A segurança do paciente e a qualidade dos serviços de saúde

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A segurança do paciente e a qualidade dos serviços de saúde"

Transcrição

1 A segurança do paciente e a qualidade dos serviços de saúde 18/03/2014 Ana Maria Malik

2 Qualidade e segurança Quem vem primeiro? Vigilância sanitária alvará redução de riscos evitáveis ONA 1 segurança estrutura Depende do conceito de qualidade?

3 Conceitos de qualidade Qualidade é atender continuamente as necessidades do cliente, a um preço que ele esteja disposto a pagar DEMING segurança...? Qualidade é adequação ao uso e Ausência de defeitos - JURAN segurança...? Fazer certo logo da primeira vez CROSBY segurança em saúde?...

4 Qualidade em saúde «...até que ponto os serviços de saúde aumentam a probabilidade de resultados de saúde desejáveis para os indivíduos e as populações, em conformidade com os conhecimentos profissionais atuais» - IOM

5 OMS atenção o mais próximo possível do problema da segurança de pacientes e o fortalecimento de evidências científicas necessárias para melhorar a segurança dos pacientes e a qualidade do cuidado em saúde desenvolver e difundir conhecimentos sobre políticas baseadas em evidências científicas e as melhores práticas na segurança do paciente. iniciar e desenvolver pesquisas nas áreas que terão maior impacto nos problemas de segurança.

6 Metas internacionais de Segurança do paciente - OMS 1. Identificar os pacientes corretamente 2. Melhorar a eficiência da comunicação entre profissionais da assistência 3. Melhorar a segurança de medicações de alta vigilância 4. Assegurar cirurgias com local de intervenção correto, procedimento correto e paciente correto 5. Reduzir o risco de infecções associadas aos cuidados de saúde 6. Reduzir o risco de lesões ao pacientes, decorrentes de quedas Fonte: JCI 2008

7 Incidência e evitabilidade (estudo com foco em melhoria de qualidade) Estudos Incidência Evitabilidade Austrália ,6 51% Nova Zelândia ,2 46,1% Inglaterra ,8 48% Canadá ,5 37% Dinamarca ,0 40,4% França ,5 27,7% PROQUALIS

8 Incidência e evitabilidade (estudos com foco em melhoria de qualidade) Estudos Incidência Evitabilidade Espanha ,3 42,8% Suécia ,3 70% Holanda ,7 40% Brasil ,6 66,7% Portugal ,1 53,2% Tunísia ,0 60% PROQUALIS

9 Resultados do estudo português - Incidência 11,1% - Impacto/impacte clínico, econômico e social - EA associados a cirurgia; Quedas/úlceras de pressão; Infecção Associada ao Cuidado em Saúde; EAs relacionados com o medicamento; - 53,2% preveníveis - Envolvimento do doente e seus familiares (área a dar atenção no futuro) Sousa P, Uva AS, Serranheira F, Leite E, Nunes C. Segurança do doente: eventos adversos em hospitais portugueses: estudo piloto de incidência, impacte e evitabilidade. Editora Escola Nacional de Saúde Pública: Lisboa. ISBN Ano 2011 PROQUALIS

10 Resultados do estudo brasileiro Tipo de lesão ou dano Proporção de pacientes com EA evitáveis (%) Estimativa de pacientes com EA evitáveis Dano por atraso ou falha no diagnóstico e/ou tratamento 18, Complicações cirúrgicas 20, Complicações por punção venosa 7, Dano por medicamento 4,62 64 Dano por queda 6,15 86 Infecção associada ao cuidado 24, Úlcera de pressão 18, Total 100, Mendes W, Martins M, Rozenfeld S, Travassos C. The assessment of adverse events in hospitals in Brazil. Int J Qual Health Care 2009; 22: 1-6. PROQUALIS

11 No Brasil local de ocorrência do evento: 48.5% no quarto do paciente eventos adversos cirúrgicos: 35.2% (mais frequentes) Fonte: Mendes 2009

12 Um exemplo bem brasileiro São consideradas Comissões Obrigatórias no país: Infecção Hospitalar (CCIH), Ética Médica (caso possua mais de 10 médicos em seu corpo clínico), Revisão de Prontuários (desde 2002, por meio da resolução do Conselho Federal de Medicina, em qualquer estabelecimento onde se preste assistência médica) Revisão de Óbitos ( Conselhos Regionais de Medicina do Rio de Janeiro (1992), de Pernambuco (2005), de São Paulo (2005), da Paraíba (2009) e do Rio Grande do Norte (2011 )).

13 CCIH recomendável pelo Ministério da Saúde desde a Portaria MS 196/83. Em 1992, portaria revogada e criada a Portaria MS 930/92: dispõe sobre a criação do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar e realização de busca ativa de casos. Em consequência do não cumprimento da Portaria MS 930/1992, o Ministério da Saúde emitiu a Lei Federal 9.431/1997: obrigatoriedade de manutenção de Programas de Controle de Infecção Hospitalar em todos os hospitais do país, MAS vetava a obrigatoriedade de serviços de controle de infecção e busca ativa. Em 1998, foi revogada a portaria 930, substituída pela pela 2.616/98:define papéis das Comissões de Controle de Infecção, dos Serviços de Controle de Infecção Hospitalar e do Programa de Controle de Infecção Hospitalar. ANVISA emitiu a Resolução RDC 48/2.000, estabelecendo a sistemática para avaliação/inspeção dos Programas de Controle de Infecção Hospitalar, que serviu para dar suporte à fiscalização sanitária e aos profissionais das CCIH dos hospitais. (OLIVEIRA; MARUYAMA, 2008).

