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Transcrição:

ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL - EFD

ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL - EFD Informações Gerais 1. O que é a Escrituração Fiscal Digital - EFD? A Escrituração Fiscal Digital EFD, também chamada de SPED Fiscal, é parte integrante do Sistema Público de Escrituração Digital SPED e compõe-se da totalidade das informações, em meio digital, necessárias à apuração dos impostos referentes a operações e prestações praticadas pelo contribuinte. Trata-se de um arquivo digital, em formato.txt, que representa a escrituração de documentos fiscais e substitui a obrigação de escriturar livros fiscais em papel. Assim, a Escrituração Fiscal Digital EFD torna desnecessária a impressão dos livros fiscais. 2. Quais são os livros substituídos pela EFD? Conforme 3º da cláusula primeira do Ajuste SINIEF 02/2009, o contribuinte deverá utilizar a EFD para efetuar a escrituração dos seguintes livros e documento: I. Livro Registro de Entradas; II. Livro Registro de Saídas; III. Livro Registro de Inventário; IV. Livro Registro de Apuração do IPI; V. Livro Registro de Apuração do ICMS; VI. Documento Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente - CIAP. VII. Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque (a partir de 01/01/2015) 3. Quais contribuintes, e a partir de quando, estão obrigados à EFD? A partir de 01/01/2014, todos os contribuintes paulistas sujeitos ao Regime Periódico de Apuração estão obrigados à EFD. Ou seja, desde essa data,

a escrituração desses contribuintes deverá ser realizada de forma digital, através da Escrituração Fiscal Digital EFD. 4. A autorização para transmissão dos arquivos da EFD dos contribuintes obrigados de ofício é automática ou é necessário protocolar requerimento no Posto Fiscal? A escrituração digital, após realizada pelo contribuinte, deverá ser enviada ao ambiente nacional das administrações tributárias. A autorização é feita de forma automática. 5. As empresas optantes pelo Simples Nacional estão obrigadas ao SPED Fiscal? Não. As empresas optantes pelo Simples Nacional não foram obrigados de ofício à EFD no Estado de São Paulo. 6. Empresas do Simples Nacional podem aderir voluntariamente à EFD? Sim. O contribuinte do Simples Nacional poderá optar pela adoção da EFD, mediante pedido que abranja todos os seus estabelecimentos situados no território do Estado de São Paulo. A solicitação de credenciamento deverá ser efetuada pelo próprio contribuinte por meio de acesso ao sistema de credenciamento disponível na Internet, no endereço eletrônico: www.fazenda.sp.gov.br/sped/credenciamento/ credenciamento.asp 7. Como solicitar o credenciamento no site da SEFAZ/SP? a) O sistema de credenciamento na EFD está disponível no site www.fazenda.sp.gov.br/sped - opção Credenciamento; b) O acesso ao sistema é efetuado por meio da utilização de certificado digital de empresa;

c) Ao acessar o sistema, informar o CNPJ base da empresa e a data de início da obrigatoriedade; d) Após o processamento das informações, o contribuinte já estará credenciado na obrigatoriedade. Observações: O tempo de processamento da autorização para transmissão dos arquivos pode demorar até 24 horas após a solicitação de credenciamento; Todos os estabelecimentos ativos da empresa situados em território paulista serão credenciados; 8. Como é gerada e transmitida a EFD? Os contribuintes credenciados na EFD devem seguir os seguintes passos: a) Gerar o arquivo em formato texto dentro das especificações do leiaute definido no Ato COTEPE/ ICMS nº 09/2008; b) Importar, validar e assinar digitalmente o arquivo utilizando para tanto o Programa Validador da EFD - PVA; c) Transmitir a EFD por meio do Receitanet. 9. Qual a periodicidade de envio dos arquivos da EFD? A periodicidade de envio do arquivo é MENSAL e o prazo máximo para envio é estabelecido pela Unidade da Federação a que o contribuinte estiver vinculado. No Estado de São Paulo, o prazo máximo de envio do arquivo é o dia 25 do mês subsequente ao mês de apuração das informações. 10. Quais tipos de certificado digital podem ser utilizados para assinar o arquivo da EFD? Deve ser utilizado Certificado Digital tipos A1 ou A3 no padrão ICP-Brasil, na modalidade que melhor convier ao contribuinte: 1) o e-pj ou e-cnpj que

