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Transcrição:

Agrupamento de Escolas de Moura Escola Básica nº 1 de Moura (EB23) PLANIFICAÇÃO DE HGP 5º ANO ANO LETIVO 2014/2015 1º Período Aulas Previstas: 39 Unidade 1 A Península Ibérica: localização e quadro natural Objetivo geral: 1. Conhecer e utilizar mapas em Geografia e em História 1. Identificar diferentes formas de representação da superfície terrestre: globo, mapas, fotografia aérea, imagem de satélite. 2. Identificar elementos geométricos da esfera terrestre: equador, polos (norte e sul), eixo da Terra, meridiano de Greenwich, trópicos de câncer e capricórnio e círculos polar ártico e antártico. 3. Localizar os hemisférios norte e sul. 4. Definir mapa. 5. Referir vantagens e desvantagens da representação pelo planisfério e pelo globo. 6. Interpretar mapas, a partir dos elementos que os constituem título, orientação, legenda, escala e fonte. 7. Interpretar o conceito de escala através da observação e comparação de mapas de escalas diferentes. 1.1 A localização da Península Ibérica - Formas de representar a Terra (pp. 10 e 11) Globo terrestre Mapa Planisfério Equador Hemisfério Paralelo Meridiano Polos Eixo da Terra Identificar diferentes formas de representar a Terra Identificar linhas imaginárias utilizadas para localizar os lugares da Terra Localizar os hemisférios Norte e Sul Identificar os elementos que possibilitam a leitura correta de um mapa Diálogo professor/aluno sobre a necessidade de representar a Terra de uma forma reduzida Exploração dos esquemas, figs. 1, 2 e 3 Exploração das figs. 4 a 6 Exploração da fig. 7 Resolução das questões 1 e 2, «Aprendo a estudar», pág. 14 Projeto n.º 087163/2012/611

1. Conhecer e utilizar mapas em Geografia e em História Descritor: 8. Utilizar os rumos da rosa dos ventos para orientação (pontos cardeais e colaterais). Objetivo geral: 2. Conhecer a localização de Portugal e da Península Ibérica na Europa e no Mundo 1. Localizar Portugal na Península Ibérica. 2. Localizar a Península Ibérica no continente europeu e no Mundo, através de mapas com diferentes escalas. 3. Mencionar a importância da posição geográfica da Península Ibérica. 4. Identificar os limites geográficos de diferentes espaços na superfície terrestre: Portugal, Península Ibérica e continentes. 5. Localizar num mapa a região onde habita. - Portugal e a Península Ibérica na Europa e no mundo (pp. 12 e 13) Península Rosa dos ventos Continente Oceano Aplicar o conceito de península à Península Ibérica Distinguir os pontos cardeais dos pontos colaterais Identificar os limites naturais da Península Ibérica Localizar os continentes e os oceanos Reconhecer a localização da Europa relativamente aos oceanos e continentes Interpretar mapas Exploração do mapa da fig. 1 Exploração da fig. 2 Exploração do mapa da fig. 4 Exploração do mapa da fig. 3 Realização das questões «Faço Aprendo» Construção do «Atlas do aluno», atividades 1, 2 e 3 Resolução da questão 3, «Aprendo a estudar», pág. 14 Leitura da síntese «Não vou esquecer», pág. 15 Autoavaliação dos conhecimentos Autoavaliação das aprendizagens Realização do Projeto 1 Realização da ficha de trabalho 1, Caderno de atividades Resolução das questões «Aprendi?», Caderno de atividades 2

1. Conhecer e compreender o relevo da Península Ibérica 1. Definir altitude. 2. Distinguir altitude positiva de altitude negativa. 3. Definir relevo. 1. Localizar diferentes formas de relevo na Península Ibérica montanha, planalto, planície, vale através da interpretação de mapas hipsométricos. 2. Descrever as diferentes formas de relevo (montanha, planalto, planície, vale). 3. Salientar os principais contrastes no relevo de Portugal. 4. Caracterizar os principais tipos de costa em Portugal (baixa/arenosa e alta/escarpada). 5. Caracterizar o relevo da região onde habita. 1.2 Características naturais da Península Ibérica - Relevo (pp. 16 e 17) - O relevo de Portugal (pp. 18 e 19) Altitude Relevo Montanha Planalto Planície Vale Rede hidrográfica Identificar as principais formas de relevo da Península Ibérica Localizar os principais acidentes de relevo e os principais rios da Península Ibérica Interpretar mapas Identificar os principais contrastes de relevo de Portugal continental Caracterizar tipos de costa Interpretar mapas Observação das figs. 1 a 4 Exploração do mapa da fig. 5 Realização das questões «Faço Aprendo» Construção do «Atlas do aluno», atividade 4 Exploração das figs. 1 a 4 Exploração das figs. 5 e 6 Construção do «Atlas do aluno», atividade 5 Resolução das questões 1, 2 e 3, «Aprendo a estudar», pág. 28 3

2. Compreender os elementos de clima 1. Descrever o estado de tempo num determinado lugar e num dado momento. 2. Identificar os principais elementos de clima: temperatura e precipitação. 3. Distinguir estado de tempo de clima. 4. Identificar os instrumentos utilizados para medir e registar os principais elementos de clima (termómetro, pluviómetro) e as respetivas unidades utilizadas para quantificar esses elementos de clima. - Estado do tempo e clima (pág. 20) Estado do tempo Clima Temperatura Precipitação Termómetro Pluviómetro Distinguir estado de tempo de clima Identificar elementos fundamentais do clima Referir os aparelhos que medem a temperatura e a precipitação Exploração do texto 1 Exploração da fig. 1 Exploração das figs. 2 e 3 Realização das questões 1 e 2, «Faço Aprendo» Resolução da questão 4, «Aprendo a estudar», pág. 28 Objetivo geral: 4. Compreender a distribuição regional dos principais elementos do clima 1. Descrever a distribuição espacial da precipitação na Península Ibérica, destacando os contrastes regionais existentes em Portugal. 2. Descrever a variação espacial da temperatura na Península Ibérica, destacando os contrastes regionais existentes em Portugal. 3. Relacionar os contrastes espaciais observados na distribuição da precipitação com os fatores do clima relevo e proximidade/afastamento do mar. 4. Relacionar as variações espaciais da temperatura com os principais fatores de clima relevo e proximidade/afastamento do mar. - Distribuição da precipitação e da temperatura (pp. 20 e 21) Referir os contrastes da precipitação e da temperatura na Península Ibérica e em Portugal Exploração das figs. 4 e 5 Realização das questões 3 a 6, «Faço Aprendo» 4

