CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

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1 Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Departamento de Ensino Campus Luziânia CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Luziânia Junho/2010

2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLÓGIA DE GOIÁS PLANO DE CURSO CNPJ / Razão Social Nome Fantasia Esfera Administrativa Endereço Instituto Tecnológico Federal de Goiás IFG GO IFG / Campus Luziânia Federal Rua São Bartolomeu s/n Vila Esperança Cidade/UF/CEP Luziânia GO CEP: Telefone/Fax (61) de contato Site da unidade Área do Plano Informação e Comunicação Habilitação, qualificações e especializações: Habilitação: Carga Horária: TCC Estágio Curricular Atividades Complementares Carga Horária Total Tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas horas 108 horas 400 horas 200 horas horas

3 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS Paulo César Pereira Reitor Gilda Guimarães Pró-Reitora de Ensino Ruberley Rodrigues Souza Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação Aldemir Coelho Lima Pró-Reitor de Extensão Maria José Braga Pró-Reitora de Desenvolvimento Institucional Jerônimo Rodrigues da Silva Diretor Geral Campus Luziânia José Carlos Barros Silva Chefe do Departamento de Áreas Acadêmicas Comissão Coordenadora do Projeto: Prof. Msc. José Carlos Barros Silva Prof. Msc. Wanderley Azevedo de Brito Profª. Esp. Líliam Meires Alves Ferreira Prof. André Rodrigues Coimbra Prof. Msc. Renan Rodrigues de Oliveira Prof. Msc. Ulisses Rodrigues Afonseca

4 As pessoas querem e precisam ler e Escrever, justamente a fim de ter mais Possibilidades de serem elas mesmas. Paulo Freire

5 SUMÁRIO 1. Justificativa e Objetivos do Curso Justificativa Objetivos Objetivos Gerais Objetivos Específicos Requisitos de Acesso ao Curso Perfil Profissional de Conclusão Habilidades e Competências Locais de Atuação Profissional Organização Curricular do Curso Estrutura Curricular do Curso Núcleos Curriculares Pedagógicos Núcleo Específico Núcleo Comum Princípios Metodológicos Matriz Curricular Disciplinas e suas Ementas Estágio Supervisionado Atividades Acadêmico-científico-culturais Trabalho de Conclusão do Curso Critérios de Aproveitamento de Conhecimento e Experiências Anteriores Critérios de Avaliação da Aprendizagem Auto-avaliação Instalações e Equipamentos Pessoal Docente e Técnico-administrativo Envolvido no Curso Formação e Qualificação do Corpo Docente Quadro de Servidores Técnico-administrativos Certificados e Diplomas Referência Bibliográfica...49

6 1. Justificativa e Objetivos do Curso 1.1 Justificativa A cidade de Luziânia está localizada na região do Entorno do Distrito Federal, a uma distância de aproximadamente 60 Km de Brasília e 190 Km de Goiânia, na Mesorregião do Leste Goiano. Como um dos dezenove (19) municípios da Região de Desenvolvimento Integrado do Distrito Federal e Entorno - RIDE 1, e uma população estimada de habitantes (IBGE, 2010), distribuídos em uma área territorial total de 3.961,54 km², o município de Luziânia alcançou em 2007 um Produto Interno Bruto per Capita de R$ 8.309,00 (IBGE, 2009). Ainda segundo dados do IBGE, em 2007 a RIDE abrigava uma população estimada em três (3) milhões de habitantes. Trata-se de uma região com elevado crescimento vegetativo e de ampliação de camadas sociais excluídas e marginalizadas, marcadas por sérios problemas de drogas, violência, prostituição, subemprego/desemprego (IFG, 2009). O Relatório de estudo/pesquisa natural, social, econômica e educacional do município de Luziânia e da região de influência, publicado em 2009 pelo Observatório do Mundo do Trabalho e da Educação Profissional e Tecnológica, traz a seguinte análise sobre a realidade da RIDE: O desenvolvimento local/regional, capaz de articular sustentabilidade econômica, social e ambiental, inclusão social e democratização política, cultural e informacional, demanda um envolvimento profundo das instituições públicas de educação com o universo local/regional (IFG, 2009, p. 88). Desse modo o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Goiás IFG é chamado a assumir um papel relevante no processo de desenvolvimento local/regional. Ainda segundo o referido relatório, a mesorregião do Leste Goiano apresenta média carência na oferta de profissionais nas áreas de informação e comunicação (IFG, 2009), entre outras do setor de serviços. A amplitude de demanda por Cursos Técnicos e por Cursos Superiores indicados nas entrevistas e no estudo/pesquisa é acompanhada de profundidade de demanda, em decorrência da expansão das atividades econômicas e do pequeno número de profissionais qualificados na região (IFG, 2009, p. 117). No contexto da revolução tecnológica, a rapidez e a abrangência das mudanças alcançam de 1 É uma região administrativa criada por meio da Lei Complementar Nº. 94, de fevereiro de Ela é integrada pelo Distrito Federal, por 19 municípios do Estado de Goiás Abadiânia, Água Fria de Goiás, Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Cabeceiras, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Corumbá de Goiás, Cristalina, Formosa, Luziânia, Mimoso de Goiás, Novo Gama, Padre Bernardo, Pirenópolis, Planaltina de Goiás, Santo Antônio do Descoberto, Valparaíso de Goiás e Vila Boa e por três municípios do Estado de Minas Gerais Unaí, Buritis e Cabeceira Grande (IFG, 2009). 6

