A Importância da Comunicação no Processo de Enfermagem: A Visão do Enfermeiro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Importância da Comunicação no Processo de Enfermagem: A Visão do Enfermeiro"

Transcrição

1 A Importância da Comunicação no Processo de Enfermagem: A Visão do Enfermeiro FERREIRA, Grasiela S.G. 1 ; BICUDO, Eliane J. 2 ; CARVALHO,Diane A. 3 ; POSSO,Maria Belen S. 4 ; CHAGAS, Luciene Reginato. 5 1,2,3 Cursos de Enfermagem, Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade do Vale do Paraíba, 4,5 Docente do Curso de Enfermagem da Universidade do Vale do Paraíba UNIVAP, Brasil, Fone: , Fax: Av. Shishima Hifumi, Urbanova São José dos Campos - SP Resumo- A comunicação é fator imprescindível para o exercício da Enfermagem, e diante de sua importância, este trabalho tem por objetivo investigar o conhecimento, a importância e as formas de comunicação realizadas por enfermeiros em um hospital do Vale do Paraíba Paulista. Trata-se de uma pesquisa exploratória, descritiva, com abordagem qualitativa. Utilizando como referencial teórico a Análise de Conteúdo de Bardin, foi possível caracterizar a idade, sexo, tempo de formado, de instituição, setor e tempo de trabalho neste, além de encontrar as seguintes categorias: Troca de mensagem, Garantia da qualidade na assistência, Durante todo o processo de enfermagem, Durante toda assistência, Garantia da continuidade na assistência, Informações referentes ao. E subcategorias: Qualidade na assistência, Segurança para equipe e, Continuidade da assistência, Interação multiprofissional, Relacionamento com o, Atendimento das necessidades do, Esclarecer dúvidas, Importância do respaldo. Identificamos que o enfermeiro considera a comunicação como um instrumento indispensável ao desempenho profissional, visando uma assistência de qualidade e excelência. Palavras-chave: Comunicação, enfermagem, Área do Conhecimento: Enfermagem Introdução A comunicação é o meio através do qual, pessoas interagem umas com as outras. O homem utiliza a comunicação nas ações do cotidiano, partilhando com os demais suas idéias. Nessa partilha, ele está sujeito a receber aprovação e desaprovação das outras pessoas, determinando sua sensação de segurança e satisfação.(stefanelli,1993). Acreditamos que devemos praticar essa capacidade, principalmente na Enfermagem, onde iremos ter como instrumento básico de trabalho a comunicação, visando uma assistência de qualidade e excelência. Para uma melhor comunicação é preciso conhecer os componentes desse processo que são: o emissor ou remetente (aquele que emite a mensagem), receptor (aquele que recebe a mensagem) e a mensagem (informação ou emoção passada do emissor para receptor). (POTTER & PERRY, 2002). Sabe-se que essa comunicação pode ser: verbal e não-verbal. (SARMENTO, 2004) e que ainda existe a comunicação paraverbal que diz respeito ao tom de voz, ritmo, períodos de silêncio e entonação que damos as palavras. A comunicação tem várias funções, entre as quais pode-se citar a de investigação, informação, persuasão e entretenimento. (Adaptado de STEFANELLI, 1993). Uma das formas sistematizadas de comunicação na enfermagem é o relacionamento terapêutico entre enfermeira e. (STUART & LARAIA, 2002). De acordo com Balsanelli (2006) "A comunicação constitui-se num elemento de suma importância no processo de liderar do enfermeiro e a maneira como se dá a transmissão de mensagens interferirá no resultado desejado". Esta comunicação também é escrita, através do prontuário do cliente. (D, 2008). Sabendo da importância da comunicação, nasceu o interesse em investigar a visão do enfermeiro sobre o tema. Este trabalho permitirá ao enfermeiro refletir sobre a importância da comunicação no cuidar. Objetivou investigar o conhecimento, a importância e as formas de comunicação realizadas por enfermeiros em um hospital de médio porte do Vale do Paraíba Paulista. Metodologia Trata-se de uma pesquisa exploratória, descritiva, com abordagem qualitativa. Realizada em um Hospital Privado Geral de Médio Porte da cidade de São José dos Campos. Os sujeitos da pesquisa constituíram um total de 10 Enfermeiros que atuam em unidade de internação, UTI e Pronto Atendimento. Estes aceitaram participar do estudo, assinando o termo de consentimento livre e esclarecido, contido no projeto aprovado pelo 1

2 CEP nº H281/CEP/2008. As entrevistas aconteceram nos meses de janeiro e fevereiro de Para isso utilizou-se um instrumento de coleta, que é composto primeiramente da caracterização dos voluntários, e a segunda de perguntas abertas sobre o processo de comunicação em enfermagem. Utilizou-se como referencial teórico a Análise de Conteúdo de Bardin que trabalha as palavras e suas significações, procurando conhecer o que está por trás das palavras analisadas. Resultados Foi possível caracterizar a idade, sexo, tempo de formado, de instituição, setor e tempo de trabalho neste, dos enfermeiros sujeitos desta pesquisa. A média das idades dos enfermeiros foi de 34,1 anos e a mediana de 5,5 variando de 32 a 35 anos. Noventa por cento dos enfermeiros (09) são do sexo feminino e dez por cento (1 enfermeiro) do sexo masculino. Por ser a enfermagem historicamente uma profissão delegada a mulher, em concordância com Costa (2000), e Geovanini et al (1995) que confirmam uma tendência a feminilização da força de trabalho em saúde, embora em nosso estudo visualizemos um ainda sensível crescimento da força de trabalho masculino na profissão, conforme cita Gomes TABELA1: Classificação dos Enfermeiros segundo Tempo de Formação e Tempo de Trabalho na Instituição.São José dos Campos.SP n=10 Intervalos (Anos) Tempo de formação dos enfermeiros N % Tempo de Trabalho na instituição N % Total Percebe-se que a maioria dos enfermeiros (40%) possui até 10 anos de formado, sendo menor 3 anos e maior 23 anos e 80% deles possui até 5 anos de trabalho na instituição; o máximo de tempo de trabalho encontrado no Hospital Geral foi de 7 anos, sabendo que este hospital tem 9 anos de funcionamento. TABELA 2: Classificação dos Enfermeiros por Setor e Tempo de Atuação no mesmo. São José dos Campos. SP n=10 Setor de Atuação Enfermeiros Tempo de Atuação no setor N % Anos % UTI Internação Pronto Atendimento Total Investigando o conhecimento, a importância e as formas de comunicação realizadas por enfermeiros em um hospital de médio porte do Vale do Paraíba Paulista, onde os relatos foram submetidos à análise de conteúdo de Bardin. Identificando-se as seguintes categorias e subcategorias, procurando responder os objetivos propostos. Figura 1 Categorias identificadas. Categoria 1 Troca de mensagem 1.1. Qualidade na assistência; Subcategorias 1.2. Segurança para equipe e. Garantia da qualidade na Categoria 2 assistência 2.1. Continuidade da assistência; Subcategorias 2.2. Interação multiprofissional. Categoria 3 Durante todo o processo de enfermagem Subcategoria 3.1. Relacionamento com o Categoria 4. Durante toda assistência Subcategoria 4.1. Atendimento das necessidades do. Categoria 5 Garantia da continuidade na assistência Subcategoria 5.1. Esclarecer dúvidas. Categoria 6 Informações referentes ao Subcategoria 6.1. Garantia do respaldo legal. Discussão Por tratar de um estudo qualitativo, descrevemos abaixo as falas dos sujeitos, justificando as categorias encontradas relacionando-as à literatura. Pergunta 1: Para você o que é comunicação em enfermagem: 2