3. Compreender os fatores que interferem no clima da Península Ibérica 1. Localizar as zonas terrestres a partir dos elementos geométricos da esfera terrestre (zonas intertropical, temperadas e frias). 2. Relacionar as zonas terrestres com as zonas climáticas (quente, temperadas e frias) 3. Contextualizar a Península Ibérica na zona temperada do norte. 4. Identificar os principais fatores que influenciam o clima da Península Ibérica situação zonal, proximidade/afastamento do mar, relevo. - Fatores do clima da Península Ibérica (pág. 22) Zonas terrestres Zonas climáticas Fatores do clima Compreender a existência das diferentes zonas climáticas da Terra e a correspondência aproximada com as zonas terrestres Relacionar a distribuição da temperatura e da precipitação com os fatores do clima Exploração da fig. 1 Exploração da fig. 2 Realização das questões 1 a 3, «Faço Aprendo», pág.23 Resolução da questão 5, «Aprendo a estudar», pág. 28 Objetivo geral: 5. Compreender a diversidade climática da Península Ibérica 1. Localizar as principais regiões climáticas da Península Ibérica a partir da leitura de mapas. 2. Caracterizar o clima temperado marítimo. 3. Caracterizar o clima temperado mediterrâneo. 4. Caracterizar o clima da região onde habita. - A diversidade climática da Península Ibérica (pág. 23) Clima temperado marítimo Clima temperado mediterrâneo Distinguir os dois principais tipos de clima da Península Ibérica Exploração da fig. 3 Realização das questões 4 a 6, «Faço Aprendo» 5

6. Conhecer e compreender os principais rios da Península Ibérica 1. Distinguir rede hidrográfica de bacia hidrográfica. 2. Localizar os principais rios da Península Ibérica, distinguindo os luso-espanhóis dos nacionais. 3. Relacionar os traços morfológicos gerais da Península Ibérica com as bacias hidrográficas. 4. Definir caudal. 5. Descrever as diferenças de caudal entre os rios do Norte e os do Sul, relacionando-as com os diferentes quantitativos de precipitação que ocorrem nessas regiões. 6. Caracterizar, de forma breve, a rede hidrográfica da região onde habita. - Rios (pp. 24 e 25) Afluente Rede hidrográfica Bacia hidrográfica Localizar os principais rios da Península Ibérica Distinguir os rios luso-espanhóis dos rios nacionais Compreender que uma rede hidrográfica se insere na respetiva bacia hidrográfica Exploração das figs. 1, 2, 4 e 5 Exploração da fig. 1 Exploração da fig. 3 Resolução da questão 6, «Aprendo a estudar», pág. 28 Objetivo geral: 7. Conhecer e compreender a vegetação natural da Península Ibérica 1. Definir vegetação natural. 2. Identificar a vegetação natural dominante na Península Ibérica, dando particular enfâse à do território continental Português. 3. Relacionar a vegetação natural dominante na Península Ibérica com as regiões climáticas e o relevo. 4. Identificar as principais alterações da vegetação na atualidade. 5. Discutir medidas de preservação da vegetação natural. 6. Caracterizar a vegetação da região onde habita. - Vegetação natural (pp. 26 e 27) Vegetação natural Relacionar a distribuição no espaço de algumas espécies arbóreas com as características climáticas dessas áreas Exploração das figs. 1 a 4 Realização das questões «Faço Aprendo» Resolução da questão 7, «Aprendo a estudar», pág. 28 Leitura da síntese «Não vou esquecer», pág. 29 Autoavaliação dos conhecimentos Autoavaliação das aprendizagens Realização das fichas de trabalho 2 e 3, Caderno de atividades Resolução das questões «Aprendi?», Caderno de atividades 6

Unidade 2 A Península Ibérica: lugar de passagem e de fixação de povos Objetivo geral: 1. Conhecer e compreender as primeiras comunidades humanas da Península Ibérica Localizar no espaço a origem dos primeiros grupos humanos chegados à Península Ibérica. Caracterizar o modo de vida das primeiras comunidades humanas, destacando a economia recoletora, o nomadismo, a primeira divisão de tarefas e o tipo de instrumentos utilizados. Referir a descoberta do fogo, o fabrico de instrumentos e a linguagem como momentos fundamentais da sobrevivência humana. Caracterizar as primeiras manifestações artísticas dos primeiros grupos humanos, localizando vestígios de arte rupestre na Península Ibérica. Destacar o papel da arqueologia e dos vestígios deixados pelos homens para o conhecimento histórico. CONTEÚDOS NOÇÕES A ADQUIRIR OBJETIVOS ESTRATÉGIAS/ATIVIDADES AVALIAÇÃO FORMATIVA 2.1 Comunidades recoletoras da Península Ibérica (pp. 34 e 35) (pp. 36 e 37) - A tarefa do historiador (pág. 36) Recurso natural Recoleção Nomadismo Divisão de tarefas Linguagem Descoberta do fogo Fabrico de utensílios Arte rupestre Documento Explicar o significado de recurso natural. Caracterizar o modo de vida dos recoletores. Identificar diferentes utensílios fabricados pelos recoletores. Relacionar o tema da arte dos recoletores com a sua sobrevivência. Identificar fontes históricas. Interpretar e selecionar informação. Exploração da ilustração, fig. 1. Diálogo professor/aluno. Realização das questões 1, 2 e 3 Aprendo a estudar, pág. 42. Exploração das figs. 1, 2 e 3. Exploração das figs. 4 e 5. Leitura e interpretação do texto A tarefa do historiador. Resolução das questões 4 e 5 Aprendo a estudar, pág. 42. Leitura da síntese Não vou esquecer, p. 43. Autoavaliação dos conhecimentos. Autoavaliação das aprendizagens. Organização dos conhecimentos adquiridos. Realização da ficha de trabalho 4 Caderno de Realização de Teste rápido. Resolução das questões Aprendi?, Caderno de Registo do esquema no quadro interativo. 7

