Direitos Autorais 2014/2

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1 Manual de Direitos Autorais 2014/2 Suporte ao trabalho de conclusão de curso (TCC)

2 Elisângela Dias Menezes MANUAL DE DIREITOS AUTORAIS Belo Horizonte Julho de 2014

3 COPYRIGHT 2014 GRUPO ĂNIMA EDUCAÇÃO Todos os direitos reservados ao: Grupo Ănima Educação Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610/98. Nenhuma parte deste livro, sem prévia autorização por escrito da detentora dos direitos, poderá ser reproduzida ou transmitida, sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravações ou quaisquer outros. Edição Grupo Ănima Educação Diretoria Pedro Luiz Pinto da Cunha Coordenação Pedagógica Cláudia Silveira da Cunha Coordenação de Produção de Materiais Patrícia Ferreira Alves Designer Instrucional Ana Carolina de Araújo Evangelista Carla Cristini Justino de Oliveira Débora Cristina Cordeiro Campos Leal Ediane Cardoso de Araújo Fernandes Janaína Mourão Freire Gori Felippe Kênia da Silva Cunha Cajahiba Miguel do Prado Urtado Naiara Xavier dos Santos Diagramação Daniele Bagno Tondato Gleidson Franco Raissa Baptista Capa e Ilustração Alexandre de Souza Paz Leonardo Antonio Aguiar Revisão Mariana Elizabeth da Silva Oliveira Sandra Rocha Ribeiro Normalização Bibliográfica Patrícia Bárbara de Paula

4 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 01 1 VAMOS FALAR UM POUCO SOBRE DIREITO? 02 2 TCC E OUTROS TEXTOS ACADÊMICOS SÃO OBRAS AUTORAIS? 03 3 DEVO REGISTRAR MINHA OBRA? 04 4 E OS SOFTWARES E DOMÍNIOS NA INTERNET? 05 5 QUE DIREITOS TENHO SOBRE MINHA OBRA? 06 6 O QUE É DOMÍNIO PÚBLICO? E OS CANTORES E ATORES, TÊM DIREITOS? 08 USOS LIVRES: HÁ ALGUNS USOS QUE NÃO DEPENDEM DE AUTORIZAÇÃO 09 9 E SE EU QUISER USAR UMA OBRA ESTRANGEIRA? O QUE É CREATIVE COMMONS? O QUE ACONTECE QUANDO ALGUÉM VIOLA OS DIREITOS AUTORAIS? AGORA SIM, VAMOS FALAR DO PLÁGIO PLÁGIO X LIVRE INSPIRAÇÃO E NA INTERNET, COMO ACONTECE O PLÁGIO? TEM COMO DETECTAR O PLÁGIO? 18 REFERÊNCIAS 19

5 INTRODUÇÃO Muito se fala em plágio, principalmente no meio acadêmico. Mas o que significa plágio? Por que é considerado crime? Que cuidados devemos tomar para não cometer este tipo de prática, muitas vezes até por desconhecimento? Este manual vai te ajudar a compreender melhor a questão do plágio e porque é tão importante evitá-lo, até mesmo para garantir uma boa formação e desenvolvimento acadêmicos. 01