3 Identificamos para este questionamento uma categoria e duas subcategorias. Categoria 1: Troca de mensagem Conforme Stefanelli,1993; a comunicação é o processo de troca de mensagens, que tem como elementos principais o contexto, o emissor, o receptor e a própria mensagem. Entendemos que estes conceitos ajudam o enfermeiro a interagir com a equipe multiprofissional e com o. A comunicação é um ato intrínseco ao existir humano, consistindo na capacidade de trocar idéias, de dialogar, de conversar visando ao relacionamento humano. (OLIVEIRA et al,2005).... instrumento básico de troca de informações e uma habilidade indispensável ao desempenho do profissional de saúde (Sujeito nº 01) Informar todos os funcionários de forma clara... (Sujeito nº07) Comunicação é fazer com que a informação... chegue ao seu destino (Sujeito nº09) Subcategoria 1. 1: Qualidade na assistência Ainda na mesma categoria, encontramos que a comunicação sustém discursos de qualidade em cuidado. (BARBOSA, 2007). Desenvolver as habilidades de comunicação é de fundamental importância, em especial para os enfermeiros, que devem conhecer o significado das mensagens enviadas pelo para então elaborar um plano assistencial adequado para atender as necessidades do mesmo. (OLIVEIRA et al, 2005) Instrumento primordial ao exercício da profissão (Sujeito nº03)... troca de informações relacionadas com toda a equipe multidisciplinar focando a qualidade da assistência prestada (Sujeito nº06) Subcategoria 1.2: Segurança para equipe e De acordo com Stefanelli, (1993): A comunicação contribui para a excelência da prática da Enfermagem e cria oportunidades de aprendizagem para o, podendo despertar o sentimento de confiança entre e enfermeiro, permitindo que ele experimente a sensação de segurança e satisfação. Sabemos que a comunicação não-verbal tem por finalidade básica complementar o verbal, substituí-lo ou demonstrar sentimentos. (BARBOSA, 2007). Portanto, entendemos que é importante que o enfermeiro fique atento também a estes sinais durante a comunicação. Existe a comunicação verbal e não verbal; e as duas são de extrema importância no processo assistencial, administrativo e de enfermagem. (Sujeito nº05) É a forma de garantir segurança em todos os processos da assistência de enfermagem ao. (Sujeito nº08) Acreditamos que exista na comunicação uma forma individualizada de ser realizada, visando à interação humana, focando na qualidade da assistência e preservando a segurança do e dos profissionais que deles cuidam. Pergunta 2: Qual a importância desta comunicação para a assistência em enfermagem: Categoria 2: Garantia da qualidade na assistência Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas, sim, com a resolução do problema de saúde. (MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, 2001) É preciso considerar a comunicação dentro de seu contexto de ocorrência, para que seu sentido não seja prejudicado, motivo pela qual, na assistência à saúde ela deve ser planejada e adequada a cada. (OLIVEIRA et al, 2005) Auxilia no ajuste dos processos de enfermagem, promove uma melhor assistência do cliente. (Sujeito nº 01) A comunicação quando bem realizada pode garantir uma qualidade na assistência... (Sujeito nº06) Qualidade na assistência, satisfação do cliente... (Sujeito nº09) É imprescindível para que haja... qualidade acima de tudo. (Sujeito nº10) Subcategoria 2.1: Continuidade da assistência É importante destacar que os dados de enfermagem quando bem registrados e uma comunicação eficiente, fazem diferença durante a assistência, tanto para o cliente quanto para a instituição e principalmente para a categoria profissional. Estes, quando realizados de forma eficaz, diminuem o risco da descontinuidade da assistência, proporcionando a melhora da qualidade desta. (ANDRADE, 2004) Manter a continuidade da assistência e a veracidade das informações. (Sujeito nº02) Assegurar que todas as informações são transmitidas e entendidas por todos dando continuidade da assistência ao. (Sujeito nº08) É imprescindível para que haja continuidade da assistência prestada... (Sujeito nº10) 3

