Escrituração Fiscal Digital - EFD

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2 Escrituração Fiscal Digital - EFD Março 2015

3 Objetivos Visão Geral da Escrituração Fiscal Digital EFD; Legislação Nacional e Estadual; Leiaute da Escrituração Fiscal Digital EFD e suas características.

4 O SPED Fiscal no site SEFAZ

5 O SPED Fiscal - Contatos Canais de Contato para o Contribuinte Telefone: [email protected] Fale Conosco:

6 Agenda O que é o SPED Fiscal Histórico e Benefícios Vantagens Legislação Escrituração Ferramentas Certificado Digital Obrigatoriedade Credenciamento Periodicidade e Prazos Penalidades EFD vs. SINTEGRA EFD vs. GIA Portaria CAT 147/2009 Modelo Operacional Retificação Leiaute Tabelas Blocos Bloco K

7 Introdução O que é o SPED Fiscal (EFD)

8 Sistema Público de Escrituração Digital Central de Balanços NF-e EFD - Social e-lalur NFC-e EFD - Contribuições CT-e NFS-e ECD EFD - ICMS/IPI MDF-e SAT CF-e F-Cont

9 EFD SPED Fiscal ICMS/IPI

10 EFD SPED Fiscal ICMS/IPI Mas a EFD são apenas Livros? AJUSTE SINIEF 2 (03 de abril de 2009) Blocos Livros... A Escrituração Fiscal Digital EFD compõe-se da totalidade das informações em meio digital, necessárias à apuração dos impostos referentes operações e prestações praticadas pelo contribuinte, bem como outras de interesse das administrações tributárias das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil RFB....

11 Auditoria Fiscal antes e depois da EFD Antes Depois

12 Conceitos do SPED Instituído pelo Decreto Federal n º 6.022/2007 Implantado em 2009 Iniciativa integrada das administrações tributárias nas três esferas governamentais Instrumento que unifica as seguintes atividades referentes a livros e documentos: Recepção Validação Armazenamento Autenticação Constituído pela escrituração contábil e fiscal dos empresários e das pessoas jurídicas, inclusive imunes ou isentas Fluxo único, computadorizado, de informações Modernização da sistemática atual de cumprimento das obrigações acessórias CTN Art º: A obrigação acessória decorrente da legislação tributária tem por objeto as prestações, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos. Só os arquivos enviados para o ambiente nacional do SPED são aceitos (Portaria CAT 147/09 Art. 9º 6º: Fica vedada a geração e o envio do arquivo digital da EFD por meio ou em forma diversa dos previstos nesta portaria ) Transmissão através de certificado digital Assinatura de documentos eletrônicos Validade jurídica

13 Histórico da EFD e seus benefícios para o Contribuinte e para o Fisco Histórico e Benefícios

14 Histórico I ENAT julho/2004 Base Legal: Adm. Trib. da U, E, DF, M devem atuar de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastros e informações fiscais (EC 42/2003 Art Inciso XXII) Objetivo: Promover nas 3 esferas de Governo Maior integração administrativa; Padronização e melhor qualidade das informações; Racionalização dos custos e da carga de trabalho operacional no atendimento; Maior eficácia da fiscalização; Maior possibilidade de realização de ações fiscais coordenadas e integradas; Maior possibilidade de intercâmbio de informações fiscais entre as diversas esferas governamentais; Cruzamento de informações em larga escala com dados padronizados e uniformização de procedimentos. II ENAT agosto/2005 Base Legal: Assinatura dos Protocolos de Cooperação nº 2 e nº 3 Objetivo: Implantar o Sistema Público de Escrituração Digital e a Nota Fiscal Eletrônica Propiciar melhor ambiente de negócios para as empresas no País; O documento oficial é o documento eletrônico com validade jurídica para todos os fins; Utilizar a Certificação Digital padrão ICP Brasil; Promover o compartilhamento de informações; Criar na legislação comercial e fiscal a figura jurídica da Escrituração Digital e da Nota Fiscal Eletrônica; Redução de custos para o contribuinte; Mínima interferência no ambiente do contribuinte; Disponibilizar aplicativos para emissão e transmissão da Escrituração Digital e da NFe para uso opcional pelo contribuinte.

15 Benefícios Para o Contribuinte Redução de custos com a racionalização e simplificação das obrigações acessórias. Dispensa de armazenamento de documentos em papel; Uniformização das informações que o contribuinte presta às diversas unidades federadas; Padronização das informações (o papel aceita tudo, o leiaute, não!); Redução de custos com a dispensa de emissão e armazenamento de documentos em papel; Possibilidade de troca de informações entre os próprios contribuintes a partir de um leiaute padrão; Disponibilidade de cópias autênticas e válidas da escrituração para distintos e concomitantes. usos Para o Fisco Rapidez no acesso às informações; Uniformização do tempo despendido com a presença de auditores fiscais nas instalações do contribuinte; Simplificação e agilização dos procedimentos sujeitos ao controle da administração tributária ( regimes especiais, crédito acumulado); Fortalecimento do controle e da fiscalização por meio de intercâmbio de informações entre as administrações tributárias; Aumento da produtividade do auditor através da eliminação dos passos para coleta dos arquivos; Melhoria da qualidade das informações.