1. Conhecer e compreender as características das primeiras comunidades agropastoris da Península Ibérica 1. Localizar o surgimento das primeiras comunidades agropastoris num tempo posterior ao das comunidades recoletoras, identificando vestígios dessas comunidades no atual território português. 2. Relacionar as alterações climáticas ocorridas no fim da Idade do Gelo com a prática da agricultura e da pastorícia. 3. Relacionar a prática da agricultura e da domesticação de animais com o sedentarismo e o surgimento dos primeiros aldeamentos. 4. Comparar o modo de vida das primeira comunidades recoletoras com o das comunidades agropastoris, salientando a importância das novas técnicas e dos novos instrumentos no progresso da humanidade. 5. Caracterizar as manifestações religiosas e as construções megalíticas das comunidades agropastoris, exemplificando com vestígios existentes no território nacional. 6. Caracterizar (economicamente, socialmente e politicamente) os lusitanos por oposição aos romanos. CONTEÚDOS NOÇÕES A ADQUIRIR OBJETIVOS ESTRATÉGIAS/ATIVIDADES AVALIAÇÃO FORMATIVA 2.2 As comunidades agropastoris da Península Ibérica (pp. 38 e 39) (pp. 40 e 41) Agricultura Pastorícia Sedentarismo Primeiros aldeamentos Novas técnicas e instrumentos Construções megalíticas Identificar o modo de vida das comunidades agropastoris. Relacionar as novas atividades produtivas do Homem com a sedentarização. Identificar os novos utensílios e técnicas. Identificar vestígios da arte megalítica e suas finalidades. Localizar os principais povos agropastoris da Península Ibérica. Identificar algumas características do modo de vida dos Lusitanos. Interpretar e selecionar informação. Exploração da reconstituição, fig. 1. Diálogo orientado professor/aluno. Exploração das figuras 2 a 5. Realização das questões 6 a 9 Aprendo a estudar, pp. 42 e 43. Exploração das figs. 2, 5 e 6. Exploração do mapa, fig. 3. Exploração do documento 1. Consulta na Internet, questão 9. Resolução da questão 10 Aprendo a estudar, pág. 43. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 43. Autoavaliação das aprendizagens. Autoavaliação dos conhecimentos. Organização dos conhecimentos adquiridos. Realização da ficha de trabalho 5, Caderno de Resolução das questões Aprendi?, Caderno de Realização do Teste rápido. Registo do esquema no quadro interativo. 8

1. Conhecer os primeiros povos mediterrânicos que contactaram com as populações da Península Ibérica 1. Localizar a origem dos povos do mediterrâneo (fenícios, gregos e cartagineses) que contactaram com os povos da Península Ibérica entre o ano 1000 a.c. e 500 a.c. 2. Estabelecer uma relação entre os recursos naturais da Península Ibérica e a fundação de feitorias e colónias por esses povos do mediterrâneo oriental. 3. Reconhecer marcas deixadas por fenícios, gregos e cartagineses na Península Ibérica, salientando os principais contributos (técnicos e culturais) destas civilizações para o enriquecimento das culturas peninsulares. CONTEÚDOS NOÇÕES A ADQUIRIR OBJETIVOS ESTRATÉGIAS/ATIVIDADES AVALIAÇÃO FORMATIVA.3 Contactos de povos comerciantes com a Península Ibérica (pp. 44 e 45) Itinerário Fenícios Gregos Cartagineses Feitorias e colónias Identificar os povos que, vindos do Mediterrâneo, chegaram sucessivamente à Península Ibérica. Relacionar a vinda desses povos com os seus interesses comerciais e com os recursos naturais da Península Ibérica. Interpretar e selecionar informação. Interpretar um mapa. Exploração do mapa, fig. 2. Leitura e interpretação do doc. 1 e exploração da ilustração, fig. 1. Construção do Atlas do Aluno, atividade 7. Realização de atividade Aprendo brincando, Caderno de Autoavaliação das aprendizagens. Organização dos conhecimentos adquiridos utilizando vocabulário específico. Realização da ficha de trabalho 6, Caderno de Resolução das questões Aprendi?, Caderno de Registo do esquema no quadro interativo. 9

1. Conhecer e compreender o processo de conquista romana da Península Ibérica 1. Localizar no espaço e no tempo a fundação da cidade de Roma e a sua expansão, destacando a grande dimensão geográfica atingida pelo Império Romano no período da sua máxima extensão. 2. Localizar o início e o término da conquista da Península Ibérica. 3. Indicar os motivos da conquista romana da Península Ibérica. 4. Referir os lusitanos como exemplo de resistência ao domínio romano. CONTEÚDOS NOÇÕES A ADQUIRIR OBJETIVOS ESTRATÉGIAS/ATIVIDADES AVALIAÇÃO FORMATIVA.4 Os romanos na Península Ibérica (pp. 46 e 47) Império Resistência dos Lusitanos Identificar os limites do Império Romano no século I a.c. Referir os povos peninsulares que ofereceram resistência aos Romanos. Interpretar e selecionar informação. Interpretar um mapa. Exploração do mapa, fig. 1. Exploração da ilustração, fig. 2; do texto 1 e da cronologia. Construção do Atlas do Aluno, atividade 8. Resolução das questões 1 e 2 Aprendo a estudar, pág. 56. 10

1. Conhecer e compreender as mudanças operadas na Península Ibérica durante a romanização 1. Definir romanização. 2. Enunciar os fatores e agentes de romanização da Península Ibérica. 3. Destacar o latim e o direito como grandes legados da civilização romana às sociedades atuais. 4. Conhecer a origem latina da Língua Portuguesa. 5. Identificar vestígios materiais da presença romana no território peninsular, salientando a utilidade e a durabilidade das construções. - Os romanos aproveitaram as riquezas naturais - Herança Romana (pp. 48 e 49) (pp. 50 e 51) (pág. 52) Romanização Latim Direito Romano Novos materiais de construção Relacionar as atividades desenvolvidas pelos romanos na Península Ibérica com os recursos naturais aqui existentes. Identificar alguns testemunhos histórico-culturais: na língua e no direito nas estradas e pontes nas construções urbanas. Interpretar e selecionar informação. Exploração das figs. 1 e 2, pág. 48. Exploração da figura 3. Exploração do texto 1. Exploração das figs. 1 a 8 e do texto 1, pp. 50 e 51. Exploração da fig. 1, pág. 52 11

1. Conhecer e compreender o processo de cristianização dos povos peninsulares 1. Reconhecer a existência de religiões politeístas na Península Ibérica, durante o período Romano. 2. Caracterizar o Cristianismo, salientando a sua origem no Judaísmo. 3. Relacionar a adesão ao Cristianismo entre os habitantes do Império e a existência de profundas desigualdades sociais. 4. Indicar que o Cristianismo passou de religião perseguida a religião oficial do Império no século IV. 5. Localizar países de maioria cristã no mundo atual, destacando o Cristianismo como uma das religiões com mais crentes nos nossos dias. 6. Reconhecer o nascimento de Cristo como um marco para a contagem do tempo no mundo Ocidental, confrontando, a título de exemplo, com o calendário judaico ou muçulmano. 7. Aplicar unidades/convenções de datação (milénio, século, década, ano, a.c., d.c) e converter datas em séculos e séculos em datas. - Cristianismo (pp. 52 e 53) - A era cristã (p. 54) Religiões politeístas Judaísmo Cristianismo Era cristã Século Relacionar a adesão ao Cristianismo com a existência de profundas desigualdades sociais. Indicar que o Cristianismo passou de religião perseguida a religião oficial do Império no século IV. Referir que o nascimento de Cristo é o marco para a contagem do tempo na era cristã. Fazer corresponder aos séculos determinadas datas. Exploração das figs. 2, 3 e 4 e da cronologia. Resolução das questões 3 a 6 Aprendo a Estudar, pág. 56. Exploração da fig. 1. Exploração da fig. 2. Construção do Atlas do Aluno, atividade 10. Realização da questão 7 Aprendo a estudar, pp. 56 e 57. 12

