ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL. radiográficas da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL. radiográficas da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de"

Transcrição

1 ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL Neste tópico vamos descrever as principais alterações das imagens radiográficas da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de causas patológicas. Forma das raízes: já identificamos anteriormente alguns dos aspectos relacionados ao septo interradicular de dentes multiradiculares. Assim, analisando a forma das raízes dentais, já sabemos que os septos com a forma expulsiva ou retentiva são consequência de sua forma divergente ou convergente, respectivamente. Raízes geminadas são uma ocorrência comum em dentes inferiores (mas não tanto nos superiores), onde observamos o aspecto radiográfico de união das raízes, como se esses dentes fossem uniradiculares, com um ou mais canais no seu interior (FIGURAS abaixo). RAIZES GEMINADAS RAIZES CONVERGENTES RAÍZES DIVERGENTES Dilaceração radicular: anomalia dental de forma caracterizada pela observação de angulação ou curvatura exageradamente acentuada na raiz dental, que pode ocorrer em qualquer dente ou em qualquer ponto ao longo do comprimento da raiz; entretanto, na maior parte das vezes é vista no seu terço

2 apical. O exame radiográfico é muito importante na observação desta anomalia dental pela dificuldade de obturar o canal radicular (FIGURAS abaixo). DILACERAÇÃO RADICULAR DILACERAÇÃO RADICULAR Hipercementose: alteração regressiva dos dentes caracterizada pela deposição de quantidades excessivas de cemento secundário, de forma simétrica, nas superfícies radiculares. Pode envolver quase toda a raiz, embora em alguns casos ocorra apenas no ápice dental. Radiograficamente observa-se que a imagem das raízes está mais volumosa ou maior do que o normal, perdendo seu perfil afilado, com o exagerado arredondamento do ápice. Muitas vezes é nítida a separação entre o novo cemento depositado em quantidades excessivas e o contorno original do dente. As imagens do espaço periodontal e da lâmina dura são regulares, acompanhando a deposição. É a única possibilidade de identificarmos radiograficamente a densidde do cemento (FIGURAS abaixo). HIPERCEMENTOSE NOS CANINOS E PRÉ-MOLARES HIPERCEMENTOSE NAS RAÍZES DOS MOLARES

3 Rizólise: reabsorção externa fisiológica que ocorre nos dentes decíduos, associada à sua substituição natural, com presença ou ausência dos germes dos dentes permanentes correspondentes. É um processo lento e intermitente quando se alternam períodos de quiescência, enquanto que em algumas crianças a perda de substância radicular é mais rápida (há quem descreva maior rapidez no processo em dentes submetidos à pulpotomia). Observamos diminuição do comprimento da raiz a partir do ápice em direção ao terço cervical, frequentemente em forma de bisel. Podemos anotar que em algumas ocasiões a rizólise é incompleta e uma porção da raiz pode permanecer no osso alveolar e/ou entre as raízes dos decíduos pode ocorrer maior pressão do germe correspondente, causando maior reabsorção fisiológica em um lado ou em uma das raízes (de dentes multiradiculares) (FIGURAS abaixo). RIZÓLISE RIZÓLISE Reabsorção radicular externa: destruição patológica de tecido dental (cemento e dentina) que pode ocorrer em qualquer parte da superfície radicular (mais frequente na sua porção apical). A área reabsorvida pode parecer regular ou irregular na radiografia, sem forma ou arredondada, pois a destruição não tem direção nem quantidade definidas. Quando ocorrer no terço médio da raiz e não ser detida, tudo faz crer que o processo se continua até sua completa divisão (uma fratura patológica). O grau de escurecimento da imagem superposta ao tecido dental remanescente (pelos diversos tons de cinza observados) pode evidenciar a quantidade de tecido destruído

4 Várias causas desta reabsorção são conhecidas: lesão periapical crônica em torno do ápice dental, decorrente de necrose pulpar (lesões de crescimento lento evidenciam imagens de áreas irregulares de reabsorção tanto no ápice quanto nas superfícies laterais da raiz), tumores e cistos dos maxilares associados ou não aos dentes (muitas vezes fornecendo uma imagem semelhante a um corte regular, em bisel), tratamento ortodôntico mal conduzido onde forças excessivas são aplicadas para movimentação dental (o ápice vai sendo arredondado, com a gradual perda de tecido dental, podendo a reabsorção alcançar o terço cervical da raiz se a força não for atenuada; nesses casos a superfície lateral da raiz raramente é afetada), pressão de dentes inclusos aos seus adjacentes (a força eruptiva de um dente incluso é suficiente para induzir uma reabsorção dental), trauma em qualquer área do dente (mais na coroa), dentes reimplantados/transplantados (observamos perda de substância dental inicialmente no terço médio da raiz em forma de meia lua, que pode se acentuar rapidamente, independente da obturação do canal radicular) ou ainda devido a causas desconhecidas (FIGURAS abaixo). REABSORÇÃO EXTERNA POR LESÃO PERIAPICAL CRÔNICA REABSORÇÃO EXTERNA POR TUMOR ODONTOGÊNICO REABSORÇÃO EXTERNA POR TRAUMA DENTAL REABSORÇÃO EXTERNA POR TRATAMENTO ORTODÔNTICO

5 Reabsorção radicular interna: forma incomum de perda de tecido dental que começa no interior do canal radicular, frequentemente associada a inflamação do tecido pulpar de dentes permanentes. O exame radiográfico pode ser o primeiro a revelar sua ocorrência, quando observamos um arredondamento regular e claramente definido, com consequente aumento de volume na imagem do canal radicular no sentido mésio-distal (a reabsorção interna no sentido vestíbulolingual não é detectada radiograficamente em sua fase inicial); o aumento da radiolucência nas duas paredes do canal radicular é frequentemente simétrico (a ocorrência somente em um dos lados da parede radicular também pode ocorrer). A reabsorção pode avançar com extensão e velocidades variáveis (como que escavando a dentina) em direção ao espaço periodontal, independentemente da obturação do canal radicular, podendo chegar até a perfuração completa da raiz; este processo costuma ser irreversível (FIGURAS abaixo). REASORÇÃO RADICULAR INTERNA Apicectomia: trata-se da remoção cirúrgica do terço apical dos dentes, seguido ou não pela execução de uma obturação retrógrada do canal radicular (em direção contrária à convencional, de apical para cervical). Realizada em casos com indicação precisa, um corte transversal uniforme é realizado, para remoção de uma parte da raiz, notando-se uma imagem de redução do comprimento total do dente,

