UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS. Nailliw Zanini Preite

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS. Nailliw Zanini Preite"

Transcrição

1 1 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Nailliw Zanini Preite A AVALIAÇÃO NOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: CONCEPÇÕES DE PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO. São Paulo 2010

2 2 Nailliw Zanini Preite A AVALIAÇÃO NOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: CONCEPÇÕES DE PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO. Trabalho de Conclusão de Curso de Ciências Biológicas para obtenção de título de Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Professor Orientador: Adriano Monteiro de Castro São Paulo 2010

3 3 Nailliw Zanini Preite A AVALIAÇÃO NOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: CONCEPÇÕES DE PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO. Monografia Apresentada ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, como parte dos requisitos exigidos para a conclusão do Curso de Ciências Biológicas. Professor Orientador Adriano Monteiro de Castro. Professora Doutora Patrícia Fiorino. Professora Doutora Rosana dos Santos Jordão. São Paulo, 10 de Junho de 2010

4 4 RESUMO É notável a grande importância do processo avaliativo para o ensino e aprendizagem, por isso, a avaliação deve existir para contribuir na formação do indivíduo, respeitando suas diferenças e individualidades e tornando-o capaz de resolver conflitos do seu dia-a-dia, exercendo também, sua própria cidadania. Embora os professores utilizem diversos instrumentos de avaliação em suas salas de aula, as provas escritas são as práticas mais freqüentes nas escolas. Tendo isto em vista, e observando os constantes fracassos e reprovações atribuídos aos alunos, nota-se que é preciso refletir sobre a forma de avaliação que está sendo empregada nas escolas nos dias atuais, portanto, este trabalho tem como objetivo, analisar as concepções de avaliação da aprendizagem de três professores da rede pública estadual de ensino, situando-as em relação às definições associadas a uma avaliação mais formativa e aos planos formal e informal da mesma. Para realização deste estudo, foram feitas entrevistas semi-estruturadas com três professores de duas escolas públicas estaduais. Estas entrevistas foram gravadas e redigidas, e, posteriormente, as falas de cada professor foram analisadas segundo duas categorias criadas através das contribuições de Hadji (2001), sobre uma avaliação mais formativa e Freitas (2003), que complementa com os planos formal e informal da mesma. Ao que parece, todos os professores entrevistados, mesmo se aproximando, em alguns momentos, de uma avaliação mais formativa, (tentando verificar os erros dos alunos, ajudando-os a superá-los), na maior parte do tempo, tendem a empregar uma avaliação mais tradicional, utilizando provas escritas e atribuindo notas, também, ao comportamento dos alunos em sala de aula. Palavras-chave: Avaliação da aprendizagem, avaliação formativa, avaliação formal e informal.

5 5 ABSTRACT It s considerable the great importance of the evaluation process for teaching and learning, therefore, the evaluation should be exist to contribute in the formation of the individual, respecting differences and particularities and making them able to resolve their day-by-day conflicts, also exercising their own citizenship. Although teachers use a number of evaluation instruments in your classroom, written tests are the most frequent form in the schools. With that in mind, and observing constant failures and reprobation attributed to students, it s necessary to reflect about the evaluation format that is in use actually, therefore, this work aims analyzing the learning evaluation conceptions of three teachers at state schools, standing them according to the definitions associated with a formative evaluation and to the formal and informal assessments plans. To achieve that, three teachers, from two different schools, were interviewed. Those interviews were recorded and transcribed, and later, the teachers speaks were analyzed according to two categories created by the contributions from Hadji (2001), to a formative assessment, and Freitas (2003), which complements the formal and informal assessments plans. It seems that all the interviewed teachers, even approaching of a more formative assessments, (trying to verify student s mistakes, helping them to solve them), in most part of the time, tend to use a more traditional evaluation, using written tests and attributing grades, also, to the student s behavior. Key-words: Learning evaluation, formative assessment, formal and informal assessments.

6 6 SUMÁRIO Página 1. INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO O Ensino e Aprendizagem na Educação Escolar Os Significados da Avaliação no Ensinar e no Aprender O Êxito e o Fracasso Escolar: a Importância do Erro na Aprendizagem A Avaliação Formativa: uma Síntese de Suas Contribuições PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS Análise Quanto à Natureza da Avaliação Aplicada Pelos Professores Análise Quanto aos Componentes da Avaliação Aplicada Pelos Professores CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS ANEXO... 55

7 7 1. INTRODUÇÃO Os professores utilizam diversos instrumentos de avaliação em suas salas de aula, mas as formas de avaliação que aparecem com mais freqüência nas escolas são: a prova escrita, os trabalhos em grupo e a auto-avaliação que alguns professores convidam seus alunos a fazer sobre o seu próprio desempenho. Observando este fato e, também, reprovações e fracassos escolares comumente atribuídos aos alunos, vemos que é preciso parar e refletir sobre a forma de avaliação que está sendo empregada, se esta avaliação está servindo apenas para aprovar ou reprovar o aluno, punir ou controlar, sem levar em conta uma construção de conhecimento e uma real melhoria na aprendizagem. Durante todo o ensino fundamental, médio e até mesmo superior, assim como durante as observações feitas através de estágios em sala de aula, sempre percebi, com muita clareza, que a maioria dos professores, mesmo considerando a avaliação essencial, aplicava-a como forma de controlar o comportamento de seus alunos e classificá-los como os melhores alunos, alunos medianos ou alunos problema, dessa forma, pude notar que a maior parte das práticas avaliativas empregadas pelos professores acaba não contribuindo para a construção do conhecimento dos educandos, criando verdadeiros problemas de aprendizagem. É notável a grande importância da avaliação para o processo de ensino e aprendizagem, por isso, ao avaliar o aluno é preciso definir os objetivos que este deve alcançar e levar em consideração um ensino diferenciado, para que o professor possa reconhecer se aquilo que é comumente associado às dificuldades de aprendizagem dos alunos não é, na verdade, fruto de problemas no ensino, os quais, pela avaliação, talvez possam ser superados. Quando os objetivos não são alcançados, o professor deve voltar e criar novas estratégias para que a construção do conhecimento do aluno seja concretizada. Devemos, dessa forma, avaliar o êxito da aprendizagem não pela capacidade de reprodução que o aluno tem do que lhe foi apresentado como informação, mas

8 8 sim pela sua capacidade de construir soluções próprias a novos problemas, ainda que para isso ele recorra às informações dadas anteriormente pelo professor. As legislações e propostas curriculares atuais concedem uma grande importância à avaliação, mas para quê avaliar? A avaliação, já há algum tempo, tem assumido uma função seletiva, uma função de exclusão daqueles que costumam ser rotulados menos capazes, com problemas familiares, de aprendizagem, ou sem vontade de estudar e sem assistência familiar. Assim, as formas de avaliação empregadas no País têm tomado rumos desastrosos nas escolas e promovido uma assustadora evasão escolar. Se retomarmos suas funções mais pedagógicas, a avaliação deve existir para contribuir na formação do indivíduo, respeitando suas diferenças e individualidades e tornando-o capaz de resolver conflitos do seu dia-a-dia, exercendo também, sua própria cidadania. Seu objetivo principal é ajudar o aluno a se auto-avaliar, percebendo suas falhas e acertos, é também fazer com que ele se auto-conheça e busque novos caminhos para a sua realização. A avaliação tanto pode auxiliar o aluno a aprender (PERRENOUD, 2007) como proporcionar um melhor conhecimento do aluno pelo seu professor, afim de que este último possa auxiliar seu educando, durante todo o processo de ensino, em seu percurso singular de construção de conhecimentos. A avaliação deve contribuir para o sucesso do aluno, para sua construção de saberes e competências (HADJI, 2001), mas não pode estar centrada apenas no final do processo ensinoaprendizagem, deve portanto, estar envolvida em todo seu desenvolvimento (BASSANI & BEHAR, 2009). Hadji (2001) complementa que os professores devem colocar a avaliação a serviço das aprendizagens, com isso, uma prática (avaliar) deve auxiliar a outra (aprender). Entretanto, esta avaliação deve ser: contínua, formativa e individualizada, sendo assim, mais um elemento do processo de ensino aprendizagem, o qual permite ao professor, conhecer o resultado de suas ações didáticas, podendo assim, melhorá-las.