14 Tabela 1 Número de hospitais acreditados por modelo/acreditadora presente no Brasil, entre 2000 e fevereiro de 2014 (Malik, 2014)

15

16 O Brasil e a acreditação não chegam a 5% do total os hospitais acreditados. São Paulo pouco mais de 14% dos hospitais do país, mais de 12% deles são acreditados. Entre os acreditados, eles representam mais de 42%. Distrito Federal pouco mais de 1% dos hospitais do Brasil, cerca de 12% são acreditados Entre os acreditados, eles representam 3% Minas Gerais 10% dos hospitais do Brasil, embora no total do estado menos de 7% tenham acreditação Entre os acreditados, 15%.

17 O Brasil e a acreditação Não há hospitais acreditados: Acre, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins. Amapá tem 0,19% dos hospitais (menor %), um deles acreditado Roraima e Acre 0, 21% e 0, 31% Tocantins 1,05% dos hospitais Piauí 2,03% dos hospitais

18 Qualidade, segurança e acreditação overuse, misuse e underuse (AHRQ, [s.d.]a). overuse ou uso excessivo processo de cuidado em circunstâncias em que o dano potencial seja maior do que o benefício possível. (realizar um procedimento porque ele existe, independente do seu risco ou de seu benefício. Também pode se referir aos procedimentos desnecessários) misuse, ou utilização equivocada quando se seleciona um processo adequado mas, perante o aparecimento de uma complicação ou variação prevenível, o paciente acaba por não receber o benefício esperado. underuse, ou uso aquém do necessário quando um serviço com grande probabilidade de trazer um resultado positivo não é prestado. Por exemplo, não realizar exames para diagnóstico precoce de alguma doença cujo tratamento é muito mais eficaz na fase inicial.

19 Questão nacional?

20 Qualidade, segurança, eficiência COMPETITIVIDADE? O mercado é competitivo na busca por pacientes? Competição por resultados financeiros, por resultados assistenciais, por ocupação de sua capacidade instalada, por sua atratividade para personalidades de destaque na sociedade. No Brasil de 2014 ela não se dá em função da utilização de serviços. Quanto à acreditação, ela é um trunfo que, uma vez obtido, passa requerer, quase sempre, sua manutenção, mesmo no Brasil onde não é obrigatório. Afinal, trata se de um símbolo, que pode significar a entrada para um grupo, por exemplo, como é o caso da ANAHP

21 Então, há qualidade e segurança nos hospitais brasileiros? Não há vantagem em ser acreditado no Brasil, nem penalidade por não sê lo. Até fevereiro de 2014 buscar este tipo de certificado fica a critério dos dirigentes dos hospitais e de sua disponibilidade de recursos Por que ainda não há qualidade e segurança nos hospitais brasileiros?

22 Respostas???? 14 de abril de

Monitoramento e Gestão de Riscos A experiência de parceiros da Vigilância Sanitária Hospital Getúlio Vargas PE

Monitoramento e Gestão de Riscos A experiência de parceiros da Vigilância Sanitária Hospital Getúlio Vargas PE 15º Encontro Nacional da Rede Sentinela Fórum Internacional de Monitoramento e Gestão de Risco Sanitário Monitoramento e Gestão de Riscos A experiência de parceiros da Vigilância Sanitária Hospital Getúlio

Leia mais

I International Symposium on Patient Safety and Quality. Segurança do Paciente: Cenário Nacional. Walter Mendes

I International Symposium on Patient Safety and Quality. Segurança do Paciente: Cenário Nacional. Walter Mendes I International Symposium on Patient Safety and Quality Segurança do Paciente: Cenário Nacional Walter Mendes O que é segurança do paciente? Um fenômeno mundial Índia Portugal EUA Brasil Uma das dimensões

Leia mais

Implementar programas de qualidade e de segurança do doente: que ganhos podemos esperar?

Implementar programas de qualidade e de segurança do doente: que ganhos podemos esperar? Implementar programas de qualidade e de segurança do doente: que ganhos podemos esperar? Maria João Lage, Paulo Sousa A centralidade que as questões da Qualidade têm na área da saúde é um fenómeno relativamente

Leia mais

Projeto Hospitais de Excelência /Ministério da Saúde / Programa de Desenvolvimento e Apoio àgestão Hospital Samaritano

Projeto Hospitais de Excelência /Ministério da Saúde / Programa de Desenvolvimento e Apoio àgestão Hospital Samaritano Análise do processo de implementação de políticas na área hospitalar do Ministério da Saúde: contratualização de hospitais de ensino e filantrópicos no Brasil Projeto Hospitais de Excelência /Ministério

Leia mais

Qualidade e Segurança nos Serviços de Saúde Segurança do Paciente em Serviços de Saúde CIRURGIA SEGURA

Qualidade e Segurança nos Serviços de Saúde Segurança do Paciente em Serviços de Saúde CIRURGIA SEGURA Qualidade e Segurança nos Serviços de Saúde Segurança do Paciente em Serviços de Saúde CIRURGIA SEGURA Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde GVIMS/GGTES/ANVISA Diana Carmem A. N de Oliveira

Leia mais

Boletim informativo Segurança do Paciente e Qualidade Assistencial em Serviços de Saúde

Boletim informativo Segurança do Paciente e Qualidade Assistencial em Serviços de Saúde VOLUME 1 NÚMERO 2 Boletim informativo Segurança do Paciente e Qualidade Assistencial em Serviços de Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Brasília, Jan-Jul de 2011. Prevenção e controle das

