MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E SEUS IMPACTOS NO TRABALHO MASCULINO E FEMININO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E SEUS IMPACTOS NO TRABALHO MASCULINO E FEMININO"

Transcrição

1 MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E SEUS IMPACTOS NO TRABALHO MASCULINO E FEMININO Watfa Abou Chami Pereira PPGTE-Universidade Tecnológica Federal do Paraná Nilson Marcos Dias Garcia PPGTE/DAFIS-Universidade Tecnológica Federal do Paraná Nanci Stancki Silva PPGTE-Universidade Tecnológica Federal do Paraná Resumo Este artigo, resultante de pesquisa em andamento, procura analisar como as mudanças que têm ocorrido no mundo do trabalho nos últimos anos, seja por causa da transferência da dimensão coletiva do trabalho do sistema taylorista/fordista para a dimensão individual, presente na administração flexível, seja graças ao salto tecnológico representado pela robótica, pela automação e pela microeletrônica, têm afetado a trajetória e as decisões profissionais de homens e mulheres trabalhadores. Sob uma ótica das relações de gênero, analisa as implicações da divisão social e sexista do trabalho industrial e as perspectivas e limites das carreiras de homens e mulheres, mostrando que tem havido mudanças na ocupação de postos de trabalho tidos tradicionalmente como femininos e masculinos. Palavras-chave: Tecnologia e trabalho;trabalho masculino e feminino; Relações de gênero. Introdução Muitos fatores têm contribuído para a formação de um novo mundo do trabalho, seja ele industrial ou não. Mudanças na organização social e na organização produtiva delineiam um novo perfil desse universo que representa um paradoxo na vida do trabalhador: por um lado, representa o ápice do sonho de estar empregado e com a existência (ou subsistência?) garantida; por outro, representa a sujeição a um sistema que transforma o trabalhador em mais uma máquina criada para obter acumulação de capital. Desde que a microeletrônica, na segunda metade do século XX, passou a conectar e a integrar na máquina tarefas que eram antes separadas, associando funções de concepção e de execução, a eficiência na execução das tarefas foi gradativamente sendo substituída pela eficiência administrativa e de organização de trabalho. Esse quadro, que modifica o próprio conceito de posto de trabalho, implica a vinculação do operador à resolução dos problemas técnicos relativos ao processo produtivo e à garantia da qualidade dos produtos, o que resulta na convergência entre produção material, atividades de manutenção e controle de qualidade (SOARES, 1990). O controle do tempo e da produção em massa do processo produtivo taylorista/fordista, aos poucos, tem sendo substituído e/ou mesclado com a Administração Flexível e a Produção Enxuta do toyotismo, que se apresenta como um novo paradigma produtivo, e com uma nova forma de concepção de produção, mais flexível, caracterizando de maneira diferente a alienação do trabalho embutida no sistema de base fordista (ANTUNES, 1997). Essa nova organização do trabalho tem propiciado algumas questões para reflexão e discussão, dentre as

2 quais temos investigado aquelas que podem nos elucidar de que modo homens e mulheres estão sendo afetados por essas mudanças, principalmente no tocante ao trabalho tido tradicionalmente como feminino que passa a ser desempenhado por homens, assim como a análise da inserção, permanência e ascensão de homens e mulheres no mercado de trabalho nesse novo contexto. A mulher no contexto da industrialização: um pouco de história Modernamente, denomina-se gênero a forma de dar um caráter relacional aos estudos sobre homens e mulheres, significando que comportamentos masculinos e femininos não são determinados biologicamente, mas construções sociais, culturais e históricas e têm uma conotação de poder. O conceito de gênero se consolida para explicar as diferenças culturalmente construídas entre homens e mulheres. Desde a década de 1960, com a manifestação do movimento feminista, a mulher tem lutado pela garantia do direito à igualdade nas relações sociais, sejam manifestadas nas relações familiares, educacionais ou no trabalho. Essa luta tem conseguido resultados relevantes, sem, contudo, atingir patamares definitivos. A mulher continua reagindo à suposta inferioridade a ela atribuída, avançando muito na luta pelo exercício pleno de seus direitos, conseguindo resultados bastante significativos, sem, entretanto, alcançar a igualdade, principalmente de reconhecimento e remuneração, tão almejada. São ainda chamativas as discriminações sofridas pelas mulheres nas limitações de ingresso, permanência e ascensão no mercado de trabalho, nas diferenças salariais e na ocupação de cargos com poder de decisão. Apesar disso, segundo Hirata (2002), já se inicia uma relativa democratização de emprego de mulheres em posições qualificadas, mas que não apaga a divisão sexual do trabalho nem a divisão do poder e do saber, reforçando a idéia de que, assim como o gênero é uma construção social, cultural e histórica, a suposta incompetência feminina também é resultado de construção social (HIRATA, 2002). A realidade da mulher no mundo do trabalho reflete muito do que se construiu historicamente sobre ela, principalmente a simbologia e as representações construídas no processo educacional. Para Hirata, não se pode compreender a divisão sexual do trabalho profissional sem compreender a divisão sexual do trabalho doméstico e, para além dele, a divisão do poder e do saber. Destaca-se também a relevância das representações simbólicas, das instituições e linguagens construídas socialmente, que resultam em comportamentos e paradigmas pré-estabelecidos, entre eles os que se consideram válidos ou adequados à natureza masculina ou feminina. Esses modelos são aceitos socialmente e passam a ditar comportamentos que são reproduzidos por essa sociedade, através de referências sociais repassadas desde muito cedo e cristalizadas através dos processos de escolarização, ditando as regras válidas no mercado de trabalho para homens e mulheres, reforçando a divisão dos gêneros no mercado de trabalho. Impactos sociais do novo modelo de produção Algumas conseqüências da nova configuração da produção industrial, que substitui e/ou mescla práticas e concepções tayloristas/fordistas com aquelas características do toyotismo, em maior ou menor escala foram sentidas no mundo do trabalho, como alguma desestruturação do trabalho organizado, altos níveis de desemprego estrutural e

