Redes Subterrâneas. Busca por maior segurança e aumento da confiabilidade na distribuição de energia estimula investimentos em sistemas subterrâneos.

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1 junho 2013 Motores Elétricos Cresce a demanda por equipamentos que aliam menor consumo de energia e melhor desempenho. gases e vapores Substâncias liberadas por produtos inflamáveis colocam em risco a segurança das plantas. CADERNO ATMOSFERAS EXPLOSIVAS ANO 9 Nº 92 Elétrica, Eletrônica, iluminação e energia Redes Subterrâneas ANO 9 Nº 92 Potência Busca por maior segurança e aumento da confiabilidade na distribuição de energia estimula investimentos em sistemas subterrâneos. Parque brasileiro instalado ainda é pequeno se comparado às redes aéreas, mas avanço registrado na última década anima fornecedores de produtos e serviços, que projetam crescimento para os próximos anos. Alto investimento inicial ainda é entrave para novos projetos. entrevista Georges Blum fala sobre o processo de profissionalização da ABilumi e analisa o avanço da logística reversa e dos produtos de LED na área de iluminação no Brasil.

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3 sumário Potência Entrevista Novo presidente-executivo da ABilumi, Georges Blum fala sobre a importância do processo de profissionalização da associação e destaca os avanços da logística reversa no setor de iluminação e a entrada dos produtos de LED no mercado. 14 Matéria de Capa Parque brasileiro de redes subterrâneas ainda é pequeno se comparado às redes aéreas, mas avanço registrado na última década anima fornecedores de produtos e serviços, que vislumbram oportunidades e preveem crescimento para os próximos anos. 24 Mercado Atentos às necessidades dos usuários, fabricantes investem no desenvolvimento de motores elétricos mais eficientes, que aliam menor consumo de energia elétrica e melhor desempenho operacional nos processos produtivos. 48 Ilumexpo 2013 Transferência dos ativos de iluminação pública das concessionárias de energia para as prefeituras domina os debates durante o evento. Foto: Dreamstime Capa: Sérgio Ruiz 4 Ponto de Vista 6 Ao Leitor 6 Cartas 8 Holofote 38 Espaço Abreme 42 Sigamt 44 Radar 46 Praticando Ideias 51 Vitrine 52 GTD 54 Economia 57 Link Direto 58 Agenda CADERNO ATMOSFERAS EXPLOSIVAS Exclusivo Substâncias inflamáveis podem liberar gases e vapores que oferecem riscos relevantes às instalações industriais. Prevenção passa pelo Estudo de Classificação de Áreas e, muitas vezes, por medidas simples e de baixo custo. PÁGINA 32

4 4 Potência ponto de vista E X P E D I E N T E Beth Bridi diretora de redação Luzes sobre a realidade Quando o povo sai às ruas, levantando bandeiras contra gastos excessivos em certas áreas, em detrimento de outras, prioritárias, os holofotes se voltam para estas situações, que não destoam em nada do que há muito falamos aqui. A infraestrutura brasileira merece cuidados. Hospitais e escolas, sim, mas também portos, aeroportos, hidrovias, estradas e transporte público. A sociedade de maneira geral sente a falta de esforços dos governantes naquilo que é básico, exatamente como a classe empresarial, em específico, naquilo que envolve o escoamento da produção, condições de competitividade nas exportações, entre outros pontos. O Brasil tem uma das mais competentes produções agrícolas do mundo, graças ao empenho e investimento do produtor, mas perde competitividade nas estradas e portos, no tempo que leva para o deslocamento, nas péssimas condições nas estradas, nos obsoletos e morosos portos, sem contar o Custo Brasil. Parece que a sociedade brasileira cansou de medidas paliativas. Quer dar um basta na política populista e pede ações. Ações estas que levem o país a um melhor posicionamento social e econômico. A grande maioria das empresas e cidadãos cumpre com seus deveres, paga seus impostos, se esforça em prol do desenvolvimento. Quer, apenas, que os impostos voltem para a sociedade, na forma de estradas, escolas, hospitais, portos e aeroportos, metro, sistema viário e energia. E de quebra, estádios de futebol! Desde que nada disso seja super faturado. ano IX nº 92 Junho'13 Publicação mensal da Grau 10 Jornalismo e Comunicações Ltda, com circulação nacional, diri gida a indústrias, compradores corporativos, distribuidores, varejistas, home centers, construtoras, arquitetos, engenharia e insta ladores que atuam nos segmentos elétrico, eletrônico e de iluminação; geradoras, trans misso ras e distribuidoras de energia elétrica. Órgão oficial da Abreme - Associação Brasileira dos Re vendedores e Distribuidores de Materiais Elétricos. Redação Diretora de Redação: Beth Bridi Editor: Marcos Orsolon Repórter: Paulo Martins Fotos: Ricardo Brito Jornalista Responsável: Beth Bridi (MTB nº ) Conselho Editorial Beth Bridi, Francisco Simon, José Luiz Pantaléo, Mauro Delamano, Nellifer Obradovic, Paulo Roberto de Campos e Roberto Said Payaro. Publicidade Diretor Comercial: Edvar Lopes Coord. de Atendimento: Cléia Teles Contato Publicitário: Silvana Ricardo e Christine Funke Produção Visual e Gráfica Chefe de Arte: Sérgio Ruiz Designer Gráfico: Márcio Nami Atendimento ao Leitor Coordenação: Paola Oliva Administração Gerente: Edina Silva Assistentes: Bruna Franchi e Ana Claudia Canellas Impressão Prol Editora Diretores: Habib S. Bridi (in memorian) Elisabeth Lopes Bridi Redação, Administração e Publicidade Sede Própria: Rua Afonso Braz, º andar Vila Nova Conceição São Paulo-SP PABX: (55) (11) Fax redação: (55) (11) Fax publicidade: (55) (11) Site: Fechamento Editorial: 16/07/2013 Circulação: 24/07/2013 Conceitos e opiniões emitidos por entrevistados e colaboradores não refletem, necessariamente, a opinião da revista e de seus editores. Potência não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios, informes publicitários. Informações ou opiniões contidas no Espaço Abreme são de responsabilidade da Associação. Não publicamos matérias pagas. Todos os direitos são reservados. Proibida a reprodução total ou parcial das matérias sem a autorização escrita da Grau 10 Editora, assinada pela jornalista responsável. Registrada no INPI e matriculada de acordo com a Lei de Imprensa. ISSN Filiada ao Circulação e tiragem auditadas