Leia mais

Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP

Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP 2 ª Reunião do GT de Indicadores Hospitalares 09/04/2012 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Comparação

Leia mais

Estudo. Hospitais Emergência (1984)

Estudo. Hospitais Emergência (1984) 1. Introdução A partir da segunda metade do século XX é possível constatarmos um acentuado desenvolvimento tecnológico na área médica, sobretudo no que diz respeito ao diagnóstico e à terapia. Além disso,

Leia mais

Qualidade e Segurança do Paciente na Rede de Atenção à Saúde. Walter Mendes ENSP/FIOCRUZ

Qualidade e Segurança do Paciente na Rede de Atenção à Saúde. Walter Mendes ENSP/FIOCRUZ Qualidade e Segurança do Paciente na Rede de Atenção à Saúde Walter Mendes ENSP/FIOCRUZ Envolvimento da Fiocruz no tema segurança do paciente Revisão Estudo de incidência Estudo de prevalência Triggers

Leia mais

NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA

NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO GERÊNCIA DE UNIDADES DE INTERNAÇÃO Comissão de Gerenciamento de Risco NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA 2012 Luciane Lindenmeyer,

Leia mais

Cirurgia Segura: O que muda após a RDC n 36/2013? Adriana Oliveira Abril - 2014

Cirurgia Segura: O que muda após a RDC n 36/2013? Adriana Oliveira Abril - 2014 Cirurgia Segura: O que muda após a RDC n 36/2013? Adriana Oliveira Abril - 2014 Aspectos a serem abordados: Reflexões sobre: O contexto da Aliança Mundial para Segurança do Paciente. Panorama da Regulamentação

Leia mais

Gerenciamento de riscos e a infecção hospitalar: primos-irmãos?

Gerenciamento de riscos e a infecção hospitalar: primos-irmãos? Gerenciamento de riscos e a infecção hospitalar: primos-irmãos? Juliana P Machado Gerente de Enfermagem HSF Doutoranda EERP- USP Esp. em Gestão de Negócios Saúde Membro REBRAENSP Segurança do Paciente...

Leia mais

Avaliação de Desempenho das Organizações de Saúde

Avaliação de Desempenho das Organizações de Saúde Avaliação de Desempenho das Organizações de Saúde Segurança do Paciente Camila Sardenberg Associação Congregação de Santa Catarina Curso pré-congresso QUALIHOSP 2015 Para o IOM, qualidade no cuidado de

Leia mais

GRÁFICO 136. Gasto anual total com transplante (R$)

GRÁFICO 136. Gasto anual total com transplante (R$) GRÁFICO 136 Gasto anual total com transplante (R$) 451 3.5.2.13 Freqüência de transplantes por procedimentos Pela tabela da freqüência anual de transplantes por procedimentos, estes cresceram cerca de

Leia mais

PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013)

PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013) PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013) EXPEDIENTE CONSULTA Nº 011.881/13 ASSUNTO: Relação de proporcionalidade: Número de profissionais médicos e número de atendimentos. RELATORA:

Leia mais

Direção-Geral da Saúde

Direção-Geral da Saúde Direção-Geral da Saúde Departamento de Qualidade Divisão de Segurança do Doente Introdução Enquadramento Internacional Enquadramento Nacional Sistema Nacional de Notificação Ápresentação do SNNIEA Introdução

Leia mais

Pagamento por Performance: Uma proposta para o Sistema Unimed

Pagamento por Performance: Uma proposta para o Sistema Unimed Pagamento por Performance: Uma proposta para o Sistema Unimed Revendo o Sistema Unimed: Novas alternaivas, São Paulo, 05 de agosto de 2010 Dr. Paulo Borém Agenda Conceitos e fundamentos iniciais Fundamentação

Leia mais

Resposta: Obrigatório, uma vez que a norma exige sistema gerador de energia de emergência.

Resposta: Obrigatório, uma vez que a norma exige sistema gerador de energia de emergência. 1 a Questão: (20 pontos) Um hospital, localizado no município de São Luiz do Maranhão, está sendo cogitado pela Coordenação Nacional de Prevenção e Vigilância (CONPREV) do INCA para receber um Centro de

Leia mais

Monitoramento e Gestão de Risco Sanitário os desafios do SNVS para o usuário que é sujeito, cidadão e cliente

Monitoramento e Gestão de Risco Sanitário os desafios do SNVS para o usuário que é sujeito, cidadão e cliente Monitoramento e Gestão de Risco Sanitário os desafios do SNVS para o usuário que é sujeito, cidadão e cliente 15 Encontro da Rede Sentinela - Fórum Internacional de Monitoramento e Gestão do Risco Sanitário

Leia mais

Qualidade e Segurança do Paciente: A perspectiva do Controle de Infecção. Paula Marques Vidal APECIH Hospital São Camilo Unidade Pompéia

Qualidade e Segurança do Paciente: A perspectiva do Controle de Infecção. Paula Marques Vidal APECIH Hospital São Camilo Unidade Pompéia Qualidade e Segurança do Paciente: A perspectiva do Controle de Infecção Paula Marques Vidal APECIH Hospital São Camilo Unidade Pompéia Tópicos 1. CCIH no Brasil 2. CCIH e a Segurança do Paciente: Qual

Leia mais

www.grupoidealbr.com.br

www.grupoidealbr.com.br www.grupoidealbr.com.br Programa Nacional de Segurança do Paciente Introdução Parágrafo 12 do primeiro livro da sua obra Epidemia: "Pratique duas coisas ao lidar com as doenças; auxilie ou ao menos não