9 9 Os processos de avaliação, entretanto, não são desenvolvidos apenas em um plano formal, por meio de atividades, provas e trabalhos. Muitas decisões importantes, e que incidirão sobre as notas dos alunos inclusive, são originadas de um plano informal de avaliação, que, nos dizeres de Freitas (2003), é constituído pelos juízos de valor, que acabam influenciando os resultados das avaliações. Tendo isto em vista, observando o fato de que a prática avaliativa nem sempre auxilia na aprendizagem dos alunos e buscando identificar e refletir sobre as abordagens do sistema de avaliação do ensino e aprendizagem nas instituições de ensino, o presente estudo tem como objetivo analisar as concepções de avaliação da aprendizagem de três professores da rede pública estadual de ensino, situandoas em relação às definições associadas a uma avaliação mais formativa e aos planos formal e informal da avaliação. Este trabalho está dividido em referencial teórico, metodologia, resultados, análise e considerações finais. O referencial teórico também foi divido em 2 tópicos que contemplam uma nova visão sobre ensino e aprendizagem e o processo de avaliação, assim como um histórico desta, evidenciando também sua grande importância para a construção do conhecimento do aluno. Para realização deste estudo, foram feitas entrevistas semi-estruturadas com três professores de duas escolas públicas estaduais. Estas entrevistas foram gravadas e redigidas, e, posteriormente, as falas de cada professor foram analisadas segundo duas categorias criadas a partir das contribuições de Hadji (2001), sobre uma avaliação mais formativa e Freitas (2003), que complementa com os planos formal e informal da mesma.

10 10 2. REFERENCIAL TEÓRICO 2.1. O Ensino e Aprendizagem na Educação Escolar Diz-se que a função da escola na sociedade é proporcionar ensino de qualidade para todos os estudantes, indistintamente (FREITAS, 2003). Apesar disso, nos dias atuais, e desde muito tempo atrás, ouve-se toda a população criticar, governo após governo, a péssima educação dos jovens. Só criticar e não buscar nem porquês destes fracassos dos programas educacionais e nem soluções para eles, nunca levará a nenhuma melhora ou avanço dos mesmos. Nos dias de hoje, nota-se uma maior atenção pela compreensão dos alunos, e não somente para o ensinar (PERRONE, 2009). Para entender a educação de baixa qualidade, dada hoje por grande parte das escolas, e como melhorá-la, tem-se que procurar indícios, criar suposições e estudar as atuais práticas educacionais, procurando assim, os principais erros cometidos por estas. Macedo (2002) e Pechliye & Trivelato (2005) concordam que a prática reflexiva do professor supõe voltar-se para dentro de si mesmo ou do sistema de qual faz parte, ou seja, analisar sua aula e seus atos nesta aula segundo sua própria concepção de Ciência, podendo ser, esta prática reflexiva, um móvel de transformação. Refletindo sobre sua prática em sala de aula, o professor pode realizar mudanças nas mesmas ou até em suas concepções do ensino de Ciências, e essas mudanças dependem tanto da influência dos alunos, dos professores e da escola, quanto das experiências de vida de cada um. Também é necessário que os professores reflitam sobre a construção do conhecimento de seus alunos, a fim de não dar as respostas prontas, mas sim deixar que eles discutam e levantem hipóteses, tirando suas próprias conclusões e, portanto, construindo sua própria aprendizagem. Essas situações problema proporcionam ao aluno, coletar novas informações e compará-las com seus conhecimentos prévios, criando assim, um conhecimento próprio (PECHLIYE & TRIVELATO, 2005). Valdez (2002), nesse aspecto, concorda quando diz que a arte de formular perguntas provocadoras e de cultivar tais perguntas é extremamente

11 11 importante. A pergunta favorece a aprendizagem dos alunos, vendo que as incertezas e dúvidas são ferramentas muito importantes para que o aluno construa seu próprio conhecimento de maneira significativa. Pechliye & Trivelato (2005) completam que nas citadas situações problema, a união entre teoria e prática causa dúvidas e leva à construção do conhecimento, desde que haja a interação e o diálogo entre professores e seus alunos. Cortella (2006) ressalta que nós necessitamos de processos educativos para nossa sobrevivência. Por isso, existem duas categorias centrais de Educação: a educação vivencial e espontânea, o que seria o vivendo e aprendendo, e a educação intencional ou propositada, (em locais certos e com os instrumentos necessários), representada hoje, em sua grande maioria, pela Escola (CORTELLA, 2006). Com o intuito de complementar essa educação dada pela escola, e para que esta seja de boa qualidade, é necessário que os profissionais do ensino sejam competentes, e, para que se crie este profissional competente, consciente e crítico, no seu processo de formação, o mesmo precisa ter condições de vivenciar situações e experiências que o levem a incorporar estes comportamentos (ANDRÉ, 1992). A teoria educacional existente hoje é sistemática, fundamental e geral, além de ter como princípio a ordem e a linearidade baseadas em estereótipos. Para explicar a realidade das salas de aula, essa teoria se esquiva de questões que não conseguem ser atendidas, como, por exemplo, os fracassos escolares, que carecem cada vez mais de espaço dentro das práticas dos professores (COLOM, 2003). Além disso, como afirmado por Hoffman (2006), a escola atual (exigente, rígida e detentora do saber), não está de acordo com a realidade em que vivemos. Segundo autores como Colom (2003), Pechliye & Trivelato (2005), e Coll (2006), os professores devem construir o conhecimento educativo (teoria) ao mesmo tempo em que os alunos constróem seus conhecimentos. Para isso, tanto a escola como seus professores, deverão estar abertos a mudanças. A escola deve ser um sistema dinâmico, suscetível à inovação, que leva em consideração a complexidade da realidade atual (COLOM, 2003). Tudo isso exige, dos professores, mudanças bastante complexas e de diferentes ordens. Rosa (2003), durante o ano letivo de 1987, ao analisar as práticas