5 SEGURANÇA E TECNOLOGIA QUE VOCÊ VÊ! Os Fios e Cabos Atox Phelps Dodge são produzidos com a mais avançada tecnologia de isolamento, com compostos livres de halógenos que, em caso de incêndio, possuem baixa emissão de fumaça e gases tóxicos. A Phelps Dodge investe constantemente em pesquisas, oferecendo soluções inovadoras para que nossos produtos - além de conduzirem energia - inspirem o crescimento e o progresso no mundo. Cabo Flexonax Slim/105 Cabo Atox 750V tel.: NOVO SITE: CONSTRUÇÃO CIVIL INDÚSTRIA E MINERAÇÃO GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ÓLEO, GÁS, PETRÓLEO E ENERGIAS ALTERNATIVAS TELECOMUNICAÇÕES E TRANSMISSÃO DE DADOS INFRAESTRUTURA

6 6 Potência ao leitor cartas Manifestações e o setor elétrico Não é novidade que o Brasil passa por um momento diferente. Depois de anos adormecida, a população (ou pelo menos parte dela) parece ter acordado em meio ao aconchego das festas juninas. E a fogueira ganhou corpo, cresceu, incendiou o País e ninguém, nem mesmo os analistas políticos mais experientes e perspicazes, sabem ao certo o que virá pela frente. Mas como fica o setor elétrico nesse contexto? Bem, assim como ocorre com o resto da sociedade, não há como precisar o que irá acontecer. No entanto, a expectativa geral dos empresários que atuam no mercado eletroeletrônico é que a cúpula política desperte para questões relevantes para o País, como as reformas política e tributária, e avanços na logística, apenas para citar alguns pontos. De concreto, temos alguns aspectos que podem até ser comemorados no campo econômico. O primeiro deles é o câmbio. Há anos o empresariado do setor, representado pela Abinee, vinha se queixando da valorização do real frente ao dólar. O principal argumento é que a indústria eletroeletrônica nacional tem sofrido com a entrada de produtos importados, e que o real valorizado colaborava, e muito, para este cenário. Pois em 2013 o quadro mudou, e o dólar se aproximando da casa de R$ 2,30 dá certo alívio a nossas empresas. Outra reivindicação antiga foi atendida no início de julho, com a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 200/2012, que extinguiu o adicional de 10% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pago ao governo em caso de demissão sem justa causa. Evidente que é pouco para dar mais competitividade à indústria, mas é fato que é um custo a menos num cenário preocupante. De outro lado, na área de energia os projetos não pararam. Os leilões seguem acontecendo, assegurando investimentos nos próximos anos, que abrem oportunidades de negócios para fornecedores de produtos e serviços. Como se vê, em meio aos protestos há muita coisa acontecendo. Agora é ficar de olho e trabalhar por um País mais justo. E que dias melhores venham para o setor e para o Brasil. Leitura importante Estive na FIEE deste ano e tive a oportunidade de visitar o estande da Grau 10 Editora, onde recebi um exemplar da Revista Potência. Gostaria muito de, a partir de hoje, receber os exemplares desta revista. Sou engenheiro eletricista e julgo ser muito importante me manter inteirado acerca dos assuntos do nosso setor. Errata Jader Costa Engenheiro Eletricista São Paulo SP Redação responde: Sua solicitação foi encaminhada ao setor de atendimento ao leitor, que tomará as devidas providências. Na edição 89 publicamos uma nota sobre Sensores de Presença da marca Soprano. Porém, a imagem não condiz com o texto. Abaixo, as informações e foto corretas. A Soprano lança, por meio de sua Divisão de Materiais Elétricos, os Sensores de Presença para Iluminação. Com grande aplicabilidade, os sensores estão disponíveis nos modelos: de teto, de parede, de embutir com e sem interruptor e para soquete E27, tensão 220V/110V. De fácil manuseio, os produtos apresentam fotocélula e tempo ajustáveis. São capazes de detectar o movimento de fontes de calor, como pessoas e carros, através de um sensor infravermelho. Isso, acionando a carga e desligando-a após a sua ausência, de acordo com o tempo programado, de uma distância máxima pré-determinada e um raio de ação específico. Foto: Ricardo Brito/Grau 10 Marcos Orsolon, editor Fale com a Revista Potência PARA ENVIAR RELEASES E INFORMAÇÕES EDITORIAIS PARA RECEBER A REVISTA OU ALTERAR CADASTRO FALE DIRETO COM A DIRETORA DE REDAÇÃO PARA ENVIAR OPINIÕES/CRÍTICAS E SUGESTÕES PARA ANUNCIAR