7 forma ampliada o cotidiano das pessoas e transformam os seus modos de pensar, sentir e agir. A tecnologia, portanto, passa a constituir relevante diferencial de desenvolvimento econômico e social entre as distintas camadas da sociedade e pode tanto proporcionar melhorias de condições de vida, quanto acentuar as desigualdades entre as distintas sociedades e no interior de cada uma delas. A reorganização produtiva do capital, combinada com crescentes inovações tecnológicas, demanda trabalhadores com domínio de conhecimentos cada vez mais complexos e com contínua qualificação profissional. Entre esses trabalhadores, o mercado demanda um novo profissional que atenda as exigências da revolução tecnocientífica: o tecnólogo. Tal profissional tem um espaço muito específico nas diversas atividades econômicas e está sendo cada vez mais requerido pelo mercado de trabalho da informação e da comunicação em permanente crescimento. Como se sabe, a melhor qualificação da força de trabalho é uma exigência nas economias mais dinâmicas. No Brasil, país em que o nível de escolaridade é tradicionalmente baixo, as demandas das empresas requerem expansão do tempo e da qualidade da escolaridade dos trabalhadores. Assim, a elevação do patamar de formação profissional apresenta-se como uma condição cada vez mais necessária para o trabalho, já que há correlação direta entre o nível de escolaridade e a qualidade ocupacional. A formação do Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas proporciona condições para que este tipo de profissional possa estudar, projetar, implantar, desenvolver e manter sistemas computacionais de informação. Essa habilitação profissional também possibilita ao tecnólogo trabalhar com ferramentas computacionais, equipamentos de informática e projetos na produção de sistemas. O rápido avanço do setor de informática exige que o profissional nesta área saiba empregar com qualidade e segurança as diversas linguagens de programação. Desse modo, os campos de atuação do Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas abrangem atividades relacionadas com análise, desenvolvimento e consultorias em sistemas de informática administrativa, comércio eletrônico (e-commerce), tecnologia da informação e sistemas web (webmaster). Considerando a necessidade de desenvolvimento socioeconômico e tecnológico da Mesorregião do Leste Goiano, o curso poderá contribuir para atender a demanda de profissionais na área de análise e desenvolvimento de sistemas, possibilitando que empresas, instituições e pessoas sejam acompanhadas na utilização e no desenvolvimento de produtos e serviços em sistemas da informação. Em 2010, a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica - SETEC publicou o seu novo Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. Tal documento é responsável pela organização e oferta de cursos superiores de tecnologia, a partir das Diretrizes Curriculares 7