16 Evolução da Escrituração 100%Papel Manutenção de Livros Sintegra Papel e Digital Manutenção de Livros Entrega de arquivos em meio magnético SPED 100% Digital

17 Vantagens da EFD para o Contribuinte e para o Fisco Vantagens

18 Vantagens Visão do Contribuinte O SPED proporcionou maior integração entre as diversas áreas da empresa. Por consequência isso exige maior qualificação dos profissionais, já que precisam ter uma visão mais abrangente dos processos da empresa. Modernização na relação entre empresas e fisco (construção coletiva) Com o Advento do SPED, o profissional da área fiscal assume papel importante nas organizações. Sendo responsável, por modelos de processos que assegurem o compliance, bem como participando ativamente nas decisões estratégicas NF-e emitidas/dia Redução 30% no volume obrigações acessórias Federal Redução 10% no volume obrigações acessórias Estadual Slides apresentados pelo contribuinte no Workshop EFD realizado em São Paulo em 15 e 16 de setembro de 2014

19 Vantagens Visão do Contribuinte Mudança de cultura Economia de papel páginas = 47 livros (EFD) Economia de papel folhas (ECD) Melhoria de cadastro NF-e NF-e de saída/mês Centralização da administração Padronização de dados todos falam a mesma língua Integração com novas áreas (dentro da empresa) Integração empresa, cliente, parceiros, Sefaz Slides apresentados pelo contribuinte no Workshop EFD realizado em São Paulo em 15 e 16 de setembro de 2014

20 Vantagens Visão do Contribuinte Ganho total com a EFD Escrituração Fiscal Digital Descrição Quantidade Valores - R$ Investimentos Consultoria de empresa software ,00 Treinamentos dos colaboradores ,00 Total dos Investimentos ,00 Custos de folhas/ impressões/ encadernações/registros Livros Notas Fiscais emitidas - via fixa ,00 Livros Registro de Entrada / Saídas ,00 Livros Registro de Apuração ICMS e IPI ,00 Livros Diários e Livros Auxiliares ,00 Total livros ,00 Ganho com a emissão NF-e ,49 Locação de espaço - arquivo inativo ,00 Despesas com pessoal ,96 Total dos ganhos ,45 Ganho no resultado (periodo de 2006 a 2013) ,45 Slides apresentados pelo contribuinte no Workshop EFD realizado em São Paulo em 15 e 16 de setembro de 2014

21 Vantagens Visão do Fisco Maior eficiência das ações fiscais, possibilitada pelo acesso mais rápido às informações e pela padronização dos arquivos eletrônicos; Maior celeridade na identificação de ilícitos tributários, com redução do tempo gasto nas ações fiscais e sensível diminuição da etapa de coleta de arquivos e documentos (gerando com isso, reflexos para evitar a ocorrência do prazo decadencial); Maior consistência dos dados a partir da integração dos sistemas, com possibilidade, inclusive, de cruzamento dos dados contábeis e fiscais (trilhas de auditoria) EFD x ECD;

22 Vantagens Visão do Fisco Melhoria na qualidade da informação e, consequentemente, na garantia da autenticidade, integridade e da validade jurídica da prova (oriunda da Base de dados SEFAZ ou do ambiente nacional do SPED); A prova trazida pelo Fisco (extraída do arquivo digital da EFD) é a declaração de dados que foi prestada sob o enfoque do próprio contribuinte declarante e, portanto, a sua validade jurídica não poderá ser contestada por quem a produziu; Uniformidade dos procedimentos de produção de provas com consequente redução do tempo gasto com diligências; Maior celeridade do trâmite do Processo Administrativo Tributário EletrônicoePAT. JUSTIÇA FISCAL

23 Pontos importantes da legislação do SPED Legislação

24 Legislação Aplicada As normas relacionadas à EFD ICMS/IPI são nacionais e estaduais; As normas nacionais disciplinam questões comuns a todas as unidades da federação - Convênio ICMS, Ato Cotepe, Protocolo, Ajuste SINIEF, Decreto Federal; As normas estaduais estão relacionadas com as questões específicas de cada Estado - RICMS, Portaria CAT, Comunicados DEAT.

25 Legislação Nacional Origem Decreto nº 6022/2007 Instituiu o Sistema Público de Escrituração Digital Instituição Convênio ICMS nº 143/ institui a EFD até Dezembro/2008 Ajuste Sinief nº 2/ institui a EFD a partir de Janeiro/2009 Obrigatoriedade Protocolo ICMS 77/ Lista de obrigados Protocolo ICMS 03/ Fixa o prazo para a obrigatoriedade da EFD Jan/2014 Protocolo ICMS 91/ Prazo para obrigatoriedade para SN Jan/2016 Leiaute Ato Cotepe ICMS nº 9/ instituiu o Manual de Orientação do Leiaute da EFD

26 Legislação Nacional Convênio ICMS 143/2006 Protocolo ICMS 77/2008 Ajuste SINIEF 02/2009 instituição Decreto 6022/2007 Ato Cotepe 09/2008 Leiaute Protocolo ICMS 03/2011 obrigatorie dade RPA

