III JORNADA ON-LINE DE RADIOLOGIA ANAIS

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE ODONTOLOGIA PRO REITORIA DE EXTENSÃO - PROEXT III JORNADA ON-LINE DE RADIOLOGIA ANAIS Salvador 2011

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE ODONTOLOGIA PRO REITORIA DE EXTENSÃO - PROEXT III JORNADA ON-LINE DE RADIOLOGIA ANAIS Profa. Dra. Patrícia Ribeiro Leite Profa. Dra. Viviane Almeida Sarmento Profa. Me. Regina Lucia Seixas Pinto Salvador 2011 ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 2

3 Sistema de Bibliotecas UFBA III Jornada On-line de Radiologia Odontológica (2009: Salvador, BA). Anais da III Jornada On-line de Radiologia Odontológica / Regina Lucia Seixas Pinto, Coordenação. Salvador: UFBA, Pró-Reitoria de Extensão, p. ISBN: Dentes Radiologia Congressos. 2. Odontologia - Congressos. 3. Radiologia - Congressos. 3. Radiologia Congressos. 4. Boca Radiologia Congressos. 5. Maxilares Radiologia Congressos. 6. Face Radiologia Congressos. 7. Diagnóstico por imagem. 8. Educação Inovações tecnológicas. 9. Inteligência artificial. I. Pinto, Regina Lucia Seixas. II. UFBA Pró-Reitoria de Extensão. III. Título. CDD ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 3

4 O conteúdo dos resumos desta publicação é de inteira responsabilidade dos seus autores. PRÓ REITORA DE EXTENSÃO DULCE TAMARA DA ROCHA LAMEGO DA SILVA COORDENADORA DE CIENCIA E TECNOLOGIA BLANDINA FELIPE VIANA COORDENADORA DE ARTE E CULTURA SILVIA CRISTINA DA GAMA LOBO SETOR REGISTRO DE ATIVIDADES VERA MARIA NASCIMENTO DE AMORIM RAMIRO DA SILVA FILHO SEMIRAMES GOMES DE OLIVEIRA FRANCISCO ISRAEL COSTA FERREIRA ANILZA RITA DE SOUZA GOMES SETOR PROGRAMAÇÃO VISUAL JOSÉ ANTÔNIO DA COSTA COMISSÃO ORGANIZADORA PROFa. Me. REGINA LUCIA SEIXAS PINTO (coordenadora) PROFa. DRa. VIVIANE ALMEIDA SARMENTO PROFa. DRa. PATRÍCIA RIBEIRO LEITE LAMBERTI Agradecimentos especiais ao apoio do CPD - Moodle: Maria do Carmo Suzart Rocha, Lanara Guimarães, Nícia Riccio, Eduardo Henrique Lima. ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 4

5 APRESENTAÇÂO A Educação é, sobretudo, desenvolvimento de potencialidades e apropriação do saber. "Competência é a faculdade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos, sejam eles saberes ou informações, para resolver situações que lhe sejam solicitadas. Essas são de escolha da sociedade, baseada em um conhecimento amplo e atualizado das práticas sociais" (Perrenoud, 1999). Para desenvolver competências é preciso, antes de tudo, trabalhar com problematizações e projetos, propor tarefas e desafios que instiguem os graduandos a mobilizar seus conhecimentos, pressupondo uma pedagogia ativa, cooperativa, onde nós educadores, como mediadores e organizadores de situações didáticas, devemos despertar o papel do aluno como construtor do conhecimento, a fim de desenvolver o pensamento para gerar aprendizagens. Precipuamente, a Jornada On-line de Radiologia Odontológica foi idealizada como parte de um conjunto de estratégias no intuito de reordenar o binômio ensino aprendizagem, maiormente da disciplina de Radiologia Clinica no curso de Odontologia da Universidade Federal da Bahia, adequando-o ao predomínio das novas tecnologias e, à teoria do ensino por pesquisa, método fortemente marcado pelo cognitivismo-construtivismo. Nesse contexto, mecanismos de convívio entre as modalidades de ensino, presencial e virtual, ferramentas digitais, conhecimentos e técnicas utilizadas para a produção do conhecimento, são usadas no intuito de fomentar uma aprendizagem autônoma e colaborativa, e, tornar o ensino e aprendizado mais enriquecedor entre os sujeitos envolvidos e as interfaces computacionais. Hoje, na terceira edição dessa atividade de extensão de caráter permanente, a Jornada On Line disponibiliza saberes resultantes da produção científica dos graduandos e orientadores da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Bahia com suporte para demais cursos vinculados ao marco temático. Esses saberes são compartilhados em ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) acessível à comunidade digital em forma de resumo e pôster ( Os Anais de um evento têm como função reavivar a memória daqueles que participaram, e, também, suscitar o desejo de muitos em participar das próximas edições. Dessa forma, ao publicarmos os Anais da III Jornada On Line de Radiologia, incluímos os resumos dos trabalhos apresentados sem a presunção de oferecer um espaço de reflexão sobre os diversificados e atualizados temas abordados. ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 5

6 PAINEL 01. REVISÃO ATUALIZADA DAS LESÕES FIBRO-ÓSSEAS Ivana Patrícia SILVA, Gabriel VIEIRA, Fernanda MOTA, Fernanda PRATES, Poliana Ramos Braga SANTOS, Rodrigo NERY Orientadores: Profa. Me. Regina Lucia SEIXAS-PINTO FOUFBA Prof. Andre LERNER FOUFBA As lesões fibro ósseas não caracterizam um diagnóstico específico, inclui um grupo de lesões que possuem um aspecto comum, a substituição do osso por tecido conjuntivo fibroso, contendo quantidades variáveis de tecido mineralizado recentemente formado. São comumente classificadas em três tipos. A displasia fibrosa é uma lesão de desenvolvimento semelhante a um tumor caracterizada pela substituição de osso normal por uma proliferação excessiva de tecido conjuntivo fibroso celular entremeado com trabéculas ósseas irregulares. As displasias ósseas são normalmente classificadas dependendo da extensão da lesão e dos aspectos radiográficos: displasia óssea periapical - ocorre na região periapical dos dentes e é bilateral, displasia óssea focal - presença de uma lesão única, e, displasia óssea florida - massa esclerótica simétrica. O fibroma ossificante é um neoplasma verdadeiro com um potencial de crescimento, composto de tecido fibroso que contém uma mistura variável de trabeculado ósseo, esférulas semelhantes à cemento ou ambos. Esse trabalho tem por objetivo, através de uma revisão atualizada identificar aspectos radiográficos e imaginológicos dessas lesões no intuito de facilitar o diagnostico diferencial. Palavras - chave: fibro ósseas, aspecto radiográfico, diagnóstico. PAINEL 02. CISTOS NÃO ODONTOGÊNICOS E PSEUDOCISTOS: ASPECTO RADIOGRÁFICO Claudemir José da Silva FILHO; Cintia Melo SANTANA; Laila da Silva SANTOS; Lorena Short MODESTO; Renata Armstrong dos SANTOS; Ruany Amorim da SILVA. Orientadores: Profa. Dra. Regina Cerqueira Wanderley CRUZ FOUFBA Prof. André B. LERNER Especialista em Radiologia FOUFBA Cistos são cavidades patológicas, muitas vezes preenchidas por fluido, limitados por epitélio. Independente de sua origem tende a aumentar de tamanho, possivelmente como uma reposta a um ligeiro aumento da pressão hidrostática. Na literatura, são relatados alguns cistos não odontogênicos e pseudocistos que possuem imagem radiográfica, esses, portanto será a base para o desenvolvimento do nosso estudo, como o cisto nasopalatino, cisto palatino mediano, cisto ósseo estático, cisto ósseo traumático, cisto ósseo aneurismático e cisto de retenção de mucoso. Os cistos não odontogênicos e pseudocistos possuem características radiográficas semelhantes aos cistos odontogênicos, mas por serem patologias diferentes, possuem ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 6