6 1. VAMOS FALAR UM POUCO SOBRE DIREITO? Para se entender o plágio, é preciso falar sobre direito autoral. Você já ouviu falar dele? O direito autoral é uma área relativamente nova do direito, que vem ganhando importância nos dias atuais. O direito autoral, ou direito de autor, é o direito que protege as obras intelectuais de caráter artístico e estético. E o que são obras intelectuais? São aquelas produzidas a partir do talento, da inteligência e do potencial criativo de alguém. No caso das obras autorais, estamos diante de criações de arte, cultura e literatura. Reconhecemos estas obras pelo seu caráter estético, ou seja, pela sua apreciação como obra de arte pela sociedade. Sendo assim, são protegidas pelo direito autoral todas as criações intelectuais nas áreas do cinema, teatro, dança, pintura, escultura, textos (literatura), personagens, layout de sites, desenhos, croquis, produções de TV e de rádio e programas de computador. Mas não só estas obras são protegidas. Na verdade, o direito autoral é regido por uma lei bem detalhada, a Lei de 1998, que determina que qualquer obra cultural será protegida, desde que seja artística, que tenha apelo estético e que seja criativa, não representando cópia parcial ou integral de outras obras pré-existentes. Um exemplo são as performances artísticas, grafites, peças gráficas e publicitárias, que são perfeitamente protegidas pelo direito de autor. Uma característica interessante desta proteção jurídica às obras autorais e que muito nos interessa é a originalidade da obra. Só caberá proteção da lei no caso de a obra ser nova, criativa, diferente de outras que já existem. Neste caso, o autor será considerado o único dono, proprietário da obra e terá todos os direitos sobre ela, como vamos ver abaixo. 02

7 2. TCC E OUTROS TEXTOS ACADÊMICOS SÃO OBRAS AUTORAIS? Pelo que foi dito acima, podemos concluir que os textos literários são obras autorais, certo? Sim, certíssimo. Qualquer texto que seja resultado do esforço intelectual de alguém lhe pertence com exclusividade. Os textos desenvolvidos na universidade, incluindo trabalhos, estudos de caso, TIGs (trabalho interdisciplinar de graduação) e o próprio TCC (trabalho de conclusão de curso) são considerados textos científicos e trazem a público as teorias desenvolvidas por seus autores, merecendo, portanto, proteção contra usos indevidos. E é interessante entender que o direito autoral não protege a ideia contida na obra, mas sim a forma estética de sua expressão. O que isto quer dizer? Significa que se escrevi um texto, não posso impedir que outras pessoas escrevam textos sobre o mesmo assunto, desde que utilizem suas próprias palavras. O que poderei fazer é impedir que outras pessoas copiem trechos do meu texto sem a minha autorização, porque a originalidade da minha obra não está no assunto, mas sim na escolha das palavras, construção das frases, parágrafos e demais elementos de linguagem. É isto que será protegido: o conjunto das minhas palavras, a forma de expressão que eu construí e não o conteúdo do que eu disse. EXEMPLO Vamos dar um exemplo para você entender: imagine que João lança um livro que ensina como abrir um negócio e ganhar muito dinheiro. Daí, José lê o livro, abre o negócio e fica rico. João poderia processar José? Não! José apenas executou a ideia dada por João em seu livro. Por outro lado, se José copiar alguns parágrafos do livro de João em seu trabalho de conclusão de curso tentando fazer parecer que o texto é dele, então José estará violando os direitos autorais de João e poderá sofrer um processo judicial. 03

8 3. DEVO REGISTRAR MINHA OBRA? Já que o autor tem tanto direito sobre sua obra intelectual, será preciso registrá-la em algum lugar para garantir os seus direitos? Na verdade, o registro de obras autorais não é obrigatório, pois, conforme a lei, o autor já possui todos os direitos garantidos desde o momento em que cria e divulga a obra para o público. Assim sendo, podemos dizer que não é o registro que constitui a autoria da obra, mas sim o próprio ato de criar. Todavia, mesmo não sendo obrigatório registrar uma obra, é importante produzir provas de autoria, para resguardar os direitos perante terceiros que queiram prejudicá-los. Assim, se eu crio uma obra e não quero que ninguém me roube a autoria, preciso produzir provas de que verdadeiramente criei a obra em determinada data, de forma que todos os usos posteriores sejam considerados como meras cópias do meu original. De fato, segundo a Lei de Direitos Autorais, será considerado autor quem primeiro manifestar essa condição. Se o autor se cercar de provas que contenham a data da criação, estará impedindo que qualquer usurpador se apresente posteriormente como criador da obra. Neste sentido, o registro é um importante meio de prova, que, embora tenha valor relativo, ajuda a garantir os direitos do autor perante terceiros. Para se proteger, o autor pode procurar a Biblioteca Nacional (para textos) ou a Escola de Belas Artes da UFRJ (para pinturas e esculturas), que oferecem serviços de registro para obras autorais. Ambas as entidades têm sites na internet, que explicam passo a passo como registrar e que tipo de obras podem ser registradas em cada uma das instituições. Há também outras formas de registro. Vale a pena produzir registro em cartório, levando a obra em papel para que seja providenciado o carimbo que vai atribuir uma data à criação. Alguns autores também embalam muito bem a obra e enviam a si mesmos pelos correios. Neste caso, o carimbo do correio atesta a data da criação, mas o envelope nunca poderá ser aberto, para não violar seu conteúdo e anular a prova. 04

