APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR
|
|
|
- Moisés Álvares Peixoto
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Faculdade de Sorriso FAIS/UNIC Prof Esp. Anderson Ricardo Silvestro CONTABILIDADE TRIBUTÁRIO APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR Possui Pós-graduação em Auditoria e Perícia Contábil pela Faculdade Integrada de Sorriso UNIC/FAIS ( ) é Pós-graduando em Docência do Ensino Superior pela Faculdade Pitágoras (UNIC Sinop) (2012), é Graduado em Ciências Contábeis pela Faculdades Integradas de Sorriso UNIC/FAIS ( ). Atualmente é consultor Fiscal/Tributário pelo Escritório Contábil Contática Ltda e Professor Universitário pela Faculdades Integradas de Sorriso UNIC. Ministrou aulas nesta instituição no semestre 01/2012 em Contabilidade Comercial 120h e Constituição de Empresas Práticas Contábeis em Laboratório l 60h. Tem experiência a 5 anos em práticas de Escritório de Contabilidade, desenvolve palestras e promove cursos nas áreas fiscais, com ênfase no SPED Fiscal e Sped Contribuições, principal ferramenta hoje executada pelas empresas. Faculdade de Sorriso Prof Esp. Anderson Ricardo Silvestro Planejamento Tributário 1
2 Objetivo Geral CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Proporcionar a compreensão do sistema tributário brasileiro, compreensão do funcionamento dos tributos cumulativos e não cumulativos, distinguir os mecanismos de elisão da prática de evasão, entender os mecanismos de controle e prática contábil. Faculdade de Sorriso Prof Esp. Anderson Ricardo Silvestro Planejamento Tributário Ementa CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Distinção de elisão e evasão/sonegação fiscal; Entendimento sobre os Registro e controle fiscais. Apuração e escrituração contábil do Regime: Simples Nacional; Lucro Presumido; Lucro Real; Faculdade de Sorriso Prof Esp. Anderson Ricardo Silvestro Planejamento Tributário 2
3 Metodologia CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Leitura prévia da bibliografia indicada; Explanação teórica; Apresentação de slides; Atividades com exercícios supervisionados: individual e/ou realizados por meio de dinâmica de grupos, com apresentação e discussão dos temas propostos; Revisão de conteúdos. Faculdade de Sorriso Prof Esp. Anderson Ricardo Silvestro Planejamento Tributário Avaliação CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Será adotada uma proposta de avaliação continuada, em que serão valorizados todos os momentos de interação ensinoaprendizagem, utilizando recursos de feedback para auxiliar a avaliação diagnóstica e formativa. Na avaliação formativa serão utilizados os seguintes recursos: Observação analítica baseada em escala qualitativa da participação e análise crítica durante as atividades teóricas (seminários e aulas expositivas). Provas escritas. Faculdade de Sorriso Prof Esp. Anderson Ricardo Silvestro Planejamento Tributário 3
4 Bibliografia Básica CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA 1. FABRETTI, L.udio Camargo. CONTABILIDADE TRIBUT.RIA. 10. Ed. 2. Tir. S.o Paulo: Atlas, ISBN BORGES, Humberto Bonavides. PLANEJAMENTO TRIBUT.RIO - IPI, ICMS, ISS E IR. 9. ed. 2. tir. S.o Paulo: Atlas, ISBN PEREZ JUNIOR, Jos. Hernandez; OLIVEIRA, Luis Martins de; GOMES, Marliete Bezerra; CHIEREGATO, Renato. MANUAL DE CONTABILIDADE TRIBUT.RIA: Textos e Testes com as Respostas. 7. Ed. 1. Tir. S.o Paulo: Atlas, ISBN OLIVEIRA, Gustavo Pedro de. Contabilidade Tribut.ria. 2. ed. S.o Paulo: Saraiva, ISBN SILVA, L. L. da. Contabilidade SisCon - Sistema de Conte.dos Page 21 of /2/2012 Geral e Tribut.ria. 3 ed. S.o Paulo: IOB Thomson, ISBN SCHMIDT, Paulo; SANTOS, Jose Luiz dos; GOMES, Jos. M.rio Matsumura. Contabilidade intermedi.ria: atualizada pela minireforma tribut.ria: lei n /02. S.o Paulo: Atlas, SCHMIDT, Paulo; SANTOS, Jose Luiz dos; GOMES, Jos. M.rio Matsumura. Contabilidade intermedi.ria: atualizada pela Minireforma tribut.ria: lei n /02. S.o Paulo: Atlas, CASSONE, Vitorio. DIREITO TRIBUT.RIO: fundamentos constitucionais da tributa..o, classifica..o dos tributos. 15. ed. S.o Paulo: Atlas, Bibliografia para Pesquisa: Informare, IOB, Fisconsult; Faculdade de Sorriso Prof Esp. Anderson Ricardo Silvestro Planejamento Tributário Apresentação dos Alunos Faculdade de Sorriso Prof Esp. Anderson Ricardo Silvestro Planejamento Tributário 4
5 Contabilidade Tributária O que é Planejamento? Ato de Planejar Fazer o plano de. Definir antecipadamente um conjunto de ações ou intenções. 5
6 Planejamento não é adivinhação? Agenda Conceitos Diferenças dos regimes tributários Federal Contabilidade como elemento de gestão Fiscalização eletrônica 6
7 Planejamento ou Contabilidade Tributária é utilização da própria legislação tributária para diminuir a carga fiscal Para definir antecipadamente um conjunto de ações ou intenções são necessárias... I n f o r ma ç õ e s 7
