Call Center Management na Infineon Technologies

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Call Center Management na Infineon Technologies"

Transcrição

1 Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Licenciatura em Engenharia Informática e Computação na Infineon Technologies Relatório do Estágio Curricular da LEIC 2003 Miguel Pereira Torcato David Orientadora na FEUP: Engenheira Ana Paiva Orientador na Infineon Technologies: Engenheiro Josué Vilas Boas Setembro de 2003

2 O conteúdo deste relatório é de carácter reservado para a Infineon Technologies AG, pelo que não deverá ser feita qualquer cópia ou divulgação do mesmo durante um período de 3 anos, sem autorização prévia da entidade acima referida. Relatório de estágio de Miguel David ii

3 Resumo O presente relatório documenta o projecto de estágio denominado, realizado no âmbito do Estágio Curricular da Licenciatura em Engenharia Informática e Computação da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, que decorreu na Infineon Technologies, Fabrico de Semicondutores, S.A. O estágio divide-se em três partes: acesso via Web, integração e adaptação às necessidades da empresa. A primeira parte consiste na elaboração de um conjunto de páginas Web que permita aos trabalhadores da Infineon Porto (IFPT) ver o estado dos seus tickets (pedidos / problemas colocados ao Helpdesk). A segunda parte consiste na integração da ferramenta utilizada no Helpdesk o Action Request System (ARS) para o registo directo de problemas, com a ferramenta utilizada para a gestão do processo de pedidos e Customer Requests Management (CRM) o Lotus Notes, uma vez que um pedido autorizado se transforma numa tarefa a executar. A terceira parte consiste na adaptação do ARS às necessidades da IFPT, nomeadamente a separação entre problemas e pedidos, a automatização de relatórios, etc. As duas primeiras partes do projecto foram realizadas dentro do calendário previsto e estão hoje em produção na fábrica. A terceira parte foi parcialmente substituída por um estudo comparativo dos sistemas de Workflow em uso na empresa e por um módulo de geração de gráficos para relatórios, por impossibilidade de concretizar as condições necessárias à respectiva execução, alheias ao autor. Relatório de estágio de Miguel David iii

4 Agradecimentos Agradeço a ambos os meus orientadores, o Eng.º Josué Vilas Boas pela Infineon e a Eng.ª Ana Paiva pela FEUP por me terem ajudado a manter o caminho certo. Agradeço aos colegas que trabalharam na sala comigo por me aturarem, chatearem, ajudarem e basicamente estarem lá todos os dias: Tiago Silva, João Campos, Nuno Ferreira e Albano Araújo. Agradeço a todos os colaboradores do departamento de IT da Infineon e da HP Tecnidata (Helpdesk) pela ajuda que me deram e hospitalidade que mostraram, em particular aos que acompanharam o meu trabalho mais de perto, nomeadamente a Sandra Borges e o Sérgio Sousa. Agradeço a todos os que comentaram este relatório, por terem posto à vista inconsistências que o autor nunca é capaz de ver. Agradeço finalmente à minha família mais próxima por me ter aturado nos dias mais esgotantes. Relatório de estágio de Miguel David iv

5 Índice de Conteúdos 1. Introdução Apresentação da Infineon... 1 O site do Porto... 2 O departamento de IT Projecto na Infineon... 3 Contexto... 3 Objectivos Organização e estruturação do documento Análise do problema global do projecto O departamento de IT e a importância de um Helpdesk O funcionamento do Helpdesk Action Request System... 7 Arquitectura do ARS... 8 Componentes do ARS... 9 Classificação de problemas no ARS...10 Classes de Utilizadores do ARS Características da Base de Dados do ARS Licenças do ARS Lotus Notes Groupware e Workflow, uma comparação entre o Lotus Notes e o ARS IT Requests Workflow Sistema de estudo e ambiente de desenvolvimento Características do projecto Colocação de dados dos tickets na Web (Fase I) Análise do problema Problema Pedido Revisão tecnológica Remedy Web ARWeb Interface desenvolvida dentro da organização Comparação das soluções Especificação Requisitos para esta fase do projecto Utilizadores Notação Implementação Arquitectura da solução Interface gráfica Optimização das perguntas SQL Usabilidade Relatório de estágio de Miguel David v

6 3.5. Avaliação de resultados, melhorias e evoluções Integração entre o ARS e o Lotus Notes (Fase II) Análise do problema Revisão tecnológica Especificação Requisitos para esta fase do projecto Implementação Arquitectura da solução Metodologia Formatos dos s Segurança Avaliação de resultados, melhorias e evoluções Adaptação do ARS às necessidades da empresa (Fase III) Análise do problema Implementação Avaliação de resultados, melhorias e evoluções Módulo de geração de gráficos (substituição da Fase III) Análise do problema Revisão tecnológica Especificação Requisitos para esta fase do projecto Implementação Arquitectura da solução Interface gráfica Avaliação de resultados, melhorias e evoluções Conclusões Conclusões do projecto Conclusões do estágio Terminologia e acrónimos Referências e Bibliografia...59 A. Cronologia do site do Porto...63 Relatório de estágio de Miguel David vi

7 Índice de Figuras Figura 1 Mapa das fábricas Infineon... 2 Figura 2 Localização da Fábrica de Vila Conde... 2 Figura 3 Exemplo de um formulário do ARS... 8 Figura 4 Arquitectura do ARS... 8 Figura 5 Diagrama de classes de problemas Figura 6 Processo de pedidos e problemas Figura 7 Contexto do projecto Figura 8 Diagrama de sequência de um problema Figura 9 Diagrama de estados de um Problema (ticket) Figura 10 Diagrama de sequência de um Pedido Figura 11 Diagrama de estados de um Pedido Figura 12 Arquitectura do ARWeb Figura 13 Arquitectura da solução com o módulo HelpDesk Tickets Figura 14 Estrutura das páginas do módulo HelpDesk Tickets Figura 15 Página Inicial Figura 16 Barra de navegação e tickets abertos Figura 17 Tickets em vários estados Figura 18 Ticket Figura 19 Pesquisa avançada Figura 20 Pesquisa avançada do administrador Figura 21 Estatísticas Figura 22 Hipótese ODBC Figura 23 Arquitectura da solução com Templates Figura 24 Arquitectura da solução de integração do lado do Lotus Notes Figura 25 Diagrama de sequência de s na integração (fase testes) Figura 26 Diagrama de sequência de s na integração (fase produtiva)...44 Figura 27 Template de de uma pergunta ao ARS Figura 28 Template de para a submissão de um ticket no ARS Figura 29 Caso de uso da geração de relatórios Figura 30 Caso de uso após a implementação do módulo de geração de gráficos Relatório de estágio de Miguel David vii

8 Figura 31 Página inicial dos relatórios Figura 32 Exemplo de um gráfico gerado pelo módulo Figura 33 Inauguração oficial da fábrica Relatório de estágio de Miguel David viii

9 Índice de Tabelas Tabela 1 Exemplos de sistemas colaborativos agrupados por tempo e espaço [22] Tabela 2 Comparação entre o ARS e o Lotus Notes Tabela 3 Lista de prefixos de código e tipos Tabela 4 Mapeamento entre pedidos e tickets Relatório de estágio de Miguel David ix

