O BULLYING NAS ESCOLAS PORTUGUESAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O BULLYING NAS ESCOLAS PORTUGUESAS"

Transcrição

1 O BULLYING NAS ESCOLAS PORTUGUESAS Susana Fonseca Carvalhosa Universidade de Bergen, Noruega Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Portugal BULLYING EM PORTUGAL: O QUE SE PASSA NAS ESCOLAS? O bullying na escola define-se do seguinte modo: "um aluno está a ser provocado/vitimado quando ele ou ela está exposto, repetidamente e ao longo do tempo, a acções negativas da parte de uma ou mais pessoas" (Olweus, 1993) Considera-se uma acção negativa quando alguém intencionalmente causa, ou tenta causar, danos ou mal-estar a outra pessoa. Esse repetido importunar pode ser físico, verbal, psicológico e /ou sexual. Devido às consequências e efeitos negativos destes comportamentos para o desenvolvimento e para a saúde mental, é de extrema importância que as escolas não neguem que o problema existe e que se dissipe a noção, de pais e educadores, de que este tipo de comportamento é uma parte normal do crescimento. Isto também porque a liberdade do medo do não é suficiente para assegurar uma aprendizagem com sucesso mas é uma condição necessária para a aprendizagem eficaz. Em Portugal, têm sido feitos vários estudos sobre a problemática do bullying. Estes envolvem aspectos como a tradução da palavra bullying para português, a observação dos comportamentos de bullying nos recreios, a caracterização das vítimas, dos agressores e das vítimas-agressoras e a prevalência deste tipo de comportamentos e a sua monitorização a nível nacional. Nas investigações com amostras nacionais representativas (Carvalhosa, Lima e Matos, 2001; Carvalhosa e Matos, 2004) verificou-se que, em 1998, 42.5% dos alunos entre os 11 e os 16 anos de idade relataram nunca se terem envolvido em comportamentos de bullying, 10.2% afirmaram serem agressores (uma vez ou mais, no último período escolar), 21.4% referiram serem vítimas (uma vez ou mais, no último período escolar) e 25.9% eram simultaneamente vítimas e agressores. Já em 2004, verificou-se que 41.3% dos alunos nunca se envolveram em Susana Fonseca Carvalhosa (2007) 1

2 comportamentos de bullying, 9.4% são agressores, 22.1% são vítimas e 27.2% são tanto vítimas como agressores. Pode-se assim concluir que em Portugal, existem taxas elevadas de comportamentos de bullying, nas escolas. Para a vitimação e para a provocação, os comportamentos mais referenciados são o gozar, chamar nomes, fazer troça, dizer mentiras, espalhar boatos, fazer comentários ou gestos ordinários e/ou piadas sexuais e excluir, deixar de fora de actividades de propósito (Carvalhosa e Matos, 2005). Num estudo comparativo sobre a evolucão do fenómeno em Portugal, verificou-se que a frequência dos comportamentos de vitimação e de provocação, uma vez por semana ou mais, aumentaram nos últimos anos nas escolas Portuguesas (Carvalhosa e Matos, 2004). Nas escolas estes fenómenos são muitas vezes despercebidos na sua verdadeira extensão e expressão. Ainda destacamos: dos alunos portugueses entre os 10 e os 18 anos, 23.5% estão envolvidos em comportamentos de bullying, 2 a 3 vezes por mês ou mais, ou seja, 1 em cada 4 alunos. os rapazes envolvem-se mais em comportamentos de bullying na escola, quer como agressores, quer como vítimas, quer com duplo envolvimento (simultaneamente agressores e vítimas); o envolvimento em comportamentos de bullying parece ter um pico aos 13 anos, embora os mais novos (11 anos) se envolvam mais, enquanto vítimas; nos últimos anos, verificou-se um aumento na frequência de bullying, uma vez por semana ou mais, quer em relação a provocar os outros quer em relação a ser vítima. SUPORTE SOCIAL O suporte social é considerado um factor protector para o envolvimento em comportamentos de bullying. Através de utilização de modelos de equações estruturais, uma análise factorial confirmatória revelou que os modelos dos 2 factores correlacionados (Suporte dos Amigos e da Família; Suporte dos Colegas e dos Professores) se ajustam aos dados (CFI de 0.95 e de 0.94) (Carvalhosa, Oddrun, Hetland, submetido a). Os resultados indicam que na escola, as vitimas e as vítimas-agressoras recebem menos suporte dos colegas e os agressores recebem menos suporte dos professores; fora da escola, as vitimas tem menos suporte dos amigos. Podemos concluir que diferentes padrões de suporte social, dentro e fora da escola, Susana Fonseca Carvalhosa (2007) 2

3 foram encontrados para as vitimas, os agressores e as vítimas-agressoras. Estes resultados podem guiar o desenvolvimento de intervenções para a prevenção do bullying. COMPARAÇÃO INTERNACIONAL O estudo Health Behaviour in School-aged Children (Currie, Hurrelmann, Settertobulte, Smith, & Todd, 2000), envolvendo 35 países e regiões maioritariamente europeus, aponta que cerca de 30 % dos jovens entre os 11 e os 15 anos reportam envolvimento em bullying, estando os rapazes mais envolvidos do que as raparigas, em todas as idades e que as últimas optam mais por formas de bullying indirecto como manipulação social e agressão verbal. Como podemos ver pela observação do Gráfico, em Portugal são sempre os rapazes que mais referem serem vítimas de bullying. Comparativamente com os outros países envolvidos no estudo, os jovens Portugueses com 11 e 13 anos de idade colocam Portugal em 4º lugar no ranking da vitimização na escola. Em relação a agredir os outros, o Gráfico revela que são também os rapazes quem mais provoca os outros nas escolas Portuguesas. Os dados dos jovens de 11 anos de Portugal quando comparado com os outros 35 países em relação a provocar os outros, pelo menos 2 ou 3 vezes por mês, nos últimos 2 meses, fazem com que ocupemos o 6º lugar no ranking do bullying na escola. A prevalência do bullying foi investigada em 29 países (ter sido vítima e ter provocado outros), assim como as diferenças entre grupos etários e foi ainda explorada a relação entre o bullying e o Produto Interno Bruto (PIB) (Carvalhosa, Oddrun, Hetland, submetido b). A análise revelou que existe uma grande variação entre os países quando se comparou a frequência de bullying comportamentos. A percentagem de vítimas variou entre 5,8% na Suécia e 40,1% na Lituânia, bem como a percentagem de agressores variou de 3,4% em Inglaterra e 34,4% também na Lituânia. A curva em U foi encontrada em todos os grupos etários, quando o PIB e o bullying foram investigados. As novas estratégias de prevenção têm que se distinguir por um compromisso de combater as desigualdades macro-determinantes através de políticas informada por provas científicas. O envolvimento com macro-determinantes e com provas científicas apresenta um grande desafio para a comunidade científica e política. MODELO ECOLÓGICO Susana Fonseca Carvalhosa (2007) 3

