DOCES E BÁRBAROS UM ESTUDO SOBRE CONSTRUÇÕES DE IDENTIDADES BAIANAS

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS DOCES E BÁRBAROS UM ESTUDO SOBRE CONSTRUÇÕES DE IDENTIDADES BAIANAS CARLOS ANTÔNIO BARROS DE OLIVEIRA Salvador, Bahia, 2005

2 1 CARLOS ANTÔNIO BARROS DE OLIVEIRA DOCES E BÁRBAROS UM ESTUDO SOBRE CONSTRUÇÕES DE IDENTIDADES BAIANAS DISSERTAÇÃO DE MESTRADO APRESENTADA AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ORIENTADOR: PROF. DR. MILTON ARAÚJO MOURA Salvador, Bahia, 2005

3 2 CARLOS ANTÔNIO BARROS DE OLIVEIRA DOCES E BÁRBAROS UM ESTUDO SOBRE CONSTRUÇÕES DE IDENTIDADES BAIANAS Dissertação de Mestrado apresentada ao PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA Salvador, 18 de março de Prof. Dr. MILTON ARAÚJO MOURA (Orientador) UFBA Prof. Dr. Jocélio Teles dos Santos UFBA Profa. Dra. Lídia Maria Pires Soares Cardel UFBA

4 3 AGRADECIMENTOS ao princípio, o fim e o meio, a Ana Barros, minha mãe, sempre. a Milton Moura, o profissional e o amigo. a Davi Nunes, centro, coração a mil. a Harlei Eduardo e Déia Ribeiro, uns do meu Bando. a Marilda Santana, papos qualquer coisa no ar. a Marlon Passos, fé na vida, fé no que virá. a Ângelo e Carla Miranda, pelos arremates. às diversas vozes que comigo falaram sobre o tema. à Música Popular Brasileira.

5 4 Os Mais Doces Bárbaros (Os Mais Doces dos Bárbaros) Caetano Veloso Disco Doces Bárbaros, 1976 Com amor no coração Preparamos a invasão Cheios de felicidade Entramos na cidade amada Peixe espada, peixe luz Doce bárbaro Jesus Sabe bem quem né otário Peixe no aquário nada Alto astral, altas transas, lindas canções Afoxés, astronaves, aves, cordões Avançando através dos grossos portões Nossos planos são muito bons Com a espada de Ogum E a bênção de Olorum Como um raio de Iansã Rasgamos a manhã vermelha Tudo ainda é tal e qual E, no entanto, nada igual Nós cantamos de verdade E é sempre outra cidade velha Alto astral, altas transas, lindas canções Afoxés, astronaves, aves, cordões Avançando através dos grossos portões Nossos planos são muito bons

6 5 RESUMO A força da música nas representações da sociedade brasileira e baiana aponta elementos interessantes para estudos sociológicos. A identidade cultural como um texto composto de variados feixes representacionais tem na produção musical uma grande expressão, sobretudo se considerarmos alguns artistas especificamente. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia vêm trabalhando elementos de identidade cultural em suas práticas artísticas há quase quatro décadas. O acontecimento (show, disco, filme) Os Doces Bárbaros, em 1976, surge como uma interface de suas carreiras e momento privilegiado para se contemplar, numa mesma cena, sua atuação ressignificando a Bahia, a partir de construções identitárias plasmadas nas práticas artísticas. Performatizando temas que vão da ancestralidade mítica ao som do Carnaval trieletrizado e passando por identidades negras em construção, Caetano, Gil, Gal e Bethânia trouxeram para o âmbito da música uma Bahia que se reposicionava, polarizada entre o tradicional e o moderno nas representações correntes. Os repertórios, imagens e depoimentos diversos à imprensa são fontes acessíveis para a compreensão da dinâmica identitária que se percebe nesta obra. Deste modo, cabe considerar a constituição de tipos baianos a partir de cada um destes artistas, para se chegar às Bahias construídas nos seus trabalhos. Considera-se que o imaginário sobre a sociedade baiana no cenário das representações da brasilidade foi transfigurado com esta presença e que uma rede de representações articuladora de textos identitários se re/trans/configura a partir da prática e das singularidades aqui analisadas. Palavras-chave: música popular; construções identitárias; singularidade; Bahia; Brasil.