12 12 de alguns professores em uma nova abordagem de ensino, percebeu que estes professores possuíam uma resistência muito grande à mudança, se apegando a métodos e rotinas. Como foi dito anteriormente, a aprendizagem é uma construção pessoal baseada em novas informações e em conhecimentos prévios, e para que os alunos construam seus próprios conhecimentos, é necessário que os professores reflitam e mudem suas práticas educacionais. Rosa (2003) e Pozo (2009) concordam que essas mudanças requerem dos professores, reconstruir e reformatar a mente, e não apenas ampliá-la. É necessário, mudar as concepções dos docentes sobre o que é Ciência, o que é aprender e o que é ensinar. Finalmente, estes professores devem refletir sobre suas metas e objetivos na educação e o modo de avaliar o êxito destas. É importante ressaltar que inovação não significa mudança, ou seja, muitas vezes os professores, visando a mudança de suas concepções, apenas inovam sua aula, mudando, por exemplo, a colocação das carteiras. A aula, deste modo, não deixa de ser tradicional. Para que o professor consiga realmente mudar suas concepções sobre o ensino, não há roteiros pré-determinados, é necessário que ele pratique a nova teoria de modo único, inédito e exclusivo, é preciso ousar, arriscar, expor-se, observar e refletir (ROSA, 2003). Porém, se há expectativas de que os professores ofereçam esse tipo de oportunidade a seus alunos, devem ser dadas aos primeiros, oportunidades semelhantes. Isso não significa que os professores devam criar todo o currículo sozinhos, mas vale pontuar que currículos muito fechados e detalhados não deixam qualquer espaço para a criação e mudança dos docentes (PERRONE, 2009). Este currículo, segundo Libâneo (1994), existe para confirmar todas as preocupações da escola, seus objetivos e metas para o ensino, e é formado pelo projeto pedagógico da mesma, ou seja, um plano pedagógico e administrativo, onde se deixa clara a concepção pedagógica da escola e dos professores, as bases teórico-metodológicas da organização didática, as contextualizações social, econômica, política e cultural da instituição, a caracterização dos alunos, os objetivos educacionais gerais, a estrutura curricular, diretrizes metodológicas gerais, o sistema de avaliação do plano, a estrutura organizacional e administrativa.

13 13 O projeto pedagógico serve de orientação para o planejamento do processo de ensino, e deve ser consensual entre o corpo docente, expressando os propósitos dos educadores empenhados em uma tarefa comum. O plano também deve estar sempre em mãos dos professores para uma orientação de seu trabalho (LIBÂNEO, 1994), e engloba a composição curricular, que contempla, segundo a legislação educacional brasileira, dois eixos: uma base nacional comum, com a qual se garante uma unidade nacional (é uma dimensão obrigatória dos currículos nacionais); e uma parte diversificada do currículo, também obrigatória, que se compõe de conteúdos complementares, (cada escola tem autonomia para incluir temas de seu interesse) (PROGED, 2007). Estes projetos de planos de aula e currículo devem ser desenvolvidos por professores em união com a escola, sendo assim, a base da aprendizagem desenvolvida, pois, como diz Gimeno Sacristán e Pérez Gómez (1998/2000), sem o conteúdo não existe ensino. Mas, infelizmente, a preocupação com métodos e processos de aprendizagem fez com que a maioria da investigação educativa disponível não se referisse ao conteúdo do ensino (GIMENO SACRISTÁN & PÉREZ GÓMEZ, 1998/2000). É importante, neste ponto, reiterar que: ao lado deste currículo formal, determinado legalmente e colocado nas diretrizes curriculares, nas propostas pedagógicas e nos planos de trabalho, há um currículo em ação, considerado o currículo real, que é aquilo que de fato acontece na escola, e o currículo oculto, que é aquilo que não está formalmente explicitado, mas que perpassa, o tempo todo, as atividades escolares. (PROGED, 2007). Este currículo oculto também pode se manifestar na maneira como os funcionários tratam os alunos e seus pais, na organização das salas de aula, nos cartazes pendurados nas paredes dos corredores, nas condições de higiene e conservação e no próprio espaço físico da escola. E, como afirmado anteriormente, Gimeno Sacristán e Pérez Gómez (1998/2000) notaram que o currículo oculto caminha ao lado do currículo que se diz estar desenvolvendo, expressando ideais e intenções, e na experiência prática que os alunos têm, ambos se misturam ou interagem.

14 14 Para os professores, é necessário, que existam teorias que os ajudem a priorizar seus objetivos na sala de aula, para organizar e analisar sua atuação, e aos poucos, conseguir modificar e regular seu desenvolvimento (COLL, 2006). O que se percebe, na grande maioria das aulas que fracassam quanto ao ensino dos alunos, é um apego muito grande do professor a um método de ensinar e também a uma rotinização das atividades. Como enfatiza Coll (2006), se o ensino fosse uma atividade rotineira, não seriam necessárias as teorias citadas acima, e o fracasso destas aulas mostra que ensinar não é seguir um plano, uma receita fechada que quase nunca se adapta às realidades dentro de uma sala de aula (COLL, 2006). Um ensino tradicional, geralmente traz mais problemas de fracasso, pois é concentrado no professor, que irá transmitir o conhecimento aos alunos, e estes, devem então, absorvê-lo. Mizukami (1986) e Coll (2006) dizem que esta abordagem tradicional acredita que o aluno deve acumular informações; a este, é dado um papel praticamente insignificante na construção de seu conhecimento e aprendizado, o aluno deve apenas memorizar os assuntos ensinados pelo professor. Já em uma concepção de ensino mais aberta à mudanças, aprender é construir seu próprio conhecimento, sem cópias ou reproduções de falas ditas anteriormente, os alunos aprendem quando são capazes de elaborar um significado pessoal para o assunto exposto pelo professor (COLL, 2006). Ensinar não é transmitir e aprender não é absorver e decorar conteúdos, o professor deve ser o mediador da informação, propondo caminhos, ferramentas e estimulando o aluno, para que este se interesse e busque seu próprio conhecimento. Ao contrário do que se diz em uma abordagem tradicional, para o qual ensinar é acumular conhecimento, as práticas educativas devem ser capazes de fazer os alunos construírem novas capacidades e modos de pensar (POZO, 2009). Quando este processo é realizado, pode-se dizer que os alunos estão aprendendo significativamente, ou seja, construindo seu próprio significado baseando-se em um assunto exposto ou discutido anteriormente. Ensinar, portanto, não é fazer os alunos acumularem conhecimentos, e sim garantir que eles interajam, modifiquem e relacionem as novas informações com conhecimentos que já possuem (COLL, 2006). Alves (2002) também observou que os alunos aprendem aquilo que consideram mais interessante e importante. O autor diz ainda que o aprendido é o

15 15 que fica depois que tudo foi esquecido, a memória do aluno não é capaz de armazenar conhecimentos que não fazem sentido e que não podem ser usados; se foi esquecido é porque não fazia sentido. Cordeiro (2007) também destacou que: os alunos constituirão hierarquias do que é mais ou menos interessante, mais ou menos importante e que, portanto, merece maior ou menor investimento pessoal. (...) O professor precisa levar isso em conta. (...) entender como se dão esses processos de atribuição de sentido e tentar operar justamente sobre eles. (CORDEIRO, 2007, p. 112). Dessa forma, Perrone (2009) cita que todos os alunos devem construir a própria compreensão e identificar seus interesses. Esta compreensão dever ser: suficientemente flexível e atraente para servir a todos os alunos. (...) Se o objetivo do ensino é a compreensão, então os alunos devem atuar na apropriação de suas idéias. O currículo deve estar relacionado às preocupações, interesses experiências dos alunos (PERRONE, p. 18). O que se pode perceber algumas vezes, é que algumas escolas implementam propostas didáticas tidas como novidade, apresentando uma versão de algo que está na moda, entretanto, quando analisadas e aplicadas ao cotidiano escolar, estas novas práticas mostram que apenas revestiram o ensino tradicional novamente. As propostas abertas, flexíveis e participativas tendem a provocar rupturas e estimulam os educadores a buscar desafios (SOUZA ALMEIDA, 2002, p. 28). Dessa mesma forma alguns autores, como François Dubet entrevistado por Peralva e Sposito (1997), evidenciam que muitos planos de ensino são feitos para alunos que não existem, alunos extremamente inteligentes, ou alunos que trabalham incessantemente. É mais importante que os alunos de colégio aprendam poucas coisas, mas que aprendam coisas difíceis e que as saibam. Porém, ao invés disso, o que se observa atualmente é que ensina-se cada vez mais coisas sem nunca ter o tempo de verificar se são assimiladas (PERALVA & SPOSITO, 1997). A educação não deve ser apenas pensada, mas também realizada, entretanto o que se vê hoje é a desvirtuação entre teoria e prática; os professores ou orientam para as questões teóricas ou só para a prática, como conseqüência temos teóricos que não praticam suas teorias e práticos que não as criam. É imprescindível que os professores dêem uma mesma base reflexiva tanto para teoria quanto para a