7 tratamentos diferentes. O objetivo deste trabalho foi mostrar os aspectos radiológicos e clínicos dos cistos e pseudocistos não odontogênicos para a obtenção, desta forma, de um diagnóstico diferencial. Palavras - chave: cistos não odontogênicos; pseudocistos; radiologia. PAINEL 03. DIAGNÓSTISCO DIFERENCIAL DAS OSTEOMIELITES DOS MAXILARES Adriana Carvalho Góes DUARTE; Israel Nogueira OLIVEIRA; Rodrigo de Oliveira Luna e ALMEIDA. Orientadores: Profa. Regina Cerqueira Wanderley CRUZ - UFBA. Prof. André Bandeira LERNER - UFBA Osteomielite é um processo inflamatório agudo ou crônico que envolve os espaços medulares ou as superfícies corticais do osso e, se estende além do sítio inicial de envolvimento, usualmente causado por uma infecção bacteriana. Não há predominância de idade; quanto ao sexo os homens são mais afetados e, em geral a mandíbula é mais envolvida do que a maxila. É uma doença rara em pessoas saudáveis. O diagnóstico por imagem das osteomielites dos maxilares é realizado por meio de radiografias convencionais e complementado por tomografia computadorizada, ressonância magnética e tomografia óssea radionuclear (cintilografia óssea), embora o exame radiográfico tenha pouco valor na osteomielite aguda, na forma crônica, serve como padrão clínico. O objetivo deste trabalho é apresentar e caracterizar radiograficamente os tipos de osteomielites que podem se apresentar nos maxilares: osteomielite supurativa aguda, osteomielite esclerosante difusa, osteomielite crônica focal e osteomielite de Garré, estabelecendo um diagnóstico radiográfico diferencial com lesões que possuem imagem radiográfica semelhantes. Palavras - chave: osteomielite aguda; osteomielite crônica; osteomielite de Garré. PAINEL 04. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL IMAGINOLÓGICO ENTRE FIBROMA OSSIFICANTE CENTRAL, FIBROMA ODONTOGÊNICO CENTRAL, FIBROMA AMELOBLÁSTICO E O FIBRO-ODONTOMA-AMELOBLÁSTICO Kairo Jardell Alves XAVIER; Lívia Andrade VITÓRIA; Luciana Geórgia Bruno MOURA; Marcel Jhonnata Ferreira CARVALHO; Rafael Fernandes de Almeida NERI Orientadores: Prof. André LERNER; Profa. Me. Regina Lucia SEIXAS-PINTO - FOUFBA ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 7

8 Fibroma é o tumor mais comum da cavidade oral, sendo caracterizado como um tipo de tumor benigno de tecido conjuntivo fibroso e considerado como uma hiperplasia reacional do tecido conjuntivo em resposta a traumas e irritação. Em literatura pertinente, encontramos vários tipos de fibromas, tanto de tecidos moles quanto de tecidos duros, que de acordo com as suas características comuns apresentam aspectos radiográfico e imaginológico próprios, tornandoos muitas vezes semelhantes, entretanto, distintos entre si. Em face do exposto, nos propomos a realizar um breve estudo do fibroma ossificante central, fibroma odontogênico central, fibroma ameloblástico e o fibro-odontoma-ameloblástico com o objetivo de estabelecer um diagnostico diferencial entre eles. Palavras - chave: fibroma odontogênico central; fibroma ameloblástico; fibroma ossificante. PAINEL 05. MIXOMA ODONTOGÊNICO Andriele de Paula VIEIRA; Ligia Musskopf CARVALHO; Maiara Santiago dos SANTOS; Sidnei Santos de ALMEIDA; Virgílio A. V. B. C. G. P. de S. C. MACHADO. ORIENTADORES: Profª Me. Regina Lucia SEIXAS-PINTO FOUFBA Prof.André Lerner - Especialista em Radiologia Odontológica- FOUFBA O mixoma é uma neoplasia benigna rara que representa 3 a 6% dos tumores odontogênicos. Seu crescimento é lento e progressivo, podendo causar deformidade facial, mobilidade, deslocamentos dentais e a dor é relatada em alguns casos. As características radiográficas não possuem um padrão específico, porém o mais comum é a aparência radiolúcida do tipo multilocular e com aspecto característico de bolhas de sabão, favos de mel ou cordas de raquete de tênis, característica que não é conclusiva, pois, pode ser encontrada no padrão do ameloblastoma e outras lesões. Também a biópsia do mixoma não é conclusiva, pois pode ser confundido com lesões tipo o fibroma odontogênico. Entretanto, novos métodos de diagnostico por imagem como a ressonância magnética e a tomografia computadorizada tem sido de fundamental importância para diferenciar o tumor das demais lesões. Palavras-chave: mixoma, tumor odontogênico, diagnostico por imagem. PAINEL 06. TUMOR ODONTOGÊNICO EPITELIAL CALCIFICANTE - DIAGNOSTICO RADIOGRÁFICO DIFERENCIAL Daniela Vidigal Rodrigues, Hélio Ramos de MENEZES, Mariana Barreto de ALMEIDA, Pedro Victor Guimarães MEIRELES, Rafael Alves RODRIGUES, Vinícius Rio Verde Melo MUNIZ Orientadores: Profa Me. Regina Lucia SEIXAS-PINTO; Prof. André LERNER FOUFBA ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 8