7 6 ABSTRACT The power of music that is present on all representations of the Brazilian and Bahian society as well show interesting elements to sociological studies. The cultural identity, as a text made of varied representational bundles, has a great expression on the musical production, especially if we consider some specific musicians. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa and Maria Bethânia have been working on the elements of cultural identity for almost four decades. The event called Os Doces Bárbaros (the concert, the album, the picture), in 1976, comes as an interface between their careers and a privileged moment to contemplate their performance as a means to find a new meaning to Bahia, starting from identity constructions based on artistic practices. Caetano, Gil, Gal and Bethânia created a kind of musical that showed Bahia in a new position, between the modern and the traditional in the current representations, performing themes that range from the mythical ancestors to the sound of a carnival with trios elétricos, working on the African Brazilian identity that is under construction. The repertoires, images and several declarations to the press are accessible sources in understanding the identity dynamics that can be seen in their work. Thus, it is important to consider the constitution of the types in Bahia by each of these musicians, to get to the different Bahias shown in their music. The imaginary on the society of Bahia in the context of the representations of Brazil is considered to have been changed with these, and a representative articulating network of texts that work on identity is reset and reconfigured after the practices and singularities analyzed here. Key-words: popular music; identity constructions; singularity; Bahia; Brazil.

8 7 LISTA DE QUADROS 1 Discografia de Caetano Veloso Discografia de Gilberto Gil Discografia de Gal Costa Discografia de Maria Bethânia Discografia Transversalizada de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia Canções Referidas à Bahia na Discografia de Caetano Veloso Canções Referidas à Bahia na Discografia de Gilberto Gil Canções Referidas à Bahia na Discografia de Gal Costa Canções Referidas à Bahia na Discografia de Maria Bethânia Cronologia do show/disco/filme Os Doces Bárbaros 205 pg.

9 8 SUMÁRIO Apresentação 9 1 Introdução 11 2 A Obra de Caetano, Gil, Gal e Bethânia como Dinâmica de Construções Identitárias A Identidade Cultural como Feixes Representacionais em Textos Múltiplos A Singularidade como Conformação Relacional e Reflexivamente Estruturada 41 3 Quatro Trajetórias Artísticas como Ensaios e Laboratórios Contextualizados Caetano Veloso Gilberto Gil Gal Costa Maria Bethânia A Convergência em Os Doces Bárbaros como Acontecimento Singular na Dinâmica de Construção de Identidades Baianas O Lugar da Bahia entre as Referências Musicais na Construção da Brasilidade Doces Bárbaros, Baihunos e Baianos Continuidades e Descontinuidades em torno da experiência de Os Doces Bárbaros 133 pg. 5 Considerações Finais Referências Bibliográficas Apêndice: Discografia de Caetano, Gil, Gal e Bethânia e Cronologia do Show/Disco/Filme Os Doces Bárbaros 178

