ESTÁGIO CURRICULAR I e II DESENVOLVIMENTO DE KITS DE IMPLANTAÇÃO RÁPIDA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTÁGIO CURRICULAR I e II DESENVOLVIMENTO DE KITS DE IMPLANTAÇÃO RÁPIDA"

Transcrição

1 GEORGE HENRIQUE RANGEL COSTA ESTÁGIO CURRICULAR I e II DESENVOLVIMENTO DE KITS DE IMPLANTAÇÃO RÁPIDA EMPRESA: BRAVA ECM SETOR: DESENVOLVIMENTO SUPERVISOR: CARLOS ALBERTO SOARES PEREIRA ORIENTADOR: SALVADOR ANTONIO DOS SANTOS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGIAS - CCT UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC JOINVILLE SANTA CATARINA - BRASIL MAIO DE 2011

2 CRONOGRAMA FÍSICO E REAL PERÍODO (20 horas) ATIVIDADES PR P Treinamento no ERP Protheus R P Treinamento na linguagem de programação ADVPL R P Treinamento no ECM ByYou R P Customização do ERP R P Customização do ECM R P Implantação de NF-e em clientes R P Desenvolvimento do Monitor de NF-e com erro R

3 AGRADECIMENTOS A meus pais, pela compreensão e preocupação durante todo este período de estágio. Ao orientador Salvador Antonio dos Santos, pela amizade e por todo o apoio dado. A toda equipe da Brava Informática Ltda., em especial ao supervisor Carlos Alberto Soares Pereira, ao Anderson Nielson, Deivys Joenck, Michelle Silveira e Danilo Martins, pela oportunidade oferecida, experiência compartilhada, conhecimento que me foi passado e amizade.

4 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS... 4 LISTA DE ABREVIATURAS... 5 RESUMO INTRODUÇÃO OBJETIVOS Geral Específicos JUSTIFICATIVA ORGANIZAÇÃO DO ESTUDO A EMPRESA HISTÓRICO PRINCIPAIS PRODUTOS ECM e BPM Integração de Aplicações Coleta de Dados TV Digital Interativa Aplicações Mobile PRINCIPAIS CLIENTES Companhia Estadual de Gás do Rio de janeiro Grendene SEBRAE SESC Rio de Janeiro CONSIDERAÇÕES GERAIS DESENVOLVIMENTO TREINAMENTOS ERP Microsiga Protheus ByYou ECM Desenvolvimento para ECM: Tecnologias Web HTML Javascript CSS XML AJAX jquery Web Services UDDI WSDL SOAP DESENVOLVIMENTO DOS KITS DE IMPLANTAÇÃO RÁPIDA Kit de Suprimentos Protheus Kit BPM de Aprovação de Solicitação de Compras Protheus Kit de Portal Suprimentos Protheus Kit Mobile Suprimentos Protheus Kit de Cadastro de Clientes para Protheus ATIVIDADES EXTRAS Implantação de NF-e

5 Monitor de NF-e com erro CONSIDERAÇÕES FINAIS ANEXO ANEXO GLOSSÁRIO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

6 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Logo da Brava Figura 2 - Esquema de organização das camadas do ERP Microsiga Protheus Figura 3 - Tela do terminal do ERP Microsiga Protheus Figura 4 - Tela do ByYou ECM Figura 5 - Exemplo de Workflow criado no ByYou ECM Figura 6 - Tela do ESB Editor com exemplo Figura 7 - Protótipo de Interface Gráfica do Monitor de NF-e com erro

7 LISTA DE ABREVIATURAS ADVPL AIIM AJAX API APO BPM CLP CRM CSS DBF ECM ERP ESB ESM HTML HTTP IHM MRP NF-e SEBRAE SESC SGBD SOAP SQL QPA XML UDDI WSDL WWW Advanced Protheus Language Association for Information and Image Management Asynchronous Javascript and XML Application Programming Interface Advanced Protheus Object Business Process Management Controlador Lógico-Programável Customer Relationship Management Cascading Style Sheet dbase Format Enterprise Content Management Enterprise Resource Planning Enterprise Service Bus Enterprise System Management Hypertext Markup Language Hypertext Transfer Protocol Interface Homem-Máquina Manufacturing Resource Planning Nota Fiscal eletrônica Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Serviço Social do Comércio Sistema Gerenciador de Banco de Dados Simple Object Access Protocol Structured Query Language Qualificação do Processo de Automação Extensible Markup Language Universal Description, Discovery and Integration Web Service Definition Language World Wide Web 5

8 RESUMO Este Estágio Curricular visou o desenvolvimento de uma customização que integra o ERP Microsiga Protheus e o ECM ByYou, dois dos softwares utilizados pela empresa. Para isso foi necessário que o estagiário realizasse, além dos treinamentos nas áreas de linguagem de programação e forma de utilização dos softwares, a análise dos códigos já existentes e a implementação de novos algoritmos. Dentre as metas que foram alcançadas com a execução destas atividades estão participar do desenvolvimento do Kit de Suprimentos Protheus e do Kit de Cadastro de Clientes para Protheus e, por consequência, aplicar na empresa os conhecimentos adquiridos em sala de aula, para que o estagiário ganhasse experiência profissional em paralelo à formação acadêmica. Palavras-chave: integração, desenvolvimento, customização, experiência profissional e formação acadêmica. 6

9 1. INTRODUÇÃO Neste relatório serão apresentadas as atividades desenvolvidas pelo acadêmico no Estágio Curricular, que foi realizado na cidade de Joinville, na empresa Brava Informática Ltda., a qual atua em diversas áreas, sendo a principal delas customização de softwares de gestão de empresas. O projeto de estágio proposto pela Brava foi a participação no desenvolvimento de dois Kits de Implantação Rápida: o Kit de Suprimentos Protheus e o Kit de Cadastro de Clientes para Protheus. Juntamente com o acadêmico outros dois estagiários foram selecionados pela empresa, e estas atividades foram realizadas pelos três em conjunto, de forma a incentivar o trabalho em equipe. Adicionalmente, o estagiário participou da equipe que faz a implantação de Nota Fiscal eletrônica (NF-e) em clientes via acesso remoto, com o objetivo de ter contato direto com estes e observar melhor como os produtos da Brava são utilizados pelos mesmos OBJETIVOS Geral O objetivo geral, como definido no plano de estágio, é realizar integrações do ERP Microsiga Protheus a outros sistemas, conforme requisitadas por clientes Específicos Baseado nas atividades descritas no plano de estágio, objetivos específicos foram sendo definidos ao longo do estágio: 7

10 Fazer os treinamentos de instalação, configuração e funcionamento do ERP Microsiga Protheus; Fazer treinamento na ferramenta de desenvolvimento utilizada no Protheus, bem como na linguagem de programação a ser utilizada, ADVPL, em nível básico; Fazer treinamento nas funcionalidades disponibilizadas pelo ByYou ECM, forma de utilização das mesmas e como funciona o processo de integração deste com alguns softwares de ESM, ERP e CRM, entre outros; Fazer treinamento básico de HTML, CSS, Javascript, XML, AJAX e jquery, pois é por meio destas linguagens que são feitas as customizações no ECM ByYou; Pesquisar sobre Web Service, SOAP, WSDL e UDDI, que são as bases para a integração do ECM com outros produtos; Participar do desenvolvimento do Kit de Suprimentos Protheus, analisando os códigos já implementados até o início do estágio; Participar do desenvolvimento do Kit de Cadastro de Clientes para Protheus, usando como base a interface gráfica e as funções do Kit de Suprimentos Protheus JUSTIFICATIVA Os clientes da concedente, Brava Informática Ltda., podem solicitar que sejam feitas customizações nos produtos que compraram para que melhor atendam às suas necessidades. Após o término do projeto, a concedente analisa se a customização realizada para um cliente pode ser um problema enfrentado por outras empresas, mas que talvez ainda não foi identificado. Caso chegue-se a conclusão de que os outros clientes também poderão ser beneficiados com a customização, a concedente transforma-a em um kit, que qualquer empresa pode comprar. Assim, partindo de requisições feitas por alguns clientes por novas funcionalidades no ECM ByYou e no ERP Microsiga Protheus, a concedente decidiu desenvolver o Kit de Suprimentos Protheus e o Kit de Cadastro de Clientes para Protheus. 8

