A importância do farmacêutico nas aplicações de injetáveis

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A importância do farmacêutico nas aplicações de injetáveis"

Transcrição

1 Ano VI Nº Distribuição Gratuita Tiragem: exemplares Por dentro da seringa BD SoloMed TM Quando se trata de aplicações de injetáveis em farmácia, a BD SoloMed proporciona máxima proteção nas situações mais comuns de risco de acidente com perfurocortantes. Veja também para quê serve e como funciona o dispositivo contra o reuso desta seringa de segurança. Páginas 2 e 3 A importância do farmacêutico nas aplicações de injetáveis Merchandising ético e eficaz nas farmácias Página 7 UNICOM é destaque no atendimento em diabetes e hipertensão Aplicar medicamentos injetáveis em farmácias requer a supervisão do farmacêutico. Por sua vez, este profissional precisa ter o conhecimento técnico fundamental para que este serviço possa ser executado nos estabelecimentos farmacêuticos de forma efetiva, segura e regulamentada. Leia uma análise sobre a importância do profissional farmacêutico nas aplicações de injetáveis e a entrevista sobre o tema com Paulo Bueno, responsável técnico da rede Drogasil. Páginas 4 e 5 Saúde Acompanhada de Perto (SAP) é um programa de atenção farmacêutica criado pela rede de farmácias UNICOM para portadores de diabetes e hipertensão. A iniciativa tornou esta rede de farmácias diferenciada no mercado farmacêutico e vem trazendo excelentes resultados na melhoria da qualidade de vida destas pessoas. Página 8 Drogaria São Paulo eleva nível de Fácil biossegurança de usar A farmacêutica coordenadora responsável pela Drogaria São Paulo, dra. Valéria Pires e o médico do Trabalho do SESMT da rede, dr. Getúlio Albuquerque da Silva, explicam as ações que a empresa adota para reduzir efetivamente a ocorrência de acidentes com material perfurocortante usado nas aplicações de injetáveis. Página 6

2 Editorial Farmácia cidadã Por: Carlos Alberto Tofano Gerente Nacional de Vendas Medical Felizmente começa a existir no Brasil, por parte das autoridades, uma preocupação maior com a segurança dos profissionais de saúde entre os quais, os farmacêuticos que lidam com material perfurocortante. Por ser uma empresa cuja missão é ajudar as pessoas a viverem vidas saudáveis, a BD saiu na frente, colocando no mercado produtos que proporcionam proteção aos profissionais de saúde e trabalhadores responsáveis pelo transporte e destinação final dos resíduos. Para as farmácias, disponibilizamos a seringa BD SoloMed que além de proteger o profissional, tem um dispositivo que impede o reuso. Faça de sua farmácia uma empresa cidadã: use a Seringa BD SoloMed e mostre que a sua farmácia preocupa-se com a segurança de seus funcionários, clientes e com o meio ambiente. E por falar em meio ambiente, a BD também disponibiliza ao mercado o BD Descartex, onde todos perfurocortantes devem ser descartados, propiciando higiene e segurança na farmácia e no transporte. O foco da BD é disponibilizar produtos cada vez mais seguros e de altíssima qualidade. Este é o nosso compromisso com você e com toda a população. Risco zero de acidentes em aplicação de injetáveis C om o crescimento das doenças infectocontagiosas, cresce também a preocupação com a segurança dos profissionais que trabalham na área de saúde e ficam expostos a materiais potencialmente contaminantes. Em novembro de 2005 foi publicada a NR 32, norma que implementa medidas de proteção à segurança e saúde para quem trabalha em estabelecimentos de saúde. Atendendo a um dos itens desta norma, deve ser assegurado o uso de materiais perfurocortantes com dispositivo de segurança, a BD lançou no mercado a seringa de Segurança BD SoloMed. Por: Monise Vicente Farmacêutica e consultora educacional da BD. Seringa BD SoloMed - Qualidade BD com mais segurança para você. Evitando acidentes no dia-a-dia das salas de injetáveis Situações inesperadas, de distração e de emergência são muito comuns no momento da aplicação de injeções, aumentando os riscos de acidentes com perfurocortantes. Veja como a BD SoloMed torna-se crucial nestes momentos: O cliente desmaia no momento da injeção Ao cuidar desta emergência o aplicador pode se ferir com a agulha usada. Com a BD SoloMed, a agulha permanece travada após o acionamento do dispositivo de segurança, evitando que o aplicador ou o cliente se acidentem com material contaminado. O cliente faz algum movimento inesperado após a injeção Nesta situação, muito comum com crianças, a seringa pode escapar da mão do aplicador, atingindo alguma parte do seu corpo ou do cliente. Ao utilizar corretamente a seringa BD SoloMed evita-se qualquer contato com a agulha usada. O aplicador se distrai no momento do descarte Um acidente com a agulha usada pode ocorrer se o aplicador erra o bocal do coletor BD Descartex TM ou faz o descarte da seringa com agulha virada para cima. Usando a BD SoloMed, a partir do momento que o dispositivo de segurança é acionado, não há possibilidade de contato com a agulha, diminuindo o risco de acidente com o perfurocortante. 2 Jornal BD Mão Boa

3 BD SoloMed evita o reuso de seringas e agulhas e reduz o risco de contaminação Por: Beatriz Lott Farmacêutica, consultora educacional e coordenadora do Jornal Mão Boa. S egundo o IBGE, 21% de todos os resíduos no Brasil são despejados a céu aberto. Nos conhecidos lixões, um número significativo de catadores de material reciclável encontram uma forma de trabalho, porém atuam em condições precárias e correm o risco de se acidentar com materiais contaminados. Aproximadamente 22% dos catadores de lixo são crianças e adolescentes. Além disso, o despejo em locais inadequados de resíduos de saúde também possibilita que usuários de drogas injetáveis reaproveitem seringas e agulhas usadas. Seringa segura contra o reuso Considerando esta realidade, a BD inovou ao criar um produto para evitar o destino irregular, perigoso e antiecológico de seringas e agulhas hipodérmicas. A seringa BD SoloMed possui um dispositivo de prevenção de reuso. Após o travamento da agulha a fim de evitar acidentes percutâneos, o profissional que aplica a injeção faz uma leve pressão no êmbolo para romper a haste no interior da seringa, impossibilitando assim a sua reutilização. A quebra da haste torna a seringa inutilizável. Após a quebra do êmbolo a haste se solta, evitando o reuso da seringa. Problema ecológico e social A exposição aos resíduos de serviços de saúde, como materiais perfurocortantes, em espaços abertos ainda é um problema que atinge o meio ambiente e as populações de várias localidades e, freqüentemente, é tema em noticiários. Veja alguns exemplos: Pescadores da Ponta do Coral encontram lixo hospitalar num riacho que desemboca na avenida Beira-Mar em Florianópolis. Matéria publicada no jornal A Notícia, em 19 de setembro de Catadores correm risco diário no lixão de Arapiraca, onde é jogado material hospitalar e farmacêutico sem haver controle. Matéria publicada no jornal Gazeta de Alagoas, em 24 de abril de Lixo hospitalar - agulha contaminada com vírus HIV gera indenização. Em junho de 1995, uma servente de hospital em Porto Alegre furou o dedo acidentalmente com uma agulha enquanto esvaziava um recipiente de lixo hospitalar. Por causa disso, contraiu o vírus HIV. Matéria publicada na Revista Consultor Jurídico, em agosto de Apesar de todos os esforços dos órgãos fiscalizadores ao exigirem que os estabelecimentos de saúde realizem o gerenciamento adequado de seus resíduos, algumas falhas ainda são observadas. Um estudo que analisou os acidentes com agulhas em um hospital universitário de São Paulo descobriu que entre 10 e 20% dos acidentes com profissionais de saúde são causados pelo descarte de agulhas em local inadequado. A falta do coletor de perfurocortantes e/ou o descuido do profissional após a utilização pode permitir que seringas e agulhas sejam descartadas junto com o lixo comum. Outra possível falha é a ausência de um sistema exclusivo de coleta, transporte e destinação deste tipo de resíduo, permitindo que os coletores de perfurocortantes sejam descartados em áreas inadequadas como os lixões a céu aberto. Referências bibliográficas: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, Marques, M. MP investiga destino de lixo hospitalar. Gazeta de Alagoas, Alagoas, 24 abr Disponível em: Acesso em: 24/04/2008. Martins, C. Pescadores mostram lixo hospitalar. A Notícia, Joinville, 19 set Disponível em: Acesso em: 24/04/2008. Lixo hospitalar Agulha contaminada com vírus HIV gera indenização. Revista Consultor Jurídico, Disponível em: Acesso em: 24/04/2008. Brevidelli, M. M. ; Cianciarullo, T. I. Análise dos acidentes com agulhas em um ospital universitário: situações de ocorrência e tendências Revista Latino-Americana de Enfermagem, Jornal BD Mão Boa 3