10 1. Introdução 1.1. Apresentação da Infineon The name Infineon Technologies AG is derived from infinity and eon (ancient Greek for eternity), conjuring up the concepts of endless possibility, permanence, innovation and reliability characteristics that are true of a dynamic and future-oriented semiconductor company such as Infineon Technologies. [24] A Infineon Technologies AG foi fundada a 1 de Abril de 1999 como empresa do grupo Siemens que abrangia toda a área de semicondutores. Isto foi uma preparação para a oferta pública de uma parte significativa da Infineon em 13 de Março de 2000 nas bolsas de Frankfurt e Nova Iorque. No fim de 2001, a Siemens reduziu a sua participação económica nas acções da Infineon para 41,3 %. Ter-se separado da Siemens permitiu à Infineon avançar de uma forma mais dinâmica e rápida no mercado de semicondutores. Como empresa independente, a Infineon é mais flexível e pode, por isso, responder de uma forma mais eficaz a variações de mercado. Para além disso, encontra-se numa posição favorável para poder obter clientes junto dos concorrentes da empresa-mãe (Siemens). A sede da Infineon está onde a Infineon nasceu, na Alemanha, mais precisamente em Munique onde o CEO (Chief Executive Officer) da Infineon, o Dr. Ulrich Schumacher, chefia a empresa. Dividida em quatro áreas de negócio - Comunicações, Soluções Móveis Seguras, Automóveis & Electrónica Industrial e Memórias - a Infineon oferece soluções para um largo espectro de produtos semicondutores e, para tal, conta com alguns parceiros estratégicos de renome mundial: IBM, Toshiba, Nanya, Nokia, Ericsson, Cisco Systems, Alcatel e Sony. Hoje, a Infineon é uma das dez maiores empresas mundiais de semicondutores e ocupa o segundo lugar na Europa. Espalhada um pouco por todo o mundo em países como a Alemanha, Áustria, França, Inglaterra, Portugal, Estados Unidos da América, Taiwan e Malásia esta empresa tem ao todo 16 locais de manufactura e 27 centros de I&D, empregando actualmente cerca de pessoas em três continentes. Relatório de estágio de Miguel David 1

11 Figura 1 Mapa das fábricas Infineon A estrutura simplificada da empresa consiste em dois tipos de fábricas: Front-End (fase inicial da produção do chip de memória) e Back-End (fase final da qual resulta o produto acabado). O site do Porto A fábrica de Vila do Conde entra nesta estrutura como um Back-End na área das memórias para computadores, isto é, recebe wafers (bolachas de circuitos integrados) das fábricas de White Oak (EUA) e Dresden (Alemanha), processa-as e envia o produto acabado (chips DRAM de 64, 128 e 256MB) para os centros de distribuição da Infineon AG, de onde vai para os clientes finais. 1 Figura 2 Localização da Fábrica de Vila Conde 1 Para mais informações sobre o site do Porto ver o anexo A. Cronologia do site do Porto Relatório de estágio de Miguel David 2

12 O departamento de IT O departamento de IT (Information Technologies) tem como objectivo suportar os processos centrais de negócio da Infineon Portugal. As principais áreas suportadas são: infra-estruturas informáticas, sistemas de informação, sistemas de produção, segurança e protecção de dados e administração geral. Seguindo as tendências actuais, o departamento tem uma hierarquia muito horizontal de forma a desempenhar as suas funções com flexibilidade e qualidade. No entanto, como já tem um número razoável de pessoas, está divido nalgumas áreas de actuação: IFR (Infrastructures): grupo com responsabilidades a nível das infra-estruturas informáticas; MES (Manufacturing Execution Systems): grupo que tem como objectivo fornecer soluções que aumentem a eficiência dos processos de produção; MEI (Manufacturing Equipment Integration): grupo que tem responsabilidades a nível da integração dos equipamentos de fabrico entre si e os restantes sistemas; SAP (Systems, Applications and Products): grupo que é responsável pela gestão, suporte e desenvolvimento de todas as aplicações e módulos baseados no ERP SAP R/3 (Sistema de Informação utilizado na Infineon); MDA (Manufacturing Data Analysis): grupo que trata da análise dos dados provenientes da fábrica. Existem outros grupos responsáveis por outras áreas. O projecto desenvolvido no estágio foi no âmbito do grupo de IFR Projecto na Infineon Contexto O projecto surgiu na IFPT a partir de uma necessidade do departamento de IT. O IT, não sendo o negócio central da empresa, serve de suporte à mesma. Assim, entre as suas principais actividades, está a manutenção de todo o material informático (software e hardware). Parte desta actividade está directamente relacionada com o Helpdesk. Isto é, todos os problemas que os colaboradores da IFPT tiverem (por ex.: rato avariado, aplicação que deixou de funcionar, máquina que não responde, etc.), assim como os seus pedidos (por ex.: instalação de programas que não constem da instalação standard do PC, requisição de portáteis, instalação de telefones, etc.) são direccionados de uma forma ou outra para o Helpdesk que trata de os resolver. Os problemas e os pedidos são designados genericamente por tickets. A necessidade geral que surgiu foi a de um melhor funcionamento do Helpdesk, uma vez que a fábrica tem aumentado nos últimos tempos e o Helpdesk deve ter todos os seus processos afinados de modo a não perder tempo útil com tarefas sem valor acrescentado. Esta necessidade geral pode ser repartida em três necessidades mais específicas. A primeira consiste na possibilidade dos colaboradores da IFPT poderem ver o estado dos seus pedidos / problemas sem terem que se deslocar junto do Helpdesk. Esta necessidade deu Relatório de estágio de Miguel David 3

13 origem à primeira fase do projecto: a colocação na intranet de informação sobre os tickets, em particular o estado em que eles se encontram. Para além da ferramenta utilizada pelo Helpdesk (o ARS da Remedy), existe uma ferramenta construída sobre Lotus Notes (o IT Requests Workflow) que faz a gestão dos pedidos da IFPT. A segunda necessidade consiste então na interligação dessas duas ferramentas de modo a que, mal o pedido seja autorizado na aplicação construída sobre Lotus Notes, seja automaticamente criado um ticket no ARS. Esse processo é, neste momento manual, uma vez que o Responsável pelas Operações IT, quando autoriza o pedido, tem que o imprimir e entregar em mão ao Helpdesk que, por sua vez, tem que o inserir no ARS. No fundo, esta é uma necessidade de automatização de um processo que neste momento é feito manualmente. Por fim, a terceira necessidade é a de uma adaptação do ARS às necessidades actuais da empresa. Esta necessidade surgiu porque não existe a distinção clara entre pedidos e problemas; existem campos que não são utilizados e outros que são mal utilizados; existem bugs na interface; a geração de relatórios de actividade do Helpdesk é apenas semi-automática, etc. Objectivos O projecto tem assim como objectivos principais: estabelecer um processo de gestão do Helpdesk de uma forma eficaz e alinhada com o negócio; permitir uma maior facilidade na verificação do estado dos pedidos por parte dos colaboradores da IFPT; integrar a ferramenta do Helpdesk (o ARS) no processo actual, nomeadamente com o Lotus Notes; eliminar tarefas administrativas sem valor acrescentado; reduzir o papel; adaptar e optimizar o Action Request System do Helpdesk Organização e estruturação do documento Este documento está dividido em oito capítulos. O primeiro é, naturalmente, a introdução. Na introdução podem encontrar-se: a apresentação da Infineon, do site do Porto e do departamento de IT assim como o projecto, os seus objectivos e contexto em que está inserido. No segundo capítulo é feita uma análise global do projecto, focando o contexto mais em pormenor. Esta análise passa por uma descrição do funcionamento do Helpdesk, uma introdução às duas ferramentas sobre as quais o projecto incide (o ARS e o Lotus Notes) assim uma comparação entre as duas. É também feita uma descrição da aplicação IT Requests Workflow e do ambiente de desenvolvimento. Os três capítulos seguintes (terceiro, quarto e quinto) correspondem às três grandes partes do projecto. Relatório de estágio de Miguel David 4