4 Subcategoria 2.2: Interação multiprofissional A comunicação é um instrumento facilitador no processo de interação e comportamentos entre os profissionais de saúde. Os quais devem demonstrar respeito pelas características individuais de cada. (FERREIRA et al 2007). Relação enfermagem, médico enfermagem, enfermagem enfermagem. (Sujeito nº 05)... incluindo não só a enfermagem e sim outros setores que influenciam. Exemplo: SND, manutenção e recepção. (Sujeito nº 06)..., integração entre os setores. (Sujeito nº 09) Percebemos a preocupação dos enfermeiros no que se refere à qualidade na assistência. Entendem que as informações claras e a interação multiprofissional conforme citaram expressam a importância da comunicação para esta assistência, levando a continuidade do cuidado a ser prestado. Pergunta 3: Em que momento a comunicação pode ser empregada de forma terapêutica: Categoria 3: Durante todo o processo de enfermagem A comunicação terapêutica deve fazer parte das atividades do enfermeiro, e empregada em situações como, na entrevista, no exame físico, no planejamento da assistência, nas anotações dos prontuários e principalmente nas orientações concedidas aos indivíduos, famílias e comunidades. (OLIVEIRA et al, 2005). Acredito que desde a primeira abordagem no exame físico, anamnese o enfermeiro pode fazer comunicação terapêutica. (Sujeito nº04) Na passagem de plantão e durante exame físico e evolução. (Sujeito nº06) Para esclarecimento de exames... (Sujeito nº07) Em todos os processos do setor. (Sujeito nº08) No momento da relação com o. (Sujeito nº09) No momento de uma implantação ou mudança de conduta ou procedimento. (Sujeito nº10) Subcategoria 3.1. Relacionamento com o Conforme Stefanelli, (1993) e Atkinson & Murray, (1989); a comunicação enfermeiro- é denominada comunicação terapêutica, porque tem a finalidade de identificar e atender as necessidades de saúde do, contribuindo para melhorar a prática de enfermagem, pois cria oportunidades para aprendizagem, além de despertar nos s sentimentos de confiança, os quais permitem que eles se sintam contentes e seguros. A partir do momento que o profissional tenha habilidade para isso. (Sujeito nº01) Quando a comunicação entre enfermeira e esteja fundamentada em respeito mútuo e confiança. (Sujeito nº03) Comunicação enfermeiro/ colaborador enfermeiro. (Sujeito nº05)... informação de procedimentos para não elevar a ansiedade. (Sujeito nº07) No momento da relação com o. (Sujeito nº09) Percebemos que é possível a utilização da comunicação terapêutica durante todo o processo de enfermagem. Segundo Stefanelli (1993), a comunicação adequada deve permear toda a assistência, desde os mínimos atos. Portanto, saber falar e principalmente ouvir são atos primordiais durante a assistência de enfermagem. Pergunta 4: Na sua opinião a comunicação terapêutica permite uma interação entre enfermeiro e. Em que momento: Categoria 4: Durante toda assistência Sim. Em todos os momentos, visto que o está fora de seu ambiente. (Sujeito nº 02) Sim. Em todos os momentos. (Sujeito nº 05) Em todos os momentos que a profissional esta prestando assistência ao. (Sujeito nº 08) Sim. Em todos os procedimentos que o precisar se submeter, assim como, em todos os esclarecimentos que a ele for feito. (Sujeito nº 10) Subcategoria 4.1: Atendimento das necessidades do. O enfermeiro terapêutico deve ajudar o a desenvolver senso de auto-estima, valor pessoal e aprender a confiar nas pessoas. Assim, sua capacidade de relacionar-se com os outros poderá ser melhorada, o que possibilitará sua volta para o trabalho e convívio familiar. (TEIXEIRA, 1997) Sim, quando o enfermeiro é capaz de captar as mensagens emitidas (verbais e ñ verbais) interpreta-las, procurando compreender as necessidades de cada indivíduo. (Sujeito nº 03) Sim, através da coleta de dados, durante o exame físico a enfermeira precisar conversar com o, p/ identificar as necessidades. (Sujeito nº 06) Sim, no momento em que o necessita de uma palavra de conforto ou uma orientação. (Sujeito nº09) 4

5 Percebemos que a interação entre enfermeiro e ocorre durante a assistência prestada, em busca do levantamento das necessidades. Pergunta 5: Porque é importante a comunicação na passagem de plantão: Categoria 5: Garantia da continuidade na assistência. É durante a passagem de plantão que a Enfermagem garante a continuidade da assistência prestada. (NOGUEIRA, 1998) É necessário para a continuidade da assistência prestada. (Sujeito nº 01) Para que todos tenham acesso ás informações que ocorreram com os s durante o dia, suas intercorrências e pendências. (Sujeito nº 02) Para dar seqüência na terapêutica e cuidado c/ o c/ uma visão holística no cuidado de enfermagem. (Sujeito nº 03) Continuidade da assistência prestada. (Sujeito nº 06) Para que haja uma continuidade na assistência de enfermagem ao. (Sujeito nº 09) Subcategoria 5.1: Esclarecer dúvidas A abordagem sobre o estado dos s, tratamentos realizados, assistência prestada, intercorrências, pendências e outras situações específicas da unidade, são transmitidas durante a passagem de plantão entre os profissionais, na troca de turno de trabalho. (SIQUEIRA e KURCGANT, 2005). Pois ela relata as anormalidades, exames e programações dos procedimentos dos s. (Sujeito nº 04) Para serem esclarecidos todas as dúvidas existentes. (Sujeito nº 05) Para não ter duvida, possibilitando erros. (Sujeito nº 07) A passagem de plantão é uma atividade inerente ao cotidiano do trabalho de enfermagem e passível de erros. Acreditamos que esta seja de importância fundamental na assistência prestada ao. Sendo através dela que garantimos a continuidade da assistência prestada. Pergunta 6: O que é relevante/ importante registrar no prontuário: Categoria 6: Informações referentes ao A definição de Prontuário do Paciente Médico diz que seu objetivo é armazenar eventos clínicos sobre um indivíduo de forma que todos os profissionais de saúde acessem as mesmas informações. (MASSAD, 2003). Fornecer um registro da avaliação e tratamento e mudança de condição do em um ponto no tempo no atendimento de enfermagem/médico. (Sujeito nº 01) TUDO, intercorrências, curativos, punções venosas, recusa de medicamentos / procedimentos, queixas. (Sujeito nº 02) Sendo único meio de demonstrar o trabalho executado pela equipe de enfermagem, como reflexo da eficiência e eficácia dos cuidados prestados, bem como registro das intercorrências ocorridas c/ o mesmo, da vigência que está sob os cuidados do profissional e da instituição. (Sujeito nº 03) Todos os procedimentos realizados. (Sujeito nº 04) Tudo o que ocorreu no decorrer do plantão. (Sujeito nº 05) O exame físico, procedimentos exames realizados, intercorrências, drogas vasoativas. (Sujeito nº 06) Importante: mudança de procedimento, assistência prestada, queixas, visitas de profissionais, exames realizados, sinais observados. (Sujeito nº 10) Subcategoria 6.1: Importância do respaldo O prontuário médico é um documento de grande valor, no que se refere à análise médico-legal do exercício profissional, diante da suspeita do chamado erro médico. Além de traduzir o relacionamento entre o e toda equipe multiprofissional. (MASSAD, 2003)....Auxiliar na proteção do interesse legal do e profissionais de saúde... (Sujeito nº 01) Com registro você esta legalmente assistido devendo ser clara as informações. (Sujeito nº 07 Todas as informações, pois e o documento que da respaldo ao profissionais.(sujeito nº 08) Tudo o que é feito com o para ter sempre um respaldo. (Sujeito nº 09) Sabendo da importância deste documento para o, instituição e equipe de saúde, consideramos a necessidade de se atentar a este tema, reforçando sempre o detalhamento das informações a serem descritas no prontuário para que a Sistematização da Assistência de Enfermagem possa ser elaborada de forma individualizada. Conclusão A partir do objetivo deste trabalho, identificamos que o enfermeiro considera a comunicação como um instrumento indispensável ao desempenho profissional, fazendo com que a informação chegue ao seu destino de forma clara evitando possíveis dúvidas, tanto no que se refere à equipe multiprofissional quanto ao ; garantindo assim a segurança em todos os processos da assistência. A uniformidade nos cuidados, a 5