4 Importância do farmacêutico nas injeções em farmácias Por: Beatriz Lott Farmacêutica, consultora educacional e coordenadora do Jornal Mão Boa. A aplicação de medicamentos injetáveis é um importante serviço oferecido pelas farmácias para consolidar o seu valor como prestador de saúde na comunidade. O fácil acesso a estes estabelecimentos e a confiança no profissional da farmácia são alguns dos benefícios buscados pelos clientes que têm uma prescrição de medicamentos injetáveis. Os requisitos mínimos exigidos pelas legislações (veja ao final da matéria) têm como objetivo garantir o registro das injeções realizadas e assegurar um ambien- te adequado para este procedimento com higiene, equipamentos necessários para limpeza das mãos e descarte dos resíduos. O conhecimento técnico do profissional farmacêutico é fundamental para que este serviço seja oferecido com qualidade, de forma segura e eficiente. Segundo a Resolução do CFF n º 357 de 2001 a presença e/ou supervisão do profissional farmacêutico é condição e requisito essencial para aplicação de medicamentos injetáveis aos pacientes. Atenção Farmacêutica Aplicando os conceitos da Atenção Farmacêutica, prática centrada no paciente que busca melhorar a qualidade do processo de utilização de medicamentos, o farmacêutico tem um papel fundamental, pois é o profissional que detêm conhecimento sobre fármacos. As informações sobre posologia, reações adversas, interações medicamentosas e outras características dos medicamentos devem ser conhecidas para se garantir uma aplicação de injeção segura. Na primeira etapa de um procedimento com injetável que consiste na avaliação da prescrição, deve ser feita uma análise dos possíveis riscos envolvidos na aplicação, considerando as condições do paciente. Uma análise criteriosa deve ser feita principalmente no atendimento a idosos, crianças, portadores de enfermidades crônicas e gestantes. Sempre que for detectado algum problema ou dúvida na avaliação da receita, o farmacêutico deve entrar em contato com o médico para esclarecimento e se necessário, troca da prescrição. Atualização contínua Segundo a Resolução nº 357 do CFF, é uma das atribuições dos farmacêuticos favorecer e incentivar programas de educação continuada para todos os envolvidos nas atividades realizadas na farmácia. É importante que os profissionais saibam realizar as técnicas de aplicação nas diferentes vias, conheçam as restrições de algumas regiões e a capacidade máxima de absorção de cada uma delas. A atualização contínua da equipe de profissionais das farmácias deve ser responsabilidade do farmacêutico que, também tem como atribuição autorizar ou não que outros profissionais apliquem injetáveis. Buscar o conhecimento sobre as técnicas de preparo e aplicação de medicamentos recentemente lançados e suas particularidades também é uma das funções que devem ser exercidas pelo farmacêutico. Gerenciamento dos resíduos É atribuição do farmacêutico a responsabilidade pela consultoria para elaboração do plano de gerenciamento de resíduos de serviço de saúde (PGRSS). A interpretação das legislações e a implantação das medidas que determinam o gerenciamento destes resíduos deve ser feita pelo farmacêutico e irá garantir que as injeções sejam realizadas de forma segura para os profissionais, clientes, bem como para a farmácia. Referências bibliográficas: Reis, A. M. M. Atenção farmacêutica e promoção do uso racional de medicamentos. Revista Espaço Para a Saúde, Londrina, v4, N 2. Disponível em: espacoparasaude/v4n2/doc/atencaofarmauso.doc. Acesso em: 24/04/2008. BRASIL. Resolução nº 415 de 29 de junho de Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no Gerenciamento dos Resíduos dos Serviços de Saúde. Conselho Federal de Farmácia. BRASIL. Resolução nº 358 de 29 de abril de Dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências. Conselho Nacional do Meio Ambiente. VEJA AQUI ALGUNS ÍTENS DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAMENTAM AS BOAS PRÁTICAS EM FARMÁCIA Resolução CFF nº 357 de 20 de abril de 2001 (aprova o regulamento técnico das Boas Práticas de Farmácia). Seção I - Da aplicação de injetáveis Artigo 78 - É atribuição do farmacêutico, na farmácia e drogaria, a prestação do serviço de aplicação de injetáveis desde que o estabelecimento possua local devidamente aparelhado, em condições técnicas higiênicas e sanitárias nos termos estabelecidos pelo órgão competente da Secretaria de Saúde; Artigo 79 - Os medicamentos só devem ser administrados mediante prescrição de profissional habilitado; Artigo 80 - As injeções realizadas nas farmácias ou drogarias, só poderão ser ministradas pelo farmacêutico ou por profissional habilitado com autorização expressa do farmacêutico diretor técnico pela farmácia ou drogaria, preenchidas as exigências legais; Parágrafo Único - A presença e/ou supervisão do profissional farmacêutico é condição e requisito essencial para aplicação de medicamentos injetáveis aos pacientes; 4 Jornal BD Mão Boa

5 C Na Drogasil, injetáveis têm atenção integral do farmacêutico om uma rede formada por 241 lojas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, a Drogasil busca promover o bem-estar de seus clientes, através do aperfeiçoamento contínuo de suas ações, estimulando a criatividade de cada funcionário e procurando ser A Melhor Rede de Farmácias. Um dos fatores que mais tem contribuído para a empresa atingir esta missão é a aplicação de injetáveis. O consultor farmacêutico da Drogasil, Paulo Bueno, explica por que este serviço é tão valorizado na rede e executado com minuciosa supervisão de seus farmacêuticos. Na avaliação da Drogasil, qual a importância do farmacêutico nas aplicações de injetáveis? Paulo Bueno - A imagem de uma empresa, muitas vezes é avaliada pela estrutura física e facilidades oferecidas. Mas não podemos nos esquecer que um procedimento efetuado de maneira incorreta, pode levar a conseqüências imprevistas. Por isso, o farmacêutico é o profissional mais indicado para dar continuidade no processo de tratamento dos nossos clientes, como no caso de aplicação de injetáveis, por ter o conhecimento do medicamento e da anatomia do corpo humano. Se uma aplicação não for feita corretamente, o tratamento poderá ser prejudicado total ou parcialmente. Na Drogasil o serviço de aplicação de injetáveis é feito apenas pelos farmacêuticos? Quais outros profissionais aplicam injetáveis? Qual é a habilitação exigida a estes profissionais? Paulo Bueno - Este serviço é realizado em sua grande maioria pelos farmacêuticos e, na impossibilidade dos mesmos, por atendentes de farmácia formados em curso com carga horária de 16 horas e provas com média superior a nota 7,0. Todos os profissionais que aplicam injetáveis, inclusive os farmacêuticos, passam pelo curso de técnicas de aplicação de injetáveis ministrado pela BD que inclui uma parte teórica, treinamento prático e avaliação final. Além disso, temos um farmacêutico da equipe de Consultoria Farmacêutica que acompanha todas as etapas do treinamento. Após a capacitação básica sobre aplicação de injetáveis, os farmacêuticos da Drogasil têm algum papel no acompanhamento destes profissionais? Paulo Bueno - Sim, após a capacitação inicial existe um acompanhamento póscurso, efetuado pelos nossos farmacêuticos em suas respectivas lojas, para avaliação e aprimoramento das técnicas dos profissionais que efetuam aplicação. A Drogasil considera que o papel do farmacêutico da rede, em treinamentos e educação continuada dos atendentes, é de extrema importância para toda a equipe, pois o farmacêutico é quem possui as informações, devendo multiplicar e dividir seus conhecimentos para o correto atendimento aos clientes. Existem atribuições exclusivas do farmacêutico em relação às prescrições de medicamentos injetáveis? Paulo Bueno A dispensação do medicamento pelo farmacêutico de forma correta é tão importante quanto o trabalho do médico na prescrição, pois se ocorrer um ato falho, o tratamento do cliente será totalmente prejudicado. Dentre as várias atribuições dos farmacêuticos, podemos citar como uma das principais o treinamento e acompanhamento de sua equipe para evitar falhas no dia-a-dia. Para exemplificar, podemos citar a conferência dos medicamentos pelo farmacêutico antes da dispensação ao cliente, além de esclarecimentos sobre a prescrição médica e outras dúvidas técnicas. E DETERMINAM OS REQUISITOS MÍNIMOS PARA APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS: Artigo 82 - O farmacêutico responsável técnico deverá possuir um livro de receituário destinado aos registros das injeções efetuadas; Resolução ANVISA Nº 328, DE 22 DE JULHO DE (Dispõe sobre requisitos exigidos para a dispensação de produtos de interesse à saúde em farmácias e drogarias) 5. APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS: 5.1.Para a prestação de serviços de aplicação de injeção a drogaria deve dispor de: a) local separado, adequado e equipado para aplicação de injetáveis com acesso independente de forma a não servir de passagem para outras áreas; b) instalações em condições higiênico-sanitárias satisfatórias e em bom estado de conservação; c) profissional legalmente habilitado para realização dos procedimentos; d) condições para o descarte de perfuro-cortantes de forma adequada com vistas a evitar riscos de acidentes e contaminação, bem como, dos outros resíduos resultantes da aplicação de injetáveis. Jornal BD Mão Boa 5