27 Legislação Nacional Guia Prático EFD ICMS/IPI

28 Legislação Paulista Obrigatoriedade, geração, prazo, retificação, registros dispensados: Portaria CAT 147/ Disciplina os procedimentos a serem adotados para fins da EFD pelos contribuintes do ICMS do Estado de São Paulo Lista de obrigados Comunicados DEAT - Série EFD - Comunicados de Credenciamento de Ofício e Voluntário (atualmente TODOS os contribuintes RPA estão obrigados)

29 Legislação Paulista RICMS - Art. 250-A - Emissão e a escrituração de documentos e de livros fiscais poderão ser efetuadas por sistema eletrônico de processamento de dados RICMS Art A pessoa inscrita no CADESP deverá manter escrituração fiscal, ainda que efetue, unicamente, operações ou prestações não sujeitas ao imposto Portaria CAT 32/ Dispõe sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados (Sintegra não se aplica ao contribuinte que esteja sujeito à Escrituração Fiscal Digital EFD)

30 Legislação Paulista RICMS vs. Portaria CAT 147/09 RICMS Art. 250-A - A Escrituração Fiscal Digital - EFD deverá ser efetuada pelo contribuinte mediante o registro eletrônico, em arquivo digital padronizado, de todas as operações, prestações e informações sujeitas à escrituração nos seguintes livros fiscais (Lei 6.374/89, art. 67 e Ajuste SINIEF-02/09): (Redação dada ao "caput" do artigo, mantidos os seus incisos, pelo Decreto , de ; DOE ; Efeitos desde ) I - Registro de Entradas; II - Registro de Saídas; III - Registro de Inventário; IV - Registro de Apuração do IPI; V - Registro de Apuração do ICMS. Portaria CAT 147/09 Art. 2 - a Escrituração Fiscal Digital - EFD deverá ser efetuada pelo contribuinte mediante o registro eletrônico, em arquivo digital padronizado, de todas as operações, prestações e informações sujeitas a escrituração: (Redação dada ao artigo pela Portaria CAT-121/10, de , DOE ) I - nos seguintes livros fiscais: a) Registro de Entradas; b) Registro de Saídas; c) Registro de Inventário; d) Registro de Apuração do IPI; e) Registro de Apuração do ICMS; f) Registro de Controle da Produção e do Estoque. II - no Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente CIAP, de que trata a Portaria CAT 25/01, de 2 de abril de 2001.

31 Grupo de Trabalho Nacional Criação do GT 48 Sped Fiscal CONFAZ Órgão vinculado ao Ministério da Fazenda, desempenha a função de harmonizar os interesses na condução das políticas fazendárias estaduais. COTEPE Comissão Técnica Permanente tem por finalidade realizar os trabalhos relacionados com a política e a administração do ICMS, visando ao estabelecimento de medidas uniformes e harmônicas no tratamento do imposto em todo o território nacional. As reuniões ordinárias da COTEPE acontecem 4 vezes por ano, na quinzena anterior às do Confaz. Para estudo de matérias específicas a COTEPE pode criar grupos de trabalho GT para estudo de matérias específicas. Ex.: GT 48 Sped Fiscal GT 15 Sintegra GT 06 Sinief e doc. eletrônicos GT 46 - ECF

32 Grupo de Trabalho Nacional Reunião do GT 48 em São Paulo

33 A escrituração no ambiente do SPED Escrituração

34 Escrituração Definição: Ação de escriturar, anotar em livros apropriados toda a movimentação administrativa e/ou financeira de uma empresa RICMS Art. 213 (CAPÍTULO II - DOS LIVROS FISCAIS / SEÇÃO I - DOS LIVROS EM GERAL) Salvo disposição em contrário, o contribuinte deverá manter, em cada estabelecimento, conforme as operações ou prestações que realizar, os seguintes livros fiscais: I - Registro de Entradas, modelo 1; II - Registro de Entradas, modelo 1-A; III - Registro de Saídas, modelo 2; IV - Registro de Saídas, modelo 2-A; V - Registro de Controle da Produção e do Estoque, modelo 3; VI - Registro do Selo Especial de Controle, modelo 4; VII - Registro de Impressão de Documentos Fiscais, modelo 5; VIII - Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências, modelo 6; IX - Registro de Inventário, modelo 7; X - Registro de Apuração do IPI, modelo 8; XI - Registro de Apuração do ICMS, modelo 9; XII - Livro de Movimentação de Combustíveis - LMC. XIII - Livro de Movimentação de Produtos - LMP

35 O Que é a Escrituração Fiscal Digital EFD A Escrituração Fiscal Digital EFD, também chamada de SPED Fiscal, é parte integrante do Sistema Público de Escrituração Digital SPED e compõe-se da totalidade das informações, em meio digital, necessárias à apuração dos impostos referentes a operações e prestações praticadas pelo contribuinte. Trata-se de um arquivo digital, em formato.txt, que representa a escrituração de documentos fiscais e substitui a obrigação de escriturar livros fiscais em papel. Assim, a Escrituração Fiscal Digital EFD torna desnecessária a impressão dos livros fiscais.