4 De acordo com a teoria dos sistemas ecológicos (Bronfenbrenner, 1979), o desenvolvimento humano ocorre num conjunto de sobreposições de sistemas ecológicos e foca o relacionamento de um indivíduo dentro do seu contexto social. Todos estes sistemas cooperam para influenciar o que uma pessoa se torna à medida que se desenvolve. Bronfenbrenner (1979) sugere que um indivíduo se desenvolve dentro de um contexto ou ecologia e este autor estrutura o ambiente em termos de uma série de círculos concêntricos (ver Figura), em que o círculo no centro é a pessoa rodeada por microssistemas (e.g., pessoa - família, pessoa - pares, pessoa - escolar e pessoa - comunidade). Nenhum sistema pode ser considerado um microssistema se não está em contacto directo com a pessoa por um período de tempo significativo. O próximo círculo é o mesossistema, que é um nível intermédio de influência envolvendo ligações entre dois ou mais microssistemas (e.g., a relação entre a escola e a família, a família e os vizinhos, o bairro e a escola). Em volta deste está o exossistema, que inclui as definições sociais que só afecta a pessoa indirectamente (e.g., o trabalho dos pais, as redes sociais da família). O círculo mais longe do centro é o macrossistema, que influencia a pessoa através da cultura, de normas, de estilos de vida, sistemas de crença, recursos materiais ou mudanças globais. O desenvolvimento de uma pessoa também será influenciada por mudanças temporais - o cronossistems. Este sistema incorpora a dimensão de tempo (e.g., entrada na escola, puberdade, uma morte na família). Alterações ou conflitos em qualquer sistema terá um efeito em todos os outros sistemas. Baseado nesta teoria, o bullying é visto como um fenómeno que afecta o desenvolvimento ecológico das crianças e dos jovens. CONCLUSÃO Apesar de a maioria dos comportamentos de bullying ocorrerem na escola, a sua prevenção deverá centrar-se em toda a comunidade. Todas as pessoas têm um papel importante a desempenhar: Crianças e Jovens Família Escolas Comunidade Políticos / nível nacional Susana Fonseca Carvalhosa (2007) 4

5 REFERÊNCIAS Bronfenbrenner, U. (1979). The ecology of human development. Cambridge: Harvard University Press. Carvalhosa, S., Lima, L. & Matos, M. (2001). Bullying - A provocação/vitimação entre pares no contexto escolar português. Análise Psicológica, 4(XIX), Carvalhosa, S., & Matos, M. (2004). Bullying in schools: what's going on? Paper presented at the 9th Biennial Conference of EARA, Porto. Carvalhosa, S., & Matos, M. (2005) Provocação entre pares em idade escolar. In M. Matos (ed.). Comunicação, gestão de conflitos e saúde na escola (3ª ed.). Cruz Quebrada: FMH Edições. Carvalhosa, S., Oddrun, S., & Hetland, J. (submetido a). Relationship between bullying and social support within and outside the school: Dimensional structure and variation across countries. Child Development. Carvalhosa, S., Oddrun, S., & Hetland, J. (submetido b). Relations between economic development and bullying behaviour in young people: A cross-national analysis. Health Promotion International. Currie, C., Hurrelmann, K., Settertobulte, W., Smith, R. & Todd, J. (Eds.). (2000). Health and health behaviour among young people. Copenhagen: World Health Organization. Olweus, D. (1993). Bullying at school. Oxford: Blackwell. Susana Fonseca Carvalhosa (2007) 5

OS JOVENS PORTUGUESES E O CONSUMO DE DROGAS

OS JOVENS PORTUGUESES E O CONSUMO DE DROGAS OS JOVENS PORTUGUESES E O CONSUMO DE DROGAS Tema 1, Nº 2 Junho 2001 Margarida Gaspar de Matos e Susana Fonseca Carvalhosa Equipa do Aventura Social e Saúde Estudo realizado em co-financiamento pela Faculdade

Leia mais

VIOLÊNCIA NA ESCOLA:

VIOLÊNCIA NA ESCOLA: VIOLÊNCIA NA ESCOLA: VÍTIAS, PROVOCADORES E OUTROS Tema 2, Nº 1 Setembro 2001 argarida Gaspar de atos e Susana onseca Carvalhosa Equipa do Aventura Social e Saúde Estudo realizado em co-financiamento pela

Leia mais

Tema 1, Nº 1 Junho 2001

Tema 1, Nº 1 Junho 2001 Tema 1, Nº 1 Junho 2001 Margarida Gaspar de Matos e Susana Fonseca Carvalhosa Equipa do Aventura Social e Saúde Estudo realizado no âmbito do protocolo entre a Faculdade de Motricidade Humana e o Gabinete

Leia mais

BULLYING EM CONTEXTO ESCOLAR

BULLYING EM CONTEXTO ESCOLAR BULLYING EM CONTEXTO ESCOLAR (2009) Luís Picado Professor Coordenador do Instituto Superior de Ciências Educativas (ISCE). Doutor em Psicologia da Educação E-mail: luis.picado@isce.pt RESUMO Pretendemos

Leia mais

SAÚDE MENTAL E MAL ESTAR FÍSICO NA IDADE ESCOLAR

SAÚDE MENTAL E MAL ESTAR FÍSICO NA IDADE ESCOLAR SAÚDE ENTAL E AL ESTAR ÍSICO NA IDADE ESCOLAR Tema 3, Nº 1 Setembro 2001 argarida Gaspar de atos e Susana onseca Carvalhosa Equipa do Aventura Social e Saúde Estudo realizado em co-financiamento pela aculdade

Leia mais

OS JOVENS PORTUGUESES E O ÁLCOOL

OS JOVENS PORTUGUESES E O ÁLCOOL OS JOVENS PORTUGUESES E O ÁLCOOL Tema 7, Nº 1 Dezembro 2001 argarida Gaspar de atos, Susana onseca Carvalhosa, Carla Reis & Sónia Dias Equipa do Aventura Social e Saúde Estudo realizado em co-financiamento