Leia mais

Torre de Babel. Endereço para correspondência: wmendes@ensp.fiocruz.br

Torre de Babel. Endereço para correspondência: wmendes@ensp.fiocruz.br Torre de Babel Walter Vieira Mendes Júnior 1 1 - Doutor em saúde pública pela Fundação Oswaldo Cruz. Professor e pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz. Avaliador de serviços

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (julho/2015) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)

Leia mais

PARECER COREN-SP CT 052/2013 PRCI nº 102.600 Tickets nº 290.931, 292.084

PARECER COREN-SP CT 052/2013 PRCI nº 102.600 Tickets nº 290.931, 292.084 PARECER COREN-SP CT 052/2013 PRCI nº 102.600 Tickets nº 290.931, 292.084 Ementa: Protocolo de cirurgia segura - demarcação de lateralidade, responsabilidade da realização. 1. Do fato Enfermeiras referem

Leia mais

Luís Marinho. H. S. João. Luis Marinho 1

Luís Marinho. H. S. João. Luis Marinho 1 Luís Marinho H. S. João Luis Marinho 1 Definição de Metrologia na Wikipédia A Metrologia é a ciência das medições, abrangendo todos os aspectos teóricos e práticos que asseguram a precisão exigida no processo

Leia mais

O desafio é A Segurança do Paciente

O desafio é A Segurança do Paciente O desafio é A Segurança do Paciente CAISM - Fevereiro de 2011: Implantação do Segundo Desafio Global Cirurgias Seguras Salvam Vidas Profª Drª Roseli Calil Enfº Adilton Dorival Leite Conhecendo um pouco

Leia mais

WONCA IBEROAMERICANA CIMF

WONCA IBEROAMERICANA CIMF WONCA IBEROAMERICANA CIMF III CÚPULA IBERO AMERICANA DE MEDICINA FAMILIAR FORTALEZA, BRASIL 29 e 30 de abril de 2008 CARTA DE FORTALEZA No ano em que se comemora o 30º Aniversário da Declaração de Alma

Leia mais

A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP. Laura Schiesari Diretora Técnica

A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP. Laura Schiesari Diretora Técnica A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP Laura Schiesari Diretora Técnica AGENDA I. A ANAHP II. Melhores Práticas Assistenciais III. Monitoramento

Leia mais

Contribuição da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar para a Segurança do Paciente

Contribuição da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar para a Segurança do Paciente Contribuição da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar para a Segurança do Paciente Paula Marques Vidal Hospital Geral de Carapicuíba- OSS Grupo São Camilo Abril -2013 TÓPICOS CCIH no Brasil Trabalho

Leia mais

Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde

Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Rede Sentinela Desde 2011, 192 hospitais da Rede Sentinela monitoram

Leia mais

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC)

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Instruções Esta pesquisa solicita sua opinião sobre segurança do, erros associados ao cuidado de saúde e notificação de eventos em seu hospital

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HOSPITAL DE CLÍNICAS REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE Uberaba,MG 2014 SIGLÁRIO Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Eventos Adversos

Leia mais

AGENDA 1. DESTAQUES 2. MERCADO DE ATUAÇÃO 3. DIFERENCIAIS COMPETITIVOS 4. NÚMEROS E INDICADORES DE DESEMPENHO 5. GESTÃO E SERVIÇO PARA CLIENTES

AGENDA 1. DESTAQUES 2. MERCADO DE ATUAÇÃO 3. DIFERENCIAIS COMPETITIVOS 4. NÚMEROS E INDICADORES DE DESEMPENHO 5. GESTÃO E SERVIÇO PARA CLIENTES AGENDA 1. DESTAQUES 2. MERCADO DE ATUAÇÃO 3. DIFERENCIAIS COMPETITIVOS 4. NÚMEROS E INDICADORES DE DESEMPENHO 5. GESTÃO E SERVIÇO PARA CLIENTES Marca líder e presença nacional Líder no mercado de saúde

Leia mais

XII Encontro Nacional da Rede Sentinela 08 a 10 de dezembro de 2010 Brasília DF HEMOVIGILÂNCIA

XII Encontro Nacional da Rede Sentinela 08 a 10 de dezembro de 2010 Brasília DF HEMOVIGILÂNCIA XII Encontro Nacional da Rede Sentinela 08 a 10 de dezembro de 2010 Brasília DF HEMOVIGILÂNCIA Maria de Fátima Alves Fernandes Unidade de Bio e Hemovigilância UBHEM/NUVIG/ANVISA Premissas A transfusão

Leia mais

DELIBERAÇÃO nº 717/2008

DELIBERAÇÃO nº 717/2008 DELIBERAÇÃO nº 717/2008 Dispõe sobre carga horária e assistência farmacêutica em estabelecimentos hospitalares e similares. O Presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná CRF- PR, no

Leia mais

8º. SEMINÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO NA SAÚDE

8º. SEMINÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO NA SAÚDE 8º. SEMINÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO NA SAÚDE O IMPACTO DOS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS NA GESTÃO DE RISCO EM SAÚDE O Hospital Tacchini e a ISO 31000 Porto Alegre, 26/9/2014 Facilitador: Adm. Hospitalar DILNEI

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde INDICADORES DE GESTÃO DO TRABALHO EM SAÚDE Material de apoio para

Leia mais

FAZENDO MUDANÇAS EM GESTÃO DE RISCOS EM GOIÁS III ENCONTRO GOIANO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

FAZENDO MUDANÇAS EM GESTÃO DE RISCOS EM GOIÁS III ENCONTRO GOIANO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS FAZENDO MUDANÇAS EM GESTÃO DE RISCOS EM GOIÁS III ENCONTRO GOIANO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Dra. Rôsani Arantes de Faria Gerente de Gestão de Riscos GERISCO / SUNAS / SES GO Abril de 2013 ESTRUTURAÇÃO

