VOLTA ÀS AULAS GLICEMIA GENTE COMO A GENTE. PREVENÇÃO NAS FERIDAS Dra. Mônica Antar Gamba alerta: não ignore nenhuma feridinha OS TABUS DA ALIMENTAÇÃO

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1 EXEMPLAR DE ASSINANTE VENDA PROIBIDA Uma publicação do CENTRO BD DE EDUCAÇÃO EM DIABETES - Ano XV - Nº 61 - janeiro/fevereiro/março de 2001 VOLTA ÀS AULAS Recomendações e esclarecimentos úteis GLICEMIA A importância da automonitorização com a dra. Marluce Leão GENTE COMO A GENTE Conheça pessoas que controlam a Diabetes com muita disposição PREVENÇÃO NAS FERIDAS Dra. Mônica Antar Gamba alerta: não ignore nenhuma feridinha OS TABUS DA ALIMENTAÇÃO

2 A G E N D A 25 a 27 de maio de 2001 IV COPEM Congresso Paulista de Endocrinologia e Metabologia São Paulo - SP Organizado por Paradigma Planejamento de Eventos Av. Brig. Faria Lima, 1993, cj São Paulo - SP Tels.: / Fax: L I V R O Exercício Físico no Controle do Diabetes Mellitus Denise Maria Martins Phorte Editora (www.phorte.com) Denise Maria Martins é professora de educação física formada pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutoranda na Universidade Federal do Estado de São Paulo/Escola Paulista de Medicina (Unifesp-EPM) em Ciências Endocrinológicas. O objetivo do livro, segundo a autora, é informar os profissionais de saúde sobre as causas, sintomas e riscos do diabetes, envolvendo principalmente as recomendações especiais para a organização e prática de atividades físicas com os portadores de diabetes. Editorial EDUCAÇÃO e respeito, TAMBÉM NA ESCOLA Nesta primeira edição do ano estamos levantando um assunto importante mas que nem sempre é levado em consideração por todos: a volta às aulas. Alegria do retorno para as crianças e adolescentes, afinal vão rever os amigos mas ao mesmo tempo preocupação para os pais que tem filhos portadores de diabetes. E se ele tiver uma hipo durante o período que ele está na escola, os professores e outros funcionários saberão como proceder? O propósito desta matéria é alertar aos pais e principalmente aos educadores da importância da escola no processo de integração do portador de diabetes. Além dos leitores habituais desta edição estaremos enviando a revista para escolas de várias partes do país. Caso você leitor queira solicitar a revista para alguma escola da sua cidade, basta entrar em contato pelo disque BD Bom Dia dando o endereço para enviarmos. Vamos despertar as escolas para que façam a sua parte. Mas a edição nos brinda também com por RAFAELE MADORMO* EXPEDIENTE Publicação trimestral do Centro BD de Educação em Diabetes. Rua Alexandre Dumas, 1976, Chácara Sto. Antonio. CEP São Paulo, SP. Tel.: Diretora da Divisão Consumer Healthcare: Simone Agra Diretor da publicação: Rafaele Madormo Coordenação de Educação em Diabetes: Márcia Camargo de Oliveira Jornalista Responsável: Milton Nespatti (MTB SP) Revisão: Solange Eira Design e Editoração: RN Comunicações - (0xx11) As matérias desta publicação podem ser reproduzidas, desde que citada a fonte. Tiragem: 100 mil exemplares. histórias de pessoas que são exemplo para todos na convivência positiva com o Diabetes: dona Cacilda, tia Laura, sr. Francisco, sr. Cícero e dona Miriam mostram, cada um a seu modo, como conviver bem com esta disfunção. Vale a pena se inspirar nestes exemplos. Exemplo também é o da família Franco. Com duas filhas portadoras de diabetes tipo 1 eles tinham tudo para tentar padronizar os procedimentos com elas, mas foi exatamente o contrário. Respeitando as particularidades de cada uma, eles encontraram a fórmula de viver com alegria. Leia também as matérias sobre feridas da dra. Mônica, sobre automonitorização da dra. Marluce e de nutrição escrita pelas nutricionistas da Associação de Diabéticos de Itabuna. Para fechar nossa edição, a Turma da Pracinha dá uma lição na volta às aulas. Um abraço de nossa equipe. * Rafaele Madormo é Gerente de Marketing - Diabetes Healthcare Indispensável para a saúde humana 2