6 Biossegurança do profissional é prioridade na Drogaria São Paulo A o celebrar seus 65 anos de fundação, a Drogaria São Paulo tem fortes motivos para comemorar em bom estilo. Figurando entre as principais redes de farmácias do Brasil, com uma grande cadeia de estabelecimentos nos Estados de São Paulo (onde se concentra a maior parte das unidades), Rio de Janeiro, Bahia e Ceará, a empresa destaca-se pelo atendimento esmerado a seus clientes e por manter uma consistente agenda corporativa focada na segurança de seus profissionais. Esta política de biossegurança é aplicada especialmente aos procedimentos que envolvem a administração de medicamentos injetáveis nas 215 lojas que compõem a rede. Dra. Valéria Pires e Dr. Getúlio Albuquerque da Silva Segundo o médico do Trabalho do SESMT da Drogaria São Paulo, dr. Getúlio Albuquerque da Silva e a farmacêutica coordenadora responsável pela rede, dra. Valéria Pires, a redução do risco biológico inerente à aplicação de injetáveis tem sido uma busca permanente da administração da empresa nos últimos dez anos. Os esforços e investimentos neste sentido vêm surtindo resultados positivos. Os números comprovam isso: os dados do SESMT de 2001 apontavam a ocorrência de um acidente para cada aplicações feitas em todas as unidades da rede. Já em 2007, houve apenas um acidente com perfurocortante a cada procedimentos. É importante observar que enquanto o volume anual de aplicações realizadas em nossos estabelecimentos, cresceu significativamente nos últimos cinco anos, o número de punções acidentais permaneceu estável, em torno de 16 ocorrências por ano, apontando para uma redução de 33,5% na incidência de acidentes perfurocortantes comenta o dr. Getúlio. Para chegar a este parâmetro muito próximo ao ideal, a Drogaria São Paulo vem pondo em prática, há alguns anos, um verdadeiro plano de biossegurança, que inclui vacinação obrigatória para hepatite B, treinamento e capacitação previa dos profissionais, programa de reciclagem e atualização contínuos, salas de aplicações equipadas adequadamente, implantação do livro de registro de ocorrência e outras ações (veja box abaixo). Com todas as medidas implantadas, conseguimos reduzir os acidentes com perfurocortantes. Hoje, os casos de acidentes com seringas e agulhas só ocorrem se o funcionário não seguir as recomendações técnicas que lhe são ensinadas, explica a dra. Valéria. Vale dar destaque ao programa de vacinação contra hepatite B e exames periódicos para todos os funcionários que atendem nas lojas da rede. Há também todo um processo de acompanhamento com Curso de aplicação de injetáveis com auexames laboratoriais do profissional que sofre qualquer tipo de acidente com material perfurocortante. Nestes casos, é também realizada a busca do paciente fonte, a quem é oferecida realização de exames de sorologia, sem nenhum ônus, para definir melhor o risco de transmissão de HIV e hepatites B e C. Tudo isso colabora para que o profissional da Drogaria São Paulo trabalhe com total segurança nas aplicações de injetáveis, confiando no compromisso que a empresa mantém com ele, o que acaba contribuindo para seu bom estado emocional e melhor desempenho de suas funções, avaliam o médico e a farmacêutica. Parceria educacional e BD SoloMed Tanto o dr. Getúlio como a dra. Valéria concordam que a utilização da seringa de segurança BD SoloMed nas aplicações efetuadas na Drogaria São Paulo passou a ser mais um reforço na prevenção de acidentes percutâneos. A BD tem sido fundamental como parceira, seja nos cursos de técnicas de aplicação de injetáveis assim como nas aulas de biossegurança para nossos profissionais. Já o lançamento da BD SoloMed serve para comprovar que a empresa está empenhada em oferecer produtos de qualidade e de segurança, e isso acaba refletindo em maior tranqüilidade e confiança de nossos clientes, avalia o médico. Nossos clientes já observaram que por usarmos a BD SoloMed, a Drogaria São Paulo procura dar um atendimento que prioriza a segurança, o bem-estar e a saúde das pessoas, ressalta a dra. Valéria. Ações em biossegurança da Drogaria São Paulo em serviço de aplicação de injetáveis Vacinação obrigatória para hepatite B. Sala de aplicação de injetáveis especialmente projetada para esta finalidade com iluminação adequada, com dispensadores de sabão para lavagem das mãos e materiais descartáveis de segurança. Aplicações de injetáveis somente com uso de luvas descartáveis, seringas BD SoloMed e descarte dos perfurocortantes em coletores BD Descartex, respeitando o limite da linha pontilhada. las teóricas e práticas ministradas pela equipe de consultores educacionais da BD. Curso sobre Segurança na Aplicação de Medicamentos Injetáveis ministrado pela Segurança do Trabalho. Cursos de Biossegurança ministradospela BD. Aulas de reciclagem/atualização logo após curso de aplicação, ministradas por farmacêutico da Drogaria São Paulo. Aulas de reciclagem contínua ministradas por nossos farmacêuticos com simuladores importados. Cartazes explicativos sobre técnica de aplicação de injetáveis. Notificação por escrito no Livro de Registro de Aplicações em caso de acidentes com perfurocortantes. Procedimento (fluxograma) em caso de acidentes com perfurantes e cortantes fixado nas salas de aplicações de todas as filiais. Teatro feito pelos funcionários da Drogaria simulando aplicação de injetáveis. Venda de BD Descartex ao consumidor que faz aplicações de injetáveis em domicílio. 6 Jornal BD Mão Boa