6 interação multiprofissional, a garantia da continuidade na assistência que leva a qualidade no serviço prestado, a interação entre enfermeiro, conversar com o para identificar suas reais necessidades, e o prontuário como respaldo legal, são fatores primordiais para o exercício da profissão. Portanto, entendemos que a comunicação faz parte da complexidade do cuidar. Referências - ANDRADE,J.S.et al. A comunicação entre enfermeiros na passagem de plantão.acta Paul.Enf.,São Paulo,v.17,n.3,p.311-5, Disponivel: 17_3/res9.htm. Acessado em: BALSANELLI, A. P; CUNHA, I. C. K. Liderança no contexto da enfermagem. Rev. Esc. Enferm.USP, São Paulo, v. 40, n.1,p Set Disponível:http://www.ee.usp.br/reeusp/upload/pdf/ 227.pdf. Acesso em: BARBOSA, I.A; Silva, M.J.P. Cuidado humanizado de enfermagem: o agir com respeito em um hospital universitário. Rev Bras Enferm 2007 set-out; 60(5): Disponível: pdf.acesso: COSTA, E. et al.; Percepção dos efeitos do trabalho em turnos sobre a saúde e a vida social em funcionários de enfermagem em um hospital universitário do estado de São Paulo. Cad. Saúde pública. V.16, n.2, D, Tatiana. Passagem de Plantão: Análise Deste Procedimento nas Unidades de Clínica Médica Cirúrgica.Disponível:http://www.webartigos.com/art icles/11666/1/passagem-de-plantao-analise-desteprocedimento-nas-unidades-de-clinica-medicacirurgica/pagina1.html. Acesso em: FERREIRA, Rivan V. et al. Importância da comunicação e respeito entre enfermeiro e, relacionado à invasão da privacidade. Revista Científica da FAMINAS - Muriaé - v. 3, n. 1, sup. 1, p. 314, jan.-abr Disponível: _anteriores/enic3/csa/csa002_enic3.pdf. Acesso: GEOVANINI, T.et. al.; História da Enfermagem: versões e Interpretações. Rio de Janeiro, Revinter, GOMES, D. L. S.; Identificação do enfermeiro de saúde pública na força de trabalho de enfermagem de saúde pública no Departamento Regional de Saúde 6 de Ribeirão Preto, SP. Ver. Saúde Pública, Vol. 24, nº. 3. São Paulo, MASSAD, E. MARIN, H. F., AZEVEDO, Neto R. S. O Prontuário do Paciente na Assistência, Informação e Conhecimento Médicos. São Paulo. FMUSP/UNIFESP/OPAS, Disponível: tuario.pdf. Acesso: MINISTÉRIO da Educação (BR), Conselho Nacional de Educação. Resolução No 3, de 07 de novembro de Diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Enfermagem. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, 09 Nov Seção 1. p.37. Disponível:http://www.crbm1.com.br/bio52/educac ao_52.asp. Acesso: NOGUEIRA, M.S. Incidentes críticos na passagem de plantão [dissertação]. Ribeirão Preto (SP): Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo; OLIVEIRA, Poliéria Santos. et al. Comunicação terapêutica em enfermagem revelada nos depoimentos de s internados em centro de terapia intensiva. Revista eletrônica de enfermagem, v.07,n.01,p.54-63,2005 Disponível em: Acesso em: POTTER, P. A.; PERRY, A.G. Fundamentos de enfermagem: Conceitos, processo e prática. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, SARMENTO, Leila Laur; Douglas Tufano. Português: literatura, gramática, produção de texto: volume único- São Paulo:Moderna, SIQUEIRA, Ivana L. C. P. de; Kurcgant, Paulina- Passagem de plantão: falando de paradigmas e estratégias. Acta Paul. enfer. vol.18 no. 4 São Paulo.Out./Dez Disponível em: Acessado: STEFANELLI, M. C. Comunicação com teoria e ensino. São Paulo: Robe editorial, STUART, G.W & LARAIA, M.T Enfermagem psiquiátricas 4 ed.. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso editores TEIXEIRA, M.B. et.al. Manual de enfermagem psiquiátrica. São Paulo: Atheneu,

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Nara Elizia Souza de OLIVEIRA 1 ; Lizete Malagoni de A. C. OLIVEIRA 2 ; Roselma LUCCHESE

Leia mais

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 Ementa: Realização de treinamentos, palestras, cursos e aulas por profissionais

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 2 Ívis

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 1 VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 3 Ívis Emília de Oliveira

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM Autores: Ilse Maria Tigre de Arruda Leitão, Sherida Kananini Paz de Oliveira, Roberta Meneses Oliveira, Nayane Silva Mendes, Renata

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

Humanização no atendimento do Profissional Envolvidos Com as Técnicas Radiológicas

Humanização no atendimento do Profissional Envolvidos Com as Técnicas Radiológicas CLEBER FEIJÓ SILVA DANIELA PATRICIA VAZ TAIS MAZZOTTI cleber.feijo@famesp.com.br danielavaz@famesp.combr tamazzotti@terra.com.br Humanização no atendimento do Profissional Envolvidos Com as Técnicas Radiológicas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FOR A FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FOR A FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FOR A FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I Comunicação e relações humanas no trabalho de Enfermagem

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778 FATORES QUE INTERFEREM NO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM DURANTE A PASSAGEM DE PLANTÃO Samuel Leandro dos Santos 1 Anair Lazzari Nicola INTRODUÇÃO: A comunicação é um processo

Leia mais

COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO

COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO Kaisy Pereira Martins - UFPB kaisyjp@hotmail.com Kátia Neyla de Freitas Macêdo Costa UFPB katianeyla@yahoo.com.br Tatiana Ferreira

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 6CCSDEMCAMT03-P ESTUDO DAS DROGAS: IMPORTÂNCIA PARA OS DISCENTES DE ENFERMAGEM NO CENÁRIO DE PRÁTICA Lucilla Vieira Carneiro (2), Patrícia Serpa de Souza Batista (3), Jacira dos Santos Oliveira (4) Centro

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO CONCURSO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM TEMA 04: ATIVIDADES DO ENFERMEIRO ATIVIDADES DO ENFERMEIRO SUPERVISÃO GERENCIAMENTO AVALIAÇÃO AUDITORIA