3 retrocesso da ação sindical. O individualismo exagerado encontrou um modo adequado para se desenvolver em meio a tanta negatividade, sendo o toyotismo ou o modelo japonês aquele que maior impacto tem causado, tanto pela revolução técnica que operou na indústria japonesa, quanto pela potencialidade de propagação que alguns dos pontos básicos têm demonstrado, expansão que hoje atinge escala mundial. Assim, à medida que as características do sistema técnico das empresas se alteraram, mudaram também as características do sistema social. Hoje, os papéis do trabalho são pouco definidos, requerem habilidades múltiplas, uma boa dose de autonomia e autocontrole e o desenvolvimento do conhecimento tácito. Este quadro está em consonância com a idéia de que o fundamental para a empresa atualmente é aumentar sua capacidade de aprendizagem para poder atuar num ambiente de alta turbulência (FLEURY, 1990). Em decorrência, houve uma significativa diminuição do contingente de trabalhadores na indústria tradicional, ao mesmo tempo em que houve uma larga expansão do trabalho assalariado, instalado no setor de serviços. Fora isso, o trabalho diversificou-se, inclusive pela incorporação do trabalho feminino no mundo do trabalho, pela expansão do trabalho parcial, temporário, precário, terceirizado, que marca a sociedade dual do capitalismo avançado. A incorporação das mulheres como força de trabalho não ocorreu só no setor têxtil, onde tradicionalmente foi expressiva a presença feminina, mas também em novos setores, como a indústria microeletrônica e a de serviços. Essa mudança na estrutura produtiva possibilitou, também, a ocupação do trabalho das mulheres em tempo parcial e em trabalho doméstico. Isso permite dizer, nas palavras de Antunes (1997), que esse contingente tem aumentado em praticamente todos os países e, apesar das diferenças nacionais, a presença feminina representa mais de 40% do total da força de trabalho em muitos países capitalistas avançados. Ainda segundo esse autor, a presença feminina no mundo do trabalho permite acrescentar que, se a consciência de classe é uma articulação complexa, comportando identidades e heterogeneidades no processo produtivo e na vida social, a contradição entre o indivíduo e sua classe, principalmente a que advém da relação entre classe e gênero também é, haja vista que hoje, a classe-que-vive-do-trabalho é tanto feminina quanto masculina. Esse novo quadro tem como característica, para Antunes (1997), a precariedade do emprego e da remuneração; a desregulamentação das condições de trabalho em relação às normas legais vigentes ou acordadas e a conseqüente regressão dos direitos sociais, bem como a ausência de proteção e expressão sindical, configurando uma tendência à individualização extrema da relação salarial (ANTUNES, 1997). Essas transformações afetam, além do mundo material concreto, o próprio trabalhador, como sua consciência, sua subjetividade e suas representações. Porém, o resultado de maior impacto dentre estas transformações é o desemprego estrutural. Ele surge em grande número de países na mesma proporção em que aumenta o subproletariado, o trabalho precário, excluindo os mais jovens e os mais velhos, fragmentando e tornando ainda mais complexa a classe trabalhadora (ANTUNES, 1997). Gorz (Apud Antunes, 1997) afirma que nos principais países industrializados da Europa Ocidental, os efetivos de trabalhadores ocupados na indústria representavam cerca de 40% da população ativa no começo dos anos 40. Sua proporção se situou próxima dos 30% no final do século XX e estima que, hoje, estejam por volta de 20 ou 25%.