9 Resumindo, embora não seja obrigatório, é muito importante que o autor faça algum tipo de registro de sua obra contendo data. Este registro será a sua prova de autoria. Assim, quanto mais oficial (feito por órgãos públicos) o registro for, melhor, pois mais autêntica e difícil de falsificar se tornará a prova produzida. Basta então o autor guardar a prova e usar a obra à vontade, pois todos os usos posteriores à data atribuída à criação serão considerados como cópias daquele original. 4. E OS SOFTWARES E DOMÍNIOS NA INTERNET? Apesar de serem tecnológicos, os softwares ou programas de computador são considerados obras autorais por força de lei e possuem legislação própria: a Lei 9.609/98. Assim sendo, os softwares não dependem de registro para a sua proteção, mas o registro pode se constituir como um importante meio de prova contra ações de terceiros. Caso seja de interesse do titular, ele pode solicitar o registro do código fonte do software junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), uma autarquia federal que faz o registro das marcas e patentes. Neste caso, o Instituto entregará ao titular um protocolo de registro com data, criando um marco para o início da titularidade. O prazo de proteção dos programas de computador é de 50 (cinquenta) anos contados da sua publicação. Em geral, o prazo não chega a ser utilizado em sua plenitude, vez que as criações nesse campo tendem a se tornar ultrapassadas antes da expiração da proteção. Já para obter um endereço eletrônico (domínio) na internet, será preciso registrar o endereço pretendido no site do registro.br. Neste site, é possível fazer uma busca por endereços eletrônicos que estejam livres e tanto as pessoas físicas quanto as empresas podem registrar seus domínios. 05

10 5. QUE DIREITOS TENHO SOBRE MINHA OBRA? O autor sempre terá direito moral e patrimonial sobre sua obra. Vamos agora entender melhor o que são estes dois tipos de direitos. O direito moral é o direito de autoria, de ver seu nome mencionado na obra (crédito) e sua violação pode gerar uma ação de indenização por danos morais. Assim, mesmo que autorizado pelo autor, não posso usar a obra dele sem mencionar a autoria, pois estaria violando o direito moral de crédito dele sobre aquilo que criou. É exatamente sobre este direito moral que recai a ideia do plágio. Quando eu uso a obra de alguém sem mencionar a verdadeira autoria, todos pensam que a obra é de minha autoria e assim estarei lesando os direitos morais do autor original sobre a obra. O plágio é a usurpação de autoria, ou seja, o ato de tomar para si a autoria de uma obra que não lhe pertence. Já o direito patrimonial é o direito de exploração econômica da obra no mercado. Significa dizer que é o direito que o autor tem de ganhar dinheiro com aquilo que criou. Neste ponto, a Lei de Direitos Autorais foi bastante abrangente. Ela determinou que o autor pode autorizar ou proibir toda e qualquer forma de utilização da obra, dentre as quais se destacam a reprodução total ou parcial, a edição, a adaptação, as transformações, as traduções, a inclusão de fonogramas em obras audiovisuais, a distribuição, a inclusão em base de dados e qualquer outra forma de utilização direta ou indireta, existente ou que se invente no futuro. Viu como é abrangente? Podemos dizer que qualquer uso da obra, lucrativo ou não, vai depender de uma autorização do autor para ser feito. E como se dá esta autorização? Sempre por meio de contrato, por escrito, definindo-se o tempo e local da utilização, bem como a quantia que será cobrada e, se for o caso, a quantidade de execuções previstas. É isso que o ECAD (Escritório Central de Arrecadação de Direitos) faz pelos autores de música. Trata-se de uma instituição criada pelos autores musicais para cobrar direitos autorais em nome dos compositores e intérpretes toda vez que a música for executada publicamente, repassando os valores recebidos para quem criou e cantou as canções. Nas demais artes, como por exemplo, na própria literatura, será preciso pedir autorização diretamente aos seus respectivos autores. 06