36 Escrituração Digital em São Paulo A Escrituração Fiscal Digital SPED Fiscal ICMS/IPI: Substitui a escrituração manual e impressão dos seguintes Livros e Documentos: I - Livro Registro de Entradas; II - Livro Registro de Saídas; III - Livro Registro de Inventário; IV - Livro Registro de Apuração do IPI; V - Livro Registro de Apuração do ICMS; VI - Documento Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente CIAP; VII Livro Registro de Controle de Produção e Estoque (RCPE) em 2016; VIII GIA em breve

37 Ferramentas digitais utilizadas no SPED Ferramentas do SPED

38 Ferramentas do SPED PVA Programa Validador e Autenticador Receitanet Programa Transmissor Softwares desenvolvidos e mantidos pela Receita Federal do Brasil (RFB). Portanto, problemas devem ser encaminhados diretamente para o Fale Conosco da RFB.

39 Portal do Contribuinte no SPED Principais Funções do Portal: Obrigados EFD: Consulta de Obrigatoriedade; Credenciamento: Para credenciamento voluntário do contribuinte do Simples Nacional; Retificação: Pedido de autorização automática de retificação de arquivo; Downloads: Para download do Programa Validador, ReceitanetBX e Guia Prático da EFD; Dúvidas Frequentes: Permite acessar a lista de perguntas e respostas no site do SPED nacional; Fale Conosco: Canal direto de comunicação do contribuinte com a equipe SPED da SEFAZ-SP.

40 Credenciados na EFD

41 Autorizações para Retificação da EFD

42 Pontos relevantes da certificação digital Certificado Digital

43 Certificado Digital e validade jurídica MP /2001 O arquivo assinado digitalmente tem validade jurídica para todos os fins. Ajuste Sinief 02/2009 2º Para garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica da EFD, as informações a que se refere o 1º serão prestadas em arquivo digital com assinatura digital do contribuinte ou seu representante legal, certificada por entidade credenciada pela Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil Cláusula segunda: Fica vedada ao contribuinte obrigado à EFD a escrituração dos livros e do documento mencionados no 3º da cláusula primeira em discordância com o disposto neste ajuste.

44 Quem pode assinar a EFD? Poderão assinar a EFD: e-cnpj que contenha a mesma base do CNPJ do estabelecimento e-cpf do representante legal da empresa no cadastro CNPJ Pessoa Física ou Pessoa Jurídica com procuração eletrônica cadastrada no site da RFB EFD-ICMS/IPI NF-e / CT-e ECD e-cnpj, e-pj e-cpf, e-pf e-cnpj, e-pj e-cpf, e-pf A1 ou A3 A1 ou A3 A3

45 Quem pode assinar a EFD? e-pj É um certificado que pode ser vinculado ao CPF de qualquer representante ou procurador da empresa, desde que o ato constitutivo da empresa permita representação por procuração e desde que o procurador seja nomeado através de procuração pública (registrada em cartório) especificamente válida para representar a empresa perante a ICP-Brasil. Pode ser emitido mais de um certificado para a mesma empresa. e-cnpj É a versão eletrônica do CNPJ, que garante a autenticidade e a integridade nas transações eletrônicas de pessoas jurídicas. O certificado e-cnpj é destinado a qualquer pessoa jurídica (Empresas, Corporações, Instituições) cuja situação cadastral junto a RFB esteja ativa Para Credenciamento e Retificação, somente com e-cnpj. e-cpf É a versão eletrônica do CPF. Ele permite realizar operações de pessoa física e, caso o titular represente uma empresa na Receita Federal, também poderá realizar operações em nome dela (pessoa jurídica).

46 Quem é obrigado à EFD? Obrigatoriedade

47 Quem é obrigado à EFD? Obrigados em SP A partir de 1º Janeiro de 2014, TODOS os contribuintes RPA são obrigados. Os contribuintes do Simples Nacional não são obrigados, mas podem se credenciar voluntariamente.

48 Consulta Obrigados

49 Perfil de Apresentação PERFIL A Mais detalhado TODOS os contribuintes paulistas estão enquadrados neste perfil PERFIL B Menos detalhado Adotado por outras unidades da federação PERFIL C Criação de novo perfil - Ato COTEPE nº 16/04/2012 A ser utilizado por empresas de pequeno porte São Paulo estabeleceu perfil A para todos os contribuintes obrigados. O perfil é informado no próprio Comunicado ou na Consulta aos obrigados.

50 Dispensa de EFD? O artigo 250A do RICMS/2000, em seu parágrafo 1, indica que a Secretaria da Fazenda disciplinará a dispensa da Escrituração Fiscal Digital - EFD, hipótese essa que o contribuinte ficará obrigado a manter a escrituração dos livros. O artigo 228 do RICMS/2000 disciplina que a pessoa inscrita no Cadastro de Contribuintes do Estado de São Paulo deverá manter escrituração fiscal, ainda que efetue, unicamente, operações ou prestações não sujeitas ao imposto. O artigo 253 do RICMS/2000 indica que a pessoa inscrita deverá declarar a Guia de Informação e Apuração do ICMS independente de ser contribuinte. É previsto no artigo 479-A do RICMS/2000 que com o objetivo de facilitar ao contribuinte o cumprimento de obrigações fiscais, poderá ser permitido, a critério do Fisco, a adoção de regime especial para a emissão de documentos e a escrituração de livros fiscais. A Portaria CAT 43/2007 dispõe sobre a concessão, averbação, alteração, revogação, cassação e extinção de Regimes Especiais previstos nos artigos 479A e 489 do RICMS/2000. Protocolo ICMS 3/2001 estabelece que todos os contribuintes RPA são obrigados à EFD a partir de 01/01/2014.