10 9 APRESENTAÇÃO A escolha de tema para um trabalho acadêmico de pesquisa costuma provir do acercamento do pesquisador com relação à área temática respectiva e da consideração sobre a própria exeqüibilidade da empresa. Tal proximidade já existia bem antes que eu pensasse em partir da fruição da música e do colecionamento de fontes e dados para um empreendimento de pesquisa, mas a ambição desta realização se reforçou há oito anos, quando passei a cantar profissionalmente. A idéia de discutir imaginário e representações sociais a partir do trabalho artístico de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia apareceu na graduação, quando me ocorreu a possibilidade de escrever sobre a presença de elementos culturais comumente reconhecidos como baianos na sua obra artística. O conhecimento ampliado da discografia destes artistas, a familiaridade com o universo musical e a situação na academia confluíram para o desejo de concretizar minha relação com o mundo artístico, com a sociedade baiana e com a academia numa espécie de complexo matérico dotado de um sentido mais objetivo. Embora na área acadêmica de origem História eu pudesse desenvolver um trabalho que desse conta da problemática, o viés mais contemporâneo, a natureza das fontes disponíveis e, sobretudo, um olhar mais sociológico que passava a se configurar para mim como mais adequado a captar melhor as facetas do meu objeto foram me convencendo de que deveria situar minhas pretensões de pesquisa no Programa de Pós- Graduação em Ciências Sociais. Esta opção se confirmou quando me incorporei ao Grupo de Pesquisa Tradições e Sociabilidades Contemporâneas, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, e pouco depois ao Grupo de Pesquisa Identidades e Mundo Contemporâneo, ligado ao Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade. Nos encontros, debates e seminários promovidos nesses ambientes, foi possível discutir temáticas relativas à identidade cultural, às práticas artísticas e à etnicidade e inclusive aprofundar alguns itens acerca de imaginário, representações e identidade cultural, de modo que a idéia de escrever um ensaio se reconfigurou num projeto de pósgraduação.

11 10 Proponho aqui um estudo sobre imaginário e construções identitárias em interlocução com o aparelho teórico-metodológico das Ciências Sociais, situado nas discussões atuais sobre identidade cultural e centrado na formação, em 1976, do conjunto Os Doces Bárbaros. A constituição deste grupo é tida por diversos cronistas como um dos acontecimentos mais marcantes da vida artística recente no Brasil, como apontam inúmeras referências na mídia sobre o encontro destes artistas, assim como um dos que mais fortemente contribuiu para a reelaboração das representações sobre a sociedade baiana, a partir da música popular. O que realizo, através desta pesquisa, é situar a obra de Caetano, Gil, Gal e Bethânia no plano das construções identitárias em torno da Bahia, tal como estas vêm se legitimando historicamente no âmbito das construções hegemônicas da brasilidade.

12 11 1 INTRODUÇÃO Podemos dizer que as representações da sociedade baiana estão situadas de forma muito peculiar no contexto das representações da sociedade brasileira. A Bahia, como unidade territorial e cultural, foi construída como tal a partir de um jogo de alteridades consideravelmente vigoroso. Temos elementos para supor que a Bahia guarda, nos seus contornos identitários, características de outros universos que, por si, não seriam propriamente brasileiros, mas que passariam a ser justamente pelo fato de estarem contidos na trama da identidade cultural baiana, como veremos adiante. Nem todas as formações sócio-culturais parecem elaborar discursos de identidade cultural tão fortes e paradigmáticos como é o caso da Bahia 1. No âmbito das representações amplamente correntes da sociedade baiana, o baiano é revestido de elaborações muito especiais em termos de etnicidade, historicidade e ancestralidade. A Bahia configurou-se, no cenário das representações da sociedade brasileira, como um nascedouro de tradições. Nesta pesquisa, trata-se de investigar como as representações se expressam e organizam através das práticas musicais. Desta forma, o objeto deste estudo corresponde a uma interface 2 constituída pela prática artística de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia, devidamente contextualizada. Nesta interface, a música e, com a música, as atuações e contextos em que esta se configura como expressão artística e/ou identitária é vista ao mesmo tempo como meio e conteúdo de expressão social; dito de outra forma, de representações de uma determinada sociedade; no caso, a sociedade baiana. Aqui se trata, especialmente, de como se cruzam as relações entre tradição e modernidade na sociedade baiana contemporaneamente. 1 O que não significa dizer que a Bahia tem mais cultura que outras formações sociais, como parece se depreender de certos discursos, inclusive no âmbito oficial. 2 Este termo significa, nesta pesquisa, uma composição de referências e vetores colocados intimamente lado a lado ou superpostos. O acontecimento Os Doces Bárbaros pode ser considerado uma interface das carreiras destes artistas; não se tratando de uma síntese das práticas de Caetano, Gil, Gal e Bethânia, pode ser tomado como um encontro de trajetórias singulares articuladas e de certa forma convergentes. A origem mais radical deste termo se encontra na informática, como ponto de contato entre periféricos e unidade de processamento dos computadores (CPU). A interface, então, é um locus de encontros e colateralidades, esboçando assim um quadro passível de análise.