8 Nacionais para a Educação Profissional de Nível Tecnológico e em sintonia com a dinâmica do setor produtivo e os requerimentos da sociedade atual (BRASIL, 2010, p. 9). Segundo o referido Catálogo, o Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, em seu Eixo de Informação e Comunicação, que compreende tecnologias relacionadas à comunicação e processamento de dados e informações, visa preparar profissionais que procuram explorar raciocínio lógico e saibam empregar linguagens de programação e de metodologias de construção de projetos, sem deixar de lado a preocupação com a qualidade, usabilidade, robustez, integridade e segurança de programas computacionais (Brasil, 2010). O profissional de Análise e Desenvolvimento de Sistemas é, portanto, uma necessidade fundamental e constitui-se em uma vantagem competitiva das empresas públicas/privadas, seja na tomada de decisões, seja no desenvolvimento estratégico de suas atividades operacionais e de suporte. Em termos de políticas públicas voltadas para a educação e a profissionalização, o Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas poderá também constituir-se em uma oportunidade de inclusão social e profissional de trabalhadores com acréscimo em qualificação e, consequentemente, maior possibilidade de ampliação de renda Objetivos Objetivos Gerais O Curso Superior de Tecnologia em Analise e Desenvolvimento de Sistemas tem por objetivo geral propiciar ao estudante um campo de formação interdisciplinar e tecnológica, que lhe possibilite condições para melhorar, com capacidade teórico-prática, a sua inserção no mundo do trabalho, fortemente influenciado pela revolução técnico informacional. A multiplicidade de disciplinas possibilita ao aluno vasto conhecimento teórico, com vivência prática, bem como a interação entre ciência e tecnologia. O domínio teórico-prático estimula a criatividade na busca por soluções para os problemas das tecnologias da informação. O processo de formação desses profissionais abrange a compreensão do campo científico da computação, especificamente em análise, desenvolvimento e administração de sistemas informatizados, permitindo também o conhecimento de hardware, linguagens dos sistemas operacionais, softwares, redes de computadores e de internet. 8

9 1.2.2 Objetivos Específicos O Curso Superior de Tecnologia em Analise e Desenvolvimento de Sistemas visa: - Formar profissionais aptos a desenvolver sistemas informatizados aplicando, de forma racional, as mais modernas tecnologias adequadas para cada fim. - Propiciar meios de interação entre os acadêmicos e a sociedade, de forma a propagar novas tecnologias e absorver tendências e necessidades do mercado no âmbito da análise e desenvolvimento de sistemas. - Atender às demandas regionais na formação de recursos humanos para a área de análise e desenvolvimento de sistemas. - Criar oportunidades para o desenvolvimento de habilidades necessárias para se atingir a competência desejada no desempenho profissional; - Realizar ações, associando o currículo acadêmico com o desenvolvimento das atividades realizadas no decorrer do curso; - Propiciar conhecimento prático e teórico sobre a utilização da tecnologia em informática na sua atuação profissional. 2. Requisitos de Acesso ao Curso Ter concluído o Ensino Médio; Ser aprovado no Processo Seletivo realizado pelo IFG Campus Luziânia. Cada processo seletivo será divulgado por intermédio de edital próprio publicado na Imprensa Oficial, bem como em outros veículos informativos, no qual estarão contidos os requisitos para a seleção e o ingresso na instituição, no curso pretendido. No presente caso, no curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. A possibilidade de recebimento de alunos por meio de transferência estará sujeita a existência de vagas e obedecerá o disposto no Regulamento Acadêmico dos Cursos de Graduação da Instituição. O mesmo ocorrerá com alunos portadores de diplomas de Ensino Superior. 3. Perfil Profissional de Conclusão Os profissionais formados pelo Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas estarão aptos a atuar em empresas públicas, privadas e de terceiro setor, com domínio de conteúdos teórico-práticos. Poderão também elaborar pesquisas básicas e de desenvolvimento de 9

10 métodos, produtos e aplicações em sua área de atuação e estimular o desenvolvimento científico. A proposta curricular para o curso está estruturada de maneira a propiciar ao egresso: - Modelar, especificar, implementar, validar e fazer manutenção em sistemas de informação em geral. - Gerir o processo de desenvolvimento de softwares. - Projetar e otimizar sistemas de informação para o atendimento dos requisitos específicos de um negócio. - Escolher e utilizar ferramentas de desenvolvimento de sistemas. - Avaliar e diagnosticar projetos de sistemas de informação. - Utilizar técnicas modernas de levantamento de requisitos, desenvolvimento de sistemas e testes. - Conhecer as técnicas de gerenciamento de toda a infra-estrutura da Tecnologia da Informação, principalmente as relacionadas à área de desenvolvimento de sistemas. - Ser inovador, promovendo mudanças que provoquem melhorias. - Fazer estimativas do custo e tempo de um software. - Articular, motivar e liderar equipes para a captação de dados, geração e disseminação de informações, estimulando o trabalho em equipe, compartilhando e atribuindo funções. - Ter visões sistêmicas e interdisciplinares. - Fazer uso de raciocínio lógico e crítico-analítico para a solução de problemas que se apresentem; - Solucionar problemas do mundo real, baseado em modelos computacionais, de forma inovadora, acompanhando a evolução tecnológica. - Ter pleno conhecimento e domínio do processo de planejamento, concepção, projeto e implementação de sistemas de informação nas organizações, como forma de gerenciamento do fluxo de informação, para obtenção de vantagem competitiva frente a seus concorrentes. - Ter sua formação direcionada para o desenvolvimento de habilidades de gestão, projeto de sistemas computacionais e aplicativos para internet. - Conhecer amplos aspectos do gerenciamento organizacional, computacional e tecnológico. - Ser capaz de gerenciar recursos e liderar pessoas, bem como grupos de trabalhos. 10