7 Merchandising ético Por: Gustavo Carrer Azevedo Orientador empresarial do SEBRAE-SP A umentar ou manter o faturamento das farmácias e drogarias está cada dia mais difícil. Muito embora o marketing, como um todo, desses estabelecimentos tenha mudado bastante, a principal mudança e de maior impacto aconteceu dentro das quatro paredes da empresa. Até o início dos anos 80, o formato que predominava nas farmácias brasileiras ainda era o da venda plenamente assistida, ou seja, a loja possuía um enorme balcão que separava os clientes dos produtos, que por isso, na sua maioria não estava ao alcance dos consumidores. Devido a uma série de razões que vai desde o aumento da oferta, a incorporação de técnicas do varejo tradicional e também a exigência dos próprios consumidores, gradativamente este modelo de venda completamente assistida foi sendo alterado para o modelo que prevalece hoje, um misto de auto-serviço (OTC e produtos de consumo) e venda assistida (medicamentos éticos). Ações de merchandising nas farmácias e drogarias começam a ganhar força à medida que os empresários passaram a entender o estabelecimento não apenas como um local para atendimento farmacêutico, mas também como um ambiente de vendas. Mas afinal, o que é merchandising? De acordo com Regina Blessa, autora de livro sobre o assunto, merchandising é qualquer técnica, ação ou material promocional usado no ponto de venda que proporcione informação e melhor visibilidade a produtos, marcas ou serviços, com o propósito de motivar e influenciar as decisões de compra dos consumidores. Segundo a autora, o merchandising é responsável pela apresentação destacada de produtos na loja, criando espaço e visibilidade, de maneira tal que acelere sua rotatividade. Nos estabelecimentos farmacêuticos as técnicas de merchandising são aplicadas principalmente nas áreas que os clientes têm acesso, com os produtos de consumo geral (OTC, cosméticos, higiene pessoal). São preservadas as áreas de medicamentos éticos e de serviços farmacêuticos, que exigem a presença do profissional da área. Como o merchandising atua no estágio final da compra, ele está totalmente ligado ao comportamento do consumi- dor no ponto de venda. Sabe-se que os consumidores são altamente influenciados pelo ambiente e materiais da loja e é nesse local que muitas compras são decididas. Além disso, a conhecida compra por impulso de produtos de consumo ainda não foi totalmente explorada em muitos estabelecimentos. É importante reforçar que não se trata de estimular o consumo de medicamentos, mas de incentivar o consumidor a comprar maior variedade e quantidade de produtos para beleza, higiene pessoal, etc. Assim é fácil constatar que um produto bem exposto, num ambiente agradável, tende a vender mais. As técnicas de merchandising em farmácias envolvem o tratamento e aperfeiçoamento de: fachadas, vitrines e layout do estabelecimento; exposição e apresentação dos produtos; exposição de preços; verificação e manutenção dos níveis de estoques da loja; comunicação visual interna; amostragem e demonstração de produtos no ponto de venda. Todas essas técnicas são importantes, mas não podem comprometer os princípios éticos da dispensação de medicamentos. Por isso, o proprietário da farmácia deve procurar estabelecer com critério os limites entre as atividades farmacêuticas e da loja. Por sua vez, o cliente deve entender que partir do contato com o farmacêutico, é iniciada uma relação diferente, que não visa a promoção de produtos e sim a sua saúde. Para que isto ocorra com naturalidade, o proprietário do estabelecimento deve tratar de dois elementos fundamentais: diferenciação visual da área de atendimento farmacêutico e treinamento da equipe. O cliente deve perceber claramente a diferença visual entre as áreas de vendas promocional (auto-serviço) e aquela onde vai solicitar seus medicamentos de receituário (balcão). A área do balcão de medicamentos éticos precisa ser preservada, evitando toda e qualquer poluição visual. Deve-se, por exemplo, evitar ações promocionais bem como o uso indiscriminado de cartazes e banners nessa área. Gustavo Carrer Azevedo Da mesma forma, o tipo de atendimento que o cliente recebe do farmacêutico que vai ter, entender e orientar o uso dos medicamentos da receita, deve seguir um padrão bastante diferente do oferecido pela equipe que atende e orienta sobre o uso de produtos de consumo em geral. Portanto não basta ter um farmacêutico no balcão: o cliente tem que perceber que está de fato recebendo um atendimento diferenciado. A competitividade das empresas está intimamente ligada à forma como elas absorvem e colocam em prática novos conhecimentos e técnicas de administração. No que tange ao marketing dos estabelecimentos farmacêuticos, as técnicas de Merchandising são as que trazem resultados mais rápidos e consistentes, pois atuam diretamente com os clientes, no momento da decisão de compra. Portanto, para sobreviver aos novos tempos, os empresários do setor devem o quanto antes buscar compreender e utilizar essas técnicas. Referências bibliográficas: Livro: Merchandising no Ponto de Venda. Autora: Regina Blessa, Atlas Cartilha: Saiba Mais Promoção de Vendas. Autor: Gustavo Carrer I. Azevedo, Sebrae. Internet: (Point of Purchase Advertising Institute Brasil) 1º Estudo sobre o Comportamento do Consumidor nas Farmácias e Drogarias 22/11/2007.http://www.popaibrasil.com.br/noticia/exibe_ noticia.php?id=82 Jornal BD Mão Boa 7

8 UNICOM consolida programa de atendimento a portadores de diabetes e hipertensão Por: Hélen Cristina - Farmacêutica coordenadora do SAP da UNICOM Dra. Hélen Cristina O mundo está continuamente se transformando e trocando de modelos. Inicialmente, tinha-se o modelo agrícola, depois veio o modelo industrial, e agora, tem-se um modelo em que os serviços, o conhecimento e a informação são cobrados pela sociedade. Pensando nisso, a rede de drogarias e lojas hospitalares UNICOM, situada em Brasília, Goiânia, Tocantins e Triângulo Mineiro, despertou para a necessidade de oferecer a seus clientes muito mais que produtos de qualidade e preços diferenciados. Hoje, a empresa também oferece um atendimento farmacêutico gratuito de orientação a clientes portadores de diabetes e hipertensão. A direção da rede apoiou na íntegra toda essa iniciativa farmacêutica, criando em suas lojas um espaço reservado para esse acompanhamento. Assim surgiu o programa de atenção farmacêutica, conhecido como SAP - Saúde Acompanhada de Perto. Esse programa inicia-se com o agendamento da primeira entrevista, onde são coletadas todas as informações do cliente como: queixa principal, medicamentos que utiliza e hábitos de vida. Após um estudo da equipe farmacêutica, o cliente é orientado sobre como alcançar uma melhor qualidade de vida. Parceria educacional da BD Visando um maior conhecimento por parte do cliente e, assim, uma maior adesão ao tratamento, são promovidas palestras educativas sobre diversos temas: plano alimentar, monitorização, autoaplicação de insulina, inovações no mercado de diabetes, entre outros temas. Nesta atividade, a participação de parceiros como a BD é imprescindível, pois fornecem materiais educativos e disponibilizam palestrantes, profissionais com conhecimentos consistentes sobre diabetes. É importante salientar que o papel do farmacêutico é orientar, identificar possíveis problemas relacionados com o uso de medicamentos, identificar interações medicamentosas e/ou alimentares, esclarecer sobre possíveis reações adversas de medicamentos e se necessário encaminhar a outros profissionais de saúde. Dessa interação, têm surgido resultados muito positivos para o trabalho da equipe e para o bem-estar dos clientes. Pretendemos ainda contribuir para a consolidação dessa filosofia como prática em nosso país. Nestes 3 anos de existência do programa, a UNICOM se diferenciou no mercado farmacêutico. Os seguidos resultados de melhoria na identificação e solução de vários problemas relacionados a medicamentos, conscientização dos clientes e mudança de hábitos de vida, controle de metas glicêmicas e de níveis de pressão arterial, possibilitaram uma maior fidelidade não só por preços e acordos comerciais, mas pelo serviço oferecido. Para a equipe de farmacêuticos da rede, é uma realização profissional e pessoal indiscutível. O vínculo que se forma é duradouro, pois se baseia na lealdade e sinceridade. Vamos trabalhar juntos para alcançar os objetivos que nós dois nos propusemos. Essas são palavras de comprometimento que fazem a diferença na hora de alcançar as metas propostas. Atendimento de uma paciente em um dos espaços especialmente idealizados pela rede Unicom para pessoas com diabetes. O Jornal BD Mão Boa é uma publicação da Becton Dickinson Indústrias Cirúrgicas Ltda. Rua Alexandre Dumas, 1976 CEP , Chácara Santo Antônio São Paulo SP CRC: Diretor da publicação: Fabrício Simões Coordenadora geral: Beatriz Lott Colaboradores: Monise Vicente, Márcia C. de Oliveira e Bruno Campello Jornalista responsável: Milton Nespatti (MTB SP, Revisão: Solange Martinez Projeto gráfico e diagramação: As matérias desta publicação podem ser reproduzidas desde que citada a fonte. As opiniões e conceitos publicados são de responsabilidade dos entrevistados e colaboradores dos artigos.

Aplicação de injetáveis. Hotoniel Drumond

Aplicação de injetáveis. Hotoniel Drumond Aplicação de injetáveis Hotoniel Drumond Resolução CFF 499/2008 Dispõe sobre a prestação de serviços farmacêuticos, em farmácias e drogarias Seção V Da aplicação de injetáveis: Art 21 ao 24 Outras legislações

Leia mais

Faculdade de Ilhéus INTRODUÇÃO À BIOSSEGURANÇA. Profª MSc Priscilla Céo

Faculdade de Ilhéus INTRODUÇÃO À BIOSSEGURANÇA. Profª MSc Priscilla Céo Faculdade de Ilhéus INTRODUÇÃO À BIOSSEGURANÇA Profª MSc Priscilla Céo BIOSSEGURANÇA É o conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa,

Leia mais

A Droga Raia no Programa de Gerenciamento de Resíduos Domiciliares

A Droga Raia no Programa de Gerenciamento de Resíduos Domiciliares Ano V Nº 19 2006 Distribuição Gratuita Tiragem: 35.000 exemplares www.bd.com/brasil Lavagem das Mãos: detalhes fazem diferença Quando aplicamos injetáveis, devemos usar materiais adequados de qualidade

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL...