3 Educação VOLTAàs aulas A volta às aulas é sempre uma caixinha de surpresas, cheias de novos desafios, seja para alunos, pais e professores. Já no primeiro dia de aula, é comum sentir aquele frio na barriga diante da expectativa do desconhecido (novos colegas, novos professores, novas matérias) e da emoção no reencontro com os amigos. Para as crianças e adolescentes com diabetes são necessários alguns cuidados especiais a serem tomados pelos pais, a fim de que seus filhos possam aproveitar o máximo do que a escola proporciona. Educação em diabetes é preparo para um futuro seguro A atuação dos profissionais de saúde na educação em diabetes e a participação ativa dos portadores de diabetes e seus familiares neste processo, são fundamentais para garantir, através de orientações corretas e informações atualizadas, uma vida normal e saudável para as crianças e jovens com diabetes em fase escolar. Estes estudantes e seus pais devem estar preparados para enfrentar situações de emergência, discriminação e preconceito. Também é preciso saber avaliar as informações divulgadas por fontes não especializadas, isso porque muitas informações sobre diabetes veiculadas pela televisão, rádio, jornais, revistas e internet nem sempre são totalmente corretas ou precisas. É por isso que a criança e o jovem bem orientados sobre o assunto conseguem, com tranqüilidade e segurança, esclarecer dúvidas ou eventuais comentários feitos por colegas e até por professores. Recomendações e esclarecimentos úteis O diabetes não representa nenhum impedimento para que a criança ou o jovem freqüente a escola. É importante que o aluno que tem diabetes não seja estimulado a receber tratamento distinto de seus colegas, pois isso poderá levá-lo a se considerar diferente e incapaz de participar das atividades como os outros jovens. Identifique na escola o coordenador (muitas vezes pode ser o próprio professor) e informe sobre a condição da criança ou jovem, as recomendações do seu tratamento e os possíveis problemas que poderão ocorrer durante o horário escolar. Na maioria das vezes os profissionais da escola (diretor, professores, supervisores, cozinheiras e serventes) conhecem pouco sobre diabetes. Portanto, cabe aos pais e ao próprio aluno transmitirem informações sobre o assunto. Esclareça o pessoal da escola que para um bom controle do diabetes é necessário o equilíbrio na relação insulina/alimentação/exercício físico/estado emocional. O desequilíbrio nessa relação pode ser motivado por refeições deficientes ou fora dos horários rotineiros, exercícios físicos não planejados, excesso de insulina, alterações emocionais importantes ou doenças intercorrentes. A principal conseqüência desse desequilíbrio é a ocorrência de hipoglicemia. Explique na escola o que é hipoglicemia, descrevendo como o seu filho se comporta quando o problema ocorre. Ressalte a importância de um lanche extra neste momento. É importante que o estudante diga a seus amigos que tem diabetes e que, na ocorrência de hipoglicemia, deve ser lhe dado um lanche extra. Outra dica é solicitar à escola que avise com antecedência eventuais mudanças no horário e rotina escolar que possam afetar o bom controle e equilíbrio do tratamento. Tudo o que ocorrer com o aluno deve ser comunicado o mais rápido possível e para isso é preciso manter a escola informada e atualizada com endereços e telefones para contato em caso de emergência. Da mesma forma a escola precisa ser informada com antecedência, sobre as datas de consultas e exames marcados em horário de aula. Segundo a professora de educação física, Denise Maria Martins, todo aluno portador de diabetes deve participar das aulas desta matéria, respeitando os horários da merenda. Não há problema se esta aula for logo após o lanche. Porém, se a aula for muito tempo depois da merenda, é recomendável que o aluno com diabetes coma alguma coisa antes dos exercícios físicos para evitar uma hipoglicemia, orienta. A profª Denise alerta que é importante estar atento a estes horários e o professor deve saber como proceder e tratar os casos de hipoglicemias antes, durante e após as atividades físicas. Para finalizar, conversem muito com seus filhos, orientando-os para que não comam nada escondido, não cometam exageros e que comuniquem qualquer alteração na rotina, a fim de que possam participar de todas as atividades e festas na escola, divertindo-se com saúde. Ter diabetes e levar uma vida normal é possível também na escola. Seria ideal se os governos no Brasil investissem mais na infraestrutura do ensino, para que as escolas fossem bem equipadas para proporcionar melhor educação, saúde, alimentação e segurança para todos. Como cidadãos, devemos buscar isso. 3