6 quando comparado aos seus adjacentes. É diferente das imagens de reabsorções radiculares patológicas pela uniformidade do aspecto radiográfico da remoção intencional do tecido dental e, em caso de obturação retrógrada, pela acentuada radiopacidade do material utilizado para vedar o ápice radicular(figura abaixo). APICECTOMIA Raiz residual/resíduo de raiz: são porções de raízes que ficaram nos tecidos de inserção e revestimento respectivamente, após extrações mal realizadas ou mal sucedidas; o profissional deixou para trás pedaços da raiz, decorrentes de fraturas no momento da extração. O conceito de raiz residual e de resíduo de raiz se aplica ao tamanho do fragmento (+ de 1/3 do tamanho original da raiz = raiz residual e de 1/3 do tamanho original da raiz = resíduo de raiz) (FIGURAS abaixo). HIPERCEMENTOSE RAÍZES RESIDUAIS RESÍDUO DE RAIZ Fraturas radiculares: o exame radiográfico é bastante importante na sua localização, que modifica o aspecto da raiz dental (certo cuidado, no entanto, é

7 desejável em casos de superposição das imagens de dentes adjacentes que podem simular uma fratura dental em pessoas que sofreram traumas na face). Geralmente tem origem diversa, são mais comuns nos indivíduos jovens e nos dentes anteriores. Embora com menor frequência, podem ser decorrentes de reabsorção radicular externa/interna observadas no terço cervical/médio da raiz (fratura patológica). Radiograficamente se apresentam como um traço radiolúcido que rompe a uniformidade da imagem da raiz, ocorrendo em qualquer altura, com direção vertical, horizontal e oblíqua. A fratura radicular vertical dificilmente é observada na radiografia pela coincidência da linha (traço) de fratura com a imagem do canal radicular. As fraturas com direção horizontal ou oblíqua são mais facilmente identificadas pelo contraste do traço radiolúcido da fratura com o restante do tecido dental, fortemente radiopaco. O afastamento dos segmentos fraturados não é uma ocorrência incomum, principalmente nos casos decorrentes de reabsorção radicular externa/interna (FIGURAS abaixo). FRATURA RADICULAR OBLÍQUA FRATURAS RADICULARES HORIZONTAIS Raiz com dois ou mais canais: aspecto em que observamos um aumento no número de canais radiculares em uma mesma raiz, identificáveis por sua radiolúcidez ao exame radiográfico. Assim em um dente onde deveríamos observar

8 1 canal em 1 raiz, constatamos radiograficamente o aparecimento de 2 ou mais canais nesta mesma raiz (FIGURAS abaixo). RAIZ COM DOIS CANAIS RAIZ COM DOIS CANAIS Canal com bifurcação: uma anomalia de forma relacionada aqui pela mudança que provoca no aspecto radiográfico da raiz dental. Nem sempre é facilmente identificável requerendo, algumas vezes, técnicas radiográficas de mesialização/distalização, para observarmos essas divisões. Frequentemente o canal é único ao sair da câmara pulpar e se bifurca no terço médio da raiz. Há um quase desaparecimento da imagem do canal radicular. Pode-se observar também, ao mesmo tempo, bifurcação de canal e de raiz (FIGURAS abaixo). BIFURCAÇÃO DE CANAL E DE RAIZ BIFURCAÇÃO DE CANAL

9 Canal curvo: a ocorrência de uma curvatura além do normal nos terços médio/apical da raiz de qualquer dente é facilmente observada no exame radiográfico qualquer dente. Esta, no entanto, não deve ser confundida com a dilaceração radicular, uma vez que essa última pode impossibilitar a colocação de qualquer instrumento endodôntico no interior do canal radicular. (FIGURAS abaixo). CANAL CURVO E BIFURCAÇÃO DE CANAL CANAIS CURVOS Canal obturado/ trepanado/ com extravasamento/ com instrumento em seu interior: o canal radicular pode ser obturado pelas técnicas endodônticas, usando-se cones de guta-percha para este propósito. O contraste entre a radiopacidade da guta-percha e os tecidos dentais é facilmente observável na radiografia preenchendo o canal radicular. Para que o tratamento de canal seja realizado é necessário que o profissional consiga medir seu comprimento de forma correta. Em ocasiões nas quais a mensuração ultrapasse o limite do forame apical, diz-se que ocorreu uma trepanação intencional desse limite anatômico. O exame radiográfico mostra de maneira clara a imagem metálica da lima/alargador endodôntico ultrapassando o forame apical. Quando o profissional obtura um canal medido de forma incorreta, cones de guta-percha e/ou pasta obturadora invadem a região periapical, quando se observa um extravasamento destes materiais.

10 Limas endodônticas podem sofrer fraturas durante a instrumentação. Caso o profissional opte por deixar este pedaço de lima no interior do canal, no momento em que realizamos o exame radiográfico vamos observar nitidamente este fragmento metálico, fortemente radiopaco, no interior do canal radicular radiolúcido, imagem de instrumento no canal (FIGURAS abaixo). CANAL OBTURADO CANAL OBTURADO CANAL TREPANADO EXTRAVASAMENTO DE CONE EXTRAVASAMENTO DE PASTA OBTURADORA CANAL OBTURADO INSTRUMENTO FRATURADO NO CANAL INSTRUMENTO FRATURADO NO CANAL Nódulos pulpares: são pequenas áreas radiopacas observadas no interior da câmara pulpar tanto dos dentes uni quanto dos dentes multiradiculares. NÓDULO PULPAR NÓDULO PULPAR

11

ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL

ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL Vamos descrever a seguir as principais imagens das alterações da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de causas patológicas. FORMA

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ESTUDAR COM ATENÇÃO AMPLIAR AS IMAGENS PARA OBSERVAR OS DETALHES O periodonto (peri= em redor de; odontos = dente) compreende a gengiva, o ligamento periodontal,

Leia mais

Aula 9: Laudo Radiográfico

Aula 9: Laudo Radiográfico Aula 9: Laudo Radiográfico Autora: Profª. Rosana da Silva Berticelli Edição: Luana Christ e Bruna Reuter Definição: É a interpretação das imagens radiográficas, reconhecendo as estruturas e reparos anatômicos