Leia mais

GESTÃO DE RISCO HOSPITALAR

GESTÃO DE RISCO HOSPITALAR GESTÃO DE RISCO HOSPITALAR EVENTOS ADVERSOS (EAs) Evento Adverso pode ser definido como lesão não intencional que resultou em incapacidade temporária ou permanente e/ou prolongamento do tempo de permanência

Leia mais

O futuro da saúde. Principais mudanças. Health Innovation. Por Carolina Matos

O futuro da saúde. Principais mudanças. Health Innovation. Por Carolina Matos Health Innovation Principais mudanças O futuro da saúde Por Carolina Matos 26 HEALTHCARE Management 38 setembro outubro 2015 healthcaremanagement.com.br O mundo nunca mudou tanto em tão pouco tempo. A

Leia mais

Crescimento a partir da década de 60 Medicinas de grupo Décadas de 70 e 80 outras modalidades assistenciais. seguradoras (SUSEP)

Crescimento a partir da década de 60 Medicinas de grupo Décadas de 70 e 80 outras modalidades assistenciais. seguradoras (SUSEP) Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar DANIELLE CONTE ALVES Especialista em Regulação Abril 2010 Setor Suplementar de Saúde no Brasil Crescimento a partir da década de 60

Leia mais

Investigação em Segurança do Paciente/Doente Curso Introdutório Sessão 1 Segurança do Paciente/Doente, o que é?

Investigação em Segurança do Paciente/Doente Curso Introdutório Sessão 1 Segurança do Paciente/Doente, o que é? Investigação em Segurança do Paciente/Doente Curso Introdutório Sessão 1 Segurança do Paciente/Doente, o que é? Claudia Travassos, médica, MPH, PhD Pesquisadora Titular e Coordenadora do Portal Proqualis,

Leia mais

Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC): inovando na qualidade do monitoramento e controle de medicamentos no Brasil

Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC): inovando na qualidade do monitoramento e controle de medicamentos no Brasil Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC): inovando na qualidade do monitoramento e controle de medicamentos no Brasil Márcia Gonçalves de Oliveira 1, Daniel Marques Mota 2, Thiago

Leia mais

Estatísticas básicas de turismo. Brasil

Estatísticas básicas de turismo. Brasil Estatísticas básicas de turismo Brasil Brasília, outubro de 2010 Estatísticas básicas de turismo Índice Páginas I - Turismo no mundo 1. Fluxo receptivo internacional 1.1 - Chegadas de turistas internacionais

Leia mais

V Workshop de TI Unimed do Brasil. 17 de Julho de 2014

V Workshop de TI Unimed do Brasil. 17 de Julho de 2014 V Workshop de TI Unimed do Brasil 17 de Julho de 2014 Agenda Quem Somos e o que Fazemos Portugal Prescrição Eletrónica Médica Evolução da Prescrição Implantação Fluxo de atendimento O Prontuário Eletrónico

Leia mais

Qualidade e segurança na Melhoria. Como a Qualidade está mudando a Medicina

Qualidade e segurança na Melhoria. Como a Qualidade está mudando a Medicina Qualidade e segurança na Melhoria Como a Qualidade está mudando a Medicina Quem é você? Por que a Ciência da Melhoria? "Entre os cuidados em saúde que temos e os cuidados que poderíamos ter não existe

Leia mais

CIRURGIA SEGURA 1 FINALIDADE 2 JUSTIFICATIVA. Protocolo de Serviço do Hospital Universitário de Santa Maria PROTOCOLO DE SERVIÇO

CIRURGIA SEGURA 1 FINALIDADE 2 JUSTIFICATIVA. Protocolo de Serviço do Hospital Universitário de Santa Maria PROTOCOLO DE SERVIÇO PROTOCOLO DE SERVIÇO CIRURGIA SEGURA Responsáveis: Vânia Segalin, Graziela Cauduro, Rafaela Andolhe Colaboradores: Roosi Zanon Código: PS03 CIRSEG Data: Dezembro/2015 1 FINALIDADE A finalidade do protocolo

Leia mais

Gestão de contratos de PPP

Gestão de contratos de PPP Gestão de contratos de PPP Workshop Aperfeiçoando as PPP no Brasil Bruno Ramos Pereira Salvador 26 de fevereiro de 2014 Estrutura Apresentação do PPP Brasil CenáriodasPPPsnoBrasil Contexto Riscos e desafios

Leia mais

Segurança do paciente nas Américas. Heiko T. Santana GVIMS/GGTES/ANVISA 23/09/2015

Segurança do paciente nas Américas. Heiko T. Santana GVIMS/GGTES/ANVISA 23/09/2015 Segurança do paciente nas Américas Heiko T. Santana GVIMS/GGTES/ANVISA 23/09/2015 SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE Qualidade

Leia mais

PARECER COREN-SP 042/2014 CT PRCI nº 5441/2014 Tickets nºs 374.222, 374.252 e 374.523

PARECER COREN-SP 042/2014 CT PRCI nº 5441/2014 Tickets nºs 374.222, 374.252 e 374.523 PARECER COREN-SP 042/2014 CT PRCI nº 5441/2014 Tickets nºs 374.222, 374.252 e 374.523 Ementa: Utilização de luvas de procedimentos para aplicação de vacina. 1. Do fato Profissionais de Enfermagem solicitam