8 Planejamento ou Contabilidade Tributária NÃO é... SONEGAÇÃO A CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA CONCEITO: Entende-se como contabilidade tributário, o planejamento empresarial que tendo como objeto os tributos e seus reflexos na organização, visa obter economia de impostos, adotando procedimentos estritamente dentro dos ditames legais. O planejamento tributário é na verdade a atividade empresarial estritamente preventiva, que tem como fator de análise o tributo e visa identificar e projetar os atos e fatos tributáveis e seus efeitos, comparando-se os resultados prováveis, para os diversos procedimentos possíveis, de tal forma a possibilitar a escolha da alternativa menos onerosa, sem extrapolar o campo da licitude. 8
9 A CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA COMO UM DOS ELEMENTOS DA ORGANIZAÇÃO Deforma sucinta podemos conceituar o planejamento ou contabilidade tributária como uma técnica de organização preventiva de negócios jurídicos, visando uma economia lícita * de tributos. FORMA LÍCITA = Elisão Fiscal FORMA ILÍCITA= Evasão/Sonegação Fiscal Evasão ou fraude para exprimir a sonegação fiscal mediante procedimentos ilícitos. Elisão fiscal nos casos de ações legais do contribuinte para reduzir ou evitar o pagamento de tributos. O PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO O planejamento tributário se define como a atividade preventiva que estuda os atos e negócios jurídicos que as entidades pretendem realizar Sua finalidade é de obter a maior economia fiscal possível, reduzindo a carga tributária para o valor real devido por lei. 9
10 Conceito: ELISÃO Alternativas legais aplicáveis ao caso ou a existência de lacunas (brechas) na lei, que possibilitem realizar esta operação da forma menos onerosa possível para o contribuinte, sem contrariar a lei. 10
11 Conceito: EVASÃO Ao contrário da elisão, consiste em práticas que infringe a lei. Geralmente é cometida após a ocorrência do fato gerador da obrigação tributária, objetivando reduzi-la ou oculta-la. EVASÃO A evasão fiscal está prevista e capitulada na Lei dos Crimes contra a Ordem Tributária, Econômica e Contra as Relações de Consumo (Lei n 8.137/90). A citada lei define que constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo mediante as condutas discriminadas no seu texto, das quais ressaltamos as seguintes: 11
12 EXEMPLOS DE CRIME CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA Omitir informação ou prestar declaração falsa às autoridades fazendárias; Fraudar a fiscalização tributária, inserindo elementos inexatos, ou omitindo operação de qualquer natureza, em documento ou livro exigido pela lei fiscal; Falsificar ou alterar nota fiscal, fatura, duplicata, nota de venda,ou qualquer outro documento relativo a operação tributável; Elaborar, distribuir, fornecer, emitir ou utilizar documento que saiba ou deva saber falso ou inexato; EXEMPLOS DE CRIME CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA Utilizar ou divulgar programa de processamento de dados que permita ao sujeito passivo da obrigação tributária possuir informação contábil diversa daquela que é, por lei, fornecida á Fazenda Pública; Fazer declaração falsa ou omitir declaração sobre rendas, bens ou fatos, ou empregar outra fraude, para eximir-se, total ou parcialmente, do pagamento de tributo. 12
13 Ex. Nota Fiscal emitida para 1 CNPJ e recebida por outro. (laranja) Escrituração de Notas Fiscais após a data de emissão 13
14 A CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Todo administrador deve maximizar os lucros e minimizar as perdas, utilizando o planejamento tributário a favor da sua empresa, utilizando o auxilio de profissionais habilitados para diminuir a carga tributária a qual está sujeito. 14
15 EXEMPLOS DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Para que a empresa não precise pagar o INSS sobre o "Pro-Labore" (20%) os sócios fixam um valor pequeno de retiradas, e aufere a maior parte a título de lucros, pois a partir de janeiro/96 eles não sofrem incidência do IR nem na fonte nem na declaração. Dessa forma, evita-se a incidência do INSS e do IR sobre os valores retirados como lucros. Reduzir o montante do tributo: as providências são no sentido de reduzir a alíquota ou reduzir a base de cálculo do tributo através da existência de INCENTIVOS FISCAIS/ CONVENIOS/ DIFERIMENTOS/ ISENÇÕES... EXEMPLOS DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Fazer a adequação do produto, de forma que ele se enquadre numa alíquota menor do IPI, como no caso dos perfumes brasileiros que se adequaram à legislação sendo produzidos como "deo-colônias". Outro exemplo: ao preencher sua Declaração de Renda, você pode optar por deduzir até 20% da renda tributável como desconto padrão ou efetuar as deduções de dependentes, despesas médicas, plano de previdência privada, etc. Você certamente escolherá o maior valor, que lhe permitirá uma maior dedução da base de cálculo, para gerar um menor Imposto de Renda a pagar (ou um maior valor a restituir). 15