11 1.3. ORGANIZAÇÃO DO ESTUDO O relatório do estágio inicia com uma introdução da empresa onde o mesmo foi realizado, descrevendo também os principais produtos e clientes da empresa. Em seguida, comentar-se-á sobre as atividades realizadas pelo estagiário, dando maiores detalhes sobre os kits em desenvolvimento e as tecnologias utilizadas. Por fim, serão apresentadas as conclusões do acadêmico sobre todo o estágio e, em anexo, serão exibidos trechos de código desenvolvidos. 9

12 2. A EMPRESA 2.1. HISTÓRICO Figura 1 - Logo da Brava FONTE: BRAVA, 2011 A Brava Informática Ltda., cujo logo pode ser visto na Figura 1, entrou no mercado em abril de 2008, porém sua equipe conta com mais de 10 anos de experiência em tecnologias Datasul e agora, Totvs. Sua linha de atuação, voltada ao mercado de softwares para gestão de processos, é diversificada, possuindo mais de de horas aplicadas em todos os projetos já desenvolvidos, sendo reconhecida pela Totvs com o selo Totvs Business Partner (BRAVA, 2011). A Datasul era uma empresa desenvolvedora de softwares para gestão de negócios que em 2008 foi comprada pela Totvs, a qual se tornou a 6ª maior empresa do mundo neste setor. A Totvs é na verdade um grupo, que controla as empresas Microsiga, Logocenter, RM Sistemas e mais recentemente, a Datasul (FERRARI, 2008). A Brava, como parceira de negócios da Totvs, desenvolve suas soluções em produtos dela, como o ByYou ECM e o ERP Microsiga Protheus PRINCIPAIS PRODUTOS A Brava atua nas linhas de negócio ECM e BPM, Integração de Aplicações, Coleta de Dados, TV Digital Interativa e Aplicações Mobile, oferecendo soluções diferenciadas para cada uma delas.

13 ECM e BPM As soluções oferecidas pela Brava na área de Enterprise Content Management (ECM) e Business Process Management (BPM) são os kits de implantação rápida. Estes kits, cujo foco é a facilidade de uso, simplificam e aceleram a implantação de novos processos não disponíveis por padrão na ferramenta ByYou ECM, melhorando a relação custo/benefício dos projetos de compra de produto Integração de Aplicações A necessidade de trocar informações entre sistemas heterogêneos incentivou a Brava a desenvolver soluções para integração de aplicações. Como parceira da Totvs, as soluções desenvolvidas pela Brava utilizam o ByYou ESB, e vão desde o planejamento do projeto de integração e consultoria para desenho do modelo de integração até desenvolvimento Enterprise Service Bus (ESB) de conectores, filtros, transformadores, roteadores e adaptadores Coleta de Dados A Brava atua desde o desenho da solução de coleta de dados através do processo de Qualificação do Processo de Automação (QPA) até o desenvolvimento de aplicações para coletores de dados, CLP e IHMs, que ajudam os clientes a melhorarem seus processos através do emprego destes coletores de dados para identificação de materiais por meio de códigos de barra e etiquetas inteligentes TV Digital Interativa A tecnologia de TV Digital ainda é recente no Brasil, e a equipe da Brava que trabalha nessa área desenvolve aplicações interativas com objetivo de agregar valor ao conteúdo televisivo, a exemplo das aplicações Publicidade Interativa, AdverGames e T- Commerce. 11

14 Aplicações Mobile A equipe Brava Mobile desenvolve aplicativos principalmente para o mundo corporativo, como o ECM2GO, que permite acessar no smartphone os documentos cadastrados no ECM da empresa. Recentemente, o sucesso das aplicações mobile incentivaram a Brava a desenvolver, para todos os seus novos Kits de Implantação Rápida, aplicativos para os sistemas operacionais Android e ios, que irão melhorar ainda mais a relação custo-benefício destes kits PRINCIPAIS CLIENTES A Brava possui inúmeros clientes em várias regiões do Brasil. Dentre eles, alguns dos mais importantes são a Companhia Estadual de Gás (CEG) do Rio de janeiro, a Grandene, o SEBRAE de São Paulo e o SESC do Rio de Janeiro Companhia Estadual de Gás do Rio de janeiro Fundada em 1854 e privatizada em 1997, a CEG é hoje a maior empresa distribuidora de gás do Brasil, certificada em ISO 9001/2000 e eleita em 2003 como melhor empresa em serviços especializados (CTGAS, 2011) Grendene Esta empresa foi criada em 1971 no Rio Grande do Sul, como uma fábrica de embalagens plásticas. Hoje, possui 13 unidades em todo o país e é a maior fabricante de calçados do Brasil (GRENDENE, 2011). 12

15 SEBRAE O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) é uma entidade privada sem fins lucrativos criada em Seu objetivo é fortalecer e formalizar a economia brasileira, por meio do apoio a empreendedores de micro e pequenas empresas (SEBRAE, 2011). Dentre todas as suas unidades, a de São Paulo é uma das maiores e mais importantes SESC Rio de Janeiro O Serviço Social do Comércio do Rio de Janeiro (SESC RIO) foi criado em 1946 e atualmente possui 22 unidades em todo o estado. O SESC atende prioritariamente aos trabalhadores do comércio de bens e serviços e seus dependentes, além da sociedade, oferecendo suas atividades e serviços a preços diferenciados, sendo uma referência nas áreas de cultura, educação social, esporte/lazer, saúde e turismo social (SESC RIO, 2011) CONSIDERAÇÕES GERAIS Atualmente a Brava possui cerca de 70 funcionários posicionados na unidade de Joinville ou na filial em São Paulo, os quais são altamente qualificados com certificações de nível internacional em metodologias de desenvolvimento, entrega e prestação de serviços. Apesar de estar no mercado há apenas três anos, esta empresa já possui um faturamento de quatro milhões de reais, e a expectativa é que nos próximos anos esse valor chegue a dez milhões. Com base nestes dados pode-se dizer que a Brava é uma ótima empresa para se estagiar, pois possui uma estrutura ideal para que o acadêmico possa aplicar os conhecimentos adquiridos na graduação e observar como estes são utilizados em situações reais. 13

16 3. DESENVOLVIMENTO As atividades previstas no plano de estágio foram desenvolvidas por meio da participação no desenvolvimento dos Kits de Implantação Rápida de Suprimentos Protheus e de Cadastro de Clientes. Além disso, o estagiário fez diversos treinamentos que, juntamente com os conhecimentos adquiridos na graduação, serviram de base para o desenvolvimento das atividades definidas. Adicionalmente, o estagiário participou também da equipe que faz a implantação de NF-e em clientes TREINAMENTOS Para poder desempenhar suas atividades na empresa, o estagiário precisou realizar diversos treinamentos. Por meio destes, ele foi capaz de entender o funcionamento dos programas que estão sendo utilizados no estágio, bem como aprender novas linguagens que deverão ser utilizadas e revisar os conhecimentos adquiridos na graduação que podem ser aplicados na empresa. Foram realizados treinamentos sobre o ERP Microsiga Protheus, ByYou ECM, linguagem de programação ADVPL, HTML, Javascript, CSS, XML, Ajax, jquery, Web Services, UDDI, WSDL e SOAP ERP Microsiga Protheus O termo Enterprise Resource Planning (ERP) surgiu por volta da década de 1980, no Vale do Silício EUA, como evolução do Manufacture Resource Planning (MRP). Enquanto o MRP preocupava-se apenas com o gerenciamento de materiais utilizados na manufatura, o objetivo de um sistema de ERP é permitir que um gerente tenha controle sobre todos os recursos e processos de negócio da empresa onde trabalha, de forma centralizada. Por conta disso, estes sistemas são altamente complexos, e de difícil implementação (ERP, 2011). 14