14 O terceiro capítulo descreve o desenvolvimento de um módulo Web denominado HelpDesk Tickets de uma aplicação já existente na fábrica chamada IT Requests Workflow. Este módulo consiste num conjunto de páginas ASP (Active Server Pages) com VBScript e JavaScript que fazem a ligação entre a base de dados utilizada pelo Helpdesk e os colaboradores da fábrica. Deste modo, os colaboradores podem ver o estado dos seus tickets. No quarto capítulo está o estudo e desenvolvimento de uma solução para a integração de duas ferramentas utilizadas no IT, o Lotus Notes (responsável pela gestão do processo de pedidos) e o ARS (responsável pela gestão de tickets no Helpdesk). O quinto capítulo refere-se à adaptação do ARS, de forma a melhorá-lo e consequentemente a melhorar a prestação do Helpdesk. O sexto capítulo diz respeito à substituição da fase de adaptação do ARS por um módulo de geração de gráficos na Web. Os capítulos terceiro, quarto, quinto e sexto apresentam uma estrutura semelhante. A primeira secção consiste na análise do problema, uma abordagem teórico-histórica de forma a introduzir o leitor no contexto do problema. A segunda secção consiste na revisão tecnológica. Esta está dividida na análise das alternativas para solucionar o problema e na escolha fundamentada de um delas. A terceira secção trata da especificação do problema, nomeadamente dos seus requisitos. A quarta secção detalha a implementação dessa solução. Finalmente, a quinta secção consiste na avaliação de resultados, melhorias e evoluções do sistema. No sétimo, oitavo e nono capítulos encontram-se, respectivamente, as conclusões do projecto, a terminologia utilizada no documento e as referências e bibliografia utilizadas. Finalmente, existe o anexo A que contém a linha temporal da fábrica do Porto desde a primeira pedra até hoje e clarifica o contexto em que decorreu o estágio. Relatório de estágio de Miguel David 5

15 2. Análise do problema global do projecto 2.1. O departamento de IT e a importância de um Helpdesk O IFPT IT tem como principal função ser o suporte do negócio central da empresa - o fabrico de chips de memória - sendo a sua face mais visível o Helpdesk. Como o Helpdesk é uma das principais interfaces com o resto da fábrica é importante mantê-lo com uma boa produtividade de modo a assegurar um serviço de qualidade (ver [12]). A importância da eficiência de um Helpdesk foi demonstrada através de um estudo 2 que diz que a imagem que 92% dos clientes norte-americanos têm de uma empresa é resultado da sua experiência com o Helpdesk. Para além disso, hoje em dia, graças à Web, os clientes esperam informação actualizada ao segundo, querem saber o que se está a passar no momento que estiver a decorrer. Simultaneamente, as empresas querem aproveitar dados em tempo real sobre os seus clientes, de modo a poderem prever as suas necessidades futuras. Para além de todas estas exigências, muitos Helpdesks têm ainda uma luta constante por estarem presos a tecnologia desactualizada com muito poucas capacidades de integração. Enquanto o resto das organizações de IT compram soluções mais viradas para a Web, os Helpdesks são deixados com tecnologias desactualizadas. Muitas dessas tecnologias introduzem processos desorganizados, tempos de resposta elevados, pedidos de informação repetidos que frustram os clientes e operações ineficientes que não acompanham os processos de negócio circundantes. No entanto, retirar as tecnologias desactualizadas e inserir novas não é apenas uma operação superficial, mas uma operação de grande dimensão envolvendo alteração de processos de negócio, custos de desenvolvimento e treino, e tempo de implementação. Nestes termos, é complexo gerir a introdução de melhoramentos ou até novas tecnologias nos Helpdesks sem perturbar o contínuo funcionamento dos mesmos O funcionamento do Helpdesk No mundo do trabalho, as condições são raramente ideais. A actividade é constantemente interrompida por telefonemas, colegas ou clientes que chegam e saem, etc. No caso de um Helpdesk (em particular o de uma fábrica com cerca de 800 pessoas durante o dia), esta situação é levada ao extremo. Casos como: dois telefones a tocar simultaneamente, vinte tarefas à espera de serem realizadas com maior e menor prioridade, colegas de fábrica a chegar para reportar ou ver o estado de um ticket são o dia-a-dia no Helpdesk. Existindo todos estes requisitos, uma boa ferramenta é crucial para o trabalho dos operadores do Helpdesk. Esta ferramenta tem que ser altamente flexível e eficaz de modo a ajudar os operadores, em vez de atrasar (e atrapalhar) ainda mais o seu trabalho. 2 Estudo realizado pela Kelly Services e o Centro da Universidade de Purdue para Qualidade Dirigida ao Cliente [18] Relatório de estágio de Miguel David 6

16 A inserção dos dados de um problema proveniente de uma chamada tem que ser muito rápida e a resolução de problemas típicos deve ser facilitada de modo a ser mais eficiente. Há também o problema da passagem de informação entre operadores. O Helpdesk é constituído por uma equipa de nove elementos mais um supervisor. Desta equipa há sempre dois elementos a trabalhar na fábrica a qualquer altura do dia ou da noite e pelo menos um deles deve estar na secretária pronto para receber chamadas. A existência de três turnos em cada dia torna a rotação de pessoas muito elevada, o que implica um esforço constante de passagem de informação (problemas que passam para o turno seguinte resolver). Além disso, o Helpdesk funciona como uma equipa, atribuindo problemas ou partes de problemas (tarefas) uns aos outros constantemente, o que torna a passagem de informação sobre um determinado ticket ainda mais importante. Existe também o problema da rotação dos elementos do Helpdesk na própria fábrica. Dos nove elementos, alguns têm menos de seis meses de experiência na fábrica, o que significa que a ferramenta utilizada por eles, mais concretamente a sua interface, tem de ter uma curva de aprendizagem muito rápida e fornecer soluções para os diferentes casos sempre que o problema estiver tipificado Action Request System Quando a Remedy Inc. introduziu o Action Request System (ARS) no mercado em 1991, este rapidamente ganhou aceitação como líder na área do Helpdesk. À medida que as empresas, maiores e menores, começaram a utilizar o ARS, aperceberam-se que o ARS podia ser muito mais que um sistema de Helpdesk. Podia ser usado para automatizar, acompanhar e gerir qualquer processo. Hoje em dia, o ARS é usado em empresas inteiras com soluções não só de Helpdesk, mas também de Gestão de Recursos e Gestão Integrada de Sistemas. O ARS foi desenvolvido a pensar em Helpdesks, Call Centers e na Gestão de Recursos tendo ao mesmo tempo em conta que os processos de negócio definidos em cada empresa são diferentes de empresa para empresa. Assim, foi criado de raiz de uma forma a que o cliente pudesse configurar o sistema na sua empresa de acordo com as suas próprias regras de negócio. Relatório de estágio de Miguel David 7

17 Figura 3 Exemplo de um formulário do ARS Arquitectura do ARS Figura 4 Arquitectura do ARS Relatório de estágio de Miguel David 8

