USO DE REDE SOCIAL NA ASSISTÊNCIA TÉCNICA RURAL

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1 USO DE REDE SOCIAL NA ASSISTÊNCIA TÉCNICA RURAL Londrina, Outubro de Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - Paraná Agente de ATER - PAULO ROBERTO MRTVI

2 INSCRIÇÃO DADOS DA INSTITUIÇÃO Nome: Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER Endereço: Rua da Bandeira, 500 Executora de Chamada Pública de Ater: (X) Sim Qual: Sustentabilidade, Leite, Ater para Mulheres, Cooperativismo. DADOS DO AGENTE DE ATER Nome: Paulo Roberto Mrtvi Endereço: Rodovia Celso Garcia Cid, km 375 Jardim Acapulco, Londrina PR Telefone: (43) e Cel. (43) ou DADOS QUE IDENTIOFIQUEM A PRÁTICA: Nome do Agricultor ou organização da agricultura familiar: Grupo de Manejo de Pragas e Doenças (MIPD) Comunidade: Comunidades Rurais do Município de Londrina. Telefone: Georeferenciamento: Coordenadas geográficas de Londrina Latitude: , Longitude: Sul, Oeste. CATEGORIA DA BOA PRÁTICA DE ATER: II. Nova Ater C. Comunicação para Desenvolvimento.

3 RESUMO DA BOA PRÁTICA: A EMATER-PR, objetivando dinamizar o processo de comunicação junto aos produtores de soja na região de Londrina, no ano de 2015 programou o uso de rede social na assistência técnica rural, facilitando a comunicação com os agricultores familiares. De posse das informações recebidas sobre a ocorrência de pragas ou doenças em unidades de referências, os agricultores passaram a tomar a decisão sobre a necessidade ou não da aplicação de agroquímico, evitando pulverizações desnecessárias e calendarizadas, bem como a compra antecipada dos agroquímicos. As informações possibilitaram a redução de 3 aplicações de fungicidas para 1 e de 5 aplicações de inseticidas para INTRODUÇÃO: O solo rural do município de Londrina é utilizado para diversas atividades agrícolas, sendo a maior parte para cultivo de lavouras anuais, o que resulta em uma produção agropecuária bastante diversificada (café, soja, milho e trigo, cará e a vassoura). Em Londrina os agricultores realizam em média quatro aplicações de agroquímicos nas lavouras, muitas vezes sem observar o nível de dano econômico causado pela praga ou doença para a cultura. Por outro lado ainda existem pacotes promocionais de agrotóxicos oferecidos por empresas do ramo que estimulam o consumo desses agroquímicos, com venda casada de produtos não considerando os danos ambientais que possam causar. Frequentemente era constatado o uso excessivo e desmedido de agroquímicos na produção agrícola municipal, decorrente de recomendações que não consideravam a situação ou o estágio de desenvolvimento da cultura da soja, bem como os índices de infestação de pragas e doenças. Esse fato contribuiu para os elevados índices de utilização de agroquímicos por área produtiva no município. Segundo o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES) o Paraná utiliza 12 kg de agrotóxicos por hectare ao ano, enquanto a média brasileira de consumo é um terço menor, cerca de 4kg/ha/ano. Destes agrotóxicos 60% são herbicidas, no município de Londrina o consumo de agrotóxico é de 21 kg/ha/ano. A complexidade do problema resultou na procura por alternativas para que as informações técnicas sobre o desenvolvimento das culturas e a ocorrência ou não de condições climáticas favoráveis a incidência de pragas e doenças fossem do conhecimento dos agricultores de forma rápida e dinâmica, em tempo real, uma vez que estas informações eram fornecidas através de reuniões realizadas nas comunidades

4 rurais, além de visitas técnicas com preenchimento de fichas de manejo de pragas e doenças junto com o agricultor nas amostragens das lavouras. Os dados coletados, por sua vez, eram repassados por telefone (fixo e celular). Este processo apresentava custo elevado somado aos custos com combustível, manutenção de veículos e a hora trabalhada do extensionista e da equipe técnica administrativa que dava suporte ao serviço de campo. Aspectos Gerais da Prática: A realização é no município de Londrina, durante todo o ano agrícola, nas culturas de soja, milho safrinha e trigo. Conta com a parceria da Empresa Siga Consultoria Agrícola, de Londrina- PR. 2- OBJETIVO DA PRÁTICA: Utilizar a rede social (WhatsApp) para ampliar a atuação dos extensionistas, com uso de meio eletrônico, contribuindo para o uso racional dos recursos e técnicas de manejo para a produção sustentável de grãos. 3 - DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA: O avanço tecnológico e utilização do aplicativo WhatsApp fez com que na safra 2015 fosse criado o grupo denominado MIPD SOJA Emater Londrina, visando obter maior alcance na aplicação do sistema de manejo de pragas e doenças na cultura da soja no município de Londrina. O marco zero foi o contato com os agricultores que cultivam soja no município de Londrina, além dos formadores de opinião, que iriam divulgar e repassar as informações recebidas semanalmente para seus vizinhos ou através dos meios de comunicação. Os interessados em participar do grupo deveriam possui celular com aplicativo WhatsApp e aderir livremente. Após a manifestação de interesse, os agricultores foram cadastrados para receber informações sobre o desenvolvimento da cultura de verão, principalmente a ocorrência de