4 Isso deixa clara a nítida tendência de redução do proletariado masculino fabril, industrial, manual, quer por causa da recessão econômica, quer por causa da automação, da robótica e da microeletrônica, quer pela incorporação de um contingente maior de mulheres no mercado de trabalho, ampliando a taxa de desemprego estrutural, exigindo que a sociedade moderna, que tem sofrido grandes mutações, rompa com os padrões de organização existentes e procure criar novos espaços que possibilite a construção de novos modelos de organização da produção e de trabalho. O novo perfil do mercado de trabalho: novas tendências do trabalho masculino? Depois da Segunda Grande Guerra, do advento do Feminismo e de avanços tecnológicos, apresentam-se novas configurações no mercado de trabalho, consubstanciadas nas indústrias de base microeletrônica. Aparecem mudanças relevantes no contexto do trabalho feminino, devido ao aumento do nível de escolaridade, à alta nos índices de participação da mulher no mercado de trabalho, mesmo nas funções tidas, historicamente, como funções tipicamente masculinas, ao aumento do número de mulheres em cargos com algum poder de mando e ao aumento das mulheres como chefes de família. Vários indicadores apontam para mudanças no mundo do trabalho, como aumento do percentual de mulheres em cargos de direção (9%), 18% em cargos de gerência e 28% como supervisoras, segundo pesquisa Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 maiores empresas do Brasil e suas Ações Afirmativas, realizadas pelo Instituto Ethos em 2003, de acordo com a publicação da Folha de São Paulo (26/10/2004). Tal quadro não quer dizer que a situação feminina no mercado de trabalho esteja muito melhor. Quer dizer, apenas, que cresceu o índice de mulheres em postos mais qualificados e com algum poder de decisão, mas continuam encontrando dificuldade de ascensão na carreira. Esses dados, que apontam para um avanço, não indicam, entretanto, que o preconceito tenha acabado, haja vista que, quanto mais se avança na linha hierárquica, menos se verifica a presença das mulheres, ou seja, o exercício do poder nas empresas ainda é predominantemente masculino. As mudanças no mundo do trabalho atingem também as possibilidades de emprego para o homem, que vê diminuídos os postos de trabalho, graças à automação industrial e aos avanços da indústria da informação, além do aumento da própria participação da mulher no mercado de trabalho, que já ocupa, segundo dados do IBGE (PNADs/1995), um pouco mais de 40% da força de trabalho brasileira. Esse novo quadro submete o homem às novas condições, abrindo caminho para novos postos de trabalho no mercado informal e colocando-o em trabalhos antes tidos como tipicamente femininos e fazendo com que, na família, consoante com essa nova realidade, haja um aumento na participação masculina na redistribuição das tarefas domésticas. Graças a esses fatores, o mundo do trabalho e a divisão social do trabalho têm sofrido mudanças, induzindo o trabalhador a uma permanente adaptação decorrente da necessidade de solucionar os novos desafios que se apresentam. Dentre eles, destacam-se a redução dos postos de trabalho no setor industrial e a redução do número de novas oportunidades de trabalho, particularmente para homens com menor qualificação, o que tem ocorrido de forma sistemática, principalmente nos últimos 20 anos. Um dos aspectos que tem que ser levados em consideração é que, ao longo das últimas décadas, a taxa de

5 crescimento populacional no Brasil tem diminuído, ao mesmo tempo em que tem aumentado a expectativa de vida da população. Além de se casarem mais tarde, as mulheres têm tido menos filhos e mais escolaridade e, em função da diminuição do período dedicado ao cuidado com os filhos, elas passam a ter mais condições de concorrerem a um posto de trabalho no setor produtivo, que hoje, dada a automatização e a não necessidade do uso da força para operar as máquinas industriais, não lhe está vedado. Por outro lado, com a busca da flexibilização na demissão para diminuir custos das empresas, não apenas nos momentos de recessão econômica, mas também na implementação de novos procedimentos organizacionais, verificou-se expressiva redução de postos de trabalho assalariado nos anos 90, tanto no setor industrial quanto em empresas de grande porte de todas as atividades econômicas. Esse novo contexto não traz mudanças só para as mulheres no mundo do trabalho, mas afeta também, de modo substantivo, as circunstâncias para o trabalho masculino, pois, com o incremento da força de trabalho feminino, os critérios de contratação tendem a se elevar, fazendo com que o desemprego, fenômeno relativamente recente na economia brasileira, afete o mundo do trabalho, atingindo tanto homens quanto mulheres, em todas as faixas etárias e com os mais diversos graus de escolaridade. Se a inserção das mulheres no mercado de trabalho é uma barreira que deve ser vencida por estas em seu processo de emancipação social, a intensidade desse processo de inserção e as novas técnicas organizacionais acrescentam um elemento complicador ao mundo do trabalho: obriga o homem a partir para o mercado informal, a ficar em casa enquanto a mulher trabalha ou a ocupar postos de trabalho tradicionalmente considerados femininos, como cabeleireiros, costureiros de indústrias têxteis etc., embora sempre em empresas de pequeno porte, mais desprotegidas e com menor capacidade de ampliar suas atividades por causa das limitações de acesso ao crédito e de incorporação de novas tecnologias. Considerações finais A formação profissional de competência técnica para o exercício de profissões tradicionalmente consideradas masculinas leva à questão da divisão de trabalho e da identidade de gênero. É possível perceber a divisão insistente entre o que é considerado masculino ou feminino e a permanente associação da mulher à esfera privada e o homem à esfera pública. Parece ser difícil superar os diferentes valores sociais atribuídos à mulher e ao homem, criando as desigualdades de gênero no âmbito social, familiar e profissional. Espaços diferenciados de atuação para homens e mulheres acabam sendo demarcados mesmo que esse fato muitas vezes nem seja percebido. O homem também tem encontrado muitas dificuldades para se inserir e se manter no mercado de trabalho, dependendo do grau da sua escolaridade e experiência, forçando a sua criatividade e a sua natureza, levando-o a abrir novos caminhos de trabalho no setor de serviços ou aprendendo a aceitar tarefas tradicional e culturalmente consideradas femininas. As construções sociais e culturais demandam um tempo imprevisível para se modificarem e, sem dúvida, a escola tem um papel fundamental nesse processo. Mesmo que a escola reproduza, em algumas instâncias, o modelo capitalista e social, ela é uma das instâncias que podem contribuir para essa transformação, expondo e discutindo