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL... Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. Baseado na NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria N 1.748 de 30 de Agosto de 2011. HOSPITAL... Validade

Leia mais

SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS SEBRAE-SP

SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS SEBRAE-SP SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS SEBRAE-SP SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS SEBRAE-SP O SEBRAE SP desenvolveu um Programa de Soluções Tecnológicas, cujo objetivo é de aumentar a competitividades e sustentabilidade dos Pequenos

Leia mais

BOAS PRÁTICAS DE DISPENSAÇÃO PARA FARMÁCIA E DROGARIA RESOLUÇÃO Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 1999

BOAS PRÁTICAS DE DISPENSAÇÃO PARA FARMÁCIA E DROGARIA RESOLUÇÃO Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 1999 RESOLUÇÃO Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 1999 Dispõe sobre requisitos exigidos para a dispensação de produtos de interesse à saúde em farmácias e drogarias. BOAS PRÁTICAS DE DISPENSAÇÃO PARA FARMÁCIA E DROGARIA

Leia mais

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013.

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. Assessoria da Presidência Assessoria técnica Grupo de consultores ad hoc Conselho Federal de

Leia mais

Índice. Farmácia de Manipulação Conhecendo uma farmácia de manipulação, suas vantagens e procedimentos... 2

Índice. Farmácia de Manipulação Conhecendo uma farmácia de manipulação, suas vantagens e procedimentos... 2 1 Índice Farmácia de Manipulação Conhecendo uma farmácia de manipulação, suas vantagens e procedimentos... 2 A Empresa Informações sobre a empresa, farmacêuticas responsáveis, instalações, diferenciais

Leia mais

Curso Intensivo. Merchandising - Formação Avançada e Gerenciamento de Produtos por Categoria em Farmácias

Curso Intensivo. Merchandising - Formação Avançada e Gerenciamento de Produtos por Categoria em Farmácias Curso Intensivo Merchandising - Formação Avançada e Gerenciamento de Produtos por Categoria em Farmácias O EaDPLUS é um dos melhores portais de cursos à distância do Brasil e conta com um ambiente virtual

Leia mais

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho Oncologia Aula 3: Legislação específica Profa. Camila Barbosa de Carvalho Legislações importante em oncologia - RDC n o. 220/2004 - RDC n o. 67/2007 - RDC n o. 50/2002 - RDC n o. 306/2004 - NR 32/2005

Leia mais

Resíduo Hospitalar: uma questão de saúde pública e ambiental

Resíduo Hospitalar: uma questão de saúde pública e ambiental ISSN 1984-9354 Resíduo Hospitalar: uma questão de saúde pública e ambiental Gabriel Marreiros Ribas Fernandes (LATEC/UFF) Resumo: O trabalho vem demonstrar a importância do manuseio correto, da coleta

Leia mais

ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR 1 OBJETIVO: ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR Este Roteiro estabelece a sistemática para a avaliação do cumprimento das ações do Programa de Controle de Infecção

Leia mais

Luiz Antonio Vane Prof. Titular do Depto de Anestesiologia da F.M. Botucatu - UNESP

Luiz Antonio Vane Prof. Titular do Depto de Anestesiologia da F.M. Botucatu - UNESP Luiz Antonio Vane Prof. Titular do Depto de Anestesiologia da F.M. Botucatu - UNESP CENTRO CIRÚRGICO Jardim Japonês Centro Cirúrgico Hospital Maternidade Terezinha de Jesus Juiz de Fora (MG) Queimaduras

Leia mais

a) sempre que se produza uma mudança nas condições de trabalho, que possa alterar a exposição aos agentes biológicos;

a) sempre que se produza uma mudança nas condições de trabalho, que possa alterar a exposição aos agentes biológicos; Os 32 itens da NR-32 a serem trabalhados nesta primeira etapa do projeto 32 para implantação nos estabelecimentos de saúde até 2009 foram selecionados e estudados pela diretoria do Sinsaúde por serem os

Leia mais

Programa para prevenção de ATs com perfurocortantes. Érica Lui Reinhardt Pesquisadora - Fundacentro

Programa para prevenção de ATs com perfurocortantes. Érica Lui Reinhardt Pesquisadora - Fundacentro Programa para prevenção de ATs com perfurocortantes Érica Lui Reinhardt Pesquisadora - Fundacentro Respeito Ambiente Ocupacional Saudável Programas integrados PPRA, PCMSO, PGRSS... Visão holística do serviço

Leia mais

Gerenciamento de Resíduos

Gerenciamento de Resíduos Gerenciamento de Resíduos ANVISA RDC 306/04 - REGULAMENTO TÉCNICO PARA GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SAÚDE veronica.schmidt@ufrgs.br O perigo do lixo hospitalar. Resíduos biológicos - culturas de microrganismos

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO EM FARMÁCIA

MANUAL DE ESTÁGIO EM FARMÁCIA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CCS DEPT O CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS DCF CURSO DE FARMÁCIA MANUAL DE ESTÁGIO EM FARMÁCIA Prof. Ms. Edmarlon Girotto Professor Responsável 6EST506

Leia mais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais Bem Vindos! Prescrição Farmacêutica Aspectos técnicos e legais Quem sou? Prof. Dr José Henrique Gialongo Gonçales Bomfim Farmacêutico Bioquímico 1998 Mestre em Toxicologia USP 2003 Doutor em Farmacologia

Leia mais

Palavras-chaves: Serviços de Saúde, Resíduos Químicos, Gestão

Palavras-chaves: Serviços de Saúde, Resíduos Químicos, Gestão Resíduos Químicos Gerados em Serviços de Saúde: Um Despertar Necessário Lígia de Oliveira Braga (Mestranda em Desenvolvimento e Meio Ambiente/UFS) Roberto Rodrigues de Souza (Orientador/Doutor em Engenharia

Leia mais

PROBLEMAS SANITÁRIOS NA PRÁTICA

PROBLEMAS SANITÁRIOS NA PRÁTICA PROBLEMAS SANITÁRIOS NA PRÁTICA Dr. Alessandro Vieira De Martino Farmacêutico Bioquímico CRF 33754 Formado no curso de Farmácia e Bioquímica pela Universidade Bandeirante de São Paulo UNIBAN Pós-Graduado

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 13 PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 QUESTÃO 31 Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, obedecendo ao Quadro II da NR- 4, subitem 4.4, com redação dada pela Portaria nº

Leia mais

NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. Profª Andréia Ap.Tavares Martins E-mail: andreiatmenf@yahoo.com.br

NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. Profª Andréia Ap.Tavares Martins E-mail: andreiatmenf@yahoo.com.br NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Profª Andréia Ap.Tavares Martins E-mail: andreiatmenf@yahoo.com.br A Saúde e a Segurança do Trabalhador no Brasil Em 2009 foram registrados 723.452

Leia mais

PRÁTICAS DE BIOSSEGURANÇA ADOTADAS POR MANICURES/PEDICURES NA PREVENÇÃO DE HEPATITE B E C

PRÁTICAS DE BIOSSEGURANÇA ADOTADAS POR MANICURES/PEDICURES NA PREVENÇÃO DE HEPATITE B E C PRÁTICAS DE BIOSSEGURANÇA ADOTADAS POR MANICURES/PEDICURES NA PREVENÇÃO DE HEPATITE B E C Renato Nelson Sasso 1, Lauyze Dall"ago Barbosa 2, Janete Lane Amadei 3 RESUMO: As hepatites emergem com problema

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DA PORTARIA 1.748 CASSIANA PRATES

IMPLEMENTAÇÃO DA PORTARIA 1.748 CASSIANA PRATES IMPLEMENTAÇÃO DA PORTARIA 1.748 CASSIANA PRATES Serviço de Epidemiologia e Gerenciamento de Riscos Hospital Ernesto Dornelles Tópicos Nos próximos 25min: Hospital Ernesto Dornelles Gestão de Riscos e Segurança

Leia mais

Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês AÇÕES SUSTENTÁVEIS DO HOSPITAL GERAL DO GRAJAÚ

Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês AÇÕES SUSTENTÁVEIS DO HOSPITAL GERAL DO GRAJAÚ Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês AÇÕES SUSTENTÁVEIS DO HOSPITAL GERAL DO GRAJAÚ Autores: Raphaella Rodrigues de Oliveira Gerente de Hotelaria; Rafael Saad Coordenador Administrativo.