4 Orientação Médica A IMPORTÂNCIA DA AUTOMONITORIZAÇÃO DA GLICEMIA NO DIABETES TIPO 2 Dra. Marluce Leão é médica endocrinologista e presidente da ASDITA-Associação dos Diabéticos de Itabuna (BA) Estudos clínicos europeus demonstraram que só o controle intensivo e precoce da glicemia reduz o risco de desenvolvimento das complicações tardias do diabetes tipo 2. Periodicamente, o portador de diabetes é avaliado pelo médico ou pela equipe multidisciplinar através de exames laboratoriais ou de glicemia capilar ocasional. Porém, isso não satisfaz às necessidades de um bom controle para que as pessoas tenham melhor qualidade de vida e sem complicações, se possível. Cabe ao médico ou à equipe de saúde EDUCAR e MOTIVAR o paciente a participar ativamente de seu tratamento, inclusive realizando seus testes de glicemia capilar (ponta de dedo) em casa, através da automonitorização. Monitorar ou monitorizar significa acompanhar, avaliar e controlar, no caso, a glicose através de exames no sangue ou na urina. Portanto, automonitorização da glicemia significa realizar, em si mesmo, os testes necessários para avaliar e controlar a taxa de glicose no sangue. PASSOS PARA A AUTOMONITORIZAÇÃO 1º passo Definir junto com o seu médico as metas a atingir. Por exemplo: glicemias pós-prandial (após as refeições) menor que 140 mg/dl, hemoglobina glicosilada próximo ao normal. 2º passo Definir qual tipo de teste fazer? Glicemia capilar? Glicosúria? Em que horários? Quantas vezes por dia? Em que momentos especiais? O seu médico ou equipe de saúde definirão estas questões com você, considerando sua condição financeira, idade, motivação e necessidades pessoais. Vale ressaltar que, para o portador de diabetes tipo 2, a glicemia medida entre 1 hora e meia a 2 horas após as refeições (pós-prandial) é tão importante quanto a glicemia de jejum. 3º passo Como fazer o teste? Glicemia capilar medindo a glicose no sangue Vantagens: realiza-se de maneira fácil e rápida com o auxílio de medidores de glicose. Avalia de forma direta e precisa o perfil glicêmico a cada dia, permitindo corrigir o tratamento sempre que necessário. Além disso, determina o equilíbrio glicêmico em momentos especiais, como em estados de febre, diarréia, etc. Outra vantagem é de revelar a ocorrência de hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue), o que é importante especialmente em pessoas que fazem aplicações de insulina. Desvantagens: é necessária uma gota de sangue colhida através de picadas nas pontas dos dedos, procedimento um pouco doloroso. As fitas reagentes são caras e o governo não as subsidia. Também são necessários testes freqüentes de glicemia por dia e continuamente para se obter um controle intensivo do diabetes a cada dia. A automonitorização com teste de glicemia capilar é, geralmente, indicada às pessoas mais jovens, com atividade e motivação. O portador de diabetes tipo 2 deve ser motivado e orientado sobre os benefícios da automonitorização. Glicosúria medindo a glicose na urina Para muitos, o teste de glicosúria é obsoleto. Mas para as pessoas carentes, idosos e pacientes com pouca motivação, ainda é uma opção muito válida para o autocontrole. Vantagens: é mais barato e indolor, podendo ser feito várias vezes ao dia. São necessárias apenas pequenas amostras de urina e fitas reagentes (Glicofita, Diastix, Glukotest, etc). Desvantagens: dá uma idéia indireta e imprecisa do nível de glicose no sangue. A glicose somente está presente na urina quando os níveis de glicemia estão acima Metas do bom controle glicêmico segundo recomendação da Sociedade Brasileira de Diabetes - Consenso Brasileiro Sobre Diabetes-2000 TIPO DE TESTE RESULTADO ESPERADO RESULTADO ACEITÁVEL* Glicemia plasmática de jejum Inferior a 110 mg/dl Inferior a 126 mg/dl Glicemia até 2 horas após a Inferior a 140 mg/dl Inferior a 160 mg/dl refeição (pós-prandial) Glicosúria Negativa Cetonúria Negativa *Acima destes valores é sempre necessário realizar intervenção para melhorar o controle metabólico. 4

5 Gente de mg/dl. Não detecta a ocorrência de hipoglicemia. Não pode ser utilizado se a pessoa com diabetes apresenta comprometimento renal. 4º passo O que fazer com os controles Os dados obtidos nos testes de glicemia capilar ou de glicosúria devem ser registrados, ou seja, é preciso anotar todos os resultados num diário de forma clara e organizada, com data, horário, resultado do teste e inclusive as ocorrências que possam ter influenciado os resultados. Os resultados anotados no diário devem ser DIFERENÇAS unidas Cabe ao médico ou à equipe de saúde EDUCAR e MOTIVAR o paciente a participar ativamente de seu tratamento, inclusive realizando seus testes de glicemia capilar (ponta de dedo) em casa, através da automonitorização. apresentados ao médico a cada consulta, para que você, o profissional de saúde e a equipe multiprofissional possam corrigir o tratamento atual e traçar estratégias para melhorar o controle de suas glicemias. Para encerrar, transcrevo as palavras da sra. Maria de Alva, portadora de diabetes há quase 50 anos, presidente da IDF, em mensagem aos profissionais de saúde: não cabe a vocês, profissionais de saúde provernos esta melhor qualidade de