51 Obrigatoriedade da empresa sem movimento Empresa sem movimento no período está obrigada a entregar a EFD? A necessidade de entregar a EFD depende somente de a empresa estar obrigada. Não depende de ter ou não havido movimento no período.

52 O Simples Nacional será obrigado em 2016 PROTOCOLO ICMS 91, DE 30 DE SETEMBRO DE 2013 Altera o Protocolo ICMS 3/2011, que fixa o prazo para a obrigatoriedade da Escrituração Fiscal Digital - EFD. (...) II - Microempresa - ME e Empresa de Pequeno Porte - EPP optantes pelo Simples Nacional (...) Parágrafo Único - Para os estabelecimentos mencionados no inciso II, a dispensa prevista no caput encerrar-se-á em 1º de janeiro de 2016, quando estarão obrigados à Escrituração Fiscal Digital - EFD, podendo esta data ser antecipada a critério de cada Unidade Federada. Prazo para obrigatoriedade das empresas optantes pelo Simples Nacional: janeiro/2016 Protocolo ICMS 91/2013 Total de SN no CADESP: Perfil de apresentação: em discussão Perfil B e C: Documentos fiscais sem detalhes

53 Condições para o Simples entrar na EFD em 2016 LC 147/2014 Ar.t 26 4º - É vedada a exigência de obrigações tributárias acessórias relativas aos tributos apurados na forma do Simples Nacional além daquelas estipuladas pelo CGSN e atendidas por meio do Portal do Simples Nacional, bem como, o estabelecimento de exigências adicionais e unilaterais pelos entes federativos, exceto os programas de cidadania fiscal. 4º-A - A escrituração fiscal digital ou obrigação equivalente não poderá ser exigida da microempresa ou empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional, salvo se, cumulativamente, houver: I - autorização específica do CGSN, que estabelecerá as condições para a obrigatoriedade; II - disponibilização por parte da administração tributária estipulante de aplicativo gratuito para uso da empresa optante. 4 o -B. A exigência de apresentação de livros fiscais em meio eletrônico aplicar-se-á somente na hipótese de substituição da entrega em meio convencional, cuja obrigatoriedade tenha sido prévia e especificamente estabelecida pelo CGSN. 4 o -C. Até a implantação de sistema nacional uniforme estabelecido pelo CGSN com compartilhamento de informações com os entes federados, permanece válida norma publicada por ente federado até o primeiro trimestre de 2014 que tenha veiculado exigência vigente de a microempresa ou empresa de pequeno porte apresentar escrituração fiscal digital ou obrigação equivalente. 10. O ato de emissão ou de recepção de documento fiscal por meio eletrônico estabelecido pelas administrações tributárias, em qualquer modalidade, de entrada, de saída ou de prestação, na forma estabelecida pelo CGSN, representa sua própria escrituração fiscal e elemento suficiente para a fundamentação e a constituição do crédito tributário.

54 Como ocorre o credenciamento. Credenciamento

55 Como ocorre o Credenciamento no SPED Automático: RPA Opção irretratável Voluntário: Simples Nacional Opção retratável a) será retratável, podendo o contribuinte protocolar pedido de descredenciamento, que abrange todos os estabelecimentos situados no território do Estado de São Paulo, dirigido ao Chefe do Posto Fiscal de vinculação de qualquer um dos estabelecimentos; b) resultará na obrigatoriedade da escrituração fiscal eletrônica de todos os registros previstos, inclusive das suas saídas de mercadorias e prestações de serviços;

56 Como ocorre o Credenciamento no SPED

57 Até quando a EFD deve ser entregue Periodicidade e Prazos

58 A EFD deve ser entregue Mensalmente

59 Prazo máximo para entrega do arquivo Original Cada unidade da federação estabelece Ajuste SINIEF 02/09 - Cláusula décima segunda - O arquivo digital da EFD deverá ser enviado até o quinto dia do mês subsequente ao encerramento do mês da apuração. Parágrafo único. A administração tributária da unidade federada poderá alterar o prazo previsto no caput. São Paulo Dia 25 do mês subsequente a que o arquivo se refere. Portaria CAT 147/09 - Art O arquivo digital da EFD deverá ser enviado até o dia 25 do mês subsequente ao período a que se refere. Setembro Mês de referência Outubro Entrega até dia 25

60 E caso tenha perdido o prazo? Não há travas no sistema para envio do arquivo original Mas a entrega passa a ser considerada em atraso, sujeita às penalidades cabíveis Podem ser protocolados pedidos de prorrogação de prazo com justificativa relevante que será avaliada pela DEAT Atenção: O dia 25 é o último dia para entrega do arquivo, independente de cair em dia útil ou não. Ou seja, não há qualquer tipo de prorrogação por este motivo.