13 12 Vale desde já uma ressalva: o que se chama de sociedade baiana neste estudo está delimitado a esta formação social geograficamente situada em Salvador e no Recôncavo e que adquiriu, num feixe de representações em configuração nos contornos da identidade nacional, a denominação Bahia 3. Tal feixe de representações, sendo amplamente divulgado através da mídia, acabou por estabelecer um lugar da Bahia na configuração que vem a ser, afinal, o Brasil. Poder-se-ia adiantar que as inquietações mais relevantes para a empreitada a que me proponho emergem da tentativa de contribuir para uma compreensão de como a obra de arte no caso, a música constitui-se como expressão tanto de criatividade dos agentes que a produzem quanto de elementos de imaginário pertencentes a uma dada formação social. Neste sentido, cabe refletir sobre o que Bourdieu chama de campo artístico, uma ambiência em que as obras ganham o status de artísticas e os agentes são assumidos como artistas. Tratar da arte como vetor social traz consigo uma necessidade de entendimento desta prática nas suas dimensões internas ao campo artístico e nas suas relações com outros campos, no sentido de apreender as tensões entre os campos que constituem as formações sociais. Neste sentido, cabe lembrar uma observação de Elias sobre a arte e sua posição no mundo social: Entre as mais interessantes perguntas não respondidas de nosso tempo está a que indaga quais características estruturais fazem as criações de uma determinada pessoa sobreviverem ao processo de seleção de uma série de gerações, sendo gradualmente absorvidas no padrão das obras de arte socialmente aceitas, enquanto as de outras pessoas caem no mundo sombrio das obras esquecidas (Elias, 1994b, p.52). Dito isto, proponho como objeto da pesquisa as formulações identitárias constituídas nas práticas artísticas de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa, tomando como referência o conjunto formado por estes músicos em 1976, Os Doces Bárbaros, o que envolve necessariamente uma discussão sobre os eixos sócio-temáticos que orientam essas representações. Trata-se de compreender como obras que permanecem significativas realizam/atualizam feixes de representações, redefinindo significados de narrativas identitárias sobre uma formação social no caso, a Bahia. 3 Esta identificação entre Recôncavo e Bahia será melhor abordada no Capítulo 4.