vida. Vocês não podem fazer isso por nós. Nós é que temos de fazê-lo por nós mesmos. Vocês podem nos orientar, mas cabe a nós agir e alcançar os objetivos. Somos todos iguais. Cada um é de um jeito. Ninguém é uma ilha. São três frases muito conhecidas, usadas para definir a vida de todos nós. Porém, a vida não segue fórmulas matemáticas e também não é tão simples encontrar um método que proporcione uma saúde perfeita. Para conquistar o bem estar muitas vezes é preciso experimentar. É assim que pensa Clélia Franco, de Maringá (PR), mãe de três filhas, duas delas portadoras de diabetes tipo 1. Acho difícil definir um tratamento generalizado para toda pessoa que é diagnosticada com diabetes, assim como não dá para definir uma forma simples e única a todas as pessoas para prevenir a glicemia elevada na hiperglicemia ou uma crise de glicemia muito baixa que ocorre na hipoglicemia, comenta Clélia. Uma de suas filhas, Manuela, de 19 anos, com diabetes desde os 8 anos de idade, deixou de tomar insulina antes de dormir depois que entrou em hipoglicemia noturna em duas ocasiões. A administração do hormônio pela manhã já lhe basta. Com a filha mais nova, Camila, de 16 anos e diagnosticada aos 7 anos de idade, a coisa é totalmente diferente, pois necessita da uma pequena dose de insulina antes de ir para cama, caso contrário pode acordar no dia seguinte com hiperglicemia. Clélia conta que foi necessário experimentar algumas alternativas, até que as glicemias de Manuela e Camila fossem acertadas. Para isso, foi preciso muito diálogo com o médico das moças, o dr. Alcides Marrocos de Andrade. O médico precisa conhecer bem o paciente e para isso é preciso haver muita conversa, experimentar e não indicar uma fórmula pronta que sirva para todos, pois isso acaba colocando em risco o sucesso do tratamento, observa. Manuela e Camila estão de acordo com a mãe, até porque têm personalidades bem diferentes. Enquanto uma é mais impulsiva nas suas atitudes, a outra procura conter as reações. Manuela gosta de comédia e do U2. Camila curte romance e ouve Fernanda Abreu. Nossas diferenças nos aproximam, afirma Manuela que está cursando Ciências Contábeis na Universidade Estadual de Maringá. Tem ainda a outra irmã, Tissiana, de 21 anos. Ela não tem diabetes, mas participa de tudo que fazemos, o que torna as coisas mais fáceis para a família, comenta Camila, que planeja cursar Nutrição assim que concluir o colégio. O pai, Hélio, dá total apoio às filhas, principalmente porque reconhece que são moças muito determinadas em relação aos seus objetivos. Todos na família acreditam que o convívio com o diabetes tem oferecido algumas lições. Eu e meu marido cuidamos de minhas meninas, mas elas também cuidam bem de nós e assim vivemos com alegria, pois é bobagem ficar projetando as realizações para o amanhã. A vida é hoje!, garante Clélia. 5

6 Reportagem Em guarda contra a discriminação No começo dos anos 30, a insulina ainda era uma novidade descoberta por Frederick Banting e o tratamento baseava-se numa dieta alimentar extremamente rígida. Imagine, naquela época, ser diagnosticado com diabetes e problemas cardíacos com apenas três meses de vida. Foi o que aconteceu com Cacilda Frischeisen. Havia um jovem médico da Santa Casa do Rio de Janeiro, dr. João Monteiro, que se interessou pelo caso e recomendou que os pais da criança, Antonio e Michelina de Souza Monteiro, a levassem a Paris para ser submetida à terapia adequada, o que era impossível no Brasil. Cacilda passou um ano na França em tratamento, sobreviveu e chegou até aqui sã e salva. Dona Cacilda, hoje com 71 anos de idade, é uma das pessoas com maior tempo de convívio com diabetes que se tem notícia, em todo mundo. Ela garante que vive bem porque nunca deixou de manter um bom controle da doença. Eu nunca tive medo do diabetes, pois minha preocupação básica sempre foi em relação à cardiopatia, conta. Presidente executiva da Associação Carioca de Diabetes, vice-presidente da Federação Nacional de Diabetes no Rio de Janeiro e integrante do Conselho Estadual e Político de Integração da Pessoa com Deficiência, dona Cacilda é uma defensora dos direitos dos portadores de diabetes e avisa: não tolera qualquer tipo de discriminação. Por conta disso, já ajudou muita gente a ganhar processos judiciais contra empresas que lhes negaram admissão no emprego, só porque tinham diabetes. Temos que nos amar, nos respeitar e manter muita confiança em Deus para podermos, com toda força, seguir em direção a um futuro feliz e maravilhoso, diz. Tia Laura Laurinda Ferreira da Silva percebeu que Gente que está Conheça a história de pessoas