Leia mais

ACIDENTE DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLÓGICO: UMA EDUCAÇÃO PERMANENTE PARA OS TRABALHADORES DA SAÚDE PORTO ALEGRE RIO GRANDE DO SUL

ACIDENTE DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLÓGICO: UMA EDUCAÇÃO PERMANENTE PARA OS TRABALHADORES DA SAÚDE PORTO ALEGRE RIO GRANDE DO SUL CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde ACIDENTE DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLÓGICO: UMA EDUCAÇÃO PERMANENTE PARA OS TRABALHADORES DA SAÚDE PORTO ALEGRE

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA N.º 806/2007. (publicada no DOE nº 236, de 13 de dezembro de 2007) Dispõe sobre o Programa de Gerenciamento

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS RISCOS DE CONTAMINAÇÃO EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS NO CENTRO- OESTE DO ESTADO PARANÁ

LEVANTAMENTO DOS RISCOS DE CONTAMINAÇÃO EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS NO CENTRO- OESTE DO ESTADO PARANÁ LEVANTAMENTO DOS RISCOS DE CONTAMINAÇÃO EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS NO CENTRO- OESTE DO ESTADO PARANÁ Guilherme Viero, Marlise Shoenhals, Franciele A.C. Follador, Darlan Clóvis Vettorello Rech,

Leia mais

Tecnologia e atendimento direcionado apresentam ganhos para a indústria e paciente

Tecnologia e atendimento direcionado apresentam ganhos para a indústria e paciente Tecnologia e atendimento direcionado apresentam ganhos para a indústria e paciente A adesão do paciente ao programa passa necessariamente pelo seu médico, que concorda em participar de acordo com sua visão

Leia mais

Reportagem Gestão de Resíduos

Reportagem Gestão de Resíduos 22 Reportagem Gestão de Resíduos Conexão 32 Setembro/Outubro 2010 23 Enfermagem na gestão de resíduos Uma das etapas mais complexas da segurança e da limpeza hospitalar está relacionada à gestão dos Resíduos

Leia mais

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE PORTO ALEGRE

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE PORTO ALEGRE SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE PORTO ALEGRE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA SANTA CASA: SAÚDE PÚBLICA COMPROMETIDA COM A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL Responsável pelo trabalho: Bruna Vallandro Trolli Vieira - Analista

Leia mais

I-070 - DIAGNÓSTICO DE GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇO DE SAÚDE EM UM HOSPITAL PÚBLICO EM BELÉM/PA

I-070 - DIAGNÓSTICO DE GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇO DE SAÚDE EM UM HOSPITAL PÚBLICO EM BELÉM/PA I-070 - DIAGNÓSTICO DE GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇO DE SAÚDE EM UM HOSPITAL PÚBLICO EM BELÉM/PA Lana Tais da Silva Coelho (1) Estudante do curso de Engenharia Ambiental do Instituto de

Leia mais

FARMÁCIAS E DROGARIAS

FARMÁCIAS E DROGARIAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE FARMÁCIAS E DROGARIAS Nome Fantasia: Razão Social: Endereço: Responsável Técnico: CRF: Telefone: CNPJ: Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana - Av. João Durval

Leia mais

Projeto de Redução dos Resíduos e Descarte Correto

Projeto de Redução dos Resíduos e Descarte Correto Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (Icesp) do Hospital das Clínicas da FMUSP Projeto de Redução dos Resíduos e Descarte Correto Responsável pelo trabalho: Vânia Rodrigues

Leia mais

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências Decreto Nº 94.406 / 1987 (Regulamentação da Lei nº 7.498 / 1986) Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências O Presidente da

Leia mais

O que faz um Responsável Técnico em Restaurantes comerciais

O que faz um Responsável Técnico em Restaurantes comerciais O que faz um Responsável Técnico em Restaurantes comerciais O Impacto de se alimentar fora do lar Alimentação fora do lar Investimento do consumidor no ultimo ano 17% para 30% Hábito de almoçar fora do

Leia mais

BD em parceria com SBD e ANAD pelo descarte e gerenciamento responsável de resíduos domiciliares

BD em parceria com SBD e ANAD pelo descarte e gerenciamento responsável de resíduos domiciliares Ano V Nº 18 2006 Distribuição Gratuita Tiragem: 35.000 exemplares www.bd.com/brasil CRF-PE consolida programa de educação continuada O CRF-PE adotou o Seminário TAI - Técnicas de Aplicação de Injetáveis

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DA SAÚDE (PGRSS)

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DA SAÚDE (PGRSS) PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DA SAÚDE (PGRSS) 1 1. Apresentação do Projeto O presente documento tem por finalidade apresentar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde

Leia mais

Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Cleonice B. dos Santos nice.highosp@hcnet.usp.br

Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Cleonice B. dos Santos nice.highosp@hcnet.usp.br Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Cleonice B. dos Santos nice.highosp@hcnet.usp.br A relação do homem com o lixo que produz. O desafio será a mudança de atitude

Leia mais

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos Gestão Foto: dreamstime.com Longo caminho Medida da ANS inicia discussão sobre a oferta de medicamentos ambulatoriais para doentes crônicos pelas operadoras de saúde Por Danylo Martins Acontece no mundo

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

Curso sobre a Gestão de resíduos sólidos urbanos

Curso sobre a Gestão de resíduos sólidos urbanos Curso sobre a Gestão de resíduos sólidos urbanos Consideram-se resíduos sólidos como sendo rejeitos resultantes das diversas atividades humanas. Podem ser de diversas origens: industrial, doméstica, hospitalar,

Leia mais

Marketing. Palestra Divulgue sua empresa. Palestra Aumente suas vendas. Curso Na Medida: Marketing

Marketing. Palestra Divulgue sua empresa. Palestra Aumente suas vendas. Curso Na Medida: Marketing A moda é deixar a sua loja mais atrativa! Programação novembro dezembro 2014 O Sebrae-SP reserva-se ao direito de cancelar qualquer item da sua programação caso não haja número suficiente de inscritos

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

Relatório de Gestão da CCIH

Relatório de Gestão da CCIH Relatório de Gestão da CCIH 1 - Apresentação A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar CCIH é formada por membros executores -01 Enfermeira, 01 Farmacêutica e 01 Medico Infectologista e consultores-representantes

Leia mais

DRA. GLÁUCIA BERRETA RUGGERI MÉDICA ENDOCRINOLOGISTA DO CENTRO DE SAÚDE OCUPACIONAL HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN glauciabr@einstein.

DRA. GLÁUCIA BERRETA RUGGERI MÉDICA ENDOCRINOLOGISTA DO CENTRO DE SAÚDE OCUPACIONAL HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN glauciabr@einstein. DRA. GLÁUCIA BERRETA RUGGERI MÉDICA ENDOCRINOLOGISTA DO CENTRO DE SAÚDE OCUPACIONAL HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN glauciabr@einstein.br Segurança do Paciente => 1999 => Marco => TheError is Human

Leia mais

FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Módulo de Hospitalar e Agroindústria AULA 2 Prof.º Cleverson Luis

FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Módulo de Hospitalar e Agroindústria AULA 2 Prof.º Cleverson Luis FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho Módulo de Hospitalar e Agroindústria AULA 2 Prof.º Cleverson Luis Competências a serem trabalhadas nesta aula Conhecer e detalhar a legislação específica

Leia mais

Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde

Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde Naraiana Agapito, naraagapito@yahoo.com.br 1 Introdução Embora a geração de resíduos oriundos das atividades humanas faça parte da própria história do homem,

Leia mais

Centro de Ciências Departamento de Biologia Disciplina de Fisiologia Animal

Centro de Ciências Departamento de Biologia Disciplina de Fisiologia Animal Projeto de ensino aplicado à Fisiologia Anima, da disciplina Instrumentalização V: Exercício físico regular e a promoção da saúde Suyane Emanuelle Santos de Carvalho Orientadora: Profa. Dra. Ana Fontenele