Leia mais

Educação sexual no contexto escolar em Portugal: dando voz aos alunos

Educação sexual no contexto escolar em Portugal: dando voz aos alunos Educação sexual no contexto escolar em Portugal: dando voz aos alunos Autor(es): Margarida Gaspar de Matos (1) Daniel Sampaio (2) & Equipa do Projecto Aventura Social (3) (1) Faculdade de Motricidade Humana/UTL;

Leia mais

Bullying e Violência: O que temos e o que queremos 13 DE FEVEREIRO DE 2015

Bullying e Violência: O que temos e o que queremos 13 DE FEVEREIRO DE 2015 Bullying e Violência: O que temos e o que queremos 13 DE FEVEREIRO DE 2015 Bullying = Violência?? 2 Violência versus Bullying 3 São duas realidades que costumam andar lado a lado mas que não são sinónimos,

Leia mais

O COMPORTAMENTO ALIMENTAR DOS JOVENS PORTUGUESES

O COMPORTAMENTO ALIMENTAR DOS JOVENS PORTUGUESES O COPORTAENTO ALIENTAR DOS JOVENS PORTUGUESES Tema 5, Nº 1 Outubro 2001 argarida Gaspar de atos, Susana onseca Carvalhosa e Helena onseca Equipa do Aventura Social e Saúde Estudo realizado em co-financiamento

Leia mais

25/03/2009. Violência Dirigida aos Enfermeiros no Local de Trabalho

25/03/2009. Violência Dirigida aos Enfermeiros no Local de Trabalho 25/03/2009 Violência Dirigida aos Enfermeiros no Local de Trabalho Violência Dirigida aos Enfermeiros no Local de Trabalho: O Caso de um Hospital Sandrina Nunes Violência no Sector da Saúde Ilustração

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE Equipe LENAD: Ronaldo Laranjeira Clarice Sandi Madruga IlanaPinsky Maria Carmen Viana Divulgação: Maio de 2014. 1. Porque esse estudo é relevante? Segundo a Subsecretaria

Leia mais

O Caracol Curioso. Escola a Tempo Inteiro - 1ºciclo. Projeto PedagógicoCAF/CATL - Bullying

O Caracol Curioso. Escola a Tempo Inteiro - 1ºciclo. Projeto PedagógicoCAF/CATL - Bullying O Caracol Curioso Escola a Tempo Inteiro - 1ºciclo Projeto PedagógicoCAF/CATL - Bullying 1. Enquadramento O projeto pedagógico definido para este ano letivo pretende abordar um tema actual, que tem tanto

Leia mais

Bullying - A Agressividade Entre Pares. A Agressividade Entre Pares

Bullying - A Agressividade Entre Pares. A Agressividade Entre Pares Bullying - A Agressividade Entre Pares A Agressividade Entre Pares Conceito de Bullying Dan Olweus (1991), definiu o conceito de Bullying afirmando que um aluno está a ser provocado/vitimado quando ele

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular NUTRIÇÃO DE COMPORTAMENTO ALIMENTAR Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular NUTRIÇÃO DE COMPORTAMENTO ALIMENTAR Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular NUTRIÇÃO DE COMPORTAMENTO ALIMENTAR Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Gestão das Organizações Desportivas 3.

Leia mais

Barómetro APAV INTERCAMPUS Perceção da População Portuguesa sobre Stalking, Cyberstalking, Bullying e Cyberbullying Preparado para: Associação

Barómetro APAV INTERCAMPUS Perceção da População Portuguesa sobre Stalking, Cyberstalking, Bullying e Cyberbullying Preparado para: Associação 1 Barómetro APAV Perceção da População Portuguesa sobre Stalking, Cyberstalking, Bullying e Cyberbullying Preparado para: Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) Junho de 2013 2 Índice 2 Metodologia

Leia mais

Bullying A provocação/vitimação entre pares no contexto escolar português

Bullying A provocação/vitimação entre pares no contexto escolar português Análise Psicológica (2001), 4 (XIX): 523-537 Bullying A provocação/vitimação entre pares no contexto escolar português SUSANA FONSECA DE CARVALHOSA (*) LUÍSA LIMA (**) MARGARIDA GASPAR DE MATOS (***) 1.

Leia mais

CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS

CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS O álcool é a «droga recreativa» mais utilizada em contexto universitário. Estudos recentes revelam que mais de metade dos estudantes universitários tiveram,

Leia mais

Escola secundária de S. Pedro da Cova BULLYING. Trabalho realizado por: Joana Aurora e Sara Sousa

Escola secundária de S. Pedro da Cova BULLYING. Trabalho realizado por: Joana Aurora e Sara Sousa Escola secundária de S. Pedro da Cova BULLYING Trabalho realizado por: 1 Joana Aurora e Sara Sousa INTRODUÇÃO Este trabalho foi realizado na disciplina de área de projecto. Este trabalho tem como objectivo

Leia mais

BULLYING NA ESCOLA: UM ESTUDO COM ALUNOS E PROFISSIONAIS DE ESCOLAS PÚBLICAS

BULLYING NA ESCOLA: UM ESTUDO COM ALUNOS E PROFISSIONAIS DE ESCOLAS PÚBLICAS BULLYING NA ESCOLA: UM ESTUDO COM ALUNOS E PROFISSIONAIS DE ESCOLAS PÚBLICAS CARVALHO, João Eloir PUCPR/ GELL joao.eloir@pucpr.br Eixo temático: Violências nas escolas Agência Financiadora: não contou

Leia mais

Violência Doméstica e Educação Análise do Envolvimento Parental na Escola em Mulheres Vítimas de Violência Conjugal

Violência Doméstica e Educação Análise do Envolvimento Parental na Escola em Mulheres Vítimas de Violência Conjugal Tema: Vítimas com Necessidades Específicas Violência Doméstica e Educação Análise do Envolvimento Parental na Escola em Mulheres Vítimas de Violência Conjugal Investigador: Miguel Rodrigues miguel.ol.rodrigues@hotmail.com

Leia mais

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR ANO LECTIVO: 2013/2014 FICHA DE UNIDADE CURRICULAR MESTRADO/LICENCIATURA 1.Unidade Curricular Nome: PSICOLOGIA DO ENVELHECIMENTO Área Científica: Psicologia Curso: Mestrado em Gerontologia Social Semestre:

