Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP"

Transcrição

1 Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP Paulo Fernando da Silva Sérgio Stringari Resumo. Este artigo apresenta o desenvolvimento de um driver NDIS 1 para interceptação de pacotes em redes TCP/IP. Também são demonstradas considerações sobre o funcionamento de um driver e a sua relação com o sistema operacional. São vistas as funções da NDIS utilizadas no driver e a especificação do mesmo. Palavras-chave: Redes de Computadores, Segurança, Driver de Rede, NDIS, Internet. 1 Introdução Muitas ferramentas de rede necessitam dos dados que estão sendo transmitidos pela rede para poderem desempenhar suas tarefas. Porém em alguns sistemas operacionais os aplicativos não conseguem obter tais dados, neste caso é necessário o desenvolvimento de um driver que tenha a capacidade de interceptar pacotes de rede. Um driver é um conjunto de serviços disponibilizados para que se possa interagir com os dispositivos de hardware do sistema. Os sistemas operacionais da Microsoft possuem uma grande variedade de driver s para suporte aos dispositivos mais comuns como teclado, mouse, porta serial, etc. Nos sistemas operacionais da Microsoft, existe uma API específica para o desenvolvimento de driver s de rede, trata-se da NDIS. Esta API fornece funções para que um driver possa interagir com dispositivos de rede e até mesmo gerenciálos. O driver apresentado neste artigo utiliza funções da NDIS para interceptar datagramas IP e passá-los para o programa aplicativo que os tenham solicitado. Assim o programa aplicativo terá acesso aos dados transmitidos pela rede e poderá utiliza-los para desempenhar suas tarefas. 2 Tecnologias Envolvidas no Desenvolvimento do Driver Para que um driver execute a tarefa de monitoração dos pacotes é necessário que o mesmo estabeleça, de alguma forma, uma comunicação com o dispositivo de 1 Network Driver Interface Specification: é uma interface padrão especificação de driver s de rede.

2 hardware que está recebendo tais dados. Os sistemas operacionais que operam em modo protegido, como é o caso do Windows 98 (o qual foi utilizado para desenvolver o driver apresentado neste artigo), impedem que aplicativos acessem diretamente dispositivos de hardware. Nestes sistemas operacionais somente programas que rodam em um nível privilegiado de execução podem acessar dispositivos de hardware ou estruturas do sistema operacional. Uma visão geral da arquitetura do sistema operacional Windows 98, extraída de Microsoft (1999a), que demonstra esta característica é apresentada na Figura 1. Aplicativos Ferramentas de interface com o usuário Núcleo do Windows 98 Virtual Machine Manager Installable File System Manager Configuration Manager Drivers de Dispositivo Hardware Figura 1: Visão geral da arquitetura do Windows 98. Conforme visto na Figura 1 os programas que rodam em um nível privilegiado de execução e podem acessar diretamente dispositivos de hardware são chamado de drivers de dispositivo (arquivos com a extensão VxD), estes programas podem tanto acessar dispositivos de hardware como simular a existência de tais dispositivos, de forma que um aplicativo possa interagir com um hardware que na verdade não existe.

3 Os drivers de dispositivo podem oferecer serviços para a manipulação de dispositivos de hardware. Os serviços que um driver de dispositivo oferece podem estar acessando diretamente o dispositivo de hardware ou utilizando os serviços de algum outro driver de dispositivo para isto. Os programas aplicativos que desejam interagir com algum dispositivo de hardware devem faze-lo através de um driver de dispositivo que ofereça serviços para a manipulação de tal hardware, conforme Mendonça (maio 2001) e demonstrado na Figura 2. Aplicativo deseja realizar acesso de I/O. Aplicativo se conecta a um driver de dispositivo. Aplicativo solicita serviços do driver de dispositivo, que tem privilégio alto e que pode realizar o acesso de I/O Vxd realiza o acesso de I/O e devolve ao aplicativo dados lidos da porta. Figura 2: Programa aplicativo acessando um hardware Sendo assim para que o driver apresentado neste artigo seja executado, é necessário que o mesmo seja utilizado por algum programa aplicativo. O aplicativo utiliza serviços oferecidos pelo driver de dispositivo, que roda em um nível de código privilegiado e pode acessar estruturas que o aplicativo não poderia. O driver de dispositivo apresentado neste artigo, não interage diretamente com o dispositivo de hardware, ao invés disto ele utiliza serviços de um outro driver de dispositivo oferecido pelo sistema operacional Windows 98, o Ndis.vxd. Este driver oferece serviços específicos para manipulação de dispositivos de rede, através de uma API chamada NDIS. A NDIS é uma interface padrão para a comunicação dos drivers de placa de adaptador de rede com os drivers de protocolo e o sistema operacional. Duas tecnologias utilizadas para o desenvolvimento do driver e a sua comunicação com programas aplicativos devem ser destacadas:

4 a) forma como programas aplicativos se comunicam de com o driver de dispositivo da NDIS apresentado neste artigo, utilizando funções da API do Windows 98; b) comunicação do driver de dispositivo apresentado neste artigo com o driver de dispositivo Ndis.vxd, utilizando funções da NDIS. 2.1 Utilização da API do Windows 98 A API do Windows 98 disponibiliza funções para que um programa aplicativo possa abrir, utilizar serviços e fechar um driver de dispositivo, desde que tal driver esteja preparado para oferecer serviços à programas aplicativos. Para um programa aplicativo carregar um driver de dispositivo basta utilizar a função CreateFile e especificar qual driver deseja abrir, se o driver suportar esta operação a função CreateFile irá retornar um código que representa o driver que acabou de ser aberto, este código é chamado de Handle. Se o driver não puder ser aberto por um programa aplicativo a função CreateFile irá retornar um código nulo. A utilização de serviços oferecidos pelo driver de dispositivo é feita através da função DeviceIoControl. O programa aplicativo deve chamar esta função e passar através dela um parâmetro (código de controle) para o driver de dispositivo, quando o driver de dispositivo receber o código de controle, se suportar tal código, irá realizar a operação definida para o respectivo código. A função DeviceIoControl recebe como parâmetro uma estrutura chamada Overlapped, esta estrutura controla operações de I/O assíncronas entre o programa aplicativo e o driver de dispositivo. Dentro do Overlapped existe uma outra estrutura chamada de evento, quando o evento está não-setado significa que o processo associado a este evento não foi completo, quando o evento está setado significa que o processo foi concluído. Quando a função DeviceIoControl retorna um código indicando que a operação está pendente o aplicativo precisa ficar esperando que o processo solicitado seja concluído, ou seja, o evento passe para o estado de setado. Para esperar o resultado de uma comunicação assíncrona é utilizada a função GetOverlappedResult. Para fechar o driver basta utiliza a função CloseHandle para fechar o handle do driver que havia sido aberto anteriormente. Maiores informações sobre funções da API do Windows podem ser encontradas no Microsoft Developer Network (MICROSOFT, 2000a). 2.2 Utilização da API da NDIS A NDIS permite o desenvolvimento de três tipos específicos de driver, conforme demonstrado na Figura 3.