1. Conhecer o contributo dos visigodos para uma nova unidade peninsular após o fim do Império Romano do Ocidente. 1. Identificar os povos invasores do Império Romano, destacando os que ocuparam a Península Ibérica no século V. 2. Localizar no espaço o reino dos suevos e o reino dos visigodos. 3. Conhecer aspetos do modo de vida dos povos invasores, por oposição ao modo de vida romano. 4. Reconhecer a unificação de toda a Península Ibérica pelos visigodos, no século VI e o processo de fusão com a cultura das populações autóctones. 5. Identificar e localizar vestígios materiais da presença dos visigodos no território peninsular, salientando a arquitetura e a joalharia. - As invasões bárbaras (pp. 54 e 55) Suevos Visigodos Identificar os povos que derrotaram os Romanos e que assimilaram parte da sua cultura. Caracterizar a organização social dos povos invasores. Interpretar e selecionar informação. Selecionar informação num friso cronológico. Reconhecer valores éticos intemporais em ações de personagens da época. Exploração do mapa, fig. 3. Exploração da fig. 4 e texto 1. Realização das questões 1 a 3 Faço Construção do Friso Cronológico do Aluno, atividades 1 e 2. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 57. Realização da atividade Aprendo brincando, Caderno de Autoavaliação das aprendizagens. Realização do Projeto de trabalho. Autoavaliação de conhecimentos utilizando as TIC. Organização dos conhecimentos adquiridos. Leitura e exploração do texto, pág. 66. Realização da ficha de trabalho 6, Caderno de Realização das questões do Aprendi?, Caderno de Realização do Teste rápido. Registo do esquema no quadro interativo. 13

1. Conhecer a religião islâmica. 1. Localizar no tempo e no espaço a origem do Islamismo. 2. Indicar os princípios fundamentais do Islamismo. 3. Localizar no mapa do mundo atual países de maioria islâmica, destacando o Islamismo como uma das religiões com mais crentes e diferenciando árabe de muçulmano. 4. Reconhecer a existência de uma comunidade islâmica em Portugal..5 Os muçulmanos na Península Ibérica (p. 58) Islamismo Referir os princípios fundamentais do Islamismo. Reconhecer que o Islamismo é uma das religiões com mais crentes na atualidade. Construção do Atlas do Aluno, atividade 10. 14

1. Conhecer o processo de ocupação e as relações entre muçulmanos e cristãos na Península Ibérica. 1. Identificar o território abrangido pela expansão muçulmana. 2. Indicar os motivos da expansão islâmica. 3. Localizar no tempo a conquista muçulmana da Península Ibérica e o seu período de domínio político. 4. Referir a facilidade da conquista muçulmana da Península Ibérica. 5. Reconhecer que durante o período de ocupação muçulmana e reconquista cristã existiram momentos de conflito mas também de cooperação entre as duas civilizações. Objetivo geral: 1. Conhecer e compreender o longo processo de reconquista cristã. 1. Referir o reino das Astúrias como último reduto dos visigodos após a conquista muçulmana. 2. Localizar no tempo e no espaço o longo processo de reconquista, salientando os seus constantes avanços e recuos. Reconhecer a permanência de muçulmanos nos reinos cristãos e de cristãos na zona muçulmana. Referir as dificuldades de convivência entre cristãos e muçulmanos em épocas de conflito (perseguições, conversões forçadas e escravatura). - A ocupação muçulmana (pp. 58 e 59) - Convivência entre muçulmanos e cristãos (p. 60) Muçulmanos Árabes Mouros Reconquista cristã Relacionar o avanço dos Muçulmanos na Península Ibérica com a derrota dos Visigodos. Reconhecer que os Muçulmanos são os crentes de uma nova religião. Identificar razões da expansão árabe. Identificar os limites e a extensão do domínio muçulmano no século VIII. Identificar a progressão da reconquista cristã nos séculos XI a XIII a partir do Norte da Península Ibérica. Interpretar mapas. Selecionar informação no Friso Cronológico. Referir a possibilidade de coexistência, no mesmo espaço, de povos com costumes e religiões diferentes. Exploração da ilustração, fig. 1, e cronologia. Diálogo professor/aluno e exploração do texto do manual. Exploração do mapa, fig. 2. Interpretação dos mapas, fig. 3, e da cronologia. Resolução das questões 1 a 3 Aprendo a Estudar, pág. 64. Construção do Atlas do Aluno, atividade 9. Construção do Friso Cronológico do Aluno, atividade 3. Leitura e interpretação do doc. 1, questões 1 e 2 Faço 15

1. Conhecer e compreender a herança muçulmana na Península Ibérica. 1. Enumerar as profundas marcas deixadas pela civilização muçulmana na Península Ibérica ao nível da economia, ciência e técnica, arte e cultura. 2. Conhecer a influência da língua árabe no léxico português. 3. Referir a criação de novas cidades e a introdução de novas plantas. 4. Identificar e localizar vestígios materiais da presença muçulmana no território peninsular. 5. Justificar a maior influência islâmica no sul do território peninsular. - A herança muçulmana (pp. 60 a 63) Identificar vestígios deixados na Península Ibérica pelos muçulmanos. Reconhecer valores éticos intemporais em ações de personagens desta época. Exploração das figs. 1 a 4 e realização das questões Faço Exploração das figs. 1 a 5 e realização das questões 4 a 8 Aprendo a estudar, pp. 64 e 65. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 65. Autoavaliação das aprendizagens. Leitura e exploração do texto e ilustração, pág. 59. Realização da ficha de trabalho 8, Caderno de Resolução das questões Aprendi?, Caderno de Registo do esquema no quadro interativo. Realização do Teste rápido. Realização da atividade O relógio da História. 16