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CURSO DE ENFERMAGEM DO CESUMAR SOB A ÓTICA DO SUS

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CURSO DE ENFERMAGEM DO CESUMAR SOB A ÓTICA DO SUS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CURSO DE ENFERMAGEM DO CESUMAR SOB A ÓTICA DO SUS Lizyanne Saldanha Soares 1, Natalia Máximo Souza Lima 2, Raquel Gusmão Oliveira

Leia mais

Faculdade da Alta Paulista

Faculdade da Alta Paulista CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Área: Estágio de Enfermagem em Saúde do Adulto I e II Campo de Atuação: Santa Casa de Tupã; Instituto de Psiquiatria de Tupã e Hospital São

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM COMUNICAÇÃO NO PROCESSO GERENCIAL

UNIVERSIDADE PAULISTA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM COMUNICAÇÃO NO PROCESSO GERENCIAL UNIVERSIDADE PAULISTA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM COMUNICAÇÃO NO PROCESSO GERENCIAL Prof. Cassimiro Nogueira Junior RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 3, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE CAPACITAÇÃO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PARA ESTUDANTES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM

RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE CAPACITAÇÃO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PARA ESTUDANTES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE CAPACITAÇÃO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PARA ESTUDANTES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM MOTA 1, Carla Pimentel; FARIAS 2, Creusa Ferreira; PEDROSA 3, Ivanilda Lacerda 1 Aluno bolsista;

Leia mais

PROGRAMA COMPLIANCE VC

PROGRAMA COMPLIANCE VC Seguir as leis e regulamentos é ótimo para você e para todos. Caro Colega, É com satisfação que compartilho esta cartilha do Programa Compliance VC. Elaborado com base no nosso Código de Conduta, Valores

Leia mais

Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Junho/ 2015

Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Junho/ 2015 Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz Junho/ 2015 MODELO ASSISTENCIAL - DEFINIÇÃO Forma como atribuições de tarefas, responsabilidade e autoridade são

Leia mais

TERCEIRA IDADE - CONSTRUINDO SABERES SOBRE SEUS DIREITOS PARA UM ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

TERCEIRA IDADE - CONSTRUINDO SABERES SOBRE SEUS DIREITOS PARA UM ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA TERCEIRA IDADE - CONSTRUINDO SABERES SOBRE SEUS DIREITOS PARA UM ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Gabriela Pereira Batista, graduanda em enfermagem (UNESC Faculdades) gabrielabio_gabi@hotmail.com

Leia mais

Componente Curricular: METODOLOGIA DO PROCESSO DE CUIDAR I

Componente Curricular: METODOLOGIA DO PROCESSO DE CUIDAR I CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: METODOLOGIA DO PROCESSO DE CUIDAR I Código: ENF 202 Pré-requisito: Nenhum

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE PROJETO AVALIAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA MAFRA 2009 Núcleo de Ciências da Saúde e Meio Ambiente

Leia mais

RETRATO DA COMUNICAÇÃO ENTRE FAMILIARES E CUIDADORES DE PACIENTES COM SEQUELAS DE PARALISIA CEREBRAL SEM VERBALIZAÇÃO

RETRATO DA COMUNICAÇÃO ENTRE FAMILIARES E CUIDADORES DE PACIENTES COM SEQUELAS DE PARALISIA CEREBRAL SEM VERBALIZAÇÃO RETRATO DA COMUNICAÇÃO ENTRE FAMILIARES E CUIDADORES DE PACIENTES COM SEQUELAS DE PARALISIA CEREBRAL SEM VERBALIZAÇÃO Cíntia Monteiro Carvalho, Maria Aparecida Ramires Zulian UNIVAP, Faculdade Ciências

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 073/2011

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 073/2011 PARECER COREN-SP GAB Nº 073/2011 Assunto: Responsabilidade pelo Controle, Guarda e Dispensação de Medicamentos de Pesquisa Clínica. 1. Do fato Solicitado parecer sobre o controle, guarda e dispensação

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Júlio César Coelho do Nascimento (Enfermeiro Pós-graduando em Oncologia Clínica- Centro de Especialização em Enfermagem

Leia mais

MOTIVAÇÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA LINHA GUIA DA REDE MÃE PARANAENSE

MOTIVAÇÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA LINHA GUIA DA REDE MÃE PARANAENSE 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe 1378 O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Cristiane Ferraz Quevedo de Mello 1,

Leia mais

Potencializando um grupo de idosos em uma comunidade rural: pesquisa convergente assistencial

Potencializando um grupo de idosos em uma comunidade rural: pesquisa convergente assistencial Potencializando um grupo de idosos em uma comunidade rural: pesquisa convergente assistencial Ana Rita Marinho Machado. UFG/ Campus Goiânia. anaritamachado.doutorado@yahoo.com.br Denize Bouttelet MUNARI.

Leia mais

REVISÃO VACINAS 15/02/2013

REVISÃO VACINAS 15/02/2013 REVISÃO VACINAS 1. Conforme a Lei Federal n o 7.498/86, que dispõe sobre o exercício da enfermagem, são atividades privativas do enfermeiro: a) administrar medicamentos e prestar consultoria de b) observar

Leia mais

PERCEPÇÃO DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL ACERCA DA UTILIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM Franciele Foschiera * Cláudia Silveira Viera** RESUMO

PERCEPÇÃO DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL ACERCA DA UTILIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM Franciele Foschiera * Cláudia Silveira Viera** RESUMO PERCEPÇÃO DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL ACERCA DA UTILIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM Franciele Foschiera * Cláudia Silveira Viera** RESUMO Objetivou-se neste estudo discutir a utilização do processo de

Leia mais

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO:

Leia mais

Cuidados paliativos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos

Cuidados paliativos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos Cuidados paliativos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos Fernanda Diniz de Sá 1, Leonildo Santos do Nascimento Júnior, Daniele Nascimento dos Santos, Magdalena Muryelle Silva Brilhante (UFRN

Leia mais

Hospital Vivalle CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA / HOSPITALAR

Hospital Vivalle CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA / HOSPITALAR Hospital Vivalle Data: Hora: CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA / HOSPITALAR I CONTRATADO: Rede D'Or São Luiz S.A. Unidade Vivalle, empresa brasileira, com sede em São José dos Campos/SP,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

Contribuição do Sistema de Comunicação para a Eficiência da Assistência Perioperatória

Contribuição do Sistema de Comunicação para a Eficiência da Assistência Perioperatória Contribuição do Sistema de Comunicação para a Eficiência da Assistência Perioperatória Enfa Ms Maria Lúcia Alves Pereira Cardoso malucardoso@saoluiz.com.br Julho/2009 Agenda: Processo e Formas de Comunicação

Leia mais

FPB FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA SAE SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM MARTA CRECÊNCIO DA COSTA

FPB FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA SAE SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM MARTA CRECÊNCIO DA COSTA FPB FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA SAE SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM MARTA CRECÊNCIO DA COSTA JOÃO PESSOA, 2015 SUMÁRIO 1. Processo de Enfermagem... 3 1ª Etapa Historico de Enfermagem...