contenha a mesma base do CNPJ (8 primeiros caracteres) do estabelecimento; 2) o e-pf ou e-cpf do representante legal da empresa no cadastro CNPJ. 3) a pessoa jurídica ou a pessoa física com procuração eletrônica cadastrada no site da Receita Federal do Brasil (www.receita.fazenda. gov.br), porém, neste caso, a procuração servirá para assinar por apenas um estabelecimento. 11. Como obter um certificado digital? O certificado digital deverá ser adquirido junto à Autoridade Certificadora credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. Para maiores informações sobre Autoridades certificadoras, autoridades de registro e prestadores de serviços habilitados na ICP-Brasil, consulte o site http://www.iti.gov.br 12. É possível enviar um único arquivo da EFD consolidando as informações da matriz e filiais da empresa? Não. Conforme artigo 6º da Portaria CAT 147/09, salvo disposição em contrário, o contribuinte que possuir mais de um estabelecimento, seja filial, sucursal, agência, depósito, fábrica ou outro qualquer, deverá prestar as informações relativas à EFD em arquivo digital individualizado por estabelecimento, ainda que a apuração dos impostos ou a escrituração contábil seja efetuada de forma centralizada. 13. Onde se encontra o leiaute para geração do arquivo da EFD? O leiaute para geração do arquivo da EFD está disciplinado no Ato COTEPE/ICMS nº 09/08. O leiaute também pode ser encontrado no GUIA PRÁTICO DA EFD, disponível para download no endereço https://www.fazenda.sp.gov.br/sped/ downloads/downloads.asp

O Guia visa orientar na geração do arquivo e esclarecer aspectos referentes à apresentação dos registros, conteúdo dos campos, estrutura e apresentação do arquivo para entrega ao Fisco. 14. Os contribuintes obrigados à EFD continuam obrigados à entrega da GIA? Sim. A entrega da GIA continua obrigatória até que alguma norma a dispense. 15. Os contribuintes obrigados à EFD continuam obrigados ao Sintegra? Não. Conforme o 1 A do artigo 1º da Portaria CAT 32/96, o contribuinte paulista obrigado à entrega da EFD está dispensado dos arquivos do Sintegra, pois a EFD já contém a totalidade das informações fiscais. 16. O Fisco disponibiliza software para elaboração do arquivo da EFD? Uma das funcionalidades do PVA é a digitação, que permite ao contribuinte de pequeno porte elaborar o arquivo da EFD. No entanto, para contribuintes de médio e grande porte, é recomendada a utilização de sistemas próprios para elaboração do arquivo para, posteriormente, importá-lo no PVA para executar as tarefas de validação, assinatura e transmissão. 17. Existe leiaute específico para as empresas do Simples Nacional? Não. O leiaute é único e deve ser apresentado no perfil determinado pelo Estado. Observações: Perfil de apresentação refere-se ao nível de detalhamento dos registros da EFD; Até o momento, o perfil de apresentação da EFD estabelecido pelo Estado de São Paulo é o A para todos os contribuintes obrigados;

Regra geral, o perfil A determina a apresentação dos registros mais detalhados. 18. É necessário solicitar o credenciamento de novos estabelecimentos de contribuinte já obrigado à EFD? Não. O credenciamento de novos estabelecimentos vinculados ao CNPJ base já obrigado à EFD é feito de forma automática. 19. Minha empresa era do Simples Nacional e passou a RPA. É necessário solicitar o credenciamento? Não. O credenciamento será automático a partir da data em que a empresa passar para RPA. Para saber mais sobre a EFD acesse www. fazenda.sp.gov.br/sped Dúvidas relacionadas à EFD podem ser esclarecidas por meio do 0800-170110, opção EFD ou do Fale Conosco (http://www.fazenda. sp.gov.br/email/default2.asp). Conheça o nosso Portal de Educação Fiscal www. fazenda.sp.gov.br/educacaofiscal Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Av. Rangel Pestana, 300 CEP: 01017-911 - Centro São Paulo - SP www.fazenda.sp.gov.br 0800 170 110

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