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO

A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO Roberta Ortiz Furian Palavra-chave: ecologia, ambiente, desenvolvimento Este trabalho tem como objetivo destacar a teoria Ecologia do Desenvolvimento

Leia mais

(Quatro anos depois) 1998-2002. Promoção da Saúde Oral nos Jovens, Janeiro 2006 OS ADOLESCENTES PORTUGUESES AVENTURA SOCIAL & SAÚDE 1987-2006

(Quatro anos depois) 1998-2002. Promoção da Saúde Oral nos Jovens, Janeiro 2006 OS ADOLESCENTES PORTUGUESES AVENTURA SOCIAL & SAÚDE 1987-2006 (Quatro anos depois) 1998-2002 Margarida Gaspar de Matos, *Faculdade de Motricidade Humana. ** CMDT/ Instituto de Higiéne e Medicina Tropical Promoção da Saúde Oral nos Jovens, Janeiro 2006 1987-2006 Parceiros

Leia mais

Estudo epidemiológico realizado de 4 em 4 anos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde.

Estudo epidemiológico realizado de 4 em 4 anos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde. Mafalda Ferreira, Margarida Gaspar de Matos, Celeste Simões & Equipa Aventura Social Estudo epidemiológico realizado de 4 em 4 anos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde. Objectivo: Conhecer

Leia mais

Código de Ética para Psicólogos de acordo com a FEAP

Código de Ética para Psicólogos de acordo com a FEAP Código de Ética para Psicólogos de acordo com a FEAP Federação Europeia de Associações de Psicólogos Código Geral de Ética Aceite pela Assembleia Geral, Atenas, 1 Julho 1995. 1. Preâmbulo. Os Psicólogos

Leia mais

ÍNDICE GERAL ÍNDICE DE FIGURAS... ÍNDICE DE QUADROS...

ÍNDICE GERAL ÍNDICE DE FIGURAS... ÍNDICE DE QUADROS... ÍNDICE GERAL ÍNDICE DE FIGURAS... ÍNDICE DE QUADROS... SIGLÁRIO. XI XIV XVII 1. INTRODUÇÃO 1 1.1. Problemática de Investigação... 4 1.1.1. Problema.. 6 1.1.2. Natureza do Estudo... 9 1.1.3. Variáveis 10

Leia mais

ROSNorte Rede de Observatórios de Saúde do Norte

ROSNorte Rede de Observatórios de Saúde do Norte ROSNorte Rede de Observatórios de Saúde do Norte À PROCURA DE UM INSTRUMENTO PARA A AVALIAÇÃO DO IMPACTO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE NA SAÚDE Grupo de Trabalho da Avaliação do Impacto dos Serviços de Saúde na

Leia mais

AS ATITUDES DOS EMPRESÁRIOS ALGARVIOS FACE AO EMPREGO DE PESSOAS SOCIALMENTE DISCRIMINADAS: Um estudo empírico

AS ATITUDES DOS EMPRESÁRIOS ALGARVIOS FACE AO EMPREGO DE PESSOAS SOCIALMENTE DISCRIMINADAS: Um estudo empírico AS ATITUDES DOS EMPRESÁRIOS ALGARVIOS FACE AO EMPREGO DE PESSOAS SOCIALMENTE DISCRIMINADAS: Um estudo empírico Ileana Monteiro Docente da Escola de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve

Leia mais

Cyberbullying. Luís Morais luis.morais@fccn.pt

Cyberbullying. Luís Morais luis.morais@fccn.pt Cyberbullying Luís Morais luis.morais@fccn.pt Agenda 2 Cyberbullying 1. O que é? 2. Como funciona? 3. Quais as motivações? 4. Como prevenir? 5. Como reagir? O que é? 3 O que é? 4 Cyberbullying = Cyber

Leia mais

Barómetro APAV INTERCAMPUS Perceção da População Portuguesa sobre a Violência contra Crianças e Jovens Preparado para: Associação Portuguesa de Apoio

Barómetro APAV INTERCAMPUS Perceção da População Portuguesa sobre a Violência contra Crianças e Jovens Preparado para: Associação Portuguesa de Apoio 1 Barómetro APAV Perceção da População Portuguesa sobre a Violência contra Crianças e Jovens Preparado para: Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) Outubro de 2015 2 Índice 1 Objetivos e Metodologia

Leia mais

O engenheiro na equipa de saúde ocupacional: a visão da medicina do trabalho

O engenheiro na equipa de saúde ocupacional: a visão da medicina do trabalho O engenheiro na equipa de saúde ocupacional: a visão da medicina do trabalho Carlos Silva Santos Programa Nacional de Saúde Ocupacional DSAO/DGS 2014 Segurança, Higiene e Saúde do trabalho Organização

Leia mais

Curso de Capacitação em Bullying

Curso de Capacitação em Bullying Curso de Capacitação em Bullying Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de

Leia mais

Violência na escola: conhecer para intervir

Violência na escola: conhecer para intervir ARTIGO DE INVESTIGAÇÃO Violência na escola: conhecer para intervir School violence: to know to intervene Carla Silva Mendes* Resumo O fenómeno da violência escolar é um problema com graves consequências

Leia mais

HBSC. Health Behaviour in School-aged Children DADOS NACIONAIS 2010 - ABRIL 2011 PROBLEMAS EMERGENTES E CONTEXTOS SOCIAIS

HBSC. Health Behaviour in School-aged Children DADOS NACIONAIS 2010 - ABRIL 2011 PROBLEMAS EMERGENTES E CONTEXTOS SOCIAIS HBSC Health Behaviour in School-aged Children DADOS NACIONAIS 2010 - ABRIL 2011 PROBLEMAS EMERGENTES E CONTEXTOS SOCIAIS HBSC Health Behaviour in School-aged Children DADOS NACIONAIS 2010 - ABRIL 2011

Leia mais

Carla Manuela Barbosa da Silva. Bullying: Vitimação e Agressão Estudo de Caso numa Escola Profissional. Universidade Fernando Pessoa

Carla Manuela Barbosa da Silva. Bullying: Vitimação e Agressão Estudo de Caso numa Escola Profissional. Universidade Fernando Pessoa Carla Manuela Barbosa da Silva Bullying: Vitimação e Agressão Estudo de Caso numa Escola Profissional Universidade Fernando Pessoa Porto, 2012 Carla Manuela Barbosa da Silva Bullying: Vitimação e Agressão