18 A arquitectura do Action Request System (Figura 4) é baseada no modelo cliente / servidor, de três camadas. Assim, o sistema é constituído por uma base de dados, um servidor e vários clientes: uma ferramenta de administração, uma ferramenta de utilizador e uma ferramenta de notificação (ver [2], [3] e [7]). A base de dados sobre a qual o servidor do ARS assenta é Oracle e serve não só como armazenamento mas também como motor de pesquisa. O servidor de ARS controla todos os processos de Workflow e acessos à base de dados. A ferramenta de administração, por sua vez, é a interface através da qual o administrador desenvolve e modifica as aplicações. A ferramenta de utilizador é a interface para o acesso diário ao sistema e consiste num conjunto de formulários que servem de interface com os utilizadores finais. Esta ferramenta é usada para gerar relatórios, inserir, pesquisar e modificar tickets. Finalmente, a ferramenta de notificação é uma pequena aplicação que corre em segundo plano no computador do utilizador e o alerta para eventos, como por exemplo a atribuição de um ticket. Componentes do ARS A componente principal do ARS é o formulário. Este agrega, na sua definição, um conjunto de campos que, por sua vez contém a informação dos tickets. Estes campos podem ser caracteres simples, datas, diary (campos equivalentes a áreas de texto), numéricos, botões de rádio (radio buttons), caixas de selecção (comboboxes), tabelas, botões, etc. Outro componente é o menu. Este pode ser sensível ao contexto e variar conforme o mesmo. O terceiro componente é o active link, uma acção (ou grupo de acções) realizada(s) do lado do cliente cuja função é, tipicamente, a verificação de dados e o preenchimento automático de campos do formulário. O quarto componente é o filtro. Pode-se considerar o filtro como o complemento do active link, uma vez que tem como função disparar acções, mas do lado do servidor. As suas funções são normalmente assegurar a integridade do sistema e dos dados. Pelas suas funções, pode-se comparar um filtro a um gatilho num sistema de gestão de base de dados. O quinto componente é o escalamento. De uma forma semelhante aos dois componentes anteriores, um escalamento é um conjunto de acções disparadas dependendo do estado de certos tickets, mas desta feita a intervalos regulares de tempo. Relatório de estágio de Miguel David 9

19 Classificação de problemas no ARS Figura 5 Diagrama de classes de problemas Cada problema é classificado de acordo com uma classe de problema (por ex.: OS: NT ou Hicom: Configuration ). Uma vez classificado de uma forma genérica, o problema pode ser típico ou não. Se não o for, fica apenas classificado pela classe a que pertence. Se o for, escolhe-se o tipo específico de problema em questão (por ex.: Verificar Serviços Servidor ou Hicom Access, respectivamente para os exemplos das classes acima mencionadas) e alguns dos campos do formulário são automaticamente preenchidos. Simultaneamente há uma sequência de tarefas que é automaticamente aberta. Para resolver e fechar esse problema, o operador tem que cumprir todas as tarefas. Deste modo, evita-se que o operador se esqueça de um passo ao resolver o ticket. Classes de Utilizadores do ARS O ARS tem seis classes de utilizadores directos: o administrador, o administrador de conteúdos 3, os operadores do Helpdesk, a equipa de Backline (equipa de administração de sistemas), a equipa IT, o suporte externo e os restantes colaboradores da IFPT. O administrador é um utilizador especialista no sistema, em todas as suas vertentes: ferramentas de administração, de utilização, base de dados do sistema e do sistema, entre outras: alterar interfaces, acrescentar / modificar / retirar categorias, alterar permissões dos utilizadores ao sistema e alterar a lógica de negócio. O administrador de conteúdos é um utilizador conhecedor da ferramenta de administração. Este pode: acrescentar / modificar / retirar categorias, alterar a lógica de negócio, determinar quão crítico é um ticket e atribuir tickets (uma vez que o Helpdesk acumula a função de Helpdesk e Call Center onde a triagem seria feita). Os operadores do Helpdesk são utilizadores conhecedores da ferramenta de utilizador (User Tool) do ARS. Têm como tarefas: criar tickets, resolver / alterar tickets, atribuir tickets e fechar tickets. 3 Neste momento o administrador e os operadores do Helpdesk acumulam também parte da função de administrador de conteúdos. Relatório de estágio de Miguel David 10

20 A equipa de Backline isto é, a equipa de administração de sistemas (de bases de dados, de sistemas NT e Unix, etc.) é um grupo de utilizadores conhecedor da ferramenta de utilizador (User Tool) do ARS. Pode resolver / alterar e atribuir tickets. A equipa IT é constituída por um grupo de utilizadores conhecedor da ferramenta de utilizador (User Tool) do ARS. Pode resolver / alterar e atribuir tickets. O suporte externo consiste num conjunto de utilizadores externos sem qualquer conhecimento do sistema (por vezes com sistemas equivalentes próprios da sua empresa). O seu papel é receber tickets, resolvê-los e passar o controlo de novo ao Helpdesk, sem qualquer interacção directa com o sistema Action Request. Por fim existem os restantes colaboradores da IFPT. Estes não têm qualquer interacção directa com o sistema, porém podem pedir ao Helpdesk para criar tickets e podem não aceitar a resolução de um ticket pedindo ao Helpdesk para voltar a colocar o ticket no estado inicial. Características da Base de Dados do ARS Para tornar o ARS num sistema totalmente flexível, permitindo aos administradores o mapeamento das suas regras de negócio e processos de uma forma fácil, a base de dados do sistema é gerada automaticamente e não criada. Isto quer dizer que a criação de um campo num formulário pelo administrador do sistema corresponde à criação de (pelo menos) um campo numa tabela da base de dados. O resultado tem um lado positivo e um lado negativo. O resultado positivo advém de se ter um sistema totalmente adaptável às necessidades do cliente, não preso à partida por um esquema de uma base de dados subjacente ao mesmo sistema. O resultado negativo advém de se ter uma base de dados com um modelo não utilizável directamente pelos programadores de aplicações, e que é constituída por um conjunto de tabelas sem chaves externas a estabelecer ligação entre elas, com índices quase apenas nas suas chaves primárias e nomes imperceptíveis, tanto para as tabelas como para os campos uma vez que existem restrições 4. Esta situação não é alterável, uma vez que a interacção com os programadores de aplicações só pode ser feita a um nível mais abstracto, na configuração do ARS. Licenças do ARS O modelo de comercialização do ARS por parte da Remedy é baseado na venda de licenças para utilizar o seu software. Quando um utilizador se liga no ARS, ocupa uma licença. Existem três tipos de licenças: Fixa Flutuante Esta licença garante que sempre que o sistema estiver operacional, o utilizador pode ligar-se. É o equivalente a uma garagem onde se estaciona o carro. Esta licença garante que, se o sistema estiver operacional e existirem licenças 4 Restrições: o intervalo de números [1, 99] está reservado para campos chave (core fields), o intervalo [100, ] está reservado para campos registados pela Remedy, apenas se pode utilizar o intervalo [ , ] Relatório de estágio de Miguel David 11

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

3 ao Quadrado - Agenda Web

3 ao Quadrado - Agenda Web 3 ao Quadrado - Agenda Web Relatório de Gestão de Projectos de Software - Grupo A - LEIC 2001/2002 http://gnomo.fe.up.pt/gps01a João Montenegro - ei97023@fe.up.pt André Teixeira - ei97024@fe.up.pt Carlos

Leia mais

PONTDOC. Sistema de Gestão Documental. Dossier de Produto 02.01.2009 DP10.02. www.pontual.pt UGD 1 de 13

PONTDOC. Sistema de Gestão Documental. Dossier de Produto 02.01.2009 DP10.02. www.pontual.pt UGD 1 de 13 PONTDOC Sistema de Gestão Documental Dossier de Produto DP10.02 02.01.2009 www.pontual.pt UGD 1 de 13 PONTDoc Sistema de Gestão Documental A Pontual A Pontual é uma empresa de capitais 100% nacionais,

Leia mais

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web João Alexandre Oliveira Ferreira Dissertação realizada sob a orientação do Professor Doutor Mário de Sousa do Departamento de Engenharia

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Instalação em Rede. v2011

ZS Rest. Manual Avançado. Instalação em Rede. v2011 Manual Avançado Instalação em Rede v2011 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Hardware... 3 b) Servidor:... 3 c) Rede:... 3 d) Pontos de Venda... 4 4. SQL Server... 5 e) Configurar porta estática:... 5 5.