11 6. O QUE É DOMÍNIO PÚBLICO? O direito de ganhar dinheiro com uma obra (direitos patrimoniais) tem uma duração definida por lei: duram por toda a vida do autor e por mais 70 (setenta) anos após a sua morte. Depois disso, a obra autoral passa a integrar o chamado domínio público e qualquer pessoa pode fazer uso da mesma sem necessidade de autorização expressa ou de pagamento ao autor ou seus herdeiros. O que isso quer dizer? Que para utilizar a obra de alguém preciso pedir autorização a ele. E se ele já for falecido, os herdeiros (normalmente os filhos, juntamente com o marido ou esposa) é que deverão ser consultados para autorizar ou não o uso da obra. Caso já tenham se passado 70 anos da morte do autor, não será preciso pedir autorização a ninguém para utilizar a obra, desde que seja devidamente mencionada a autoria (direito moral ao crédito). É importante lembrar que mesmo estando a obra em domínio público, sempre que utilizada, deverá ser citada a autoria original, em respeito aos direitos morais (crédito) de quem a criou. Desde 2004, um portal lançado pelo governo (http://goo.gl/fcypgn) coloca à disposição dos usuários de internet uma biblioteca virtual de obras literárias, artísticas e científicas (textos, sons, imagens e vídeos) já em domínio público ou que tenham a sua divulgação devidamente autorizada. Sendo assim, usar obras em domínio público pode ser uma boa opção, pela facilidade de acesso e desnecessidade de autorização. Só é preciso tomar cuidado com um detalhe: às vezes, embora o autor da obra já tenha falecido a mais de 70 anos, a versão que se pretende usar foi produzida por algum artista que está vivo e, portanto, tal artista terá direitos sobre sua versão. 07

12 EXEMPLO Imagine, por exemplo, que você quer utilizar uma sinfonia de Mozart que foi gravada pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. A música é de uso livre, pois está em domínio público, mas aquela gravação (versão) pertence àqueles músicos daquela orquestra, pois foi uma interpretação própria e artística da obra do compositor original. Então não será necessário pedir autorização à família de Mozart, pois já está em domínio público, mas será preciso pedir autorização à Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, dona daquela gravação. Uma boa solução, neste caso, seria contratar músicos para gravarem uma versão própria das músicas do compositor. No próximo item vamos entender melhor o direito dos artistas. 7. E OS CANTORES E ATORES, TÊM DIREITOS? Já que tocamos no nome dos artistas, convém falar um pouco sobre o direito que eles têm sobre suas interpretações. O cantor, a banda musical, o ator e o bailarino não são os autores principais das obras que interpretam, mas seu trabalho é igualmente importante. Assim, o compositor compõe e o cantor dá vida à música, da mesma forma que o autor da novela ou do filme cria o texto e o ator interpreta. A Lei de Direitos Autorais, pensando nisso, garantiu aos artistas o chamado direito conexo. De maneira simplificada, pode-se dizer que atores, cantores, músicos e dançarinos têm um direito de imagem especial, podendo autorizar ou proibir a gravação (ou fixação como está na lei) de suas atuações artísticas. Desta forma, se a obra que pretendo usar tem a participação de um artista, além de pedir autorização para os autores originais, também precisarei pedir autorização para usar a imagem e voz que foram gravados por este artista, a fim de reunir todos os direitos (autorais e conexos) que preciso para utilizar a obra. 08