Leia mais

AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA BIOSSEGURANÇA ELABORADAS POR ACADÊMICOS DE ODONTOLOGIA DA NOVAFAPI

AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA BIOSSEGURANÇA ELABORADAS POR ACADÊMICOS DE ODONTOLOGIA DA NOVAFAPI AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA BIOSSEGURANÇA ELABORADAS POR ACADÊMICOS DE ODONTOLOGIA DA NOVAFAPI INTRODUÇÃO Luana Kelle Batista Moura NOVAFAPI* Francisca Tereza Coelho Matos NOVAFAPI** A Biossegurança é

Leia mais

SER MONITOR: APRENDER ENSINANDO

SER MONITOR: APRENDER ENSINANDO SER MONITOR: APRENDER ENSINANDO Vanessa Torres dos Santos (vanessa.torres@live.com)¹ Emelynne Gabrielly de Oliveira Santos (nellynha_15@hotmail.com)¹ Izaac Batista Lima (izaac-15@hotmail.com)¹ Marília

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM. Adelita Eneide Fiuza. Gustavo Costa de Oliveira

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM. Adelita Eneide Fiuza. Gustavo Costa de Oliveira UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM Adelita Eneide Fiuza Gustavo Costa de Oliveira RELATÓRIO FINAL DO ESTÁGIO CURRICULAR II NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE VILA GAÚCHA Porto Alegre

Leia mais

PRODUÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE BUCAL AOS USUÁRIOS PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL NO PSF EM FEIRA DE SANTANA-BA

PRODUÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE BUCAL AOS USUÁRIOS PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL NO PSF EM FEIRA DE SANTANA-BA 1363 PRODUÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE BUCAL AOS USUÁRIOS PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL NO PSF EM FEIRA DE SANTANA-BA Laís Ramos Queiroz¹; Erenilde Marques de Cerqueira² 1. Bolsista PROBIC, Graduanda em

Leia mais

DIAGNÓSTICO SITUACIONAL PRÉ-TREINAMENTO PARA MEDICAÇÕES ENDOVENOSAS

DIAGNÓSTICO SITUACIONAL PRÉ-TREINAMENTO PARA MEDICAÇÕES ENDOVENOSAS DIAGNÓSTICO SITUACIONAL PRÉ-TREINAMENTO PARA MEDICAÇÕES ENDOVENOSAS Ana Leticia Dias Semtchuk 1 ; Gabryella Caparós Pimentel 2 ; Lilian Gatto 3 ; Willian Augusto de Melo 4 RESUMO: A Educação Permanente

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO 1. A comunicação durante o processo de enfermagem nem sempre é efetiva como deveria ser para melhorar isto, o enfermeiro precisa desenvolver estratégias de

Leia mais

A importância do treinamento para a equipe de enfermagem. Enfª Mariângela B Ribeiro

A importância do treinamento para a equipe de enfermagem. Enfª Mariângela B Ribeiro A importância do treinamento para a equipe de enfermagem Enfª Mariângela B Ribeiro Pontos importantes Porquê treinar? Padronização dos processos Segurança na realização dos procedimentos Redução de custos

Leia mais

Avaliação da Graduação UNIVAP 2º Semestre 2006

Avaliação da Graduação UNIVAP 2º Semestre 2006 Avaliação da Graduação UNIVAP 2º Semestre 26 Avenida Shishima Hifumi, 2911 - Urbanova CEP 12244- PABX(12) 3947- FAX(12) 3949-1334 Caixa Postal 888 São José Campos-SP http://www.univap.br/ 1 Resultados

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil Gestão de Qualidade O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, visando a qualidade assistencial e a satisfação do cliente compromete-se a um entendimento

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec:Paulino Botelho Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ENFERMAGEM Qualificação:TÉCNICO

Leia mais

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão Hospital Universitário Walter Cantídio Diretoria de Ensino e Pesquisa Serviço de Desenvolvimento de Recursos Humanos Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão HOSPITAL

Leia mais

PORTO DIAS. Família! A parceria que cuida do paciente com competência e carinho. Fonte: www.google.com.br/imagens

PORTO DIAS. Família! A parceria que cuida do paciente com competência e carinho. Fonte: www.google.com.br/imagens H O S P I TA L & Família! A parceria que cuida do paciente com competência e carinho. Fonte: www.google.com.br/imagens 1 Telefones Úteis (HPD) Call Center 9999 Nutrição 3106 (Bloco A) / 9652(Bloco D) Recepção

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: A CRIAÇÃO DE UMA FERRAMENTA INFORMATIZADA.

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: A CRIAÇÃO DE UMA FERRAMENTA INFORMATIZADA. SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: A CRIAÇÃO DE UMA FERRAMENTA INFORMATIZADA. ANDRADE 1, Elizandra Faria GRANDO 2, Simone Regina BÖING 3, Jaci Simão VIECELLI 4, Ana Maria SILVA 5, Jeane Barros

Leia mais

AMEEES DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL PROJETO DE CAPELANIA ESPÍRITA

AMEEES DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL PROJETO DE CAPELANIA ESPÍRITA AMEEES DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL PROJETO DE CAPELANIA ESPÍRITA 1- Definição A Capelania Espírita é a prestação de apoio religioso espírita, oferecido a pacientes internados em hospitais e/ou a seus familiares,

Leia mais

EDUCAÇÃO PERMANENTE E CONTINUADA: INSTRUMENTO PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM

EDUCAÇÃO PERMANENTE E CONTINUADA: INSTRUMENTO PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM EDUCAÇÃO PERMANENTE E CONTINUADA: INSTRUMENTO PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM Eliese Denardi Cesar 1 Luciane Stanislawski de Souza 2 Roberta Mota Holzschuh 3 Graciela Gonsalves Borba 4 Janaína Kettenhuber

Leia mais

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM A SAÚDE DO HOMEM NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira Enfermeira Mestranda em Bioprospecção Molecular da Universidade Regional do Cariri-URCA ingrid_lattes@hotmail.com