16 ELISÃO X EVASÃO A distinção, assim, entre evasão e elisão fiscal está na legalidade desta e na ilegalidade daquela. COMPETÊNCIA DOS TRIBUTOS União Estado Municípios 16
17 IMPOSTO DA UNIÃO A constituição federal, atribui competência para cada ente da federação para instituir os impostos, os quais são distribuídos da seguinte forma: Compete a União instituir impostos sobre ( art. 153 da CF/88) a) Imposto de Importação - II b) Imposto de exportação - IE c) Imposto de Renda e Provento de Qualquer Natureza IR d) Imposto sobre Produtos Industrializados IPI e) Imposto Sobre Operações de financeira IOF f) Imposto sobre propriedade Territorial Rural ITR IMPOSTO ESTADUAIS a) Transmissão causa mortis e doação de quaisquer bens e direitos ITCMD b) Operações relativo à circulação de mercadoria e sobre prestação de serviços de transportes interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior ICMS c) Imposto sobre propriedade de veiculo automotores IPVA 17
18 IMPOSTOS MUNICIPAIS a) Propriedade predial e territorial urbano ISS b) Serviços de qualquer natureza ISS CLASSIFICAÇÃO DOS IMPOSTOS: DIRETOS, são aqueles em que o valor econômico da obrigação tributária é suportado exclusivamente pelo contribuinte sem que o ônus seja repassado para terceiros. Os impostos diretos incidem sobre o patrimônio e a renda, e são considerados tributos de responsabilidade pessoal. Exemplo: IRPF, IRPJ, IPTU, ITR, IPVA e etc. 18
19 CLASSIFICAÇÃO DOS IMPOSTOS: INDIRETOS, são aqueles em que a carga financeira decorrente da obrigação tributária é transferida para terceiros ficando sujeito passivo obrigado a recolher o respectivo valor. Os impostos indiretos são aqueles que incidem sobre a produção e a circulação de bens e serviços e são repassados para o preço, pelo produtor,vendedor ou prestador de serviço. Exemplo: IPI, ICMS, ISS, COFINS e etc. Competência FEDERAL Os Impostos e Contribuições que iremos estudar são os seguintes: PIS/PASEP Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público; COFINS Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social IRPJ Imposto de Renda da Pessoa Jurídica CSLL Contribuição Social Sobre o Lucro Liquido SIMPLES NACIONAL - Sistema Unificado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de pequeno Porte 19
20 REGIMES TRIBUTÁRIOS E SEUS ENQUADRAMENTOS A escolha do regime tributário e seu enquadramento é que irão definir a incidência e a base de cálculo dos impostos federais. No Brasil são três os tipos de regimes tributários mais utilizados nas empresas, nos quais estas podem se enquadrar de acordo com as atividades desenvolvidas: Convém ressaltar que cada regime tributário possui uma legislação própria que define todos os procedimentos a serem seguidos pela empresa a fim de definir um enquadramento mais adequado. REGIMES TRIBUTÁRIOS E SEUS ENQUADRAMENTOS A escolha do regime tributário e seu enquadramento é que irão definir a incidência e a base de cálculo dos impostos federais. No Brasil são três os tipos de regimes tributários mais utilizados nas empresas, nos quais estas podem se enquadrar de acordo com as atividades desenvolvidas: Convém ressaltar que cada regime tributário possui uma legislação própria que define todos os procedimentos a serem seguidos pela empresa a fim de definir um enquadramento mais adequado. 20
21 Regime de Tributação Federal Simples Nacional Lucro Presumido A N U A L Lucro Real T R I M E S T R A L Arbitrado Atividade Avaliativa Com a utilização dos recursos disponíveis para pesquisas, deverá ser redigido um texto contendo em sua estrutura todos os pontos abordados em sala: (escrita optativa) Conceitos, finalidades, objetivos e importâncias da contabilidade tributária para as empresas; Elisão X Evasão; Comentário sobre cada tributo Federal (PIS, COFINS, CSLL, IRPJ e Simples Nacional). Conclusão (o que espera da matéria e do curso perante a sua vida profissional) Grupo de até quatro acadêmicos; Entregar até as 22:00 de hoje; Atividade em sala como requisito avaliativo para compor a nota parcial do 1 bimestre. 21
Módulo Contábil e Fiscal
Módulo Contábil e Fiscal Escrita Fiscal Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Escrita Fiscal. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no
Tributos em orçamentos
Tributos em orçamentos Autores: Camila de Carvalho Roldão Natália Garcia Figueiredo Resumo O orçamento é um dos serviços mais importantes a serem realizados antes de se iniciar um projeto. É através dele
ENTENDENDO A PREFEITURA
EDUCAÇÃO FISCAL Sensibilizar o cidadão para a função socioeconômica do Tributo; Facilitar e estimular o cumprimento da obrigação tributária pelo cidadão; Incentivar a sociedade a acompanhar e fiscalizar
PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA RIA DIREITO TRIBUTÁRIO. RIO 2ª parte. Prof. JOSÉ HABLE www.josehable.adv.br johable@gmail.
PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB DIREITO TRIBUTÁRIO RIO 2ª parte COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA RIA Prof. JOSÉ HABLE www.josehable.adv.br [email protected] SISTEMA TRIBUTÁRIO RIO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL 2. Competência
O que é Substituição Tributária de ICMS e sua contabilização
O que é Substituição Tributária de ICMS e sua contabilização Prof. Francisco F da Cunha 1 A substituição tributária do ICMS está atualmente prevista no Artigo 150, da Constituição Federal de 1988, que
CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO
Prof. Cássio Marques da Silva 2015 TRIBUTOS Modalidades 1 MODALIDADES DE TRIBUTOS Como vimos tributo seria a receita do Estado, que pode estar ou não vinculada a uma contra-prestação. Entretanto existem
PLANO DA DISCIPLINA 2014. Disciplina: Orçamento e Planejamento Tributário. Carga Horária: 60 Série: 4ª Turno : Noturno
PLANO DA DISCIPLINA 2014 Disciplina: Orçamento e Planejamento Tributário Curso : Ciências Contábeis Formação : Profissional Carga Horária: 60 Série: 4ª Turno : Noturno Professor Responsável: Carlos Otávio
Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec: Professor Mário Antônio Verza Código: 164 Município: Palmital Eixo Tecnológico: Gestão e negócios Habilitação Profissional: Técnico em Contabilidade
Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia OABRJ
Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia OABRJ Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia A advocacia foi inserida no Simples Nacional por meio da Lei Complementar
RESENHA TRIBUTÁRIA ATUALIZADA
RESENHA TRIBUTÁRIA ATUALIZADA! As mudanças no PIS e no Cofins! Lucro real e presumido! IR e CSLL! Simples Francisco Cavalcante ([email protected]) Sócio-Diretor da Cavalcante & Associados, empresa
- Imposto com função regulatória, também chamado de imposto aduaneiro de importação.
1. DIREITO TRIBUTÁRIO 1.5. Imunidade Tributária - Nenhum ente federativo pode criar impostos sobre: a) Patrimônio, renda ou serviços uns dos outros; b) Templos de qualquer culto; c) Partidos políticos,
PAULO HENRIQUE PÊGAS Contador. Mestre em Ciências Contábeis pela UERJ - Professor de Contabilidade Tributária cursos de graduação e pós-graduação.
PAULO HENRIQUE PÊGAS Contador. Mestre em Ciências Contábeis pela UERJ - Professor de Contabilidade Tributária cursos de graduação e pós-graduação. MANUAL DE CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Freitas Bastos Editora
Aspectos Tributários
Aspectos Tributários Principais Tributos IMPOSTOS Imposto sobre a Renda de Pessoas Jurídicas (IRPJ); Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); Imposto sobre serviços de qualquer natureza
Quadro-Resumo da Competência Privativa
Quadro-Resumo da Competência Privativa DA UNIÃO SIGLA NOME FATO GERADOR BASE DE CÁLCULO CONTRIBUINTE II importação de produtos estrangeiros Entrada no território nacional A unidade de medida adotada pela
Super Simples Indícios da Reforma Tributária Brasileira
Super Simples Indícios da Reforma Tributária Brasileira 1. Introdução O dia 7 de agosto do corrente ano entrou para a história como uma das mais importantes datas para a possível concretização da reforma
Sumário. Coleção Sinopses para Concursos... 13 Guia de leitura da Coleção... 15 Apresentação... 17 Prefácio... 19. Parte I TRIBUTOS EM ESPÉCIE
Sumário Coleção Sinopses para Concursos... 13 Guia de leitura da Coleção... 15 Apresentação... 17 Prefácio... 19 Parte I TRIBUTOS EM ESPÉCIE Capítulo I IMPOSTO... 25 1. Imposto... 27 1.1. Sínteses das
Quem somos? Nossa Missão:
Bem Vindos! Quem somos? A GEPC Consultoria Tributária é uma empresa especializada em consultoria para Farmácias e Drogarias com mais de 6 anos de mercado neste seguimento. Apoiando e atualizando nossos
Tributos em espécie. Impostos, taxas, contribuições de melhoria, empréstimos compulsórios e contribuições especiais
Tributos em espécie Impostos, taxas, contribuições de melhoria, empréstimos compulsórios e contribuições especiais 1 Espécies tributárias Impostos Taxas De polícia De serviço Contribuição de melhoria Empréstimo
Administração Pública. Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1
Administração Pública Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1 Planejamento da Gestão Pública Planejar é essencial, é o ponto de partida para a administração eficiente e eficaz da máquina pública, pois
DICIONÁRIO DE TRIBUTOS
DICIONÁRIO DE TRIBUTOS CGC/MF - Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda. Substituído pelo CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica), da Receita Federal, identifica cada pessoa jurídica
Cartilha. Perguntas e respostas Decreto regulamentando a Lei n 12.741
Cartilha A SMPE preparou uma cartilha para esclarecer as principais dúvidas referentes ao Decreto nº 8264/14. Ela pode também ser acessada no site da secretaria (www.smpe.gov.br). Perguntas e respostas
MANUAL DE EMISSÃO DE NFS-e
MANUAL DE EMISSÃO DE NFS-e 130729 SUMÁRIO EMISSÃO DE NFS-E... 2 NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA... 2 ACESSANDO O SISTEMA... 2 ACESSO AO SISTEMA... 3 SELEÇÃO DA EMPRESA... 4 CONFERÊNCIA DOS DADOS E EMISSÃO