Leia mais

O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA

O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA DAL BEN: SUA PARCEIRA EM CUIDADOS ASSISTENCIAIS A saúde no Brasil continua em constante transformação. As altas taxas de ocupação dos hospitais brasileiros demandam dos profissionais

Leia mais

Modelos de remuneração médica Fernando Amorim UNIMED BH

Modelos de remuneração médica Fernando Amorim UNIMED BH Modelos de remuneração médica Fernando Amorim UNIMED BH Cadeia de valor dos serviços de saúde suplementar ESTUDO ECONÔMICO SOBRE OS DESAFIOS DO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR NO BRASIL, 2015 Sistema de Saúde

Leia mais

GESTÃO DE RISCO & QUALIDADE NA ASSISTÊNCIA. Maria Inês Pinheiro Costa GERISCO SUNAS

GESTÃO DE RISCO & QUALIDADE NA ASSISTÊNCIA. Maria Inês Pinheiro Costa GERISCO SUNAS GESTÃO DE RISCO & QUALIDADE NA ASSISTÊNCIA Maria Inês Pinheiro Costa GERISCO SUNAS Sujeira em maternidade mata 36 bebês... Chega a 16 os óbitos de recém nascidos na... Superbactéria é responsável por 31

Leia mais

Unidades prestadores de cuidados de saúde do SNS. Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.pt)

Unidades prestadores de cuidados de saúde do SNS. Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.pt) NÚMERO: 006/2015 DATA: 08/04/2015 ASSUNTO: Gestão Integrada da Obesidade Requisitos para Centros de Tratamento Cirúrgico de Obesidade PALAVRAS-CHAVE: Tratamento Cirúrgico de Obesidade, Obesidade PARA:

Leia mais

Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE

Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE POR QUE? Porqueo paciente é colocado sob risco durante uma intervenção feita para melhorar sua saúde! Porque causam-se danos ao paciente durante os cuidados

Leia mais

FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO

Leia mais

PERFIL DOS RADIOLOGISTAS NO BRASIL: análise dos dados INTRODUÇÃO

PERFIL DOS RADIOLOGISTAS NO BRASIL: análise dos dados INTRODUÇÃO 1 PERFIL DOS RADIOLOGISTAS NO BRASIL: análise dos dados INTRODUÇÃO O Brasil conta hoje, com 254.886 médicos em atividade profissional (CFM, 2003). O contingente de radiologistas é da ordem de 5388, o que

Leia mais

Como os processos de acreditação podem contribuir para melhorar o desempenho ambiental do setor saúde?

Como os processos de acreditação podem contribuir para melhorar o desempenho ambiental do setor saúde? Gestão da qualidade e sustentabilidade Como os processos de acreditação podem contribuir para melhorar o desempenho ambiental do setor saúde? V Seminário Hospitais Saudáveis (SHS) Laura Schiesari lauschi@uol.com.br

Leia mais

Controle Social e Controle do Estado

Controle Social e Controle do Estado Controle Social e Controle do Estado A regulação do Estado surge quando se torna insuficiente a regulação social Regulação do Estado: - Normas Administrativas - Normas Legais Normas Administrativas Normas

Leia mais

O problema do ingresso irresponsável de médicos estrangeiros no Brasil

O problema do ingresso irresponsável de médicos estrangeiros no Brasil O problema do ingresso irresponsável de médicos estrangeiros no Brasil A exigência de critérios para a revalidação do diploma de medicina obtido no exterior deve ser entendida como defesa da qualidade

Leia mais

Regulação dos sistemas de saúde: segurança do paciente? Panorama mundial.

Regulação dos sistemas de saúde: segurança do paciente? Panorama mundial. Regulação dos sistemas de saúde: Como implementar políticas para a qualidade e segurança do paciente? Panorama mundial. Prof. Zenewton A. S. Gama Departamento de Saúde Coletiva - UFRN Coord. Mestrado Profissional

Leia mais

Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades

Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades Apresentação A AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa apresentar uma visão do cenário das Unidades de Terapias Intensivas (UTI) no país. Objetivos Elaborar

Leia mais

Taxa de Ocupação Operacional Maternidade

Taxa de Ocupação Operacional Maternidade Taxa de Ocupação Operacional Maternidade V1.01 - Dezembro de 2012 1. Sigla E-EFI-02 Sumário: Sigla Nome Conceituação Domínio Relevância Importância Estágio do Ciclo de Vida Método de Cálculo Definição

Leia mais

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA RODOVIÁRIAS Quadro 13 - UF: ACRE Ano de 211 82 5 6 8 9 5 3 14 4 11 9 4 4 63 2 4 7 6 6 9 4 8 4 4 3 6 68 4 2 8 3 1 8 4 9 2 6 7 5 63 3 6 3 2 13 9 8 7 5 1 5 1 67 4 2 9 6 8 5 5 7 6 6 4 5 85 3 7 1 1 4 7 9 6

Leia mais

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO Departamento de Certificação A FUNDAÇÃO VANZOLINI Fundada em 1967 pelos professores do Departamento de Engenharia de Produção da

Leia mais

Clarificação Técnica

Clarificação Técnica Clarificação Técnica Face à confusão entre Cuidados de Saúde Primários do Trabalho e cuidados diferenciados de Medicina do Trabalho A Portaria n.º 112/2014, de 23 de maio, regula a prestação de Cuidados

Leia mais

Regulamento PAPSummer 2016

Regulamento PAPSummer 2016 Regulamento PAPSummer 2016 Artigo 1º Objetivos do programa, montante e designação das bolsas 1. O programa PAPSummer pretende dar a oportunidade a estudantes portugueses ( Estudante ) de desenvolver um

Leia mais

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP Complexo Hospitalar - Hospital Filantrópico - Área 69.000 m² - 10 prédios - 1.143 leitos - 101 leitos de UTI NHE (VEH / GRSH / CCIH) COMISSÕES

Leia mais

PORTARIA MS N. 702 DE 12 DE ABRIL DE 2002

PORTARIA MS N. 702 DE 12 DE ABRIL DE 2002 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA MS N. 702 DE 12 DE ABRIL DE 22 Dispõe sobre a criação de mecanismos para a organização e implantação de Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso.