Leia mais

Vereadora Corália Loureiro. Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis

Vereadora Corália Loureiro. Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis Poder Local e Cidades d Saudáveis Vereadora Corália Loureiro Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis II Simpósio Internacional de Saúde Ambiental e a Construção de Cidades Saudáveis - IGOT - UL 6 Dezembro

Leia mais

Investigação em Anatomia Patológica. Álcool e Jovens em Idade Escolar: Comportamentos e Conhecimentos Associados ao Consumo

Investigação em Anatomia Patológica. Álcool e Jovens em Idade Escolar: Comportamentos e Conhecimentos Associados ao Consumo de Janeiro de 2013 Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa Investigação em Anatomia Patológica Álcool e Jovens em Idade Escolar: Comportamentos e Conhecimentos

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CONSUMO DE ÁLCOOL EM ADOLESCENTES PORTUGUESES ESCOLARIZADOS: BEBER ÁLCOOL AINDA ESTARÁ NA MODA?

EVOLUÇÃO DO CONSUMO DE ÁLCOOL EM ADOLESCENTES PORTUGUESES ESCOLARIZADOS: BEBER ÁLCOOL AINDA ESTARÁ NA MODA? INTERACÇÕES NO. 39, PP. 802-814 (2015) EVOLUÇÃO DO CONSUMO DE ÁLCOOL EM ADOLESCENTES PORTUGUESES ESCOLARIZADOS: BEBER ÁLCOOL AINDA ESTARÁ NA MODA? José Precioso Universidade do Minho, Instituto de Educação

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 660/X ESTABELECE O REGIME DE APLICAÇÃO DA EDUCAÇÃO SEXUAL EM MEIO ESCOLAR

PROJECTO DE LEI N.º 660/X ESTABELECE O REGIME DE APLICAÇÃO DA EDUCAÇÃO SEXUAL EM MEIO ESCOLAR PROJECTO DE LEI N.º 660/X ESTABELECE O REGIME DE APLICAÇÃO DA EDUCAÇÃO SEXUAL EM MEIO ESCOLAR Exposição de Motivos A garantia da saúde sexual e reprodutiva na sociedade contemporânea é condição necessária

Leia mais

2º Fórum Lusófono de Mulheres em Postos de Tomada de Decisão Luanda, 17-18 de Julho 2002

2º Fórum Lusófono de Mulheres em Postos de Tomada de Decisão Luanda, 17-18 de Julho 2002 2º Fórum Lusófono de Mulheres em Postos de Tomada de Decisão Luanda, 17-18 de Julho 2002 Tema: A Situação Actual da Educação das Jovens e Mulheres Leontina Virgínia Sarmento dos Muchangos Direcção Nacional

Leia mais

Matéria com embargo até às 16h15 TMG (11h15 NY), do dia 04 de Setembro de 2014

Matéria com embargo até às 16h15 TMG (11h15 NY), do dia 04 de Setembro de 2014 Matéria com embargo até às 16h15 TMG (11h15 NY), do dia 04 de Setembro de 2014 HIDDEN IN PLAIN SIGHT (ESCONDIDO À VISTA DE TODOS) Uma análise estatística sobre violência contra crianças Sumário Um novo

Leia mais

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL Escola Secundária com 3º CEB de Coruche 0 EDUCAÇÃO SEXUAL INTRODUÇÃO A Educação da sexualidade é uma educação moral porque o ser humano é moral. É, também, uma educação das atitudes uma vez que, com base

Leia mais

Jennifer Sophie Barreiros Luís

Jennifer Sophie Barreiros Luís Escola Superior de Saúde Instituto Politécnico da Guarda I Curso de Mestrado em Enfermagem de Saúde Infantil e Pediatria Jennifer Sophie Barreiros Luís Guarda 2012 Escola Superior de Saúde Instituto Politécnico

Leia mais

A Perspectiva Ecológica do Desenvolvimento Humano de

A Perspectiva Ecológica do Desenvolvimento Humano de A Perspectiva Ecológica do Desenvolvimento Humano de Urie Bronfenbrenner A Ecologia do Desenvolvimento Humano O Microsistema O Mesosistema O Exosistema O Macrosistema Copyright, 2008 José Farinha, Prof.

Leia mais

III Simpósio Nacional Desafios do Profissional de Serviço Social

III Simpósio Nacional Desafios do Profissional de Serviço Social III Simpósio Nacional Desafios do Profissional de Serviço Social Porto, 12 de Fevereiro de 2009 A Importância da Inserção dos Técnicos de Serviço Social nas Escolas Miguel Ângelo F. M. Valério Trabalhador

Leia mais

Perfis de vítimas e agressores. Resultados do inquérito EU Kids Online 4 Fevereiro 2011 Ana Jorge

Perfis de vítimas e agressores. Resultados do inquérito EU Kids Online 4 Fevereiro 2011 Ana Jorge Perfis de vítimas e agressores Resultados do inquérito EU Kids Online 4 Fevereiro 2011 Ana Jorge Objectivo / Plano Caracterizar os perfis de vítimas e agressores online, para os riscos: Ver imagens de

Leia mais

Nº: 05/DSMIA DATA: 21/02/06. Consultas de Vigilância de Saúde Infantil e Juvenil ACTUALIZAÇÃO DAS CURVAS DE CRESCIMENTO

Nº: 05/DSMIA DATA: 21/02/06. Consultas de Vigilância de Saúde Infantil e Juvenil ACTUALIZAÇÃO DAS CURVAS DE CRESCIMENTO Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Para: Contacto na DGS: Consultas de Vigilância de Saúde Infantil e Juvenil ACTUALIZAÇÃO DAS CURVAS DE CRESCIMENTO Todos os estabelecimentos

Leia mais

Palavras-chaves: denuncia, consumo de álcool, consumo de drogas.

