I - A inserção dos trabalhadores negros nos mercados de trabalho metropolitanos entre 1998 e 2004

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1 DESIGUALDADE RACIAL EM MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS (ROTEIRO DE DIVULGAÇÃO) Embora a segregação racial esteja presente em várias manifestações e estruturas da sociedade brasileira, o mercado de trabalho tem sido uma das esferas em que se distingue com mais clareza a eficiência dos mecanismos discriminatórios. No mercado de trabalho, fatores apenas aparentemente objetivos, se tornam requisitos que hierarquizam as diferenças naturais entre trabalhadores e, no caso do Brasil, colocam os negros em situação nitidamente desvantajosa relativamente aos não negros. Neste quadro, as exigências de escolarização têm desempenhado papel relevante. Tratar dessa questões é o propósito deste estudo, elaborado a partir das informações coletadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego PED, realizada pelo Convênio DIEESE/Seade/M.T.E-/FAT e parceiros regionais, nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo e no Distrito Federal. Este estudo traz um conjunto amplo de indicadores da condição de inserção da população negra e não negra nesses mercados de trabalho regionais e está organizado em duas partes: Na primeira: Avaliação do mercado de trabalho entre 1998 e 2004 e a situação dos negros e não negros. Na segunda: Com dados referentes ao biênio , é realizado um balanço dos os efeitos que diferenciais de escolaridade tem sobre a inserção ocupacional de negros e não negros. I - A inserção dos trabalhadores negros nos mercados de trabalho metropolitanos entre 1998 e Entre 1998 e o ano de 2004, de maneira geral as condições de inserção e vida dos trabalhadores declinaram: ocorreu elevação das taxas de participação e desemprego e declínio nos rendimentos. Por outro lado, cresceu a formalização da ocupação. 2. Nas economias acompanhadas por este estudo, houve redução da desigualdade entre negros e não negros, todavia, à exceção da queda da proporção de afrobrasileiros em inserções vulneráveis, esta melhoria foi pouco virtuosa, dando-se a partir da degradação das condições de trabalho dos não negros, em especial dos homens.

2 TAXA DE PARTICIPAÇÃO 1. Nos mercados de trabalho urbanos investigados pela PED: o maior engajamento relativo da população negra na População Economicamente Ativa (PEA), face ao da parcela não negra, já constituí um traço estrutural. Esta característica, sistematicamente apontada nos estudos do DIEESE sobre discriminação racial, é observada nas elevadas taxas de participação dos negros, de maneira generalizada, situadas acima dos 50,0%. 2. Entre as regiões pesquisadas, cumpre destacar, a parcela negra se incorpora ao mercado de trabalho acompanhando os patamares locais de participação, assim, em 2004, a maior taxa de participação dos afro-brasileiros foi identificada no Distrito Federal (68,4%) e a menor em Recife (52,2%). 3. Entre 1998 e 2004, à exceção de Recife, onde ocorreu redução das taxas globais de participação de praticamente todos os segmentos populacionais, a presença da população negra no mercado de trabalho cresceu. A elevação das taxas de participação entre os negros foi maior que a dos não negros apenas em Belo Horizonte e Porto Alegre. O crescimento das taxas de participação dos negros foi menor do que a verificada entre os não negros no Distrito Federal, Salvador e São Paulo. 4. Segundo cor e sexo: as taxas de participação entre os homens são elevadas e apresentam patamares semelhantes. Dentre o segmento feminino, todavia, as negras sempre apresentam maior necessidade de inserção produtiva face às mulheres não negras. 5. Entre , em praticamente todas as regiões investigadas, registrou-se acentuado incremento das taxa de participação femininas, o que demonstra a continuação da tendência de gradual inserção das mulheres no mercado de trabalho observada nos últimos anos. Entretanto, a elevação das taxas de participação das não negras na força de trabalho foi maior do que o crescimento das taxas de participação das não negras.única exceção: Belo Horizonte.