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ALTO VALE DO ITAJAÍ CEAVI DIREÇÃO DE ENSINO DEN PLANO DE ENSINO
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ALTO VALE DO ITAJAÍ CEAVI DIREÇÃO DE ENSINO DEN DEPARTAMENTO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: AUDITORIA SIGLA:
PRINCIPAIS TRIBUTOS PÁTRIOS E SEUS FUNDAMENTOS
PRINCIPAIS TRIBUTOS PÁTRIOS E SEUS FUNDAMENTOS Thiago Figueiredo de Lima Cursando o 9º Semestre do Curso de Direito A Constituição Federal, como lei fundamental de organização do Estado, determina a competência
Prestação de serviço de assessoria em importação. Regime tributário Lucro Presumido Lucro Presumido Serviços 32,00% 0,65%
Prestação de serviço de assessoria em importação Regime tributário Lucro Presumido Lucro Presumido Serviços 32,00% Faturamento (Receita Bruta) R$ 20.000,00 Alíquota PIS 0,65% Valor da propriedade imobiliária
31/10/2012. Direito Tributário II. Administração. Finalidade fiscal e extrafiscal. Profª Barbara Mourão. - Tributo
- Tributo Administração Finalidade fiscal e extrafiscal. Profª Barbara Mourão Direito Tributário II - Artigo 3.o do CTN, conceito de tributo - Classificação dos tributos Tributo é toda prestação pecuniária
CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO
Prof. Cássio Marques da Silva 2015 SIMPLES NACIONAL LC 123, 14 de Dezembro de 2006 Alterada pela LC 127, 14 de Agosto de 2007 Alterada pela LC 128, 19 de Dezembro de 2008 Alterada pela LC 133, 28 de Dezembro
DIREITO TRIBUTÁRIO Parte II. Manaus, abril de 2013 Jorge de Souza Bispo, Dr. 1
DIREITO TRIBUTÁRIO Parte II Manaus, abril de 2013 Jorge de Souza Bispo, Dr. 1 TRIBUTO Definido no artigo 3º do CTN como sendo toda prestação pecuniária compulsória (obrigatória), em moeda ou cujo valor
MBA GESTÃO TRIBUTÁRIA
MBA GESTÃO TRIBUTÁRIA Apresentação FIPECAFI A Faculdade FIPECAFI é mantida pela Fundação Instituto de Pesquisa Contábeis, Atuariais e Financeiras, criada em 1974. Seus projetos modificaram o cenário Contábil,
Investimento Direto Estrangeiro e Tributação de Bens e Serviços no Brasil. Setembro 2015
Investimento Direto Estrangeiro e Tributação de Bens e Serviços no Brasil Setembro 2015 Investimento Direto Estrangeiro e Tributação de bens e serviços 1. Investimento Direto Estrangeiro Constituição de
ASPECTOS GERAIS DO SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL
01452-002 SP ASPECTOS GERAIS DO SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL Fábio Tadeu Ramos Fernandes [email protected] I) INTRODUÇÃO Para a compreensão do Sistema Tributário Nacional, é preciso recorrer à Constituição
Contmatic - Escrita Fiscal
Lucro Presumido: É uma forma simplificada de tributação onde os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro,
Planejamento Tributário Empresarial
Planejamento Tributário Empresarial Aula 03 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina, oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades,
Controladoria MANUAL DO Estratégica
Controladoria MANUAL DO Estratégica ALUNO 2010 Universidade Cruzeiro do Sul www.cruzeirodosul.edu.br Unidade: Planejamento Tributário (Parte I) MATERIAL TEÓRICO Responsável pelo Conteúdo: Prof. Esp. Daniel
Ladir & Franco. RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional?
L F Ladir & Franco A D V O G A D O S RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional? Túlio Arantes Bozola Advogado - Ladir & Franco
PARECER SOBRE A LEI DA SOLIDARIEDADE-RS
PARECER SOBRE A LEI DA SOLIDARIEDADE-RS 1) FUNDAMENTO LEGAL: Objetivando expressar nosso Parecer Técnico sobre a legislação que fundamenta o programa de incentivo fiscal (Programa de Apoio à Inclusão e
Finanças Públicas. Aula 1
Finanças Públicas Aula 1 Finanças Públicas Teoria do bem estar social Finanças Públicas Conceito de ponto Ótimo de Pareto Finanças Públicas As Falhas de mercado Falhas de mercado Existência de Bens públicos
COLEGIADO DO CURSO DE DIREITO Autorizado pela Portaria nº 378 de 27/05/15-DOU de 28/05/15 Componente Curricular: Direito Tributário II PLANO DE CURSO
COLEGIADO DO CURSO DE DIREITO Autorizado pela Portaria nº 378 de 27/05/15-DOU de 28/05/15 Componente Curricular: Direito Tributário II Código: DIR_569 Pré-requisito: Direito Tributário I Período Letivo:
O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA
TRIBUTOS CARGA TRIBUTÁRIA FLS. Nº 1 O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 1. - INTRODUÇÃO A fixação do preço de venda das mercadorias ou produtos é uma tarefa complexa, onde diversos fatores
PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA 1 - JUSTIFICATIVA
PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA 1 - JUSTIFICATIVA Atualmente, com a expansão de mercados e forte aumento da concorrência, vê-se a necessidade cada vez maior de promover
Este Procedimento Operacional Padrão define as etapas necessárias de como fazer o Cadastro de Tributos no Sistema TOTVS RM. Índice
Este Procedimento Operacional Padrão define as etapas necessárias de como fazer o Cadastro de Tributos no Sistema TOTVS RM. Índice I. Acesso ao Cadastro... 2 II. Seleção de Filtros... 3 III. Cadastro...