61 E para enviar arquivos Substitutos? Até o último dia do terceiro mês subsequente: Sem Autorização Junho mês de referência Agosto Outubro retificação somente com autorização Julho Setembro Arquivo de junho pode ser retificado até 30/09 sem autorização

62 E para enviar arquivos Substitutos? Após o último dia do terceiro mês subsequente: Contribuinte com OSF

63 Penalidades referentes à EFD Penalidades

64 Penalidades Conceitos e Legislação Não existe na legislação da EFD o conceito da multa automática seja por atraso ou falta de entrega. Não há previsão legal para recolhimento de tal penalidade espontaneamente pelo contribuinte. A correta aplicação de eventual penalidade dependerá do conjunto fático e probatório encontrado pelo agente fiscal no momento de uma ação fiscal, quando houver, e será observado o previsto no Regulamento do ICMS. Infrações relativas a livros fiscais, contábeis e registros magnéticos: RICMS Artigo 527, V Denúncia Espontânea: RICMS Artigo O contribuinte que procurar a repartição fiscal, antes de qualquer procedimento do fisco, para sanar irregularidade relacionada com o cumprimento de obrigação pertinente ao imposto, ficará a salvo das penalidades previstas no artigo 527, desde que a irregularidade seja sanada no prazo cominado

65 Como fica o SINTEGRA diante da EFD? EFD vs. SINTEGRA

66 EFD vs. SINTEGRA Contribuintes obrigados à EFD não estão obrigados ao SINTEGRA. Portaria CAT 32/96 Art 1º 1º-A - O disposto nesta portaria não se aplica, relativamente à escrituração de livros fiscais e geração de arquivos digitais, ao contribuinte que esteja sujeito à Escrituração Fiscal Digital - EFD prevista no artigo 250-A do RICMS/00 A partir de 01/01/204, todos os RPA são obrigados à EFD, logo, dispensados do Sintegra. A partir de 01/08/2014, nenhum contribuinte Simples Nacional (SN) está obrigado a enviar mensalmente arquivos Sintegra para a Secretaria da Fazenda.

67 Como fica a GIA com o advento da EFD? EFD vs. GIA

68 EFD vs. GIA I - Livro Registro de Entradas II - Livro Registro de Saídas III - Livro Registro de Inventário IV - Livro Registro de Apuração do IPI V - Livro Registro de Apuração do ICMS VI - Controle de Crédito de ICMS do Ativo Perm. - CIAP VII - Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque VIII - Outras Informações Econômico-Fiscais (DIPAM, Crédito Acumulado, Exportação, etc.) I - Sumarização por CFOP II - Imposto a recolher ou o saldo credor III - Imposto retido nas operações e prestações de ST IV - Informações de saídas para Manaus V - Valores por unidade da federação VI - Dados necessários à apuração dos índices de participação dos municípios paulistas no produto da arrecadação do ICMS - DIPAM

69 Eliminação da GIA Situação Atual Nova GIA EFD Contribuinte entrega GIA e EFD Novo Cenário Nova GIA EFD Contribuinte entrega apenas a EFD

70 Regulamentou a EFD no âmbito da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. Portaria CAT 147 de 2009

71 Portaria CAT 147 de 2009 Disciplina os procedimentos a serem adotados para fins da Escrituração Fiscal Digital - EFD pelos contribuintes do ICMS Principais Capítulos: I. Da obrigatoriedade da EFD Quem está obrigado II. Das operações, prestações e informações sujeitas à EFD Registros e seus conteúdos III. Da prestação de informações relativas à EFD Estabelecimentos do contribuinte IV. Da geração do arquivo da EFD e do seu envio eletrônico à SEFAZ Leiaute, tabelas, validação V. Do prazo de envio do arquivo digital da EFD 25 do mês subsequente ao período a que se refere VI. Da recepção e do processamento do arquivo digital da EFD pela SEFAZ Recepção e verificações VII. Da retificação da EFD Como retificar VIII. Da guarda das informações relativas à EFD Prazo e forma de guarda

72 Alterações da Portaria CAT 147/2009 Anexo VI Tabela de Códigos de Ajustes de Lançamentos e de Apuração do Imposto Obrigatória a partir de 01/01/2015 Até 31/12/2014 o contribuinte poderá optar pela utilização desta tabela ou continuar a utilizar a Tabela constante no Anexo III Anexo VII - Tabela de Códigos DIPAM produz efeitos a desde 01/01/2015 Para preenchimento do Registro 1400 As tabelas ficarão disponíveis no ambiente nacional do SPED: ublico/aspx/consultatabelasexternas.aspx?codsistema=sped Fiscal

73 Fluxo da criação à transmissão da EFD. Modelo Operacional

74 Modelo Operacional Ambiente do CONTRIBUINTE Sistema Próprio 1º. GERAÇÃO EFD 2º. IMPORTAÇÃO 3º. VALIDAÇÃO 4º. ASSINATURA PVA 5º. TRANSMISSÃO Ambiente do FISCO RECEITANET AMAZONAS Ambiente Nacional MINAS GERAIS 7º. ENVIO UF s Banco de Dados 6º. RECEPÇÃO EFD SÃO PAULO PARANÁ

75 Ferramentas Operacionais PVA Programa Validador e Autenticador

76 Ferramentas Operacionais Receitanet Programa Transmissor

77 Ferramentas Operacionais ReceitanetBX Programa para Baixar arquivos EFD

78 PVA Programa Validador O PVA é um software gratuito que tem como principais funcionalidades a validação, a assinatura e a transmissão da EFD para a base de arquivos do SPED Fiscal.