7 SINAMICS V20 O inversor de frequência robusto e fácil de usar siemens.com.br/sinamics-v20 Hoje em um crescente número de aplicações, seja em plantas industriais ou em construção de máquinas, são necessárias soluções simples e baratas para controle de velocidade. SINAMICS V20: Facilitando sua escolha Fácil de instalar Fácil de usar Fácil de economizar Com o compacto inversor de frequência SINAMICS V20, a Siemens oferece uma solução com custo reduzido e facilidade de operação para as aplicações mais usuais e com baixa complexidade. O SINAMICS V20 se destaca pelo rápido tempo de comissionamento, fácil operação, robustez e excelente custo-benefício. Com quatro tamanhos diferentes este inversor atende potências de 0,25 a 20cv. Answers for industry.

8 8 Potência holofote Notícias do Setor Foto: Divulgação Foto: Dreamstime Para quem curtir A Carbinox entra no segundo semestre com o objetivo de fortalecer o relacionamento com os clientes. A empresa aposta no Facebook como um canal estratégico para conversar com os parceiros e fornecer informações sobre a companhia e os mercados em que atua. A empresa criou a campanha Eu curto a Carbinox, que dará Ipads 4, DVDs para carro e câmeras digitais. A campanha será finalizada em dezembro com o sorteio de uma motocicleta. Queremos que o Facebook da Carbinox tenha participação qualitativa, que as pessoas que curtem a nossa página estejam relacionadas ao nosso negócio, pois acreditamos neste canal como um meio de estreitamento das relações e de diálogo com os clientes, muitas vezes atendendo até uma necessidade comercial dele, enfatiza Maurício Moura Jr, gerente Comercial da Carbinox. Para participar os clientes da Carbinox precisam acessar a fanpage clicar no menu Eu curto a Carbinox, preencher o cadastro com seus dados pessoais e indicar um vendedor da Carbinox. Descarte correto Com foco na correta destinação dos resíduos sólidos, a Avant participou da Semana do Meio Ambiente promovida pela Secretaria de Meio Ambiente do município de São Francisco do Conde (BA), onde a empresa do setor de iluminação mantém uma unidade fabril. A companhia doou à cidade cerca de 100 urnas coletoras de lâmpadas queimadas. A iniciativa vai ao encontro do Programa Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que prevê a responsabilidade compartilhada dos resíduos urbanos entre governo, empresas e população. Com o mote De bem com a natureza, as urnas da Avant estão disponíveis nos pontos comerciais da cidade e são o primeiro passo para a destinação correta dos produtos, de forma a não poluir o meio ambiente, nem gerar resíduos que possam ser acumulados em lixões ou aterros. Conquista comemorada A Havells Sylvania renovou sua certificação no Inmetro na categoria de lâmpadas eletrônicas, que possui 16 linhas. Significa que a marca atende todas as mudanças ocorridas na norma do órgão regulatório, garantindo assim que os produtos são adequados para comercialização no mercado nacional. Hoje, a maioria dos produtos da empresa possui selo de aprovação junto ao Inmetro e também o selo Procel, administrado pela Eletrobras, indicando que o item possui padrões de eficiência superiores, ou seja, é classificado como mais econômico e eficiente. Segundo a empresa, as lâmpadas Sylvania apresentaram durabilidade de 7 anos e 2 meses. Estamos felizes em continuar no mercado brasileiro, onde hoje somos referência no setor de lâmpadas, comenta o responsável da área, Celso Santos. Até o final deste ano, a empresa pretende lançar sete produtos para o complemento da linha. Identidade visual A Divisão de Elétricos da 3M resolveu integrar inovação e tradição com a modernidade e familiaridade exigida pelo mercado ao apresentar as novas embalagens da linha de fitas isolantes: Scotch 33+, Scotch 23BR, Highland, Imperial e Imperial Cores. A padronização da linha dá mais visibilidade e auxilia na identificação visual entre as fitas no ponto de venda. O desafio foi transmitir uma percepção clara de mudança, sem romper de vez com a imagem sedimentada ano após ano entre os profissionais eletricistas, explica Bruno Marques, gerente de Marketing da Divisão de Elétricos da companhia. Cores vivas e bem definidas, design moderno e dinâmico, além de informações claras e destacadas, marcam as novas embalagens que já estão disponíveis no mercado e podem ser encontradas em lojas de materiais elétricos e de construção. Para Gilberto Grosso, CEO da empresa, o programa e a parceria com a Prefeitura de São Francisco do Conde antecipam o atendimento da PNRS, que prevê a Logística Reversa de produtos que podem ser tóxicos se descartados sem os cuidados necessários. A expectativa é que a prefeitura colete em torno de cinco mil lâmpadas ao ano, independentemente da marca do fabricante, que serão encaminhadas para a correta descontaminação e descarte, dando continuidade ao seu ciclo de vida como matéria-prima na fabricação de novos produtos. Com o aumento do consumo das lâmpadas conhecidas como econômicas ou compactas que, gradativamente, substituem as incandescentes, cresce a necessidade de cuidar desses produtos depois de utilizados. Isto porque, se quebradas, as lâmpadas fluorescentes emitem pequenas quantidades de mercúrio, um metal pesado tóxico e contaminante que pode gerar problemas de saúde pública. Foto: Dreamstime