9 Descrito por Pindborg em 1955, o tumor odontogênico epitelial calcificante (TOEC), também chamado tumor de Pindborg, é uma neoplasia benigna muito pouco freqüente. Representa 1% de todas as lesões odontogênicas. Radiograficamente, o tumor se apresenta como um defeito radiotransparente, muitas vezes com as margens festonadas, uni ou multilocular, rico ou pobremente delimitado e contendo massas radiopacas de variadas extensão e densidade no seu interior. Tem um diagnostico diferencial amplo, o qual abrange desde lesões não neoplásicas, como os cistos odontogênicos, particularmente o cisto odontogênico calcificante, até patologias tumorais como ameloblastoma, odontoma com degeneração cística e o fibroma ameloblástico. O objetivo deste estudo foi discorrer sobre as características radiográficas e imaginológicas do TOEC e estabelecer o diagnostico diferencial radiográfico entre as demais lesões neoplásicas a ele relacionadas. Palavras chave: tumor odontogênico epitelial calcificante, diagnostico diferencial, radiografia. PAINEL 07. ASPECTOS IMAGENOLÓGICOS DO TUMOR ODONTOGÊNICO QUERATOCÍSTICO Davi Silva Carvalho Curi, Eustáquio Rezende, Leonardo Moura, Marcela Soares de Araújo, Mariana Cedraz de Oliveira, Yuri Rodeiro de Souza. Orientadora: Profa. Dra. Jane Matos - UFBA O Tumor Odontogênico Queratocístico (TOQ) compreende uma entidade patológica cavitada e expansiva do complexo maxilomandibular que se origina de remanescentes da lâmina dentária, e tem como principal característica o alto índice de reincidência. O TOQ é mais comum em indivíduos do gênero masculino, há uma predileção pela região posterior de mandíbula e, geralmente, é assintomático. O diagnóstico do TOQ é concluído somente no exame histopatológico, o qual demonstra características peculiares para esta lesão. Entretanto, a radiografia panorâmica e a tomografia computadorizada consistem em instrumentos importantes para a conclusão diagnóstica de lesões localizadas no complexo bucomaxilofacial. Estes exames podem evidenciar alterações ósseas em estágios iniciais e oferecem condições para uma análise precisa e nítida dessas alterações. Representam ferramentas fundamentais para o planejamento e simulações cirúrgicas, além de servir como um excelente método de acompanhamento pós-operatório. O objetivo do presente trabalho foi realizar uma revisão bibliográfica a respeito dos aspectos imagenológicos do tumor odontogênico queratocístico, abordando também suas características clínicas, histopatológicas e seu tratamento. Palavras-chave: tumor odontogênico queratocístico; radiografia panorâmica; tomografia computadorizada. ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 9

10 PAINEL 08. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA APLICADA À ENDODONTIA: RELATO DECASOS CLÍNICOS Gardênia Matos PARAGUASSÚ, Viviane de S. Moreira da SILVA, Filipe Cardoso C. GUERRA, Alexandra MOTA. Orientadora: Profa. Dra. Viviane Almeida SARMENTO - FOUFBA A tomografia computadorizada é um método de diagnóstico por imagem que, utilizando radiação X, permite obter a reprodução de uma secção do corpo humano em quaisquer dos três planos do espaço, obtendo imagens muito mais nítidas e ricas em detalhes que as radiografias convencionais. As radiografias panorâmicas e periapicais produzem detalhes aceitáveis na direção mésio-distal, entretanto, a observação de detalhes na dimensão vestíbulo-lingual (palatino) é inadequada. Devido às limitações e dificuldades na obtenção de informações para o diagnóstico com o uso de radiografias convencionais, o emprego da tomografia computadorizada nas mais variadas especialidades odontológicas tem crescido bastante nas últimas décadas. Suas principais vantagens incluem a eliminação de superposições anatômicas e reconstrução do segmento avaliado em diferentes planos bidimensionais, além da reconstrução tridimensional, o que facilita o diagnóstico. Tais possibilidades têm aprimorado o diagnóstico e o tratamento de patologias na área da odontologia, sobretudo naqueles casos nos quais a radiografia convencional mostrou-se insuficiente ou pouco elucidativa. As fraturas dentárias, por exemplo, representam um desafio às várias modalidades de exames imaginológicos, especialmente se elas estão sobrepostas a materiais intracanais, como a guta-percha ou metal. A tomografia computadorizada tem Aprimorado o diagnóstico e o tratamento de diversas patologias na área odontológica. Na endondontia, problemas como a identificação de um quarto canal em molares, e ainda a visualização de fraturas ou perfurações radiculares tem se tornado uma tarefa menos árdua com a utilização desse exame. O objetivo deste trabalho é relatar um caso clínico, no qual a TC foi útil para um correto diagnóstico endodôntico. Palavras- chave: endodontia, raios X, diagnostico. PAINEL 09. CARACTERÍSTICAS IMAGINOLÓGICAS DA DISPLASIA CLEIDOCRANIANA Gardênia Matos PARAGUASSÚ, Ivían Verena Maia TUPINAMBÁ, Orientadora: Profa. Dra. Viviane Almeida SARMENTO - UFBA A displasia cleidocraniana constitui uma síndrome congênita rara caracterizada por anormalidades ósseas envolvendo principalmente clavículas e crânio. Apresenta como ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 10

11 características clínicas e radiográficas, anormalidades que envolvem clavículas, crânio e mandíbula, como ocasional achatamento dos ossos longos, podendo ocorrer ausência parcial ou completa de clavícula, ossificação defeituosa dos ossos cranianos, fechamento retardado de fontanelas e suturas, anomalias dentárias e baixa estatura. Radiografias panorâmicas são freqüentemente utilizadas, na prática odontológica, como método complementar no diagnóstico desta síndrome. A tomografia computadorizada (TC) demonstra mais claramente o retardo no fechamento das suturas cranianas, tornando-se um exame importante no estabelecimento do diagnóstico da displasia cleidocraniana, especialmente em adultos jovens, nos quais as radiografias convencionais podem mascarar estas características pela superposição entre fontanelas e osso occipital e mineralização fisiológica do crânio. O objetivo deste trabalho é abordar as características imaginológicas mais encontradas nesta síndrome. Palavras - chave: displasia cleidocraniana; radiografia; tomografia computadorizada. PAINEL 10. ERROS RADIOGRÁFICOS Anaclécia SANTOS, Arielson SILVA, Jeane LISBOA, Laira Renata Lemos SANTOS, Mário CHAVES Orientadoras: Profª Dra. Iêda Crusoé REBELLO; Profª Me. Daniela Pita de MELO; Marianna Guanaes Gomes TORRES - UFBA O exame radiográfico é um meio complementar importante e necessário, utilizado pelo profissional da área de saúde na elaboração do diagnóstico, planejamento e execução do tratamento, proservação de casos clínicos e documentação de um modo em geral. Para uma interpretação correta e segura, são de suma importância radiografias com padrão de qualidade aceitável. Quando ocorrem falhas na execução da tomada radiográfica ou durante o processamento de filmes, além de interpretações errôneas, há uma maior exposição do paciente à radiação, aumento do tempo e custos dispensados. Como exemplo de erros temos radiografias com imagem sem nitidez, com imagens escuras (alta densidade) ou claras (baixa densidade), radiografias marcadas ou com posicionamento insatisfatório. Essas imperfeições podem ser corrigidas com um maior cuidado no processamento (cuidado com as soluções, com a manipulação do filme, utilização de câmara escura adequada e controle temperaturatempo) e no posicionamento correto do filme, do cabeçote de raios X e do paciente. Este trabalho tem como objetivo apresentar os principais erros de técnica e de processamento radiográfico, suas causas e como podem ser evitados. É importante que o cirurgião-dentista ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 11