17 O ERP Protheus foi desenvolvido pela Microsiga, que atualmente faz parte do grupo Totvs (FERRARI, 2008), e este é um dos principais programas a serem usados nos Kits de Implantação Rápida. O estagiário fez treinamentos nas áreas de arquitetura, instalação e configuração do Protheus, assim como modo de funcionamento do TotvsDevStudio, que é o aplicativo utilizado para se customizar o ERP, e linguagem de programação ADVPL. Todos os treinamentos foram realizados na forma de auto-estudo, em um sistema de treinamento disponibilizado pela Totvs, sendo que para a linguagem ADVPL foi necessário também criar funções exemplos para testar o que foi aprendido. Todos estes treinamentos juntos demoraram cerca de 90 horas para serem concluídos. O funcionamento do ERP Protheus é dividido entre um servidor de aplicação, que possui um repositório de objetos e acessa uma base de dados, e um terminal de acesso. A Figura 2 demonstra como estes elementos estão organizados. Figura 2 - Esquema de organização das camadas do ERP Microsiga Protheus FONTE: SILVA, 2005 O servidor de aplicação é o responsável por armazenar todos os dados e realizar todos os processamentos. Todas as informações de recursos da empresa são armazenados em uma base de dados, que pode ser de formato SQL ou DBF. Bases de dados SQL, como o MySQL, são bases onde a manipulação de dados é feita através da linguagem Structured Query Language (SQL), enquanto que as bases DBF utilizam uma linguagem do padrão xbase, como Clipper (HARBOUR PROJECT, 2009). Independentemente do tipo, as bases de dados necessitam de um Sistema Gerenciador 15

18 de Banco de Dados (SGBD), cuja função é gerenciar os dados cadastrados (COSTA, 2007). No Protheus, caso se deseje utilizar uma base SQL é necessário instalar um SGBD, já para usar base DBF isso não é necessário, pois o próprio Protheus assume essa função. Além das informações de recursos da empresa, é possível adicionar novas funcionalidades no sistema por meio da implementação de funções em ADVPL. A linguagem ADVPL foi desenvolvida pela Microsiga a partir de 1994, e é uma extensão do padrão xbase, com comandos e funções extras disponibilizadas pela Microsiga. Todo o sistema Protheus foi desenvolvido nessa linguagem, cujo objetivo principal é simplificar o acesso às bases de dados, mas dando também a possibilidade de se desenvolver interfaces gráficas para exibição de dados com facilidade (SILVA, 2005). Funções desenvolvidas nessa linguagem precisam ser compiladas para poderem ser executadas. Entretanto, ao contrário de outras linguagens como C ou C++, após fazer isso não é gerado um programa executável. Em ADVPL, após a etapa de compilação, a função ficará armazenada no repositório de objetos, como um Advanced Protheus Object (APO), que fica disponível para ser carregado dinamicamente pelo servidor de aplicação quando for chamado, como consequência de uma ação realizada no terminal. O terminal de acesso é outro elemento que compõe o sistema. Por meio deste, um usuário pode realizar o acesso e a manipulação dos dados armazenados no servidor. A Figura 3 demonstra o funcionamento do terminal, onde são exibidas as opções para manipulação dos dados financeiros de uma empresa. O terminal não precisa ser executado no mesmo computador onde está instalado o servidor, podendo ser configurado para acessar remotamente o sistema. 16

19 Figura 3 - Tela do terminal do ERP Microsiga Protheus FONTE: TOTVS, 2011a Essa divisão em dois elementos independentes, servidor e terminal, possibilita que o sistema seja instalado em diversas topologias de rede, bem como fazer uso de processamento distribuído. Além disso, o tráfego de rede entre os componentes é baixo, pois todo processamento é realizado no servidor e o terminal de acesso apenas se preocupa com os detalhes relacionados à interface gráfica e exibição dos dados que recebe do servidor (SILVA, 2005) ByYou ECM A sigla ECM significa Enterprise Content Management, o que, de acordo com a Association for Information and Image Management (AIIM), são as estratégias, métodos e ferramentas usadas para capturar, gerenciar, armazenar, preservar e entregar conteúdo e documentos relacionados aos processos organizacionais" (AIIM, 2011). Por documento, pode-se considerar materiais como arquivos de texto, gráficos, fotos, vídeos etc., ou seja, todo tipo de conteúdo gerado pela empresa que não seja organizado, ao contrário de cadastros de clientes e pedidos, por exemplo. Assim, sistemas ECM, 17

20 também chamados sistemas Gestores de Documento, são muito úteis para as empresas, pois permitem aumentar a produtividade, reduzir os custos, proteger mais eficientemente as informações e reduzir o retrabalho (BRAVA, 2009). Outra sigla é o BPM, Business Process Management, cujo objetivo é otimizar o desempenho dos processos de negócio, incluindo tanto as metodologias de melhoria de processo quanto as ferramentas utilizadas para auxiliar estes métodos (KEMSLEY, 2011). O ByYou ECM é um sistema que une soluções de ECM e BPM, além de Gestão da Qualidade e Portais Corporativos (BRAVA, 2009). Durante cerca de 30 horas, foram realizados treinamentos na forma de auto-estudo em um sistema de treinamento disponibilizado pela Totvs, com o objetivo de aprender sobre os principais componentes do ByYou ECM: Administrador, Gestão de Documentos, Gestor de Processos, Workflow e Integração com alguns sistemas diferentes, como Logix e RMAgilis. A utilização do sistema é feita por meio de um menu inicial que centraliza o acesso às funcionalidades de cada componente, conforme visualizado na Figura 4. Por meio das funcionalidades de Gestão de Documentos, um usuário pode cadastrar arquivos no ECM em uma estrutura de pastas, da mesma forma como os arquivos são organizados em um sistema operacional como Windows ou Linux. Cada usuário possui uma pasta pessoal onde armazena seus arquivos, a qual é isolada do resto da estrutura de pastas e pode ser visualizada apenas pelo próprio usuário. Para tornar um documento público, faz-se necessário publicá-lo na estrutura de pastas padrão. Na área de BPM, o ByYou permite configurar processos e inicializar solicitações dos mesmos. Para configurar um processo, dois itens são essenciais: o workflow e um fichário. 18

21 Figura 4 - Tela do ByYou ECM FONTE: TOTVS, 2011b Um workflow é uma forma eficiente de sistematizar os processos ou fluxos de trabalho, separando as regras dos processos das aplicações que gerem os dados operacionais (INFOSISTEMA, 2011). Em um workflow, as etapas de um processo são separadas em atividades ordenadas. Ao inicializar uma solicitação de processo, a primeira atividade do workflow é executada. Cumpridos os requerimentos da atividade, o usuário pode passar para a próxima etapa do processo, atribuindo-o ao usuário responsável. Este ciclo continua até chegar ao fim do workflow, quando o processo configurado chega ao fim. Um exemplo de como é esta funcionalidade no ECM pode ser visto na Figura 5, que mostra graficamente as etapas de um processo. A grande vantagem oferecida pelo uso de workflows no ECM é que todos os usuários envolvidos no processo podem, a qualquer momento, saber em que situação o mesmo se encontra, além de ver quais processos pendentes foram atribuídos para ele, e desta forma a execução dos mesmos é acelerada. 19

22 Figura 5 - Exemplo de Workflow criado no ByYou ECM FONTE: TOTVS, 2011b Apesar da importância do workflow, ele sozinho não servirá para muita coisa. Para que um usuário possa dar continuidade ao trabalho realizado nas etapas anteriores, ele precisa receber as informações geradas nessas etapas, e isso é feito através do fichário. Um fichário é um formulário desenvolvido em linguagens como HTML e Javascript que possui os campos referentes ao processo, os quais devem ser preenchidos ao longo das etapas do workflow. Assim um workflow com etapas bem definidas, apoiado por um fichário completo e de fácil entendimento, permitem a configuração de processos eficientes, que precisam de pouca manutenção Desenvolvimento para ECM: Tecnologias Web O desenvolvimento dos formulários para o ECM é feito utilizando-se as mesmas tecnologias de desenvolvimento para web, as quais são responsáveis pelo crescimento da internet de forma geral. O termo web deriva de World Wide Web (WWW), que em termos gerais pode ser considerado a interface gráfica da internet (CASTRO, 2003). Dentre todas as tecnologias que podem ser utilizadas, destacam-se HTML, Javascript, 20