2º Período Aulas Previstas: 30 Unidade 3 Portugal, um novo reino Objetivo geral: 1. Conhecer e compreender a formação do Condado Portucalense Identificar a formação de novos reinos cristãos na Península, a partir do século XI. Referir a concessão pelo Rei de Leão e Castela dos condados da Galiza e Portucalense, a D. Raimundo e D. Henrique. Delimitar o território do Condado Portucalense. Reconhecer a dependência do conde D. Henrique relativamente a Afonso VI, rei de Leão e Castela. Referir o alargamento de território para Sul e a progressiva autonomia política para o Condado Portucalense como objetivos de D. Henrique. Objetivo geral: 1. Conhecer e compreender a passagem do Condado Portucalense ao Reino de Portugal Referir a aproximação de D. Teresa à nobreza galega e da nobreza Portucalense a D. Afonso Henriques como causa da Batalha de S. Mamede. Indicar as prioridades de D. Afonso Henriques no governo do Condado. Sublinhar a importância do Tratado de Zamora (1143) e da Bula Manifestis Probatum (1179) para o reconhecimento da independência do Reino de Portugal. Comparar as fronteiras estabelecidas pelo tratado de Alcanises (1297) com as atuais fronteiras de Portugal continental, diferenciando fronteiras naturais de convencionais. Localizar os principais vestígios de arquitetura militar ligados à reconquista no atual território nacional. CONTEÚDOS NOÇÕES A ADQUIRIR OBJETIVOS ESTRATÉGIAS/ATIVIDADES AVALIAÇÃO FORMATIVA 3.1 O Condado Portucalense (pp. 70 e 71) 3.2 O reino de Portugal (pp. 72 e 73) Condado Reino Independência Monarquia hereditária Distinguir condado de reino. Referir a dependência do Condado Portucalense, relativamente ao Reino de Leão e Castela. Relacionar a vitória na batalha de S. Mamede com o governo do Condado por D. Afonso Henriques. Identificar a dupla ação de D. Afonso Henriques na luta pela independência e no alargamento do território. Relacionar o Tratado de Zamora com a Exploração da ilustração, fig. 2. Interpretação do doc. 1. Exploração da cronologia. Realização das questões 1, 2 e 3 Aprendo a estudar, pág. 76. Exploração da ilustração, fig. 1. Exploração da cronologia. Leitura do texto do Manual O tratado de Zamora. 17

3.3 O alargamento das fronteiras (pp. 74 e 75) - Barreira natural obtenção da independência de Portugal. Interiorizar o conceito de monarquia hereditária. Relacionar a Bula Papal com a afirmação de Portugal como reino independente. Interpretar e relacionar informação. Situar no tempo este período da história de Portugal. Identificar as dificuldades no alargamento do território para sul e particularmente, a conquista de Lisboa. Identificar o rio Tejo como uma barreira natural que foi reforçada com castelos. Referir que a luta pelo alargamento do território foi combate de todo um povo. Interpretar mapas. Situar, no tempo, os acontecimentos relativos ao reinado de D. Afonso Henriques. Selecionar informação adquirida para ordenar acontecimentos. Reconhecer valores éticos intemporais, patentes nas ações de personalidades desta época. Exploração do doc. 1. Construção do friso Cronológico do Aluno, atividades 4 e 5. Realização das questões 4, 5 e 6 Aprendo a Estudar, pág. 76. Exploração da ilustração, fig. 1, e do doc. 1. Exploração de mapa e fotografia, figs. 2 e 3. Leitura e exploração do texto do Manual, último parágrafo. Construção do Atlas do Aluno, atividade 11. Interpretação da cronologia. Realização das questões 7 e 8 Aprendo a estudar, pp. 76 e77. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 77. Autoavaliação das aprendizagens. Leitura e exploração do texto e ilustração, pp. 78 e 79. Realização do Projeto 4. Realização da ficha de trabalho 8, Caderno de Realização do Teste rápido. Resolução das questões Aprendi?, Caderno de Realização da atividade O relógio da História. 18

Unidade 4 Portugal no século XIII Fronteira Referir a ação dos sucessores de D. Afonso Henriques, no alargamento das fronteiras. Interpretar e selecionar informação. Situar no tempo este período da história de Portugal. 4.1 Fixação das fronteiras (pp. 82 e 83) Exploração da ilustração, fig. 1, e dos mapas, figs. 2. Construção do friso cronológico do Aluno, atividade 6. Resolução da questão 1 Aprendo a estudar, pág. 88. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 81. Objetivo geral: 1. Compreender as relações entre as principais atividades económicas dos séculos XIII e XIV e os recursos naturais disponíveis Salientar a vulnerabilidade das populações medievais face às condições naturais e às técnicas rudimentares disponíveis. Caracterizar as principais atividades económicas medievais, destacando a agricultura como atividade económica principal, bem como o desenvolvimento do comércio interno e externo. 4.2 Aproveitamento dos recursos e atividades económicas (pp. 84 e 85) Recursos naturais Atividade económica Produção artesanal Comércio Identificar as atividades que se desenvolveram no século XIII, relacionandoas com os recursos naturais. Interpretar e selecionar informação. Exploração de ilustração, fig. 2, e do quadro, fig. 1. Realização das questões Faço Realização das questões 2 a 5 Aprendo a estudar, pág. 88. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 89. 19

1. Conhecer e compreender aspetos da sociedade e da cultura medieval portuguesa dos séculos XIII e XIV Identificar os grupos sociais medievais, destacando os privilegiados e os não privilegiados. Referir as funções de cada ordem social. Indicar os privilégios do clero e da nobreza e as obrigações dos camponeses especialmente nos domínios senhoriais. Referir a dificuldade em ascender socialmente na Idade Média. Caracterizar domínios senhoriais nobiliárquicos e eclesiásticos, tomando como exemplo o domínio de um mosteiro ou de um domínio laico. Reconhecer a relativa autonomia concedida aos moradores nos concelhos, através de cartas de foral. Apontar a existência de cortes, enquanto locais de participação dos grupos sociais na tomada de decisões importantes para o Reino. Caracterizar as principais rotas de comércio externo no século XIII, salientando o papel dos portos portugueses nesse comércio. Relacionar o desenvolvimento do comércio nos séculos XII e XIII com o crescimento das cidades e da população urbana no mesmo período. Relacionar o crescimento económico dos séculos XII e XIII com o fortalecimento da burguesia nas cidades. Identificar algumas características da arte românica e da arte gótica, em edifícios localizados em território nacional. Referir aspetos da cultura popular e cortesã deste período. 4.3 Os grupos sociais A defesa e o povoamento das terras (pp. 86 e 87) 4.4 A vida na corte (pp. 90 e 91) Grupo social Nobreza Clero Povo Monges guerreiros Ordem religiosa militar Trovador Cortes Distinguir os grupos sociais privilegiados dos não privilegiados. Identificar as razões por que o rei dava terras e poderes à nobreza e ao clero. Estabelecer o contraste entre as obrigações e os direitos de uns e de outros. Interpretar e selecionar informação. Identificar aspetos da vida quotidiana na corte, no século XIII. Referir que o rei vivia rodeado pela sua corte. Identificar medidas de âmbito cultural e económico da iniciativa do rei D. Dinis. Exploração de ilustração, fig. 1. Exploração do quadro, fig. 2. Exploração do quadro, fig. 3. Realização das questões Faço Realização das questões 6 a 9 Aprendo a estudar, pp. 88 e 89. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 89. Autoavaliação de conhecimentos. Autoavaliação de aprendizagens. Exploração da ilustração, fig. 1. Diálogo professor/aluno. Exploração do quadro, fig. 3. Realização das questões Faço Construção do Friso Cronológico do Aluno, atividade 7. Realização da ficha de trabalho 10, Caderno de Realização do Teste rápido. Resolução das questões Aprendi?, Caderno de Registo do esquema no quadro interativo. Realização da ficha de trabalho 11, Caderno de Resolução das questões Aprendi? Caderno de Registo do esquema no 20