12 saiba identificar e evitar estes erros, para uma melhor qualidade das radiografias e para a bioproteção do paciente. Palavras- chave: erro; radiografia; qualidade. PAINEL 11. CISTO ODONTOGÊNICO CALCIFICANTE (COC) Catiane CARVALHO, Daiana Oliveira BOMFIM, Májila Vieira de SOUZA Orientadora: Profa. Me. Regina Lucia Seixas Pinto - FOUFBA Descrito pela primeira vez por Gorlin em 1962 e posteriormente por Gold em 1963, que o denominaram de cisto odontogênico calcificante e ceratinizado. O COC é uma patologia incomum derivada do epitélio odontogênico remanescente dos maxilares, com variáveis clínicas e radiográficas. Em literatura especializada, há controvérsia entre os autores quanto a sua classificação como cisto ou tumor em decorrência da sua diversidade histopatológica e do não esclarecimento sobre a natureza cística, neoplásica ou hamartomatosa. Trata-se de uma lesão benigna, de crescimento lento, que acomete tanto a mandíbula quanto a maxila, preferencialmente na região de canino e não tem predileção por sexo ou raça. Produz reação inflamatória e pode provocar reabsorção e/ou deslocamento dos dentes. Radiograficamente é uma lesão destrutiva, e como tal seu tratamento inclui desde a enucleação até a secção parcial ou total, podendo apresentar recidiva. Possui imagens radiolúcidas bem definidas, se apresenta unilocular ou multilocular com capacidade de conter áreas radiopacas irregulares, e ocasionalmente pode estar associado a dentes não erupcionados. Com base nestas características, o presente trabalho tem como objetivo elucidar o cirurgião dentista sobre a realização do diagnóstico desta lesão, enfatizando a importância da utilização do exame radiográfico e imaginológico. Palavra- chave: cisto odontogênico calcificante; lesão cística; diagnóstico. PAINEL 12. CEMENTOBLASTOMA BENIGNO Amanda Melo Verçosa Chaves de AGUIAR, Alisson Borges dos Santos COSTA, Clayton Adães NEIRIS, Rafael Dias do NASCIMENTO. Orientador(a): Profa. Dra. Regina Cerqueira Wanderley Cruz UFBA Prof. André Bandeira Lerner UFBA O cementoblastoma benigno é um tumor odontogênico raro, com ocorrência principalmente em mandíbula. Os dentes mais acometidos são os primeiros molares e segundo pré-molares, ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 12

13 preferencialmente vitalizados. É provavelmente derivado do cemento radicular, sendo formado por cementoblastos neoplásicos. A lesão expande para as corticais e reabsorvem a raiz dentária, mantendo-se intimamente ligada a raiz. É sintomático na maioria dos casos tornando-se diferencial entre outras lesões odontogênicas. Radiograficamente é observada uma área radiopaca circunscrita por uma faixa radiolúcida aderida à raiz do dente. O prognóstico é bom, o tratamento consiste em excisão cirúrgica de todo o tumor e remoção do dente afetado. Não há recidivas se retirado corretamente. Sendo assim, a presente revisão de literatura objetiva revisar as principais características clínicas e radiográficas do cementoblastoma benigno, destacando a importância da associação do exame radiográfico com o exame clínico para um correto diagnóstico. Palavras - chave: cementoblastoma benigno; tumores odontogênicos; cemento. PAINEL 13. A BIOSEGURANÇA NA RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA: RISCOS FÍSICOS E BIOLÓGICOS Ana Emília Holanda ROLIM Orientadora: Profa. Dra. Fabiana Paim ROSA - UFBA A biosegurança é uma prática indispensável norteada por medidas de proteção aos profissionais, aos pacientes e ao meio ambiente, contra riscos biológicos, físicos ou mecânicos. Na radiologia clínica, tanto a equipe quanto os pacientes estão suscetíveis, a exposição à inúmeros agentes infecciosos, e a própria radiação. A via de transmissão, aos patógenos, pode ocorrer por contato com sangue, saliva, partículas dispersas no ar e por meio do contato direto ou indireto via instrumentos ou superfícies contaminadas. O controle da infecção na radiologia odontológica está diretamente associado à técnica, ao processamento radiográfico dos filmes intra e extra bucais, ao uso inadequado dos EPIs, a forma de desinfecção das superfícies e ao método de esterilização dos materiais odontológicos. A esterilização, desinfecção ou uso de barreiras físicas desses materiais devem obedecer a protocolos específicos de acordo com a sua classificação. Diante desta problemática, o presente trabalho tem por objetivo esclarecer e conscientizar sobre os riscos, a forma de controle e proteção para a equipe de saúde envolvida e para o paciente. Palavras - chave: biossegurança, infecção cruzada, radiologia. ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 13

14 PAINEL 14. APLICAÇÕES CLÍNICAS DOS MÉTODOS DE LOCALIZAÇÃO RADIOGRÁFICA Danielle Cristine Costa DIAS, Diego Tosta SILVA, Francisca Carvalho de SOUZA, Mariana Lago de Salles BRASIL, Silvia de Castro Mendes VASCO Orientadora: Ana Clara Alves de CARVALHO - UFBA Embora seja imprescindível na Odontologia, a radiografia convencional possui limitações como fornecer uma imagem bidimensional de uma estrutura tridimensional, além da sobreposição de imagens. Sendo assim, os métodos de localização radiográfica são recursos técnicos importantes na avaliação de estruturas nas suas três dimensões, como dentes impactados, corpos estranhos e estruturas anatômicas, assim como na superação dessa sobreposição. Os métodos a serem abordadas são a Técnica de Clark, que consiste na variação da angulação de incidência do feixe de raio X, permitindo dissociar estruturas e localizar o objeto no sentido vestíbulo-lingual; a Método de Muller-Winter, que se baseia no principio da dupla incidência, uma periapical e outra oclusal também com filme periapical, perpendiculares entre si, permitindo a localização da estrutura em estudo em sua terceira dimensão; o Método de Donovan, modificação da técnica de Muller-Winter, onde a inclinação do filme periapical apoiado sobre o ramo ascendente da mandíbula permite uma melhor visualização completa dos dentes demasiadamente angulados; o Método de Le Master, que com a fixação de um rolete de algodão na porção do filme que se apoiará na coroa dos molares superiores, melhora-se as condições de paralelismo entre o filme e o dente, diminuindo a sobreposição entre osso e processo zigomático e estruturas dentárias; e, por fim, o Método de Parma, que preconiza a inclinação do filme de modo que seu longo eixo fique angulado com o plano oclusal, permitindo uma visualização completa no filme periapical de todo o dente inclinado. Desta forma, serão abordadas de maneira ilustrativa as aplicações clínicas dos métodos de localização radiográfica e como estes possibilitam solucionar problemas inerentes à radiografia convencional. Palavras - chave: radiografia dentária; dente impactado, osso zigomático. PAINEL 15. AMELOBLASTOMA DESMOPLÁSICO: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Fernanda Vieira ALVES, Humberto FRAGA, Leonardo FRAGA, Luisa VASCONCELOS, Valter ALMEIDA. Orientadoras: Profª Me. Regina Lucia Seixas PINTO - FOUFBA Me. Marianna Guanaes Gomes TORRES FOUFBA ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 14