motivadas, disciplinada poderia melhorar a auto-estima e seu estado de saúde, dedicando-se ao trabalho de educadora em diabetes na cidade em que nasceu e vive, Belém do Pará. Lá, ela é conhecida por tia Laura, atualmente trabalhando como orientadora do Centro de Apoio ao Diabético, um serviço da rede de drogarias Big Ben, uma das maiores empresas do comércio farmacêutico no norte do Brasil. Seja pessoalmente ou por telefone, todos os dias Laurinda atende muitas pessoas a quem ela chama de meus docinhos, gente que precisa de informação e estímulo para lidar com o diabetes. Para desenvolver este serviço, tia Laura conta com o apoio do Centro BD de Educação em Diabetes. Em 1974, com 33 anos de idade, após sua terceira gravidez, Laurinda começou a engordar muito. Resolveu então procurar um médico que lhe fez o diagnóstico de diabetes e prescreveu apenas um medicamento oral, além de uma dieta rigorosa sem açúcar e massas. O resultado não foi o desejado, pois ela passou a ter episódios de hipoglicemia. Eu vivia irritada e tinha desmaios freqüentes. Comecei a ficar preocupada com tudo aquilo, pois minha mãe também era portadora de diabetes e faleceu quando tinha só 35 anos de idade. Meu irmão ficou cego por causa disso, recorda. No início dos anos 90, Laurinda enfrentou um coma hiperglicêmico ao atingir 600 de glicemia. Tive de ficar hospitalizada e antes de receber alta, prometi que me dedicaria às pessoas com diabetes para ajudá-los no controle da doença, conta. Foi assim que ela se tornou a tia Laura. Há médicos da cidade que lhe encaminham seus pacientes mais teimosos, aqueles que de jeito nenhum aderem ao tratamento. Tia Laura sempre acaba colocando-os no caminho certo. Os mais humildes geralmente acatam as orientações. Por outro lado, muitas pessoas em boas condições financeiras, que preferem ignorar minhas recomendações, sempre acabam voltando, arrependidos, querendo saber se ainda há tempo para se tratar direito, afirma. Tango argentino No início da década de 70, Francisco Ribas, então com 17 anos de idade, deixou a capital do Paraná para estudar agronomia na Argentina, na Faculdade de Ciências Agrárias de Rosário, a cerca de 200 quilômetros de Buenos Aires. Logo que chegou lá, bateu uma tremenda saudade da família e dos amigos de sua Curitiba. Quase dois anos se passaram e para segurar a pressão, Francisco buscava apoio na comida. De repente, Francisco começou a urinar demais e a emagrecer a olhos vistos, apesar da fome descomunal. Ficou desconfiado e foi procurar um endocrinologista da própria Universidade. Não deu outra: sua taxa de glicemia estava nas alturas, o que o levou a terminar sua temporada na Argentina. Hoje, pai de três filhos e administrador de empresas, Francisco é vice-presidente da ADIM-Associação dos Diabéticos de Maringá, cidade onde vive. Já vivenciou várias fases do desenvolvimento da diabetologia. Após 13 anos de convívio com o diabetes, começaram a surgir-lhe sinais de complicações nos rins (nefropatia) e na visão (retinopatia). Francisco corrigiu sem traumas o problema ocular com laser, o que o ajudou 6

7 ao nosso lado s e participativas na questão do controle do diabetes. muito a preservar a visão. Sua vida melhorou muito depois que passou a se tratar com sua atual médica, dra. Mirna Luci Gama. Além de me orientar na busca de novos conceitos nutricionais, ela me inseriu num método de tratamento mais eficiente para o meu caso, com múltiplas aplicações de insulina em doses baseadas em vários testes de glicemia capilar, explica. Sua alimentação é bem balanceada, com uma significativa ingestão de fibras que o ajudam a reduzir as doses de insulina. Por isso, o problema renal estacionou. Francisco acha fundamental passar por avaliações médicas pelo menos a cada 6 meses e dá sua receita de vida saudável. Tomar o remédio certo na hora certa, comer os alimentos certos na hora certa, manter atividade física regular e ter um endocrinologista como parceiro. Baiano arretado Senhor do Bonfim, na bacia do rio São Francisco na Bahia, a 385 quilômetros de Salvador, não comemora o carnaval com tanto entusiasmo como é característico em diversas localidades do nordeste. Mas a cidade se transforma durante o mês de junho quando acontece a Festa de São João. É nessa época que Cícero Menezes fica arretado. Desde mocinho, ele sempre gostou de uma cervejinha gelada, de um bom assado de bode (cabrito é no sul, explica ele), uma rapadura fresquinha, um caldo-de-cana tirado na hora e umas colheradas de doce de leite da região. Bem, há cerca de dois anos ele foi avisado pelo médico que tinha diabetes tipo 2. Então deu adeus ao