9 Holofote Potência 9 Notícias do Setor Foto: Divulgação Catálogo na rede Para facilitar o dia a dia de revendedores, profissionais especificadores e até dos consumidores finais, a Forjasul Eletrik, fabricante de materiais elétricos com a marca Tramontina, disponibiliza na sua página na internet o catálogo completo de sua linha de produtos. A novidade é que foi totalmente reformulado e atualizado e está disponível para download também em inglês e espanhol. No catálogo, o visitante pode conhecer detalhadamente cada produto que compõe o portfólio da empresa e obter informações quanto ao uso, funcionalidades e características técnicas de cada item. De fácil visualização, é organizado de acordo com a área de aplicação, começando pela descrição de cada uma das diversas linhas de interruptores (placas e módulos), e seguindo pelos plugues e tomadas da linha Priscus, extensões, caixas de derivação, acessórios para eletrodutos e outros. Além de ter à mão todos os códigos e características, com o catálogo digital os lojistas podem tirar dúvidas dos clientes no próprio ponto de venda, explica Roberto Aimi, diretor da Forjasul Eletrik. Para conhecer o novo catálogo, basta acessar o endereço clicar no link Downloads, no alto da página e, na seção Material Elétrico, fazer o download do catálogo Materiais Elétricos. Para acessar as versões em inglês e espanhol clique em um dos idiomas no canto direito da página inicial do site. Certificação LEED O principal prédio administrativo da Siemens no Brasil é o segundo no País a receber a certificação LEED Gold (Leadership in Energy and Environmental Design) para Operação de Manutenção de Edifícios Existentes do U.S. Green Building Council (USGBC). Localizada na Avenida Mutinga, em São Paulo, a sede da companhia atingiu 66 pontos no índice de avaliação ambiental de edificações (de 60 a 79), o que garantiu a obtenção do LEED Gold à empresa. Atualmente, o selo criado pelo USGBC é o maior reconhecimento internacional e o mais utilizado em todo o mundo. A subsidiária brasileira é a segunda do grupo Siemens a receber a certificação Gold. A conquista do selo é o resultado de diversas ações implementadas ao longo dos anos. Construído em 1977, o prédio da Siemens integra uma área construída de 18 mil m² e passou por ajustes para a máxima eficiência energética, captação e aproveitamento da água da chuva, gerenciamento de resíduos, melhora na qualidade do ar, controle de erosão, uso de tintas com baixo índice de compostos orgânicos voláteis, além da adaptação nos serviços de limpeza, dedetização e jardinagem. A obtenção do LEED Gold é um reconhecimento dos programas e ações da Siemens que visam o desenvolvimento sustentável. Essa importante conquista reforça a responsabilidade da companhia em promover o equilíbrio entre meio ambiente, negócios e sociedade. Receber este selo do Green Building Council é motivo de grande orgulho para todos nós, afirma Jose Kuhn, diretor de Real Estate da Siemens no Brasil. Entre as principais adaptações realizadas no prédio está a redução no consumo de água potável nas torres de resfriamento, que integra o sistema de ar-condicionado. Foto: Divulgação Campanha publicitária A SIL dispõe de uma nova campanha publicitária para ser veiculada no segundo semestre do ano. Com o tema Sou mais Brasil, sou mais SIL, as peças de cunho institucional reforçam a origem nacional da empresa, fato que contribui para o desenvolvimento de produtos e políticas mais adequadas às necessidades e características do mercado brasileiro. Um dos diferenciais das duas peças que compõem a campanha é que foram criadas com foco em todo o povo brasileiro e não apenas em públicos específicos, como revendedores e eletricistas, mostrando que a empresa é 100% brasileira, mas sempre associando a marca SIL a seus principais atributos: qualidade e modernidade. Segundo o responsável pelo marketing da SIL, Rodrigo Morelli, o objetivo da campanha é que todos os públicos se identifiquem com a mensagem apresentada nos anúncios. Novo desafio O engenheiro Mauricio A. Affonso assumiu a diretoria de Vendas da Rockwell Automation do Brasil. Ele aplicará toda a sua experiência, tanto nas áreas técnica e comercial, quanto no mercado brasileiro, para contribuir com os planos da empresa de acelerar o crescimento no País. Engenheiro eletricista formado pela USP e com MBA pela FGV, Maurício começou sua carreira como trainee na Rockwell Automation, onde trabalhou por 17 anos, tendo atuado também como gerente de Vendas em São Paulo, gerente de área CCM e gerente de Controles Industriais para o Brasil. Foto: Divulgação Mauricio Affonso Foto: Divulgação