14 13 Um estudo desta natureza não poderia deixar de considerar a trajetória destes artistas tendo como epicentro 4 a formação do grupo Os Doces Bárbaros, em Iniciando suas carreiras conjuntamente e seguindo caminhos individualizados por uma década, propuseram uma estratégia de interfaciamento de seus trabalhos que desaguou num show, disco e filme que alcança(ra)m significados especiais na história do campo artístico no Brasil justamente por elegerem, como matéria de sua arte, traços identitários tão relevantes quanto polêmicos, seja naquele período, seja nos nossos dias. O conjunto Os Doces Bárbaros, que, como afirmam seus integrantes, surgiu do desejo de comemorar publicamente o sucesso de suas carreiras individuais, acabou por arranhar certos traços da brasilidade tradicional que até aquele momento eram intocáveis nas representações sobre o Brasil e particularmente sobre a Bahia. Desde o fenômeno da Tropicália, que desencadeou discussões polêmicas em torno de conceitos como cultura popular, arte pop, música de qualidade e outras categorias expressivas nos estudos sobre canção popular no Brasil, estes músicos vêm se emblematizando e sendo emblematizados como atuantes e mesmo propositivos de reorganizações sobre o próprio ato de fazer música. Os Festivais da Canção, que nos anos sessenta foram palco do surgimento, diante dos públicos, de nomes que até hoje fazem sucesso no universo da MPB, constituíram-se também como espaços de lutas simbólicas destacadas. Era perceptível tanto a espetacularização midiática dos discursos dos artistas e do público quanto a visualização da presença do status político das décadas de sessenta e setenta nas manifestações artísticas no Brasil. A televisão brasileira vivia então um período em que as atenções se voltavam para o florescimento de novos talentos que passavam pela tela, revelando faces individuais e de vários lugares do país, fazendo emergir correntes e tendências que viriam a se desenvolver e desencadear como sucesso a partir do impulso originário dos Festivais. Longe de considerar a arte como mero reflexo dos acontecimentos políticoseconômicos, estas observações iniciais pretendem trazer à luz a força da música numa sociedade que experimentava um regime autoritário, como também nos estimulam a buscar perceber o quanto se esperava da arte num momento politicamente difícil para um país em 4 Considero tal momento como central para as questões que aqui são colocadas, o que não significa dizer que Os Doces Bárbaros representa uma centralidade absoluta nas trajetórias de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia.

15 14 desenvolvimento e que via suas possibilidades de expressão social restritas, muitas vezes, ao lúdico e ao entretenimento imediato. A que se destina, então, a pesquisa? Podemos dizer que seu objetivo geral é contribuir para a compreensão de como elementos de narrativas identitárias presentes na obra de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia se relacionam com as representações/narrativas tradicionais sobre a sociedade baiana e se inserem na trama da produção destas últimas, vindo a tornar-se um dos elementos mais intrigantes na construção de um sistema de representações ao mesmo tempo tradicional e inovador no âmbito da formação sócio-cultural baiana e brasileira. Como desdobramentos deste objetivo, trata-se de identificar a relevância de cada um dos quatro artistas na dinâmica de narrativas identitárias sobre a sociedade baiana, bem como analisar a relação entre estas representações presentes na sua obra e as narrativas que organizam com sentido uma singularidade auto-referida da Bahia enquanto formação social. O termo narrativa é tomado, nesta pesquisa, no sentido de construção ampla e socialmente reconhecida, configurada nas práticas que permitem que os indivíduos se sintam integrados a uma dada formação social. As narrativas organizam feixes de representações sociais experimentadas nas práticas dos agentes. O termo texto, que será melhor explicitado adiante, é utilizado de acordo com a formulação de Moura, ao tratar de temática próxima, qual seja, a baianidade, no quadro da formação das identidades culturais baianas no Carnaval: Trato baianidade como um texto, na acepção mesma de tecimento (no gerúndio), tecido (no particípio) e contextura, tessitura (no infinitivo) de significações e orientações, o nome de uma doutrina ou de uma cartilha de convivência, de um arranjo civilizatório. Que este seja o nome de um engodo, uma ideologia, uma estratégia de dominação, segundo tantos de nós, não arranha a validade de constituí-lo como objeto de uma pesquisa. Neste sentido, alguns analistas e observadores que, intrigados com o nosso quadro sócio-histórico, afirmam que a baianidade não existe de fato estão contribuindo para esta discussão da mesma forma com que estariam caso estivessem polarizados de modo oposto, como adeptos entusiastas da baianidade. Esta não precisa existir como verdadeira ou válida aos nossos olhos de apreciadores éticos. Aos efeitos desta pesquisa, importa que exista como objeto de estudo (Moura, 2001, p. 13). Por sua vez, o texto identitário é aquele que, especificamente, realiza a asserção direta da identidade, o anúncio explícito do perfil de um sujeito, seja um modesto indivíduo, seja uma sociedade de milhões deles (idem, ibidem, p. 12)