3 TAXAS DE DESEMPREGO 1. As taxas de desemprego dos negros são maiores do que as verificadas para outros segmentos da população - indicam a situação extremamente desfavorável à obtenção de trabalho enfrentada pelos afro-brasileiros. 2. Entre 1998 e 2004, as taxas de desemprego cresceram em todas as regiões, todavia, com intensidade expressivamente diversa entre os segmentos de cor da população. A ascensão do desemprego dos negros superou a dos não negros em Porto Alegre, Salvador e no Distrito Federal, elevando a distância entre as taxas dos dois segmentos analisados. Em Belo Horizonte, São Paulo e de Recife, a taxa de desemprego dos não negros cresceu mais do que a dos negros. 3. Houve redução da desigualdade entre as taxas de desemprego das mulheres negras frente à dos homens não negros, porém não se eliminou a diferença existente entre as taxas de desemprego dos homens não negros e mulheres negras:recife, onde se verifica a menor distância entre as taxas, o desemprego das mulheres negras era ainda 55,6% maior que os homens de cor clara. TEMPO MÉDIO DE PROCURA. 1. Entre 1998 e 2004, o tempo médio de procura por trabalho seguiu uma trajetória ascendente de forma indiscriminada, porém, em praticamente todas as regiões metropolitanas, sua ampliação foi maior para a população negra.: A Região Metropolitana de São Paulo, onde os negros levam em média um ano para obter trabalho, foi a única a não identificar tal tendência. Em 2004, no Distrito Federal e em Salvador, a população negra desempregada levava, em média, mais tempo para conseguir uma colocação no mercado de trabalho, 17 e 16 meses, respectivamente. Já, para os não negros, o tempo médio máximo de procura foi verificado no Distrito Federal e em Belo Horizonte, ficando em 15 meses.

4 A análise por sexo e cor, demonstra que as mulheres, particularmente as negras, são mais afetadas pela dificuldade em sair da situação desemprego.no Distrito Federal, enquanto as mulheres, independentemente de sua cor, levavam 17 meses para obter trabalho, os desempregados do sexo masculino e cor clara permaneciam 13 meses na busca de nova colocação. SITUAÇÕES VULNERÁVEIS DE TRABALHO 1. Entre 1998 e 2004, de modo preponderante, diminuiu a parcela de ocupados em situação vulnerável nas regiões pesquisadas pelo Sistema PED, indicando que houve tênue processo de formalização desses mercados ao longo dos anos analisados. Única exceção - São Paulo 1. De toda sorte, os dados de 2004 reiteram que dentre os trabalhadores negros, particularmente para as mulheres negras, é maior a proporção de ocupados em situações vulneráveis: Entre 43,5% - em Salvador - e 32,3% - no Distrito Federal dos ocupados negros nas regiões pesquisadas se inserem de modo vulnerável; já entre os não negros, esses patamares se situam entre 24,3% - no Distrito Federal e 36,5%, em Recife. 2. Para o contingente ocupado feminino, é expressivamente alta a proporção daquelas que se encontram nesta situação, contudo, é significativamente maior a presença das negras em formas de inserção menos protegidas. Em Salvador, Recife e São Paulo este percentual ultrapassou, em 2004, os 50,0% das ocupações preenchidas por mulheres negras. 3. A evolução dos percentuais de formalização entre 1998 e 2004 contribuiu para reduzir as disparidades existentes entre a qualidade dos postos de trabalho de negros e não negros. A eliminação dessas diferenças, porém, continuam a requerer esforço social considerável. Exemplo disso é a situação encontrada, em 2004, na Região Metropolitanas de Salvador, onde mais metade das trabalhadoras negras (53,1%) se encontravam em ocupações vulneráveis, face a uma parcela de 27,5% dos homens não negros.

5 OS RENDIMENTOS DO TRABALHO AUFERIDOS PELOS NEGROS SÃO MENORES 1. Os rendimentos do trabalho urbano têm assumido trajetória nitidamente declinante nos últimos sete anos, tornando-se um dos fatores mais visíveis da queda da qualidade da inserção ocupacional e de vida nas metrópoles do país. Nesta conjuntura desfavorável, a realidade sócio-econômica da população negra sofreu substancial agravamento, pois, entre 1998 e 2004, ocorreu redução nos rendimentos da população negra ocupada em todas as regiões investigadas pela PED, variando entre 11,1% (Salvador) e 34,3% (São Paulo). 2. Entre 1998 e 2004, a desigualdade se reduziu,todavia, esta evolução não se deve a fatores virtuosos: foram os homens não negros que sofreram maior queda real em seus rendimentos, as quais oscilaram entre 16,1%, em Belo Horizonte, e 45,0% em Recife. 3. Estes movimentos não alteraram o fato de a remuneração dos negros ser, em todas as regiões, muito inferior a dos não negros. Em 2004, nas Regiões Metropolitanas de Salvador e de São Paulo, o valor recebido pelos negros eqüivalia aproximadamente a metade do dos não negros -. 50,1% e 52,7%, respectivamente. 4. Os diferenciais entre os rendimentos médios horários são mais acentuados, pois os negros ganham menos e tem jornada maior: Melhor situação: Porto Alegre, onde os ganhos da parcela negra dos trabalhadores eqüivalia a 67,2% da dos não negros. Pior situação: Salvador e São Paulo, onde os ganhos da parcela negros dos trabalhadores equivaliam a 48,5% e 52,2%,respectivamente 5..Comparação entre rendimento de negras e homens não negros, em 2004: Melhor situação: POA rendimento negras 60,0% dos homens não negros. Pior situação: Salvador - rendimento negras 38,8% dos homens não negros