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE DIREITO COORDENAÇÃO DO CURSO DE DIREITO GFSJ08 - LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE DIREITO COORDENAÇÃO DO CURSO DE DIREITO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Departamento / Setor ADMINISTRAÇÃO Nome da Disciplina GFSJ08
Gestão Tributária 03.09.2015. André Antunes Soares de Camargo
Gestão Tributária 03.09.2015 André Antunes Soares de Camargo Meus Deus... http://www.impostometro.com.br/ Como está a tributação no Brasil? http://www.doingbusiness.org/data/exploreeconomies/brazil/ http://ibpt.com.br/home/publicacao.list.php?publicacaotipo_id=2
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO O artigo 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Resultado
MODIFICAÇÕES DO NACIONAL
Fecomércio MG Jurídico MODIFICAÇÕES DO NACIONAL Outubro de 2014 www.fecomerciomg.org.br S umário O que é o Simples Nacional... 3 Quem pode optar pelo Simples Nacional... 4 Modificações...5 Principais modificações
/ 2012 7 ( ) ADM ( ) ADM COMEX ( ) ADM MKT
Disciplina: Planejamento Tributário Empresarial / 2012 Carga horária: 68h Curso/Semestre: 7 ( x ) ADM ( x ) ADM COMEX ( x ) ADM MKT Data de atualização: janeiro 2012 Núcleo: Finanças Nucleador: Prof. Francisco
CRÉDITO FISCAL DE ICMS: UMA FERRAMENTA DA GESTÃO TRIBUTÁRIA. 1. Apresentação
CRÉDITO FISCAL DE ICMS: UMA FERRAMENTA DA GESTÃO TRIBUTÁRIA Renato Crivelli Martins 8º Semestre de Ciências Contábeis na Finan. 1. Apresentação Atualmente as empresas encontram-se preocupadas com a elevada
PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012.
PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012. DECRETO N 1426/2012 Regulamenta a entrega da Declaração Mensal de Serviços Eletrônica por prestadores e tomadores de serviços e dá outras
DECRETO EXECUTIVO nº. 014/2012 D E C R E T A:
DECRETO EXECUTIVO nº. 014/2012 INSTITUI A NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE UBAPORANGA, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto
Unidade I DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES. Prof. Luís Fernando Xavier Soares de Mello
Unidade I DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES Prof. Luís Fernando Xavier Soares de Mello Direito nas organizações Promover uma visão jurídica global do Sistema Tributário Nacional, contribuindo para a formação do
Principais Formas de Tributação no Brasil Reginaldo Gonçalves
Principais Formas de Tributação no Brasil Reginaldo Gonçalves 2.1 A Tributação no Brasil 2.2 Opção pela Tributação - Lucro Real 2.3 Opção pela Tributação - Lucro Presumido 2.4 Opção pela Tributação - Lucro
MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL
MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Conheça as condições para recolhimento do Simples Nacional em valores fixos mensais Visando retirar da informalidade os trabalhadores autônomos caracterizados como pequenos
2.3.11.1 Forma alternativa, 108 2.3.11.2 Contabilização da compra de matéria-prima por empresa contribuinte do IPI, 109 2.3.11.3 Contabilização de
Sumário 1 Introdução, l 1.1 Fundamentos de contabilidade: a obrigatoriedade da escrituração contábil, l 1.2 Fundamentos de tributos, 10 1.3 Plano de contas de referência, 22 2 A contabilização de tributos
EFD PIS COFINS ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL
EFD PIS COFINS ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL 1. INTRODUÇÃO Este artigo tem por objetivo trazer considerações relevantes quanto a dados inerentes à Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep
Cadeia tributária nacional Exemplo prático. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua
Cadeia tributária nacional Exemplo prático Autor: Ader Fernando Alves de Pádua RESUMO O presente artigo demonstra de forma clara e objetiva as varias fases da cadeia tributária nacional, criando um exemplo
ENTENDA OS IMPOSTOS. Impostos Diretos ou Indiretos, Progressivos ou Regressivos
Página 1 de 10 ENTENDA OS IMPOSTOS As pessoas nem imaginam quão antiga é a origem dos tributos, estudos supõem que as primeiras manifestações tributárias foram voluntárias e feitas em forma de presentes
Introdução... 3 Certificações da FFM... 4
MANUAL DE BENEFÍCIOS FISCAIS DOAÇÕES EFETUADAS À FFM São Paulo SP 2014 Índice Introdução... 3 Certificações da FFM... 4 1. Doações a Entidades sem Fins Lucrativos... 5 1.1. Imposto de Renda e Contribuições
Sumário. Prefácio... 15 Introdução... 19. PRIMEIRA PARTE - aspectos gerais... 23. Capítulo 1 Noções gerais aplicáveis aos crimes tributários...