15 O ameloblastoma é uma neoplasia benigna comum dos ossos maxilares, originada de remanescentes da lâmina dentária. Histologicamente ocorrem vários padrões, incluindo os tipos: folicular, plexiforme, acantomatoso, de células granulosas, de células basais e desmoplásico. Este último caracteriza-se, de modo geral, por uma pronunciada colagenização do estroma o qual se encontra permeado por pequenas ilhas e cordões de epitélio tumoral odontogênico. Apresenta também um aspecto radiográfico incomum e uma marcante diferença na localização anatômica em comparação com o ameloblastoma convencional. Trata-se de uma lesão mista radiopaca e radiotransparente, raramente sugestiva de ameloblastoma, podendo ser confundida com uma lesão fibro óssea. O diagnóstico é feitoembasado na história clínica do paciente, exame físico loco regional, achados radiográficos e detalhes histológicos da biópsia incisional. O tratamento é cirúrgico com ampla margem de segurança. As recidivas estão associadas à escolha por um tratamento conservador, interferindo no prognóstico. Desta forma, o presente trabalho objetiva revisar as principais características clínicas e radiográficas do ameloblastoma tipo desmoplásico, destacando a importância do exame imaginológico para um diagnóstico completo. Palavras - chave: ameloblastoma desmoplásico, radiologia, tumor odontogênico. PAINEL 16. ODONTOAMELOBLASTOMA Adimar Ferreira de Souza JÚNIOR, Mídian Pereira SOUSA, Milena de Vasconcelos SILVA, Orlando José de Souza Pacheco JÚNIOR. Orientadores: Profª. Drª. Regina Cerqueira Wanderley CRUZ; Prof. André Lerner- UFBA. O odontoameloblastoma (OA) é um tumor odontogênico misto extremamente raro com menos de 50 casos relatados na literatura. Era chamado antigamente de odontoma amelobástico e o termo OA foi incluído na classificação pela OMS em 1971, pois o OA contém um componente ameloblatomoso juntamente com componentes semelhantes ao odontoma. Esta lesão parece ocorrer na mandíbula de pacientes jovens. O OA é semelhante a um ameloblastoma, tanto na estrutura e no comportamento localmente agressivo. Sua apresentação clínica, entretanto, muitas vezes se assemelha ao odontoma mais inócuo e, portanto, o reconhecimento de sua natureza agressiva é comumente verificada somente após o seu diagnóstico histopatológico por enucleação. Devido a sua raridade, existem controvérsias em relação ao tratamento desse tumor. Este estudo propõe-se a apresentar o OA, abordando aspectos como característicos clínicas, tratamento e as características radiográficos em maior ênfase. Palavras-chave: odontoameloblastoma, ameloblastoma, odontoma, odontoma ameloblástico. ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 15

16 PAINEL 17. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DAS CALCIFICAÇÕES PERIMANDIBULARES Alan Cézar Barros de JESUS; Alexnaldo Corrêa DIAS; Iuri Luís VIEIRA; Moacir Xavier DIAS. Orientadora: Profa. Dra. Patrícia Leite Ribeiro LAMBERTI - UFBA O cirurgião-dentista deve, após a anamnese de seus pacientes, estar atento à interpretação das imagens radiográficas. O diagnóstico diferencial da síndrome de Eagle inclui nevralgias glossofaríngea e trigeminal, arterite temporal, enxaqueca, cefaléia histamínica, síndrome da disfunção-dor miofacial, dor secundária a terceiros molares não irrompidos ou impactados, artrite cervical, tumores e próteses dentais ausentes. Não apenas a calcificação de ateroma em carótida produz imagens radiopacas na lateral de radiografias panorâmicas e a calcificação da cartilagem tritíceo é grande causa de erro no seu diagnóstico. O objetivo deste trabalho é apresentar diferentes tipos de calcificações existentes em áreas próximas à mandíbula, que podem ser observadas na radiografia panorâmica, para saber diferenciá-las e determinar a necessidade de tratamento ou outros métodos de investigação. Palavra-chave: diagnóstico diferencial, Eagle, radiografia panorâmica. PAINEL 18. SISTEMA DIGITAL DE ARMAZENAMENTO DE FÓSFORO - DENOPTIX QST Larissa SOUZA, Caroline Luquini, Juliana MATTOS, Juliana MAGALHÃES, Ana Isabel GONÇALVES, Hérlia RODRIGUES Orientadora: Profa. Daniela Pita de MELO - UFBA Com o avanço tecnológico mundial, ocorreu uma informatização em todos os campos profissionais. Um dos adventos tecnológicos da odontologia, mas precisamente da radiologia, é a imagem digital. O presente trabalho tem como objetivo demonstrar o funcionamento de um sistema digital radiológico, o DenOptix QST, bem como estabelecer as vantagens e desvantagens dessa tecnologia. O DenOptix (Gendex Dental Systems, Milan, Italy) é um sistema radiológico digital, lançado em 1997, composto de placas de fósforo reutilizáveis, scanner próprio com componentes de leitura de imagem, programa próprio do sistema e acessórios periféricos. Este sistema foi substituído recentemente por uma nova versão, o DenOptix QST. As PSP desse sistema têm dimensões e flexibilidade próximas às dos filmes convencionais e também possui carrosséis compatíveis com os vários tamanhos de placas, possibilitando o escaneamento de mais de uma imagem ao mesmo tempo, com tempo de leitura de 14 a 75 segundos. Esse sistema tecnológico digital tem como vantagens a aquisição ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 16