11 3.1 Habilidades e Competências A proposta da matriz curricular, para o Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, foi estruturada de maneira a desenvolver habilidades e competências técnicas, pessoais e intelectuais no egresso: - Atuar em equipes de desenvolvimento de sistemas nas tarefas de criação de banco de dados, desenvolvimento e programação de aplicativos e sistemas e em sua documentação; - Efetuar levantamentos de ambientes computacionais podendo identificar tipos de software e hardware em utilização no ambiente; - Utilizar a Internet e suas tecnologias, podendo efetuar instalações, configurações e otimizações de softwares; - Aplicar as principais tecnologias de desenvolvimento de sistemas na criação de sistemas comerciais convencionais e nos que serão operados via web e suas tecnologias; - Gerenciar equipes de trabalho em empresas de informática. - Analisar, projetar, documentar, especificar, testar, implantar e manter sistemas computacionais de informação. - Trabalhar com ferramentas computacionais, equipamentos de informática e metodologia de projetos na produção de sistemas. - Empregar de linguagens de programação e de metodologias de construção de projetos. - Preocupar-se com a qualidade, usabilidade, robustez, integridade e segurança de programas computacionais Locais de Atuação Profissional O egresso deve possuir um perfil que ao ser inserido no mercado de trabalho, seja um agente transformador, capaz de provocar mudanças através da agregação de novas tecnologias e desenvolvimento de novas estratégias de negócios. Propiciar novos negócios através do uso de tecnologias computacionais, agregando novas ferramentas às já existentes, permitindo melhores condições de trabalho e um fluxo mais eficiente e eficaz de informação para a área de atuação. Os profissionais formados atuarão na área de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, podendo exercer atividades no campo da análise de sistemas, engenharia de software, gerência de projetos e administração de bancos de dados. 11

12 Portanto, o Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas poderá atuar nos setores que usam o computador, como empresas de informática, comerciais, industriais, financeiras, bancos, consultorias, órgãos públicos e instituições de ensino. Pode atuar também em empresas de manutenção, fornecimento e programação de software, web e hardware, ou na representação de sistemas de computação. 4. Organização Curricular do Curso 4.1 Estrutura Curricular do Curso A organização curricular do Curso Superior em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, contempla diretrizes definidas no Projeto Pedagógico do IFG e as seguintes determinações legais: PORTARIAS Portaria Normativa nº 3, de 1º de abril de Determina as áreas e os cursos superiores de tecnologia que serão avaliados pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) no ano de 2008 e dá outras providências. Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro Institui o e-mec, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação da educação superior no sistema federal de educação. Portaria Normativa nº 1, de 10 de janeiro de Calendário do Ciclo Avaliativo do SINAES, triênio2007/2009. Portaria nº 282, de 29 de dezembro de Inclusões no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. Portaria Normativa nº 12, de 14 de agosto de Dispõe sobre a adequação da denominação dos cursos superiores de tecnologia ao Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, nos termos do art. 71, 1º e 2º, do Decreto 5.773, de Portaria nº 10, de 28 de julho de Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. Portaria nº 1.027, de 15 de maio de Dispõe sobre banco de avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES, a Comissão Técnica de Acompanhamento da Avaliação - CTAA, e dá outras providências. Portaria nº 4.362, de 29 de dezembro de Institui banco único de avaliadores da educação superior. 12