6 essas construções e ajudando a lançar luzes sobre as causas de ainda ser tão profunda a divisão social do trabalho, analisando esses mecanismos e apontando possíveis soluções. Parece ser de bom alvitre que sejam experimentados novos modelos e caminhos alternativos para resolver crônicos problemas de concentração de renda, entre outros, além de se exercitar uma educação voltada para a alteridade, que possa contribuir para superar uma era pautada no individualismo e na divisão sexista e seja capaz de criar um modo de ser socialmente mais justo. Referências ANTUNES, Ricardo. Adeus ao Trabalho? Ensaio sobre as Metamorfoses e a Centralidade do Mundo do Trabalho. 4 a. Ed. São Paulo: Cortez, FLEURY, Afonso. Análise a Nível de Empresa dos Impactos da Automação sobre a Organização da Produção e do Trabalho. IN: Gestão da Empresa, Automação e Competitividade: novos padrões de organização e de relações do trabalhador. Afonso Fleury e outros: (org.) Rosa Maria Sales de Melo Soares. Brasília: IPEA/PLAN, Folha de São Paulo (Sinapse). Terça-feira, 26 de outubro de HIRATA, Helena. Nova Divisão Sexual do Trabalho? Um Olhar Voltado para a Empresa e a Sociedade. São Paulo: Boitempo Editorial, Tecnologia, Formação Profissional e Relações de Gênero no Trabalho. Revista Educação e Tecnologia. Curitiba, CEFET-PR. Volume VI, n o 1, MACHADO, Lucília Regina de Souza. Educação e Divisão Social do Trabalho: Contribuição para o Estudo do Ensino Técnico Industrial Brasileiro. 2 a. Ed. São Paulo: Autores Associados: Cortez, SOARES, Rosa Maria Sales de Melo. Gestão da Empresa, Padrões Tecnológicos e Trabalho. IN: Gestão da Empresa, Automação e Competitividade: novos padrões de organização e de relações do trabalhador. Afonso Fleury e outros: (org.) Rosa Maria Sales de Melo Soares. Brasília: IPEA/PLAN, 1990.

I - A inserção dos trabalhadores negros nos mercados de trabalho metropolitanos entre 1998 e 2004

I - A inserção dos trabalhadores negros nos mercados de trabalho metropolitanos entre 1998 e 2004 DESIGUALDADE RACIAL EM MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS (ROTEIRO DE DIVULGAÇÃO) Embora a segregação racial esteja presente em várias manifestações e estruturas da sociedade brasileira, o mercado de

Leia mais

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude.

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude. A MULHER NA ATIVIDADE AGRÍCOLA A Constituição Federal brasileira estabelece no caput do art. 5º, I, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações e reconhece no dispositivo 7º a igualdade de

Leia mais

TEMA: A Mulher no Mercado de Trabalho em Goiás.

TEMA: A Mulher no Mercado de Trabalho em Goiás. TEMA: A Mulher no Mercado de Trabalho em Goiás. O Dia Internacional da Mulher, celebrado dia 8 de março, traz avanços do gênero feminino no mercado de trabalho formal. Segundo informações disponibilizadas

Leia mais

Manutenção das desigualdades nas condições de inserção

Manutenção das desigualdades nas condições de inserção A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE MARÇO 2014 Manutenção das desigualdades nas condições de inserção De maneira geral, as mulheres enfrentam grandes dificuldades

Leia mais

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul.

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Pesquisa A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Introdução Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e políticas capazes de ampliar a inserção da mulher no mercado de trabalho.

Leia mais

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DE PORTO ALEGRE NOS ANOS 2000 Boletim Especial: Dia Internacional das Mulheres MARÇO/2010 Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho

Leia mais

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades 1 Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades A Comissão Nacional da Questão da Mulher Trabalhadora da CUT existe desde 1986. Neste período houve muitos avanços na organização das

Leia mais

Dinamismo do mercado de trabalho eleva a formalização das relações de trabalho de homens e mulheres, mas a desigualdade persiste

Dinamismo do mercado de trabalho eleva a formalização das relações de trabalho de homens e mulheres, mas a desigualdade persiste Dinamismo do mercado de trabalho eleva a formalização das relações de trabalho de homens e mulheres, mas a desigualdade persiste Introdução De maneira geral, as mulheres enfrentam grandes dificuldades

Leia mais

Sr. Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Sras. e Srs. Deputados Sra. e Srs. membros do Governo

Sr. Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Sras. e Srs. Deputados Sra. e Srs. membros do Governo A mulher e o trabalho nos Piedade Lalanda Grupo Parlamentar do Partido Socialista A data de 8 de Março é sempre uma oportunidade para reflectir a realidade da mulher na sociedade, apesar de estes dias

Leia mais

Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres

Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres META 3 Eliminar as disparidades entre os sexos no ensino fundamental e médio, se possível, até 2005, e em todos os níveis de ensino, o mais

Leia mais

A presença feminina no mercado de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo 2014

A presença feminina no mercado de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo 2014 A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Março de 2015 A presença feminina no mercado de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo 2014 Em 2014, a presença de

Leia mais

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Economia solidária: Uma ferramenta para construção do feminismo

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL

O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL Abril /2007 O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL A busca de alternativas para o desemprego tem encaminhado o debate sobre a estrutura e dinâmica

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

A participação feminina no mercado de trabalho: observações sobre as docentes no ensino privado brasileiro 2013

A participação feminina no mercado de trabalho: observações sobre as docentes no ensino privado brasileiro 2013 A participação feminina no mercado de trabalho: observações sobre as docentes no ensino privado brasileiro 2013 Qual a importância da discussão de gênero no mercado de trabalho? O campo de atuação profissional

Leia mais

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. O setor privado de ensino sob um perspectiva de gênero.