Leia mais

IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL

IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL Em um dente íntegro, suas imagens são facilmente identificáveis, pois já conhecemos a escala de radiopacidade. Estudamos as imagens das estruturas anatômicas, suas

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL Analisando-se a imagem de um dente íntegro, todas as suas partes são facilmente identificáveis, pois já conhecemos sua escala de radiopacidade e posição

Leia mais

Aula 11: ALTERAÇÕES DO ORGÃO DENTÁRIO RAIZ

Aula 11: ALTERAÇÕES DO ORGÃO DENTÁRIO RAIZ Aula 11: ALTERAÇÕES DO ORGÃO DENTÁRIO RAIZ Autora: Profª. Rosana da Silva Berticelli Edição: Luana Christ e Bruna Reuter Etiologia CONGÊNITAS GENÉTICA ADQUIRIDAS Congênitas Concrescência Dilaceração radicular

Leia mais

ANOMALIAS DO DESENVOLVIMENTO DENTÁRIO

ANOMALIAS DO DESENVOLVIMENTO DENTÁRIO Disciplina: Patologia Oral e Maxilofacial ANOMALIAS DO DESENVOLVIMENTO DENTÁRIO Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 Anomalias do desenvolvimento da boca e Anomalias dentárias ANOMALIAS DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Tumores Odontogênicos

Tumores Odontogênicos Karla Mayra Rezende Marcelo Bönecker Tumores Odontogênicos Introdução Tumores odontogênicos compreendem grupos de neoplasias que tem como origem os tecidos formadores dos dentes. O clinico tem como responsabilidade

Leia mais

ASPECTO DE IMAGEM DAS ESTRUTURAS DO DENTE

ASPECTO DE IMAGEM DAS ESTRUTURAS DO DENTE ASPECTO DE IMAGEM DAS ESTRUTURAS DO DENTE O órgão dentário, um dos elementos do aparelho mastigatório, é constituído por tecidos especificamente dentais (esmalte, dentina, polpa) e por tecidos periodontais

Leia mais

ANATOMIA INTERNA DENTAL

ANATOMIA INTERNA DENTAL ANATOMIA INTERNA DENTAL Cavidade Pulpar: Espaço no interior dos dentes onde se aloja a polpa. Esta cavidade reproduz a morfologia externa do dente,podendo se distinguir duas porções: uma coronária e outra

Leia mais

ROL DE PROCEDIMENTOS Atendimento em consultórios particulares dos cooperados em todo o Brasil

ROL DE PROCEDIMENTOS Atendimento em consultórios particulares dos cooperados em todo o Brasil ROL DE PROCEDIMENTOS Atendimento em consultórios particulares dos cooperados em todo o Brasil 1 DIAGNÓSTICO 1.1 Consulta Clínico 1.2 Consulta Especialista 1.3 Condicionamento em Odontologia para crianças

Leia mais

Fazendo de seu sorriso nossa obra de arte

Fazendo de seu sorriso nossa obra de arte TRATAMENTO ENDODÔNTICO Fazendo de seu sorriso nossa obra de arte O D O N T O LO G I A E S T É T I C A R E S TAU R A D O R A O que é tratamento endodôntico? É a remoção do tecido mole que se encontra na

Leia mais

Centro Universitário Cesmac CAMILA MARIA BEDER RIBEIRO

Centro Universitário Cesmac CAMILA MARIA BEDER RIBEIRO Centro Universitário Cesmac CAMILA MARIA BEDER RIBEIRO TUMORES ODONTOGÊNICOS Tumores odontogênicos - grupo de doenças heterogêneas que vão desde hamartomas ou proliferação de tecido não neoplásico a neoplasias

Leia mais

INCISIVOS INCISIVO CENTRAL SUPERIOR INCISIVO LATERAL SUPERIOR INCISIVO CENTRAL INFERIOR INCISIVO LATERAL INFERIOR CANINOS

INCISIVOS INCISIVO CENTRAL SUPERIOR INCISIVO LATERAL SUPERIOR INCISIVO CENTRAL INFERIOR INCISIVO LATERAL INFERIOR CANINOS INCISIVOS Os incisivos permanentes são o primeiro e segundo dente a contar da linha média; Juntamente com os caninos constituem os dentes anteriores; Os incisivos superiores são geralmente maiores que

Leia mais

Aspectos de interesse à endodontia

Aspectos de interesse à endodontia SISTEMA DE CANAIS RADICULARES Anatomia das cavidades pulpares Aspectos de interesse à endodontia CAVIDADE PULPAR CAVIDADE PULPAR CAVIDADE ANATÔMICA CONTIDA NO INTERIOR DO DENTE, CIRCUNDADA POR DENTINA,

Leia mais

Assessoria ao Cirurgião Dentista. 11 3894 3030 papaizassociados.com.br. Publicação mensal interna da Papaiz edição XVI Maio de 2016

Assessoria ao Cirurgião Dentista. 11 3894 3030 papaizassociados.com.br. Publicação mensal interna da Papaiz edição XVI Maio de 2016 Assessoria ao Cirurgião Dentista Publicação mensal interna da Papaiz edição XVI Maio de 2016 Dr. André Simões, radiologista da Papaiz Diagnósticos Odontológicos por Imagem 11 3894 3030 papaizassociados.com.br

Leia mais

ANATOMIA DO PERIODONTO

ANATOMIA DO PERIODONTO INAPÓS - Faculdade de Odontologia e Pós Graduação DISCIPLINA DE PERIODONTIA ANATOMIA DO PERIODONTO Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira http://lucinei.wikispaces.com 2012 PERIODONTO DE SUSTENTAÇÃO Ligamento

Leia mais

Assessoria ao Cirurgião Dentista. Publicação mensal interna a Papaiz edição 1I maio de 2014. 11 3894 3030 papaizassociados.com.br

Assessoria ao Cirurgião Dentista. Publicação mensal interna a Papaiz edição 1I maio de 2014. 11 3894 3030 papaizassociados.com.br Assessoria ao Cirurgião Dentista Publicação mensal interna a Papaiz edição 1I maio de 2014 11 3894 3030 papaizassociados.com.br 11 3894 3030 papaizassociados.com.br IMPORTÂNCIA DOS EXAMES RADIOGRÁFICOS

Leia mais

Implantes Dentários. Qualquer paciente pode receber implantes?