Leia mais

Manual de Iniciaça o. Índice

Manual de Iniciaça o. Índice Manual de Iniciaça o Índice Passo 1- Definir... 2 Definir grupos de tarefas... 2 Definir funções... 6 Definir utilizadores... 11 Definir o Workflow... 14 Definir tarefas... 18 Passo 2 - Planear... 21 Planear

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final Instituto Politécnico de Setúbal Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Departamento de Sistemas e Informática Projecto Final Computação na Internet Ano Lectivo 2002/2003 Portal de Jogos Executado por:

Leia mais

Migrar para o Access 2010

Migrar para o Access 2010 Neste Guia Microsoft O aspecto do Microsoft Access 2010 é muito diferente do Access 2003, pelo que este guia foi criado para ajudar a minimizar a curva de aprendizagem. Continue a ler para conhecer as

Leia mais

NOTIFICAÇÃO DE NEGÓCIO

NOTIFICAÇÃO DE NEGÓCIO NOTIFICAÇÃO DE NEGÓCIO O Microsoft Business Solutions for Supply Chain Management Navision Business Notification ajudao a gerir a sua empresa mais facilmente e eficazmente. Pode identificar qualquer problema

Leia mais

Direcção Regional de Educação do Algarve

Direcção Regional de Educação do Algarve MÓDULO 1 Folha de Cálculo 1. Introdução à folha de cálculo 1.1. Personalização da folha de cálculo 1.2. Estrutura geral de uma folha de cálculo 1.3. O ambiente de da folha de cálculo 2. Criação de uma

Leia mais

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações Sistemas Multimédia Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP Redes e Comunicações Francisco Maia famaia@gmail.com Já estudado... Motivação Breve História Conceitos Básicos Tipos de Redes Componentes

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Docentes Universidade Atlântica 1 Introdução O conceito do Moodle (Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment) foi criado em 2001 por Martin Dougiamas, o conceito

Leia mais

MÓDULO 1 - Folha de Cálculo

MÓDULO 1 - Folha de Cálculo ANUAL ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso Profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Curso Profissional de Técnico de Restauração Cozinha - Pastelaria Disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação

Leia mais

Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias.

Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias. GoldMine QuickStart Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias. O GoldMine é uma ferramenta de gestão da relação com os clientes (CRM-Costumer Relationship

Leia mais

Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3]

Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3] Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3] ÍNDICE Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3]... 1 ÍNDICE... 2 ÍNDICE DE FIGURAS... 3 Prefácio... 4 2 Acesso ao OTRS ITSM... 5 Registo de Ticket Classificação do

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

Office 2010 e SharePoint 2010: Produtividade Empresarial no Seu Melhor. Folha de Factos

Office 2010 e SharePoint 2010: Produtividade Empresarial no Seu Melhor. Folha de Factos Office 2010 e SharePoint 2010: Produtividade Empresarial no Seu Melhor Folha de Factos A informação contida neste documento representa a visão actual da Microsoft Corporation sobre os assuntos discutidos,

Leia mais

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO DOMINE A 110% ACCESS 2010 A VISTA BACKSTAGE Assim que é activado o Access, é visualizado o ecrã principal de acesso na nova vista Backstage. Após aceder ao Access 2010, no canto superior esquerdo do Friso,

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CONTEÚDOS

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CONTEÚDOS ESCOLA SECUNDÁRIA DE MANUEL DA FONSECA Curso Profissional: Técnico de Gestão e Equipamentos Informáticos PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CONTEÚDOS GRUPO 550 CICLO DE FORMAÇÃO 2012/2015 ANO LECTIVO 2012/2013 DISCIPLINA:

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Novembro de 2004

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Novembro de 2004 FICHEIROS COM EXEMPLOS Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para conhecer os endereços de Internet de onde poderá fazer o download dos ficheiros com os exemplos deste livro. Reservados todos

Leia mais

Manual do utilizador. Aplicação de agente

Manual do utilizador. Aplicação de agente Manual do utilizador Aplicação de agente Versão 8.0 - Otubro 2010 Aviso legal: A Alcatel, a Lucent, a Alcatel-Lucent e o logótipo Alcatel-Lucent são marcas comerciais da Alcatel-Lucent. Todas as outras

Leia mais

Guião para as ferramentas etwinning

Guião para as ferramentas etwinning Guião para as ferramentas etwinning Registo em etwinning Primeiro passo: Dados de quem regista Segundo passo: Preferências de geminação Terceiro passo: Dados da escola Quarto passo: Perfil da escola Ferramenta

Leia mais

Migrar para o Excel 2010

Migrar para o Excel 2010 Neste Guia Microsoft O aspecto do Microsoft Excel 2010 é muito diferente do Excel 2003, pelo que este guia foi criado para ajudar a minimizar a curva de aprendizagem. Continue a ler para conhecer as partes

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) Ano Letivo de 2014/2015 MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) Ano Letivo de 2014/2015 MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO Ensino Regular Diurno Disciplina: T.I.C. Professores: Margarida Afonso Curso Profissional - Técnico de Auxiliar de Saúde Ano: 10.º Turma(s): TAS MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO OBJECTIVOS Indicar as principais

Leia mais

Escola Superior de Tecnologias e Gestão Instituto Politécnico de Portalegre MS EXCEL. Fevereiro/2002 - Portalegre

Escola Superior de Tecnologias e Gestão Instituto Politécnico de Portalegre MS EXCEL. Fevereiro/2002 - Portalegre Escola Superior de Tecnologias e Gestão Instituto Politécnico de Portalegre MS EXCEL Fevereiro/2002 - Portalegre Introdução A necessidade de efectuar cálculos complexos de uma forma mais rápida e fiável,

Leia mais

Tarefa Orientada 2 Criar uma base de dados

Tarefa Orientada 2 Criar uma base de dados Tarefa Orientada 2 Criar uma base de dados Objectivos: Criar uma base de dados vazia. O Sistema de Gestão de Bases de Dados MS Access Criar uma base dados vazia O Access é um Sistema de Gestão de Bases

Leia mais

Índice 1 INTRODUÇÃO...2 2 PESQUISA DE ENTIDADES...8 3 CRIAÇÃO DE ENTIDADES...12 4 DEPENDÊNCIAS...17 5 BANCOS, SEGURADORAS E CONSERVATÓRIAS...

Índice 1 INTRODUÇÃO...2 2 PESQUISA DE ENTIDADES...8 3 CRIAÇÃO DE ENTIDADES...12 4 DEPENDÊNCIAS...17 5 BANCOS, SEGURADORAS E CONSERVATÓRIAS... Índice 1 INTRODUÇÃO...2 1.1 JANELA ÚNICA DE ENTIDADES...3 1.2 PERMISSÕES POR UTILIZADOR...4 1.3 RESTRIÇÕES À VISUALIZAÇÃO/MANIPULAÇÃO...6 2 PESQUISA DE ENTIDADES...8 2.1 CRITÉRIOS DE PESQUISA...8 2.2 LISTA

Leia mais

Desenvolvimento de uma Aplicação WEB para monitorização de BD Oracle

Desenvolvimento de uma Aplicação WEB para monitorização de BD Oracle Desenvolvimento de uma Aplicação WEB para monitorização de BD Oracle Luís Filipe Borges Pinto Resumo: Este projecto consiste na implementação de uma aplicação WEB para monitorização

Leia mais

NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS

NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS 1 NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS Este primeiro capítulo aborda conceitos elementares relacionados com bases de dados. Os conceitos abordados neste capítulo são necessários para trabalhar adequadamente

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

manual instalação e configuração v13 1

manual instalação e configuração v13 1 manual instalação e configuração v13 1 Conteúdo Introdução... 3 Conteúdo do DVD:... 3 Instalação e configuração do ERP... 4 Instalação do ERP... 4 Configuração do ERP... 6 Como actualização de versão...