5 Driver de Protocolo NDIS Driver Intermediário NDIS NDIS Driver NDIS de mini-porta Dispositivo físico de rede Figura 3: Drivers oferecidos pela NDIS. De acordo com a Figura 3 os drivers oferecidos pela NDIS são: a) driver NDIS de miniporta: é o driver de mais baixo nível suportado pela NDIS. Este tipo de driver tem como função principal gerenciar o funcionamento algum tipo de dispositivo físico de rede (hardware). Além disto neste driver devem ser implementadas funções que permitam a comunicação com outros drivers de mais alto nível; b) driver NDIS intermediário: por ser um driver situado em uma posição intermediária, este tipo de driver pode se comunicar com drivers de miniporta e drivers de protocolo. Um driver intermediário não precisa gerenciar um dispositivo físico de rede, ele utiliza funções de drivers de miniporta para se comunicar com o dispositivo de rede, abstraindo detalhes do gerenciamento do dispositivo. Um driver intermediário NDIS pode ser utilizado para fornecer dispositivos de rede virtuais para os drivers de mais alto nível ou para fazer conversão de dados entre diferentes tipos de protocolos de rede;

6 c) driver de protocolo NDIS: é o driver de mais alto nível suportado pela NDIS. Este tipo de driver tem a capacidade de enviar e receber pacotes solicitados por uma aplicação, ele registra funções na NDIS que são chamadas quando determinados eventos ocorrem. O driver apresentado neste artigo trata-se de uma implementação de um driver de protocolo NDIS, que é notificado cada vez que o dispositivo de rede recebe um novo pacote Driver de Protocolo NDIS Para que seja desenvolvido um driver de protocolo NDIS, e o mesmo funcione corretamente, é necessário seguir o formato exigido pela NDIS para este tipo de driver. Na inicialização do driver é necessário que exista uma função que tenha obrigatoriamente o nome DriverEntry e os parâmetros definidos pela NDIS. Esta função tem o objetivo de determinar as características do driver de protocolo que esta iniciando e registrar o driver na NDIS. Para registrar o driver de protocolo na NDIS é utilizada a função NdisRegisterProtocol da API da NDIS. Nas características do driver de protocolo, passadas para a NDIS quando o protocolo é registrado, são definidas várias funções que compõem o protocolo. Algumas destas funções são chamadas pelo driver para fazer com que o protocolo execute certas operações, e outras são chamadas pela NDIS quando determinados eventos ocorrem. Após definir cada uma das funções do driver de protocolo, basta chamar a função que conecta o protocolo a um adaptador de rede e as funções do protocolo começarão a serem chamadas pela NDIS conforme os eventos forem ocorrendo. Para finalizar o funcionamento do protocolo basta chamar a função que desconecta o protocolo do adaptador de rede. Maiores informações sobre drivers NDIS podem ser encontradas no site da Microsoft junto à documentação do Microsoft Driver Development Kit (MICROSOFT; 1999b, 2000b). 3 Desenvolvimento do Driver O driver tem como objetivo interceptar datagramas IP para os mais diversos fins, quem determina a finalidade da interceptação dos datagramas é o programa aplicativo que utiliza o driver. Este driver deve ser utilizado em um host conectado a uma rede que utilize o protocolo TCP/IP (a rede utilizada para desenvolver o driver foi a Internet). Todos os datagramas que trafegarem entre o host e a Internet passarão pelo driver. Um aplicativo que esteja utilizando o driver terá acesso a todas as informações monitoradas pelo mesmo, e poderá utilizar estas informações para desempenhar as suas tarefas.

7 3.1 Especificação do Driver A especificação do driver foi dividida em dezesseis processos e sub-processos que estão envolvidos nas funções principais de inicializar o funcionamento do driver, tratar solicitações de conexão, desconexão, filtro e recebimento de pacotes, e finalizar o funcionamento do driver. Na Tabela 1 são enumerados os processos do driver juntamente com a descrição de cada um deles. Nome do processo Descrição do processo Processo A Carga do driver Processo B Procedimento de controle Processo C Inicialização Processo D Trata códigos de controle Processo E Trata código de conexão Processo F Trata código de desconexão Processo G Trata código para setar filtro Processo H Trata código para receber pacotes Processo I Protocolo se conecta ao adaptador Processo J Conecta adaptador completado Processo K Protocolo se desconecta ao adaptador Processo L Desconecta adaptador completado Processo M Requisição completada Processo N Protocolo recebe pacotes Processo O Transferência de dados completada Processo P Protocolo se descarrega Tabela 1: Processos do driver. Na Figura 5 é apresentada uma visualização geral da especificação do driver. Nesta figura podemos observar a relação entre os principais processos especificados para o driver. Os processo B e P não estão descritos na visualização geral, pois o processo B é apenas um procedimento para chamar os processos C e D. O processo P é apenas a chamada de uma função para finalizar o protocolo.