Implantes Dentários. Qualquer paciente pode receber implantes? Implantes Dentários O que são implantes ósseos integrados? São uma nova geração de implantes, introduzidos a partir da década de 6O, mas que só agora atingem um grau de aceitabilidade pela comunidade científica

Leia mais

PRÉ-MOLARES. Os Pré-Molares superiores decrescem no sentido mésio-distal enquanto os inferiores têm sentido crescente.

PRÉ-MOLARES. Os Pré-Molares superiores decrescem no sentido mésio-distal enquanto os inferiores têm sentido crescente. PRÉ-MOLARES PRÉ-MOLARES Pré-Molares são conhecidos como pequenos molares bicuspidados, em número de quatro para cada arco, dois de cada lado da linha mediana chamados de primeiros e segundos prémolares;

Leia mais

Assessoria ao Cirurgião Dentista

Assessoria ao Cirurgião Dentista Assessoria ao Cirurgião Dentista Publicação mensal interna a Papaiz edição V setembro de 2014 Escrito por: Dr. André Simões, radiologista da Papaiz Diagnósticos Odontológicos por Imagem 11 3894 3030 papaizassociados.com.br

Leia mais

Estudo dirigido sobre premolares

Estudo dirigido sobre premolares Estudo dirigido sobre premolares 1 Miguel Carlos Madeira e Roelf Cruz Rizzolo http://www.anatomiafacial.com Material para ser impresso, com a autorização dos autores, exclusivamente para os alunos do primeiro

Leia mais

5 Discussão dos Resultados

5 Discussão dos Resultados 87 5 Discussão dos Resultados No procedimento de análises das imagens gráficas obtidas nas simulações pelo método de elementos finitos, comparou-se a distribuição das tensões nas restaurações com material

Leia mais

ODONTOLOGIA/CIRURGIA BUCO-MAXILO-FACIAL

ODONTOLOGIA/CIRURGIA BUCO-MAXILO-FACIAL UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO ODONTOLOGIA/CIRURGIA BUCO-MAXILO-FACIAL Parte I: MÚLTIPLA ESCOLHA 01 Podemos considerar como

Leia mais

ODONTOPEDIATRIA 2003/2004 ANOMALIAS DENTÁRIAS

ODONTOPEDIATRIA 2003/2004 ANOMALIAS DENTÁRIAS ODONTOPEDIATRIA 2003/2004 ANOMALIAS DENTÁRIAS ANOMALIAS DENTÁRIAS ODONTOGÉNESE (6ª Sem. I.U.) LÂMINA DENTÁRIA Invag. Epitelial Ectodérmica GERME DENTÁRIO ORGÃO DE ESMALTE Epitélio interno Ameloblastos

Leia mais

Aula 4: TÉCNICA RADIOGRÁFICA INTRA-ORAL

Aula 4: TÉCNICA RADIOGRÁFICA INTRA-ORAL Aula 4: TÉCNICA RADIOGRÁFICA INTRA-ORAL Técnicas Radiográficas Periapical Exame do dente e osso alveolar que o rodeia; Interproximal Diagnóstico de cáries proximais, excessos marginais de restaurações;

Leia mais

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE UNP-130408 1 de 6 INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS A vida útil das correntes transportadoras e elevadoras está diretamente ligada aos cuidados com a instalação, lubrificação

Leia mais

Circular 0160/2000 São Paulo, 18 de Maio de 2000.

Circular 0160/2000 São Paulo, 18 de Maio de 2000. [fesehf/cabecalho.htm] Circular 0160/2000 São Paulo, 18 de Maio de 2000. Plano de Saúde Assunto: Rol de Procedimentos Odontológicos para Plano de Saúde Prezado (a) Senhor (a), A Agência Nacional de Saúde

Leia mais

5 Instrumentos Convencionais Acionados a Motor para Uso Endodôntico

5 Instrumentos Convencionais Acionados a Motor para Uso Endodôntico 5 Instrumentos Convencionais Acionados a Motor para Uso Endodôntico de Jesus Djalma Pécora com a colaboração de Eduardo Luiz Barbin; Júlio César Emboava Spanó; Luis Pascoal Vansan e Ricardo Novak Savioli

Leia mais

Desenho Técnico. Eng. Agr. Prof. Dr. Cristiano Zerbato. Planta Baixa

Desenho Técnico. Eng. Agr. Prof. Dr. Cristiano Zerbato. Planta Baixa Desenho Técnico Eng. Agr. Prof. Dr. Cristiano Zerbato Planta Baixa PROJETO ARQUITETÔNICO: PLANTAS E VISTAS Profª. Ms. Laura Ludovico de Melo ENG1051 PROJETO ARQUITETÔNICO: PLANTAS E VISTAS Planta Baixa:

Leia mais

É usual dizer que as forças relacionadas pela terceira lei de Newton formam um par ação-reação.

É usual dizer que as forças relacionadas pela terceira lei de Newton formam um par ação-reação. Terceira Lei de Newton A terceira lei de Newton afirma que a interação entre dois corpos quaisquer A e B é representada por forças mútuas: uma força que o corpo A exerce sobre o corpo B e uma força que

Leia mais

Cotagem de dimensões básicas

Cotagem de dimensões básicas Cotagem de dimensões básicas Introdução Observe as vistas ortográficas a seguir. Com toda certeza, você já sabe interpretar as formas da peça representada neste desenho. E, você já deve ser capaz de imaginar

Leia mais

Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin;Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst

Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin;Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin;Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst TÉCNICA DIRETA. 1. Radiografia inicial para determinação da possibilidade de confecção de pino/núcleo. 2. O dente

Leia mais

3.2. Experimentações: o processo de produção Iluminação de três pontos

3.2. Experimentações: o processo de produção Iluminação de três pontos Página 1 de 5 3 - estética e a técnica na ambientação 3.2. Experimentações: o processo de produção Iluminação de três pontos iluminação de três pontos é composta por três refletores, cada qual com função

Leia mais

Esquema: Representação da força de atração gravitacional entre dois corpos de massas M 1 e M 2

Esquema: Representação da força de atração gravitacional entre dois corpos de massas M 1 e M 2 As Forças de Marés As marés são conhecidas de todos, principalmente por aqueles que moram próximo ao mar e dele vivem. Muitos deles sabem prever a maré em função da Lua e do Sol, sem sequer saber qual

Leia mais

"SISTEMAS DE COTAGEM"

SISTEMAS DE COTAGEM AULA 6T "SISTEMAS DE COTAGEM" Embora não existam regras fixas de cotagem, a escolha da maneira de dispor as cotas no desenho técnico depende de alguns critérios. A cotagem do desenho técnico deve tornar

Leia mais

Como a palavra mesmo sugere, osteointegração é fazer parte de, ou harmônico com os tecidos biológicos.