Leia mais

PHC ControlDoc BENEFÍCIOS. _Fim do papel a circular na empresa. _Rapidez de encontrar um documento

PHC ControlDoc BENEFÍCIOS. _Fim do papel a circular na empresa. _Rapidez de encontrar um documento Com o ControlDoc pode arquivar digitalmente todo o tipo de ficheiros (Imagens, Word, Excel, PDF, etc.) e relacioná-los com os dados existentes nas restantes aplicações. PHC ControlDoc Reduza os custos

Leia mais

Introdução aos Sistemas Operativos

Introdução aos Sistemas Operativos Introdução aos Sistemas Operativos Computadores e Redes de Comunicação Mestrado em Gestão de Informação, FEUP 06/07 Sérgio Sobral Nunes mail: sergio.nunes@fe.up.pt web: www.fe.up.pt/~ssn Sumário Definição

Leia mais

Um Software com mais funcionalidades...a pensar no seu negócio

Um Software com mais funcionalidades...a pensar no seu negócio Manual SM Contratos & Avenças Versão 2.8.4 Um Software com mais funcionalidades...a pensar no seu negócio 1 Índice SoftSolutions, Lda 2000/2012. Todos os direitos reservados...3 Todos os direitos reservados...3

Leia mais

Manual de Access 2007

Manual de Access 2007 Manual de Access 2007 Índice Introdução... 4 Melhor que um conjunto de listas... 5 Amizades com relações... 6 A Estrutura de uma Base de Dados... 8 Ambiente do Microsoft Access 2007... 9 Separadores do

Leia mais

GUÍA PARA UTILIZAR A WEBNODE EDU

GUÍA PARA UTILIZAR A WEBNODE EDU GUÍA PARA UTILIZAR A WEBNODE EDU Imagina que queres criar o teu próprio site. Normalmente, terías que descarregar e instalar software para começar a programar. Com a Webnode não é preciso instalar nada.

Leia mais

Microsoft Office FrontPage 2003

Microsoft Office FrontPage 2003 Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Gestão Área Interdepartamental de Tecnologias de Informação e Comunicação Microsoft Office FrontPage 2003 1 Microsoft Office FrontPage 2003 O Microsoft

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03 FICHEIROS COM EXEMPLOS Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para conhecer os endereços de Internet de onde poderá fazer o download dos ficheiros com os exemplos deste livro. * O leitor consente,

Leia mais

RELATÓRIO DE ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS

RELATÓRIO DE ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS RELATÓRIO DE ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS LABORATÓRIO DE GESTÃO DE PROJECTO Carlos Frias Manuel Seixas Sérgio Junior FACULDADE DE ENGENHARIA UNIVERSIDADE DO PORTO 22 Março 2013 Filipe Mota Manuel Melo Tiago

Leia mais

Índice. Manual do programa Manage and Repair

Índice. Manual do programa Manage and Repair Manual do programa Manage and Repair Índice 1 Menu Ficheiro... 3 1.1 Entrar como... 3 1.2 Opções do utilizador... 3 2 Administração... 5 2.1 Opções do Programa... 5 2.1.1 Gerais (1)... 5 2.1.2 Gerais (2)...

Leia mais

A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação

A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação O funcionamento dos sistemas e tecnologias de informação e comunicação têm nas organizações um papel cada vez mais crítico na medida em que

Leia mais

License Management. Manual de instruções do License Management

License Management. Manual de instruções do License Management License Management Manual de instruções do License Management Apenas para a utilização interna CLMTOC.fm Índice Índice 0 1 Informações elementares.............................................. 1-1 1.1

Leia mais

Módulo de Estatísticas MANUAL DO UTILIZADOR

Módulo de Estatísticas MANUAL DO UTILIZADOR MANUAL DO UTILIZADOR Versão 1.4 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2 2. REQUISITOS DO SISTEMA 3 3. CONTROLOS GERAIS DO WINDOWS 4 3.1 ESTRUTURA HIERÁRQUICA 4 3.2 CONTROLO DE DATA 5 4. INÍCIO DA UTILIZAÇÃO 8 5. IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

PHC dcrm. Aumente o potencial da força de vendas da sua empresa ao aceder remotamente à informação comercial necessária à sua actividade

PHC dcrm. Aumente o potencial da força de vendas da sua empresa ao aceder remotamente à informação comercial necessária à sua actividade PHC dcrm DESCRITIVO O módulo PHC dcrm permite aos comerciais da sua empresa focalizar toda a actividade no cliente, aumentando a capacidade de resposta aos potenciais negócios da empresa. PHC dcrm Aumente

Leia mais

MANUAL DE INTRODUÇÃO AO ALFRESCO 3.0

MANUAL DE INTRODUÇÃO AO ALFRESCO 3.0 MANUAL DE INTRODUÇÃO AO ALFRESCO 3.0 Alfresco é uma marca registada da Alfresco Software Inc. 1 / 42 Índice de conteúdos Alfresco Visão geral...4 O que é e o que permite...4 Página Inicial do Alfresco...5

Leia mais

EDUTec Learning. José Paulo Ferreira Lousado

EDUTec Learning. José Paulo Ferreira Lousado EDUTec Learning MANUAL DO UTILIZADOR José Paulo Ferreira Lousado Índice Página Principal... ii Página de Desenvolvimento de Conteúdos... iii Página de Comunicações...iv Página de Transferência de Ficheiros...vi

Leia mais

0777 Processador de Texto

0777 Processador de Texto 0777 Processador de Texto Objectivo (s) Utilizar aplicações informáticas de processamento de texto. Processador de texto conceitos gerais Criação de um documento Abertura de documentos Gravação de documentos

Leia mais

Desenvolvimento Cliente-Servidor 1

Desenvolvimento Cliente-Servidor 1 Desenvolvimento Cliente- 1 Ambiienttes de Desenvollviimentto Avançados Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Porto Alexandre Bragança 1998/99 Ambientes de Desenvolvimento Avançados

Leia mais

[Documentação de Utilização Correio Electrónico dos Estudantes da ESTG]

[Documentação de Utilização Correio Electrónico dos Estudantes da ESTG] [Documentação de Utilização Correio Electrónico dos Estudantes da ESTG] Unidade De Administração de Sistemas Serviços Informáticos Instituto Politécnico de Leiria 10-07-2009 Controlo do Documento Autor

Leia mais

Comissão Interministerial para a Sociedade da Informação

Comissão Interministerial para a Sociedade da Informação Comissão Interministerial para a Sociedade da Informação ANEXO AO CADERNO DE ENCARGOS MÉTODO DE AVALIAÇÃO DOS WEB SITES DA ADMINISTRAÇÃO DIRECTA E INDIRECTA DO ESTADO Documento disponível em www.si.mct.pt

Leia mais

SiDEI. Sistema de Avaliação Automática de Alunos. Gestão e Desenvolvimento de Aplicações Informáticas

SiDEI. Sistema de Avaliação Automática de Alunos. Gestão e Desenvolvimento de Aplicações Informáticas SiDEI Sistema de Avaliação Automática de Alunos Gestão e Desenvolvimento de Aplicações Informáticas Disciplina de Engenharia de Software Instituto Superior de Engenharia do Porto Alunos: André Serafim

Leia mais

PHC ControlDoc CS. ππ Empresas e organizações que desejem acabar com a circulação de papel BENEFÍCIOS SOLUCÃO DESTINATÁRIOS

PHC ControlDoc CS. ππ Empresas e organizações que desejem acabar com a circulação de papel BENEFÍCIOS SOLUCÃO DESTINATÁRIOS Com o PHC ControlDoc pode arquivar digitalmente todo o tipo de ficheiros (Imagens, Word, Excel, PDF, etc.) e relacioná-los com os dados existentes nas restantes aplicações. PHC ControlDoc CS Reduza os

Leia mais

PHC Workflow. Informatize de forma eficaz todos os circuitos e processos de trabalho usados na sua empresa

PHC Workflow. Informatize de forma eficaz todos os circuitos e processos de trabalho usados na sua empresa PHCWorkflow DESCRITIVO O PHC Workflow permite que o conjunto de acções a executar, sigam uma ordem pré- -definida de acordo com as normas da empresa, aumentando a agilidade e produtividade dos colaboradores.