13 8. USOS LIVRES: HÁ ALGUNS USOS QUE NÃO DEPENDEM DE AUTORIZAÇÃO A Lei de Direitos Autorais estabelece algumas situações nas quais o autor é obrigado a conviver com o uso de sua obra mesmo sem ter dado qualquer autorização. Alguns desses usos livres, muito importantes, são destacados abaixo: Reprografia (xerox): é permitida a reprodução, em um só exemplar de pequenos trechos, para uso privado do copista, desde que feita por ele mesmo e sem intuito de lucro (a lei fala em pequenos trechos e não em obras completas, como se vê comumente nas copiadoras de textos). Citação: é livre a citação em livros, jornais, revistas ou qualquer outro meio de comunicação, de passagens de qualquer obra, para fins de estudo, crítica ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir (bom senso), indicando-se o nome do autor e a origem da obra. Anotações dos alunos: é permitido o apanhado de lições em estabelecimentos de ensino por aqueles a quem elas se dirigem, proibida sua publicação, integral ou parcial, sem autorização prévia e expressa de quem as ministrou. Uso privado ou acadêmico da música e do teatro: é permitida a representação teatral e a execução musical, quando realizadas no recesso familiar ou, para fins exclusivamente didáticos, nos estabelecimentos de ensino, não havendo em qualquer caso intuito de lucro (em geral permite-se também a exibição audiovisual nestas mesmas condições). Paródias e paráfrases: é livre a criação de versões críticas ou humorísticas de outras obras, desde que não sejam verdadeiras reproduções da obra originária nem lhe impliquem em descrédito (deve-se usar o bom senso). 09

14 Fotos e desenhos de obras em locais públicos: pode-se fotografar, filmar, pintar e desenhar obras situadas permanentemente em locais públicos, tais como monumentos, fachadas de arquitetura, painéis e grafites, desde que estejam visíveis, no espaço público (não se pode produzir outra obra no mesmo formato da original). 9. E SE EU QUISER USAR UMA OBRA ESTRANGEIRA? O direito autoral funciona de maneira bem parecida no mundo todo, ou pelo menos, no mundo ocidental. É que quase todos os países do ocidente assinaram um acordo internacional chamado Convenção de Berna para a proteção das obras artísticas, científicas e literárias. Por meio deste acordo, os países concordaram em seguir regras jurídicas bem parecidas no que se refere ao direito de autor, até mesmo para facilitar a disseminação da arte e da cultura pelo mundo, já que em tempos de internet e de e-commerce não há mais fronteiras para a livre circulação do conhecimento e da cultura. Até mesmo os Estados Unidos, que até pouco tempo atrás adotavam um sistema diferente, resolveram aderir a esta convenção e hoje adotam um direito autoral muito parecido com o nosso. Você já deve ter ouvido falar em copyright. Este era o direito autoral americano, que exigia o uso de um símbolo específico em todas as obras autorais americanas, para que fossem protegidas. O símbolo do copyright era a letra C envolta por um círculo:. Para os americanos, só seria possível proteger as suas obras artísticas e culturais se o símbolo fosse colocado junto à obra, mencionando também o ano de publicação da criação. Por isso, muitos sites na internet ainda mantêm este símbolo, já que seus autores sabem que se o site for acessado nos Estados Unidos precisaria deste símbolo para ser protegido. De toda forma, a exigência de uso do símbolo nas obras americanas já caiu por terra. Hoje, o uso do símbolo, mesmo dentro dos Estados Unidos, é opcional. Nos EUA ou em qualquer outro país a obra terá proteção, independentemente de ter ou não o símbolo do copyright colado ou copiado junto ao seu conteúdo. 10

