tempo em que as crianças usavam roupas desconfortáveis, com cores, modelagens e padrões escolhidos por seus pais, atualmente cada vez mais elas tem maior poder de compra, desde pequenas já são determinadas, informadas e exigentes em seus produtos. As próprias lojas são projetadas para encantar as crianças, onde parecem um mundo encantado ligado também a muita tecnologia. Até mesmo as araras e estantes são feitas do tamainho delas para um melhor alcance. 24

27 Apesar dos bons resultados que alcançam, as ações de marketing direcionadas não são suficientes para desenvolver um bom relacionamento com os pequenos. Também é preciso investir num atendimento diferenciado. Empresas de grande e pequeno portes passaram a tratar as crianças como consumidores já maduros (FIT016, 2008) Um exemplo desta arquitetura diferenciada em lojas infantis é a Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre, um espaço diferenciado, como um pequeno mundo mágico, que faz a criança querer voltar à loja e facilita seu acesso aos produtos com prateleiras e araras do seu tamanho, como podemos observar nas fotos a seguir: Figura 11: Loja Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre 1. Foto: Juliana E. Fonseca Figura 12: Loja Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre 2. Foto: Juliana E. Fonseca 25

28 Figura 13: Loja Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre 3. Foto: Juliana E. Fonseca Figura 14: Loja Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre 4. Foto: Juliana E. Fonseca As crianças aliam suas vontades com pressões psicológicas da mídia, se tornando desde novinhos pequenos consumistas, assim como o nível de exigência das crianças cresceu, seu consumo em artigos de moda aumentou muito, na hora dos presentes muitas crianças estão preferindo roupas a brinquedos, conseqüentemente a produção do vestuário infantil teve um grande crescimento. O empresário Marc Antonio Lahoud, dono da Petit Bebê, uma rede de lojas que existe há 19 anos e oferece roupas e brinquedos para crianças de 0 a 12 anos, afirma que a evolução da indústria de vestuário infantil colaborou decisivamente para que as crianças participem mais do ato de compra. "Até alguns anos atrás, os pais compravam uma calça rancheira e uma camisa e estava ótimo", diz ele. Hoje, a indústria de vestuário infantil evoluiu tanto que existem milhares de modelos à disposição dos consumidores mirins. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), cerca de 900 milhões de peças de vestuário infantil são fabricadas anualmente no país. (FIT016, 2008). 26

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