caldo-de-cana, à rapadura, ao doce de leite... Deixou tudo isso para trás. Mas na festa de São João, o sr. Cícero se arreta e não recusa umas fatias de bode assado, acompanhadas por uns goles da loirinha gelada. Faço tudo certo para ter direito de fazer algo errado, justifica. Com 70 anos de idade, vai ao médico regularmente e toma os comprimidos conforme a prescrição. Pratica ioga e caminha três quilômetros todos os dias. Dessa forma, mantém suas taxas de glicemia, triglicérides e colesterol em pleno controle. Não gosto de cachaça e nunca fui guloso. Se de vez em quando eu como um bodinho e tomo uma cervejinha, não acho que estou abusando. Estaria se comesse rabada e não me tratasse bem, pensa. Na sua cidade, o sr. Cícero tem ajudado os portadores de diabetes a se educarem quanto ao tratamento. Para terminar, ele dá sua dica para viver bem. Quem tem diabetes não pode se apavorar. O diabetes não aceita rebeldes. E quem quiser se arretar uma vez ou outra, que se arrete. Mas se arrete pouco... Quem tem cara de diabético? A garantia de bom funcionamento do pâncreas de Mirian de Moura Almeida expirou-se alguns meses depois de ter completado 40 anos de idade. Isso aconteceu há cerca de 5 anos, ocasião em que chegou a perder cerca de 10 quilos em duas semanas. Mirian sentia-se profundamente exausta e começou a ficar preocupada. Foi ao médico e recebeu o diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 2: estava com 400 de glicemia. Fiquei aliviada quando soube que era diabetes tipo 2, pois achava que tivesse outra doença muito grave, diz. Mirian é enfermeira especializada em saúde pública e trabalha no FESIMA-Fomento de Educação Sanitária e Imunização em Massa Contra Doenças Transmissíveis, uma divisão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. O cargo lhe exige horas extras e freqüentes viagens pelo Brasil e ao exterior. Por isso, ela procura manter um rígido planejamento de seu tratamento. Possui uma bolsa de viagem para levar todos os medicamentos prescritos pelo médico (inclusive insulina e seringas para eventuais emergências), glicosímetro, tiras para testes de glicemia, alguns potes de geléias diet e adoçantes. Nem sempre os hotéis onde se hospeda oferecem conveniências aos clientes com diabetes. Neste aspecto, Mirian avalia que os serviços no Brasil progrediram muito mais do que em outros países desenvolvidos. A maioria dos hotéis brasileiros serve alimentos diet no café da manhã. Por outro lado, já estive em países, como Holanda e Canadá, onde sempre tem alguém que faz cara feia quando se pede um adoçante para colocar no café, conta. Ela não considera que isso seja um tipo de discriminação. Mas reclama com a gerência dos estabelecimentos que ainda não estão atentos às necessidades de quem segue uma alimentação saudável. Temos que exigir um atendimento no mínimo satisfatório, assegura. Por isso, Mirian acha que as pessoas envergonhadas ou constrangidas por terem diabetes cometem um grande erro consigo mesmas. Uma amiga disse-me certa vez que eu não tinha cara de diabética. Caí na risada e ela não entendeu o porquê. 7

8 Prevenção tem que tratar Dra. Mônica Antar Gamba, Professora do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP-EPM De repente aparece uma pequena ferida na perna ou no pé, talvez causada por um sapato apertado, ou por um trauma ocasionado por uma batida em uma superfície dura e pontuda, ou até por um corte incorreto das unhas. Se você tem diabetes, não ignore essa ferida, pois ela pode se tornar um grave problema. Quem avisa é a Professora do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP-EPM, Mônica Antar Gamba, especialista em tratamento de feridas decorrentes do diabetes mal controlado e autora da tese de doutorado intitulada: Amputações por Diabetes Mellitus. Uma prática prevenível? Segundo Mônica Antar Gamba, a formação das feridas nas extremidades inferiores de pessoas com diabetes são causadas pela polineuropatia simétrica distal (insensibilidade, sensação de dor ou formigamento, fraqueza muscular nas mãos, pernas e pés), pela vasculopatia periférica (alterações na circulação do sangue, dor ao repouso ou ao caminhar) e por outros problemas. A enfermeira explica que essas complicações são conseqüência de muitos anos de mau controle do diabetes, associado a outros fatores como tabagismo, hipertensão arterial, dislipidemia (taxa alta de gordura no sangue), falta de cuidados com os pés e unhas, além de uso de calçados inadequados. As pessoas com diabetes podem perceber qualquer alteração nos pés simplesmente examinando-os diariamente, orienta a profª Mônica. Ela dá algumas