15 10. O QUE É CREATIVE COMMONS? Também existem casos em que os próprios autores resolvem liberar amplamente o uso de suas obras. Trata-se do sistema conhecido mundialmente como creative commons Na verdade, Creative Commons é uma organização não governamental sem fins lucrativos, surgida nos Estados Unidos (hoje com escritório no Brasil), que tem como objetivo ampliar o acesso do público a obras autorais a partir de um sistema simples de licenças que os autores podem dar sobre o uso de suas obras. Como funcionam as licenças creative commons e como reconhecê-las? É simples: todas as licenças creative commons são representadas por desenhos que dizem exatamente o que as pessoas podem ou não fazer com as obras que foram licenciadas. Significa dizer que quando um autor quer optar por este sistema, ela entra no site do Creative Commons (http://goo.gl/ca4zhr), copia e cola em sua obra o símbolo da licença que ele escolheu. Daí, todas as pessoas que quiserem usá-la verão aquele símbolo e saberão o que está sendo autorizado ou não. Vamos conhecer estes símbolos e saber o que cada um deles representa: FIGURA 1 Licença comercial ampla e geral Fonte: Creative Commons. Esta licença permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original. É a licença mais flexível de todas as licenças disponíveis. É recomendada para maximizar a disseminação e uso dos materiais licenciados. FIGURA 2 - Licença comercial ampla e específica Fonte: Creative Commons. 11

16 Esta licença permite que outros remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito e que licenciem as novas criações sob termos idênticos. Esta licença costuma ser comparada com as licenças de software livre. Todos os trabalhos novos baseados no seu terão a mesma licença, portanto quaisquer trabalhos derivados também permitirão o uso comercial. Esta é a licença usada pela Wikipédia e é recomendada para materiais que seriam beneficiados com a incorporação de conteúdos da Wikipédia e de outros projetos com licenciamento semelhante. FIGURA 3 Licença comercial restrita Fonte: Creative Commons. Esta licença permite a redistribuição, comercial e não comercial, desde que o trabalho seja distribuído inalterado e no seu todo, com crédito atribuído a você. FIGURA 4 - Licença não comercial ampla e geral Fonte: Creative Commons. Esta licença permite que outros remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho para fins não comerciais, e embora os novos trabalhos tenham de lhe atribuir o devido crédito e não possam ser usados para fins comerciais, os usuários não têm de licenciar esses trabalhos derivados sob os mesmos termos. FIGURA 5 - Licença não comercial ampla e específica Fonte: Creative Commons. Esta licença permite que outros remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho para fins não comerciais, desde que atribuam a você o devido crédito e que licenciem as novas criações sob termos idênticos. 12

17 FIGURA 6 - Licença não comercial restrita Fonte: Creative Commons. Esta é a mais restritiva das nossas seis licenças principais, só permitindo que outros façam download dos seus trabalhos e os compartilhem desde que atribuam crédito a você, mas sem que possam alterá-los de nenhuma forma ou utilizá-los para fins comerciais. O Creative Commons também fornece uma licença, chamada de Licença CC0 que tem esta imagem: FIGURA 7 Licença CCO de domínio público Fonte: Creative Commons. A licença CC0 permite que os autores renunciem a todos os seus direitos e coloquem suas obras em domínio público. O símbolo também pode ser utilizado por qualquer usuário da internet para indicar a todos que uma obra autoral se encontra em domínio público. 11. O QUE ACONTECE QUANDO ALGUÉM VIOLA OS DIREITOS AUTORAIS? Quando alguém viola os direitos morais e/ou patrimoniais de um autor, poderá sofrer um processo por parte do mesmo. O autor poderá cobrar na Justiça os danos morais e materiais sofridos, que são uma indenização em dinheiro, além de pedir que aquela violação seja imediatamente suspensa, ou seja, pare de acontecer. Além disso, no Código Penal, o artigo 184 determina que a violação de direito autoral é crime. Se for praticado com objetivo de lucro poderá gerar uma pena de 1 a 4 anos de reclusão mais uma multa, que vai para o sistema penitenciário. Mesmo se for sem objetivo de lucro, se eu usar a obra de alguém sem autorização ou não mencionar a autoria do autor original, posso sofrer um processo penal e ter uma pena de multa ou de prestação de serviços à comunidade. 13