Leia mais

INVESTIGAÇÃO ACERCA DA PRINCIPAL FINALIDADE DO USO DE PLANTAS MEDICINAIS EM CRIANÇAS DE 0 A 2 ANOS

INVESTIGAÇÃO ACERCA DA PRINCIPAL FINALIDADE DO USO DE PLANTAS MEDICINAIS EM CRIANÇAS DE 0 A 2 ANOS INVESTIGAÇÃO ACERCA DA PRINCIPAL FINALIDADE DO USO DE PLANTAS MEDICINAIS EM CRIANÇAS DE 0 A 2 ANOS COSTA, Eliene Pereira. Discente do curso de Enfermagem do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, da

Leia mais

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Departamento de Orientação Profissional - EEUSP PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL VERA LUCIA MIRA GONÇALVES AVALIAÇÃO JUÍZO DE VALOR Avaliação de desempenho

Leia mais

A PROMOÇÃO DA SAÚDE DO ADOLESCENTE NA ATENÇÃO BÁSICA COMO DESAFIO PARA A ENFERMAGEM

A PROMOÇÃO DA SAÚDE DO ADOLESCENTE NA ATENÇÃO BÁSICA COMO DESAFIO PARA A ENFERMAGEM A PROMOÇÃO DA SAÚDE DO ADOLESCENTE NA ATENÇÃO BÁSICA COMO DESAFIO PARA A ENFERMAGEM Górki Pires de Andrade gorkipires@hotmail.com Jessica Rabelo Holanda jeholanda2010@hotmail.com Kelianny Pinheiro Bezerra

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC: Rodrigues de Abreu Código: 135 Município: Bauru Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível médio de Técnico em Enfermagem

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: Curso De Graduação Em Fisioterapia. DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 225 VAGAS ANUAIS TURNOS DE OFERTA: NOTURNO REGIME LETIVO:

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Uso Racional de Medicamentos. Erros de medicação. Conscientização.

PALAVRAS-CHAVE: Uso Racional de Medicamentos. Erros de medicação. Conscientização. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

O ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS SERVICOS DE SAÚDE*

O ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS SERVICOS DE SAÚDE* O ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS SERVICOS DE SAÚDE* Janaína Verônica Lahm 1 Elizabeth Maria Lazzarotto INTRODUÇÃO: A preocupação com o meio ambiente começou somente no final do século passado,

Leia mais

Palavras-chave: Fisioterapia; Educação Superior; Tecnologias de Informação e Comunicação; Práticas pedagógicas.

Palavras-chave: Fisioterapia; Educação Superior; Tecnologias de Informação e Comunicação; Práticas pedagógicas. A INTERAÇÃO DOS PROFESSORES DO CURSO DE FISIOTERAPIA COM AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO PEDAGÓGICO Heloisa Galdino Gumueiro Ribeiro 1, Prof. Dirce Aparecida Foletto De Moraes 2

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ADMINISTRAÇÃO DE ENFERMAGEM AVALIANDO O QUE ESTUDAMOS 1. A Supervisão de Enfermagem é fundamental para o desenvolvimento dos recursos humanos, através da educação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM. Raissa Ribeiro Saraiva de Carvalho

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM. Raissa Ribeiro Saraiva de Carvalho 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM Raissa Ribeiro Saraiva de Carvalho UNIDADE DE INTERNAÇÃO PSIQUIÁTRICA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE: relatório de estágio curricular

Leia mais

PARECER COREN-SP 056/2013 CT PRCI n 100.471 Tickets nº 286.256

PARECER COREN-SP 056/2013 CT PRCI n 100.471 Tickets nº 286.256 PARECER COREN-SP 056/2013 CT PRCI n 100.471 Tickets nº 286.256 Ementa: Utilização do método SOAP (Subjetivo, Objetivo, Avaliação e Plano) no Processo de Enfermagem. 1. Do fato Enfermeira que atua em Estratégia

Leia mais

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES)

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ID: 102 A PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DA SAÚDE ENTRE CRIANÇAS POR MEIO DA RISOTERAPIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Profa. Esp. Andréa Savietto (UNIANCHIETA)

Leia mais

COMUNICAÇÃO ENTRE ENFERMEIROS E IDOSOS SUBMETIDOS À PROSTATECTOMIA

COMUNICAÇÃO ENTRE ENFERMEIROS E IDOSOS SUBMETIDOS À PROSTATECTOMIA COMUNICAÇÃO ENTRE ENFERMEIROS E IDOSOS SUBMETIDOS À PROSTATECTOMIA Kamila Nethielly Souza Leite (UFPB), e-mail: ka_mila.n@hotmail.com Joana D arc Lyra Batista (UEPB), e-mail: jdlb16@hotmail.com Tatiana

Leia mais

Paridade. puerperais Não 24 45,3. neonatal Não 34 63,0 19 35,8 29 54,7

Paridade. puerperais Não 24 45,3. neonatal Não 34 63,0 19 35,8 29 54,7 PERCEPÇÃO DA PUÉRPERA EM RELAÇÃO À ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA Viana, J.C 1 ; Mota, L.L 2 ; Corrêa, A.L³; Perroni, C. A. 4 jamilli-viana@bol.com.br; lidiener @hotmail.com.br;

Leia mais

A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL BIOMÉDICO NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO CONTEXTO DO PET/SAÚDE

A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL BIOMÉDICO NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO CONTEXTO DO PET/SAÚDE A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL BIOMÉDICO NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO CONTEXTO DO PET/SAÚDE MAIA, Indiara da 1 ; RUCKERT, Tatiane Konrad 2 ; BARBOSA, Elisa Gisélia dos Santos 3 ; KAEFER, Cristina T.

Leia mais

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM A PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM A RESPEITO DA PRESENÇA DO IRMÃO DO BEBÊ DE RISCO NA UTI NEONATAL

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM A PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM A RESPEITO DA PRESENÇA DO IRMÃO DO BEBÊ DE RISCO NA UTI NEONATAL 10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM A PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM A RESPEITO DA PRESENÇA DO IRMÃO DO BEBÊ DE RISCO NA UTI NEONATAL Larissa Camila Dianin 3 Paolla Furlan Roveri 2 Darci

Leia mais

O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA

O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Kalina Coeli Costa de Oliveira Dias (NEPB/UFPB) kalinacoeli@gmail.com Ana

Leia mais

A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral

A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral 2º Congresso Multidisciplinar em Oncologia do Instituto do Câncer do Hospital Mãe de Deus Enfª Érika Moreti Campitelli Antineoplásico oral: Atualmente

Leia mais

CONCEPÇÕES DE PROFESSORES EM AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: ENCONTROS E DESENCONTROS

CONCEPÇÕES DE PROFESSORES EM AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: ENCONTROS E DESENCONTROS CONCEPÇÕES DE PROFESSORES EM AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: ENCONTROS E DESENCONTROS ALMEIDA *, Laura Isabel Marques Vasconcelos de. UFMT laura.isabel@terra.com.br DARSIE **, Marta Maria Pontin. UFMT