Leia mais

Estudo de caso: Projeto Reciclart

Estudo de caso: Projeto Reciclart 2014 Estudo de caso: Projeto Reciclart Solange Costa Miranda Nascimento Gerente de Resíduo - HGNI 4/9/2014 Estudo de Caso Reciclagem de resíduos Comum Política dos 3 R s Projeto Reciclart HGNI HGNI - Hospital

Leia mais

Juntos somos fortes! Calendário

Juntos somos fortes! Calendário Juntos somos fortes! Calendário 2015 Negociando em Tempos de Crise Lançamento do Programa Varejo Forte 2015. Revolução Constitucionalista Finanças Controle de Custos/Despesas Finanças Finanças Finanças

Leia mais

Atribuições Clínicas do Farmacêutico

Atribuições Clínicas do Farmacêutico Atribuições Clínicas do Farmacêutico Evolução dos gastos com medicamentos do Ministério da Saúde 650% crescimento R$ Atualizado: 10/02/2014 Fonte: Fundo Nacional de Saúde FNS e CGPLAN/SCTIE/MS Hospitalizações

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE ANATOMIA, ENFERMAGEM E MULTIDISCIPLINAR

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE ANATOMIA, ENFERMAGEM E MULTIDISCIPLINAR REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE ANATOMIA, ENFERMAGEM E MULTIDISCIPLINAR Barretos SP 2014 1 INTRODUÇÃO Os laboratórios de ensino representam um apoio fundamental para a excelência do processo ensino-aprendizagem.

Leia mais

DISPOSITIVO DE SEGURANÇA. Fernanda Mara Coelho Cardozo Consultora Educacional BD Medical Mestranda em Enfermagem pela EERP - USP

DISPOSITIVO DE SEGURANÇA. Fernanda Mara Coelho Cardozo Consultora Educacional BD Medical Mestranda em Enfermagem pela EERP - USP DISPOSITIVO DE SEGURANÇA Fernanda Mara Coelho Cardozo Consultora Educacional BD Medical Mestranda em Enfermagem pela EERP - USP No passado e no Presente Novas Tecnologias Cenário Atual Complexidade terapêutica

Leia mais

DISPÕE SOBRE A POLÍTICA DE COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA ALTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE A POLÍTICA DE COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA ALTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 1.223/2013 DE 16 DE ABRIL DE 2013. DISPÕE SOBRE A POLÍTICA DE COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA ALTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A CÂMARA MUNICIPAL DE CACHOEIRA ALTA, Estado de Goiás, por

Leia mais

Drogaria São Paulo já iniciou Programa de Gerenciamento de Resíduos Domiciliares

Drogaria São Paulo já iniciou Programa de Gerenciamento de Resíduos Domiciliares Ano V Nº 20 2006 Distribuição Gratuita Tiragem: 35.000 exemplares www.bd.com/brasil Logística da Santa Cruz faz a diferença Uma pequena farmácia criada em 1955 no Paraná, por Gilberto e Hieda Mayer, transformou-se

Leia mais

ACIDENTES DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLÓGICO E/OU PERFUROCORTANTES ENTRE OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

ACIDENTES DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLÓGICO E/OU PERFUROCORTANTES ENTRE OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE ACIDENTES DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLÓGICO E/OU PERFUROCORTANTES ENTRE OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE Os acidentes de trabalho com material biológico e/ou perfurocortante apresentam alta incidência entre

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

1 Faculdade Santa Maria. 2 Faculdade São Francisco

1 Faculdade Santa Maria. 2 Faculdade São Francisco IMPORTÂNCIA DO USO DE EPI S EM EMPRESAS INCINERADORAS DE LIXO HOSPITALAR: VISÃO DO TRABALHADOR Suênia Kátia Gonçalves 1 Lidiane Leite Nobre 1 Maria Aparecida de Freitas 1 Ana Cláudia Cavalcante Silva 1

Leia mais

PROVA OBJETIVA. Processo Seletivo para Agente Comunitário de Saúde - Nova Bassano/RS - Edital 04/2015. Nome do(a) candidato(a): ESF de Abrangência:

PROVA OBJETIVA. Processo Seletivo para Agente Comunitário de Saúde - Nova Bassano/RS - Edital 04/2015. Nome do(a) candidato(a): ESF de Abrangência: PROVA OBJETIVA Processo Seletivo para Agente Comunitário de Saúde - Nova Bassano/RS - Edital 04/2015 Nome do(a) candidato(a): ESF de Abrangência: Fique atento para as instruções abaixo: - As questões a

Leia mais

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE 118 IABAS Relatório de Gestão Rio de Janeiro 2010/2011/2012 Programa de Sustentabilidade nas Unidades de Saúde O Programa de Sustentabilidade promove

Leia mais

CONCEITO. O conceito BI Soluções PME foi inspirado em três premissas:

CONCEITO. O conceito BI Soluções PME foi inspirado em três premissas: Parceria com: CONCEITO O conceito BI Soluções PME foi inspirado em três premissas: Reunir empresários de um mesmo setor afim de cooperar esforços para atingir resultados maiores e melhores com mais economia.

Leia mais

MANUAL DO VOLUNTÁRIO

MANUAL DO VOLUNTÁRIO MANUAL DO VOLUNTÁRIO Dentre todas as coisas que se pode doar a alguém, existe uma que é a mais valiosa: o tempo. E é isso que um voluntário faz. Disponibiliza seu tempo e sua energia para ajudar o próximo,

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO

INSTRUÇÃO DE TRABALHO Pg.: 1 de Elaboração Verificação Aprovação Janaina Bacci Data: Data: Data: Título da Atividade: Procedimentos para descarte de Resíduos Quimioterápicos Executante: Colaboradores envolvidos na manipulação

Leia mais

MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DO PROJETO PAPA-ÓLEO

MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DO PROJETO PAPA-ÓLEO MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DO PROJETO PAPA-ÓLEO Apresentação O Projeto Papa-Óleo é uma iniciativa da ABRASEL, em parceria com o Ministério do Turismo e o SEBRAE, que visa a estimular a preservação do meio ambiente,

Leia mais

Fluxograma de atendimento a acidente de trabalho

Fluxograma de atendimento a acidente de trabalho Fluxograma de atendimento a acidente de trabalho Assim que ocorrer o acidente Introdução Fluxo AT Com o objetivo de adotar medidas de cuidado e segurança à saúde de médicos, clientes e colaboradores, a

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle

Leia mais

ESCOLA SENAI CELSO CHARURI CFP 5.12 PROGRAMA DE CONTROLE DA COLETA SELETIVA E DESTINO DOS MATERIAIS DESCARTADOS

ESCOLA SENAI CELSO CHARURI CFP 5.12 PROGRAMA DE CONTROLE DA COLETA SELETIVA E DESTINO DOS MATERIAIS DESCARTADOS ESCOLA SENAI CELSO CHARURI CFP 5.12 PROGRAMA DE CONTROLE DA COLETA SELETIVA E DESTINO DOS MATERIAIS DESCARTADOS PROGRAMA Nº 04/2012 SENAI-SP. Projeto desenvolvido pelo CFP 5.12 Escola SENAI Celso Charuri.