Sumário Prefácio... 15 Introdução... 19 PRIMEIRA PARTE - aspectos gerais... 23 Capítulo 1 Noções gerais aplicáveis aos crimes tributários... 25 1. Infração tributária e crime contra a ordem tributária...
PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB
PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB DIREITO TRIBUTÁRIO RIO 4ª PARTE CARACTERÍSTICAS CONSTITUCIONAIS DOS IMPOSTOS Prof. JOSÉ HABLE www.josehable.adv.br [email protected] DOS IMPOSTOS DA UNIÃO Art. 153. Compete
PLANO DE CURSO 2014/02 TOTAL DE AULAS/ OU CARGA HORÁRIA
Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. PLANO DE CURSO 2014/ DISCIPLINA: DIREITO TRIBUTÁRIO II PROFESSOR: MARCELO MARTINS ALTOÉ TURMA: 9º DM / EN UNIDADE
TRIBUTAÇÃO DO SETOR IMOBILIÁRIO E DA CONSTRUÇÃO CIVIL. Martelene Carvalhaes
TRIBUTAÇÃO DO SETOR IMOBILIÁRIO E DA CONSTRUÇÃO CIVIL Martelene Carvalhaes GESTÃO DE RISCOS O mercado de empreendimentos imobiliários é onde as empresas operam com maior nível de riscos devido às particularidades
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CÃMPUS JATAÍ PLANO DE ENSINO
PLANO DE ENSINO I. IDENTIFICAÇÃO Unidade Acadêmica: Câmpus Jataí Curso: Direito Disciplina: Direito Tributário II Carga horária semestral: 64 horas Semestre/ano: 2º semestre de 2013 Turma/Turno: 2798/A
SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014
SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 Sistema Tributário Nacional Conjunto de regras jurídicas
http://www.itcnet.com.br/materias/printable.php
Página 1 de 5 1 de Setembro, 2011 Impresso por ANDERSON JACKSON TOASSI DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS COMPRADAS NAS OPERAÇÕES COMERCIAIS 1 - Introdução Nas relações comerciais as operações de devolução e retorno
Holding. Aspectos Tributários
Holding Aspectos Tributários Holding Holding Pura O Objeto da Holding Pura é basicamente a participação no capital de outras sociedades. Dessa forma, a fonte de receitas desta serão os dividendos das empresas
PROGRAMA DE DISCIPLINA IV - OBJETIVOS ARTEC. I Curso DIREITO. II Disciplina DIREITO E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA I (D-53) III.
PROGRAMA DE DISCIPLINA I Curso DIREITO II Disciplina DIREITO E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA I (D-53) III. PRÉ-Requisito DIREITO FINANCEIRO ECONOMICO (D-46) Área: Ciências Sociais Ano: 2013.1 IIII Ementa Período:
Constituído em 1990, no início das grandes discussões tributárias no país, sob a
02 Perfil: Colângelo e Corrêa Advogados e Consultores tornou-se referência de vanguarda, seriedade e eficiência no ramo do direito tributário, prestando relevantes serviços para empresas nacionais e estrangeiras.
CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013
CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 INFORMAÇÕES GERAIS Pessoa Jurídica Lucro Real Tributação com base no lucro efetivo demonstrado através do livro diário de contabilidade (obrigatório) 1. Empresas obrigadas à apuração
IRPJ. Lucro Presumido
IRPJ Lucro Presumido 1 Características Forma simplificada; Antecipação de Receita; PJ não está obrigada ao lucro real; Opção: pagamento da primeira cota ou cota única trimestral; Trimestral; Nada impede
empresas constantes de seus anexos, de acordo com o Estado da Federação em que estava localizado o contribuinte.
SPED O Sistema Público de Escrituração Digital, mais conhecido como Sped, trata de um projeto/obrigação acessória instituído no ano de 2007, através do Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007. É um
PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010
PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Administração Disciplina: Direito Tributário Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 4 1 - Ementa (sumário, resumo) Introdução ao Direito Tributário
Sumário. Apresentação, xi. 1 Introdução, 1. 2 Tributos federais e contribuições sociais, 31. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), 31
Apresentação, xi 1 Introdução, 1 1.1 Fundamentos de contabilidade: a obrigatoriedade da escrituração contábil, 1 1.2 Fundamentos de tributos, 9 1.3 Plano de contas de referência, 20 2 Tributos federais
RECEITAS E SUBVENÇÕES
III CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO TRIBUTÁRIO ATUAL IBDT/AJUFE/FDUSP-DEF RECEITAS E SUBVENÇÕES CONCEITOS ANTES E DEPOIS DA LEI 12973 RICARDO MARIZ DE OLIVEIRA RECEITAS E INGRESSOS NEM TODO INGRESSO É
Aula 04 IMPOSTOS FEDERAIS
IMPOSTOS FEDERAIS 1- IMPOSTO SOBRE IMPORTAÇÃO (II) É um tributo extrafiscal, pois sua finalidade principal não é arrecadar, mas sim controlar o comércio internacional (intervenção no domínio econômico)
IRRF/ 2014. Instalar o programa da Receita Federal. WWW.receita.fazenda.gov.br. Nova. Após abrir declaração (importação/nova)
IRRF/ 2014 Instalar o programa da Receita Federal WWW.receita.fazenda.gov.br Nova Tenho Anterior Após abrir declaração (importação/nova) Durante a importação o programa 2013 traz também os pagamentos efetuados.