dicas: verifique se a sua pele está muito seca, com rachaduras, áreas vermelhas, descamações. Examine cuidadosamente entre os dedos e as unhas. Se você tem dificuldade para fazer esse exame, peça ajuda a alguém; faça a higiene diariamente e com muito cuidado, utilizando sabonete neutro de glicerina durante o banho, com atenção especial aos membros e extremidades do corpo. Aproveite esse momento para massagear as pernas e os pés. Não se esqueça das unhas e atenção no enxágüe, pois os resíduos de sabonete e sujeira podem causar problemas. Seque bem os pés com uma toalha macia, principalmente, entre os dedos, sem friccionar. Hidrate as pernas e os pés com um creme apropriado à base de lanolina ou outro indicado pelo seu médico. A avaliação de um profissional experiente (podólogo) quanto ao corte das unhas também é muito importante; atenção redobrada aos calçados e meias. Se você já apresenta algum tipo de problema, a prescrição de uma palmilha ou calçado especial é crucial. Prefira as meias de algodão e sapatos fechados, os mais confortáveis possíveis. Compre os sapatos no período da tarde, quando os seus pés estão mais inchados. Um salto, no máximo, de dois centímetros é recomendado. Evite sapatos feitos em material sintético (plástico), pois causam suor, odor desagradável e muitos problemas; sempre que for a uma consulta médica, de enfermagem, ou mesmo em atividades de educação em diabetes peça ao profissional de saúde para examinar bem os seus pés, pernas e mãos. Se você se descuidou um pouco e apareceu uma ferida, vamos cuidar rápido. Procure por um tratamento especializado com um enfermeiro habilitado, cirurgião vascular ou dermatologista, pois o problema pode se agravar. Nenhuma ferida pode ser negligenciada porque o risco de infecção é alto e a conseqüência pode ser a amputação do membro, alerta Mônica. A enfermeira faz algumas recomendações que considera básicas no caso de aparecer uma ferida nas costas (úlceras de pressão escaras ), nas pernas ou pés: não use mercúrio cromo, mertiolate, água oxigenada, líquido de dakin, pomadas ou qualquer outro produto para tentar limpar a ferida, pois esses produtos podem destruir as células vivas da lesão provocando macerações e retardando a cicatrização; a ferida não pode ficar aberta, exposta, pois isso impedirá a cicatrização; não friccione, nem lave a ferida com freqüência usando sabonete comum; não coloque qualquer tecido ou compressa de algodão em contato direto com a ferida; não tome nenhum antibiótico ou medicamento indicado em farmácia ou por uma pessoa que não seja um médico; evite tratar a ferida em farmácias, drogarias, manicures e pedicures; não espere que a ferida cicatrize sozinha. Vá imediatamente ao hospital, posto de saúde, clínica ou qualquer outro serviço de saúde e peça atendimento a um especialista em feridas; se uma unha estiver para cair, não a 8

9 Nutrição se uma unha estiver para cair, não a arranque. Procure um dermatologista o mais rápido possível. Em seguida, Mônica faz algumas recomendações para a realização de um curativo simples e adequado até que você consiga encontrar um especialista: compre numa farmácia um frasco de soro fisiológico estéril (0,9%, não é o para lentes de contato), pacotes de gazes ou coberturas pronto-uso, uma agulha de injeção para furar o frasco de soro (tudo isso deve ser estéril), uma faixa crepe de boa qualidade para fixar o curativo; lave bem as mãos, prepare o material evitando tocar em tudo que entrará em contato com a ferida; se houver alguma sujidade, lave antes a ferida com água corrente, de preferência filtrada e se o trauma foi com algo muito sujo use sabonete neutro tornando-o líquido, ou seja, nunca aplique a barra na ferida. Essa lavagem deve ser feita apenas uma vez. Seque com uma toalha limpa a região em volta da ferida. Não enxugue a ferida; com a agulha de injeção, faça um furo no bico do soro e com a pressão do jato aproveite para realmente limpar a ferida. Posicione o frasco a mais ou menos 5 cm de distância da ferida. O jato de soro auxiliará na remoção de sujeira e corpos estranhos. Se sangrar um pouco, não faz mal, pode ser um bom sinal; sobre a ferida coloque uma camada de gaze estéril, umidecida com o soro, em seguida cubra este curativo envolvendo a faixa crepe, com firmeza, mas sem apertar. Se for nas pernas ou pés sempre enfaixe de baixo para cima. Não coloque fitas adesivas direto na pele; vá o quanto antes ao hospital ou posto de saúde mais próximo de sua casa e procure um médico ou enfermeiro para o tratamento, não se esqueça de mencionar sobre o seu diabetes; cuide-se bem, afinal você merece e deve viver