Como a palavra mesmo sugere, osteointegração é fazer parte de, ou harmônico com os tecidos biológicos. PRINCIPAIS PERGUNTAS SOBRE IMPLANTES DENTÁRIOS. O que são implantes osseointegrados? É uma nova geração de implantes, introduzidos a partir da década de 60, mas que só agora atingem um grau de aceitabilidade

Leia mais

RETRATAMENTO ENDODÔNTICO

RETRATAMENTO ENDODÔNTICO RETRATAMENTO ENDODÔNTICO Profa. Flávia Sens Fagundes Tomazinho Prof. Flares Baratto Filho Atualmente o índice de sucesso dos tratamentos endodônticos é muito alto, devido às evoluções que as técnicas e

Leia mais

FECHAMENTO DE ESPAÇOS

FECHAMENTO DE ESPAÇOS FECHAMENTO DE ESPAÇOS Rua 144, n 77 - Setor Marista - Goiânia (GO) - CEP 74170-030 - PABX: (62) 278-4123 - 1 - Introdução Podemos definir essa etapa do tratamento ortodôntico como aquela onde o principal

Leia mais

A LINGUAGEM DA LUZ Fotografia

A LINGUAGEM DA LUZ Fotografia ILUMINAÇÃO A LINGUAGEM DA LUZ Fotografia a luz vem de várias fontes; tem muitas qualidades; características que afetam todo o processo. A LINGUAGEM DA LUZ Fotografia Medíocre X Fotografia Grandiosa Depende

Leia mais

4 Experimentos Computacionais

4 Experimentos Computacionais 33 4 Experimentos Computacionais O programa desenvolvido neste trabalho foi todo implementado na linguagem de programação C/C++. Dentre as bibliotecas utilizadas, destacamos: o OpenCV [23], para processamento

Leia mais

o hemofílico. Meu filho também será?

o hemofílico. Meu filho também será? A U A UL LA Sou hemofílico. Meu filho também será? Nas aulas anteriores, você estudou alguns casos de herança genética, tanto no homem quanto em outros animais. Nesta aula, analisaremos a herança da hemofilia.

Leia mais

Bem-vindo à Dente-Cross Prezado(a) Associado(a) É com muita alegria que recebemos você na Dente Cross Planos Odontológicos, uma empresa voltada

Bem-vindo à Dente-Cross Prezado(a) Associado(a) É com muita alegria que recebemos você na Dente Cross Planos Odontológicos, uma empresa voltada Bem-vindo à Dente-Cross Prezado(a) Associado(a) É com muita alegria que recebemos você na Dente Cross Planos Odontológicos, uma empresa voltada exclusivamente para a saúde bucal e que alia tecnologia ao

Leia mais

e-mail: atendimento@popconcursos.com.br Telefone: (019) 33274092 www.popconcursos.com.br

e-mail: atendimento@popconcursos.com.br Telefone: (019) 33274092 www.popconcursos.com.br Das Questões DO REGIME JURÍDICO 1. No que se refere ao regime jurídico-administrativo brasileiro e aos Por força do princípio da legalidade, o administrador público tem sua atuação limitada ao que estabelece

Leia mais

3. CARACTERÍSTICAS DO FILME

3. CARACTERÍSTICAS DO FILME 3. CARACTERÍSTICAS DO FILME 3.1 INTRODUÇÃO Para que possamos analisar a forma como o filme radiográfico responde aos diferentes fatores determinados pela exposição à radiação, precisamos definir alguns

Leia mais

Gráficos. Incluindo gráficos

Gráficos. Incluindo gráficos Gráficos Mas antes de começar, você precisa ter em mente três conceitos importantes que constituem os gráficos do Excel 2007. O primeiro deles é o ponto de dados. Este elemento é representado pela combinação

Leia mais

EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO

EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO 1. Quais as funções do esqueleto? 2. Explique que tipo de tecido forma os ossos e como eles são ao mesmo tempo rígidos e flexíveis. 3. Quais são as células ósseas e como

Leia mais

ANATOMIA DENTAL INTERNA

ANATOMIA DENTAL INTERNA ANATOMIA DENTAL INTERNA VERSIANI, 2014 Anatomia Dental Interna Características Gerais Grupo dos incisivos Grupo dos caninos Grupo dos pré-molares Grupo dos molares VERSIANI, 2014 Anatomia Dental Interna

Leia mais

Tabela de Procedimentos Odontológicos Página: 1 de 10 Especialidade: ENDODONTIA

Tabela de Procedimentos Odontológicos Página: 1 de 10 Especialidade: ENDODONTIA Tabela de Procedimentos Odontológicos Página: 1 de 10 Grupo: 100-Diagnose - As consultas deverão ser faturadas em Guias de Atendimento - GA, separadamente dos demais procedimentos, que serão faturados

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DAS AÇÕES DE SAÚDE BUCAL NA REDE DE SERVIÇOS DA SMSA DOCUMENTO AUXILIAR

DESENVOLVIMENTO DAS AÇÕES DE SAÚDE BUCAL NA REDE DE SERVIÇOS DA SMSA DOCUMENTO AUXILIAR PREFEITURA DE BELO HORIZONTE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA DESENVOLVIMENTO DAS AÇÕES DE SAÚDE BUCAL NA REDE DE SERVIÇOS DA SMSA DOCUMENTO AUXILIAR COORDENAÇÃO TÉCNICA DE SAÚDE BUCAL