79 O PVA na Portaria CAT 147/2009 GERAÇÃO DO ARQUIVO Artigo 9º - O arquivo digital da EFD, cuja geração é de responsabilidade do contribuinte, deverá ser submetido à validação de consistência de leiaute mediante uso do Programa de Validação e Assinatura da Escrituração Fiscal Digital PVA-EFD, disponibilizado por meio de download no ambiente nacional do Sistema Público de Escrituração Digital - SPED, o qual poderá ser acessado por meio da Internet, no endereço eletrônico VALIDAÇÃO DO ARQUIVO 1º - A validação de que trata o caput : 1 - restringe-se à verificação efetuada pelo PVA-EFD quanto à consistência aritmética e da estrutura lógica das informações contidas no arquivo digital da EFD em face das orientações e especificações técnicas do leiaute referido no artigo 5º; 2 - deverá ser efetuada antes do envio do arquivo digital da EFD à Secretaria da Fazenda.

80 Falhas do PVA Receita Federal O PVA é um software desenvolvido e mantido pela Receita Federal do Brasil (RFB). Portanto, problemas com o PVA devem ser encaminhados diretamente para o Fale Conosco da RFB.

81 Passos para a geração da EFD 1º (A). Geração do arquivo. Contribuinte gera arquivo em formato texto em seu próprio sistema, dentro das especificações do leiaute definido no Ato COTEPE 09/2008. OU 1º (B). Criação de uma nova escrituração digital 2º. Importação do arquivo; 3º. Validação de conteúdo e forma; 4º. Geração do arquivo para entrega; 5º. Assinatura digital; 6º. Transmissão do arquivo por intermédio do Receitanet. 7º. Recepção dos arquivos pelo Ambiente Nacional; Ambiente do CONTRIBUINTE 8º. Envio dos arquivos para as UF s de localização do contribuinte. Ambiente do FISCO

82 1º (A) - Geração do arquivo Contribuinte gera arquivo em formato texto em seu próprio sistema, dentro das especificações do leiaute definido no Ato COTEPE 09/2008. L E I A U T E Bloco 0 Bloco C Bloco D Bloco E Bloco G Bloco H Bloco 1 Bloco 9 Sistema próprio do Contribuinte Ambiente do CONTRIBUINTE

83 1º (B) Criação de EFD no PVA O PVA Programa Validador e Autorizador, permite a criação de uma EFD digitando-se os dados diretamente no sistema. Ambiente do CONTRIBUINTE

84 2º - Importação do arquivo para o PVA Ambiente do CONTRIBUINTE

85 3º - Validação de conteúdo e forma Sistema de Validação detectou erros

86 3º - Validação de conteúdo e forma A validação restringe-se à verificação efetuada pelo PVA-EFD quanto à consistência aritmética e da estrutura lógica das informações contidas no arquivo digital da EFD em face das orientações e especificações técnicas do leiaute referido no artigo

87 4º - Geração do arquivo para entrega Após editar os registros que apresentaram erro, o arquivo já está pronto para ser gerado para entrega. Ambiente do CONTRIBUINTE

88 5º - Assinatura Digital Após a assinatura digital é gerado um algoritmo que garanta a integridade das informações contidas no arquivo digital da EFD Ambiente do CONTRIBUINTE

89 6º - Transmissão do arquivo Transmissão realizada através do ReceitaNet Ambiente do CONTRIBUINTE Portaria CAT 147/09 - Artigo 9º - 6º - Fica vedada a geração e o envio do arquivo digital da EFD por meio ou em forma diversa dos previstos nesta portaria.

90 Problemas na Transmissão Resposta padrão de problemas na transmissão do arquivo. Para diversos tipos diferentes de problema, o PVA retorna a mesma mensagem, o que infelizmente confunde o contribuinte. Problemas típicos da transmissão do arquivo EFD: 1. O contribuinte está credenciado? 2. A data do arquivo é igual ou posterior ao início do credenciamento? 3. O par CNPJ/IE informado no registro 0000 está correto? 4. Trata-se do arquivo da EFD ICMS/IPI? 5. A empresa está Inativa/suspensa /baixada?

91 Problemas na Transmissão Contribuinte não está credenciado como obrigado no período

92 Problemas na Transmissão Contribuinte não está obrigado em determinado período. No exemplo acima, o arquivo referente a Janeiro de 2014 deve indicar o início no dia 24. Caso informe uma data diferente, o arquivo será rejeitado.