16 15 Voltando à construção do problema desta pesquisa, trata-se de identificar que representações de sociedade baiana se re/trans/configuram nestas práticas artísticas, ou seja, que elementos culturais da sociedade baiana podem ser percebidos na arte de Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethânia sobretudo nessa ocasião em que suas carreiras confluem na mesma estratégia artística e alcançam juntas os mesmos públicos. Na seqüência, a problemática da pesquisa consiste em compreender como o acontecimento 5 Os Doces Bárbaros se constitui numa interface em que diversas formas de representação da sociedade baiana mais precisamente, diversas formas de articular identidades culturais baianas, que por sua vez desempenham papel relevante na articulação de identidades culturais brasileiras se colocam. Dito de outra maneira: como se pode interpretar o acontecimento Os Doces Bárbaros qual um feixe de representações da sociedade baiana na sua diversidade e riqueza, situado no âmbito mais amplo da sociedade brasileira, considerando inclusive a diversidade e riqueza das repercussões que alcançou junto a diferentes setores sociais? Arrematando os parágrafos acima, podemos colocar, como hipótese, que Os Doces Bárbaros corresponde a uma transfiguração do imaginário sobre a Bahia, reconfigurando representações e narrativas identitárias entre os pólos de tradição e modernidade, ora remontando a narrativas emblematizadas como a tradição, ora apontando narrativas em direção ao moderno, num redimensionamento do lugar da Bahia na brasilidade. Bourdieu (2004) remete à tensão entre posições que caracteriza tradicionalidades e modernizações expressas nas práticas dos agentes: A tensão entre as posições, constitutiva da estrutura do campo, é também o que determina sua mudança, através de lutas a propósito de alvos que são eles próprios produzidos por essas lutas; mas por maior que seja a autonomia do campo, o resultado dessas lutas nunca é completamente independente de fatores externos. Assim, as relações de força entre os conservadores e os inovadores, os ortodoxos e os heréticos, os velhos e os novos (ou os modernos ) dependem fortemente do estado das lutas externas e do reforço que uns e outros possam encontrar fora (Bourdieu, 2004, p. 65). Desta forma, a transfiguração das narrativas sobre a Bahia na obra de Caetano, Gil, Gal e Bethânia podem se referenciar em posições tanto no campo artístico como em 5 O termo acontecimento engloba a realização do show, do disco e do filme, além da formação do grupo, ou conjunto Os Doces Bárbaros. É uma maneira de facilitar a remissão aos fatos. Como o show foi registrado em disco e filme, e estes estão associados, para falar deste momento das trajetórias destes músicos, utilizo o termo englobante acontecimento.

17 16 relação às lutas externas ao âmbito da música, estruturantes dos posicionamentos destes agentes no cenário musical brasileiro. Do ponto de vista mais propriamente técnico, um aspecto que vale a pena salientar, logo de início, é que um trabalho sobre práticas artísticas tem a especificidade de lidar com fontes variadas e cujo tratamento demanda algumas considerações, a serem aprofundadas oportunamente. Tomo como fontes principais: a discografia dos quatro artistas, centrada no disco Doces Bárbaros (Doces Bárbaros, LP Duplo, 1976, Polygram) e no filme homônimo, disponibilizado na forma de home vídeo; os depoimentos de Gil, Caetano, Gal e Bethânia sobre este acontecimento, e sobre suas carreiras na forma de entrevistas em jornais impressos, TV, homevideos, DVD s; reflexões consideravelmente posteriores dos mesmos sobre suas carreiras e principalmente sobre o acontecimento; fotografias; os sites pessoais e organizados em torno das figuras desses músicos na Internet; uma vasta produção jornalística impressa e televisiva; e a crônica musical do período, sobretudo no Rio de Janeiro. A partir deste material, pode-se fazer uma análise abrangente da tessitura de construções identitárias desencadeadas em torno das carreiras de Caetano, Gil, Gal e Bethânia e especialmente desse acontecimento chamado Os Doces Bárbaros. A crítica destas fontes leva em consideração que há interesses variados, tanto na produção das matérias jornalísticas quanto do material de divulgação de discos e shows. O que pretendo, ao utilizar este material, é colher informações e construções midiáticas sobre estes artistas, no sentido de embasar empiricamente as análises sobre as identidades constituídas nestas trajetórias.