13 Portaria nº 107 de 22 de julho de SINAES e ENADE disposições diversas. Portaria nº 2.051, de 9 de julho de Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei no , de 14 de abril de PARECERES Parecer CNE/CES nº 277, de 07 de dezembro de Nova forma de organização da Educação Profissional e Tecnológica de graduação. Parecer CNE/CES nº 261/2006. Dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá outras providências. Parecer CNE/CP Nº 29/2002. Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais no Nível de Tecnólogo. Parecer CNE/CES Nº 436/2001. Trata de Cursos Superiores de Tecnologia - Formação de Tecnólogos. Parecer CNE Nº 776/97. Orienta para as diretrizes curriculares dos cursos de graduação. LEIS: LEI nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996 Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional LEI nº de 25 de Setembro de 2008 Dispõe sobre o estágio de estudantes. RESOLUÇÃO Resolução CNE/CP 3, de 18 de dezembro Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia. O curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas será ofertado no período noturno e é organizado por disciplinas em regime semestral com uma carga horária total de horas, das quais horas de disciplinas da matriz curricular, 400 horas são previstas para estágio curricular, a partir do 3º período, e, 200 horas para atividades complementares. Serão ofertadas 30 (trinta) vagas semestrais. A duração do curso é de 3 (três) anos e meio, com 800 horas anuais distribuídas em 200 dias letivos. 13

14 4.2 Núcleos Curriculares Pedagógicos Norteado pela Resolução CNE/CP 3, o currículo do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia IFG, Campus Luziânia, contempla o desenvolvimento de competências profissionais e é formulada em consonância com o perfil profissional de conclusão de curso. Portanto, a organização curricular compreende as competências profissionais tecnológicas, gerais e específicas, incluindo os fundamentos científicos e humanísticos necessários ao desempenho profissional. O currículo abrange uma sequência de disciplinas ordenadas em semestres letivos. A forma de integralização curricular fundamenta-se na hierarquização de conteúdos. Além das disciplinas integram a proposta as Atividades Complementares, que têm o objetivo de ampliar a formação do educando. Composta por disciplinas de caráter obrigatório, a matriz curricular deverá ser cumprida integralmente pelo estudante, a fim de que ele se qualifique para obtenção do diploma. A matriz curricular está organizada por núcleos, assim constituídos: disciplinas de formação geral; disciplinas de formação específica Núcleo Específico O núcleo de formação específica está organizado de modo que o estudante compreenda conhecimentos fundamentais da Análise e Desenvolvimento de Sistemas, enfocando os seguintes aspectos: análise, projeto, desenvolvimento e manutenção de sistemas computacionais de informação; domínio de ferramentas computacionais, equipamentos de informática e metodologia de projetos na produção de sistemas; emprego de linguagens de programação e de metodologias de construção de projetos e de programas computacionais. O curso é integrado conforme abaixo: Disciplinas Período Carga Horária Relógio Programação I 1º 81 Lógica para Computação 1º 54 Introdução à Computação 1º 54 14

15 Programação II 2º 81 Arquitetura de Computadores 2º 81 Estrutura de Dados I 3º 81 Programação III 3º 81 Banco de Dados I 3º 81 Sistemas Operacionais I 3º 54 Padrões de Projeto 4º 54 Estrutura de Dados II 4º 54 Banco de Dados II 4º 54 Redes de Computadores 4º 81 Sistemas Operacionais II 4º 54 Desenvolvimento de Aplicações Web 5º 81 Gerência de Projetos 5º 54 Engenharia de Requisitos 5º 81 Engenharia de Software 6º 81 Qualidade de Software 7º 81 Segurança da informação 7º 54 Computação e Sociedade 7º 54 Trabalho de Conclusão de Curso 7º 108 Carga Horária Total Núcleo Comum O núcleo de formação geral é constituído por disciplinas de áreas afins que visam ampliar a formação do tecnólogo. Disciplinas Período Carga Horária Relógio Cálculo 1º 54 Português Instrumental 1º 54 Inglês instrumental 2º 54 Álgebra e Geometria Analítica 2º 54 Estatística e Probabilidade 2º 54 Administração e Teoria Geral de Sistemas 3º 27 Gestão Ambiental e Responsabilidade Social 5º 54 15