10 10 Potência entrevista Georges Blum Evolução e organiz Criada em 2005, a Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (ABilumi) nasceu para dar voz no mercado às empresas que importam itens para o setor de iluminação. Hoje, com 21 companhias associadas, a associação ganhou corpo e respeito, participando das principais discussões que envolvem sua área de atuação, inclusive junto a entidades como Inmetro e Eletrobras. A evolução do setor levou a associação a iniciar, no começo desse ano, uma nova fase em sua história. Após a eleição que definiu sua nova diretoria, ocorrida em fevereiro, ficou decidido que para atender às crescentes demandas a melhor opção seria a profissionalização da entidade, sendo que a ação principal foi a adoção de um presidente-executivo, cargo que foi ocupado por Georges Blum. Na entrevista que segue, Blum comenta a nova fase da ABilumi, destaca a importância do seu processo de profissionalização e ressalta que dois assuntos têm dominado a pauta na associação: a logística reversa e o avanço das lâmpadas de LED. São temas importantes e que não têm volta. É apenas uma questão de tempo, afirma o executivo, destacan- Qual a área de atuação da ABilumi? A ABilumi existe oficialmente desde Hoje, ela congrega 21 empresas que importam produtos de iluminação. Não apenas lâmpadas (de todos os tipos), mas também luminárias (públicas, decorativas, etc.) e componentes relacionados à iluminação. O objetivo da entidade é defender os interesses dos associados no que tange à qualidade dos produtos importados, tributação, divulgação e participação no desenvolvimento de normas técnicas, portarias do Inmetro, e ações da Eletrobras. Um detalhe é que quando falo de importadores, são empresas brasileiras que apenas importam e outras que importam e também têm fábricas e produzem no Brasil alguns produtos de iluminação. Podemos dizer que a associação nasceu para ajudar a organizar o mercado de iluminação? Isso mesmo, envolvendo os importadores. Ocorre que, no passado, eles não tinham uma associação que coordenasse todos os interesses. Eles atuavam isoladamente e resolveram se unir para defender os interesses comuns. Na época do apagão, em 2001, alguns temas já eram discutidos por algumas dessas empresas, como a eficiência energética. Inclusive, alguns importadores já participavam das reuniões do Inmetro para começar a colocar critérios técnicos mínimos para poder importar produtos de qualidade. Este foi o começo. Foram nessas reuniões que eles passaram a discutir a criação da ABilumi, que foi formalizada em Hoje, a associação vive um novo momento, passando por um processo de profissionalização. Quando teve início esta etapa? Começamos a discutir este assunto em Na época eu era o diretor Técnico da associação e consultor de uma empresa. Em fevereiro desse ano teve a eleição da nova diretoria e foi decidido que para atender às demandas precisávamos de uma pessoa que tivesse tempo disponível para tocar o dia a dia da associação. Foi quando me convidaram para ser o presidenteexecutivo da ABilumi. O que muda na associação a partir dessa profissionalização? Em que aspectos ela se fortalece ao contar com um executivo dedicado exclusivamente a defender os interesses dos associados? Antes, qualquer que fosse o presidente, ele também era dono de uma das empresas. Portanto, a preocupação principal dele era a empresa. Só que de 2012 para cá a demanda de trabalho aumentou muito na ABilumi, tanto pela parte técnica, quanto pela tributária. Então, há eventos que o presidente precisa participar, muitas vezes até dando palestra, entrevista, enfim, o montante de trabalho foi se avolumando e ficou difícil para uma pessoa

11 entrevista Potência 11 Georges Blum ação Entrevista a Marcos Orsolon do que, no caso do LED, a qualidade está melhorando, a tecnologia tem se desenvolvido e os preços estão caindo rapidamente. Em um ano muita coisa vai acontecer nessa parte. Em nossos estudos já verificamos que a importação de lâmpadas de LED tem aumentado bastante. É fato que os preços ainda estão altos, mas em um ano já vamos sentir algumas mudanças, ressalta. fazer um bom trabalho na associação, tendo que se dividir com uma empresa. Isso funcionou até um determinado momento, mas em 2012, com o aumento do volume de trabalho, começou a faltar tempo. E como hoje eu tenho uma maior disponibilidade de tempo, minha dedicação à associação é maior. E isso ajuda, pois precisamos divulgar a associação, conquistar novos sócios, aumentar a participação da associação nos diversos fóruns de discussão, etc. Quanto ao trabalho realizado pela ABilumi, há algum tema mais importante, ou urgente, que esteja sendo discutido no momento? No momento é a logística reversa. Estamos num momento muito importante. Nós fizemos um acordo setorial atendendo à Lei (de resíduos sólidos), que é uma proposta sobre como fazer a logística reversa. No entanto, a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), que é uma entidade Foto: Ricardo Brito/Grau 10