93 Problemas na Transmissão Par CNPJ/IE informado no registro 0000 está incorreto M AUTO POSTO LTDA SP A 1 REGISTRO 0000: ABERTURA DO ARQUIVO DIGITAL E IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE

94 Problemas na Transmissão Envio de arquivo Original, quando já existe um arquivo enviado para o mesmo mês de referência. Neste caso deve ser enviado um arquivo Substituto. Código de finalidade incorreto Deve ser informado código de finalidade "1" no registro Remessa do arquivo substituto

95 Outros Problemas na Transmissão Tem certeza de que se trata e um arquivo do SPED Fiscal / EFD ICMS/IPI? Outros tipos de arquivo Arquivo EFD Contribuições Arquivo SPED Contábil A empresa Inativa/Suspensa/Baixada pode enviar arquivos da EFD? SIM, para o período em que estava ativa. NÃO para o período em que estiver inativa, suspensa ou baixada. O contribuinte deve verificar sempre a situação da IE no CADESP. O contribuinte passou do RPA para o Simples Nacional (SN)? Se sim, fica automaticamente desobrigado da EFD, exceto se tiver sido cadastrado anteriormente no Simples Nacional de forma voluntária.

96 Outros Problemas na Transmissão Houve mudança de IE no mês de referência? Devem ser enviados dois arquivos para o mesmo mês de referência para cada par CNPJ/IE. Observar as datas de início e fim da obrigatoriedade de cada par CNPJ/IE. O HASH informado no pedido de autorização de retificação é o HASH Assinado, composto por 32 caracteres, e é o HASH do arquivo substituto? Quando o contribuinte não informa corretamente o HASH ao fazer o pedido de retificação, o PVA apresenta um erro indicando que o HASH do arquivo diverge do HASH informado no pedido de retificação

97 É permitido entregar o arquivo de outra maneira? Portaria CAT 147/09 - Artigo 9º - 6º - Fica vedada a geração e o envio do arquivo digital da EFD por meio ou em forma diversa dos previstos nesta portaria. Mas o contribuinte insiste...

98 Recibo de entrega do arquivo EFD Ajuste SINIEF 02/ Cláusula décima primeira 2º Consideram-se escriturados os livros e o documento de que trata o 3º da cláusula primeira (CIAP) no momento em que for emitido o recibo de entrega. Importante

99 Recuperação do Recibo de entrega Se o recibo estiver na mesma máquina É possível visualizar o Recibo clicando abaixo no Menu Escrituração Fiscal > Visualizar Recibo de Transmissão Se o recibo estiver em outra máquina/contador Não é possível visualizar o Recibo através do PVA. Não é possível recuperar o Recibo. É possível constatar que foi entregue através do ReceitanetBX

100 Consultar Situação da EFD Por meio do PVA é possível consultar a situação da EFD no SPED. Menu Escrituração Fiscal > Consultar Situação no SPED.

101 Consultar Situação da EFD

102 Consultar Situação da EFD

103 Recuperação do Arquivo É possível recuperar o arquivo transmitido através do ReceitanetBX.

104 Visualizar o HASH Code

105 Visualizar o HASH Code

106 Visualizar o HASH Code Utilizar sempre o HASH Code Assinado quando houver necessidade de informá-lo.

107 Condições para retificar a EFD Retificação

108 Para Lembrar! Até o último dia do terceiro mês subsequente: Sem Autorização Junho mês de referência Agosto Outubro retificação somente com autorização Julho Setembro Arquivo de junho pode ser retificado até 30/09 sem autorização

109 Para Lembrar! Após o último dia do terceiro mês subsequente: Só com Autorização da SEFAZ Contribuinte com OSF Envio automático de para: Executante Coordenador de equipe Inspetor

110 Processo de Retificação O contribuinte deverá: Gerar arquivo (completo) substituto; Acessar o site do Sped Fiscal da SEFAZ-SP utilizando o e-cnpj; Selecionar o estabelecimento - CNPJ e IE (lista); Informar o período a ser retificado, o Hash Code ASSINADO (32 caracteres) do arquivo SUBSTITUTO e o resumo das alterações a serem efetuadas; Solicitar autorização; O sistema verificará se existe arquivo original do período, informará a data limite para envio do arquivo (3 dias); e exibirá a seguinte mensagem: Conforme Portaria CAT 147/2009, Art. 15 5º, não produzirá efeitos a retificação da EFD: 1. De período que tenha sido submetido ou esteja sob ação fiscal; 2. Cujo débito constante da EFD objeto da retificação tenha sido enviado para inscrição em Dívida Ativa, nos casos em que importe alteração desse débito; 3. Efetuada em desacordo com o disposto nesta portaria.

111 Tela de Retificação do Contribuinte

112 Erros na solicitação de autorização de retificação 1) Contribuinte tenta utilizar outro certificado que não o e-cnpj. 2) Contribuinte tenta realizar uma nova solicitação de autorização antes de expirado o prazo de uma autorização já concedida. ERRO: Já existe uma autorização não utilizada para o contribuinte informado no mês/ano.

113 OBRIGADO!!! Carlos Ruggeri Diretoria Executiva - DEAT

114 Praça Ramos de Azevedo, 202 Centro São Paulo/SP (11) / [email protected]

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