17 de imagens de boa qualidade com tempos de exposição menores que os necessários para um filme convencional, além de proporcionar uma aquisição quase que imediata da imagem, diminuindo o tempo de trabalho, diminuindo a possibilidade de erros de exposição, e melhorando a visualização das imagens. A aquisição informatizada elimina o processamento químico-úmido e facilita o entendimento do tratamento pelo paciente disponibilizando a imagem no monitor. O que dificulta a expansão da utilização da imagem digital, especialmente no Brasil, é o alto custo inicial de aquisição desses aparelhos, porém espera-se que com o passar do tempo, esses se tornem mais acessíveis para a maioria dos cirurgiõesdentistas, facilitando o trabalho dos mesmos e garantindo um tratamento mais adequado do paciente. Palavras chave: Radiografia digital, Qualidade de imagem, Radiografia convencional. PAINEL 19. DIAGNÓSTICO POR IMAGEM DOS TRAUMAS DA FACE Gardênia Matos PARAGUASSÚ, Ivían Verena Maia TUPINAMBÁ, Caroline Chaves MAIA, Felipe Rios OLIVEIRA. Orientadora: Profa. Dra. Viviane Almeida Sarmento - UFBA As fraturas faciais são eventos comuns, originados principalmente de acidentes automobilísticos e agressões físicas. Em pacientes recém traumatizados, o diagnóstico é mais obscuro devido à incapacidade cooperação por sua própria condição clínica. A obtenção de exames por imagem, para diagnóstico de fraturas faciais, é essencial à delimitação de sua extensão e localização exata e, conseqüentemente, ao planejamento da melhor terapêutica. Radiografias intra e extrabucais (como as técnicas de Waters, Hirtz e perfil de face) e tomografia computadorizada (TC) são recursos imaginológicos que podem ser utilizados. As radiografias evidenciam apenas duas dimensões do segmento radiografado e assim, para se obter a informação tridimensional desta área, é essencial que sejam obtidas no mínino duas incidências radiográficas perpendiculares entre si. Já o exame de TC permite a obtenção de imagens sem sobreposições anatômicas, além de possibilitar a realização de uma série de reconstruções da área afetada (em diferentes planos espaciais), permitindo um diagnóstico mais acurado. Algumas de suas desvantagens incluem o maior custo e a presença de artefatos gerados por peças metálicas, que não são incomuns em pacientes vítimas de trauma de face. O ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 17

18 objetivo deste trabalho é abordar os diferentes recursos imaginológicos que complementam o diagnóstico do trauma facial, bem como suas vantagens, desvantagens e aplicações na Odontologia. Palavras chave: fraturas faciais; radiografia; tomografia computadorizada. PAINEL 20. RADIOBIOLOGIA Ana Paula Soares da SILVEIRA, Alisson Maia da SILVA, Ismael Guimaraes PRATES, Lais Gomes SPINOLA, Letícia Almeida CHEFFER, Murilo Muniz Pereira MARQUES Orientadora: Profa. Luciana Freitas OLIVEIRA UFBA As radiações podem ser corpusculares ou eletromagnéticas, como a radiação X, e as fontes de radiação naturais ou artificiais, dentre estas está a radioterapia e o radiodiagnóstico, que utiliza os raios X. Os efeitos biológicos promovidos pela radiação X nos organismos vivos são deletérios, por isso, o uso racional dos raios-x é preconizado na prática profissional. Segundo o princípio de Alara o uso dos raios X deve ser tão baixo quanto racionalmente praticável. As radiações ionizantes promovem nas células alterações nucleares, no citoplasma e nas membranas, destacando-se: alterações morfológicas, da fisiologia celular, na permeabilidade celular, na reprodução, aberrações cromossômicas, desintegração de mitocôndrias e aparelho de Golgi. Os efeitos somáticos promovidos pelos raios-x, a exemplo da radiodermite, são condicionados a fatores como a dose, ao ritmo de aplicação, tamanho da área irradiada, idade, tipo de célula do tecido irradiado e substâncias protetoras, como a vitamina E, que eliminam radicais livres. Efeitos genéticos também podem ocorrer, causando efeitos deletérios sobre os cromossomos. O efeito das radiações é maior nas células menos diferenciadas e em grande atividade reprodutora. Os fatores que modificam a radiossensibilidade são o metabolismo celular e a vascularização, sendo diretamente proporcionais à quantidade de oxigênio e à sensibilidade celular e tecidual; a vizinhança também modifica a radiossensibilidade, pois produtos tóxicos provenientes da radiação de tecidos sensíveis podem atingir tecidos vizinhos menos sensíveis. Há uma classificação conhecida como classificação de Ellinger, que coloca em ordem decrescente de radiossensibilidade as células, sendo, por exemplo, linfócitos e eritrócitos mais radiossensíveis, e células nervosas e musculares menos. Os efeitos biológicos decorrentes da radiação X podem ser determinísticos, ou seja, previsíveis, ou estocásticos, em que a indução e a severidade independem da dose. Apesar disto, a radiação X não deve ser temida, mas sim controlada. Palavras chave: efeitos biológicos, radiossensibilidade, efeitos somáticos. ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 18

19 PAINEL 21. NEOPLASIAS BENIGNAS DE TECIDO MOLE DE LOCALIZAÇÃO INTRA-ÓSSEA Larissa Nilza Neves NOGUEIRA, Lívia Silva Figueiredo RIBEIRO, Samilly Evangelista SOUZA, Wilton Rego NETTO Orientadores: Profa. Me. Regina Lucia Seixas PINTO - UFBA Prof. André B. LERNER - UFBA Neoplasia é o termo que designa alterações celulares devido ao crescimento exagerado de um tipo de célula. Isso ocorre por proliferação celular sem controle, onde as células reduzem ou perdem sua capacidade de se diferenciar, geralmente devido a modificações dos genes que regulam o crescimento e a diferenciação celular. As neoplasias são classificadas como benignas e malignas. Baixa velocidade de crescimento, células semelhantes às células do tecido de origem e núcleos sem alteração, ocorrendo, porém um arranjo tecidual diferente dos padrões de formação é peculiar das neoplasias benignas, e, as neoplasias malignas apresentam células irregulares, mitoses atípicas, hipercromia de núcleo, pleomorfismo de núcleo, forma e tamanho, rápido crescimento, podendo este ser infiltrativo, gerando metástases. Dentre as neoplasias benignas de tecido mole da mucosa bucal, e que podem ocorrer no interior do osso, temos o lipoma, schuwanonna, leiomioma, miofribroma, neurofibroma, hemangioma e malformação vascular, sendo os três últimos mais freqüentes. O neurofibroma é uma neoplasia dos nervos periféricos e pode apresentar-se solitária ou múltipla a neurofibromatose. Lesões bucais caracterizam-se por serem nodulares e recobertas de mucosa jugal. O hemangioma é uma anomalia vascular de desenvolvimento, devido a proliferação de células endoteliais. São comuns na infância e têm crescimento rápido, devido à proliferação de células endoteliais, entretanto, involuem com o tempo, a maior incidência dos casos relatados na literatura são em região de cabeça e pescoço. As malformações vasculares são anomalias estruturais dos vasos sanguíneos, sem proliferação endotelial. Diante do expoxto, e devido a importância do conhecimento dessas neoplasias para o profissional de Odontologia e Medicina, nosso objetivo é discorrer sobre os aspectos clínicos, radiográficos e imaginológicos dessas neoplasias. Palavras-chave: neoplasias benignas, hemangioma, neurofibroma, malformação vascular. ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 19