Leia mais

Aumente o potencial da força de vendas da empresa ao fornecer-lhe o acesso em local remoto à informação comercial necessária á à sua actividade.

Aumente o potencial da força de vendas da empresa ao fornecer-lhe o acesso em local remoto à informação comercial necessária á à sua actividade. Descritivo completo PHC dcrm Aumente o potencial da força de vendas da empresa ao fornecer-lhe o acesso em local remoto à informação comercial necessária á à sua actividade. Benefícios Acesso aos contactos

Leia mais

CGA Directa. Manual do Utilizador. Acesso, Adesão e Lista de Subscritores

CGA Directa. Manual do Utilizador. Acesso, Adesão e Lista de Subscritores CGA Directa Manual do Utilizador Acesso, Adesão e Lista de Subscritores Versão 1.00 de 10 de Março de 2008 Índice Pág. Introdução 3 Capítulo 1 Capítulo 2 Capítulo 3 Acesso Acesso 4 Adesão Adesão 5 2.1

Leia mais

Iteração 2 Design inicial

Iteração 2 Design inicial Universidade de Aveiro Departamento de Electrónica, Telecomunicações e Informática Engenharia de Software Iteração 2 Design inicial Projecto: FX-Center Grupo: BEDS David Pacheco (nº 32665) Cesário Lucas

Leia mais

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Sumário País Portugal Sector Saúde Perfil do Cliente O Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho envolve

Leia mais

[Documentação de Utilização Correio Electrónico dos Funcionários da ESTG]

[Documentação de Utilização Correio Electrónico dos Funcionários da ESTG] [Documentação de Utilização Correio Electrónico dos Funcionários da ESTG] Unidade De Administração de Sistemas Serviços Informáticos Instituto Politécnico de Leiria 09-06-2010 Controlo do Documento Autor

Leia mais

Manual de Administração Intranet BNI

Manual de Administração Intranet BNI Manual de Administração Intranet BNI Fevereiro - 2010 Índice 1. Apresentação... 3 2. Conceitos... 5 3. Funcionamento base da intranet... 7 3.1. Autenticação...8 3.2. Entrada na intranet...8 3.3. O ecrã

Leia mais

Escola Secundária de Camarate

Escola Secundária de Camarate Escola Secundária de Camarate Ano Lectivo 2014/2015 Planificação da Disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde e Técnico de Restauração e Bar

Leia mais

CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO

CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO Enquadramento geral Um dos principais desafios que se colocam à sociedade portuguesa é o do desenvolvimento de uma Sociedade de Informação, voltada para o uso

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Introdução à Informática Noções Básicas de Informática Componentes de hardware Monitor : permite visualizar informação na forma de imagem ou vídeo; todo o trabalho desenvolvido com o computador pode ser

Leia mais

BPstat. manual do utilizador. Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24

BPstat. manual do utilizador. Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24 BPstat manual do utilizador Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24 BANCO DE PORTUGAL Av. Almirante Reis, 71 1150-012 Lisboa www.bportugal.pt Edição Departamento de Estatística

Leia mais

Fábio Costa e Miguel Varela

Fábio Costa e Miguel Varela Sistema de Informação e Gestão dos Laboratórios do Departamento de Eng.ª Electrotécnica com Tecnologia RFID Projecto Final de Licenciatura em Eng. Electrotécnica e de Computadores Ramo de Electrónica e

Leia mais

BlackBerry Internet Service. Versão: 4.5.1. Manual do Utilizador

BlackBerry Internet Service. Versão: 4.5.1. Manual do Utilizador BlackBerry Internet Service Versão: 4.5.1 Manual do Utilizador Publicado: 2014-01-09 SWD-20140109134740230 Conteúdos 1 Como começar... 7 Acerca dos planos de serviço de mensagens para o BlackBerry Internet

Leia mais

Análise real de dados

Análise real de dados Análise real de dados Para tacógrafos analógicos e digitais www.siemensvdo.com 1 Maximize todas as potencialidades dos tacógrafos digitais Novas obrigações, novas opções de análise Para si e para a sua

Leia mais

BACKUP S IBERWEB MANUAL DE INSTALAÇÃO. Manual de Instalação Backup s IBERWEB (Versão1.0) 2008 IBERWEB, LDA. Todos os direitos reservados.

BACKUP S IBERWEB MANUAL DE INSTALAÇÃO. Manual de Instalação Backup s IBERWEB (Versão1.0) 2008 IBERWEB, LDA. Todos os direitos reservados. BACKUP S IBERWEB MANUAL DE INSTALAÇÃO INTRODUÇÃO Aproveitamos desde já para agradecer a sua adesão ao serviço de Backup s da IBERWEB. De seguida iremos apresentar as principais funcionalidades de um dos

Leia mais

PHC ControlDoc CS BENEFÍCIOS. _Fim do papel a circular na empresa. _Rapidez na pesquisa de documentos. _Segurança detalhada no acesso aos documentos

PHC ControlDoc CS BENEFÍCIOS. _Fim do papel a circular na empresa. _Rapidez na pesquisa de documentos. _Segurança detalhada no acesso aos documentos Com o PHC ControlDoc pode arquivar digitalmente todo o tipo de ficheiros (Imagens, Word, Excel, PDF, etc.) e relacioná-los com os dados existentes nas restantes aplicações. PHC ControlDoc CS Reduza os

Leia mais

PT MANUAL UTILIZADOR. Manual do utilizador da aplicação ComelitViP Remote 3.0 para dispositivos. Passion.Technology.Design.

PT MANUAL UTILIZADOR. Manual do utilizador da aplicação ComelitViP Remote 3.0 para dispositivos. Passion.Technology.Design. PT MANUAL UTILIZADOR Manual do utilizador da aplicação ComelitViP Remote.0 para dispositivos Passion.Technology.Design. Índice Instalação... Configuração automática da administração de apartamento... 4

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC 10º C. Planificação de. Curso Profissional de Técnico de Secretariado

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC 10º C. Planificação de. Curso Profissional de Técnico de Secretariado Escola Básica e Secundária de Velas Planificação de TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC Curso Profissional de Técnico de Secretariado 10º C MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO Microsoft Excel Conteúdos

Leia mais

Lisboa, 18 de Janeiro de 2004

Lisboa, 18 de Janeiro de 2004 Lisboa, 18 de Janeiro de 2004 Realizado por: o Bruno Martins Nº 17206 o Cátia Chasqueira Nº 17211 o João Almeida Nº 17230 1 Índice 1 Índice de Figuras... 3 2 Versões... 4 3 Introdução... 5 3.1 Finalidade...