Palavras-chaves: denuncia, consumo de álcool, consumo de drogas. VIOLENCIA CONTRA A MULHER E A DEPENDENCIA FINACEIRA. UM ESTUDO DE CASO NO MUNICIPIO DE PITANGA. MARLY APARECIDA MAZUR MACHADO/UNICENTRO E-MAIL: maymazur@outlook.com SIMÃO TERNOSKI (ORIENTADOR)/UNICENTRO

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

O bullying e as possíveis respostas ao fenómeno no âmbito das Leis de Protecção e Tutelar Educativa

O bullying e as possíveis respostas ao fenómeno no âmbito das Leis de Protecção e Tutelar Educativa O bullying e as possíveis respostas ao fenómeno no âmbito das Leis de Protecção e Tutelar Educativa Pedro Branquinho Ferreira Dias Procurador da República na PGD de I É inegável que o termo bullying 1

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA PROFISSIONAIS DE SAÚDE. NOTIFICAÇÃO ON-LINE 2014.

VIOLÊNCIA CONTRA PROFISSIONAIS DE SAÚDE. NOTIFICAÇÃO ON-LINE 2014. VIOLÊNCIA CONTRA PROFISSIONAIS DE SAÚDE. NOTIFICAÇÃO ON-LINE 2014. Departamento da Qualidade na Saúde Março 2015 Índice Introdução... 3 Notificação de Violência contra Profissionais de Saúde... 6 Conclusão...

Leia mais

A SITUAÇÃO DO BULLYING NAS ESCOLAS PORTUGUESAS

A SITUAÇÃO DO BULLYING NAS ESCOLAS PORTUGUESAS INTERACÇÕES NO. 13, PP. 125-146 (2009) A SITUAÇÃO DO BULLYING NAS ESCOLAS PORTUGUESAS Susana Fonseca Carvalhosa Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa CIS (Centro de Investigação e Intervenção

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICIPIO DE SUMARÉ

O PREFEITO DO MUNICIPIO DE SUMARÉ PROJETO DE LEI Nº, de 03 de Agosto de 2010 "Dispõe sobre a implementação de medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying escolar no projeto pedagógico elaborado pelas escolas públicas de

Leia mais

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO EPSU, UNI Europa, ETUCE, HOSPEEM, CEMR, EFEE, EuroCommerce,

Leia mais

Situações de Risco para a Saúde de Jovens Adolescentes

Situações de Risco para a Saúde de Jovens Adolescentes Situações de Risco para a Saúde de Jovens Adolescentes Rodrigues, V.; Carvalho, A.; Gonçalves, A. & Carvalho, G. Resumo Nascer, crescer, envelhecer e morrer são marcos fundamentais na experiência de vida

Leia mais

BULLYING: UMA QUESTÃO DE DIREITOS HUMANOS

BULLYING: UMA QUESTÃO DE DIREITOS HUMANOS BULLYING: UMA QUESTÃO DE DIREITOS HUMANOS Luiz Gustavo Fabris Ferreira 1 1. Introdução. 2. Conceito e caracterização do bullying. 3. Tipos de bullying e perfil dos agressores e vítimas. 4. O bullying e

Leia mais

As Agendas de Inovação dos Territórios Algumas reflexões INSERIR IMAGEM ESPECÍFICA

As Agendas de Inovação dos Territórios Algumas reflexões INSERIR IMAGEM ESPECÍFICA INSERIR IMAGEM ESPECÍFICA 1 O que é Inovação? Produção, assimilação e exploração com êxito da novidade, nos domínios económico e social. Livro Verde para a Inovação (Comissão Europeia, 1995) 2 Os territórios

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais

6$Ó'(2&83$&,21$/ 4XHUHOHYkQFLD"

6$Ó'(2&83$&,21$/ 4XHUHOHYkQFLD 6$Ó'(2&83$&,21$/ 4XHUHOHYkQFLD" 5LFDUGR3DLV Kofi Annan, Secretário Geral O.N.U.: " Saúde e Segurança dos trabalhadores é parte integrante da segurança humana. Como agência líder das Nações Unidas pela

Leia mais

INÊS NOBRE MARTINS CAMACHO CURRICULUM VITAE

INÊS NOBRE MARTINS CAMACHO CURRICULUM VITAE INÊS NOBRE MARTINS CAMACHO CURRICULUM VITAE Informação Pessoal Nome Morada INÊS NOBRE MARTINS CAMACHO Av. 25 de Abril nº 32 5º D 2800-299 ALMADA Telemóvel Correio electrónico, icamacho@fmh.utl.pt de nascimento

Leia mais

NER - Plano de PSICOLOGIA B - 12º ano Ano letivo de 2015/2016

NER - Plano de PSICOLOGIA B - 12º ano Ano letivo de 2015/2016 MÓDULO 1 (1º Período) NER - Plano de PSICOLOGIA B - 12º ano Tema 1. EU NOS CONTEXTOS O modelo ecológico do desenvolvimento Compreender as capacidades do ser humano de relação com os contextos Caracterizar

Leia mais

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e o Bem-Estar Conferência de alto nível da ue JUNTOS PELA SAÚDE MENTAL E PELO BEM-ESTAR Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Slovensko predsedstvo EU 2008 Slovenian Presidency

Leia mais

2. Eu. A mente e a integração das dimensões cognitiva, emocional e conativa.

2. Eu. A mente e a integração das dimensões cognitiva, emocional e conativa. Escola Secundária Dr. José Afonso Informação-Prova de Equivalência à Frequência Psicologia B Prova 340 2015 12 º ano de escolaridade Objeto de avaliação A prova a que esta informação se refere incide nos

Leia mais

Autor - Marta Maria Gonçalves Rosa Co-Autor Maria Celeste Godinho

Autor - Marta Maria Gonçalves Rosa Co-Autor Maria Celeste Godinho Autor - Marta Maria Gonçalves Rosa Co-Autor Maria Celeste Godinho Coimbra, Setembro de 2011 Solicitação para colaboração na preparação da Unidade Curricular Intervenção em Cuidados Continuados II - 4º

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS Comparação dos preços dos combustíveis entre Julho de 2008 e Janeiro de 2011 No passado mês de Dezembro, bem como já no corrente ano, foram muitos os Órgãos

Leia mais

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA SOCIOLOGIA (CÓDIGO 344 ) 12ºAno de Escolaridade (Dec.-Lei nº74/2004) (Duração: 90 minutos)

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA SOCIOLOGIA (CÓDIGO 344 ) 12ºAno de Escolaridade (Dec.-Lei nº74/2004) (Duração: 90 minutos) 1. Unidades temáticas, conteúdos e objetivos/competências I O que é a Sociologia Unidades temáticas/conteúdos* 1. Sociologia e conhecimento sobre a realidade social 1.1. Ciências Sociais e Sociologia 1.2.