Leia mais

CONHECIMENTOS GERAIS 05 QUESTÕES

CONHECIMENTOS GERAIS 05 QUESTÕES CONHECIMENTOS GERAIS 05 QUESTÕES 1. Garantir, no longo prazo, o incremento dos recursos orçamentários e financeiros para a saúde e aprovar o orçamento do SUS, composto pelos orçamentos das três esferas

Leia mais

ESTUDO DAS PROJEÇÕES NOÇÕES ELEMENTARES 1. DEFINIÇÃO

ESTUDO DAS PROJEÇÕES NOÇÕES ELEMENTARES 1. DEFINIÇÃO Estudo das projeções ESTUDO DAS PROJEÇÕES NOÇÕES ELEMENTARES 1. DEFINIÇÃO Geometria é a ciência que tem por objetivo a medida das linhas, superfícies e dos volumes. Descrever significa representar, contar

Leia mais

Projeção Perspectiva. Desenho Técnico I Profº Msc. Edgar Nogueira Demarqui

Projeção Perspectiva. Desenho Técnico I Profº Msc. Edgar Nogueira Demarqui Projeção Perspectiva Desenho Técnico I Profº Msc. Edgar Nogueira Demarqui Definição Quando olhamos para um objeto, temos a sensação de profundidade e relevo; O desenho, para transmitir essa mesma idéia,

Leia mais

Material para Produção Industrial. Ensaio de Compressão. Prof.: Sidney Melo 8 Período

Material para Produção Industrial. Ensaio de Compressão. Prof.: Sidney Melo 8 Período Material para Produção Industrial Ensaio de Compressão Prof.: Sidney Melo 8 Período 1 Embora em alguns textos se trate o comportamento na compressão pelos parâmetros do ensaio de tração (e.g. na aplicação

Leia mais

AV1 - MA 12-2012. (b) Se o comprador preferir efetuar o pagamento à vista, qual deverá ser o valor desse pagamento único? 1 1, 02 1 1 0, 788 1 0, 980

AV1 - MA 12-2012. (b) Se o comprador preferir efetuar o pagamento à vista, qual deverá ser o valor desse pagamento único? 1 1, 02 1 1 0, 788 1 0, 980 Questão 1. Uma venda imobiliária envolve o pagamento de 12 prestações mensais iguais a R$ 10.000,00, a primeira no ato da venda, acrescidas de uma parcela final de R$ 100.000,00, 12 meses após a venda.

Leia mais

Capítulo 5 Técnicas de odontometria

Capítulo 5 Técnicas de odontometria Capítulo 5 Técnicas de odontometria O analfabeto do século 21 não será aquele que não consegue ler ou escrever, mas aquele que não puder aprender, desaprender e, no fim, aprender de novo. Alvin Toffler

Leia mais

Ensaio de impacto. Os veículos brasileiros têm, em geral, suspensão

Ensaio de impacto. Os veículos brasileiros têm, em geral, suspensão A UU L AL A Ensaio de impacto Os veículos brasileiros têm, em geral, suspensão mais reforçada do que a dos similares europeus. Não é à toa. As condições de nossas estradas e ruas requerem esse reforço,

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XVI, Nº 04, t. 3, pág. 2451

Cadernos do CNLF, Vol. XVI, Nº 04, t. 3, pág. 2451 O PLURAL DAS PALAVRAS TERMINADAS EM -ÃO: MUDANÇA OU VARIAÇÃO ESTÁVEL? Miriam Cristina Almeida Severino (UFRJ) cristinasmiriams@yahoo.com.br Christina Abreu Gomes (UFRJ) christina-gomes@uol.com.br 1. Introdução

Leia mais

Como representar uma lente convergente e uma lente divergente.

Como representar uma lente convergente e uma lente divergente. Lentes Esféricas Lente é todo meio transparente limitado por duas superfícies curvas ou uma curva e uma plana. São encontradas em lupas, microscópios, telescópios, máquinas fotográficas, projetores, filmadoras,

Leia mais

Dist. da linha saída à 1ª barreira

Dist. da linha saída à 1ª barreira TÉCNICA DAS CORRIDAS COM BARREIRAS Antes de mais nada podemos dizer que as corridas com barreiras são provas de velocidade rasa porque, muito embora o barreiristas se depare com uma série de barreiras

Leia mais

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO EXAME CLÍNICO DA DOENÇA PERIODONTAL DIAGNÓSTICO PERIODONTAL CONSISTE O DIAGNÓSTICO NA ANÁLISE DO PERIODONTAL HISTÓRICO DO CASO, NA AVALIAÇÃO DOS SINAIS CLÍNICOS E SINTOMAS, COMO TAMBÉM DOS RESULTADOS DE

Leia mais

Medição tridimensional

Medição tridimensional A U A UL LA Medição tridimensional Um problema O controle de qualidade dimensional é tão antigo quanto a própria indústria, mas somente nas últimas décadas vem ocupando a importante posição que lhe cabe.

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. A dentina do manto e a dentina circum pulpar constituem a dentina:

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. A dentina do manto e a dentina circum pulpar constituem a dentina: 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ENDODONTIA 21. A dentina do manto e a dentina circum pulpar constituem a dentina: a) Terciária. b) Secundária. c) Primária. d) Reacional. 22. O revestimento dos túbulos

Leia mais

Técnicas radiográficas. Técnicas Radiográficas Intraorais em Odontologia. Técnicas Radiográficas Intraorais. Técnicas Radiográficas

Técnicas radiográficas. Técnicas Radiográficas Intraorais em Odontologia. Técnicas Radiográficas Intraorais. Técnicas Radiográficas Técnicas Radiográficas Intraorais em Odontologia Técnicas radiográficas Divididas em dois grandes grupos: Técnicas Intraorais Profª Paula Christensen Técnicas Radiográficas Técnicas Extraorais Técnicas

Leia mais

Gislaine Adams Sabrine Louise Souza

Gislaine Adams Sabrine Louise Souza Caso Clínico Clínica Integrada IV Necropulpectomia Gislaine Adams Sabrine Louise Souza Universidade Positivo 5º período Anamnese Paciente M.M. Sexo feminino 21 anos Fumante Procurou o serviço de emergência

Leia mais

ROTEIRO DE TÉCNICAS ANESTÉSICAS

ROTEIRO DE TÉCNICAS ANESTÉSICAS ROTEIRO DE TÉCNICAS ANESTÉSICAS Anestesia em anestésico o mais próximo possível do ápice do dente a ser anestesiado. Objetivo : Propiciar o conhecimento das técnicas anestésicas, principalmente as utilizadas