18 17 A presença de suas obras em meios de ampla divulgação revela traços que dão suporte às discussões deste trabalho. Cabe, entretanto, considerar a relatividade dessas fontes, inseridas numa trama eminentemente relacional. Bourdieu (2001; 2003; 2004) utiliza o conceito de campo artístico no sentido de que a criação não é fruto apenas do criador, situando outros agentes do campo como promotores da existência das obras, o que remete à questão (a ser tratada adiante) das trajetórias/biografias dos artistas. As contribuições de Ribeiro & Lerner (2003) e Velho (2001) possibilitam situar a discussão sobre o aspecto biográfico relativo aos indivíduos nas sociedades complexas contemporâneas. Neste sentido, as fontes que utilizo acabam por fazer parte e consistir também nas próprias criações, remetendo inevitavelmente aos criadores, sem pretensão de atingir verdades, como numa perspectiva epistemológica tendente ao positivismo. Por outro lado, não se pode desconsiderar que a mídia assume, nos nossos dias, um papel central no reconhecimento das realidades sociais. Isto não significa que produzem a realidade, como às vezes se desprende de certos discursos, mas elabora lentes através das quais se enxergam os fatos, construídos como tais. Canclini nos situa: A mídia se transformou, até certo ponto, na grande mediadora e mediatizadora e, portanto, em substituta de outras interações coletivas (...) Aparecer em público é hoje ser visto por muita gente dispersa frente ao televisor familiar ou lendo um jornal em sua casa. Os líderes políticos ou intelectuais acentuam sua condição de atores teatrais, suas mensagens são divulgadas se são notícia, a opinião pública é algo mensurável por pesquisas de opinião. O cidadão se torna cliente, público consumidor (Canclini, 1998, pp ). Os repertórios e suas plasmações em discos, entrevistas e materiais de divulgação constituem a base documental principal desta pesquisa, assim como as matérias, entrevistas impressas e em filme ou TV possibilitam estrategicamente que se desenvolvam considerações sobre as construções acerca da Bahia presentes na obra de Caetano, Gil, Gal e Bethânia, tendo como referência principal o acontecimento de Afinal, as carreiras destes artistas foram erigidas sob o emblema marcante da cultura da mídia, ou seja, são trajetórias efetivadas no cenário midiático por excelência. Na acepção de Kellner (2001), é através do rádio, da TV, do cinema e de outras formas de produção midiática que os indivíduos constroem noções de pertencimento, seja à classe, seja ao gênero, seja ainda ao grupo étnico. A análise leva em conta tanto as letras quanto os estilos das peças, os momentos em que foram efetivamente executadas e o impacto causado na mídia e nos públicos. Uma canção como Atrás do trio elétrico (Caetano Veloso), por exemplo, ultrapassa os limites da