Leia mais

Tecnologias de Informação e Comunicação Página 1 de 5

Tecnologias de Informação e Comunicação Página 1 de 5 1. Descrição da prova A prova irá abranger várias tarefas de utilização do software do Microsoft Office2007 e software gráfico como o Adobe Photoshop CS4 ou Adobe Fireworks CS4. As principais áreas abrangidas

Leia mais

WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET

WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET MANUAL DO UTILIZADOR WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET 1. 2. PÁGINA INICIAL... 3 CARACTERÍSTICAS... 3 2.1. 2.2. APRESENTAÇÃO E ESPECIFICAÇÕES... 3 TUTORIAIS... 4 3. DOWNLOADS... 5 3.1. 3.2. ENCOMENDAS (NOVOS

Leia mais

Formação Microsoft Excel Nível Intermédio

Formação Microsoft Excel Nível Intermédio Formação Microsoft Excel Nível Intermédio António Araújo Silva - 2010 INTRODUÇÃO O presente documento procura efectuar a Planificação de uma acção de formação a decorrer nas instalações da Escola EBI de

Leia mais

Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador

Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador Índice 1. Sobre o Guia... 4 1.1 Objectivo... 4 1.2 Utilização do Guia... 4 1.3 Acrónimos e Abreviações... 4 2. Introdução ao Extracto on Line Aplicação

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 Domínios de referência Competências Conteúdos Calendarização Conceitos Essenciais e

Leia mais

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG Bases de Dados O que é uma Base de Dados? Dados Pode-se começar por tentar dar uma definição do que são Dados. Os dados são factos em bruto, que não são necessáriamente relevantes para qualquer coisa que

Leia mais

Entrega de Folhas de Férias

Entrega de Folhas de Férias Entrega de Folhas de Férias Guia do Utilizador Versão 4.0 Agosto/ 2014 Índice 1. Introdução 2. Criar/ Validar Folhas de Férias 3. Acesso à funcionalidade 4. Inserir/ Consultar Folhas de Férias 5. Comprovativo

Leia mais

Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB

Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB Alt-N Technologies, Ltd 1179 Corporate Drive West, #103 Arlington, TX 76006 Tel: (817) 652-0204 2002 Alt-N

Leia mais

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns.

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Internet Internet ou Net É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Como Comunicam os computadores Os computadores comunicam entre si utilizando uma linguagem

Leia mais

Publicação em contexto académico: OJS na prática

Publicação em contexto académico: OJS na prática Publicação em contexto académico: OJS na prática sumário 1. Publicações científicas em ambiente académico: um cenário pouco homogéneo 1.1 o papel das bibliotecas de ensino superior 2. OJS Open Journal

Leia mais

License Management. Instalação do agente de licença

License Management. Instalação do agente de licença License Management Instalação do agente de licença Apenas para a utilização interna CLA_InstallTOC.fm Índice Índice 0 1 Informações elementares.............................................. 1-1 1.1 Introdução..........................................................

Leia mais

POSTOUCH. Manual Software

POSTOUCH. Manual Software POSTOUCH Manual Software Introdução Introdução POS TOUCH é uma solução direcionada a pequenos postos de venda, que tem necessidade de criação de muitos talões de uma forma linear e rápida. A solução implementa

Leia mais

A solução ideal para criar um site público e dinâmico â com um visual profissional, sem necessidade de conhecimentos em HTML.

A solução ideal para criar um site público e dinâmico â com um visual profissional, sem necessidade de conhecimentos em HTML. Descritivo completo PHC dportal A solução ideal para criar um site público e dinâmico â com um visual profissional, sem necessidade de conhecimentos em HTML. Benefícios Actualização e manutenção simples

Leia mais

Instituto Superior Politécnico Gaya Escola Superior de Ciência e Tecnologia

Instituto Superior Politécnico Gaya Escola Superior de Ciência e Tecnologia Instituto Superior Politécnico Gaya Escola Superior de Ciência e Tecnologia Engenharia Informática Redes e Computadores 2006/2007 Levantamento e Inventariação de Rede Privada Rafael Esteves Alves Forno

Leia mais

O aumento da força de vendas da empresa

O aumento da força de vendas da empresa PHC dcrm O aumento da força de vendas da empresa O enfoque total na actividade do cliente, através do acesso remoto à informação comercial, aumentando assim a capacidade de resposta aos potenciais negócios

Leia mais

Software da Impressora

Software da Impressora Software da Impressora Acerca do Software da Impressora O software Epson inclui o controlador de impressão e o EPSON Status Monitor 3. O controlador de impressão é um software que permite controlar a impressora

Leia mais

GIGrecibos. Sistema de Emissão de Recibos de Donativos. Para Igrejas. Produzido e distribuído por: VIBISinfor Rua Nova, 10 7490-250 MORA

GIGrecibos. Sistema de Emissão de Recibos de Donativos. Para Igrejas. Produzido e distribuído por: VIBISinfor Rua Nova, 10 7490-250 MORA wgig GIGrecibos Sistema de Emissão de Recibos de Donativos Para Igrejas Produzido e distribuído por: VIBISinfor Rua Nova, 10 7490-250 MORA tel: 266403273 www.vibis.com 1 Conteúdo wgig... 1 Avisos legais...

Leia mais

Sony lança PCS-HG90, o novo modelo de videoconferência no mercado

Sony lança PCS-HG90, o novo modelo de videoconferência no mercado Sony lança PCS-HG90, o novo modelo de videoconferência no mercado Objectivo A Sony possui um leque muito variado de equipamentos de videoconferência que abrange praticamente todas as necessidades do Mercado.

Leia mais

CRManager. CRManager. TACTIUM CRManager. Guia de Funcionalidades. Versão 5.0 TACTIUM CRManager Guia de Funcionalidades. www.softium.com.

CRManager. CRManager. TACTIUM CRManager. Guia de Funcionalidades. Versão 5.0 TACTIUM CRManager Guia de Funcionalidades. www.softium.com. Tactium Tactium CRManager CRManager TACTIUM CRManager Guia de Funcionalidades 1 O TACTIUM CRManager é a base para implementar a estratégia de CRM de sua empresa. Oferece todo o suporte para personalização

Leia mais

Sem o recurso às tecnologias disponibilizadas pela Microsoft, a solução criada seria difícil de obter num tão curto espaço de tempo.

Sem o recurso às tecnologias disponibilizadas pela Microsoft, a solução criada seria difícil de obter num tão curto espaço de tempo. Caso de Sucesso Microsoft Finsolutia cria solução completa de suporte ao negócio com.net Framework 3.5 Sumário País: Portugal Indústria: Banking&Finance Perfil do Cliente A Finsolutia é uma joint venture

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Planificação Anual da Disciplina de TIC Módulos 1,2,3-10.ºD CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA Ano Letivo 2015-2016 Manual adotado:

Leia mais

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Pedro Beça 1, Miguel Oliveira 1 e A. Manuel de Oliveira Duarte 2 1 Escola Aveiro Norte, Universidade de Aveiro 2 Escola Aveiro Norte, Departamento

Leia mais

Software de Apoio a Gabinetes na Elaboração de Projetos

Software de Apoio a Gabinetes na Elaboração de Projetos SAGEP Software de Apoio a Gabinetes na Elaboração de Projetos www.sofware-global.info SAGEP geral@software-global.info Página 1 de 30 Destina-se a Gabinetes de Engenharia, Arquitectura ou idênticos, onde

Leia mais

SICOP Sistema de Inovação, Controlo e Optimização de Produtos

SICOP Sistema de Inovação, Controlo e Optimização de Produtos SICOP Sistema de Inovação, Controlo e Optimização de Produtos Célia Alves, Liliana Monteiro, Fernanda Barbosa, Ana Borges, Jorge Barbosa* Resumo De modo a facilitar e estandardizar o ciclo de desenvolvimento,

Leia mais

EXCEL. Listas como Bases de Dados

EXCEL. Listas como Bases de Dados Informática II Gestão Comercial e da Produção EXCEL Listas como Bases de Dados (TÓPICOS ABORDADOS NAS AULAS DE INFORMÁTICA II) Curso de Gestão Comercial e da Produção Ano Lectivo 2002/2003 Por: Cristina

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Iniciação para docentes Universidade Atlântica Versão: 1 Data: Fevereiro 2010 Última revisão: Fevereiro 2010 Autor: Ricardo Gusmão Índice Introdução... 1 Registo no Moodle...

Leia mais

Plano de Projecto Multimédia

Plano de Projecto Multimédia Plano de Projecto Multimédia Equipa: (nomes dos elementos e emails respectivos) Vitor Manuel Gonçalves vg@ipb.pt Armindo Dias armindo.dias@dhvmc.pt Definição de objectivos: (indique os objectivos principais

Leia mais