bem com o diabetes e sem complicações. Se você tiver dúvidas entre em contato com a profª Mônica para obter maiores explicações: UNIFESP (0xx11) ; atendimento em podologia da ANAD (0xx11) , ou TABUS na alimentação Recentemente, a Associação de Diabéticos de Itabuna ASDITA (BA) realizou uma série de Oficinas de Nutrição que contou com a parceria das nutricionistas Luciene Vieira, Lúcia Azevedo, Ivana Silva e Carles Santos. Nestas oficinas, os participantes aprenderam como os sinais de trânsito podem ajudar na elaboração de um cardápio variado para que uma alimentação balanceada. Aprenderam também como lidar com os conhecidos tabus alimentares presentes na nossa cultura. Tabu em nossa língua tem dois sentidos opostos: primeiro, significa sagrado, consagrado; outro sentido é o de algo inquietante, perigoso, proibido, impuro. Os tabus são de origem geralmente desconhecida, sendo portanto difícil explicar sua existência. Tabu alimentar caracteriza-se por uma interdição ou proibição à ingestão de certos alimentos, com a finalidade de preservar os indivíduos dos perigos resultantes da ingestão de determinados alimentos. Na alimentação das pessoas com diabetes encontramos vários tabus alimentares, causando efeito negativo, interferindo no tratamento. Veja alguns exemplos: quem tem diabetes não pode comer nada de debaixo da terra ; quem tem diabetes não pode comer beterraba porque dela se faz açúcar; quem tem diabetes não pode comer macarrão e nem pão, pois são um veneno; quem tem diabetes não pode comer feijão, é pesado; quem tem diabetes não pode comer banana, uva nem passar perto e a grande maioria das frutas, legumes e até algumas verduras... Assim, ocorre uma restrição exagerada dos carboidratos (cereais, massas, raízes, etc.) com um aumento no consumo de gorduras e proteínas (carnes) em detrimento do consumo de verduras e frutas, que são até considerados dispensáveis, resultando numa alimentação desequilibrada, além do fator emocional como foi o caso de dona Maria Josefina Gomes, 70 anos, que ao ouvir que poderia comer todas as verduras, questionou: Posso comer quiabo? Pode sim, respondeu a nutricionista. Posso mesmo?, repetiu. Pode sim, qual é o problema? Então ela respondeu: É que tem 20 anos que sou diabética, 20 anos que planto e preparo quiabo para minha família e 20 anos que não como quiabo. Por quê?, perguntou a nutricionista. Porque me disseram que diabético não podia comer quiabo. E eu adoro quiabo... E você já, se deu conta de quanta coisa pode comer? Lembre que quando escolhemos os mesmos alimentos, sempre preparados da mesma forma, fica mais difícil cumprir um plano alimentar, que deve ser seguido durante toda a vida. Além disso, quanto maior o número de opções de alimentos, sabores e receitas, maior a possibilidade de se incluir prazer em todas as refeições. Converse com os profissionais de saúde, participe das atividades educativas de nutrição nas associações e fique por dentro dos alimentos que podem ser consumidos livremente, os que devem ser consumidos com critério e aqueles que devem ser evitados. O prazer faz parte do seu tratamento nutricional. Você merece! Pense nisso! 9

10 Receita FOTO DE MARCELO VIGNERON - PRATO PREPARADO PELO BUFFET LEFÈVRE As frutas ilustradas que não fazem parte da receita não constam no cálculo do valor calórico, servem apenas como decoração do prato. PANQUECA de banana prata Esta versão da receita da tradicional panqueca é uma criação das nutricionistas Luciene Vieira, Maria Lúcia Azevedo Leite, Ivana Silva e Carles Santos da Associação de Diabéticos de Itabuna-Asdita. Ingredientes 1 ovo 1 xícara de café de leite 1 banana prata média 2 colheres de sopa rasas de farinha de trigo 1 colher de chá de óleo de soja canela em pó a gosto 10 gotas de adoçante 10 Maneira de preparar Bater um pouco a clara, depois a gema; juntar o leite, a farinha de trigo, o adoçante e mexer bem para não encaroçar. Em seguida, juntar a banana em rodelas bem fininhas. Aquecer a frigideira e pincelar com óleo apenas para untá-la. Colocar uma colher de sopa de massa para cada panqueca. Deixar corar dos dois lados e enrolar. Arrumar num prato e polvilhar com canela em pó. Antes de servir, levar um pouco ao forno. Rendimento: 6 porções. Cada porção contém 45,23 calorias e 4,63 g de carboidrato.

11 Criança 11

12 Conforto Exclusiva seringa com agulha curta BD Ultra-Fine II 37% mais curta que a agulha tradicional 8 x 0,3 mm aplicações menos doloridas ideal para crianças e adolescentes para adultos com IMC < 25 disponível em 0,3cc, 0,5cc e 1cc Diabetes Healthcare

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