8 Figura 4: Visualização geral do driver. Os processos do driver são ativados pela carga do driver por parte de um programa aplicativo qualquer que o utilize e por códigos enviados por este mesmo programa aplicativo para o driver. Os processos A e C são chamados um após o outro quando a aplicação realiza a carga do driver. O processo D é ativado quando o programa aplicativo que utiliza o driver envia um código de solicitação para o driver, este processo é responsável por chamar os processo E, F, G e H. Os processos I, J, K, L e M são eventos do driver de protocolo definido pelo driver, e são chamados quando o respectivo evento ocorrer. Finalmente, o processo N é chamado pelo driver do adaptador de rede quando um pacote chega ao adaptador. Este processo é responsável pela chamada do processo O. 3.2 Implementação do Driver O driver apresentado neste artigo foi implementado em Silva (2001) e utilizado por um aplicativo que tem como objetivo emitir mensagem de alerta para

9 o usuário quando ocorrerem situações suspeitas em conexões com redes TCP/IP. As situações suspeitas são previamente configuradas pelo usuário no próprio aplicativo. A implementação do módulo driver deve obedecer a um formato muito específico exigido pela NDIS, para tanto, parte do código foi escrita na linguagem assembly e outra parte na linguagem C. Uma declaração genérica de driver pode ser encontrada em Mendonça (jun. 2001). Na implementação do driver foram utilizados recursos da ferramenta Microsoft DDK (Driver Development Kit) 98. Esta ferramenta provê recursos para o desenvolvimento de drivers para o sistema operacional Windows 98. Os principais recursos oferecidos pelo Microsoft DDK 98 são: a) exemplos dos tipos de driver e de funções disponíveis; b) código-fonte de programas que são utilizados no desenvolvimento dos drivers; c) documentações de como desenvolver os drivers e utilizar funções. Maiores informações sobre o Microsoft DDK 98 podem ser encontradas em Microsoft (1999b, 2000b). Na implementação do driver também foi utilizado o ambiente de desenvolvimento Microsoft Visual C Maiores informações sobre a implementação do driver, inclusive com especificação e código fonte completos, podem ser encontradas em Silva (2001). 4 Conclusões A NDIS demonstrou ser de grande utilidade no desenvolvimento de driver s de rede. Por ser uma interface padrão implementada pelo sistema operacional, faz com que o desenvolvimento do driver não necessite conhecer detalhes do hardware com o qual está interagindo. Para o desenvolvimento de um driver de rede, basta que sejam conhecidas as interfaces das funções que são disponibilizadas pela NDIS e o objetivo de cada uma destas funções, com isto é possível desenvolver driver s para gerenciar dispositivos de rede ou realizar a interação de programas aplicativos com este dispositivos, como foi o caso do driver apresentado neste artigo. No desenvolvimento de um driver de rede, juntamente com a NDIS, devem ser utilizados recursos do Microsoft DDK, pois esta ferramenta possui exemplos e documentação completa de como utilizar a NDIS no desenvolvimento de driver s de rede. Referências bibliográficas MENDONÇA, Alexandre; ZELENOVSKY, Ricardo; FRANÇA, Paulo R. Programação de hardware em windows 9x/ o parte. Developer s, Rio de Janeiro, v. 5, n. 57, p 38-41, maio 2001.

10 MENDONÇA, Alexandre; ZELENOVSKY, Ricardo; FRANÇA, Paulo R. Programação de hardware em Windows 9x/ o parte. Developer s, Rio de Janeiro, v. 5, n. 58, p 42-44, jun MICROSOFT PRESS. Microsoft Windows 98 resource kit. Rio de Janeiro: Campus, MICROSOFT CORPORATION. Microsoft developer network, Disponível em <http://msdn.microsoft.com/default.asp>. Acesso em: 20 set MICROSOFT CORPORATION. Microsoft Windows 2000 DDK, Disponível em <http://www.microsoft.com/ddk/w2kddk.asp>. Acesso em: 8 jun MICROSOFT CORPORATION. Microsoft Windows 1998 DDK, Disponível em <http://www.microsoft.com/ddk/ddk98.asp>. Acesso em: 8 jun SILVA, Paulo Fernando da. Protótipo de software de segurança em redes para a monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP. 2001, 112f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências da Computação) - Centro de Ciências Exatas e Naturais, Universidade Regional de Blumenau, Blumenau.

Software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP

Software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP Software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP Paulo Fernando da Silva psilva@senior.com.br Sérgio Stringari stringari@furbbr Resumo. Este artigo apresenta a especificação

Leia mais

6 - Gerência de Dispositivos

6 - Gerência de Dispositivos 1 6 - Gerência de Dispositivos 6.1 Introdução A gerência de dispositivos de entrada/saída é uma das principais e mais complexas funções do sistema operacional. Sua implementação é estruturada através de

Leia mais

Protótipo de um software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP

Protótipo de um software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP Protótipo de um software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP Acadêmico: Paulo Fernando da Silva Orientador: Sérgio Stringari Roteiro Introdução Fundamentos Segurança

Leia mais

PROTÓTIPO TIPO DE UM SOFTWARE AGENTE SNMP PARA REDE WINDOWS

PROTÓTIPO TIPO DE UM SOFTWARE AGENTE SNMP PARA REDE WINDOWS UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU BACHARELADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO PROTÓTIPO TIPO DE UM SOFTWARE AGENTE SNMP PARA REDE WINDOWS Acadêmico: Luciano Waltrick Goeten Orientador: Prof. Sérgio Stringari

Leia mais

Mobile Command. Diego Armando Gusava. Orientador: Mauro Marcelo Mattos

Mobile Command. Diego Armando Gusava. Orientador: Mauro Marcelo Mattos Mobile Command Diego Armando Gusava Orientador: Mauro Marcelo Mattos Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento Implementação Conclusão Extensões Introdução O que me motivou? Solução

Leia mais

ECD1200 Equipamento de Consulta de Dados KIT DE DESENVOLVIMENTO

ECD1200 Equipamento de Consulta de Dados KIT DE DESENVOLVIMENTO Equipamento de Consulta de Dados KIT DE DESENVOLVIMENTO Versão do documento: 1.1 1. Introdução...3 2. Documentação...3 2.1. DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA... 3 2.2. DESCRIÇÃO FUNCIONAL... 4 2.2.1. INTERFACE...