23 CSS e XML. Assim, foi necessário treinar sobre estas linguagens, treinamento este que foi realizado na forma de auto-estudo, usando como principal fonte de material o site <www.w3schools.com>, e demorou cerca de 20 horas HTML A história do HTML começou por volta de 1990, quando as bases da World Wide Web foram definidas (LONGMAN, 1998). A sigla HTML significa Hypertext Markup Language, e esta linguagem foi criada para exibição dos textos que seriam transmitidos via Hypertext Transfer Protocol (HTTP). Desde então, a linguagem já passou por várias revisões, para correção de erros e adição de funcionalidades. Esta linguagem é de marcação, ou seja, ao contrário de linguagens compiladas como C e C++, esta não pode ser usada para gerar programas e sim páginas para web, que são formatadas pelos componentes básicos da linguagem, as tags. As tags estruturam o código e definem os elementos visuais. Todas as tags seguem o mesmo formato: o símbolo <, uma palavra que identifica a tag, e o símbolo >. Algumas tags possuem atributos, que especificam seu funcionamento, como a tag de imagem. Como em qualquer outra linguagem, é necessário identificar quando a tag chegou ao final, e em HTML isso é feito com o acréscimo do símbolo / antes da palavra que identifica a tag. Apesar da existência das tags de fechamento, um arquivo HTML pode ter um número muito grande de linhas e ser bastante complexo. Além disso essa linguagem não possui regras rígidas de identação, o que torna o código ainda mais bagunçado. Por conta disso, é comum desenvolvedores web esquecerem de colocar algumas tags de fechamento, ou coloca-las em ordem incorreta. Apesar disso, as páginas HTML continuam funcionando, pois os browsers ignoram esses erros. Mesmo assim, existem padrões como o XHTML, que visam o desenvolvimento correto das páginas. 21

24 Javascript Apesar da revolução causada pelo HTML, as páginas nessa linguagem possuem muitas deficiências. Dentre elas, a principal é a falta de interatividade. Buscando resolver isso, desenvolveu-se a linguagem de script Javascript. A linguagem Javascript tem como pontos positivos sua leveza e a capacidade de ser embutida dentro de arquivos HTML, simplificando o trabalho dos desenvolvedores. Assim, por meio do Javascript uma página HTML pode reagir a eventos provocados pelo usuário, validar dados digitados, entre muitas outras finalidades CSS Javascript resolveu os problemas de interatividade das páginas HTML, porém outros problemas persistiam. Um deles era o fato de que a linguagem HTML não foi planejada para possuir tags de formatação de documentos. Tags como <font>, que foram adicionadas à linguagem em uma de suas revisões, dificultaram enormemente o trabalho dos desenvolvedores, que a partir de então deveriam se preocupar, ao mesmo tempo, com a informação a ser exibida e como ela seria mostrada para o usuário. Para resolver isso, o World Wide Web Consortium (W3C) criou o Cascading Style Sheets (CSS) (W3SCHOOLS, 2011). Com CSS, toda a formatação da página pode ser separada das informações do arquivo HTML, gerando um código HTML mais limpo e de fácil entendimento e simplificando a modelagem a página XML Assim como HTML, XML também é uma linguagem de marcação, baseada em tags. Contudo, XML não é uma alternativa para HTML: sua função é transporte e armazenamento de informações. Além disso, XML não possui nenhuma tag reservada, dando ao desenvolvedor liberdade para criar o arquivo XML da forma que quiser. Esses 22

25 diferenciais colocam esta linguagem como ideal para troca de informações entre sistemas incompatíveis (W3SCHOOLS, 2011). Muitas vezes, sistemas desenvolvidos por empresas diferentes e que possuem propósitos diferentes podem precisar trocar informações. Por exemplo, pode-se considerar o ByYou ECM e o ERP Microsiga Protheus. Cada um possui suas funções, porém pode ser interessante unir as funcionalidade de BPM do ByYou com os dados armazenados no Protheus, e assim a troca de informações entre os dois faz-se necessária. Como foram desenvolvidos por empresas diferentes, não possuem um método padrão de comunicação entre si. Por ser considerado um padrão aberto, qualquer programa pode ler um arquivo XML e interpretá-lo, portanto, para que o ByYou e o Protheus se comuniquem seria adequado utilizar a linguagem XML para transportar os dados AJAX Um problema enfrentado no desenvolvimento de páginas dinâmicas é a necessidade de recarregar as páginas para exibir novas informações. AJAX, que não é uma nova linguagem mas sim a união das capacidades de transferência assíncrona fornecida pelos browsers com a transferência de dados via XML e a alteração de páginas HTML via Javascript, permite resolver isso, fazendo o download das novas informações sem impedir o usuário de navegar na página, e substituindo os conteúdos sendo visualizados pelas novas informações baixadas sem precisar recarregar a página jquery O jquery é uma Application Programming Interface (API) desenvolvida em Javascript, e é utilizada da mesma forma que esta. Apesar de fornecer apenas uma alternativa a coisas que podem ser feitas em HTML e Javascript, com jquery o desenvolvimento fica bastante simplificado, acelerando o criação das páginas com conteúdos dinâmicos. 23

26 Web Services A integração de diferentes sistemas é feita utilizando-se web services. Estes podem ser considerados componentes de aplicação, que servem como meio de acesso aos recursos do sistema (W3SCHOOLS, 2011). Três elementos são essenciais em um web service: UDDI, WSDL e SOAP, e assim foi necessário estudar sobre eles. Estes treinamentos foram feitos na forma de auto-estudo, usando como principal fonte de material o site <www.w3schools.com>. Ao todo, foram utilizadas cerca de 10 horas nestes treinamentos UDDI O Universal Description, Discovery and Integration (UDDI) é um protocolo que define um método padrão para publicação, descoberta e gerenciamento de componentes de aplicativos que executam na web. Ele foi desenvolvido baseando-se em diversos padrões, como HTTP, XML, WSDL e SOAP (UDDI, 2006) WSDL Para que qualquer um pudesse acessar um web service fez-se necessário desenvolver uma nova linguagem, que permitisse descrever os serviços disponíveis em um servidor e como utilizá-los. Essa linguagem é a WSDL, que foi desenvolvida em XML e é um padrão recomendado pelo W3C (W3SCHOOLS, 2011) SOAP Mesmo após localizar um web service utilizando-se de UDDI e verificar quais serviços estão disponíveis, utilizando-se de WSDL, ainda existe o problema da troca de informações. Para solucionar isso criou-se o Simple Object Access Protocol (SOAP). 24

27 O SOAP é um protocolo para troca de informações, desenvolvido para ser independente de plataforma e linguagem, simples e extensível. Para isso, é baseado no XML (W3SCHOOLS, 2011) DESENVOLVIMENTO DOS KITS DE IMPLANTAÇÃO RÁPIDA Os Kits de Implantação Rápida são produtos importantes para a Brava, pois a possibilidade de adicionar funcionalidades extras aos sistemas comprados por uma boa relação custo-benefício é um ponto que atrai muitos clientes. Além disso, uma vez implementado um kit este praticamente não precisa de manutenção, e caso um cliente queira que alguma alteração seja feita basta contratar o serviço de customização oferecido pela Brava. Quando o acadêmico entrou na empresa o primeiro Kit já estava nas etapas finais de desenvolvimento, porém o segundo ainda não havia sido iniciado, ficando a cargo do acadêmico e dos outros estagiários da empresa, com o apoio do líder do grupo de desenvolvimento do kit e do supervisor, iniciá-lo, seguindo os mesmos padrões de desenvolvimento observados no primeiro Kit de Suprimentos Protheus O Kit de Suprimentos Protheus é formado por três componentes, que objetivam facilitar o controle do processo de compra de recursos: Kit BPM de Aprovação de Solicitação de Compras Protheus, Kit de Portal Suprimentos Protheus e Kit Mobile Suprimentos Protheus. A função do estagiário neste kit foi analisar e entender os códigos desenvolvidos, bem como os padrões seguidos pela empresa. 25

28 Kit BPM de Aprovação de Solicitação de Compras Protheus Este componente é um processo BPM baseado no motor do ByYou ECM, e que controla todo o processo de Compra desde a Aprovação, Cotação até a geração dos Pedidos de Compras de forma totalmente integrada ao Protheus. Como é uma customização do ECM, este foi desenvolvido utilizando-se HTML, Javascript, CSS e jquery e AJAX. Conforme verificado pelo estagiário, todo o código foi feito de forma a facilitar seu entendimento, para a eventual necessidade de outra pessoa prestar suporte para este kit, assim como todo o kit foi desenvolvido na forma de componentes, sendo possível substituir um deles (HTML ou CSS, por exemplo) e manter o funcionamento do sistema. Por conta disso, o Kit de Cadastros de Clientes para Protheus deverá ser desenvolvido utilizando de base os componentes deste kit Kit de Portal Suprimentos Protheus Este componente é um portal web integrado ao Protheus com páginas para fornecedores responderem cotações pendentes bem como para compradores selecionarem cotações vencedoras gerando os pedidos de compras. Este portal é desenvolvido no o Liferay, um Gerenciador de conteúdo profissional, e portanto não depende do Totvs ByYou. A funcionalidade de portal também existirá no Kit de Cadastro de Clientes para Protheus, porém a primeira parte que será desenvolvida é a de ECM e ERP, e por isso a análise deste item será feita futuramente Kit Mobile Suprimentos Protheus Este componente é uma aplicação para as plataformas Android e ios que permite a aprovação de solicitações de compras, bem como seleção de cotações vencedoras através de um dispositivo móvel como tablets e smatphones. O desenvolvimento deste item para o Kit de Cadastro de Clientes para Protheus será feito por um funcionário da equipe que trabalhado com desenvolvimento para dispositivos móveis. Assim, apesar de ser interessante analisar seu código, isto não será necessário. 26