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. O setor privado de ensino sob um perspectiva de gênero. Pesquisa O setor privado de ensino sob um perspectiva de gênero. Introdução Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e políticas capazes de ampliar a inserção da mulher no mercado de trabalho.

Leia mais

TRABALHO COMO DIREITO

TRABALHO COMO DIREITO Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419 CEP: 05403-000 São Paulo SP Brasil TRABALHO COMO DIREITO () 04/12/2013 1 O direito ao trabalho no campo da Saúde Mental: desafio para a Reforma Psiquiátrica brasileira

Leia mais

na região metropolitana do Rio de Janeiro

na região metropolitana do Rio de Janeiro O PERFIL DOS JOVENS EMPREENDEDORES na região metropolitana do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL MARÇO DE 2013 Nº21 PANORAMA GERAL Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE) de 2011,

Leia mais

A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO PARANAENSE

A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO PARANAENSE 1 Março 2008 A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO PARANAENSE Ângela da Matta Silveira Martins * Esta nota técnica apresenta algumas considerações sobre a inserção da mão-de-obra feminina no mercado de trabalho

Leia mais

Aspectos culturais e relações de gênero 1

Aspectos culturais e relações de gênero 1 Aspectos culturais e relações de gênero 1 Objetivo da Aula A questão de gênero realiza-se culturalmente por ideologias que tomam formas específicas em cada momento histórico e, tais formas, estão associadas

Leia mais

MULHERES EM ASCENSÃO: ESTUDO COMPARATIVO DE TRAJETÓRIAS EDUCACIONAIS DE MULHERES NEGRAS E BRANCAS NA PÓS-GRADUAÇÃO DA UFF PINTO

MULHERES EM ASCENSÃO: ESTUDO COMPARATIVO DE TRAJETÓRIAS EDUCACIONAIS DE MULHERES NEGRAS E BRANCAS NA PÓS-GRADUAÇÃO DA UFF PINTO MULHERES EM ASCENSÃO: ESTUDO COMPARATIVO DE TRAJETÓRIAS EDUCACIONAIS DE MULHERES NEGRAS E BRANCAS NA PÓS-GRADUAÇÃO DA UFF PINTO, Giselle UFF giselleuff@yahoo.com.br GT: Afro-Brasileiros e Educação / n.21

Leia mais

difusão de idéias UM MERCADO DE TRABALHO CADA VEZ MAIS FEMININO

difusão de idéias UM MERCADO DE TRABALHO CADA VEZ MAIS FEMININO Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2007 página 1 UM MERCADO DE TRABALHO CADA VEZ MAIS FEMININO Maria Rosa Lombardi: Em geral, essa discriminação não é explícita, o que torna mais difícil

Leia mais

O Processo De Melhoria Contínua

O Processo De Melhoria Contínua O Processo De Melhoria Contínua Não existe mais dúvida para ninguém que a abertura dos mercados e a consciência da importância da preservação do meio ambiente e a se transformaram em competitividade para

Leia mais

JORNADA DAS MARGARIDAS 2013

JORNADA DAS MARGARIDAS 2013 JORNADA DAS MARGARIDAS 2013 PAUTA INTERNA 1 - ORGANIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SINDICAL 1 Assegurar condições de igualdade para homens e mulheres exercerem com autonomia o trabalho sindical nas diversas secretarias

Leia mais

A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS

A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2013 A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS A sociedade brasileira comemora, no próximo dia 20 de novembro, o Dia da

Leia mais

O Papel da Mulher na Gestão Pública

O Papel da Mulher na Gestão Pública O Papel da Mulher na Gestão Pública A linha divisória entre o mundo particular da família onde ficavam as mulheres, e o mundo público do trabalho e sucesso profissional, onde estavam os homens, está cada

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO BACHETI, Luciane Serrate Pacheco, FERNANDES, Márcia Alessandra de Souza, SILVA, Maria Izabel

Leia mais

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO 2007 O MERCADO DE TRABALHO SOB A ÓPTICA DA RAÇA/COR Os dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego permitem diversos tipos de detalhamento

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade.

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. A educação de nível superior superior no Censo de 2010 Simon Schwartzman (julho de 2012) A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. Segundo os dados mais recentes, o

Leia mais

Seminário RMC e os desafios para o século XXI OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES/UFPR

Seminário RMC e os desafios para o século XXI OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES/UFPR Seminário RMC e os desafios para o século XXI OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES/UFPR : mudanças na estrutura produtiva e no mercado de trabalho no período 1991/2010 Paulo Delgado Liana Carleial Curitiba, 17

Leia mais

Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. Prof. Me. Fabio Fetz de Almeida

Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. Prof. Me. Fabio Fetz de Almeida Estrutura e Funcionamento da Educação Básica Prof. Me. Fabio Fetz de Almeida Pauta da aula: (02-30) Educação Especial; Princípios da educação nacional; Análise dos dados referentes à Educação no Brasil;

Leia mais

Bibliografia: PONTES, BENEDITO RODRIGUES. Administração de cargos e salários 11. ed. São Paulo : LTR, 2005. Capítulo 17, p. 334 a 354.