5 pragas e doenças. Em seguida, selecionaram-se três propriedades produtoras que produziam soja como unidades de referência, sendo uma na Microbacia do Ribeirão Cafezal, outra em uma propriedade no distrito da Maravilha e uma terceira na comunidade do Guairacá, onde foram instalados coletores de esporos para acompanhamento semanal e monitoramento da incidência de possíveis doenças da cultura. Semanalmente era procedida a leitura das laminas amostrais coletadas nestas unidades e identificados esporos e fungos viáveis. Este trabalho era executado pela empresa parceira SIGA Consultoria agrícola e registrado em fichas de acompanhamento, sendo elaborado um texto com as informações sobre as pragas e doenças ocorrentes nas lavouras. Aliado a esta atividade era elaborado boletim semanal regional do Programa Plante Seu Futuro (PSF), relatados pelos técnicos que atuam nas unidades de referências. Estas informações serviam para nortear o agricultor quanto a tomada de decisão de aplicar ou não o agroquímico. De posse de todas essas informações, era elaborado um texto e postado ao grupo para que as informações fossem conhecidas e replicadas. 4-RESULTADOS ALCANÇADOS: 1. Integração de atores sociais de vários segmentos, incluindo agricultores, pesquisadores, jornalistas, extensionistas municipais, profissionais da área agronômica, jovens rurais e estudantes de agronomia; 2. Diminuição no número médio de aplicações de fungicidas e inseticidas dos integrantes agricultores do grupo de 4 aplicações para 1 aplicação na safra de 2015 (Fonte :Emater Unidade Local de Londrina); 3. Disseminação de informações sobre o Manejo de Pragas e Doenças aos agricultores familiares e informação dinâmica e em tempo real para tomada de decisão dos produtores; 4. Redução no custo com combustível, telefone e no desgaste da frota de veículos da empresa responsável pela ATER; 5. Modernização na ATER. 6. Participação de 70 agricultores locais no grupo de Whatsapp durante a safra

6 2014/2015, que programaram o sistema de MIPD na cultura da soja; 7- Otimização das atividades dos extensionistas; 8- Otimização na utilização de insumos e uso de equipamentos no manejo da cultura da soja; 9- Adesão as recomendações dos serviços de assistência técnica proposto pelos extensionistas. 5-POTENCIALIDADES E LIMITES: O sucesso obtido pelo processo de comunicação dinâmica através do aplicativo Whatsapp foi rapidamente reconhecido pelos usuários, tornando-se tema de reportagens veiculadas na mídia local que enalteciam a adoção das novas tecnologias no meio rural. A utilização desta rede social tem se mostrado, ainda que no curto prazo, de grande utilidade e aceitação dos produtores rurais, tanto que o índice de desistência foi zero mesmo sendo facultativa a permanência dos interessados no grupo. Podemos destacar como entraves, veiculação de informações, postagens, imagens e vídeos não condizentes com o teor original a ser tratado. Não ter controle sobre a postagem dos integrantes e podem postar algo não relativo ao tema. Outro entrave é o fato de que nem todos os agricultores familiares que cultivam soja possuem acesso a tecnologia WhatsApp. O custo do aparelho celular elevado e o acesso a Internet não atinge todas as comunidades. Ainda não existe no aplicativo filtros que possam selecionar conteúdos que não estão relacionados ao tema. 6-REPLICABILIDADE: Apesar de ser uma prática implementada recentemente, possui grande potencial de replicação no curto prazo em razão de sua praticidade e baixo custo.