29 Kit de Cadastro de Clientes para Protheus Após desenvolver para um cliente uma customização para cadastro de clientes, percebeu-se que outras empresas se beneficiariam disso caso fosse um kit. Quando o vendedor vai até o cliente e lhe apresenta seus produtos, é necessário cadastrá-lo no banco de dados da empresa, assim como checar todos os dados em busca de irregularidades, que podem ser desde dados informados incorretos até dívidas pendentes do cliente, que inviabilizariam a venda de produtos para este. Porém, muitas vezes o vendedor precisa informar os dados à empresa por telefone, o que pode ocasionar erros de entendimento. Além disso, a pessoa que recebeu os dados na empresa pode perder esses dados por diversos motivos. Tudo isso atrapalha e atrasa o processo de cadastramento de cliente, situações estas que poderiam ser evitadas. A Brava, utilizando-se das características de gerenciamento de documentos e processos oferecidas pelo Totvs ByYou ECM, unido a grande quantidade de empresas que utilizam o sistema Microsiga Protheus e as vantagens que podem ser obtidas por meio do acesso ao sistema da empresa via browser ou dispositivo móvel, decidiu utilizar-se dessas tecnologias para desenvolver o kit. Nesse kit o vendedor, para cadastrar um cliente, usa seu smartphone ou computador com conexão à internet para acessar o servidor de sua empresa. Caso esteja usando um smartphone, o acesso será feito através de um aplicativo para o mesmo, e se estiver usando um computador, o acesso se dará através do browser, em um portal na página da empresa. Acessado o servidor, ele cadastrará os dados básicos do cliente no Protheus, ou seja, fará seu pré-cadastro. Ao fazer isso um processo do ByYou será iniciado. Então, um de cada vez, os departamentos configurados irão receber esses dados e conferir se há alguma irregularidade neles. Se tudo estiver certo, o cliente estará cadastrado na empresa, e poderá fazer negócios com a mesma. Caso contrário, o processo será atribuído ao vendedor, que deverá verificar com o cliente o que será necessário para corrigir o problema e, se isto não for possível, o cliente ficará marcado como bloqueado no Protheus, para que outros vendedores não tentem cadastrar novamente a mesma empresa. 27

30 A primeira etapa no desenvolvimento deste kit foi criar o formulário para o ECM e, paralelamente, desenvolver os web services no Protheus, pois é por meio deles que os dados serão inseridos e recuperados do sistema. Semanalmente foram realizadas reuniões com o objetivo de verificar o andamento do projeto, e assim iam sendo identificados alguns detalhes que precisavam ser corrigidos, novas modificações que deviam ser feitas e funcionalidades que seriam implementadas. Ao fim desta etapa, deuse início ao desenvolvimento da parte de portal ATIVIDADES EXTRAS Por conta de algumas oportunidades de negócio que surgiram para a Brava, foi proposto ao estagiário entrar para a equipe de integração, que dentre outras tarefas faz a implantação de NF-e em clientes, via acesso remoto. O estagiário aceitou, pois trabalhar diretamente em contato com os clientes seria uma experiência nova para ele. Assim, apesar de ainda manter contato com a equipe de desenvolvimento dos Kits de Implantação Rápida e auxiliar quando possível os outros estagiários, a atividade principal desempenhada pelo acadêmico passou a ser a implantação de NF-e. Além disso, o estagiário também participou do desenvolvimento de um monitor de NF-e com erros, atividade esta diretamente relacionada à implantação de NF-e Implantação de NF-e A NF-e é um documento eletrônico que tem por finalidade substituir o sistema de emissão de documento fiscal em papel. Várias vantagens podem ser obtidas com seu uso, sendo as principais a simplificação das obrigações acessórias dos contribuintes e o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pelo Fisco (MF, 2011). Ainda hoje, quando uma empresa recebe uma nota fiscal (por isso chamada de nota fiscal de entrada) em papel, o processo de cadastro desta nota na base de dados da empresa é manual, e dependendo do tamanho da empresa este processo despende muito tempo. Assim, as empresas estão se adaptando para utilizar este novo tipo de documento, que além de mais rápido elimina o problema de erros de digitação. Para isso 28

31 é fundamental a utilização de programas que permitam integrar o sistema que já possuem com as NF-e. Um sistema de gerenciamento de empresas (EMS, do inglês Enterprise Management System ) muito utilizado é o Datasul EMS, e a Brava, como parceira de negócios da Totvs, faz a integração de NF-e com este sistema. O processo de integração de NF-e de entrada é simples, e pode ser descrito em dois passos: inicialmente, um fornecedor envia para a empresa, via , o arquivo XML que corresponde ao documento fiscal. Em seguida um sistema de Enterprise Service Bus (ESB) lê o e executa uma sequência de instruções, que visam identificar a versão da NF-e, validá-la e, por fim, adicioná-la ao banco de dados do EMS. Um ESB funciona como uma plataforma, que disponibiliza serviços de conectividade, transformação, roteamento dinâmico, tratamento de exceções e monitoramento, através dos quais pode intermediar e gerenciar interações entre sistemas heterogêneos, que normalmente não poderiam comunicar-se (CHRISTEN, 2009; SOAEXPERT, 2011). Dentre os sistemas do tipo ESB existentes, a Brava utiliza o ByYou ESB. Esse sistema apresenta uma interface de fácil utilização, onde basta ao usuário montar um diagrama com os serviços que deseja utilizar, configurar seus parâmetros e definir a ordem de execução, como pode ser visto da Figura 6, que mostra a tela do ByYou ESB Editor e um diagrama de exemplo, que lê arquivos de uma pasta, executa algum tipo de transformação (como remover caracteres especiais) e salva em outra pasta. Figura 6 - Tela do ESB Editor com exemplo FONTE: TOTVS, 2011c 29

32 Apesar de possuir diversos serviços, estes não são suficientes para integrar NF-e ao EMS, pois é necessário executar outras ações, como verificar na Secretaria da Fazenda (SEFAZ) se a nota fiscal é válida. Para isso, a Brava se aproveitou da característica do ESB de permitir o desenvolvimento de componentes customizados, e assim desenvolveu os controles que faltavam para integrar as NF-e. Além disso, foi criado um diagrama padrão para integração de NF-e, bastando mudar as configurações dos serviços de acordo com cada cliente. Diante disso, o trabalho de implantação de NF-e consiste em, inicialmente, instalar no servidor do cliente o ByYou ESB. Após isso, é feita a configuração do diagrama, a configuração de alguns módulos de EMS e, por fim, testes para verificar se a integração acontece como deveria. Conforme apresentado anteriormente, o estagiário não havia realizado nenhum treinamento específico para esta área ao entrar na empresa. Por outro lado, as tecnologias mais importantes já haviam sido estudadas, como XML, bastando aprender a usar o ByYou ESB, atividade esta que foi realizada em uma semana. Depois disso, e até o fim do período de estágio, o estagiário realizou diversos acessos remotos ao servidor de alguns clientes, todos com o acompanhamento de um funcionário da empresa, para aprender na prática como é feita a implantação de NF-e Monitor de NF-e com erro Não raramente, um fornecedor pode enviar uma NF-e com algum erro, como atributos com valor inválido. Nestes casos, ocorrerá um erro no processo de integração, e o documento não será cadastrado no EMS. Existem ferramentas do próprio ESB que permitem verificar se o problema está na NF-e, porém sua utilização não é simples, e por isso muitos clientes não o usam. Assim, desenvolver um aplicativo que funcione como monitor de NF-e, exibindo de forma clara quais apresentam erro e identificando qual o problema das mesmas, poderia ser bastante útil. Assim como nos Kits de Implantação Rápida, esta necessidade foi observada em um dos clientes, e percebeu-se que poderia ser útil para os outros também. 30