Leia mais

Comunicando através da rede

Comunicando através da rede Comunicando através da rede Fundamentos de Rede Capítulo 2 1 Estrutura de Rede Elementos de comunicação Três elementos comuns de comunicação origem da mensagem o canal destino da mensagem Podemos definir

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2 Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed. LTC,

Leia mais

Sistemas Operacionais. Roteiro. Hardware. Marcos Laureano

Sistemas Operacionais. Roteiro. Hardware. Marcos Laureano Sistemas Operacionais Marcos Laureano 1/25 Roteiro Estrutura de um sistema operacional Interrupções Proteção do núcleo Níveis de privilégio Chamadas de sistema 2/25 Mono-processadores atuais seguem um

Leia mais

Considerações no Projeto de Sistemas Cliente/Servidor

Considerações no Projeto de Sistemas Cliente/Servidor Cliente/Servidor Desenvolvimento de Sistemas Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Desenvolvimento de Sistemas Cliente/Servidor As metodologias clássicas, tradicional ou orientada a objeto, são aplicáveis

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

Instruções de instalação e remoção para os drivers de impressora PostScript e PCL do Windows Versão 8

Instruções de instalação e remoção para os drivers de impressora PostScript e PCL do Windows Versão 8 Instruções de instalação e remoção para os drivers de impressora PostScript e PCL do Windows Versão 8 Este arquivo ReadMe contém as instruções para a instalação dos drivers de impressora PostScript e PCL

Leia mais

ESTUDO DE CASO WINDOWS VISTA

ESTUDO DE CASO WINDOWS VISTA ESTUDO DE CASO WINDOWS VISTA História Os sistemas operacionais da Microsoft para PCs desktop e portáteis e para servidores podem ser divididos em 3 famílias: MS-DOS Windows baseado em MS-DOS Windows baseado

Leia mais

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel 1 4 Estrutura do Sistema Operacional 4.1 - Kernel O kernel é o núcleo do sistema operacional, sendo responsável direto por controlar tudo ao seu redor. Desde os dispositivos usuais, como unidades de disco,

Leia mais

Manual de Instalação da leitora de SmartCard Teo by Xiring

Manual de Instalação da leitora de SmartCard Teo by Xiring Manual de Instalação da leitora de SmartCard Teo by Xiring Versão especial p/ Banrisul e Infoestrutura 14 / Maio / 2008. Conteúdo: 1. Windows Vista 2. Windows XP, 2000 e 2003-Server 3. Windows 98 4. Windows

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com

Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com OBJETIVOS Descrever os serviços que um sistema operacional oferece aos usuários e outros sistemas

Leia mais

TCI 7200-U USB-PPI Cable

TCI 7200-U USB-PPI Cable TCI 7200-U USB-PPI Cable Cabo de Programação USB S7-200 Manual de Instalação O cabo de programação TCI 7200-U USB-PPI Cable foi projetada para atender a necessidade de conectar a uma porta USB do computador

Leia mais

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel Software de gerenciamento do sistema Intel do servidor modular Intel Declarações de Caráter Legal AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE DOCUMENTO SÃO RELACIONADAS AOS PRODUTOS INTEL, PARA FINS DE SUPORTE ÀS PLACAS

Leia mais

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross Redes Pablo Rodriguez de Almeida Gross Conceitos A seguir serão vistos conceitos básicos relacionados a redes de computadores. O que é uma rede? Uma rede é um conjunto de computadores interligados permitindo

Leia mais

INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 4. INTERLIGAÇÃO DO SISTEMA... 5 5. ALGUNS RECURSOS... 6 6. SERVIDOR BAM...

INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 4. INTERLIGAÇÃO DO SISTEMA... 5 5. ALGUNS RECURSOS... 6 6. SERVIDOR BAM... 1 de 30 INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 3.1. ONDE SE DEVE INSTALAR O SERVIDOR BAM?... 4 3.2. ONDE SE DEVE INSTALAR O PROGRAMADOR REMOTO BAM?... 4 3.3. COMO FAZER

Leia mais

Geral: Manual de Utilização do Software de Teste Gradual Windows

Geral: Manual de Utilização do Software de Teste Gradual Windows Manual de Utilização do Software de Teste Gradual Windows Geral: Este aplicativo é utilizado para testar os Microterminais Gradual Tecnologia Ltda. Para tanto deve ter as Dll s necessárias para controlar

Leia mais

NETALARM GATEWAY Manual Usuário

NETALARM GATEWAY Manual Usuário NETALARM GATEWAY Manual Usuário 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Requisitos de Instalação... 3 3. Instalação... 3 4. Iniciando o programa... 5 4.1. Aba Serial... 5 4.2. Aba TCP... 6 4.3. Aba Protocolo...

Leia mais

TCI 322. Conversor de Interface USB para RS422/RS485. Manual de Instalação

TCI 322. Conversor de Interface USB para RS422/RS485. Manual de Instalação TCI 322 Conversor de Interface USB para RS422/RS485 Manual de Instalação O conversor de interface TCI 322 é um dispositivo versátil que permite a partir de uma porta USB do computador ter-se uma interface

Leia mais

Product Architecture. Product Architecture. Aranda 360 ENDPOINT SECURITY. Conteúdos STANDARD & ENTERPRISE EDITION

Product Architecture. Product Architecture. Aranda 360 ENDPOINT SECURITY. Conteúdos STANDARD & ENTERPRISE EDITION Conteúdos Product Architecture Product Architecture Introdução Ambiente RedesdeTrabalho Configurações Políticas Servidores Componentes Agente Servidor Base de Dados Console Comunicação Console Servidor