12 12 Potência entrevista Georges Blum similar à nossa, enviou outra proposta de acordo. Isso foi no início desse ano. Aí o governo federal, através do Ministério do Meio Ambiente, disse que queria uma proposta só para o setor. Com isso, nos reunimos com a Abilux para fazer uma proposta única para apresentar ao ministério. Vocês pegaram as duas propostas, discutiram todos os pontos e se chegou a um consenso? Exatamente. Fizemos uma proposta e já apresentamos ao governo para ser analisada. Um ponto crítico quando se fala em logística reversa é o custo envolvido em todo o processo. Na proposta elaborada com a Abilux, como vocês trataram desse aspecto? A lâmpada tem um problema sério, porque o custo do resíduo é praticamente zero. Embora a gente vá trabalhar para poder reaproveitar todo o material, na fase inicial, para subsidiar a operação, estamos propondo a cobrança de uma taxa. Hoje, 90% das lâmpadas comercializadas no País são importadas. Há apenas uma fábrica no Brasil que produz lâmpadas. Então, a proposta é que, no ato da importação, toda empresa pague uma taxa de R$ 0,40 por lâmpada importada. Trata-se de um valor que foi calculado num estudo grande de logística feito para se chegar ao custo de toda a operação em nível nacional - que será completado em cinco anos, atingindo todo o País. Estes R$ 0,40 por lâmpada é o valor para subsidiar todo o processo, desde a compra de contêineres, os dispositivos para recolhimento nas lojas, transporte, descontaminação, enfim, toda a sequência. E será criada uma entidade para administrar todo este processo de logística. Essa entidade será organizada pelo próprio setor? Será uma empresa privada que vai administrar o trabalho em nome de to- das as marcas. A ideia é que, no ato da importação da lâmpada, a importadora pague os R$ 0,40 que irão para esta empresa. Foi a maneira que encontramos para que todas as companhias que importam paguem o valor referente ao seu volume de importação, inclusive aquelas companhias que não são associadas à ABilumi ou à Abilux. Este valor vale para todos os modelos de lâmpadas vendidas no Brasil, importadas ou fabricadas aqui. Para o produto fabricado no País, vamos controlar através dos componentes importados. O critério será o mesmo. O grande mercado das lâmpadas de LED é o que é ocupado hoje pelas incandescentes e compactas. Foto: Ricardo Brito/Grau 10 Outro tema que tem sido bastante discutido no setor de iluminação é o avanço do LED. Hoje, qual a situação dessa tecnologia no Brasil? Depois de discutirmos por um longo tempo as lâmpadas compactas, chegou a vez das lâmpadas de LED. Antes das compactas se discutiu muito o futuro das incandescentes, quando foi estabelecido um critério mínimo de qualidade e foi publicada uma Portaria que estabeleceu a saída delas do mercado até Agora vemos algumas reuniões da Eletrobras falando de LED. E nós, na ABilumi, já estamos estudando este assunto. Porque a lâmpada a LED envolve outra tecnologia. Até hoje, quando falávamos de lâmpadas, tínhamos um engenheiro elétrico que entendia do assunto. Para o LED é preciso também um engenheiro eletrônico, porque é estado sólido, é outro conceito, tudo novo. Então, é uma nova tecnologia não só de fabricação, mas também de entendimento. Muda tudo. E, obviamente, nesse processo há a necessidade também de uma base normativa para os produtos. Essa parte tem caminhado no Brasil? Sim. Já há normas ABNT de lâmpadas LED sendo desenvolvidas. Inclusive, há algumas que estão em fase de consulta pública para a publicação. Saindo essas normas, elas serão a base para a Portaria do Inmetro. Nesse caso o caminho natural seria a inclusão das lâmpadas no programa de etiquetagem? Exatamente. E terão os ensaios específicos para as lâmpadas LED e todas as demais exigências. Com o avanço das lâmpadas LED no País, num primeiro momento há o risco de entrada de produtos de baixa qualidade, como ocorreu em 2001 com a chegada das compactas? Acho que são casos distintos. Estamos

13 entrevista Potência 13 Georges Blum Foto: Ricardo Brito/Grau 10 em outra fase, com os importadores mais maduros e mais preparados. O que ocorre é que cada marca tem o seu fabricante na China, o que pode levar a algumas variações na qualidade. No entanto, essas fábricas chinesas produzem para o mundo inteiro, incluindo os Estados Unidos e países da Europa. As lâmpadas são as mesmas que estão sendo trazidas para o Brasil. Por isso entendo que não corremos este risco de entrada de produtos de má qualidade. Sem contar que as normas nacionais, quando forem publicadas, trarão os parâmetros mínimos a serem seguidos. Na ABilumi, vocês estão otimistas com a evolução do mercado de lâmpadas de LED no País? Sim. O avanço do LED não tem volta, é uma questão de tempo. Porque a qualidade está melhorando, a tecnologia tem se desenvolvido e os preços estão caindo rapidamente. Em um ano muita coisa vai acontecer nessa parte de LED. Em nossos estudos já verificamos que a importação de lâmpadas de LED tem aumentado bastante. Já notamos que em algumas áreas, como a de lâmpadas de facho dirigido, como dicróicas, halógenas e AR, o LED começa a avançar. Mas essa é uma pequena parte da iluminação, é muito específica. O grande mercado das lâmpadas de LED é o que é ocupado hoje pelas incandescentes e compactas. Em um ano já vamos sentir algumas mudanças nesse segmento, principalmente em função da queda nos preços.

14 14 Potência Matéria de Capa Redes Subterrâneas de Energia silencioso Crescimento Ainda pequeno, o parque brasileiro de redes subterrâneas de energia elétrica apresenta boas perspectivas de crescimento, abrindo um amplo leque de oportunidades para fornecedores de produtos e serviços específicos para a área. Em franco desenvolvimento social e econômico, o Brasil enfrenta paralelamente uma árdua batalha para promover a modernização de sua infraestrutura básica. Nesse processo, sem dúvida o setor elétrico está entre aqueles que vêm apresentando uma visível evolução. Entre as melhorias alcançadas, é válido citar a grande movimentação criada no mercado pela realização dos leilões, o advento do Smart Grid e o aproveitamento crescente de fontes renováveis de energia, como eólica, fotovoltaica e PCHs. No campo da distribuição de energia elétrica, em particular, um fenômeno que vem chamando atenção é o aumento da construção de redes subterrâneas. Essa é uma tendência que está em pauta principalmente nas grandes cidades, por conta da escassez de espaço e da busca cada vez maior por segurança e confiabilidade do sistema. Em relação aos ativos de GTD (geração, transmissão e distribuição), tanto governo quanto concessionárias têm promovido investimentos significativos na ampliação e melhoria do sistema. Por Paulo Martins