33 Quando o estagiário entrou para a equipe de integração, a funcionalidade principal (identificar o erro das NF-e) já estava praticamente pronta. Assim, a atividade do estagiário foi desenvolver os protótipos de interface gráfica, que foram apresentados ao cliente como exemplo das funcionalidades que o programa iria possuir. Na Figura 7 pode-se observar uma das versões do protótipo de interface gráfica desenvolvida. Figura 7 - Protótipo de Interface Gráfica do Monitor de NF-e com erro 31

Introdução ao ERP Microsiga Protheus da Totvs

Introdução ao ERP Microsiga Protheus da Totvs Por Edilberto Souza Introdução ao ERP Microsiga Protheus da Totvs Agenda Introdução a alguns conceitos de ERP; Noções sobre o mercado de ERP; Arquitetura do Microsiga Protheus; Visão geral do ambiente

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

XHTML 1.0 DTDs e Validação

XHTML 1.0 DTDs e Validação XHTML 1.0 DTDs e Validação PRnet/2012 Ferramentas para Web Design 1 HTML 4.0 X XHTML 1.0 Quais são os três principais componentes ou instrumentos mais utilizados na internet? PRnet/2012 Ferramentas para

Leia mais

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com. Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.br 08/2014 Agenda Introdução Conceitos Web Service Por que utilizar

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

Afinal o que é HTML?

Afinal o que é HTML? Aluno : Jakson Nunes Tavares Gestão e tecnologia da informacão Afinal o que é HTML? HTML é a sigla de HyperText Markup Language, expressão inglesa que significa "Linguagem de Marcação de Hipertexto". Consiste

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Ponta Grossa 2012 ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Trabalho elaborado pelo

Leia mais

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações Universidade de São Paulo Escola Politécnica Programa de Educação Continuada em Engenharia PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto O Produto Internet e suas Aplicações Tecnologias de Informação

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

WWW - World Wide Web

WWW - World Wide Web WWW World Wide Web WWW Cap. 9.1 WWW - World Wide Web Idéia básica do WWW: Estratégia de acesso a uma teia (WEB) de documentos referenciados (linked) em computadores na Internet (ou Rede TCP/IP privada)

Leia mais

História e Evolução da Web. Aécio Costa

História e Evolução da Web. Aécio Costa Aécio Costa A História da Web O que estamos estudando? Período em anos que a tecnologia demorou para atingir 50 milhões de usuários 3 As dez tecnologias mais promissoras 4 A evolução da Web Web 1.0- Passado

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Objetivo. O objetivo da disciplina é conhecer os princípios da programação de

Leia mais

o GUIA COMPLETO da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

o GUIA COMPLETO da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica o GUIA COMPLETO da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica sumário >> Introdução... 3 >> Nota fiscal eletrônica: o começo de tudo... 6 >> Nota fiscal de consumidor eletrônica (NFC-e)... 10 >> Quais as vantagens

Leia mais

Sumário. HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1

Sumário. HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1 Sumário HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1 Linguagem HTML HTML é a abreviação de HyperText Markup Language, que pode ser traduzido como Linguagem de Marcação de Hipertexto. Não é uma linguagem

Leia mais

Potenciais de Aplicação da Metodologia AJAX

Potenciais de Aplicação da Metodologia AJAX SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Potenciais de Aplicação da Metodologia AJAX Bruno Simões Kleverson Pereira Marcos Santos Eduardo Barrere Associação Educacional Dom Bosco - AEDB RESUMO

Leia mais

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS WORKFLOW Mapeamento de Processos de Negócio Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS É proibido a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio sem a expressa autorização

Leia mais

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Julho / 2.012 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/07/2012 1.0 Versão inicial Ricardo Kiyoshi Página 2 de 11 Conteúdo 1. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Aula 1 Desenvolvimento Web Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Plano de Aula Ementa Avaliação Ementa Noções sobre Internet. HTML

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Professor: Fernando Zaidan Disciplina: Arquitetura da Informática e Automação MBA Gestão em Tecnologia 1 da Informaçao 2 Figura: Tela do IBM Mainframe Fonte: Arquivo próprio

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 02 IMPLANTAÇÃO DE 1 (UM)

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

Internet. Gabriela Trevisan Bacharel em Sistemas de Infomação

Internet. Gabriela Trevisan Bacharel em Sistemas de Infomação Internet Gabriela Trevisan Bacharel em Sistemas de Infomação Histórico da Web World Wide Web o nosso www é o meio de comunicação mais utilizado no mundo atualmente. Através da WWW qualquer usuário conectado

Leia mais

Conceitos Web. Prof. Msc. Juliano Gomes Weber (jgw@unijui.edu.br) Notas de Aula Aula 13 1º Semestre - 2011. UNIJUÍ DETEC Ciência da Computação

Conceitos Web. Prof. Msc. Juliano Gomes Weber (jgw@unijui.edu.br) Notas de Aula Aula 13 1º Semestre - 2011. UNIJUÍ DETEC Ciência da Computação UNIJUÍ DETEC Ciência da Computação Prof. Msc. Juliano Gomes Weber (jgw@unijui.edu.br) Conceitos Web Notas de Aula Aula 13 1º Semestre - 2011 Tecnologias Web jgw@unijui.edu.br Conceitos Básicos Sistema

Leia mais

Rua Serra dos Carajás, 84, Indaiatuba, SP Celular: 19-9.9269-7334 Email: heverson.gomes@hcconsys.com.br www.hcconsys.com.br skype: heverson.

Rua Serra dos Carajás, 84, Indaiatuba, SP Celular: 19-9.9269-7334 Email: heverson.gomes@hcconsys.com.br www.hcconsys.com.br skype: heverson. Rua Serra dos Carajás, 84, Indaiatuba, SP Celular: 19-9.9269-7334 Email: heverson.gomes@hcconsys.com.br www.hcconsys.com.br skype: heverson.gomes Apresenta!!! 1. A Empresa A HCCONSYS com o intuito de ser

Leia mais

SISTEMAS E GESTÃO DE RECURSOS ERP E CRM. Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec

SISTEMAS E GESTÃO DE RECURSOS ERP E CRM. Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec SISTEMAS E GESTÃO DE RECURSOS ERP E CRM Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec Teoria geral do Sistemas O Sistema é um conjunto de partes interagentes e interdependentes

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br

SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br SCE-557 Técnicas de Programação para WEB Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br 1 Cronograma Fundamentos sobre servidores e clientes Linguagens Server e Client side

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR NA OPENCORE TECNOLOGIA EM SOFTWARE

ESTÁGIO CURRICULAR I DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR NA OPENCORE TECNOLOGIA EM SOFTWARE BRUNO PEREIRA DAMASCENO ESTÁGIO CURRICULAR I DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR NA OPENCORE TECNOLOGIA EM SOFTWARE EMPRESA: OPENCORE TECNOLOGIA EM SOFTWARE SETOR: DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Lista de Revisão. 3. Analise a afirmativa a seguir como verdadeira ou falsa e justifique.

Lista de Revisão. 3. Analise a afirmativa a seguir como verdadeira ou falsa e justifique. Lista de Revisão 1. Nos sistemas web, geralmente os usuários apresentam dois problemas típicos, a desorientação e a sobrecarga cognitiva. Discorra sobre esses problemas. 2. Apresente as principais diferenças

Leia mais

TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2. AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA

TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2. AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2 AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA CONTEÚDO DA AULA Tipos de Software Serviços Web Tendências 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Leia mais

HTML / JAVASCRIPT. A versão atual é o HTML5 (seus predecessores imediatos são HTML 4.01, XHTML 1.1, etc.).