Leia mais

Sistemas Operacionais Introdução

Sistemas Operacionais Introdução Sistemas Operacionais Introdução Adriano J. Holanda http://adrianoholanda.org/edu/ 5 de agosto de 2013 Introdução Sobre o curso Introdução Complexidade dos SOs Informações sobre a disciplina Serviços Arquitetura

Leia mais

PROTÓTIPO DE UM SOFTWARE GERENCIADOR DO SERVIDOR WEB UTILIZANDO O PROTOCOLO SNMP

PROTÓTIPO DE UM SOFTWARE GERENCIADOR DO SERVIDOR WEB UTILIZANDO O PROTOCOLO SNMP PROTÓTIPO DE UM SOFTWARE GERENCIADOR DO SERVIDOR WEB UTILIZANDO O PROTOCOLO SNMP MARCIANO DOVAL DALLMANN Orientador: SÉRGIO STRINGARI Roteiro Introdução Objetivo Gerência de redes Protocolo SNMP Management

Leia mais

Visão Geral sobre o tutorial de Utilização de

Visão Geral sobre o tutorial de Utilização de Tutorial de Utilização de Impressoras Não Fiscais no NFC-e Visão Geral sobre o tutorial de Utilização de Impressoras Não Fiscais no NFC-e O intuito deste tutorial é descrever com detalhes técnicos como

Leia mais

Introdução à Ciência da Computação

Introdução à Ciência da Computação Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Matemática e Computação Bacharelado em Ciência da Computação Introdução à Ciência da Computação Aula 05 Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br)

Leia mais

AFRE. a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento, como o LILO ou o GRUB. a. ( ) Data Werehouse ; Internet ; Linux

AFRE. a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento, como o LILO ou o GRUB. a. ( ) Data Werehouse ; Internet ; Linux 1. De que forma é possível alterar a ordem dos dispositivos nos quais o computador procura, ao ser ligado, pelo sistema operacional para ser carregado? a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento,

Leia mais

ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I. Máquina Virtual. Instalação de S.O. em dual boot. 1º Semestre 2010 PROF.

ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I. Máquina Virtual. Instalação de S.O. em dual boot. 1º Semestre 2010 PROF. ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I Máquina Virtual Instalação de S.O. em dual boot 1º Semestre 2010 PROF. AMARAL Na ciência da computação, máquina virtual é o nome dado a uma máquina,

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS. Professor Carlos Muniz

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS. Professor Carlos Muniz SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS Se todos os computadores da sua rede doméstica estiverem executando o Windows 7, crie um grupo doméstico Definitivamente, a forma mais

Leia mais

Introdução a Informática - 1º semestre AULA 02 Prof. André Moraes

Introdução a Informática - 1º semestre AULA 02 Prof. André Moraes Introdução a Informática - 1º semestre AULA 02 Prof. André Moraes 3 MÁQUINAS VIRTUAIS Em nossa aula anterior, fizemos uma breve introdução com uso de máquinas virtuais para emularmos um computador novo

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 6 Estrutura de Sistemas Operacionais Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

Desenvolvimento para Sistemas Embarcados (CEA 513) Conceitos Gerais

Desenvolvimento para Sistemas Embarcados (CEA 513) Conceitos Gerais Universidade Federal de Ouro Preto Departamento de Computação e Sistemas - DECSI Desenvolvimento para Sistemas Embarcados (CEA 513) Conceitos Gerais Vicente Amorim vicente.amorim.ufop@gmail.com Sumário

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Estruturas de Sistemas Operacionais Um sistema operacional fornece o ambiente no qual os programas são executados. Internamente,

Leia mais

Guia para conexão GPRS. Telefone Celular Fixo GSM CF 4002 Windows Vista, Windows 7 e Windows 8

Guia para conexão GPRS. Telefone Celular Fixo GSM CF 4002 Windows Vista, Windows 7 e Windows 8 Guia para conexão GPRS Telefone Celular Fixo GSM CF 4002 Windows Vista, Windows 7 e Windows 8 Guia para conexão GPRS Telefone Celular Fixo GSM CF 4002 Windows Vista, Windows 7 e Windows 8 Atenção Este

Leia mais

Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2

Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2 Tecnologias WEB Virtualização de Sistemas Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2 Conceitos Virtualização pode ser definida como técnica que combina ou divide recursos computacionais para prover

Leia mais

Atualizações de Software Guia do Usuário

Atualizações de Software Guia do Usuário Atualizações de Software Guia do Usuário Copyright 2009 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Windows e Windows Vista são marcas registradas da Microsoft Corporation nos EUA. Aviso sobre o produto

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS Tópico 4 Estrutura do Sistema Operacional Prof. Rafael Gross prof.rafaelgross@fatec.sp.gov.br FUNÇÕES DO NUCLEO As principais funções do núcleo encontradas na maioria dos sistemas

Leia mais

da mão-de-obra de TI da América Latina está no Brasil (considerado o maior empregador do setor) seguido pelo México com 23%.

da mão-de-obra de TI da América Latina está no Brasil (considerado o maior empregador do setor) seguido pelo México com 23%. Informações de Tecnologia A tecnologia virou ferramenta indispensável para as pessoas trabalharem, se comunicarem e até se divertirem. Computação é a área que mais cresce no mundo inteiro! Esse constante

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

Instalação Mesa Virtual 2.0 Impacta

Instalação Mesa Virtual 2.0 Impacta Instalação Mesa Virtual 2.0 Impacta Esse documento descreve os passos necessários para a correta instalação e configuração inicial do software Mesa Virtual 2.0 funcionando com uma central PABX Impacta.