Leia mais

PROJETO APE E PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA

PROJETO APE E PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA PROJETO APE E PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA O enfrentamento do BULLYING, além de ser uma medida disciplinar, também é um gesto cidadão tremendamente educativo, pois prepara os alunos para a aceitação, o respeito

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular Contextos de Desenvolvimento Humano Ano Lectivo 2010/2011

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular Contextos de Desenvolvimento Humano Ano Lectivo 2010/2011 Programa da Unidade Curricular Contextos de Desenvolvimento Humano Ano Lectivo 2010/2011 1. Unidade Orgânica Serviço Social (1º Ciclo) 2. Curso Serviço Social 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

CONCEPÇÕES DOS ALUNOS DOS ENSINOS BÁSICO E SECUCUNDÁRIO SOBRE A TOXICODEPENDÊNCIA - RISCOS E PREVENÇÃO.

CONCEPÇÕES DOS ALUNOS DOS ENSINOS BÁSICO E SECUCUNDÁRIO SOBRE A TOXICODEPENDÊNCIA - RISCOS E PREVENÇÃO. CONCEPÇÕES DOS ALUNOS DOS ENSINOS BÁSICO E SECUCUNDÁRIO SOBRE A TOXICODEPENDÊNCIA - RISCOS E PREVENÇÃO. Artur Gonçalves 1, Graça S. Carvalho 1, Vitor M. Rodrigues,2 & Carlos Albuquerque 1,3 1 LIBEC/CIFPEC,

Leia mais

Política de Proteção Infantil

Política de Proteção Infantil Política de Proteção Infantil Diga SIM à Proteção Infantil! Como uma organização internacional de desenvolvimento comunitário centrado na criança e no adolescente, cujo trabalho se fundamenta na Convenção

Leia mais

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA MATRIZ

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA MATRIZ PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA MATRIZ 12º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004) Curso Científico Humanístico PROVA 312/6Págs. Duração da prova: 90 minutos + 30 minutos de tolerância 2010 PROVA

Leia mais

OCDE/ITF - IRTAD 5 6 6.1 6.2 A ANSR

OCDE/ITF - IRTAD 5 6 6.1 6.2 A ANSR Jorge Jacob Agenda: 1 Sinistralidade Rodoviária um flagelo mundial 2 Organização Mundial MACRO 3 WHO The Decade of Action for Road Safety 4 OCDE/ITF - IRTAD 5 UE/Comissão Europeia 6 Portugal: 6.1 Situação

Leia mais

Equipa Aventura Social

Equipa Aventura Social Projeto Equipa Aventura Social Coordenação Tempest Denise de Ridder, Utrecht University, The Nederlands Coordenação Tempest Nacional Margarida Gaspar de Matos, Universidade Técnica de Lisboa e Centro

Leia mais

O que é o Bullying e a quem atinje

O que é o Bullying e a quem atinje O que é o Bullying e a quem atinje Fonte: Wikipédia O bullying escolar na infância é uma prática observada em várias culturas. Bullying é um termo inglês utilizado para descrever actos de violência física

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

REFERENCIAL DE FORMAÇÃO a que alude o n.º 5 do art. 83 da Lei n.º 112/2009 de 16 de setembro

REFERENCIAL DE FORMAÇÃO a que alude o n.º 5 do art. 83 da Lei n.º 112/2009 de 16 de setembro POPH Eixo 7 Tipologia de Intervenção 7.4 Projetos de Formação para Públicos Estratégicos REFERENCIAL DE FORMAÇÃO a que alude o n.º 5 do art. 83 da Lei n.º 112/2009 de 16 de setembro Formação de agentes

Leia mais

Controlo e Prevenção do Tabagismo CONCURSO DE IDEIAS

Controlo e Prevenção do Tabagismo CONCURSO DE IDEIAS Sara Madeira - Medicina Geral e Familiar Nuno Miguel Rodrigues - Anestesiologia Instituto Medicina Preventiva - Faculdade Medicina de Lisboa Convenção Quadro - Controlo do tabaco Tratado internacional

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO SOCIAL DOS AGREGADOS FAMILIARES PORTUGUESES COM MENORES EM IDADE ESCOLAR Alguns resultados

CARACTERIZAÇÃO SOCIAL DOS AGREGADOS FAMILIARES PORTUGUESES COM MENORES EM IDADE ESCOLAR Alguns resultados CARACTERIZAÇÃO SOCIAL DOS AGREGADOS FAMILIARES PORTUGUESES COM MENORES EM IDADE ESCOLAR Alguns resultados Os dados apresentados resultam do estudo: "Caracterização Social dos Agregados Familiares Portugueses

Leia mais

Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Economia

Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Economia Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Economia ECONOMIA INDUSTRIAL Aula 01 e 02: 04/03/2008 e 06/03/2008 Docentes: Carlos Nuno Castel-Branco; Carlos Vicente; Nelsa Massingue. Conceito de Industrialização

Leia mais

A Psicologia Ecológica e a história dos behavior settings

A Psicologia Ecológica e a história dos behavior settings A Psicologia Ecológica e a história dos behavior settings A Psicologia Ecológica e a história dos behavior settings É um desenvolvimento divergente da psicologia Norte Americana dominada pelo behaviorismo

Leia mais

CURRICULUM VITAE. Paulo Jorge Ferreira Gomes, casado, natural de Lisboa, Portugal, nascido a 11/11/72. R. Maria Almira Medina, nº26 2710-717 Sintra

CURRICULUM VITAE. Paulo Jorge Ferreira Gomes, casado, natural de Lisboa, Portugal, nascido a 11/11/72. R. Maria Almira Medina, nº26 2710-717 Sintra CURRICULUM VITAE 1. Dados Pessoais Nome Paulo Jorge Ferreira Gomes, casado, natural de Lisboa, Portugal, nascido a 11/11/72. Morada R. Maria Almira Medina, nº26 2710-717 Sintra Contactos 913482441 p11gomes@hotmail.com

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Acabar com as disparidades salariais entre mulheres e homens. http://ec.europa.eu/equalpay

Acabar com as disparidades salariais entre mulheres e homens. http://ec.europa.eu/equalpay Acabar com as disparidades salariais entre mulheres e homens Resumo O que se entende por disparidades salariais entre mulheres e homens Por que razão continuam a existir disparidades salariais entre mulheres

Leia mais

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2011/2012. Docente (s) Maria João Alvarez (docente responsável pela UC) e Alexandra Marques Pinto

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2011/2012. Docente (s) Maria João Alvarez (docente responsável pela UC) e Alexandra Marques Pinto FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2011/2012 Designação Temas de Desenvolvimento Pessoal e Social Docente (s) Maria João Alvarez (docente responsável pela UC) e Alexandra Marques Pinto Creditação (ECTS) 6 ECTS

Leia mais

POBREZA: DEFINIÇÕES E FACTORES EXPLICATIVOS

POBREZA: DEFINIÇÕES E FACTORES EXPLICATIVOS POBREZA: DEFINIÇÕES E FACTORES EXPLICATIVOS 2013-03-16 1 Alfredo Bruto da Costa Pontos de reflexão: 1.Desde o século XII, a sociedade portuguesa revela uma preocupação activa pelos pobres (em termos culturais,

Leia mais

Plano tecnológico? Ou nem tanto?