HTML / JAVASCRIPT. A versão atual é o HTML5 (seus predecessores imediatos são HTML 4.01, XHTML 1.1, etc.). HTML / JAVASCRIPT Estamos iniciando o estudo do HTML através das TAGS (comandos) para construir formulários. Isso facilitará a continuidade dos nossos estudos da linguagem de programação JavaScript, a

Leia mais

MANUAL DE IMPLEMENTAÇÃO DO MÓDULO NOTA FISCAL ELETRONICA

MANUAL DE IMPLEMENTAÇÃO DO MÓDULO NOTA FISCAL ELETRONICA MANUAL DE IMPLEMENTAÇÃO DO MÓDULO NOTA FISCAL ELETRONICA MARKANTY INFORMÁTICA Sistemas para Automação Comercial Gestão Empresarial e Fábrica de Software (Específicos) Princípios de nossos Profissionais:

Leia mais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais Ambientes Visuais Inicialmente, apenas especialistas utilizavam os computadores, sendo que os primeiros desenvolvidos ocupavam grandes áreas e tinham um poder de processamento reduzido. Porém, a contínua

Leia mais

Projuris Enterprise Visão Geral da Arquitetura do Sistema

Projuris Enterprise Visão Geral da Arquitetura do Sistema Projuris Enterprise Visão Geral da Arquitetura do Sistema Março/2015 Página 1 de 17 Projuris Enterprise Projuris Enterprise é um sistema 100% Web, com foco na gestão de contencioso por empresas ou firmas

Leia mais

Infra estrutura da Tecnologia da Informação

Infra estrutura da Tecnologia da Informação Infra estrutura da Tecnologia da Informação Capítulo 3 Adaptado do material de apoio ao Livro Sistemas de Informação Gerenciais, 7ª ed., de K. Laudon e J. Laudon, Prentice Hall, 2005 CEA460 Gestão da Informação

Leia mais

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Desenvolvimento em Ambiente Web Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com No início A Web é criada em 1989, para ser um padrão de publicação e distribuição de textos científicos e acadêmicos.

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Goiânia 12/2011 Versionamento 12/12/2011 Hugo Marciano... 1.0

Leia mais

Versão 1.0 Janeiro de 2011. Xerox Phaser 3635MFP Plataforma de interface extensível

Versão 1.0 Janeiro de 2011. Xerox Phaser 3635MFP Plataforma de interface extensível Versão 1.0 Janeiro de 2011 Xerox Phaser 3635MFP 2011 Xerox Corporation. XEROX e XEROX e Design são marcas da Xerox Corporation nos Estados Unidos e/ou em outros países. São feitas alterações periodicamente

Leia mais

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br Desenvolvimento Web Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas http://www.saymonyury.com.br Vantagens Informação em qualquer hora e lugar; Rápidos resultados; Portabilidade absoluta; Manutenção facilitada

Leia mais

Kassius Vargas Prestes

Kassius Vargas Prestes Kassius Vargas Prestes Agenda 1. Introdução Web Services 2. XML, SOAP 3. Apache Tomcat 4. Axis 5. Instalação Tomcat e Axis 6. Criação de um Web Service 7. Criação de um cliente Baixar http://www.inf.ufrgs.br/~kvprestes/webservices/

Leia mais

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO Série Ponto POR QUE NOVO CONCEITO? O que é um WEBPLC? Um CP na WEB Por que usar INTERNET? Controle do processo de qualquer lugar WEBGATE = conexão INTERNET/ALNETII WEBPLC

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

Manifestação do Destinatário da NF-e

Manifestação do Destinatário da NF-e Manifestação do Destinatário da NF-e DESENVOLVENDO SOLUÇÕES Autora: Laila Maria Doc. Vrs. 01 Revisão: Gustavo Aprovado em: Novembro de 2014. Nota de copyright Copyright 2014 Teorema Informática, Guarapuava.

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

Programando em PHP. Conceitos Básicos

Programando em PHP. Conceitos Básicos Programando em PHP www.guilhermepontes.eti.br lgapontes@gmail.com Conceitos Básicos Todo o escopo deste estudo estará voltado para a criação de sites com o uso dos diversos recursos de programação web

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6. Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos

PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6. Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6 Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos Add-on responsável pela integração do SAP Business One com o setor comercial através da internet.

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services Web Services Existem diferentes tipos de comunicação em um sistema distribuído: Sockets Invocação

Leia mais

Aula 9: Fundamentos do JQuery Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 9: Fundamentos do JQuery Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 9: Fundamentos do JQuery Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Capacitar o aluno para o trabalho com o framework JQuery. INTRODUÇÃO JQuery é uma biblioteca

Leia mais

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One.

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Neste tópico, responderemos à pergunta: O que é o Business One? Definiremos o SAP Business One e discutiremos as opções e as plataformas disponíveis para executar

Leia mais

Política comercial Válida a partir de Novembro de 2015

Política comercial Válida a partir de Novembro de 2015 1 de 5 Política comercial Válida a partir de Novembro de 2015 1. Introdução A mobilidade corporativa deixou de ser uma tendência para fazer parte da ação estratégica das empresas. Hoje, o profissional

Leia mais

Workflow como Proposta de. Workflow. O Gerenciamento de Processos. Prof. Roquemar Baldam roquemar@pep.ufrj.br

Workflow como Proposta de. Workflow. O Gerenciamento de Processos. Prof. Roquemar Baldam roquemar@pep.ufrj.br Workflow como Proposta de Automação Flexível O Gerenciamento de Processos Planejamento do BPM Diretrizes e Especificações Seleção de processo críticos Alinhamento de processos à estratégia www.iconenet.com.br

Leia mais

Programação WEB Introdução

Programação WEB Introdução Programação WEB Introdução Rafael Vieira Coelho IFRS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Farroupilha rafael.coelho@farroupilha.ifrs.edu.br Roteiro 1) Conceitos

Leia mais

TNT Radar Manual do Usuário Versão 2.1 Fevereiro 2015.

TNT Radar Manual do Usuário Versão 2.1 Fevereiro 2015. TNT Radar Manual do Usuário Versão 2.1 Fevereiro 2015. Sumário 1 - Objetivo deste manual.... 3 2 - Bem vindo ao TNT Radar.... 4 3 - Perguntas e respostas sobre a ferramenta TNT Radar.... 5 4 - Acesso a

Leia mais

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES w w w. i d e a l o g i c. c o m. b r INDICE 1.APRESENTAÇÃO 2.ESPECIFICAÇÃO DOS RECURSOS DO SOFTWARE SAXES 2.1. Funcionalidades comuns a outras ferramentas similares 2.2. Funcionalidades próprias do software

Leia mais

Desenvolvendo para WEB

Desenvolvendo para WEB Nível - Básico Desenvolvendo para WEB Por: Evandro Silva Neste nosso primeiro artigo vamos revisar alguns conceitos que envolvem a programação de aplicativos WEB. A ideia aqui é explicarmos a arquitetura

Leia mais

Departamento de Treinamentos BIG SISTEMAS. Certificação em Entradas Configurações Gerais Entrada Manual Entrada NFe Conferência

Departamento de Treinamentos BIG SISTEMAS. Certificação em Entradas Configurações Gerais Entrada Manual Entrada NFe Conferência Departamento de Treinamentos BIG SISTEMAS Certificação em Entradas Configurações Gerais Entrada Manual Entrada NFe Conferência Sumário Índice de Figuras... 3 Histórico de Revisões... 4 Introdução... 5

Leia mais

Descubra aqui os benefícios de possuir um sistema de NF-e integrado com o software de gestão de empresas da Indústria da Construção.

Descubra aqui os benefícios de possuir um sistema de NF-e integrado com o software de gestão de empresas da Indústria da Construção. Descubra aqui os benefícios de possuir um sistema de NF-e integrado com o software de gestão de empresas da Indústria da Construção. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01 OS IMPACTOS GERADOS COM A IMPLANTAÇÃO

Leia mais

MURILO TONELLI DE OLIVEIRA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR I E II JOINVILLE - SC

MURILO TONELLI DE OLIVEIRA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR I E II JOINVILLE - SC MURILO TONELLI DE OLIVEIRA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR I E II JOINVILLE - SC 2011 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO

Leia mais

Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira

Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira Objetivo e desafio do curso Como objetivo o curso irá tornar o aluno capaz de desenvolver um

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Informação no contexto administrativo Graduação em Redes de Computadores Prof. Rodrigo W. Fonseca SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA PELOTAS >SistemasdeInformação SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA

Leia mais

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc. Implementar servidores de Web/FTP e DFS Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Conteúdo programático Introdução ao protocolo HTTP Serviço web

Leia mais

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina CTC Centro Tecnológico INE Departamento de Informática e Estatística INE5631 Projetos I Prof. Renato Cislaghi Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