Leia mais

Laços Fortes e Fracos

Laços Fortes e Fracos Laços Fortes e Fracos Redes Sociais e Econômicas Prof. André Vignatti A Força de Laços em Redes de Larga Escala Para estudar laços fracos e fortes, foi feita uma pesquisa usando dados reais de uma companhia

Leia mais

Viseu, 6 de Novembro de 2008. Dentição Decidua. UBM IV 2ºano. Mestrado Integrado em Medicina Dentária Octávio Ribeiro

Viseu, 6 de Novembro de 2008. Dentição Decidua. UBM IV 2ºano. Mestrado Integrado em Medicina Dentária Octávio Ribeiro Viseu, 6 de Novembro de 2008 Dentição Decidua UBM IV 2ºano Mestrado Integrado em Medicina Dentária Octávio Ribeiro Dentição Decidua Funções Fisiológicas Funções Fisiológicas Mastigação Formação de um plano

Leia mais

Tolerância geométrica de forma

Tolerância geométrica de forma Tolerância geométrica de forma A UU L AL A Apesar do alto nível de desenvolvimento tecnológico, ainda é impossível obter superfícies perfeitamente exatas. Por isso, sempre se mantém um limite de tolerância

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Física Gleb Wataghin. F 609 - Tópicos de Ensino de Física. Relatório Parcial

Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Física Gleb Wataghin. F 609 - Tópicos de Ensino de Física. Relatório Parcial Universidade Estadual de Campinas Instituto de Física Gleb Wataghin F 609 - Tópicos de Ensino de Física Relatório Parcial Aluna: Luciene O. Machado Orientador:Antonio Carlos da Costa Coordenador: José

Leia mais

Linha 1: Resposta biológica nas terapias em Odontologia.

Linha 1: Resposta biológica nas terapias em Odontologia. Linha 1: Resposta biológica nas terapias em Odontologia. Descrição. O entendimento dos processos fisiológicos, celulares e moleculares associados com o uso de diversos materiais, medicamentos e demais

Leia mais

TONALIDADE X FREQUÊNICA

TONALIDADE X FREQUÊNICA Som, notas e tons TONALIDADE X FREQUÊNICA O violão é um instrumento musical e o seu objetivo é fazer música. Música é a organização de sons em padrões que o cérebro humano acha agradável (ou pelo menos

Leia mais

O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica

O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica A U L A 3 Metas da aula Descrever a experiência de interferência por uma fenda dupla com elétrons, na qual a trajetória destes

Leia mais

N1Q1 Solução. a) Há várias formas de se cobrir o tabuleiro usando somente peças do tipo A; a figura mostra duas delas.

N1Q1 Solução. a) Há várias formas de se cobrir o tabuleiro usando somente peças do tipo A; a figura mostra duas delas. 1 N1Q1 Solução a) Há várias formas de se cobrir o tabuleiro usando somente peças do tipo A; a figura mostra duas delas. b) Há várias formas de se cobrir o tabuleiro com peças dos tipos A e B, com pelo

Leia mais

Curvas em coordenadas polares

Curvas em coordenadas polares 1 Curvas em coordenadas polares As coordenadas polares nos dão uma maneira alternativa de localizar pontos no plano e são especialmente adequadas para expressar certas situações, como veremos a seguir.

Leia mais

Corte total. Qualquer pessoa que já tenha visto um regis- A U L A

Corte total. Qualquer pessoa que já tenha visto um regis- A U L A A U L A 11 11 Corte total Introdução Qualquer pessoa que já tenha visto um regis- tro de gaveta, como o que é mostrado a seguir, sabe que se trata de uma peça complexa, com muitos elementos internos. Se

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 44. Demonstrações Combinadas

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 44. Demonstrações Combinadas COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 44 Demonstrações Combinadas Índice OBJETIVO E ALCANCE 1 DEFINIÇÕES, FORMA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS Item 2 12 Demonstrações

Leia mais

Sequência. Critérios de Instalação. [ Fixação dos elementos radiantes. [ Fixação do sistema de distribuição de potência

Sequência. Critérios de Instalação. [ Fixação dos elementos radiantes. [ Fixação do sistema de distribuição de potência Critérios de Instalação Sequência [ Fixação dos elementos radiantes [ Fixação do sistema de distribuição de potência [ Interligação antena(s) - cabo(s) - divisor(es) [ Testes : Pressurização Potência Cobertura

Leia mais

Eng Civil Washington Peres Núñez Dr. em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Eng Civil Washington Peres Núñez Dr. em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul PESQUISA ANÁLISE DE CARACTERÍSTICAS DE QUALIDADE DE MISTURAS ASFÁLTICAS PRODUZIDAS NA ATUALIDADE NO SUL DO BRASIL E IMPACTOS NO DESEMPENHO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS. MANUAL DE OPERAÇÃO DO BANCO DE DADOS

Leia mais

Nosso objetivo será mostrar como obter informações qualitativas sobre a refração da luz em um sistema óptico cilíndrico.

Nosso objetivo será mostrar como obter informações qualitativas sobre a refração da luz em um sistema óptico cilíndrico. Introdução Nosso objetivo será mostrar como obter informações qualitativas sobre a refração da luz em um sistema óptico cilíndrico. A confecção do experimento permitirá também a observação da dispersão

Leia mais

Potência, uma coisa mais que complicada Parte V

Potência, uma coisa mais que complicada Parte V Potência, uma coisa mais que complicada Parte V Autor: Fernando Antônio Bersan Pinheiro Cálculo de potência necessária em um ambiente fechado No artigo anterior, disponível em http://www.somaovivo.mus.br/artigos.php?id=180,

Leia mais

junho/june 2012 - Revista O Papel

junho/june 2012 - Revista O Papel sérgio brito Por Luiz Bersou, diretor do Instituto Épico de Administração : luizbersou@bcaconsultoria.com.br Gestão por Ponto Flutuante H Gráfico 1 enry Ford, diz a história, propunha-se a fabricar carros

Leia mais

ÓPTICA GEOMÉTRICA. Lista de Problemas

ÓPTICA GEOMÉTRICA. Lista de Problemas Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Física FIS01044 UNIDADE II ÓPTICA GEOMÉTRICA Lista de Problemas Problemas extraídos de HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J.