Bibliografia: PONTES, BENEDITO RODRIGUES. Administração de cargos e salários 11. ed. São Paulo : LTR, 2005. Capítulo 17, p. 334 a 354. PLANEJAMENTO DE CARREIRA Bibliografia: PONTES, BENEDITO RODRIGUES. Administração de cargos e salários 11. ed. São Paulo : LTR, 2005. Capítulo 17, p. 334 a 354. CARREIRA Conceito: Podemos dizer que a carreira

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

A DIVISÃO SEXUAL NO TRABALHO E A DESVALORIZAÇÃO DO TRABALHO FEMININO

A DIVISÃO SEXUAL NO TRABALHO E A DESVALORIZAÇÃO DO TRABALHO FEMININO A DIVISÃO SEXUAL NO TRABALHO E A DESVALORIZAÇÃO DO TRABALHO FEMININO Janaina Bezerra de Queiroz Universidade Estadual da Paraíba - UEPB Resumo No contexto histórico, a divisão sexual do trabalho é um fenômeno,

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

XIX QUALIEDUC EDUCAÇÃO PRESSENCIAL & A DISTÄNCIA

XIX QUALIEDUC EDUCAÇÃO PRESSENCIAL & A DISTÄNCIA XIX QUALIEDUC EDUCAÇÃO PRESSENCIAL & A DISTÄNCIA A APROPRIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS POR INVESTIDORES PRIVADOS SÃO INSTRUMENTOS QUE LEVAM A COMERCIALIZAÇÃO DO ENSINO? 1 MSc. EDUARDO GUERINI JULHO/2013

Leia mais

Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA)

Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) Mário Lopes Amorim 1 Roberto Antonio Deitos 2 O presente

Leia mais

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ROSINALDO PANTOJA DE FREITAS rpfpantoja@hotmail.com DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO RESUMO: Este artigo aborda o Projeto político pedagógico e também

Leia mais

ANÁLISE CONJUNTURAL DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO CATARINENSE: 2012-2013

ANÁLISE CONJUNTURAL DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO CATARINENSE: 2012-2013 GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL, TRABALHO E HABITAÇÃO SST DIRETORIA DE TRABALHO E EMPREGO DITE COORDENAÇÃO ESTADUAL DO SISTEMA NACIONAL DE EMPREGO SINE SETOR

Leia mais

Sugestões para uma política de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no mundo do trabalho

Sugestões para uma política de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no mundo do trabalho Sugestões para uma política de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no mundo do trabalho Junho 2010 ISP Brasil A mulher trabalhadora e o mundo do trabalho: algumas considerações o trabalho

Leia mais

Nome: n o : Geografia. Exercícios de recuperação

Nome: n o : Geografia. Exercícios de recuperação Nome: n o : Ensino: Fundamental Ano: 7 o Turma: Data: Professor(a): Maria Silvia Geografia Exercícios de recuperação 1) Para a geografia, qual é o conceito de região? 2) Entre os aspectos utilizados para

Leia mais

O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias

O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias Daiana de Aquino Hilario Machado * RESUMO: Neste artigo estaremos discutindo sobre as repercussões do envelhecimento

Leia mais

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica Shirleiscorrea@hotmail.com A escola, vista como uma instituição que historicamente sofreu mudanças é apresentada pelo teórico português

Leia mais

A ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO MÉDIO E ENSINO PROFISSIONAL DE NÍVEL TÉCNICO, SEGUNDO A LDB E AS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES

A ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO MÉDIO E ENSINO PROFISSIONAL DE NÍVEL TÉCNICO, SEGUNDO A LDB E AS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES A ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO MÉDIO E ENSINO PROFISSIONAL DE NÍVEL TÉCNICO, SEGUNDO A LDB E AS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES Guiomar Namo de Mello Diretora Executiva da Fundação Victor Civita Membro do Conselho

Leia mais

Universidade: Universo desigual

Universidade: Universo desigual 1 POLÍTICAS AFIRMATIVAS EM MATO GROSSO: EM QUESTÃO O PROJETO POLÍTICAS DA COR NA UFMT SOUZA, Elaine Martins da Silva UFMT ses_martins@yahoo.com.br GT-21: Afro-Brasileiros e Educação Agência Financiadora:

Leia mais

Revista África e Africanidades Ano 2 - n. 5 - Maio. 2009 - ISSN 1983-2354 www.africaeafricanidades.com

Revista África e Africanidades Ano 2 - n. 5 - Maio. 2009 - ISSN 1983-2354 www.africaeafricanidades.com Direitos Humanos A mulher negra brasileira Walkyria Chagas da Silva Santos Pós-graduanda em Direito do Estado pela Fundação Faculdade de Direito da Bahia - UFBA E-mail: kyriachagas@yahoo.com.br A articulação

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I TEXTO I Igualdade de Gênero no Enfrentamento à Violência Contra a Mulher As desigualdades são sentidas de formas diferentes pelas pessoas dependendo do seu envolvimento com a questão. As mulheres sentem

Leia mais

Edição Nº. 1, Vol. 1, jan-jun. 2012.