16 Metodologia Científica 6º 81 Direito em Informática 6º 54 Sociologia do Trabalho, Tecnologia e Cultura 6º 54 Letras - Libras 7º 54 Carga Horária Total Princípios Metodológicos A ação pedagógica implica em decisões sobre o ensino, para quem ensinar e como fazê-lo. Sabe-se que a metodologia adotada no fazer pedagógico, abre espaço para o aluno posicionar-se frente o ato de aprender e o educador aos de ensinar e aprender. Compreende-se, portanto, que as atividades propostas aos alunos, a indicação bibliográfica, as formas de avaliação, as técnicas de ensino, as formas de relacionar teoria e prática podem revelar como ocorre a compreensão/interpretação que o sujeito faz com a realidade e, portanto, o conhecimento a ser construído. A metodologia de ensino tem relação com a concepção pedagógica adotada no processo de construção do conhecimento, ou seja, na prática docente. No presente Projeto de Curso, em termos de metodologia de ensino-aprendizagem, optou-se pela pedagogia histórico-crítica, fundamentada na teoria dialética do conhecimento, que ressalta a importância do professor contextualizar os saberes do educando. Nesta perspectiva teórica, a construção do conhecimento ocorre no movimento dinâmico entre os saberes prático e científico. Tal fazer pedagógico envolve, além da esfera escolar, também a experiência de cada pessoa, ou seja, a aprendizagem inicia-se em todas as esferas, antes do contato escolar. Nesse sentido, tomadas como um objeto de estudo, de problematização, o professor considera a vivência e a leitura que cada um faz do e no cotidiano. O objetivo desse procedimento metodológico é estimular a consciência crítica do sujeito sobre o contexto socioeconômico na qual está inserido. Assim, transformada em uma proposta didática, a problematização inicial poderá servir como conteúdo a ser considerado e analisado como caminho para a construção de novos conhecimentos. Compreende-se a partir da perspectiva teórica histórico-crítica (SAVIANI, 2000), que o desconhecimento científico em relação a um determinado conteúdo pode distanciar o aluno da percepção real do objeto em estudo e da dimensão social em que ele está envolvido. Para isso, o professor, a partir da metodologia fundamentada na teoria histórico-crítica, do referencial teórico 16

17 em cada campo do saber e do domínio científico em sua área específica do conhecimento, pode criar condições pedagógicas que possibilitem aos alunos a compreensão e a interpretação da realidade. Desse modo, ao permitir a relação entre o saber cotidiano/não formal e o científico por meio da problematização, o professor proporciona condições para construção do conhecimento, a partir de um movimento crítico do pensamento. Buscar um enfoque metodológico dialético implica em possibilitar o desenvolvimento de tarefas indissociáveis em um esforço para captar a essência do objeto em estudo. Isso significa abrir um espaço de articulação entre os objetivos propostos pelo professor em cada campo do conhecimento e as mediações didático-metodológicas necessárias para alcançá-los. É, pois, nesse sentido que a metodologia, ancorada em um determinado referencial teórico, pode ajudar o professor em seu trabalho de construção do conhecimento. Posto isto, é importante reconhecer que trabalho docente deve ser, a partir de um processo de interação com a realidade, sistemático e intencional. Acrescenta-se que a metodologia, tomada na perspectiva dialética, fundamenta-se na concepção de conhecimento na qual o homem é sujeito e, portanto, assume o papel de ser ativo nas relações sociais e com a natureza. Nessa perspectiva, o conhecimento não é algo que possa ser depositado pelo professor no aluno. Ao contrário, o aluno também assume a tarefa de caráter pedagógico, pois o conhecimento é construído pelo próprio sujeito na sua relação com o objeto de estudo, com os outros e com o mundo. 4.4 Matriz Curricular MATRIZ CURRICULAR CURSO TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS - IFG/LUZIÂNIA ORDEM DISCIPLINAS PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA SEMANAL SEMESTRE 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º TOT AL SEM ANA L TOTA L HOR A/AU LA TOTAL HORA/RE LÓGIO 1 Programação I Lógica para Computação Cálculo Introdução à Computação Português Instrumental Inglês Instrumental

18 7 Programação II Álgebra e Geometria Analítica Arquitetura de Computadores Estatística e Probabilidade Administração e Teoria Geral de Sistemas Estrutura de Dados I Programação III Banco de Dados I Sistemas Operacionais I Padrões de Projetos Estrutura de Dados II Banco de Dados II Rede de Computadores Sistemas Operacionais II Desenvolvimento de Aplicações Web Gerência de Projetos Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Engenharia de Requisitos Metodologia Científica Direito em Informática Sociologia do Trabalho, Tecnologia e Cultura Engenharia de Software Qualidade de Software Segurança da Informação Computação e Sociedade Letras Libras Trabalho de Conclusão de Curso Total Estágio Supervisionado 400 Atividades Complementares 200 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO Disciplinas e suas ementas Programação I Conceitos Básicos. Introdução às Estruturas Básicas de Programação. Constantes e Variáveis. Tipos de Dados. Operadores. Expressões Aritméticas, lógicas e literais. Comandos de atribuição, entrada e saída. Estrutura de Fluxo Sequencial. Estrutura condicional e de repetição. Vetores e Matrizes. Linguagem de Programação. Laboratório de Programação. 18