ANEXO 18 ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL - EFD
ANEXO 18 REVOGADO OS ARTIGOS 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 7º, 8º e 8º-A pela RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA 10/11 de 14.12.11. Alteração: Resolução Administrativa nº 03/2015 ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL - EFD Acrescentado
Art. 3º A informação a que se refere o art. 2º compreenderá os seguintes tributos, quando influírem na formação dos preços de venda:
DECRETO Nº 8.264, DE 5 DE JUNHO DE 2014 Regulamenta a Lei nº 12.741, de 8 de dezembro de 2012, que dispõe sobre as medidas de esclarecimento ao consumidor quanto à carga tributária incidente sobre mercadorias
1-RELATÓRIO 2- FUNDAMENTAÇÃO 2-1 QUANTO AO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS-ISS PARECER: 42 / 2009
PARECER: 42 / 2009 ASSUNTO: Consulta sobre necessidade ou não de apresentação de nota fiscal de serviços ou de circulação de mercadorias para o recebimento de pagamento de valores de locação de automóvel
IRPF 2014 CARTILHA IR 2014
IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)
Palestrante: Anderson Aleandro Paviotti
Palestrante: Anderson Aleandro Paviotti Perfil do Palestrante: Contador, Consultor e Professor Universitário Colaborador do Escritório Santa Rita desde 1991 Tributação das Médias e Pequenas Empresas Como
Incidência do PIS e da Cofins sobre água, refrigerante e cerveja
Confira a incidência do PIS e da Cofins sobre água, refrigerante e cerveja Nesta Orientação examinamos a incidência do PIS/Pasep e da Cofins na comercialização por pessoas jurídicas industriais das bebidas
CAPÍTULO 1 - TRIBUTOS 1.1 CONCEITO DE TRIBUTO...16 1.2 ESPÉCIES DE TRIBUTOS...20 1.3 COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...22
CAPÍTULO 1 - TRIBUTOS 1.1 CONCEITO DE TRIBUTO...16 1.2 ESPÉCIES DE TRIBUTOS...20 1.3 COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...22 1.3.1 CARACTERÍSTICAS DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...25 1.3.1.1 INDELEGABILIDADE...25 1.3.1.2
Imposto sobre a Renda. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda
Imposto sobre a Renda Objetivos O presente curso tem por objetivo apresentar um estudo sobre o Imposto sobre a Renda, características, conceito, competência, fato gerador, sujeito ativo e passivo, base
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 110, DE 2015
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 110, DE 2015 Institui programa de concessão de créditos da União no âmbito do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física, denominado Nota Fiscal Brasileira, com o objetivo de incentivar
Retenções na Fonte. Normas e Procedimentos para retenções de tributos municipais, estaduais e federais para prestadores de serviços
Retenções na Fonte Normas e Procedimentos para retenções de tributos municipais, estaduais e federais para prestadores de serviços Retenção na Fonte IRPJ (1,5% ). Fato Gerador - O imposto de renda na fonte
DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE?
1. O que são os FUNDOS DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE? São recursos públicos mantidos em contas bancárias específicas. Essas contas têm a finalidade de receber repasses orçamentários e depósitos
SAD Gestor ERP. Módulo Estoque. Cadastro de Produto Escrita Fiscal. Seja Bem Vindo!
SAD Gestor ERP Módulo Estoque Cadastro de Produto Escrita Fiscal Seja Bem Vindo! Introdução O planejamento tributário deve fazer parte do cotidiano da empresa. É uma decisão estratégica que pode determinar
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte
2.1.3. CLASSIFICAÇÃO DOUTRINÁRIA DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA. Cuida, primeiramente, destacar que não há um consenso, entre os autores, para essa
2.1.3. CLASSIFICAÇÃO DOUTRINÁRIA DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA Cuida, primeiramente, destacar que não há um consenso, entre os autores, para essa classificação, entretanto, apresentaremos a seguir aquela que
Orientações sobre Micro Empreendedor Individual
Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Micro Empreendedor individual Definição Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Centro de Ciências Sociais Aplicadas Departamento de Ciências Contábeis ENDEREÇO: Campus Universitário,
Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L
Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L Art. 260. Os contribuintes poderão efetuar doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente nacional, distrital, estaduais
Faculdade de Direito Milton Campos Reconhecida pelo Ministério da Educação Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Tributário.
Faculdade de Direito Milton Campos Reconhecida pelo Ministério da Educação Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Tributário Tributos Federais Carga Horária: 56 h/a 1- Ementa Repartição de competência
Lei nº 12741/2012. DISCRIMINAÇÃO DE IMPOSTOS NAS NOTAS FISCAIS AO CONSUMIDOR vs4. Vigência : Junho/2013
Lei nº 12741/2012 DISCRIMINAÇÃO DE IMPOSTOS NAS NOTAS FISCAIS AO CONSUMIDOR vs4 Vigência : Junho/2013 SUGESTÕES INICIAIS ABRAS PARA O GRUPO DE TRABALHO IMPORTÂNCIA DA LEI Conscientização do Consumidor