4.5 A vida nas terras senhoriais - A vida dos nobres (pp. 92 e 93) - A vida dos camponeses (pp. 94 e 95) 4.6 A vida nos mosteiros (pp. 96 e 97) Terras senhoriais Mosteiro Ordem religiosa Interpretar e selecionar informação. Selecionar informação num friso cronológico. Reconhecer valores éticos intemporais patentes nas ações de personalidades desta época. Identificar a função dos nobres nas terras senhoriais. Identificar aspetos da vida quotidiana da nobreza. Interpretar e selecionar informação. Referir contrastes entre a vida e a função dos nobres e as dos camponeses. Identificar a dependência dos camponeses em relação aos senhores e o carácter servil das suas vidas. Identificar diferentes tarefas rurais executadas pelos camponeses. Interpretar e selecionar informação. Referir como eram constituídos os mosteiros e quem lá vivia. Referir que a vida dos monges era dedicada à oração e sujeita a regras. Identificar as diversas atividades dos monges e a sua importância na sociedade. Referir a importância que a religião e Realização das questões 1 e 2 Aprendo a estudar, pág. 98. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 99. Autoavaliação das aprendizagens. Exploração do texto e da ilustração da pág. 110. Exploração da ilustração, figs. 1 e 2, e do doc. 1. Exploração da ilustração, figs. 3 e 4. Realização das questões Faço Realização das questões 3 e 4 Aprendo a estudar, pág. 98. Exploração da ilustração, fig. 1. Interpretação do texto 1. Exploração das figs. 2 e 3. Realização das questões Faço Realização das questões 5 e 6 Aprendo a estudar, pág. 98. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 99. Autoavaliação das aprendizagens. Exploração de ilustração, fig. 1. Exploração da fig. 2. Exploração das figs. 1 a 3. Exploração do texto, A importância do clero. Realização das questões Faço Resolução das questões 7, 8 e 9, quadro interativo. Realização da ficha de trabalho 11, Caderno de Resolução das questões Aprendi?, Caderno de Registo do esquema no quadro interativo. Realização da ficha de trabalho 12, Caderno de Realização do Teste rápido. Resolução das questões Aprendi?, Caderno de Registo do esquema no 21

4.7 A vida nos concelhos urbanos -A formação de concelhos (pp. 100 e 101) - Artesanato - O comércio interno (pp. 102 e 103) - O comércio externo e os burgueses (pp. 104 e 105) - Características das cidades (pp. 106 e 107) Concelho Carta de foral Comércio interno Feira Comércio externo Importação Exportação Burgueses Arte românica Arte gótica o clero desempenhavam nesta época. Interpretar e selecionar informação. Reconhecer valores éticos intemporais patentes nas ações de personalidades desta época. Identificar concelhos como povoações que receberam uma carta de foral. Identificar regalias dos moradores dos concelhos relativamente ao restante povo. Referir características do artesanato medieval. Relacionar o incremento de feiras no século XIII com o desenvolvimento do comércio interno e com a animação das cidades. Referir o comércio externo como uma atividade característica das cidades do litoral. Distinguir importação de exportação. Identificar o que distinguia os burgueses do restante povo. Interpretar mapas. Identificar as principais características das sociedades medievais. Aprendo a estudar, pág. 98. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 99. Consulta na Internet, questão 7. Autoavaliação de conhecimento Autoavaliação das aprendizagens. Realização do Projeto 5. Exploração de texto e ilustração, pág. 111. Exploração da ilustração, fig. 1. Exploração do doc. 1. Exploração das figs. 2 e 3. Realização das questões Faço Exploração da fig. 1. Resolução das questões 1 e 2 de Aprendo a estudar, pág. 108. Exploração de ilustração, fig. 3, das figs. 1 e 2, do doc. 1. Realização das questões Faço Resolução da questão 3 Aprendo a estudar, pág. 108. Exploração de ilustração, fig. 1. Exploração de mapa, fig. 2. Exploração de ilustração, fig. 1, e das figs. 3 e 4. Construção do Atlas do Aluno, atividade 12. Resolução das questões 5 e 6 Aprendo a estudar, pág. 108. Exploração da fig. 1. Exploração das figs. 2 a 5. Exploração de ilustração, fig. 6. quadro interativo. Realização da ficha de trabalho 13, Caderno de 22

Identificar características do românico e do gótico. Referir a religiosidade da época nas cidades. Interpretar e selecionar informação. Selecionar informação adquirida para ordenar acontecimentos. Resolução das questões Faço Resolução das questões 7, 8 e 9 Aprende a estudar, pp. 108 e 109. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 109. Autoavaliação de conhecimentos. Autoavaliação de aprendizagens. Realização do Projeto 6. Realização da ficha de trabalho 14, Caderno de Realização do Teste rápido. Resolução das questões Aprendi?, Caderno de Registo do esquema no quadro interativo. Realização da atividade O relógio da História. 23