16 16 prática, de tal maneira que uma interaja com a outra, e os conhecimentos de ambas sejam mútuos e inseparáveis (COLOM, 2003). Tão importante, para o aprendizado do aluno, quanto a prática do professor em sala de aula, são os relacionamento entre professor e aluno. A construção de significados compartilhados entre professor e aluno está intimamente ligada à construção de um vínculo afetivo interpessoal, no qual estão em jogo não apenas os sentimentos, as motivações e as expectativas dos alunos, mas também os do professor. A experiência pedagógica o ensinar e o aprender é desenvolvida no vínculo (VALDEZ, 2002, p. 24). A partir desta perspectiva, apresenta-se como elemento de grande importância o estilo afetivo do professor no cotidiano escolar, como este interage com seus alunos, como organiza e administra as atividades, como oferece ajuda, como se dirige aos alunos e como elabora sua avaliação (VALDEZ, 2002). Com todos esses aspectos, Freitas (2003) conclui que a escola eficaz é aquela que, além de ensinar o conteúdo proposto nos planos já mencionados, também prepara o aluno para a autonomia, para a auto-organização e para a intervenção por uma sociedade mais justa Os Significados da Avaliação no Ensinar e no Aprender Vianna (2000, p. 22) enfatiza que a avaliação surgiu com o próprio homem, isto significa que, desde o início da civilização sempre existiu alguma forma de avaliação, vendo que o ser humano observa, julga e avalia tudo e a todos. Esta avaliação sofreu mudanças com o passar do tempo, gerando novas abordagens e tornando-se uma atividade complexa. Ampliou seu interesse, passando a observar, por exemplo, grupos de indivíduos (como alunos e professores), projetos, instituições e sistemas educacionais (VIANNA, 2000). Este autor complementa que, para que toda essa transformação tenha ocorrido, foi necessária uma série de fatores, dentre os quais se destacam a tomada de consciência dos professores diante da complexidade que é o ato de avaliar e da necessidade de definir e avaliar, como prioridade, problemas como a educação de

17 17 crianças e jovens e a extensão da educação à populações carentes. Tudo isso exigiu novas metodologias e diferentes formas de avaliar. Ainda segundo Vianna (2000), essa transformação da avaliação, que ocorreu a partir da primeira década do século XX, sofreu uma aceleração, o que acabou gerando currículos obsoletos e incompatíveis com o mundo moderno. Isso acabou refletindo nas práticas de ensino dos professores e nos materiais pedagógicos, que acabaram se tornando inúteis para um ensino de qualidade. Na década de 40, durante certo período de tempo, o termo avaliação foi utilizado com o sentido de medir. Isso ocorreu, segundo Haydt (2004, p. 8), devido ao aperfeiçoamento dos instrumentos de medida em educação, incluindo o grande impulso dado à elaboração e aplicação de testes. Mas a identificação da avaliação como medida logo mostrou ser um problema, já que não podemos medir todos os aspectos da educação. Por isso, a partir de 1960, com a organização de grupos de estudos, nos Estados Unidos, que visavam elaborar e avaliar programas educacionais, o termo avaliar voltou a se destacar na literatura, mas com novas dimensões; de início na avaliação de currículo, e posteriormente, nas demais áreas como na avaliação do processo de ensino e aprendizagem (HAYDT, 2004). Porém, atualmente, apesar de toda essa transformação da avaliação, ainda existe uma certa confusão entre avaliar e medir (VIANNA, 2000). Para Haydt (2004, p. 9), medir significa determinar a quantidade, extensão ou grau de alguma coisa, tendo por base um sistema de unidades convencionais. Os resultados de medidas são sempre números, sendo, dessa forma, objetivos e exatos. A medida sempre se refere ao aspecto quantitativo de algo. Já, a avaliação é o julgamento de algo ou alguém, tendo como base uma série de valores. Avaliar consiste, além da coleta de dados quantitativos, na coleta de dados qualitativos e na interpretação destes dados com base em critério definidos anteriormente (HAYDT, 2004). Desta forma, enquanto a mensuração é um processo descritivo (descreve quantitativamente alguma coisa), a avaliação é um processo interpretativo (julga algo ou alguém, tendo como parâmetros, padrões ou critérios previamente definidos) (HAYDT, 2004).

18 18 Com isso, tanto para Vianna (2000) quanto para Haydt (2004), medir é insuficiente e não satisfaz como instrumento de verificação de aprendizagem, pois nem todas as experiências educacionais podem ser analisadas quantitativamente. A medida não é essencial para que se tenha uma avaliação (que existe quando há um julgamento de valor) (VIANNA, 2000). De acordo com Haydt (2004), o rendimento do aluno é um espelho do trabalho desenvolvido pelo professor na sala de aula. Este professor, ao avaliar seu aluno, também está avaliando seu próprio trabalho. Dessa forma, a avaliação está sempre presente dentro do contexto escolar, e por isso o professor deve sempre observar suas técnicas de avaliar, no sentido de procurar melhorá-las cada vez mais. Ainda segundo Haydt (2004), essa avaliação deve ser contínua e sistemática, não devendo assim ser esporádica e muito menos improvisada. Mas, o que se observa com frequência, é que a avaliação aplicada pelos professores nem sempre se integra a um real projeto pedagógico. Hadji (2001) concorda com Haydt (2004) quando diz que a avaliação deve ser contínua, permitindo que o professor analise dados e não quantifique seus alunos. Dessa forma, nota-se que essa avaliação contínua, aplicada pelo professor, tem a intenção de informar tanto o professor (sobre as conquistas dos alunos) quanto seu aluno, pois a partir do reconhecimento de seus supostos erros, estes alunos são convidados a buscar outras alternativas para superá-los, o que os incentiva para uma aprendizagem mais significativa (PERRENOUD, 2007). São intenções desta natureza que caracterizam uma avaliação formativa. Assim, algumas das intenções da avaliação formativa, segundo Hadji (2001), Haydt (2004) e Perrenoud (2007) são: verificar se e de que forma os alunos estão atingindo os objetivos propostos; informar, auxiliar e orientar, permitindo que a partir de seus erros e dificuldades, o aluno consiga aprender. A avaliação não visa eliminar os alunos, mas orientá-los em sua aprendizagem. Desta forma, a importância da avaliação está em favorecer a aprendizagem e o desenvolvimento do aluno, pois ela informa sobre suas dificuldades e seus erros, tornando-o capaz de reconhecê-los e corrigi-los (HAYDT, 2004; HADJI, 2001). A avaliação também informa ao professor os efeitos de seu trabalho pedagógico (posteriormente, este