Plano tecnológico? Ou nem tanto? Plano tecnológico? Ou nem tanto? WEB: ÉDEN?APOCALIPSE? OU NEM TANTO? Plano Tecnológico Mas, Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, além deste Contrato, o Novo Contrato para a Confiança, o nosso

Leia mais

Os comportamentos podem ser lesivos da

Os comportamentos podem ser lesivos da Porto, Outubro de 2005 AVENTURA SOCIAL & SAÚDE 1987-2005 Parceiros / financiamento em 2001/2005: Fundação para a Ciência e a Tecnologia / Ministério da Ciência e do Ensino Superior Projecto POCTI 37486/PSI/2001/

Leia mais

Questiono se, hoje, a escola não deverá ser muito mais do saber ler, escrever, contar Ninguém duvida que a escola é muito mais do que isso.

Questiono se, hoje, a escola não deverá ser muito mais do saber ler, escrever, contar Ninguém duvida que a escola é muito mais do que isso. Sobre os rankings Há rankings para todos os gostos em função da amostra, tendo em conta o nº. de disciplinas, o nº de exames, o ser público ou privado, enfim Por exemplo no Diário de Notícias num ranking

Leia mais

nas escolas: uma visão da gestão escolar e sua evolução em 4 anos conditions in schools: a vision of school management and its evolution in 4 years

nas escolas: uma visão da gestão escolar e sua evolução em 4 anos conditions in schools: a vision of school management and its evolution in 4 years Condições ambientais, pedagógicas e psicosociais nas escolas: uma visão da gestão escolar e sua evolução em 4 anos Environmental, pedagogical and psycho-social conditions in schools: a vision of school

Leia mais

Sede Head Office Rua José Estêvão 135-A piso 1 1150-201 Lisboa Portugal. T. + 351 21 358 79 00 F. + 351 21 887 63 51 apav.sede@apav.

Sede Head Office Rua José Estêvão 135-A piso 1 1150-201 Lisboa Portugal. T. + 351 21 358 79 00 F. + 351 21 887 63 51 apav.sede@apav. Sede Head Office Rua José Estêvão 135-A piso 1 1150-201 Lisboa Portugal T. + 351 21 358 79 00 F. + 351 21 887 63 51 apav.sede@apav.pt - Contributo da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) - Consulta

Leia mais

PORTE DE ARMAS, ABUSO DE SUBSTÂNCIAS E PARTICIPAÇÃO EM GANGUES POR ALUNOS 1

PORTE DE ARMAS, ABUSO DE SUBSTÂNCIAS E PARTICIPAÇÃO EM GANGUES POR ALUNOS 1 PORTE DE ARMAS, ABUSO DE SUBSTÂNCIAS E PARTICIPAÇÃO EM GANGUES POR ALUNOS 1 Resumo STELKO-PEREIRA, Ana Carina UFSCAR anastelko@gmail.com WILLIAMS, Lúcia Cavalcanti de Albuquerque UFSCAR williams@ufscar.br

Leia mais

POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO

POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO CURSO: ATENDIMENTO A HOMENS AUTORES DE VIOLÊNCIA FAMILIAR 1. Dados de Identificação do Curso 1.1 Título do Curso Atendimento a homens autores de violência familiar. 2. Objetivo Geral No contexto latino-americano,

Leia mais

Ana Teresa Moreira Verdasca Formação Académica Doutoramento em Sociologia Económica e das Organizações 2010

Ana Teresa Moreira Verdasca Formação Académica Doutoramento em Sociologia Económica e das Organizações 2010 Curriculum Vitae Nome Morada Contactos Ana Teresa Moreira Verdasca Rua Jorge de Sena, Lote 1, 5ºE 1750-129 Lisboa anaverdasca@socius.iseg.ulisboa.pt Formação Académica 2010 2008 Doutoramento em Sociologia

Leia mais

Modelling of Policies and Practices for Social Inclusion of People with Disabilities in Portugal

Modelling of Policies and Practices for Social Inclusion of People with Disabilities in Portugal 4/6 Modelling of Policies and Practices for Social Inclusion of People with Disabilities in Portugal Design of a governance model for the implementation of a National Disability Strategy in Portugal 27-28

Leia mais

Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9.

Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9. Índice: Introdução 3 Princípios Orientadores 3 Definição do projecto 4 Objectivos a alcançar 5 Implementação do projecto 5 Recursos necessários 6 Avaliação do projecto 7 Divulgação Final do Projecto 7

Leia mais

Os Jovens nas Nações Unidas www.un.org/youth. Relatório Mundial sobre a Juventude: Os Jovens Hoje e em 2015

Os Jovens nas Nações Unidas www.un.org/youth. Relatório Mundial sobre a Juventude: Os Jovens Hoje e em 2015 Os Jovens nas Nações Unidas www.un.org/youth Relatório Mundial sobre a Juventude: Os Jovens Hoje e em 2015 Síntese No dia 4 de Outubro de 2005, o Programa das Nações Unidas para a Juventude, do Departamento

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao.

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao. Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XIX Gestão da Prevenção um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

Classificação e Tipologias de Inovação. A Inovação como um Processo Empresarial.

Classificação e Tipologias de Inovação. A Inovação como um Processo Empresarial. Classificação e Tipologias de Inovação. A Inovação como um Processo Empresarial. 1 Conteúdo Conceitos e definições segundo a NP 4456:2007 A inovação no mundo e em Portugal 2 Objectivos Situar a problemática

Leia mais