15 Fotos: Dreamstime Matéria de Capa Potência 15 Redes Subterrâneas de Energia

16 16 Potência Matéria de Capa Redes Subterrâneas de Energia Além das vias públicas, as redes subterrâneas vêm ganhando espaço também em condomínios empresariais e residenciais, shoppings, estádios e outros empreendimentos. Esse crescimento está provocando uma agitação positiva no mercado e gerando boas oportunidades de negócios para toda a cadeia, incluindo fabricantes de produtos e soluções, concessionárias e prestadores de serviços como instaladores elétricos, empreiteiras de obras e escritórios de projetos. O Brasil já dispõe de modelos tecnológicos adequados para a implantação das redes subterrâneas de energia e a regulamentação necessária está a caminho. Entre os desafios a serem vencidos, é impossível não citar a busca pela maior viabilidade financeira. De qualquer forma já houve progresso, e, conforme revelam os especialistas que concederam entrevista para esta matéria, as perspectivas são bastante positivas. Tecnicamente, a composição da rede subterrânea se assemelha ao sistema aéreo. A estrutura envolve condutores elétricos, transformadores e demais equipamentos. Porém, em vez de postes, ela depende de dutos enterrados para a instalação de cabos e de câmaras subterrâneas para abrigar transformadores e chaves. Pelo fato do cabeamento estar protegido de agentes externos como árvores, chuvas e ventos, a rede subterrânea acaba tendo um desempenho técnico melhor. A vida útil de ambos os sistemas é similar, chegando a aproximadamente 30 anos. Entretanto, a operação da rede subterrânea exige profissionais com treinamento e qualificação diferenciada, além de equipamentos especiais para localização de falha e diagnóstico de cabos. A manutenção de cabos subterrâneos geralmente é mais barata. A exceção é quando ocorrem defeitos. Apesar de raros, esses episódios têm Fonte: AES Eletropaulo Benefícios das redes subterrâneas de energia Valorização dos imóveis Possibilidade de manutenção de mais árvores nas áreas urbanas Incremento do turismo e do comércio local Valorização de áreas históricas Redução do número de interrupções de energia elétrica Redução do impacto de grandes intempéries climáticas no fornecimento de eletricidade Geração de empregos com as obras de conversão da rede Redução de perdas técnicas e comerciais de energia elétrica Redução de acidentes envolvendo a população (diminuição do contato com a rede elétrica) Redução do número de acidentes de veículos com postes e estruturas Foto: Dreamstime custo de reparo consideráveis. Quanto ao processo de implantação, as redes subterrâneas apresentam desafios distintos. Quando o ambiente em questão é um condomínio fechado tem-se uma situação totalmente controlada, pois é possível saber onde estão as eventuais interferências existentes e o terreno normalmente está livre de capa asfáltica e calçada. Assim, o trabalho é mais simples e barato. Quando se trata de instalar um sistema subterrâneo nas cidades, a coisa muda de figura. William Fernandes, diretor Regional da AES Eletropaulo, concessionária que distribui energia para 24 municípios de São Paulo, incluindo a capital, destaca duas dificuldades, em especial: o congestionado subsolo das grandes metrópoles e a interferência na rotina das imediações devido à realização de obras civis em vias públicas. Walter J. Valente, executivo de Vendas da fabricante de cabos General Cable, fala sobre a aventura que é abrir um simples buraco em determinadas zonas urbanas: Cada metro que você cava é uma surpresa, porque muitas vezes dispomos de um cadastro de interferência de solo extremamente desatualizado, que não contempla a realidade. Uma obra que é planejada para um determinado tempo acaba acontecendo em prazo maior, devido à complexidade da parte civil, relata. Isso acontece porque as redes elétricas precisam dividir espaço no subsolo com tubulações de água, esgoto e gás e com os sistemas de telefonia e televisão a cabo. Para complicar ainda mais, normalmente é preciso trabalhar à noite, pois fechar uma grande avenida durante o dia produziria transtornos inimagináveis. Entretanto, o período noturno também apresenta uma série de restrições, como a lei do silêncio. Esse fato pode provocar aumento de prazos e, consequentemente, de custos. Apesar de tudo, Valente reconhece