19 19 poderá regular sua ação a partir destes dados, caso seja necessário, modificando sua prática afim de uma maior variabilidade didática (HADJI, 2001). Quando este educador percebe que o sucesso não foi obtido, é preciso que ele possa entender o que não funcionou direito, onde está a falha. Justamente com esta intenção, a avaliação implica em ajudar o professor a analisar sua prática, ajudando também o aluno a analisar seu desempenho, a conhecer os objetivos e a encontrar a melhor maneira de realizar as tarefas propostas pelo professor. Como dito anteriormente, com isso, a avaliação tem a função de auxiliar o aluno a aprender (PERRENOUD, 2007), além de possibilitar ao professor, um melhor conhecimento deste aluno, julgando e ajudando-o em sua aprendizagem, durante todo o processo de ensino. Esta avaliação, quando em um contexto de ensino, tem o papel de contribuir para o êxito do aluno, ou seja, para sua construção de saberes e competências. Ela deve ser compreendida como um processo amplo da aprendizagem, que envolve responsabilidades do professor e do aluno. Também possui a função de ajudar numa boa regulação do ensino, da aprendizagem ou da formação (HADJI, 2001). Sendo assim, esta avaliação, ao invés de medir ou julgar, deve se preocupar em melhor formar seus alunos. Para tanto, Freitas (2003) e Perrenoud (2007) concordam que, desde que o ensino seja organizado de forma a individualizar o conteúdo, respeitando os ritmos de aprendizagem do aluno e seu estilo cognitivo, assim como as modalidades de ensino, todos têm a capacidade de aprender, para isto, basta o aluno trabalhar e aplicar-se. Desta forma, o papel da avaliação será auxiliar o aluno a progredir em suas dificuldades, contribuindo para a função da escola, que deve ensinar com equidade e eficácia, ou seja, deve ensinar muito a todos os alunos. Para realmente favorecer o aprendizado do aluno, a avaliação deve considerar que aprender é um processo, através do qual, o aluno revê seus conhecimentos e progride a partir das atividades realizadas. Assim, a avaliação formativa permite aproximações sucessivas do professor, com a intenção de acompanhar o desenvolvimento de seu aluno. Mas apesar dos benefícios trazidos por este tipo de avaliação, é uma avaliação somativa que prevalece nas práticas escolares. A avaliação somativa enfatiza resultados obtidos no final do processo com o intuito de atribuir conceitos aos alunos em boletins escolares que representem o quanto os alunos se aproximaram dos objetivos curriculares

20 20 preestabelecidos pela escola. Como observou Sousa (2003), a maior parte dos professores considera a avaliação como sendo a atribuição de notas aos alunos a partir da verificação do que aprendeu e, a partir daí decidir se há condições de ser promovido para a série seguinte. Com isso, constata-se que as provas escritas e orais são as principais formas de avaliação aplicadas por esta grande maioria (BASSANI & BEHAR, 2009). Essa atribuição de nota, segundo Freitas (2003) e Souza (2003) é um modo de estimular a aprendizagem e de controlar o comportamento do aluno para que este realize todas as tarefas exigidas pelo professor e se mantenha disciplinado dentro da sala de aula, já que para a maioria dos professores, o bom comportamento do aluno é um critério importante para ganhar pontos; o aluno que se adapta às solicitações, às exigências e às normas definidas tem mais possibilidades de ganhar os pontos necessários (SOUSA, 2003, p. 94). Dessa forma, a nota passar a ser um fim e não apenas uma representação do rendimento do aluno (SOUSA, 2003, p. 86), e assim, sua aprendizagem fica comprometida nesse processo. A autora também constatou que o aluno passa a freqüentar a escola apenas para conquistar os pontos necessários que o façam ser aprovado para a série seguinte, não existindo o compromisso deste com sua aprendizagem. Estes alunos chegam até a não ir mais à escola quando já conseguiram notas suficientes para passar de ano. Dessa forma, a avaliação passa a ser uma mercadoria, uma motivação para o estudo, já que os alunos passam a aprender para trocar por nota. Vê-se que estes alunos estão cada vez mais conformados a relacionar a aprendizagem há algo que só tem valor para conseguir notas, esta troca pela nota assume o lugar da importância do próprio conhecimento como construção pessoal e poder de interferência no mundo (FREITAS, 2003, p. 28). Ainda segundo o autor, os alunos passam a aprender para mostrar seu conhecimento ao professor, e não para intervir na realidade da sociedade atual. Freitas (2003), analisando a avaliação na sala de aula, conclui que esta é composta por três aspectos. O primeiro é o aspecto instrucional, através do qual avalia-se o domínio de habilidades e conteúdos em provas, trabalhos e atividades para nota. Para este elemento, a avaliação serve para saber o que o aluno aprendeu, mas este não é o aspecto mais importante da avaliação.

mhtml:file://c:\a\espaço PEDAGÓGICO online\smec\avaliação Formativa.mht

mhtml:file://c:\a\espaço PEDAGÓGICO online\smec\avaliação Formativa.mht Page 1 of 5 e seu sentido de melhoria do processo de ensino-aprendizagem Para que Avaliar? Para conhecer melhor o aluno/a Para julgar a aprendizagem durante o processo de ensino Para julgar globalmente

Leia mais

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para que a Educação Infantil no município de Piraquara cumpra as orientações desta Proposta Curricular a avaliação do aprendizado e do desenvolvimento da criança, como

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DO PROCESSO AVALIATIVO DESENVOLVIDO NAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA EM ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE JÚLIO DE CASTILHOS

ANÁLISE COMPARATIVA DO PROCESSO AVALIATIVO DESENVOLVIDO NAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA EM ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE JÚLIO DE CASTILHOS ANÁLISE COMPARATIVA DO PROCESSO AVALIATIVO DESENVOLVIDO NAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA EM ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE JÚLIO DE CASTILHOS GT 07 Educação Matemática, avaliação e inclusão escolar. Francine Monteiro,

Leia mais

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM Helena Harumi Maruyama G Pedagogia INESUL LONDRINA PR Orientadora Ms. Maria Eliza Corrêa Pacheco D Pedagogia INESUL LONDRINA PR PAINEL e-mail:

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia Faculdades Integradas Mato - Grossenses de Ciências Sociais e Humanas Missão: Formar cidadãos, através da educação, para atuar de forma transformadora, ética e crítica, no contexto profissional e social

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Curso de Engenharia da Computação RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 CATEGORIAS & DIMENSÕES AVALIADAS: Discentes: Desempenho docente e Projeto Pedagógico

Leia mais

O DESAFIO DA AVALIAÇÃO EM CURSOS SUPERIORES A DISTÂNCIA

O DESAFIO DA AVALIAÇÃO EM CURSOS SUPERIORES A DISTÂNCIA O DESAFIO DA AVALIAÇÃO EM CURSOS SUPERIORES A DISTÂNCIA Maio de 2008 Marina Caprio Faculdade Interativa COC marinacaprio@coc.com.br Karen Bortoloti Faculdade Interativa COC bortoloti@coc.com.br Categoria

Leia mais

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão

Leia mais

Orientações para avaliação

Orientações para avaliação AVALIAÇÃO A concepção de avaliação dos Parâmetros Curriculares Nacionais vai além da visão tradicional, que focaliza o controle externo do aluno mediante notas ou conceitos, para ser compreendida como

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

AVANÇOS NAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO

AVANÇOS NAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO AVANÇOS NAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO 1 Jussara Hoffmann Sobre a avaliação Para se debater o sistema de avaliação das aprendizagens, primeiro é preciso compreender o termo avaliar com a amplitude

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO-CURRICULAR, ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E DOS PLANOS DE ENSINO 1

AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO-CURRICULAR, ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E DOS PLANOS DE ENSINO 1 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO-CURRICULAR, ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E DOS PLANOS DE ENSINO 1 A avaliação da escola é um processo pelo qual os especialistas (diretor, coordenador pedagógico) e os professores

Leia mais

A Recuperação Intensiva do Ensino Fundamental: a opinião de professores de Matemática sobre o erro do aluno

A Recuperação Intensiva do Ensino Fundamental: a opinião de professores de Matemática sobre o erro do aluno A Recuperação Intensiva do Ensino Fundamental: a opinião de professores de Matemática sobre o erro do aluno Ambrosio, Ana Cristina da Silva.¹ GD2: Educação Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2010/10. Curso tecnológico em Redes de Computadores

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2010/10. Curso tecnológico em Redes de Computadores CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2010/10 Curso tecnológico em Redes de Computadores CATEGORIAS & DIMENSÕES AVALIADAS:

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

AVALIAÇÃO: Uma prática constante no processo de ensino e aprendizagem. Palavras-chave: Avaliação. Ensino e aprendizagem. Docente. Prática pedagógica

AVALIAÇÃO: Uma prática constante no processo de ensino e aprendizagem. Palavras-chave: Avaliação. Ensino e aprendizagem. Docente. Prática pedagógica AVALIAÇÃO: Uma prática constante no processo de ensino e aprendizagem Resumo Maria Rita Leal da Silveira Barbosa * Angélica Pinho Rocha Martins ** É sabido que a prática de avaliação é uma intervenção

Leia mais

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR NA PRÁTICA PEDAGÓGICA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR NA PRÁTICA PEDAGÓGICA Autora: GASPAR, Magna Lúcia Furlanetto gasparzinha@seed.pr.gov.br Orientadora: LEVANDOVSKI, Ana Rita anarita.faficop@yahoo.com.br A

Leia mais

CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES. Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva

CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES. Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva 1 Conteúdo: Concepções Pedagógicas Conceitos de Educação; Pedagogia; Abordagens Pedagógicas: psicomotora, construtivista,

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Maribel Manfrim Rohden PUCPR Ana Maria Eyng PUCPR Este trabalho apresenta a reflexão desenvolvida num projeto de

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Assim, a avaliação da aprendizagem possibilita ao professor consciência sobre o curso dos processos e dos resultados educativos.

Assim, a avaliação da aprendizagem possibilita ao professor consciência sobre o curso dos processos e dos resultados educativos. SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO III- A PORTARIA E/SAPP Nº 48/2004: ASPECTOS CENTRAIS Uma concepção de avaliação Os artigos 1º e 2º da Portaria E/SAPP 48/04 destacam a concepção de avaliação que fundamenta

Leia mais

Formação de professores do Ensino Médio

Formação de professores do Ensino Médio Formação de professores do Ensino Médio Etapa I Caderno VI Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio A Avaliação no Ensino Médio Ocimar Alavarse Gabriel Gabrowski Mediadora: Viviane Aparecida

Leia mais

PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO NO ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA

PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO NO ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO NO ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA Elisa Cristina Amorim Ferreira Universidade Federal de Campina Grande elisacristina@msn.com RESUMO: O trabalho docente é uma atividade

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

Gestão escolar: revendo conceitos

Gestão escolar: revendo conceitos Gestão escolar: revendo conceitos Myrtes Alonso É um equívoco pensar que o desempenho da escola se expressa apenas nos resultados da aprendizagem obtidos nas disciplinas e que é fruto exclusivo do trabalho

Leia mais

O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇOES E AÇÕES DO PIBID PARA FORMAÇÃO INICIAL DOS BOLSISTAS.

O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇOES E AÇÕES DO PIBID PARA FORMAÇÃO INICIAL DOS BOLSISTAS. O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇOES E AÇÕES DO PIBID PARA FORMAÇÃO INICIAL DOS BOLSISTAS. 1 Marcos Antonio de Sousa Rodrigues Bolsista/ PIBID/ UESPI 2 Sara Juliana Lima Ferreira Bolsista/

Leia mais

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Graduanda em Pedagogia - UFPI Patrícia Sara Lopes Melo Mestre em Educação

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA

A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA Cácia Cristina França Rehem 1 Daiane de Oliveira Valasques 2 Najla da Silva Santos 3 Resumo:

Leia mais

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS Resumo Manuelli Cerolini Neuenfeldt 1 Silvia Maria de

Leia mais

Resolução SME N 24/2010

Resolução SME N 24/2010 Resolução SME N 24/2010 Dispõe sobre orientações das rotinas na Educação Infantil, em escolas e classes de período integral da rede municipal e conveniada, anexos I e II desta Resolução, com base no Parecer

Leia mais

A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE

A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE Ana Paula Moura da Silva (UNEAL / SENAI-AL) Israel Silva de Macêdo (SENAI-AL, UNIAFRA, FRM) Resumo Esta pesquisa apresenta uma reflexão sobre

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM

AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM Kelly Cristina Sabadin kellysabadin@hotmail.com RESUMO A avaliação da aprendizagem escolar se faz presente em todas as instituições de ensino. É o tema mais

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS.

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS. N 430 - OLIVEIRA Eloiza da Silva Gomes de, ENCARNAÇÃO Aline Pereira da, SANTOS Lázaro ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS. O Vestibular se reveste de grande

Leia mais

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL *Drisner, Thales thalesjacmt@hotmail.com *Ferreira, Leandra Diniz Lediniz10@hotmail.com 1 *Oliveira, Elizabete Gaspar elisabetegasparo@hotmail.com 2 RESUMO Este artigo, intitulado

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM AUTORA: JUSSARA OLIVEIRA DE

Leia mais

Problema de Aprendizagem: Possíveis Intervenções Psicopedagógicas

Problema de Aprendizagem: Possíveis Intervenções Psicopedagógicas Problema de Aprendizagem: Possíveis Intervenções Psicopedagógicas *Vanessa Ferreira Silva Breve histórico da psicopedagogia De acordo com Bossa (2000, p.37) a psicopedagogia surgiu na Europa, mais precisamente

Leia mais

MÍDIAS SOCIAIS COMO FERRAMENTA EDUCACIONAL REGRAS ABERTAS PARA UMA PARTICIPAÇÃO EFETIVA

MÍDIAS SOCIAIS COMO FERRAMENTA EDUCACIONAL REGRAS ABERTAS PARA UMA PARTICIPAÇÃO EFETIVA MÍDIAS SOCIAIS COMO FERRAMENTA EDUCACIONAL REGRAS ABERTAS PARA UMA PARTICIPAÇÃO EFETIVA Mário Taveira Martins 1 (IF-SERTÃO PE) Lucas Samir Silva de Matos 2 (IF-SERTÃO PE) Resumo: Este artigo foi elaborado

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE PROJETO AVALIAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA MAFRA 2009 Núcleo de Ciências da Saúde e Meio Ambiente

Leia mais

O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Thayssa Stefane Macedo Nascimento Graduanda do curso de Pedagogia da UFPI RESUMO O presente trabalho discute acerca da avaliação na educação infantil tendo como

Leia mais

O Significado da Avaliação

O Significado da Avaliação 49 O Significado da Avaliação 1 INTRODUÇÃO Angela Maria Dal Piva Avaliar faz parte do ato educativo. Avalia-se para diagnosticar avanços e entraves, para interferir, agir, problematizar, e redefinir os

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS ISSN 2316-7785 FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS José André Tavares de Oliveira Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

A PROVA COMO INSTRUMENTO INCOMPLETO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EDUCACIONAL. PALAVRAS-CHAVE: Avaliação; aprendizagem; prova; educador.