Leia mais

TEF Transferência Eletrônica de Fundos. Obrigatoriedade de acordo com a legislação

TEF Transferência Eletrônica de Fundos. Obrigatoriedade de acordo com a legislação TEF Transferência Eletrônica de Fundos Obrigatoriedade de acordo com a legislação TEF Transferência Eletrônica de Fundos Acre Obrigatório: Não No estado do Acre não há referências sobre o TEF na legislação.

Leia mais

GESTÃO DE RISCOS HOSPITALARES

GESTÃO DE RISCOS HOSPITALARES GESTÃO DE RISCOS HOSPITALARES Hospital Management Summit Eliana Cardoso Vieira Quintão Tuesday, 12 July 2011 DNV Business Assurance. All rights reserved. 1 Conhecendo a DNV Criada em 1864, na Noruega.

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 7.938 0,37 0 0,00-7.938 0,37

Leia mais

Acompanhamento de preços de produtos para a saúde é desnecessário e prejudicial ao mercado

Acompanhamento de preços de produtos para a saúde é desnecessário e prejudicial ao mercado Acompanhamento de preços de produtos para a saúde é desnecessário e prejudicial ao mercado * Rodrigo Alberto Correia da Silva O mercado brasileiro de produtos para a saúde sofre por conta da publicação

Leia mais

Luna Pini CVISS/NUVIG/ANVISA

Luna Pini CVISS/NUVIG/ANVISA Seminário Nacional Redução do Risco para a Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde Luna Pini CVISS/NUVIG/ANVISA Fórum especial Proposta: compartilhar idéias, conceitos e estratégias relacionadas

Leia mais

II Seminário de Gestão do Corpo Clínico Experiências e modelos para gestão do corpo clínico

II Seminário de Gestão do Corpo Clínico Experiências e modelos para gestão do corpo clínico II Seminário de Gestão do Corpo Clínico Experiências e modelos para gestão do corpo clínico Fundação São Francisco Xavier Instituída em 1969 pela Usiminas Fundação de Direito Privado, sem fins lucrativos

Leia mais

Cruz Vermelha Brasileira

Cruz Vermelha Brasileira Cruz Vermelha Brasileira Modelo de Gestão 5As MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO CENÁRIO INSTITUCIONAL Hospital de Campanha ARC Hospital de Campanha Atendimento Pré Hospitalar

Leia mais

Segurança do Paciente como Prioridade nas Organizações Hospitalares

Segurança do Paciente como Prioridade nas Organizações Hospitalares Segurança do Paciente como Prioridade nas Organizações Hospitalares Claudia Garcia de Barros Diretora de Prática Assistencial, Qualidade, Segurança e Meio Ambiente Hospital Albert Einstein 1859 - Florence

Leia mais

Check-list Procedimentos de Segurança

Check-list Procedimentos de Segurança 1. CULTURA DE SEGURANÇA 1.1 1.2 1.3 1.4 A organização possui um elemento responsável pelas questões da segurança do doente A organização promove o trabalho em equipa multidisciplinar na implementação de

Leia mais

11/02/2015 CONTROLE DE QUALIDADE GARANTIA DA QUALIDADE. O que é Qualidade? QUALIDADE EVOLUÇÃO DA QUALIDADE. Para o consumidor.

11/02/2015 CONTROLE DE QUALIDADE GARANTIA DA QUALIDADE. O que é Qualidade? QUALIDADE EVOLUÇÃO DA QUALIDADE. Para o consumidor. O que é Qualidade? CONTROLE DE QUALIDADE X GARANTIA DA QUALIDADE Para o consumidor Para o produto Definição difícil e subjetiva. Cada consumidor apresenta preferências pessoais. Qualidade adquire atributo

Leia mais

O que é QUALIDADE? 02/07/2013. Como mensurar qualidade em Serviço de Higiene. O que é Qualidade no Serviço de Higiene?

O que é QUALIDADE? 02/07/2013. Como mensurar qualidade em Serviço de Higiene. O que é Qualidade no Serviço de Higiene? O que é QUALIDADE? Como mensurar qualidade em Serviço de Higiene Lideres J. M. Juran Philip B. Crosby W. Edwards Deming Kaoru Ishikawa Definições Qualidade de produto requer cuidadoso planejamento, controle

Leia mais

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR Pelo presente termo de compromisso, de um lado a Secretaria de Estado da Saúde do Estado do Rio de Janeiro/ Fundo Estadual de Saúde, com endereço

Leia mais

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE RECEPÇÃO DE PRODUTOS PARA A SAÚDE DE USO CIRÚRGICO EM CENTRO DE MATERIAIS

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE RECEPÇÃO DE PRODUTOS PARA A SAÚDE DE USO CIRÚRGICO EM CENTRO DE MATERIAIS 1 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE RECEPÇÃO DE PRODUTOS PARA A SAÚDE DE USO CIRÚRGICO EM CENTRO DE MATERIAIS 2 Apresentação Menos de dez meses depois de ter sido criada pela Associação Médica Brasileira, a Câmara