Leia mais

da mão-de-obra de TI da América Latina está no Brasil (considerado o maior empregador do setor) seguido pelo México com 23%.

da mão-de-obra de TI da América Latina está no Brasil (considerado o maior empregador do setor) seguido pelo México com 23%. Informações de Tecnologia A tecnologia virou ferramenta indispensável para as pessoas trabalharem, se comunicarem e até se divertirem. Computação é a área que mais cresce no mundo inteiro! Esse constante

Leia mais

TopPendrive Manual de Instruções TopPendrive - MP07301-01 Rev 06-03/05/2010 PG - 1 -

TopPendrive Manual de Instruções TopPendrive - MP07301-01 Rev 06-03/05/2010 PG - 1 - TopPendrive Manual de Instruções TopPendrive - MP07301-01 Rev 06-03/05/2010 PG - 1 - Índice Manual de Instruções TopPendrive - MP07301-01 Rev 06-03/05/2010 PG - 2 - ÍNDICE 1 APRESENTAÇÃO... 3 1.1 ACESSÓRIOS

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Motivação Realidade Atual Ampla adoção das diversas tecnologias de redes de computadores Evolução das tecnologias de comunicação Redução dos

Leia mais

Notas de Aplicação. Utilizando o servidor de comunicação SCP Server. HI Tecnologia. Documento de acesso público

Notas de Aplicação. Utilizando o servidor de comunicação SCP Server. HI Tecnologia. Documento de acesso público Notas de Aplicação Utilizando o servidor de comunicação SCP Server HI Tecnologia Documento de acesso público ENA.00024 Versão 1.02 dezembro-2006 HI Tecnologia Utilizando o servidor de comunicação SCP Server

Leia mais

Instalar o MarkVision

Instalar o MarkVision Instalando o 1 contas O apresenta diversos componentes instaláveis: Aplicativo - Instala o Utilitário Printer Management. Este aplicativo requer que o Servidor do esteja disponível na rede. Servidor do

Leia mais

Comunicação via interface SNMP

Comunicação via interface SNMP Comunicação via interface SNMP 1 - FUNCIONAMENTO: Os No-breaks PROTEC possuem 3 interfaces de comunicação: Interface RS232, interface USB e interface SNMP. Todas elas permitem o controle e o monitoramento

Leia mais

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte O TCP/IP, na verdade, é formado por um grande conjunto de diferentes protocolos e serviços de rede. O nome TCP/IP deriva dos dois protocolos mais

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS 2007

SISTEMAS OPERACIONAIS 2007 SISTEMAS OPERACIONAIS 2007 VISÃO GERAL Sumário Conceito Máquina de Níveis Conceituação de SO Componentes do SO Visões do SO Conceito de Sistemas O que se espera de um sistema de computação? Execução de

Leia mais

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software.

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software. 1 - Sumário 1 - Sumário... 2 2 O Easy Chat... 3 3 Conceitos... 3 3.1 Perfil... 3 3.2 Categoria... 4 3.3 Ícone Específico... 4 3.4 Janela Específica... 4 3.5 Ícone Geral... 4 3.6 Janela Geral... 4 4 Instalação...

Leia mais

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Introdução Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Os Benefícios do Trabalho Remoto O mundo assiste hoje à integração e à implementação de novos meios que permitem uma maior rapidez e eficácia

Leia mais

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO 1 ÍNDICE 1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO... 3 1.1 REQUISITOS BASICOS DE SOFTWARE... 3 1.2 REQUISITOS BASICOS DE HARDWARE... 3 2 EXECUTANDO O INSTALADOR... 3 2.1 PASSO 01... 3 2.2 PASSO

Leia mais

Atualização, Backup e Recuperação de Software. Número de Peça: 405533-201

Atualização, Backup e Recuperação de Software. Número de Peça: 405533-201 Atualização, Backup e Recuperação de Software Número de Peça: 405533-201 Janeiro de 2006 Sumário 1 Atualizações de Software Recebimento Automático de Atualizações de Software HP...................................

Leia mais

Sistema de gerenciamento, controle e auditoria de computadores e usuários em uma rede local.

Sistema de gerenciamento, controle e auditoria de computadores e usuários em uma rede local. Sistema de gerenciamento, controle e auditoria de computadores e usuários em uma rede local. Thiago Magalhães B. Rodrigues¹, Wanderson Carvalho Bragança¹, Ronivaldo Veloso Pugas¹ ¹Curso de Bacharelado

Leia mais

da mão-de-obra de TI da América Latina está no Brasil (considerado o maior empregador do setor) seguido pelo México com 23%.

da mão-de-obra de TI da América Latina está no Brasil (considerado o maior empregador do setor) seguido pelo México com 23%. Números de tecnologia 630 mil é o número de novos postos de trabalho em TI até 2009 9 em cada 10 PC s vendidos saem com Microsoft Windows 47% da mão-de-obra de TI da América Latina está no Brasil (considerado

Leia mais

possível até impedir o funcionamento do Windows. Faz-scuidado redobrado ao ativar determinados recursos.

possível até impedir o funcionamento do Windows. Faz-scuidado redobrado ao ativar determinados recursos. AULA 4: DIRETIVAS DE GRUPO Objetivo: Conhecer e aplicar conceitos sobre restrições de acesso ao sistema operacional Windows através de diretivas de grupo. Diretivas de Grupo: Computadores com mais de um

Leia mais

Como conectar-se à rede Sem Fio (Wireless) da UNISC. Pré-Requisitos:

Como conectar-se à rede Sem Fio (Wireless) da UNISC. Pré-Requisitos: Setor de Informática UNISC Manual Prático: Como conectar-se à rede Sem Fio (Wireless) da UNISC Pré-Requisitos: O Notebook deve possuir adaptador Wireless instalado (drivers) e estar funcionando no seu

Leia mais

1º Estudo Dirigido. Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais

1º Estudo Dirigido. Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais 1º Estudo Dirigido Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais 1. Defina um sistema operacional de uma forma conceitual correta, através de suas palavras. R: Sistemas Operacionais são programas de

Leia mais

Protótipo de um sistema para licenciamento de aplicativos Microsoft.NET baseado em assinatura digital XML

Protótipo de um sistema para licenciamento de aplicativos Microsoft.NET baseado em assinatura digital XML Protótipo de um sistema para licenciamento de aplicativos Microsoft.NET baseado em assinatura digital XML Acadêmico: Leonardo Chagas D Ippolito Orientador: Prof. Marcel Hugo Blumenau, Dezembro de 2004