7 7- RECURSOS NECESSÁRIOS PARA IMPLANTAÇÃO: 1- Disponibilidade de celular com aplicativo WhatsApp; 2- Existência de rede de internet móvel, 3- Conhecimento mínimo de informática para manipular o aparelho celular. 4- Possuir agenda pessoal com o número de telefone de todos os agricultores que cultivam soja ou trigo ou milho e queiram participar deste grupo. O limite máximo de integrantes é de 100 pessoas. 5- Rede de técnicos do Instituto Emater na região de Londrina, que monitoram pragas e doenças no campo. 6- Equipe administrativa com habilidade em trabalhar com o aplicativo. 7- A Aquisição de celular será de responsabilidade do integrante que queira fazer parte do grupo. OBS: O Grupo foi criado no celular de uso pessoal do técnico, sem custo para o Instituto Emater ou para os participantes. 8 TRANSFERÊNCIA O Instituto Emater tem interesse em criar do novos Grupo no WhatsApp em outros projetos. Pesquisadores do IAPAR,EMBRAPA tiveram interesse em receber as informações. Jornalistas usaram das informações para pautar reportagens sobre o tema de MIPD. Gerente das Agências financeiras que atuam no município se apoderaram das informações das culturas e discutem com seus clientes a situação das culturas no município. 10- DEPOIMENTOS: Depoimento do agente de ATER:

8 O grupo MIPD Emater ( "Manejo Integrado de Pragas e Doenças"), foi criado pelo técnico agrícola do Instituto, Paulo Roberto Mrtvi. Desde o início deste ano de 2015, a Emater trabalha com filhos de produtores e estudantes de agronomia, que coletam tais informações sobre a safra nas unidades de referências da campanha Plante Seu Futuro ou mesmo nas propriedades da família. "Os jovens já haviam criado um grupo no WhatsApp chamado 'Agricultores do Futuro'. Resolvemos então criar esse novo grupo para atingir mais produtores nas diversas regiões que estamos fazendo a coleta de dados", relata o profissional. Para Mrtvi, as informações coletadas em propriedades de Maravilha, região de Guairacá e Microbacia do Cafezal servem de base para o que está ocorrendo nas lavouras da região. No caso dos esporos coletados, as lâminas são enviadas para o laboratório Siga, do professor Seiji Igarashi, que faz as análises gratuitamente. Com as informações, o produtor sabe o estágio da soja, se as condições climáticas estão favoráveis ou não para a disseminação da ferrugem ou mesmo se os esporos são viáveis ou não para o surgimento da doença. "Toda segunda-feira coletamos as lâminas e entregamos no laboratório Siga. Na terça, já enviamos os resultados via WhatsApp para os produtores do grupo. Os vizinhos de quem recebe os resultados também ficam atentos. Assim, acontece uma integração maior entre os envolvidos e o senso comunitário começa a despertar novamente no meio rural o censo comunitário. Depoimentos de Agricultor Familiar e de seus filhos: O estudante de agronomia e filho de produtor de grãos de Sertanópolis, Rafael Aboriham, faz estágio no Instituto Emater. Ele acompanhou o trabalho de MIPD na unidade do Cafezal e também verifica como está a propriedade da sua família. "Sem dúvida, é possível reduzir as aplicações de defensivos agrícolas utilizando a metodologia do pano de batida e coleta de esporos. Já o WhatsApp é importante porque faz com que a informação chegue rápido ao agricultor. Para a estudante de agronomia e também filha de produtores da região de Londrina, Maria Angélica Marçola, também utilizou a técnica da batida de pano na propriedade da família e ajudou seu pai a economizar na aplicação de inseticidas. "O mais interessante é que neste tipo de estágio aprendemos muitas informações que não são passadas na universidade. Também faço parte do grupo do WhatsApp e passo para o meu pai as informações que o pessoal envia".

9 Segundo o Agricultor Claudio Aparecido Alves,antes da experiência seguia uma rotina de compra de inseticidas e fungicidas pelas revendas e aplicava de forma calendarizada, sem a informação exata se era necessário ou não aplicar estes produtos. Antes das informações recebidas,usava em média 11 aplicações por safra, na safra passada foram apenas duas de inseticidas e nenhuma de fungicidas, fechando a colheita em 78 sacas por hectare de soja e neste ano fiz apenas uma de inseticida e uma de fungicida, com uma economia de R$ 30 mil por safra. A verdade é que a revenda força a comercialização e aplicação do veneno. Eles vendem uma receita de bolo pronta, que muitas vezes não é necessário,afirma o produtor. Autor: Paulo Roberto Mrtvi, técnico em Agropecuária, Geógrafo e Mestre em Meio Ambiente, Desenvolvimento. Colaboradores: Agricultores Familiares, Empreendedores rurais,profissionais da Imprensa, Profissionais da área Agrícola, Estudantes de agronomia, Extensionistas rurais, Assentados do Programa de Crédito Fundiário, jovens rurais, Professores Universitários. Anexos : Reportagens: l

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