Unidade 5 Portugal no século XIV Objetivo geral: 1. Compreender o século XIV europeu Referir o século XIV europeu como uma época de fomes, pestes e guerras. Relacionar a fome, a peste e a guerra com o agravamento das condições de vida do povo e com as revoltas populares do século XIV. Referir as épocas de crise como momentos suscetíveis de provocar o aumento da intolerância (exemplificar com as perseguições que atingiram as comunidades judaicas europeias aquando do surto da peste negra). Referir a existência em Portugal da trilogia da fome, peste e guerra. 5.1 A crise do séc. XIV na europa (pp. 6 e 7) Identificar as razões que estão na origem da crise económica e social do séc. XIV, na Europa. Relacionar a fome, a peste e a guerra com o agravamento das condições de vida do povo e com as revoltas populares do século XIV. Exploração das figs. 1 e 2 e doc. 1. Exploração da fig. 3 e doc. 2. 24

1. Conhecer as causas e consequências do problema sucessório português de 1383-1385 Descrever sucintamente o problema de sucessão ao trono após a morte de D. Fernando. Reconhecer a divisão dos portugueses relativamente aos candidatos ao trono. Descrever sucintamente os acontecimentos da crise de 1383-1385 desde a primeira invasão castelhana até à aclamação de D. João I nas cortes de Coimbra. 5.2 A morte de D. Fernando e o problema da sucessão (pp. 8 e 9) 5.3 As movimentações populares e os grupos em confronto (pp. 10 e 11) - Os burgueses iniciam a revolta - O reino dividido e agitado 5.4 A resistência à invasão castelhana (pp. 12 e 13) - O cerco de Lisboa e a batalha de Atoleiros - As Cortes de Coimbra e o novo rei Dinastia Relacionar o acordo de paz com a crise de sucessão ao trono. Distinguir a posição dos grupos sociais perante o problema da sucessão. Referir o apoio dos burgueses e do povo ao Mestre de Avis. Identificar o Mestre de Avis como descendente do rei D. Pedro e como o escolhido pelos burgueses para governar o país. Referir o papel do povo nas manifestações contra os senhores apoiantes de Castela. Identificar a resposta castelhana aos tumultos populares e à insurreição burguesa. Referir a importância das Cortes de Coimbra e do papel aí desempenhado pelo Dr. João das Regras para a legitimação de um novo rei. Exploração de ilustração, fig. 4. Exploração de ilustração, fig. 5. Realização das questões Faço Realização das questões 1 a 3 Aprendo a estudar, pág. 16. Exploração da ilustração, fig. 1, e do doc. 1. Exploração da fig. 2 da pág. 10. Exploração do doc. 2. Realização das questões Faço Resolução das questões 4 e 5 Aprendo a estudar, pág. 16. Exploração de ilustração, fig. 1, do doc. 1 e de mapa, fig. 2. Exploração de cronologia. Exploração de ilustração, fig. 3. Realização das questões Faço Resolução das questões 6 e 7 Aprendo a estudar, pág. 16. 25

1. Conhecer e compreender a consolidação da independência Portuguesa 1. Descrever sucintamente episódios da batalha de Aljubarrota e os seus principais protagonistas. 2. Sublinhar a importância da Batalha de Aljubarrota na afirmação da independência nacional. 3. Relacionar a revolução de 1383-1385 com as alterações na estrutura social portuguesa. 5.5 A consolidação da independência (pp. 14 e 15) - A batalha de Aljubarrota - Alterações na sociedade Revolução Crónica Identificar o carácter decisivo da batalha de Aljubarrota na resolução do conflito e o papel de D. Nuno Álvares Pereira na organização militar. Identificar as profundas mudanças que se verificaram na sociedade portuguesa. Referir a importância das crónicas de Fernão Lopes para o conhecimento dos acontecimentos desta época. Selecionar informação num friso cronológico. Selecionar informação adquirida para ordenar acontecimentos. Reconhecer valores éticos intemporais, patentes nas ações de personalidades desta época. Exploração de ilustração, figs. 1 e 2, e do texto 1. Exploração do doc.1. Resolução das questões do Faço Construção do Friso Cronológico do Aluno, ativ. 8. Resolução das questões 8 e 9 Aprendo a estudar, pp. 16. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 17. Autoavaliação de conhecimentos Autoavaliação das aprendizagens Exploração de texto e ilustrações, pp. 18 e 19. Realização do Projeto 7. Realização da ficha de trabalho 15, Caderno de Realização do Teste rápido. Resolução das questões Aprendi?, Caderno de Registo do esquema no quadro interativo. Realização da atividade O relógio da História. 26

3º Período Aulas Previstas: 30 Unidade 6 As descobertas do século XV Objetivo geral: 1. Conhecer e compreender os desafios, as motivações e as condições para o pioneirismo português na expansão. Identificar os motivos da conquista de Ceuta, os seus resultados negativos e a relação destes com a prioridade concedida às descobertas na expansão portuguesa. Relacionar o limitado conhecimento do mundo por parte dos europeus com o surgimento de mitos e lendas sobre o desconhecido. Referir os interesses socioeconómicos e religiosos dos vários grupos sociais portugueses na expansão. Enumerar as condições geográficas, históricas, políticas, técnicas e científicas da prioridade portuguesa na expansão. 6.1 Razões e condições da expansão marítima (pp. 22 e 23) Expansão marítima Referir a conquista de Ceuta como início da expansão. Indicar as razões do fracasso económico. Identificar a visão deturpada do mundo no início do século XV. Referir as razões que levaram os Portugueses a vencer os medos do desconhecido e os perigos do mar e a partir para a expansão marítima. Referir as condições da expansão marítima. Exploração do mapa, fig. 1. Exploração da fig. 3 e 4. Exploração da fig. 2. Exploração do texto da pág. 22. Resolução das questões 1 a 3 Aprendo a estudar, pág. 28. 27

1. Conhecer os rumos da expansão quatrocentista Localizar no espaço e no tempo as principais conquistas, descobertas e explorações portuguesas, respetivos descobridores e período político em que se verificaram, desde 1415 a 1487. Referir a importância da passagem do Cabo Bojador, em 1434. Referir as diferenças entre a caravela e a nau. Relacionar o objetivo de D. João II de atingir a Índia por mar com as viagens de exploração e reconhecimento promovidas pelo monarca. Estabelecer a relação entre a descoberta da América por Cristóvão Colombo e a assinatura do Tratado de Tordesilhas. 6.2 As descobertas no tempo do infante D. Henrique (pp. 24 e 25) 6.3 A navegação: técnicas e conhecimentos (pp. 26 e 27) Caravela Nau Corrente marítima Carta náutica Astrolábio Quadrante Identificar a ação impulsionadora do infante D. Henrique na organização das primeiras viagens de descoberta. Localizar, no espaço e no tempo, as terras descobertas nessa etapa da expansão marítima. Relacionar os progressos técnicos e científicos com o prosseguimento das viagens de descoberta. Exploração da ilustração, fig. 1. Leitura e exploração do doc. 1. Exploração de mapa, fig. 3, e da cronologia. Resolução das questões 4, 5 e 6 Aprendo a estudar, pág. 28. Exploração de ilustração, fig. 1. Observação das figs. 2, 3 e 4. Consulta na Internet, questão 6. Resolução das questões 7, 8 e 9 Aprendo a estudar, pp. 28 e 29. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 29. Autoavaliação de conhecimentos. Realização da ficha de trabalho 16, Caderno de Realização do Teste rápido. 28