17

18 18 Potência Matéria de Capa Redes Subterrâneas de Energia que esses contratempos são inerentes ao tipo de serviço, e destaca que resta aos profissionais do setor se adaptar à realidade: Temos uma cidade em movimento, viva. Fazer a obra em um condomínio ou parque é uma coisa. Fazer em uma avenida movimentada requer adequação ao ambiente em que se está. Foto: Dreamstime Benefícios, motivações e principais desafios Os benefícios proporcionados pelas redes subterrâneas de energia são diversos. O primeiro deles envolve a qualidade do fornecimento, que tende a apresentar ganho por conta da redução da frequência e da gravidade dos desligamentos acidentais. Afinal, o sistema aéreo sempre está sujeito a fenômenos climáticos, como fortes chuvas, que costumam provocar a queda de árvores sobre a rede de distribuição e interrupção no fornecimento. Foto: Ricardo Brito/Grau 10 Segurança Rede aérea está sujeita a acidentes diversos envolvendo a população, como o abalroamento de postes. O aumento da segurança da população é outra vantagem, uma vez que as redes aéreas de distribuição de energia são vulneráveis a acidentes como abalroamento de postes por veículos e eletrocussão de pessoas ao empinar pipas e ao executar serviços de construção ou limpeza próximos à fiação. Do ponto de vista urbanístico, o sistema subterrâneo contribui para melhorar o aspecto visual das regiões atendidas, valorizando áreas históricas e imóveis e fomentando o turismo e o comércio local. Ainda em relação ao aspecto econômico, o enterramento de cabos pode ajudar as concessionárias a reduzir as perdas técnicas e comerciais de energia e estimular a geração de empregos. O aspecto ambiental também é valorizado, pois sem os condutores elétricos para disputar o espaço aéreo torna-se possível manter mais árvores nas ruas. As redes subterrâneas ajudam ainda a reduzir o número de ligações clandestinas - os populares gatos. É preciso discutir formas viáveis para os projetos de enterramento de redes de energia. William Fernandes AES Eletropaulo A Light, concessionária de energia elétrica que atende 31 municípios do Estado do Rio de Janeiro e administra mais de 10 mil quilômetros de redes subterrâneas, explica que a opção pela implantação de um sistema ou de outro depende da análise da densidade de carga. Este fenômeno envolve a junção de dois fatores: a quantidade de carga necessária para abastecimento dos consumidores e a densidade populacional do local. Segundo a companhia, o sistema subterrâneo constitui uma alternativa interessante para aplicação em áreas urbanas que apresentam média ou alta densidade de carga. Por exemplo: em uma região com grande crescimento vertical, como o centro da cidade do Rio de Janeiro, é inviável, hoje, a colocação de postes com os transformadores necessários para suprir aquele bairro. Mas nem sempre o sistema de rede subterrânea é tecnicamente viável. No caso da existência de terrenos rochosos, por exemplo, essa implantação não é possível. Com relação a ambientes rurais, esta não é uma prática usual em outras concessionárias por haver uma característica de baixa con-

19 Experiência, tradição e presença nos principais setores da economia. Uma empresa 100% brasileira, que acredita que o futuro é agora. Por isso a Nambei investe constantemente em tecnologia de ponta, produzindo uma completa linha de fios e cabos elétricos para qualquer tipo de instalação: comercial, industrial ou residencial, com a mais alta qualidade e segurança para sua obra. QUALIDADE ANOS A FIO Av. Ibirapuera, º andar CEP São Paulo, SP Tel (11) Fax (11) / VENDAS

20 20 Potência Matéria de Capa Redes Subterrâneas de Energia Influência Proximidade de árvores e ação das chuvas podem provocar desligamentos de energia nas redes aéreas. Foto: Ricardo Brito/Grau 10 Foto: Dreamstime centração de carga. Porém, respeitadas as limitações técnicas e regulatórias, o sistema pode ser implantado, pondera William Fernandes. Em relação aos motivadores para a implantação das redes subterrâneas, tem causado certa polêmica a pressão exercida pelo Poder Público. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a Lei Municipal nº propõe a meta de enterramento de 250 km/ano de fiação aérea (iluminação pública, telefonia, TV a cabo e energia). Cabe à prefeitura elaborar o que se chama de Programa de Enterramento da Rede Aérea, que definirá quando, como e onde esse serviço terá de ser feito por cada uma das empresas que hoje ocupam a rede aérea. Até o momento a AES Eletropaulo não teve acesso às informações do programa, conta Fernandes. O executivo garante que a AES Eletropaulo é favorável ao que for melhor para as cidades onde atua e destaca a necessidade de se discutir formas viáveis para os projetos de enterramento de redes de energia. É importante lembrar que os postes possuem fiação de outras empresas, como telecomunicações e iluminação pública, que também são envolvidas no processo de enterramento, ressalva. Para Fernandes, é preciso criar uma câmara gestora para operacionalizar e intermediar o programa de enterramento. Outro aspecto fundamental inerente a essa melhoria preocupa Walter Valente, da General Cable: os custos. A lei é complexa, porque ela fala que tem que enterrar os cabos, mas não diz quem tem que pagar por isso, observa. E, geralmente, os valores envolvidos são consideráveis. Segundo estudo divulgado pela empresa de consultoria e engenharia InovaTec, quanto maior o nível de tensão do circuito, maior é o custo por quilômetro ou MVA de cabos subterrâneos, comparado com uma linha aérea equivalente. Na faixa de tensão de 110 a 219kV, o custo de investimento em cabos subterrâneos é de cinco a dez vezes maior do que em uma linha aérea. Na faixa de tensão de 220 a 362kV, essa proporção sobre para algo entre 9 e 16 vezes. Já na faixa de tensão de 363 a 764kV, os gastos podem variar entre 15 e 25 vezes mais. Isso obriga os setores envolvidos a buscarem a otimização dos custos, em especial em relação às obras civis, que representam 60% dos gastos com o enterramento de redes. Outro desafio importante a ser equacionado passa pelo entendimento e adoção das novas tecnologias, em especial aquelas que compõem as chamadas redes inteligentes de energia (Smart Grids). Perspectivas positivas para o Brasil Segundo análise da InovaTec, devido a motivos como as restrições do uso do solo, é esperado um aumento do enterramento de linhas de distribuição no Brasil, em especial as de tensões mais baixas, que apresentam menor relação de custo. Já para tensões mais elevadas, dentro do horizonte futuro previsível, as linhas aéreas tendem a predominar. De qualquer forma, a empresa observa que continuam sendo feitos esforços no sentido de desenvolver novos produtos e técnicas de instalação com a finalidade de reduzir o diferencial de custos existente hoje. A Arteche é uma das empresas que consideram o Brasil um mercado significativo e em expansão, no que se refere ao desenvolvimento das redes subterrâneas de energia. Presente em

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