A PROVA COMO INSTRUMENTO INCOMPLETO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EDUCACIONAL. PALAVRAS-CHAVE: Avaliação; aprendizagem; prova; educador. 110 A PROVA COMO INSTRUMENTO INCOMPLETO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EDUCACIONAL Josilene Lima Ribeiro de Góis 1 Flavio Lecir Barbosa ² RESUMO: Este trabalho trata do processo de ensino-aprendizagem. Para

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NA DISCIPLINA DE ARTE

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NA DISCIPLINA DE ARTE 1 UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE ARTES VILZA DIAS DA COSTA A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NA DISCIPLINA DE ARTE Trabalho de conclusão do curso de Graduação, habilitação

Leia mais

José Orlando Lima de Morais. Atividade de Portfólio caderno 06

José Orlando Lima de Morais. Atividade de Portfólio caderno 06 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ SECRETÁRIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO PARÁ. PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO José Orlando Lima de Morais Atividade de Portfólio

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

AVALIAÇÃO NO ENSINO A DISTÂNCIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS

AVALIAÇÃO NO ENSINO A DISTÂNCIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS AVALIAÇÃO NO ENSINO A DISTÂNCIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS Letícia Palhares Ferreira 1 Grupo 2.4. Docência na educação a distância: Planejamento, avaliação e acompanhamento RESUMO: A presente reflexão

Leia mais

Sugestão de Planejamento da Semana Pedagógica

Sugestão de Planejamento da Semana Pedagógica GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE ARAGUAINA SETOR REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO E ENSINO INTEGRAL Sugestão de Planejamento da Semana

Leia mais

UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN. Natal/RN, 05/2009.

UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN. Natal/RN, 05/2009. 1 UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN Natal/RN, 05/2009. Auta Stella de Medeiros Germano - SEDIS-UFRN - autastella@yahoo.com.br Categoria (Gerenciamento e Logística)

Leia mais

PROJETOS DE ENSINO I DA JUSTIFICATIVA

PROJETOS DE ENSINO I DA JUSTIFICATIVA I DA JUSTIFICATIVA PROJETOS DE ENSINO O cenário educacional atual tem colocado aos professores, de modo geral, uma série de desafios que, a cada ano, se expandem em termos de quantidade e de complexidade.

Leia mais

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO 1 POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO SOUSA, Grazielle de Jesus Leal de 1 RESUMO O ensino de língua portuguesa ainda é visto por muitas pessoas como um ensino mecânico, cheio de regras e

Leia mais

ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL

ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL Departamento de Educação 1 ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL Aluna: Ana Carolina de Souza e Paula Gomes Orientadora: Maria Inês G.F. Marcondes de Souza Introdução Esse texto é resultado

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Curso de Bacharelado em Odontologia RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 CATEGORIAS & DIMENSÕES AVALIADAS: Discentes: Desempenho Docente e Projeto Pedagógico

Leia mais

TECNOLOGIA ASSISTIVA COMO APOIO À AÇÃO DOCENTE. Gilda Pereira da Silva 1, Adriano Rodrigues Ruiz 2

TECNOLOGIA ASSISTIVA COMO APOIO À AÇÃO DOCENTE. Gilda Pereira da Silva 1, Adriano Rodrigues Ruiz 2 66 TECNOLOGIA ASSISTIVA COMO APOIO À AÇÃO DOCENTE Gilda Pereira da Silva 1, Adriano Rodrigues Ruiz 2 1 Mestre em Educação pela Universidade Paulista UNOESTE. 2 Docente do Mestrado em Educação na Universidade

Leia mais

1 Especialista em Treinamento Físico-Despotivo, UFPI 2 Docente do Departamento de Educação Física, UFPI

1 Especialista em Treinamento Físico-Despotivo, UFPI 2 Docente do Departamento de Educação Física, UFPI A PRÁTICA AVALIATIVA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO NO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA (CEFET) DE TERESINA PI Ayse Suzel Martins 1 Ana Maria da Silva Rodrigues 2 1 Especialista em Treinamento

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA & TECNOLOGIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS. BIEMBENGUT, Maria Salett- Universidade Regional de Blumenau - salett@furb.

MODELAGEM MATEMÁTICA & TECNOLOGIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS. BIEMBENGUT, Maria Salett- Universidade Regional de Blumenau - salett@furb. MODELAGEM MATEMÁTICA & TECNOLOGIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS BIEMBENGUT, Maria Salett- Universidade Regional de Blumenau - salett@furb.br SANTOS, Selma dos Universidade Regional de Blumenau - selmasantos@senai-sc.ind.br

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ A N E X O I E D I T A L D E C O N C U R S O P Ú B L I C O Nº 01/2015 D O S R E Q U I S I T O S E A T R I B U I Ç Õ E S D O S C A R G O S RETIFICAÇÃO

Leia mais

AVALIAÇÃO POR COMPETÊNCIAS Um início de conversa com os professores... 1

AVALIAÇÃO POR COMPETÊNCIAS Um início de conversa com os professores... 1 AVALIAÇÃO POR COMPETÊNCIAS Um início de conversa com os professores... 1 Ao pensarmos em uma educação para um mundo melhor e tomando como referência os pilares da educação,temos a consciência da complexidade

Leia mais

A pesquisa na formação do professor

A pesquisa na formação do professor A pesquisa na formação do professor Karen Maria Jung Introdução Este trabalho tem por objetivo mostrar como a pesquisa, na formação de novos professores, é abordada nos diferentes cursos de Licenciatura

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Curso de Bacharelado em Enfermagem RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 CATEGORIAS & DIMENSÕES AVALIADAS: Discentes: Desempenho Docente e Projeto Pedagógico

Leia mais

O que é o projeto político-pedagógico (PPP)

O que é o projeto político-pedagógico (PPP) O que é o projeto político-pedagógico (PPP) 1 Introdução O PPP define a identidade da escola e indica caminhos para ensinar com qualidade. Saiba como elaborar esse documento. sobre ele: Toda escola tem

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012

PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012 PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012 1. INTRODUÇÃO: Na lógica do Decreto-Lei 6/2001, de 18 de janeiro, a avaliação constitui um processo regulador das aprendizagens, orientador do percurso escolar

Leia mais

AVALIAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR: MODALIDADES, FUNÇÕES E INSTRUMENTOS AVALIATIVOS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

AVALIAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR: MODALIDADES, FUNÇÕES E INSTRUMENTOS AVALIATIVOS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR: MODALIDADES, FUNÇÕES E INSTRUMENTOS AVALIATIVOS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Juliana Damasceno de Oliveira; Priscilla Campiolo Manesco Paixão RESUMO: Esta pesquisa

Leia mais

Reflexões a respeito da disciplina Pesquisa e prática pedagógica dos cursos de licenciatura do UniCEUB

Reflexões a respeito da disciplina Pesquisa e prática pedagógica dos cursos de licenciatura do UniCEUB Reflexões a respeito da disciplina Pesquisa e prática pedagógica dos cursos de licenciatura do UniCEUB 1 Breve histórico Carlos Charalambe Panagiotidis 1 Em 4 de março de 2002, o Diário Oficial da União

Leia mais

PROJETO. A relação professor x aluno é de grande importância para a formação de um cidadão crítico e consciente no futuro.