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO MARIA MAZUR

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO MARIA MAZUR UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO MARIA MAZUR A INFORMÁTICA E A MÍDIA IMPRESSA: COMO ELAS PODEM Prudentópolis 2013 MARIA MAZUR A INFORMÁTICA

Leia mais

PARECER COREN-SP CT 059/2013 PRCI nº 108.356 Ticket nº 327.807

PARECER COREN-SP CT 059/2013 PRCI nº 108.356 Ticket nº 327.807 PARECER COREN-SP CT 059/2013 PRCI nº 108.356 Ticket nº 327.807 Ementa: Monitoramento de paciente com contenção do tipo luva. 1. Do fato Enfermeira refere utilização de impresso para anotação de dados de

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC: DR. JOSÉ LUÍZ VIANA COUTINHO CÓDIGO: 073 EIXO TECNOLÓGICO: HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: QUALIFICAÇÃO: MÓDULO: COMPONENTE CURRICULAR: C.H. SEMANAL: PROFESSOR:

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE NA ATENÇÃO EM SAÚDE: O PAPEL DO ENFERMEIRO 1

IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE NA ATENÇÃO EM SAÚDE: O PAPEL DO ENFERMEIRO 1 IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE NA ATENÇÃO EM SAÚDE: O PAPEL DO ENFERMEIRO 1 BRUM, Jane Lilian Ribeiro 2 ; GABATZ, Ruth Irmgard Bärtschi 3 ; ALMEIDA, Anelise Schell 4 RESUMO Trata-se de um relato de experiência

Leia mais

OFICINAS PEDAGÓGICAS: CONSTRUINDO UM COMPORTAMENTO SAUDÁVEL E ÉTICO EM CRIANÇAS COM CÂNCER

OFICINAS PEDAGÓGICAS: CONSTRUINDO UM COMPORTAMENTO SAUDÁVEL E ÉTICO EM CRIANÇAS COM CÂNCER OFICINAS PEDAGÓGICAS: CONSTRUINDO UM COMPORTAMENTO SAUDÁVEL E ÉTICO EM CRIANÇAS COM CÂNCER Autores RESUMO LIMA 1, Matheus OCCHIUZZO 2, Anna Rosa Centro de Ciências da Saúde Departamento de Enfermagem Psiquiatria

Leia mais

TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO DO USUÁRIO ONCOLÓGICO: OLHAR DA ENFERMAGEM

TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO DO USUÁRIO ONCOLÓGICO: OLHAR DA ENFERMAGEM TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO DO USUÁRIO ONCOLÓGICO: OLHAR DA ENFERMAGEM CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA

Leia mais

Parecer 006/2015 CREFITO-4

Parecer 006/2015 CREFITO-4 Parecer 006/2015 CREFITO-4 ASSUNTO: Parecer do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 4ª Região acerca do prontuário fisioterapêutico e/ou multidisciplinar do paciente e do direito

Leia mais

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente Leandro Pedro de Oliveira¹ INTRODUÇÃO A introdução à carreira docente tem sido objeto de

Leia mais

Competências e Habilidades Específicas:

Competências e Habilidades Específicas: DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III SERVIÇOS HOSPITALARES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III SERVIÇOS HOSPITALARES 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III SERVIÇOS HOSPITALARES MARIÁ BARBALHO NARDI Orientadora: Prof.ª Drª Isabel Cristina Echer

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL Ruanna Gonçalves Holanda 1, Hellen Pollyanna

Leia mais

PERFIL DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM DO UNISALESIANO - LINS.

PERFIL DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM DO UNISALESIANO - LINS. PERFIL DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM DO UNISALESIANO - LINS. Jéssica Aparecida Gregório Ferreira (Acadêmica do Curso de Enfermagem), Lais Daniele Lourenço da Silva (Acadêmica do Curso de Enfermagem), Silvio

Leia mais

Diretos do paciente:

Diretos do paciente: Diretos do paciente: Criada no sentido de incentivar a humanização do atendimento ao paciente, a Lei 10.241, promulgada pelo governador do Estado de São Paulo, Mário Covas, em 17 de março de 1999, dispõe

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM OBJETIVOS DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I MÉTODOS DE TRABALHO - FERRAMENTAS NA ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO DA ENFERMAGEM 1.

Leia mais

SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO

SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO Valesca Boarim da Silva 1 Regina Célia Gollner Zeitoune 2 Introdução:Trata-se de nota prévia de estudo que tem como

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA E HUMANIZAÇÃO: Mudanças na ótica e na ética das relações durante a residência médica

RESIDÊNCIA MÉDICA E HUMANIZAÇÃO: Mudanças na ótica e na ética das relações durante a residência médica RESIDÊNCIA MÉDICA E HUMANIZAÇÃO: Mudanças na ótica e na ética das relações durante a residência médica Autores: Glenda Garrafa Mori glendagmori@yahoo.com.br Irene Abramovich iabramo@uol.com.br Paulo Monteiro

Leia mais

ESTRESSE OCUPACIONAL DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

ESTRESSE OCUPACIONAL DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ESTRESSE OCUPACIONAL DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Cristiane Luchtenberg 1 ; Rosangela Costa 1 ; Willian Augusto

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 PLANO DE CURSO

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 PLANO DE CURSO CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: BIOSSEGURANÇA Código: ENF- 307 Pré-requisito: Nenhum Período Letivo: 20.2

Leia mais

4 - Seu Curso. 4.1 - Informações Específicas sobre o Curso. 4.1.1 - Histórico. 4.1.3 - Objetivos Específicos

4 - Seu Curso. 4.1 - Informações Específicas sobre o Curso. 4.1.1 - Histórico. 4.1.3 - Objetivos Específicos 4 - Seu Curso 4.1 - Informações Específicas sobre o Curso 4.1.1 - Histórico A Universidade Federal de Uberlândia, num esforço coletivo liderado pela atual gestão vem trabalhando na excelência de ensino,

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA TERAPIA DO RISO NO TRATAMENTO DO PACIENTE PEDIÁTRICO

A INFLUÊNCIA DA TERAPIA DO RISO NO TRATAMENTO DO PACIENTE PEDIÁTRICO A INFLUÊNCIA DA TERAPIA DO RISO NO TRATAMENTO DO PACIENTE PEDIÁTRICO GARCIA, D. T. R.¹; SILVA, J. G. ² ; VAZ, A. C.³ ; FILOCOMO, F. R. F. 4 ; FILIPINI, S. M. 5 1,2,3,4,5 Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade

Leia mais