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Padrão Nível 1 Uso seguro e racional de medicamentos Dimensões da qualidade Aceitabilidade, adequação e integralidade Assistência Farmacêutica

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

GESTÃO DE SST DESAFIOS E POSSÍVEIS SOLUÇÕES

GESTÃO DE SST DESAFIOS E POSSÍVEIS SOLUÇÕES GESTÃO DE SST DESAFIOS E POSSÍVEIS SOLUÇÕES Nov.2014 Negócio CONTRIBUIR PARA O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE Educação Qualidade de Vida Declaração Estratégica Missão Promover a qualidade de vida do trabalhador

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Ementa: Regulamenta o exercício profissional nos serviços de atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública

Leia mais

Câmara Técnica de Controle e Qualidade Ambiental. Data 17/03/2009. Processo nº 02000.001876/2008-64

Câmara Técnica de Controle e Qualidade Ambiental. Data 17/03/2009. Processo nº 02000.001876/2008-64 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - MMA Conselho Nacional de Meio Ambiente CONAMA Câmara Técnica de Controle de Qualidade Ambiental CTCQA Câmara Técnica de Controle e Qualidade Ambiental

Leia mais

SEGURANÇA DO PROFISSIONAL

SEGURANÇA DO PROFISSIONAL SEGURANÇA DO PROFISSIONAL RISCO BIOLÓGICO Palestrante: Carolina Cardoso de Araujo Ferri Importância na Enfermagem Brasil: 1,5 milhões de profissionais São Paulo: 346.730 profissionais * Enfermeiros: 65.981

Leia mais

PROJETO DE REDUÇÃO DOS RESÍDUOS INFECTANTES NAS UTI S DO HOSPITAL ESTADUAL DE DIADEMA

PROJETO DE REDUÇÃO DOS RESÍDUOS INFECTANTES NAS UTI S DO HOSPITAL ESTADUAL DE DIADEMA Hospital Estadual Diadema Prêmio Amigo do Meio Ambiente 2013 PROJETO DE REDUÇÃO DOS RESÍDUOS INFECTANTES NAS UTI S DO HOSPITAL ESTADUAL DE DIADEMA Hospital Estadual de Diadema Responsáveis: João Paulo

Leia mais

NORMAS REGULAMENTADORAS

NORMAS REGULAMENTADORAS NORMAS REGULAMENTADORAS As Normas Regulamentadoras estabelecem critérios e procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho, que devem ser seguidos por empresas de acordo com

Leia mais

Use a agulha correta na aplicação intramuscular

Use a agulha correta na aplicação intramuscular Ano VII Nº 31 2010 Distribuição Gratuita Tiragem: 35.000 exemplares www.bd.com/brasil Qualidade BD melhora a saúde das pessoas A Responsável Técnica da fábrica da BD em Curitiba, farmacêutica Simone Dalmutt,

Leia mais

Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária

Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária objetivo Este manual estabelece os critérios de higiene e de boas práticas operacionais para o controle

Leia mais

Programa de Consumo Consciente nas Instituições de Ensino Superior Particulares FOREXP. Fórum de Extensão das IES Particulares

Programa de Consumo Consciente nas Instituições de Ensino Superior Particulares FOREXP. Fórum de Extensão das IES Particulares Programa de Consumo Consciente nas Instituições de Ensino Superior Particulares FOREXP Fórum de Extensão das IES Particulares Consumir conscientemente significa atentar para os efeitos que este ato acarreta

Leia mais

II Seminário Hospitais Saudáveis SHS 2009

II Seminário Hospitais Saudáveis SHS 2009 II Seminário Hospitais Saudáveis SHS 2009 Gerenciamento de resíduos nos Hospitais Filantrópicos brasileiros: estrutura organizacional, indicadores e resultados Dr.Edison Ferreira da Silva A primeira Santa

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

PERFIL E COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO DE CENTRO CIRÚRGICO. Maria da Conceição Muniz Ribeiro

PERFIL E COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO DE CENTRO CIRÚRGICO. Maria da Conceição Muniz Ribeiro PERFIL E COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO DE CENTRO CIRÚRGICO Maria da Conceição Muniz Ribeiro I - CENTRO CIRÚRGICO CONJUNTO DE ELEMENTOS DESTINADOS AS ATIVIDADES CIRÚRGICAS, BEM COMO À RECUPERAÇÃO PÓS ANESTÉSICA

Leia mais

DROGARIAS REGULARIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTO DE INTERESSE À SAÚDE

DROGARIAS REGULARIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTO DE INTERESSE À SAÚDE DROGARIAS REGULARIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTO DE INTERESSE À SAÚDE Lei 8080/90 Art. 6º, 1º: Entende-se por vigilância sanitária um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde

Leia mais

Hepatite B: risco exige responsabilidade

Hepatite B: risco exige responsabilidade Ano V Nº 23 2007 Distribuição Gratuita Tiragem: 35.000 exemplares www.bd.com/brasil Procedimentos de segurança para você e seu cliente Prevenção de acidentes em aplicações de injetáveis com BD SoloMed

Leia mais

Relatório de Atividades 2014. Comissão de Ética

Relatório de Atividades 2014. Comissão de Ética Comissão de Ética Introdução As ações desenvolvidas pela Comissão de Ética em 2014 foram pautadas nos parâmetros do Questionário de Avaliação da Ética elaborado pela Comissão de Ética Pública (CEP) que

Leia mais

NR 32 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE. Noeli Martins Médica do Trabalho Auditora Fiscal do Trabalho da SRTE/PR

NR 32 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE. Noeli Martins Médica do Trabalho Auditora Fiscal do Trabalho da SRTE/PR NR 32 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE Noeli Martins Médica do Trabalho Auditora Fiscal do Trabalho da SRTE/PR METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO / REVISÃO DAS NORMAS REGULAMENTADORAS Portaria

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental

Sistema de Gestão Ambiental Objetivos da Aula Sistema de Gestão Ambiental 1. Sistemas de gestão ambiental em pequenas empresas Universidade Federal do Espírito Santo UFES Centro Tecnológico Curso de Especialização em Gestão Ambiental

Leia mais

Punção Venosa Periférica CONCEITO

Punção Venosa Periférica CONCEITO Punção Venosa Periférica CONCEITO É a criação de um acesso venoso periférico a fim de administrar soluções ou drogas diretamente na corrente sanguínea, para se obter uma ação imediata do medicamento. Preparar

Leia mais

REGULAMENTO DE SEGURANÇA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E DE SUPORTE LOGÍSTICO PARA A EDP

REGULAMENTO DE SEGURANÇA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E DE SUPORTE LOGÍSTICO PARA A EDP REGULAMENTO DE SEGURANÇA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E DE SUPORTE LOGÍSTICO PARA A EDP DPS 38.008-13 EDP Natureza do documento Versão Data Emissor Procedimento de Segurança (DPS) R4 14-12-2012

Leia mais

Diretrizes de Sustentabilidade Carelink

Diretrizes de Sustentabilidade Carelink 1 Para a, o que é sustentabilidade? É a forma mais eficaz para alcançarmos resultados consistentes, buscando soluções integradas que envolvam aspectos sociais, tecnológicos, econômicos e ambientais, de

Leia mais

CCIH/SCIH: a Enfermagem à frente da prevenção de infecções hospitalares

CCIH/SCIH: a Enfermagem à frente da prevenção de infecções hospitalares freeimages.com CCIH/SCIH: a Enfermagem à frente da prevenção de infecções hospitalares A adesão dos profissionais de saúde e o envolvimento de pacientes e familiares nas medidas de prevenção reduzem o

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO invepar índice Apresentação Visão, Missão, Valores Objetivos Princípios Básicos Pág. 4 Pág. 6 Pág. 7 Pág. 8 Abrangência / Funcionários Empresas do Grupo Sociedade / Comunidade

Leia mais

Semana do Meio Ambiente: atividades educativas para conscientização da população Maringaense

Semana do Meio Ambiente: atividades educativas para conscientização da população Maringaense Semana do Meio Ambiente: atividades educativas para conscientização da população Maringaense Mostra Local de: Maringá Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente) Nome

Leia mais

ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 601, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014

ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 601, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014 ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 601, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014 Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no âmbito da homeopatia

Leia mais

Prepare-se para vender mais

Prepare-se para vender mais Prepare-se para vender mais Segunda, 16 Julho 2012 09:18 Acessos: 5458 Conheça algumas estratégias de gestão e marketing que podem ajudar a aumentar as vendas dessa categoria de produtos As vendas de correlatos

Leia mais

VOLUNTÁRIO TIME ESPERANÇA HUMANO CARIDADE UNIÃO AJUDA AMIZADE TIME CUIDADO FELICIDADE UNIÃO MANUAL DO SERVIÇO PESSOAS PESSOAS AJUDA DOAÇÃO DOAÇÃO

VOLUNTÁRIO TIME ESPERANÇA HUMANO CARIDADE UNIÃO AJUDA AMIZADE TIME CUIDADO FELICIDADE UNIÃO MANUAL DO SERVIÇO PESSOAS PESSOAS AJUDA DOAÇÃO DOAÇÃO MANUAL DO VOLUNTÁRIO CARIDADE T I M E C O M U N I D A D E UNIÃO GRUPO AMIZADE PESSOAS G R U P O AJUDA T I M E TRABALHO FELICIDADEPESSOAS GRUPO SERVIÇO UNIÃO ESPERANÇA A J U D ASERVIÇO COMUNIDADE G R U

Leia mais