18 12. AGORA SIM, VAMOS FALAR DO PLÁGIO Entendendo melhor o direito autoral, é chegado o momento de falar do plágio. Dentro deste contexto de proteção aos direitos autorais, é considerado plágio a cópia disfarçada de trechos da obra de outra pessoa, sem a devida menção de autoria. Vamos entender melhor como isso funciona. Se eu copio total ou parcialmente a obra de alguém e não menciono a autoria original, levo as pessoas a pensar que fui eu quem criou a obra. Isto é a usurpação (furto) de autoria, conhecida como plágio. E não apenas textos podem ser plagiados, mas também imagens, desenhos, pinturas, vídeos, músicas ou qualquer outro tipo de arte. O plagiador rouba a autoria da obra original e desrespeita os direitos morais e patrimoniais de quem criou. Como se vê, é preciso tomar cuidado para que uma simples citação mal feita não se transforme em plágio. Para evitar este risco, recomenda-se que nos textos acadêmicos não sejam utilizadas citações em excesso, valorizando-se ao máximo possível as próprias ideias e o próprio texto. É importante lembrar que as citações servem apenas para defender e/ou contrapor pontos de vista de diferentes autores, cujos nomes devem ser sempre citados. Além disso, não se deve fazer citações muito longas, de vários parágrafos, por exemplo, pois podem caracterizar cópia e violação de direitos autorais. Uma informação importante é que não é preciso que a cópia seja idêntica para caracterizar o plágio. Também não é preciso que uma grande parte da obra tenha sido copiada. Basta que alguns elementos criativos da obra original sejam repetidos na obra que plagiou. 14

19 Aliás, esta é a principal característica do plágio. Trata-se de uma cópia disfarçada. O plagiador não é ingênuo, ele age conscientemente e tenta disfarçar a cópia que fez. Assim, no plágio nem sempre, ou quase nunca, se copia integralmente a obra original. Normalmente são feitas modificações, para se disfarçar os elementos criativos originais. Se for um texto, por exemplo, aquele que comete o plágio pode mudar parágrafos de lugar, alterar alguns verbos ou acrescentar adjetivos. Nada disto descaracteriza o plágio. Muito pelo contrário: é nesta má-fé (má intenção) que está a violação aos direitos do autor, que além de criminosa é antiética e demonstra a falta de respeito à nossa cultura e ao desenvolvimento intelectual em nosso país. 13. PLÁGIO X LIVRE INSPIRAÇÃO Podemos ficar nos perguntando sobre qual o é o limite entre copiar a obra de alguém e se inspirar na obra de alguém. É claro que todos nós somos influenciados o tempo todo pelas diversas manifestações e estilos artísticos e estéticos que aprendemos e que consumimos por meio da mídia. E as nossas criações são o resultado deste processo, carregando, portanto, muitos elementos criativos que podem estar associados a determinados estilos ou tendências. Isto por si só não caracteriza o plágio. Para saber se é plágio ou não, será preciso definir o limite, que por sinal é bem frágil, entre a inspiração e a cópia. Em termos gerais, inspiração é quando eu guardo na minha mente as características de uma ou mais obras e a partir delas crio minha própria obra, que materialmente será diferente, porque não seria possível, só guardando de cabeça, reproduzir fielmente a obra de alguém. A inspiração é livre e faz parte do processo de criação cultural e artística, não configurando plágio. Já a cópia disfarçada é quando eu pego a obra de outro autor e trabalho sobre ela, modificando-a, mas sempre tendo como pano de fundo a matriz original de outro criador. Neste caso, o trabalho não é totalmente meu, pois partiu de traços de outro autor e por isso configurará a prática ilegal do plágio. A diferença é realmente frágil e subjetiva e este tipo de análise normalmente vai parar na Justiça, ficando a cargo de um perito (expert em arte) indicado pelo juiz a avaliação da situação concreta, a fim de decidir se foi simples inspiração ou se foi plágio. 15