Edição Nº. 1, Vol. 1, jan-jun. 2012. A DUPLA JORNADA DE TRABALHO: REFLEXÃO SOBRE O VÍNCULO DA MULHER COM O TRABALHO DOMÉSTICO EM CONTEXTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE SOCIOLOGIA PARA O NÍVEL MÉDIO 1 Natalia Taiza Schmidt 2 RESUMO: O presente

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

Seminario internacional: 2025: juventudes con una mirada estratégica Claves para un sistema de formación en perspectiva comparada - Uruguay

Seminario internacional: 2025: juventudes con una mirada estratégica Claves para un sistema de formación en perspectiva comparada - Uruguay Seminario internacional: 2025: juventudes con una mirada estratégica Claves para un sistema de formación en perspectiva comparada - Uruguay Experiência Brasil Eliane Ribeiro UNIRIO/UERJ/ Secretaria Nacional

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Jadson Gilliardy Barbosa de Souza¹; Maria Aparecida Alves Sobreira Carvalho 2 ; Valmiza da Costa Rodrigues Durand 3. Instituto Federal da Paraíba-

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO PESQUISA-AÇÃO Forma de pesquisa interativa que visa compreender as causas de uma situação e produzir mudanças. O foco está em resolver algum problema encontrado por indivíduos ou por grupos, sejam eles

Leia mais

MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES TERCEIRA AÇÃO INTERNACIONAL

MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES TERCEIRA AÇÃO INTERNACIONAL MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES TERCEIRA AÇÃO INTERNACIONAL Autonomia econômica das mulheres Autonomia econômica das mulheres se refere à capacidade das mulheres de serem provedoras de seu próprio sustento,

Leia mais

CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES. Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva

CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES. Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva 1 Conteúdo: Concepções Pedagógicas Conceitos de Educação; Pedagogia; Abordagens Pedagógicas: psicomotora, construtivista,

Leia mais

Realização. Estados Vizinhos Convidados

Realização. Estados Vizinhos Convidados Relatório-síntese do III Seminário de Articulação Nacional e Construção de Diretrizes para a Educação no Sistema Penitenciário Regional Sul Centro Administrativo Porto Alegre - RS 6 e 7 de março de 2006

Leia mais

Expediente: Autor: Érika Andreassy Editor Responsável: Érika Andreassy Diagramação: Érika Andreassy Abril/ 2012 2

Expediente: Autor: Érika Andreassy Editor Responsável: Érika Andreassy Diagramação: Érika Andreassy Abril/ 2012 2 A mulher no mercado de trabalho e na organização sindical Expediente: Produzido pelo Instituto Latinoamericano de Estudos Socioeconômicos. Praça Padre Manuel da Nóbrega, 16-4º andar. Sé - São Paulo SP.

Leia mais

Marilia Pontes Sposito Raquel Souza

Marilia Pontes Sposito Raquel Souza 33 Desafios da reflexão sociológica PARA análise Do ensino médio no BRASil* Marilia Pontes Sposito Raquel Souza O ensino médio se constitui em uma etapa da educação básica brasileira que tem mobilizado

Leia mais

O PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FURG

O PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FURG O PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FURG Juliana Diniz Gutierres FURG Stephany Sieczka Ely FURG Maria Renata Alonso Mota FURG Suzane da Rocha Vieira FURG Resumo: Esse estudo apresenta parte dos

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

Educação técnica e desenvolvimento humano e social

Educação técnica e desenvolvimento humano e social Educação técnica e desenvolvimento humano e social Nacim Walter Chieco(*) 1. Educação e desenvolvimento social A partir de 1996 teve início, no Brasil, um processo de ampla e profunda reforma educacional.

Leia mais

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2015

OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2015 OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2015 OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS E m comemoração ao 20 de novembro, consagrado como o Dia da Consciência Negra, o DIEESE

Leia mais

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação fabiana.ebraille@gmail.com RESUMO No presente trabalho, tenciona-se

Leia mais

TENDÊNCIAS E PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS 2015

TENDÊNCIAS E PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS 2015 TENDÊNCIAS E PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS 2015 CONTEÚDO 1. Como estamos até agora? 2. O que vem por aí... 3. Prioridades do RH para 2015 4. Nossa visão de 2015 01 COMO ESTAMOS ATÉ AGORA? PERFIL DOS PARTICIPANTES

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

EIXO VI Justiça Social, Educação e Trabalho: Inclusão, Diversidade e Igualdade

EIXO VI Justiça Social, Educação e Trabalho: Inclusão, Diversidade e Igualdade EIXO VI Justiça Social, Educação e Trabalho: Inclusão, Diversidade e Igualdade 251 No contexto de um Sistema Nacional Articulado de Educação e no campo das políticas educacionais, as questões que envolvem

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

DADOS. Histórico de lutas

DADOS. Histórico de lutas MULHERES O partido Solidariedade estabeleceu políticas participativas da mulher. Isso se traduz pela criação da Secretaria Nacional da Mulher e por oferecer a esta Secretaria completa autonomia. Acreditamos

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

O TRABALHADOR E A INSERÇÃO OCUPACIONAL NA CONSTRUÇÃO E SUAS DIVISÕES

O TRABALHADOR E A INSERÇÃO OCUPACIONAL NA CONSTRUÇÃO E SUAS DIVISÕES Outubro 2012 Nº 7 O TRABALHADOR E A INSERÇÃO OCUPACIONAL NA CONSTRUÇÃO E SUAS DIVISÕES A Construção ocupa um contingente crescente de trabalhadores e pode ser apontada como um dos responsáveis pelo dinamismo