Automação do Processo de Instalação de Softwares

Automação do Processo de Instalação de Softwares Automação do Processo de Instalação de Softwares Aislan Nogueira Diogo Avelino João Rafael Azevedo Milene Moreira Companhia Siderúrgica Nacional - CSN RESUMO Este artigo tem como finalidade apresentar

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Internet Internet Internet é o conglomerado de redes, em escala mundial de milhões de computadores interligados, que permite o acesso a informações e todo

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Introdução à Informática Aula 23 http://www.ic.uff.br/~bianca/introinfo/ Aula 23-07/12/2007 1 Histórico da Internet Início dos anos 60 Um professor do MIT (J.C.R. Licklider) propõe a idéia de uma Rede

Leia mais

Serviços Web: Introdução

Serviços Web: Introdução Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com. IntroduçãoàTecnologiaWeb FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r

M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r i t i l advanced Todos os direitos reservados à Constat. Uso autorizado mediante licenciamento Qualitor Porto Alegre RS Av. Ceará, 1652 São João 90240-512

Leia mais

Conceito de NF-e. Conexão NF-e

Conceito de NF-e. Conexão NF-e WHITE PAPER Sumário Conceito de NF-e... 3 Conexão NF-e... 3 Validador de Arquivos da Nota de Entrada... 4 Importador da Nota de Entrada Para o ERP E M S... 5 Manifesto do Destinatário Eletrônico (MD-e)...

Leia mais

milenaresende@fimes.edu.br

milenaresende@fimes.edu.br Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior Sistemas de Informação A Internet, Intranets e Extranets milenaresende@fimes.edu.br Uso e funcionamento da Internet Os dados da pesquisa de TIC reforçam

Leia mais

Aplicativos para Internet Aula 01

Aplicativos para Internet Aula 01 Aplicativos para Internet Aula 01 Arquitetura cliente/servidor Introdução ao HTML, CSS e JavaScript Prof. Erika Miranda Universidade de Mogi das Cruzes Uso da Internet http://www.ibope.com.br/pt-br/noticias/paginas/world-wide-web-ou-www-completa-22-anos-nesta-terca-feira.aspx

Leia mais

FAQ PERGUNTAS FREQUENTES

FAQ PERGUNTAS FREQUENTES FAQ PERGUNTAS FREQUENTES 1 SUMÁRIO SUMÁRIO...2 1.Quais são as características do Programa?...4 2.Quais são os pré-requisitos para instalação do Sigep Web?...4 3.Como obter o aplicativo para instalação?...4

Leia mais

Manual do Usuário. E-DOC Peticionamento Eletrônico TST

Manual do Usuário. E-DOC Peticionamento Eletrônico TST E-DOC Peticionamento APRESENTAÇÃO O sistema E-DOC substituirá o atual sistema existente. Este sistema permitirá o controle de petições que utiliza certificado digital para autenticação de carga de documentos.

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I PROJETO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DO SOFTWARE FUSION ECM SUITE

ESTÁGIO CURRICULAR I PROJETO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DO SOFTWARE FUSION ECM SUITE LUCAS GUSTAVO AMARAL FERNANDES ESTÁGIO CURRICULAR I PROJETO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DO SOFTWARE FUSION ECM SUITE EMPRESA: NEOMIND SOLUTIONS INFORMÁTICA LTDA. SETOR: DESENVOLVIMENTO SUPERVISOR: REINALDO

Leia mais

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS Élysson Mendes Rezende Bacharelando em Sistemas de Informação Bolsista de Iniciação Científica

Leia mais

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS Leandro Guilherme Gouvea 1, João Paulo Rodrigues 1, Wyllian Fressatti 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil leandrog.gouvea@gmail.com,

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Web

Desenvolvimento de Aplicações Web Desenvolvimento de Aplicações Web André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Método de Avaliação Serão realizadas duas provas teóricas e dois trabalhos práticos. MF = 0,1*E + 0,2*P 1 + 0,2*T 1 + 0,2*P

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

DESENVOLVIMENTODE APLICAÇÕESPARAINTERNET:PHP. VitorFariasCoreia

DESENVOLVIMENTODE APLICAÇÕESPARAINTERNET:PHP. VitorFariasCoreia DESENVOLVIMENTODE APLICAÇÕESPARAINTERNET:PHP VitorFariasCoreia INFORMAÇÃOECOMUNICAÇÃO Autor Vitor Farias Correia Graduado em Sistemas de Informação pela FACITEC e especialista em desenvolvimento de jogos

Leia mais

Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services

Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services - Windows SharePoint Services... Page 1 of 11 Windows SharePoint Services Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services Ocultar tudo O Microsoft Windows

Leia mais

Partner Network. www.scriptcase.com.br

Partner Network. www.scriptcase.com.br www.scriptcase.com.br A Rede de Parceiros ScriptCase é uma comunidade que fortalece os nossos representantes em âmbito nacional, possibilitando o acesso a recursos e competências necessários à efetivação

Leia mais

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente 1. Quais os componentes de um sistema cliente-servidor? Clientes e servidores 2. Na visão do hardware, defina o que é cliente e o que é servidor: Clientes. Qualquer computador conectado ao sistema via

Leia mais

PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB

PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB Ederson dos Santos Cordeiro de Oliveira 1,Tiago Bonetti Piperno 1, Ricardo Germano 1 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR- Brasil edersonlikers@gmail.com,

Leia mais

HTML5 E WEB SEMÂNTICA, A WEB COM SIGNIFICADO

HTML5 E WEB SEMÂNTICA, A WEB COM SIGNIFICADO HTML5 E WEB SEMÂNTICA, A WEB COM SIGNIFICADO Djalma Gonçalves Costa Junior¹, Willian Barbosa Magalhães¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí - PR - Brasil djalma.g.costajr@gmail.com wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

O que fazemos. SoftExpert ECM NF-e. Fornecedores. Concilia. Arquiva NF-e e DANFE. Recebimento de NF-e. Exporta ERP. Comunica os Responsáveis

O que fazemos. SoftExpert ECM NF-e. Fornecedores. Concilia. Arquiva NF-e e DANFE. Recebimento de NF-e. Exporta ERP. Comunica os Responsáveis SoftExpert ECM NF-e OBJETIVO Combinar a conformidade legal, agilidade operacional e redução de custos, executando automaticamente as etapas de recebimento, validação e guarda eletrônica das NF-es, assegurando

Leia mais

Desenvolvimento de Sites com PHP e Mysql Docente André Luiz Silva de Moraes

Desenvolvimento de Sites com PHP e Mysql Docente André Luiz Silva de Moraes Roteiro 2: Introdução a Linguagem HTML Desenvolvimento de Sites com PHP e Mysql Neste roteiro é explorada a linguagem HTML. A linguagem HTML (Hypertext Markup Language) é amplamente utilizada na construção

Leia mais

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações 1 Introdução A Organização é a forma pela qual nós coordenamos nossos recursos de todos os tipos para realizar o trabalho que nos propusemos a fazer. A estrutura de nossas organizações manteve-se basicamente

Leia mais

Lucas Nascimento Santos

Lucas Nascimento Santos Lucas Nascimento Santos Mobile Application Developer lucassantoos56@gmail.com Resumo Lucas Nascimento Santos (@ll_ucasn), engenheiro de software. Estudante de Ciência da Computação na Universidade Salvador

Leia mais

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI)

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) 1. Funcionamento do EDI 2. EDI tradicional X WEB EDI 3. EDI Tradicional 4. WEB EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) EDI: Electronic Data Interchange Troca

Leia mais

XML Básico. Murillo Vasconcelos Henriques B. Castro. 17 de maio de 2011

XML Básico. Murillo Vasconcelos Henriques B. Castro. 17 de maio de 2011 XML Básico Murillo Vasconcelos Henriques B. Castro 17 de maio de 2011 O QUE É? Sigla para extensible Markable Language É uma linguagem de marcação, assim como HTML Desenvolvida para ser auto explicativa

Leia mais

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual Aplicativo da Manifestação do Destinatário Manual Novembro de 2012 1 Sumário 1 Aplicativo de Manifestação do Destinatário...4 2 Iniciando o aplicativo...4 3 Menus...5 3.1 Manifestação Destinatário...5

Leia mais

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes Microsoft.NET Lirisnei Gomes de Sousa lirisnei@hotmail.com Jair C Leite jair@dimap.ufrn.br Desenvolvimento Baseado em Componentes Resolução de problemas específicos, mas que podem ser re-utilizados em

Leia mais