20 PAINEL 22. LESÕES ASSOCIADAS À ARTICULAÇÃO TEMPORO MANDIBULAR Laís Sara Egas Muniz Barreto VALLE, Maria Sônia COSTA, Mônica Sueli Barbosa de OLIVEIRA, Thaiane Freitas VIEIRA Orientadora: Profa. Me. Regina Lucia SEIXAS-PINTO ODO A articulação temporomandibular (ATM) é a mais diferenciada das articulações sinoviais do corpo humano e a única que apresenta duas articulações com movimentos simultâneos, amplos, sincronizados e requer uma íntima interação entre os componentes esqueléticos móveis e fixos da face para o seu desempenho. Como todas as articulações sinoviais, a ATM também está sujeita a alterações que comprometem o funcionamento das estruturas orofaciais, ligamentos, músculos da mastigação, ossos maxilar e mandíbula, dentes e estruturas de suporte dentário, relacionados multifatorialmente com hábitos mastigatórios parafuncionais, produzindo lesões microtraumáticas na ATM, e o indivíduo apresentar sinais e sintomas variados desde dores articulares até ruídos e desvios de linha média. Devido à complexa caracterização dessas disfunções, importância para a clínica odontológica e qualidade de vida dos indivíduos em geral, se faz necessário a utilização de exames complementares a fim de elucidar e obter a melhor síntese diagnóstica para cada paciente em especial. Diante do exposto, a nossa proposta é realizar uma revisão de literatura sobre os métodos usados para evidenciar as lesões que podem acometer a ATM, determinados especialmente pela revolução nos últimos anos no campo da informática e pela descoberta de novas fontes de energia para estudo no interior do corpo humano, e, discorrer sobre os fatores associados a essas alterações funcionais e morfológicas da ATM. Palavras-chave: articulação tempomandibular, radiografia, diagnóstico imaginológico. PAINEL 23. CISTO ÓSSEO ANEURISMÁTICO Edval Reginaldo Tenório JUNIOR, Inácio Lima AGUIAR, Laryssa Milena Pinto RANGEL, Rodrigo Andrade LIMA. Orientadores: Profa. Me. Regina Lucia SEIXAS-PINTO; Prof. André LERNER - ODO O cisto ósseo aneurismático define-se como uma lesão osteolítica expansiva constituída de espaços cheios de sangue, podendo ocorrer em qualquer segmento do esqueleto, sendo mais freqüente nos ossos longos ou na coluna vertebral. É uma lesão localmente destrutiva, por seu crescimento progressivo, benigna, e de rara incidência, constituindo cerca de 1,4% de todos os tumores ósseos primários. Esse cisto surge predominantemente na mandíbula, comparado à maxila. A maioria dos casos surge em crianças e adultos jovens, com média de 20 anos, ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 20

21 havendo uma leve predileção pelo sexo feminino. A manifestação clínica mais comum é a tumefação, que se desenvolve rapidamente. Dor tem sido bastante relatada pelos pacientes, devido à compressão de estruturas nervosas. Em algumas ocasiões, pode estar presente má oclusão, mobilidade, migração ou reabsorção dos dentes envolvidos. Radiograficamente se apresenta como uma lesão radiolúcida, unilocular ou multilocular, associada com significativa expansão e adelgaçamento da cortical óssea. As bordas radiográficas são variáveis, e podem ser bem definidas ou difusas. As imagens obtidas por tomografia computadorizada costumam ser mais sugestivas, e auxiliam no diagnóstico diferencial com outras patologias. Em aproximadamente 20% dos casos, o cisto está associado com outras lesões, geralmente uma lesão fibro óssea ou granuloma de células gigantes. Esses cistos na maxila são normalmente tratados por curetagem ou enucleação, às vezes, completados com criocirurgia. A irradiação é contra indicada. Casos raros requerem ressecção cirúrgica mais extensa, podendo assim, evitar recidivas. O objetivo do estudo foi discorrer sobre aspectos relevantes do cisto ósseo aneurismático. Palavras-chave: Cisto ósseo aneurismático; Tumores ósseos; Lesão osteolítica. PAINEL 24. GRANULOMA CENTRAL DE CÉLULAS GIGANTES Herbet SANTOS, Maurício Sampaio Abreu LEITE, Mayara AGUIAR, Phillip Hélder de Azevedo VASCONCELOS. Orientadora: - Profa. Dra. Jane Luzia Freire MATOS - FOUFBA Segundo a Organização Mundial de Saude (OMS), o granuloma central de células gigantes (GCCG) é uma lesão intra-óssea que consiste tecido fibroso com focos múltiplos de hemorragia, agregação de células gigantes multinucleadas e, ocasionalmente trabéculas de tecido ósseo. É uma lesão benigna incomum (7%) de etiologia ainda incerta e com variação no comportamento clínico e evolutivo, dependendo do grau de desenvolvimento. É geralmente assintomática, mas alguns casos adquirem um curso clínico, podendo apresentar dor, crescimento rápido, deslocamento dentário, reabsorção de raiz e perfuração do osso cortical. A maioria dos casos acomete região anterior da mandíbula de adultos jovens tendo uma leve preferência pelo sexo feminino. Radiograficamente é caracterizado por área radiolúcida uni ou multilocular, com margens bem demarcadas e descorticalizadas. O aspecto radiográfico não é patognomônico, podendo ser confundido com outros processos dos maxilares neoplásicos ou não, mudando de acordo com o tamanho da lesão. Demonstra ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 21