6 II -ESCOLARIDADE E INSERÇÃO DOS NEGROS EM MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS Para justificar os diferenciais de cor em vários indicadores do mercado de trabalho, análises conservadoras têm lançado mão de argumentos que responsabilizam a diferença de escolaridade dos negros em relação à população não negra como fator que explicaria a condição sócio econômica vivenciada pelos afro-brasileiros. De fato, os negros estão entre os menos escolarizados e mais pobres. Entretanto, a relação de causalidade estabelecida entre estas constatações não resiste a simples comparação entre os patamares alcançados pelos principais indicadores do mercado de trabalho especificados por cor e escolaridade. Neles, invariavelmente o que se percebe é que, indiferente ao número de anos de estudo, os negros permanecem mais penalizados. Embora não explique os diferenciais entre negros e não negros, o progresso escolar, em um mercado de trabalho expressivamente heterogêneo como o brasileiro, apresenta papel fundamental na promoção social dos trabalhadores, em especial dos negros, conforme demonstram os dados da PED para o biênio Escolaridade e engajamento no mercado de trabalho 1. As taxas de participação segundo nível de escolaridade seguem o mesmo padrão em todas as regiões analisadas, aumentam conforme se eleva o nível de instrução Com efeito, enquanto as taxas de participação das pessoas com fundamental incompleto variam entre 40% (Recife) e 48,1% (São Paulo), as mesmas taxas de pessoas com nível superior completo e incompleto eram superiores a 76% em todas as regiões analisadas, em 2003 e Em todos os níveis de escolaridade, as taxas de participação dos negros superam a dos não negros, mas as diferenças se acentuam nos menores níveis de escolaridade, sugerindo a pertinácia dos negros, vis-à-vis, os não negros de permanecerem no mercado de trabalho, mesmo em condições amplamente desfavoráveis.

7 3. Na Região Metropolitana de Recife, a taxa de participação dos negros analfabetos (31,0%) era 10 pontos percentuais superior à taxa dos analfabetos não negros (21,0%); e na região de São Paulo, essa diferença chegava a 11,7 pontos percentuais. 4. No nível superior, entretanto, as taxas de participação de negros e não negros são mais próximas: No Distrito Federal, região com a menor diferença, a taxa de participação dos negros com nível superior completo e incompleto é de 82,5% e dos não negros 81,2%. Em Salvador, maior distância entre as taxas, a participação dos negros é de 82,5% e dos não negros, 79,1%. Ingresso precoce no mercado de trabalho dificulta a vida escolar dos negros 1. As taxas de participação por faixa etária mostram que jovens de 10 a 17 anos negros ingressam em maior intensidade no mercado de trabalho do que os não negros. Entre as áreas metropolitanas, o ingresso precoce no mercado de trabalho, em , assumiu maior proporção em São Paulo, onde quase um quarto dos jovens negros compõe a PEA desta faixa etária (22,5%). Esse percentual encontra menor dimensão em Recife, região em que 10,8% das crianças e adolescentes negros. A diferença entre as taxas de participação dos negros e não negros, deste segmento de idade, chegou a 5,8 pontos percentuais na Região Metropolitana de Salvador, 3,4 pp na de Belo Horizonte, 3,1 pp no Distrito Federal. 2. Muitos jovens tentam conciliar estudo e o exercício do trabalho, como forma de garantir, simultaneamente a formação escolar e preparação profissional, o auxílio para renda familiar e, muitas vezes, o financiamento de seus estudos. Neste sentido, o exame dos dados captados pela PED em , que associam a freqüência a escola e condição ocupacional de crianças e adolescentes, 10 a 17 anos, são bastante claros.