Leia mais

AULA 6: SERVIDOR DNS EM WINDOWS SERVER

AULA 6: SERVIDOR DNS EM WINDOWS SERVER AULA 6: SERVIDOR DNS EM WINDOWS SERVER Objetivo: Instalar e detalhar o funcionamento de um Servidor de DNS (Domain Name System) no sistema operacional Microsoft Windows 2003 Server. Ferramentas: - ISO

Leia mais

Controle de robôs industriais via Labview

Controle de robôs industriais via Labview Leonel Lopes Lima Neto Instituto Tecnológico de Aeronáutica Rua H20B, casa, nº 114, Campus do CTA São José dos Campos São Paulo 12.228-460 Bolsista PIBIC-CNPq leonel@aluno.ita.br Emilia Villani Instituto

Leia mais

Para funcionamento do Netz, alguns programas devem ser instalados e alguns procedimentos devem ser seguidos. São eles:

Para funcionamento do Netz, alguns programas devem ser instalados e alguns procedimentos devem ser seguidos. São eles: Instalação do Netz Para funcionamento do Netz, alguns programas devem ser instalados e alguns procedimentos devem ser seguidos. São eles: Instalação do Java SE 6, que pode ser instalado através da JDK.

Leia mais

Falaremos um pouco das tecnologias e métodos utilizados pelas empresas e usuários domésticos para deixar a sua rede segura.

Falaremos um pouco das tecnologias e métodos utilizados pelas empresas e usuários domésticos para deixar a sua rede segura. Módulo 14 Segurança em redes Firewall, Criptografia e autenticação Falaremos um pouco das tecnologias e métodos utilizados pelas empresas e usuários domésticos para deixar a sua rede segura. 14.1 Sistemas

Leia mais

DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALENTEJO CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA REFLEXÃO 3

DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALENTEJO CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA REFLEXÃO 3 REFLEXÃO 3 Módulos 0771, 0773, 0774 e 0775 1/5 18-02-2013 Esta reflexão tem como objectivo partilhar e dar a conhecer o que aprendi nos módulos 0771 - Conexões de rede, 0773 - Rede local - instalação,

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO INSTITUTO POLITÉCNICO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas Operacionais Notas de Aulas: Tópicos 7 e 8 Estrutura do Sistema Operacional São Paulo 2009 1 Sumário

Leia mais

Aplicativo para configuração da interface de celular ITC 4000

Aplicativo para configuração da interface de celular ITC 4000 MANUAL DO USUÁRIO Aplicativo para configuração da interface de celular ITC 4000 Este aplicativo roda em plataforma Windows e comunica-se com a ITC 4000 via conexão USB. Através do ITC 4000 Manager, o usuário

Leia mais

Informações sobre a tecnologia ADSL. Seleção de protocolo e de driver. Índice. visão geral. instalação do modem ECI USB ADSL

Informações sobre a tecnologia ADSL. Seleção de protocolo e de driver. Índice. visão geral. instalação do modem ECI USB ADSL um cap tulo capítulo visão geral 3 5 6 14 Índice visão geral informações sobre a tecnologia ADSL seleção de protocolo e de driver recursos instalação do modem ECI USB ADSL instalação do drive ADSL USB

Leia mais

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP Arquitetura TCP/IP Arquitetura TCP/IP INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP gatewa y internet internet REDE REDE REDE REDE Arquitetura TCP/IP (Resumo) É útil conhecer os dois modelos de rede TCP/IP e OSI. Cada

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN SISTEMAS OPERACIONAIS Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN 1.0 O Sistema Operacional como uma Máquina Virtual A arquitetura (conjunto de instruções, organização de memória, E/S e estrutura

Leia mais

Uc-Redes Técnico em Informática André Luiz Silva de Moraes

Uc-Redes Técnico em Informática André Luiz Silva de Moraes Roteiro 2: Conceitos Básicos de Redes: parte 1 Neste roteiro são detalhados os equipamentos componentes em uma rede de computadores. Em uma rede existem diversos equipamentos que são responsáveis por fornecer

Leia mais

Configuração de acesso VPN

Configuração de acesso VPN 1. OBJETIVO 1 de 68 Este documento tem por finalidade auxiliar os usuários na configuração do cliente VPN para acesso a rede privada virtual da UFBA. 2. APLICAÇÃO Aplica-se a servidores(técnico-administrativos

Leia mais

Redes Ponto a Ponto. Os drivers das placas de rede devem estar instalados.

Redes Ponto a Ponto. Os drivers das placas de rede devem estar instalados. Redes Ponto a Ponto É fácil configurar uma rede ponto-a-ponto em qualquer versão do Windows. Antes entretanto é preciso tomar algumas providências em relação ao hardware: Todos os computadores devem estar

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

Soluções de Gerenciamento de Clientes e de Impressão Universal

Soluções de Gerenciamento de Clientes e de Impressão Universal Soluções de Gerenciamento de Clientes e de Impressão Universal Guia do Usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Windows é uma marca registrada nos Estados Unidos da Microsoft Corporation.

Leia mais

Kaspersky Security Center 10 SP1 (KSC 10 SP1) Como criar Exclusões

Kaspersky Security Center 10 SP1 (KSC 10 SP1) Como criar Exclusões Kaspersky Security Center 10 SP1 (KSC 10 SP1) Como criar Exclusões Regras de exclusão são grupos de condições que o Kaspersky Endpoint Security utiliza para omitir um objeto durante uma varredura (scan)

Leia mais

ARDUINO UNO Guia de Instalação

ARDUINO UNO Guia de Instalação ARDUINO UNO Guia de Instalação Heco Mecatrônica Ltda. e-mail: vendas@hecomecatronica.com.br Visite nosso site: www.hecomecatronica.com.br Loja Virtual: shop.hecomecatronica.com.br Guia de Instalação -

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

Apresento a resolução da prova para Agente da Polícia Federal. Observe as possibilidades de recurso que anotei nas questões.