22 histologicamente uma grande variedade de características. É representado pela presença de células gigantes multinucleadas num estroma colagenoso com células mesenquimatosas ovóides a fusiformes ao fundo. O padrão histológico não é patognomônico, apresenta muita similaridade com outras patologias como cisto ósseo aneurismático, tumor marrom do hiperparatireoidismo, TCG e querubismo além de radiograficamente assemelhar-se a ameloblastoma, mixoma odontogênico, queratocisto, cisto ósseo aneurismático, granulomas ou cistos periapicais. Portanto a união de evidências clínicas, radiográficas e histopatológicas são importantes para um diagnóstico correto. Quanto ao tratamento as modalidades cirúrgicas variam desde a curetagem à ressecção em bloco. Existem ainda alternativas não invasivas como administrações de corticosteróides, calcitonina, e α-interferon. O prognóstico é bom, e não há relatos de metástases, o que confirma a característica benigna da lesão. Desta forma, objetiva-se, através dessa revisão de literatura, rever as principais características clínicas, radiográficas e histopatológicas referentes ao GCCG, destacando a importância do diagnóstico diferencial na concretização de um diagnóstico preciso. Palavras chave: células gigantes; granuloma; lesão intra-óssea. PAINEL 25. BIOSSEGURANÇA AMBULATORIAL EM RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA Ludmila FARO, Paloma CASTRO, Rafael MAINARTE, Ramsés VENTURA, Takeuche ROCHA. Orientadora: Profa. Daniela Pita de MELO - UFBA Vivemos continuamente em contato com diversos tipos de radiação, sejam elas naturais a exemplo dos raios cósmicos e o próprio raio ultra-violeta solar; ou artificiais, como as radiações empregadas na área médico/odontológica, industrial e proveniente das explosões nucleares. O presente trabalho visa estabelecer critérios para a proteção radiológica e microbiológica do profissional, paciente e meio ambiente clínico odontológico. Os efeitos das radiações ionizantes sobre o organismo podem ser físicos e químicos, resultando em modificação da morfologia e função. Para a proteção do paciente existem várias medidas a serem adotadas, como: - calibração e manutenção do aparelho de raios-x prevenindo exposições adicionais à radiação; Uso de filmes com maior sensibilidade ou receptores digitais - importantes para a redução da dose a qual o paciente é exposto; Indicação e execução correta das técnicas evitando exposições desnecessárias; Colimação correta para ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 22

23 cada tipo de exposição- reduzindo a área de incidência dos feixes; Comunicação efetiva com o paciente evitando erros por falta de compreensão do que está sendo realizado; Uso de avental plumbífero e protetor de tireóide - proporcionando proteção das células reprodutivas e somáticas dessas regiões. A maioria dos métodos de proteção do paciente também é útil para o profissional, podendo citar ainda medidas como: posicionamento adequado do profissional, biombo de chumbo com vidro plumbífero, filmes dosimétricos. Torna-se patente a necessidade, também, da proteção do meio ambiente que pode ser concebida com o adequado direcionamento dos feixes dos raios X, revestimento das paredes do ambiente com barita ou chumbo. Ainda neste contexto, não podemos negligenciar a proteção microbiológica, que pode ser proporcionada através da utilização correta dos EPIs, descarte adequado dos resíduos biológicos, com o objetivo de impedir infecções cruzadas. É dever do profissional de saúde seguir as medidas necessárias para uma correta biossegurança ambulatorial, preservando assim a saúde de toda sua equipe e dos pacientes referidos ao seu ambiente de trabalho. Palavras chave: biossegurança, radiação X, dose. PAINEL 26. TUMOR MARROM DO HIPERPARATIREOIDISMO Larissa Santana VIANA, Maíra Barbosa Santos GOMES, Mônica Cristina Matos dos SANTOS Orientadora: Profa. Dra. Jane Luzia Freire MATOS - UFBA Hiperparatireoidismo se caracteriza pelo aumento da produção do hormônio paratireoidiano(pth) pelas glândulas paratireóides. Pode ser primário com a produção descontrolada de PTH, que pode ser resultado de adenoma da paratireóide (80-90% dos casos), hiperplasia das paratireóides ou carcinoma paratiroideano (menos de 1% dos casos). Quando associado à insuficiência renal crônica é considerado hiperparatireoidismo secundário. Os primeiros sinais do hiperparatireoidismo são reabsorção subperiosteal das falanges e perda de densidade óssea com embaçamento do padrão trabecular (vidro fosco). A persistência da doença proporciona o desenvolvimento do tumor marrom que é uma lesão focal de aspecto cístico mais comum nos ossos longos e maxilares. Acomete mulheres duas vezes mais do que homens. Nos maxilares é prevalente na mandíbula. Radiograficamente apresenta-se como uma lesão radiolúcida bem demarcada podendo ser unilocular ou multilocular. Clinicamente, apresenta crescimento lento, assintomático, podendo em alguns casos ser localmente destrutiva com expansão da cortical óssea, dor e fraturas patológicas. ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 23

24 Histologicamente é caracterizada por estroma fibroblástico altamente celularizado, com intensa proliferação de fibroblastos fusiformes, presença de células gigantes multinucleadas em número variável. Pode apresentar calcificação distrófica, depósitos de hemossiderina e extravasamento de eritrócitos. Lesões de células gigantes, como é o caso do granuloma central de células gigantes, cisto ósseo aneurismático, querubismo, e do tumor marrom do hiperparatireoidismo são indistinguíveis no exame histopatológico, sendo sua história clínica de extrema importância para um diagnóstico conclusivo. O diagnóstico do tumor marrom é baseado em exames laboratoriais das concentrações de cálcio, fosfato, fosfase alcalina, creatinina e PTH. Confirmado o diagnóstico de tumor marrom do hiperparatireoidismo a intervenção cirúrgica é em muitos casos desnecessária, pois após a paratireoidectomia o defeito ósseo tende a se restaurar. Esse processo de restauração pode levar de meses a anos levando em conta o tamanho da lesão e a idade do paciente. Palavras chave: hiperparatireoidismo, tumor marrom do hiperparatireoidismo, células gigantes. PAINEL 27. FIBROSSARCOMA AMELOBLÁSTICO: UMA ABORDAGEM RADIOGRÁFICA E IMAGINOLÓGICA Bárbara Baptista VALENTIM, Laís Rueda CRUZ, Manuela Torres Andion VIDAL, Naiadja de Santana CERQUEIRA. Orientadores: Profa. Me. Regina Lucia SEIXAS-PINTO - UFBA Prof. André Lerner UFBA O fibrossarcoma ameloblástico (FSA) é um tumor odontogênico misto muito raro, considerado como a contraparte maligna do fibroma ameloblástico. É uma neoplasia que apresenta componente epitelial benigno, semelhante a um ameloblastoma e componente mesenquimal maligno, semelhante ao fibrossarcoma. Podem ser subclassificados em dentinossarcoma ameloblástico ou odontossarcoma ameloblástico, dependendo da presença de dentina ou de dentina e esmalte. O FSA ocorre em uma ampla faixa etária, com idade média de 27 anos, o acometimento de homens e mulheres é de 1,6:1, e o local mais comumente afetado é a região posterior da mandíbula. Os achados clínicos e sintomas relacionados com essa neoplasia são a dor e a tumefação. Apresenta altos índices de reincidência e agressividade local. Radiograficamente apresenta-se com uma aparência tradicional a várias lesões, área radiotransparente, multilocular ou unilocular, destrutiva, mal definida, podendo ATIVIDADE DE EXTENSÃO DE RADIOLOGIA DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFBA 24

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