Leia mais

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA SOBRE REUTILIZAÇÃO DE PRODUTOS DE USO ÚNICO

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA SOBRE REUTILIZAÇÃO DE PRODUTOS DE USO ÚNICO LEGISLAÇÃO BRASILEIRA SOBRE REUTILIZAÇÃO DE PRODUTOS DE USO ÚNICO Adélia Aparecida Marçal dos Santos Gerência de Investigação e Prevenção das Infecções e dos Eventos Adversos GIPEA/GGTES/ANVISA AGÊNCIA

Leia mais

DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL

DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL Seminário sobre Educação Superior e Envelhecimento Populacional no Brasil MEC - SESU/CAPES DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL Maria Isabel Parahyba Coordenação de População e Indicadores

Leia mais

ENSINO PARA O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS

ENSINO PARA O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS ENSINO PARA O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS A Estratégia Brasileira para o Uso Racional de Medicamentos Clarice Alegre Petramale Anvisa: Agência Nacional de Vigilância Sanitária Conteúdo desta apresentação

Leia mais

10º Encontro de Higienização e Lavanderia Hospitalar da Região Sul. Gestão de Desempenho Fernando Andreatta Torelly Superintendente Administrativo

10º Encontro de Higienização e Lavanderia Hospitalar da Região Sul. Gestão de Desempenho Fernando Andreatta Torelly Superintendente Administrativo 10º Encontro de Higienização e Lavanderia Hospitalar da Região Sul Gestão de Desempenho Fernando Andreatta Torelly Superintendente Administrativo Perfil do Hospital Hospital Geral Alta complexidade Tecnologia

Leia mais

ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM

ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM Óbidos, Novembro 2008 Maria da Saudade de Oliveira Custódio Lopes SUMÁRIO DE APRESENTAÇÃO A Política de Qualidade para as Instituições de Saúde:

Leia mais

Revisão da ISO 9001:2015. Fernanda Spinassi

Revisão da ISO 9001:2015. Fernanda Spinassi Revisão da ISO 9001:2015 Fernanda Spinassi Requisito 4 Contexto da Organização Está mais claramente definida a obrigação de monitorar e analisar criticamente as questões externas e internas da organização

Leia mais

Reunião dos Serviços de Controle de Infecção Hospitalar dos Hospitais Municipais de São Paulo Ano 2013

Reunião dos Serviços de Controle de Infecção Hospitalar dos Hospitais Municipais de São Paulo Ano 2013 Reunião dos Serviços de Controle de Infecção Hospitalar dos Hospitais Municipais de São Paulo Ano 2013 Equipe Técnica: -Ingrid Weber Neubauer -Maria Angela Kfouri S.G.Tenis -Maria do Carmo Souza -Milton

Leia mais

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2010

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2010 Contas Regionais do Brasil 2010 (continua) Brasil Agropecuária 5,3 Indústria 28,1 Indústria extrativa 3,0 Indústrias de transformação 16,2 Construção civil 5,7 Produção e distribuição de eletricidade e

Leia mais

Como está a desigualdade de gênero entre os estados brasileiros?

Como está a desigualdade de gênero entre os estados brasileiros? Como está a desigualdade de gênero entre os estados brasileiros? Luísa Cardoso 1 Medir de forma multidimensional o quão desigual é a situação das mulheres em relação aos homens é uma iniciativa empreendida

Leia mais

Acreditação hospitalar como forma de atender com qualidade as necessidades dos clientes nas organizações de saúde

Acreditação hospitalar como forma de atender com qualidade as necessidades dos clientes nas organizações de saúde Acreditação hospitalar como forma de atender com qualidade as necessidades dos clientes nas organizações de saúde David Vital de Oliveira (UFSM) ppgep@ct.ufsm.br Leoni Pentiado Godoy (UFSM) leoni@smail.ufsm.br

Leia mais

INTRODUÇÃO A visita no domicílio data desde o período pré-cristão, no qual os Hebreus assistiam aos

INTRODUÇÃO A visita no domicílio data desde o período pré-cristão, no qual os Hebreus assistiam aos TÍTULO: PERSPECTIVA DE IMPLANTAÇÃO DA VISITA DOMICILIAR COMO INSTRUMENTO DE CONTINUIDADE NA ASSISTÊNCIA DO CONTROLE DE INFECÇÃO DOS PACIENTES PÓS-OPERATÓRIOS DO HOSPITAL SÃO PAULO Autores: Nanci Verginia

Leia mais

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS: NOÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE EQUIPAMENTOS E ACREDITAÇÃO HOSPITALAR

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS: NOÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE EQUIPAMENTOS E ACREDITAÇÃO HOSPITALAR ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA CLÍNICA EDUARDO FROTA OLIVEIRA PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS: NOÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE EQUIPAMENTOS

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

Taxa de mortalidade cirúrgica

Taxa de mortalidade cirúrgica Taxa de mortalidade cirúrgica V1.01 - Novembro de 2012 1. Sigla E-EFT-03 Sumário: Sigla Nome Conceituação Domínio Relevância Importância Estágio do Ciclo de Vida Método de Cálculo Definição de Termos utilizados

Leia mais

Instruções para o preenchimento da planilha de indicadores epidemiológicos de infecção relacionada à asssistência à saúde (IrAS)

Instruções para o preenchimento da planilha de indicadores epidemiológicos de infecção relacionada à asssistência à saúde (IrAS) PREFEITURA DE GOIÂNIA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA COORDENAÇÃO MUNICIPAL DE CONTROLE DE INFECÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE COMCISS (Av.

Leia mais