19 Objetivos: Capacitar o aluno para: - Solucionar problemas através da construção de algoritmos e implementação de programas. - Conhecer os principais conceitos, estruturas e comandos utilizados em linguagens de programação. - Definir estratégias para melhorar a eficiência de um programa. Bibliografia Básica: DEITEL, Paul; DEITEL, Harvey. Java como Programar. Editora: Prentice Hall, 8a Edição, FARRER, Harry et al. Programação Estruturada de Computadores: Algoritmos Estruturados. Editora LTC, 3a Edição, MANZANO, José A. Navarro Garcia; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Estudo Dirigido de Algoritmos. Érica Editora, Bibliografia Complementar: AGUILAR, Luis Joyanes. Fundamentos de Programação: Algoritmos, Estruturas de Dados e Objetos. Editora McGraw-Hill, 3a Edição, SERSON, Roberto Rubinstein. Java 6: Curso Universitário. Editora: Brasport, 1a Edição, LAFORE, Robert. Estruturas de Dados e Algoritmos em Java. Editora: Ciência Moderna, Introdução à Computação Conceitos básicos e termos técnicos de Informática. Princípios básicos sobre processamento de dados e sistemas de informação. Evolução histórica do hardware e software. Armazenamento e representação de dados. Sistemas de Numeração. Princípios de arquitetura e organização de computadores. Objetivos: Proporcionar ao aluno o entendimento de hardware e de sistemas computacionais, de modo a compreender o funcionamento dos vários módulos que os compõem. Desenvolver uma visão crítica sobre requisitos e desempenho computacional, identificando o impacto de diferentes mecanismos e estruturas computacionais. Bibliografia: FIDELI R. D.; POLLONI E. G. F.; ROCHA F. Introdução à Ciência da Computação, Ed. 19

20 Thomson, 2003, São Paulo VELLOSO, F. C. Informática Conceitos Básicos, 7a. Edição, Ed. Campus, 2003, Rio de Janeiro GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Introdução a Ciência da Computação. Rio de Janeiro: LTC, Cálculo Limite e continuidade de funções; estudo das derivadas; aplicação das derivadas; funções inversas. Primitivas; Integração definida; Técnicas de integração; Cálculo de áreas; cálculo de volumes; cálculo de comprimento de arco; Formas indeterminadas; Integrais impróprias. Objetivos: Identificar, compreender e empregar as notações do cálculo diferencial e integral em áreas afins; aplicar os conceitos do cálculo diferencial e integral para analisar, interpretar criticamente dados e resolver problemas; fazer observações sistemáticas de aspectos qualitativos e geométricos de fatos e/ou objetos, selecionando-os, organizando-os e produzindo informações; analisar e retirar informações relevantes de uma situação real fazendo o uso do conhecimento matemático para interpretá-las e avaliá-las criticamente; utilizar conceitos matemáticos, bem como instrumentos tecnológicos disponíveis para resolver situações-problema, sabendo validar estratégias e resultados; caracterizar as propriedades matemáticas e relacionar seus elementos, calcular comprimentos de curvas, áreas e volumes de regiões planas, e utilizar o conhecimento geométrico para interpretação e compreensão de problemas. Bibliografia SIMMONS, G.F. - Cálculo com Geometria Analítica - Ed. McGraw -Hill - SP Vol. 1. LEITHOLD, L. - O Cálculo com Geometria Analítica. Editora Harbra - SP. ÁVILA, G.S.S. - Cálculo I. LTC Ed. UnB. APOSTOL, T.M. - Cálculo - Ed. Reverté Ltda - Volume 1. LEWIS, K. - Cálculo e Álgebra Linear - LTC Volumes 1 e 2. PENNEY,E. D., EDWARDS, JR.C.H. - Cálculo com Geometria Analítica - Prentice Hall do Brasil - Volumes 1 e 2. SWOKOWSKI, E. W. - Cálculo com Geometria Analítica - Ed. McGraw-Hill Ltda SP Vol Lógica para Computação 20

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