8 3. A proporção dos jovens que, no período analisado, se dedicavam exclusivamente aos estudos era superior a 70% nas regiões analisadas, porém, invariavelmente, nesta situação encontravam-se mais crianças e adolescentes de pele clara do que negros. 4. Dentre os jovens que aliam estudo e trabalho ou procura por um trabalho, a proporção maior é de jovens negros: Em São Paulo 19,1% dos trabalhadores entre 10 e 17 anos encontravam-se nesta situação, em Belo Horizonte esse percentual era de 16,9% DESEMPREGO E ESCOLARIDADE 1. Nas regiões investigadas pelo Sistema PED entre 2003 e 2004, o comportamento das taxas de desemprego segundo escolaridade, cor e sexo apresenta tendência semelhante, apontando o resultado desfavorável para a população negra da associação entre elementos discriminatórios e a nítida segmentação existente nos mercados de trabalho urbanos do país no que se refere à formação escolar dos trabalhadores. 2. As taxas de desemprego, independentemente da coloração da pele, são expressivamente mais baixas entre os indivíduos de maior escolarização: Em especial para aqueles com ensino superior completo ou em andamento, cujos patamares variam entre 13,4% da PEA com essa escolaridade em Salvador, e 8,9%, em Belo Horizonte. Ao revés, apresentam-se substancialmente mais elevadas para os trabalhadores que não completaram o ensino médio, atingindo 40,7% em Salvador e 38,3% no Distrito Federal. 3. Os negros que elevaram seus níveis de instrução, as condições para obtenção de um posto de trabalho se ampliaram consideravelmente quando os comparamos a parcela negra de menor escolaridade. Porém, o avanço bem sucedido nos anos de estudo não lhes garantiu equiparação de oportunidades relativamente ao segmento populacional não negro, uma vez que, para os negros, independente do nível de escolaridade analisado, as taxas de desemprego são sempre maiores.

9 Dentre a PEA negra com nível superior, verificou-se o maior desemprego em Salvador (14,2%) e o menor em Belo Horizonte (9,2%), ficando as diferenças entre as taxas dos negros e não negros com este grau de escolaridade oscilando entre 0,5 ponto percentual (Belo Horizonte) e 4,8 pontos percentuais (São Paulo). Entre os negros que não concluíram o ensino médio, o desemprego também atingiu a PEA de Salvador com maior severidade (41,1%) e a de Belo Horizonte de forma mais branda (34,9%). As distâncias entre as taxas de desemprego de negros e não negros, por sua vez, além de maiores, assumiram contorno regional mais diferenciado, variando entre 1,2 pontos percentuais, em Recife, e 10,1 pontos percentuais na Grande Porto Alegre. MAIS ESCOLARIZADOS, OS NEGROS ELEVAM SEUS RENDIMENTOS 1. A existência de uma relação direta entre os rendimentos provenientes do trabalho e o avanço da escolaridade dos ocupados em áreas urbanas foi constatada pela Pesquisa de Emprego e Desemprego entre Essa tendência sobressai às diferenciações de cor e sexo, indicando que quanto maior o grau de instrução, mais elevada é a remuneração recebida pelo trabalhador. 2. Os ganhos por hora no período analisado foi quase três vezes maior ao recebido por aquelas que concluíram o ensino médio em todas as regiões analisadas. Assim, por exemplo, em na Região Metropolitanas de São Paulo, o rendimento médio por hora das pessoas com ensino médio completo foi de R$ 4,65 por hora e o daquelas com ensino superior atingiu R$ 13,12/hora. 3. Especificamente para a população negra, mesmo diante de variações regionais, a evolução dos rendimentos com o avanço da vida escolar apresenta-se de forma inequivocamente positiva: Na Região Metropolitana de Salvador, no período analisado, a rendimento horário daqueles que lograram alcançar o ensino superior é praticamente 8 vezes o dos negros analfabetos e três vezes o auferido pela população negra que atingiu o ensino médio completo. Mesmo em São Paulo, onde tal progresso é

10 menos intenso, o rendimento hora dos negros cresce de R$ 2,03 para R$ 8,78 entre analfabetos e trabalhadores com nível de escolaridade superior completa ou em andamento. 4. Neste quadro, independentemente do nível de instrução alcançado ou região pesquisada, os ganhos dos trabalhadores negros ficaram sistematicamente menores do que os recebidos pelos não negros. O exame da desigualdade dos rendimentos entre pessoas negras e não negras demonstra ainda que, entre os ocupados de menor escolaridade os ganhos do trabalho tendem a ser mais próximos. No biênio , em São Paulo, os negros que cursam ou que já terminaram o ensino superior 63,8% dos ganhos dos não negros, uma vez que ganham R$ 8,8 e R$ 13,8, respectivamente. Neste mesmo período, entre os analfabetos, a proporção rendimento hora dos negros relativamente aos não negros alcançava 97,6% Exceções: Na área metropolitana da Bahia, se verifica expressiva diferença entre os valores recebidos entre negros e não negros, independente dos anos de estudo. No Distrito Federal, local em que se concentram os cargos de direção entre os servidores públicos da União, registra se a mais baixa disparidade por cor entre os rendimentos dos trabalhadores de nível universitário.

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