PROJETO. A relação professor x aluno é de grande importância para a formação de um cidadão crítico e consciente no futuro. UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES Projeto: A vez do Mestre Curso: Psicopedagogia Aluna: Valeria Raquel dos Santos PROJETO Tema: Avaliação na Pré-escola. Problema: O processo de avaliação na pré-escola é utilizado

Leia mais

Avaliação na Educação Infantil Legislação e Pesquisas

Avaliação na Educação Infantil Legislação e Pesquisas Avaliação na Educação Infantil Legislação e Pesquisas Maévi Anabel Nono UNESP Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas Departamento de Educação São José do Rio Preto Diversos pesquisadores têm

Leia mais

IMPLICAÇÕES DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO NA PRÁTICA DA AVALIAÇÃO DE UM COLÉGIO ESTADUAL

IMPLICAÇÕES DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO NA PRÁTICA DA AVALIAÇÃO DE UM COLÉGIO ESTADUAL IMPLICAÇÕES DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO NA PRÁTICA DA AVALIAÇÃO DE UM COLÉGIO ESTADUAL CASTELEINS, VERA LÚCIA PUCPR Mestre em Educação e Professora do Curso de Pedagogia, Licenciaturas e Curso Superior

Leia mais

PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO

PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO ISSN 2316-7785 PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO RESUMO Karen Rodrigues Copello Universidade Federal de Santa Maria karen_keruso@hotmail.com Debora Silvana Soares Universidade

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

A MODELAÇÃO DO CURRÍCULO DE HISTÓRIA PARA O ENSINO MÉDIO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

A MODELAÇÃO DO CURRÍCULO DE HISTÓRIA PARA O ENSINO MÉDIO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A MODELAÇÃO DO CURRÍCULO DE HISTÓRIA PARA O ENSINO MÉDIO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS FURTADO, Claudia Mendes de Abreu Graduada em História pela UFPE, Especialista em Educação de Jovens e Adultos pela

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Planejamento e Avaliação da Educação Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário resumo) Aspectos históricos

Leia mais

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SOB O OLHAR DE FORMANDAS EM PEDAGOGIA

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SOB O OLHAR DE FORMANDAS EM PEDAGOGIA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SOB O OLHAR DE FORMANDAS EM PEDAGOGIA Aleciane Carmagos Nunes Ana Cláudia dos Santos Lima Nayara de Oliveira Souza Adriana A. Martins Faculdade Católica de Uberlândia Quando

Leia mais

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O TRABALHO DO TUTOR COMO MEDIADOR DO CONHECIMENTO SOEK, Ana Maria (asoek@bol.com.br) Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Brasil HARACEMIV,

Leia mais

O ENSINO DOS DIFERENTES SABERES

O ENSINO DOS DIFERENTES SABERES O ENSINO DOS DIFERENTES SABERES Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão Educacional

Leia mais

O ENSINO DA MATEMÁTICA ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

O ENSINO DA MATEMÁTICA ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS O ENSINO DA MATEMÁTICA ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS ROMERO *, Danielle D avila danvila@ig.com.br Resumo O trabalho se propõe a discorrer sobre algumas concepções acerca da resolução de problemas em

Leia mais

PROVA BRASIL: A AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 5º ANO

PROVA BRASIL: A AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 5º ANO PROVA BRASIL: A AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 5º ANO Sylmara Fagundes da Silva Sylmara.fagundes@hotmail.com RESUMO O presente trabalho teve como objetivo analisar os resultados das

Leia mais

Ensino Médio Projeto Eu Para

Ensino Médio Projeto Eu Para Ensino Médio Projeto Eu Para O Ensino Médio, etapa final da Escola Básica, possui caráter de terminalidade e tem por finalidade: a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no Ensino

Leia mais

AUTORES: CASTRO, M. S.; SANTANA N. F. O.; BILMAIA R. A.

AUTORES: CASTRO, M. S.; SANTANA N. F. O.; BILMAIA R. A. TÍTULO: AS DIFICULDADES E AS COMPLEXIDADES ENCONTRADAS NA ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DENTRO DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO E O RELACIONAMENTO COM O DESENVOLVIMENTO INFANTIL RESUMO AUTORES: CASTRO, M.

Leia mais

CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO MARKETING

CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO MARKETING CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2010/01 CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO MARKETING CATEGORIAS & DIMENSÕES AVALIADAS:

Leia mais

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A escola católica será uma instituiçao com mística evangelizadora UMA ESCOLA A SERVIÇO DA PESSOA E ABERTA A TODOS UMA ESCOLA COM

Leia mais

Agora que já sabemos como funciona a atuação da Psicopedagogia Institucional,

Agora que já sabemos como funciona a atuação da Psicopedagogia Institucional, Psicopedagogia institucional na escola: desafios e processos Agora que já sabemos como funciona a atuação da Psicopedagogia Institucional, vamos nos deter na atuação psicopedagógica institucional escolar

Leia mais

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar Ulisses F. Araújo * * Professor Doutor da Universidade de São Paulo. Escola de Artes, Ciências e Humanidades. 1 Um dos objetivos

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA RESUMO Alba Patrícia Passos de Sousa 1 O presente artigo traz como temática o ensino da língua inglesa na educação de jovens e adultos (EJA),

Leia mais

AVALIAR PARA MUDAR E ESTIMULAR A RESPONSABILIDADE NO ALUNO

AVALIAR PARA MUDAR E ESTIMULAR A RESPONSABILIDADE NO ALUNO AVALIAR PARA MUDAR E ESTIMULAR A RESPONSABILIDADE NO ALUNO ANTUNES, Vera Soares¹; VIEIRA, Flavia Rodrigues²; NASCIMENTO, Rosangela Conceição Gomes ³ Resumo Este artigo tem o objetivo de discutir os processos

Leia mais

A MATEMÁTICA FINANCEIRA COMO AUXÍLIO À REFLEXÃO SOBRE A COMPRA DE BENS DE CONSUMO

A MATEMÁTICA FINANCEIRA COMO AUXÍLIO À REFLEXÃO SOBRE A COMPRA DE BENS DE CONSUMO A MATEMÁTICA FINANCEIRA COMO AUXÍLIO À REFLEXÃO SOBRE A COMPRA DE BENS DE CONSUMO GT 02 Educação Matemática no Ensino Médio e Ensino Superior Janete Jacinta Carrer Soppelsa UCS - jsopelsa@gmail.com Raquel

Leia mais

APRENDENDO A SER PROFESSOR: do discurso à prática

APRENDENDO A SER PROFESSOR: do discurso à prática APRENDENDO A SER PROFESSOR: do discurso à prática INTRODUÇÃO Moara Barboza Rodrigues O presente artigo tem como objetivo analisar o processo de formação docente atual por meio da leitura dos textos trabalhados

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 Resenha de livro Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 A presente resenha do livro de Moretto, (2007) em sua 2 edição tem o intuito de mostrar que a avaliação é um

Leia mais

A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES?

A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES? A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES? BARREIROS, Marat Guedes Especialização em Gestão Estratégica de Recursos Humanos Coordenador de Curso, Professor Faculdade do Guarujá GODOY, Valdir

Leia mais

8.02.00.00-1 LETRAS PRESENÇA DE MODELOS TEÓRICOS EM UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Giovanna Roggi

8.02.00.00-1 LETRAS PRESENÇA DE MODELOS TEÓRICOS EM UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Giovanna Roggi 8.00.00.00-2 LINGUÍSTICA, LETRAS E ARTES 8.02.00.00-1 LETRAS PRESENÇA DE MODELOS TEÓRICOS EM UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Giovanna Roggi Curso de Letras Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Arte

Leia mais