Leia mais

Gênero e trabalho na terceira idade

Gênero e trabalho na terceira idade 97 Gênero e trabalho na terceira idade Norma Herminia Kreling* Com as transformações demográficas ocorridas nos últimos anos, o envelhecimento populacional deixa de ser um fenômeno restrito aos países

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Definição da Extensão e Finalidades

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Definição da Extensão e Finalidades CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Definição da Extensão e Finalidades A Resolução UNESP 102, de 29/11/2000, define Extensão Universitária, nos seguintes termos: Art.8º Entende-se

Leia mais

4º. Congresso de Inovação Educação, na perspectiva da Indústria 16/11/2011

4º. Congresso de Inovação Educação, na perspectiva da Indústria 16/11/2011 4º. Congresso de Inovação Educação, na perspectiva da Indústria 16/11/2011 ABIMAQ: > 4500 empresas e > 260 mil empregos diretos Fotografia do Mercado de Trabalho - RS Dados do Ministério do Trabalho (2010):

Leia mais

Perspectivas & Oportunidades do Mercado Segurador frente aos Novos Consumidores. Marco Antonio Rossi Presidente

Perspectivas & Oportunidades do Mercado Segurador frente aos Novos Consumidores. Marco Antonio Rossi Presidente Perspectivas & Oportunidades do Mercado Segurador frente aos Novos Consumidores Marco Antonio Rossi Presidente AGENDA I O Universo dos Novos Consumidores 2 O Mundo do Seguros 3- Perspectivas e Oportunidades

Leia mais

1 Introdução 1.1. Motivação

1 Introdução 1.1. Motivação 9 1 Introdução 1.1. Motivação Ao longo das últimas décadas, observou-se um aumento enorme na complexidade dos sistemas de software desenvolvidos, no número de profissionais que trabalham nesta área, na

Leia mais

Arrefecimento do mercado de trabalho penalizou mais as mulheres

Arrefecimento do mercado de trabalho penalizou mais as mulheres A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA MARÇO - 2014 Arrefecimento do mercado de trabalho penalizou mais as mulheres O mercado de trabalho metropolitano de Fortaleza,

Leia mais

25 de novembro - Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres. Carta de Brasília

25 de novembro - Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres. Carta de Brasília Anexo VI 25 de novembro - Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres Carta de Brasília Na véspera do Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres nós, trabalhadoras dos

Leia mais

A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos e a desigualdade nos rendimentos

A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos e a desigualdade nos rendimentos A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO MARÇO 2013 A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos e a desigualdade nos rendimentos De maneira geral, as mulheres enfrentam grandes dificuldades

Leia mais

44% 56% 67.896 respostas no Brasil. 111.432 respostas na América Latina. 0,5% Margem de erro. Metodologia e Perfil. homens.

44% 56% 67.896 respostas no Brasil. 111.432 respostas na América Latina. 0,5% Margem de erro. Metodologia e Perfil. homens. Brasil A pesquisa em 2015 Metodologia e Perfil 111.432 respostas na América Latina 44% homens 67.896 respostas no Brasil 0,5% Margem de erro 56% mulheres * A pesquisa no Uruguai ainda está em fase de coleta

Leia mais

Módulo 11 Socialização organizacional

Módulo 11 Socialização organizacional Módulo 11 Socialização organizacional O subsistema de aplicação de recursos humanos está relacionado ao desempenho eficaz das pessoas na execução de suas atividades e, por conseguinte, na contribuição

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS

EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS Jorge Luis Nicolas Audy * A Universidade vem sendo desafiada pela Sociedade em termos de uma maior aproximação e alinhamento com as demandas geradas pelo

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

Mulher e trabalho: um debate necessário no contexto das políticas neoliberais

Mulher e trabalho: um debate necessário no contexto das políticas neoliberais Anais do I Simpósio sobre Estudos de Gênero e Políticas Públicas, ISSN 2177-8248 Universidade Estadual de Londrina, 24 e 25 de junho de 2010 GT 7. Gênero e Trabalho Coord. Anne Grace Gomes Mulher e trabalho:

Leia mais

Estudo Estratégico n o 5. Desenvolvimento socioeconômico na metrópole e no interior do Rio de Janeiro Adriana Fontes Valéria Pero Camila Ferraz

Estudo Estratégico n o 5. Desenvolvimento socioeconômico na metrópole e no interior do Rio de Janeiro Adriana Fontes Valéria Pero Camila Ferraz Estudo Estratégico n o 5 Desenvolvimento socioeconômico na metrópole e no interior do Rio de Janeiro Adriana Fontes Valéria Pero Camila Ferraz PANORAMA GERAL ERJ é o estado mais urbano e metropolitano

Leia mais

Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012: análise dos principais resultados de Santa Catarina

Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012: análise dos principais resultados de Santa Catarina Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012: análise dos principais resultados de Santa Catarina A 5ª edição do Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa é um dos produtos elaborados por meio

Leia mais

A INFLUÊNCIA DE GÊNERO NAS DIFICULDADES DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO

A INFLUÊNCIA DE GÊNERO NAS DIFICULDADES DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO A INFLUÊNCIA DE GÊNERO NAS DIFICULDADES DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO OLIVEIRA, A. A. (UFCG) 1 ARRUDA, S. F. A. (UFCG) 2 INTRODUÇÃO As mulheres pouco a pouco vêm ampliando seu espaço na economia nacional.

Leia mais