6.4 As descobertas no reinado de D. João II (pp. 30 e 31) Referir que o novo objetivo da expansão proposto por D. João II implicava grandes dificuldades e investimentos. Localizar, no espaço e no tempo, as terras descobertas neste período. Referir as razões da importância da viagem de Bartolomeu Dias. Relacionar o tratado de Tordesilhas com a competição com Espanha pelo domínio dos mares e com a viagem de Colombo. Interpretar mapas. Exploração de mapa, fig. 1, e da cronologia. Exploração de ilustração, fig. 2. Exploração de mapas, figs. 3 e 4. Aprendo Construção do Atlas do Aluno, atividade 13. Resolução das questões 1 e 2 Aprendo a estudar, pág. 38. 29

1. Conhecer e compreender as grandes viagens transatlânticas dos povos peninsulares. Explicar a importância da viagem de Vasco da Gama de 1498. Referir a possível intencionalidade ou o acaso da descoberta do Brasil em 1500. Caracterizar a Carreira da Índia. Descrever aspetos da vida a bordo nas naus. Localizar no espaço e no tempo a primeira viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães. 6.5 As descobertas no reinado de D. Manuel I (pp. 32 a 37) Referir as grandes descobertas deste reinado, localizando-as no tempo e no espaço. Interpretar mapas. Referir a importância da viagem de Fernão de Magalhães. Referir, por ordem cronológica, as principais descobertas do século XV. Identificar dificuldades e surpresas na vida quotidiana a bordo das naus. Selecionar informação adquirida para ordenar acontecimentos. Reconhecer valores éticos intemporais patentes em ações de personalidades desta época. Exploração de mapa, fig. 1. Construção do Atlas do Mundo, atividade 14. Exploração das figs. 4 e 5, pág. 33. Construção do Friso Cronológico do Aluno, atividade 9. Resolução da questão 5 a 8 Aprendo a estudar, pp. 38 e 39. Leitura da síntese Não vou esquecer, pág. 39. Autoavaliação de conhecimentos. Autoavaliação de aprendizagens. Exploração de texto e ilustração, pp. 40 e 41. Realização do Projeto 8. Realização da ficha de trabalho 17, Caderno de Realização do Teste rápido. Resolução das questões Aprendi?, Caderno de Registo do esquema no quadro interativo. Realização da atividade O relógio da História. 30

Unidade 7 O império português no século XVI Objetivo geral: 1. Conhecer e compreender a diversidade natural dos arquipélagos dos Açores e da Madeira. Definir arquipélago. Localizar o arquipélago dos Açores e da Madeira em mapas de diferentes escalas. Identificar a origem vulcânica destes arquipélagos. Identificar as ilhas dos arquipélagos. Identificar diferentes formas de relevo nos arquipélagos dos Açores e da Madeira. Distinguir o clima do arquipélago dos Açores do clima do arquipélago da Madeira. Relacionar o clima com a cobertura vegetal nos arquipélagos dos Açores e da Madeira. Objetivo geral: 2. Conhecer e compreender as características do império português do século XVI. Indicar motivos que levaram os portugueses a colonizar os arquipélagos atlânticos. Distinguir a colonização portuguesa das ilhas atlânticas e do Brasil do tipo de presença no litoral africano e no Oriente. Conhecer a grande dispersão territorial do Império português no século XVI. Referir as principais trocas comerciais efetuadas entre os vários continentes, salientando as principais rotas do século XVI. 7.1 Os arquipélagos da Madeira e dos Açores e a sua colonização - Localização do arquipélago da Madeira - Características naturais da Madeira (pp. 44 e 45) - Localização do arquipélago dos Açores - Características naturais dos Açores (pp. 46 e 47) Arquipélago Localizar no espaço o arquipélago da Madeira. Identificar as ilhas que formam o arquipélago. Referir algumas características naturais da Madeira. Localizar, no espaço, o arquipélago dos Açores. Identificar as ilhas que formam o arquipélago. Referir algumas características naturais dos Açores. Exploração de mapas, figs. 1 e 2. Exploração das figs. 3 a 7. Exploração da fig. 1, pág. 46, e da fig. 1, pág. 44. Exploração das figs. 2 a 6. Construção do Atlas do Aluno, atividades 15 e 16. 31

- Colonização das Ilhas Atlânticas 7.2 A exploração da costa africana (pp. 50 e 51) 7.3 O Império Português do Oriente - A conquista do Oriente (pp. 54 e 55) - O comércio do Oriente (pp. 56 e 57) - Dificuldades no Oriente Colonização Capitania Escravo Monopólio Especiaria Interpretar mapas. Identificar a forma de colonização e aproveitamento económico das Ilhas Atlânticas. Relacionar as condições naturais e humanas com a forma de aproveitamento económico da costa africana. Identificar os prejuízos que a abertura da rota do Cabo trouxe para quem dominava a rota do Mediterrâneo. Referir as medidas que foi necessário tomar para dominar o comércio do Índico. Localizar, no espaço, os principais pontos do domínio português no Oriente. Interpretar mapas. Referir a forma de exploração económica do Império do Oriente. Identificar as principais mercadorias que vinham do Oriente. Referir as dificuldades de manutenção Exploração da ilustração, fig. 3, e do doc. 1. Exploração das figs. 1, 2, 4 e 5. Resolução da questão 1 Aprendo a estudar, pág. 52. Exploração da fig. 1 e do doc. 1. Exploração do mapa, fig. 2. Resolução das questões 2 e 3 Aprendo a estudar, pág. 52. Leitura da síntese de Não vou esquecer, pág. 53. Autoavaliação das aprendizagens. Exploração de mapa, fig. 1. Exploração de ilustração, fig. 2 e do doc. 1. Exploração de mapa, fig. 3. Construção do Atlas do Aluno, atividade 17. Resolução das questões 1 a 3 Aprendo a estudar, pág. 60. Exploração de ilustração, fig. 1, e da cronologia. Exploração das figs. 2 e 3. Exploração do esquema, fig. 4 e Realização da ficha de trabalho 18, Caderno de Resolução das questões Aprendi?, Caderno de Registo do esquema no quadro interativo. 32