19 18 cena artística e alcança uma outra magnitude, pois representa a assunção, por parte do autor, de uma musicalidade que revolucionou o cancioneiro baiano desde Caymmi e passa a ser matéria de suas elaborações musicais/identitárias. Vejamos: Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu Quem já botou pra rachar Aprendeu que é do outro lado do lado de lá Do lado que é lá do lado de lá O sol é seu, o som é meu Quero morrer, quero morrer já O som é seu, o sol é meu Quero viver, quero viver lá Nem quero saber se o diabo nasceu foi na Bahia, foi na Bahia O trio eletro-sol rompeu no meio di No meio dia Atrás do trio elétrico (Caetano Veloso) In: CD Caetano Veloso, Universal, Por outro lado, as capas e fotografias amplamente publicadas e acessíveis também podem dar conta do delineamento das singularidades artísticas destes músicos ao longo de suas fases nas suas trajetórias. Por exemplo, quando Gal Costa passa da figura de cantora comportada de Bossa Nova na capa do LP Domingo (1967) para uma Gal psicodélica em Gal (1969) e uma hippie localizada entre tipos oriundos de Salvador e do Rio de Janeiro no Fa-Tal (1971), não é somente uma mudança musical que se opera. A imagem e o imaginário sobre esta cantora baiana vão se reconfigurando. Nas palavras de Gal: Muitas pessoas gritavam: macaca, piolhenta, por causa do meu visual... In: Entrevista no Programa do Jô, Rede Globo de Televisão, novembro de Vale salientar que um estudo dessa natureza não se propõe a avaliar o show e as práticas artísticas correspondentes às quatro carreiras em termos propriamente estéticos, como seria o papel do crítico, do jornalista ou do cronista. Não é demais lembrar que, nesta pesquisa, a produção desses profissionais é uma fonte aos efeitos de uma discussão sociológica das representações que entram em jogo confrontando-se, defrontando-se, recriando-se, revelando aspectos importantes na trama da identidade cultural; no caso em questão, a constituição de uma identidade cultural baiana. Ou seja, o trabalho de Caetano, Gil, Gal e Bethânia é apreciado em função de sua relevância social, muito mais de que do seu valor musicológico.

20 19 A Dissertação se apresenta em forma de crônica sociológica. Ao invés da forma convencional de colocar as considerações teórico-metodológicas antes da discussão propriamente temática, optou-se por abordar o objeto desde o início, numa aproximação em círculos concêntricos, no sentido de tramar passo a passo a experimentação da hipótese, o que vem coincidir com a construção progressiva do objeto. Para não cansar o leitor com um número excessivo de citações de repertório, depoimentos e outras fontes, preferiu-se remeter a maior parte delas ao anexo, apresentado em outro volume impresso, o que permite o acesso à riqueza desse material sem comprometer a fluidez da leitura 6. Preferiuse, também, disponibilizar diversas imagens na forma de CDRom, devidamente legendadas 7. Colocadas estas premissas, uma arquitetura teórico-metodológica precisa então ser constituída no sentido de operacionalizar as discussões em torno do acontecimento relevante que é o show/disco/filme Os Doces Bárbaros. Já no Capítulo 2, a abordagem se dá na direção das construções identitárias na prática artística de Caetano, Gil, Gal e Bethânia. Trata-se de como se estruturam estes agentes nas reelaborações identitárias sobre Brasil e Bahia, a partir de suas singularidades. Na construção desta categoria, central nesta pesquisa, consideram-se sobretudo as contribuições de Bourdieu, Giddens, Elias e Goffman. No Capítulo 3, as trajetórias são analisadas à luz de sua constituição enquanto sistemas de posições singularizadas assumidas e alcançadas por estes agentes. Finalmente, no Capítulo 4, o acontecimento Os Doces Bárbaros é analisado como interface de suas carreiras e momento privilegiado para perceber as transformações operadas nas narrativas que correspondem a reelaborações sobre identidades baianas poderíamos dizer, também, brasileiras nestas práticas artísticas. 6 São três coleções de anexos num mesmo volume: o Anexo Depoimentos AD, o Anexo Notícia AN e o Anexo Letras AL. Cada chamada no corpo do texto da Dissertação consta da abreviação, seguida do número de ordem da peça. Ex: [AL 17]. 7 O CDRom contém o texto da Dissertação, os diversos anexos acima e ainda o Anexo Internet e as imagens e entrevistas em áudio com Caetano, Gil, Gal e Bethânia sobre o show Doces Bárbaros e suas comemorações, bem como a série de diapositivos preparada para fins de exposição.

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