20 14. E NA INTERNET, COMO ACONTECE O PLÁGIO? Na internet a tendência ao plágio é ainda maior. Isto porque infelizmente a rede mundial de computadores, apesar de ser uma rica fonte de pesquisa e de conhecimento, se tornou um espaço de violações de direitos, quer seja pelo anonimato e impunidade que ali imperam, quer seja pela dificuldade de se produzir provas das violações no ambiente virtual. É importante ter consciência de que a internet é uma mídia, ou seja, apenas um meio de comunicação e divulgação de ideias, obras e opiniões, assim como o rádio e a TV, o que significa que sobre esta mídia são aplicáveis todas as leis do nosso país. Assim, o Código Penal, o Código de Defesa do Consumidor e também a Lei de Direitos Autorais são plenamente aplicáveis às diversas situações de violação de direitos que ali acontecem. E hoje em dia não é mais tão difícil processar e responsabilizar alguém por uma violação cometida em ambiente virtual. Na verdade, já existem cartórios que fazem o registro de páginas contendo violações a fim de produzir prova do ocorrido. Este procedimento se chama ata notarial. Além disso, já temos o marco civil da internet, uma lei recente que responsabilizou os provedores de acesso e conteúdo pela exposição de materiais impróprios na rede (desde que estes provedores sejam acionados judicialmente). Os problemas do anonimato e da dificuldade de produção de prova das violações na internet ficaram assim mais fáceis de se resolver. Então, pelo que dissemos, há direito autoral sobre tudo aquilo que circula na internet e que tenha caráter artístico, cultural e estético. Sendo assim, mesmo que o uso seja apenas virtual, é preciso pedir autorização aos autores para utilizar tais conteúdos e é preciso tomar os mesmos cuidados citados anteriormente para evitar o plágio. 16

21 A adaptação de materiais, por exemplo, deve ser feita mediante autorização. Não só os textos, mas também imagens como charges, fotografias, desenhos ilustrações, histórias em quadrinhos e infográficos são protegidos pelo direito do autor. Se não há como pedir autorização, o ideal é que a partir da análise de várias ideias seja formulada uma imagem ou texto próprios e exclusivos, não só respeitando os direitos dos autores anteriores, mas também gerando direitos autorais novos ao seu criador. O mesmo vale para os vídeos. Eles são protegidos como obras audiovisuais e mesmo aqueles que são postados por emissoras de televisão e outros veículos de comunicação geram direitos autorais a seus criadores ou titulares. Na internet, uma boa dica é evitar o uso de imagens de blogs e sites pessoais porque, muitas vezes, seus autores utilizam imagens não autorizadas e daí quem usa estes blogs sem saber acaba por reproduzir o plágio. Outra dica importante é, ao escolher imagens de sites, redes sociais ou portais, ficar atento não só à questão dos direitos autorais, mas também ao direito de imagem das pessoas fotografadas ou filmadas. O Código Civil estabelece que cada um é dono da própria imagem (aparência externa) e deve ser consultado toda vez que esta imagem é utilizada por terceiros, principalmente se for com fins lucrativos ou em usos que exponham a honra da pessoa a algum tipo de risco. Preocupados com esses direitos, muitos desenvolvedores web fazem com que algumas destas informações sobre direito de autor e de imagem constem da própria política de uso do site. Muitas vezes ignoramos este ícone, sem saber que a leitura da página poderia nos ajudar a esclarecer dúvidas. Se a imagem ou obra não tiver informações sobre sua origem, o melhor mesmo é não utilizá-la. Por fim, em qualquer situação, na internet ou em meio físico, é importante sempre lembrar de fazer as devidas citações das fontes. Deve-se inserir, ao final do material, as referências de todas as obras consultadas, ainda que não tenham sido citadas ou utilizadas na íntegra. Caso sejam utilizados textos em formato eletrônico, deve-se buscar sempre sites com informação confiável, como os institucionais e claro, sempre utilizar as regras da ABNT para referenciá-los. 17

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