Leia mais

Faculdade Sagrada Família

Faculdade Sagrada Família AULA 12 - AJUSTAMENTO DE CURVAS E O MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS Ajustamento de Curvas Sempre que desejamos estudar determinada variável em função de outra, fazemos uma análise de regressão. Podemos dizer

Leia mais

LEGISLAÇÃO DO SUS. D) promoção do desenvolvimento sustentável, controle da obesidade infanto-juvenil, redução da mortalidade infantil

LEGISLAÇÃO DO SUS. D) promoção do desenvolvimento sustentável, controle da obesidade infanto-juvenil, redução da mortalidade infantil LEGISLAÇÃO DO SUS 01. O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde, publicou em 2006 a Política Nacional de Promoção da Saúde. São ações prioritárias dessa Política: A) incentivo

Leia mais

Exercícios resolvidos sobre Função de probabilidade e densidade de probabilidade

Exercícios resolvidos sobre Função de probabilidade e densidade de probabilidade Exercícios resolvidos sobre Função de probabilidade e densidade de probabilidade Você aprendeu o que é função probabilidade e função densidade de probabilidade e viu como esses conceitos são importantes

Leia mais

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DAS GUIAS DE ENCAMINHAMENTO ODONTOLÓGICO PROGEO

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DAS GUIAS DE ENCAMINHAMENTO ODONTOLÓGICO PROGEO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DAS GUIAS DE ENCAMINHAMENTO ODONTOLÓGICO PROGEO 1 1. PROPÓSITO Efetuar controle da Guias de Encaminhamentos Odontológicos em conformidade com a Circular 006/2007 da DSM e DGPM-401

Leia mais

EME405 Resistência dos Materiais I Laboratório Prof. José Célio

EME405 Resistência dos Materiais I Laboratório Prof. José Célio Universidade Federal de Itajubá Instituto de Engenharia Mecânica EME405 Resistência dos Materiais I Laboratório Prof. José Célio Ensaio 01 Impacto Matrícula: 14551 Nome: Cid Henrique Otoni de Carvalho

Leia mais

REFRAÇÃO DA LUZ. Neste capítulo estudaremos as leis da refração, a reflexão total e a formação de imagens nas lentes esféricas.

REFRAÇÃO DA LUZ. Neste capítulo estudaremos as leis da refração, a reflexão total e a formação de imagens nas lentes esféricas. AULA 18 REFRAÇÃO DA LUZ 1- INTRODUÇÃO Neste capítulo estudaremos as leis da refração, a reflexão total e a formação de imagens nas lentes esféricas. 2- A REFRAÇÃO A refração ocorre quando a luz ao passar

Leia mais

Propriedades Mecânicas. Prof. Hamilton M. Viana

Propriedades Mecânicas. Prof. Hamilton M. Viana Propriedades Mecânicas Prof. Hamilton M. Viana Propriedades Mecânicas Propriedades Mecânicas Definem a resposta do material à aplicação de forças (solicitação mecânica). Força (tensão) Deformação Principais

Leia mais

O MENSALÃO E A PERDA DE MANDATO ELETIVO

O MENSALÃO E A PERDA DE MANDATO ELETIVO O MENSALÃO E A PERDA DE MANDATO ELETIVO José Afonso da Silva 1. A controvérsia 1. A condenação, pelo Supremo Tribunal Federal, na Ação Penal 470, de alguns deputados federais tem suscitado dúvidas relativamente

Leia mais

DECLARAÇÃO DE GUERRA AO RUÍDO

DECLARAÇÃO DE GUERRA AO RUÍDO DECLARAÇÃO DE GUERRA AO RUÍDO Diz-se que a capacidade auditiva deficiente não pode ser curada nem corrigida devido ao fato de que a perda da audição produzida pelo ruído é sempre permanente. O ouvido humano

Leia mais

UMC Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Componentes gráficos de uma cota: Linha de cota Linha de chamada Setas de cota

UMC Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Componentes gráficos de uma cota: Linha de cota Linha de chamada Setas de cota 1 UMC Engenharia Mecânica Expressão Gráfica 2 Prof.: Jorge Luis Bazan. Desenho Básico Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Em desenho técnico damos o nome de cota ao conjunto de elementos gráficos introduzidos

Leia mais

LENTES E ESPELHOS. O tipo e a posição da imagem de um objeto, formada por um espelho esférico de pequena abertura, é determinada pela equação

LENTES E ESPELHOS. O tipo e a posição da imagem de um objeto, formada por um espelho esférico de pequena abertura, é determinada pela equação LENTES E ESPELHOS INTRODUÇÃO A luz é uma onda eletromagnética e interage com a matéria por meio de seus campos elétrico e magnético. Nessa interação, podem ocorrer alterações na velocidade, na direção

Leia mais

Série 3ª SÉRIE ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO 3º BIMESTRE / 2013

Série 3ª SÉRIE ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO 3º BIMESTRE / 2013 Disciplina FÍSICA Curso ENSINO MÉDIO Professor ANDRÉ ITO Série 3ª SÉRIE ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO 3º BIMESTRE / 2013 Aluno (a): Número: 1 - Conteúdo: Espelhos esféricos e lentes; 2 -

Leia mais

Tipos de Poços. escavação..

Tipos de Poços. escavação.. O que é um poço Tubular Chamamos de poço toda perfuração através da qual obtemos água de um aqüífero e há muitas formas de classificá-los. Usaremos aqui uma classificação baseada em sua profundidade e

Leia mais

Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde Bucal CID 10

Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde Bucal CID 10 Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde Bucal CID 10 K00 - Distúrbios do Desenvolvimento e da Erupção Dos Dentes K00.0 - Anodontia K00.1 - Dentes Supranumerários

Leia mais

PASSO Á PASSO SISTEMA SUFRAMA. www.suframa.gov.br

PASSO Á PASSO SISTEMA SUFRAMA. www.suframa.gov.br PASSO Á PASSO SISTEMA SUFRAMA www.suframa.gov.br Página Inicial Todo processo do transportador será utilizado a partir desse ícone. Menu Principal Clique nessa opção para consulta da situação cadastral

Leia mais