Apresento a resolução da prova para Agente da Polícia Federal. Observe as possibilidades de recurso que anotei nas questões. Olá, pessoal, Apresento a resolução da prova para Agente da Polícia Federal. Observe as possibilidades de recurso que anotei nas questões. Para proferir uma palestra acerca de crime organizado, um agente

Leia mais

É altamente recomendável testar as conexões usando o programa PING (será visto posteriormente).

É altamente recomendável testar as conexões usando o programa PING (será visto posteriormente). Redes Ponto a Ponto Lista de checagem É fácil configurar uma rede ponto-a-ponto em qualquer versão do Windows. Antes entretanto é preciso tomar algumas providências em relação ao hardware: Todos os computadores

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS SERVIÇOS IMPRESSÃO. Professor Carlos Muniz

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS SERVIÇOS IMPRESSÃO. Professor Carlos Muniz ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS SERVIÇOS IMPRESSÃO Serviços de impressão Os serviços de impressão permitem compartilhar impressoras em uma rede, bem como centralizar as tarefas de gerenciamento

Leia mais

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 3 Implementação do SMD 93

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 3 Implementação do SMD 93 Capítulo 3 Implementação do SMD 93 CAPÍTULO 3 IMPLEMENTAÇÃO DO SMD Este capítulo reserva-se à apresentação da implementação do SMD tomando como partida o desenvolvimento do Projeto Preliminar que consta

Leia mais

Atualização, backup e recuperação de software

Atualização, backup e recuperação de software Atualização, backup e recuperação de software Guia do Usuário Copyright 2006 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Microsoft e Windows são marcas registradas da Microsoft Corporation nos EUA. As informações

Leia mais

UFBA Universidade Federal da Bahia CPD Central de Processamento de Dados. Rede VPN UFBA. Procedimento para configuração

UFBA Universidade Federal da Bahia CPD Central de Processamento de Dados. Rede VPN UFBA. Procedimento para configuração UFBA Universidade Federal da Bahia CPD Central de Processamento de Dados Rede VPN UFBA Procedimento para configuração 2013 Íncide Introdução... 3 Windows 8... 4 Windows 7... 10 Windows VISTA... 14 Windows

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle

Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle No INSEP, o ambiente virtual de aprendizagem oferecido ao acadêmico é o MOODLE. A utilização dessa ferramenta é fundamental para o sucesso das atividades em EAD,

Leia mais

Manual Equipamento ST10 Flasher Rev. 1

Manual Equipamento ST10 Flasher Rev. 1 Maio de 2014 2 Sumário Introdução:... 3 Acessórios utilizados:... 4 Instalação:... 5 Abrindo e Conhecendo o Software:... 10 SET PORT... 11 RELOAD MONITOR... 13 BlankCheck... 14 ERASE FLASH... 14 DUMP...

Leia mais

discos impressora CPU memória AULA 04 - Estruturas de Sistemas Computacionais Operação dos sistemas de computação Controlador de disco

discos impressora CPU memória AULA 04 - Estruturas de Sistemas Computacionais Operação dos sistemas de computação Controlador de disco AULA 04 - Estruturas Sistemas Computacionais Nosso objetivo é apenas revisar conceitos relacionados a estrutura geral um sistema computacional para pois explicarmos os talhes operação do sistema e como

Leia mais

Maestro. Arthur Kazuo Tojo Costa 317497. Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação

Maestro. Arthur Kazuo Tojo Costa 317497. Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação Maestro Arthur Kazuo Tojo Costa 317497 Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação Introdução Sistema Operacional de Redes Detalhes do hardware Multiplexação

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas O conteúdo deste documento tem como objetivos geral introduzir conceitos mínimos sobre sistemas operacionais e máquinas virtuais para posteriormente utilizar

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 16

REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 16 REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 16 Índice 1. SISTEMA OPERACIONAL DE REDE...3 1.1 O protocolo FTP... 3 1.2 Telnet... 4 1.3 SMTP... 4 1.4 SNMP... 5 2 1. SISTEMA OPERACIONAL DE REDE O sistema

Leia mais

I N F O R M Á T I C A. Sistemas Operacionais Prof. Dr. Rogério Vargas Campus Itaqui-RS

I N F O R M Á T I C A. Sistemas Operacionais Prof. Dr. Rogério Vargas Campus Itaqui-RS I N F O R M Á T I C A Sistemas Operacionais Campus Itaqui-RS Sistemas Operacionais É o software que gerencia o computador! Entre suas funções temos: inicializa o hardware do computador fornece rotinas

Leia mais

TCI S5-USB. Cabo de Programação STEP5 - USB. Manual de Instalação

TCI S5-USB. Cabo de Programação STEP5 - USB. Manual de Instalação TCI S5-USB Cabo de Programação STEP5 - USB Manual de Instalação O cabo de programação TCI S5-USB foi projetado para atender a necessidade de conectar a uma porta USB do computador a família de PLC s Siemens

Leia mais

Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores

Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores 1 Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Prof.: Nelson Monnerat Instalação e Configuração 1 Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo

Leia mais

Professor: Macêdo Firmino Configuração TCP/IP no Windows 7

Professor: Macêdo Firmino Configuração TCP/IP no Windows 7 Professor: Macêdo Firmino Configuração TCP/IP no Windows 7 Se você tem mais que um computador ou outros dispositivos de hardware, como impressoras, scanners ou câmeras, pode usar uma rede para compartilhar

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof. Macêdo Firmino Princípios de Gerência de Redes Macêdo Firmino (IFRN) Redes de Computadores Maio de 2011 1 / 13 Introdução Foi mostrado que uma rede de computadores consiste

Leia mais

Como conectar-se à rede Sem Fio (Wireless) da UNISC. Pré-Requisitos:

Como conectar-se à rede Sem Fio (Wireless) da UNISC. Pré-Requisitos: Setor de Informática UNISC Manual Prático: Como conectar-se à rede Sem Fio (Wireless) da UNISC Pré-Requisitos: O Notebook deve possuir adaptador Wireless instalado (drivers) e estar funcionando no seu

Leia mais