Perspectivas: língua portuguesa



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Transcrição:

Perspectivas: língua portuguesa Episódio: Oralidade e escrita Resumo O episódio Oralidade e escrita apresenta projetos desenvolvidos por professores de língua portuguesa com turmas de 7ª série (atual 8º ano do Ensino Fundamental). São experiências práticas, em que os alunos vão a campo para vivenciar a cultura brasileira e aproveitar o aprendizado para desenvolver atividades com a língua portuguesa. Nesse episódio, um grupo de alunos da região nordeste visita a Feira de Caruaru, em Pernambuco, para aprofundar seus conhecimentos sobre a literatura de cordel e os cantadores de repente. Enquanto isso, outro grupo, da região sudeste, vai a um evento de hip-hop em Diadema, São Paulo. Comparar os dois gêneros textuais é o objetivo deste vídeo. Palavras-chave Oralidade e escrita, diversidade cultural, língua em uso, literatura de cordel, hip-hop. Nível de ensino Ensino Fundamental (8º e 9º anos) Modalidade Formação de Professores Componente curricular Língua Portuguesa, pluralidade cultural, variedade linguística.

Disciplinas relacionadas Literatura, Língua Portuguesa, Geografia, História, Arte. Aspectos relevantes do vídeo O vídeo mescla cenas dos alunos na Feira de Caruaru e no evento de hip-hop em São Paulo com encontros de professores para discutirem as atividades desenvolvidas nas duas situações. Essa estratégia nos permite acompanhar as etapas dos projetos: a visita aos locais onde os alunos vivenciaram as experiências culturais, as atividades em sala de aula, os produtos finais, a opinião dos professores a respeito dos projetos. Após as visitas, os alunos são instigados escrever seus próprios textos de cordel e transformar uma poesia de Drummond em hip-hop. Apesar de distanciadas geograficamente, as duas situações representam manifestações culturais em que a linguagem oral é valorizada, bem como sua transposição para a linguagem escrita. Além disso, o vídeo traz depoimentos dos artistas de cordel e de hip-hop sobre suas relações com a língua portuguesa. A importância de ler e de escrever para compor seus textos também é enaltecida nas falas desses artistas. A narradora faz a costura das imagens, relacionando o vídeo ao conteúdo que pode ser trabalhado em sala de aula, como variedade linguística, marcas de oralidade, linguagem verbal e não verbal, regionalismo. Duração da atividade O vídeo Oralidade e escrita tem duração aproximada de 18 minutos e pode ser relacionado ao vídeo Infância, cultura e educação, da série Letra Viva, com duração de 30min28s. Os dois podem ser passados em momentos diferentes.

em: A duração total prevista para a atividade é de 4 horas/aula, que devem ser divididas atividades prévias para diagnosticar o conhecimento dos alunos a respeito dos assuntos discutidos nos vídeos; projeções dos vídeos com debates; atividades de produção final. O que o aluno (professor em formação) poderá aprender com esta aula Conhecer os gêneros cordel e hip-hop. Compreender as relações entre oralidade e escrita. Reconhecer os elementos da poesia: rima, ritmo, verso, estrofe, métrica. Explorar a cultura das regiões nordeste e sudeste. Desenvolver o sentido de observação estética. Ampliar a sensibilidade para a literatura. Conhecimentos prévios que devem ser trabalhados pelo professor com o aluno Conceito de texto: verbal e não verbal. Variedade linguística: regional e social. Registro escrito e modalidade oral da língua. Características do gênero poético. Estratégias e recursos da aula/descrição das atividades 1- Atividades gerais iniciais Antes da exibição do vídeo, o professor poderá discutir com os alunos (professores em formação) o gênero cordel e as características do texto poético, trazendo para a sala de

aula alguns livretos, poemas e letras de hip-hop. Pode propor também um debate sobre maneiras de ensinar gêneros textuais e variedade linguística em sala de aula de ensino fundamental. Esclarecer o conceito de literatura de cordel e de hip-hop a partir do que os próprios alunos já sabem e depois pedir que pesquisem em livros ou na internet para ampliar seus conhecimentos. Literatura de cordel é um tipo de poema popular, originalmente oral, e depois impresso em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome originado em Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. Sugestão de página na web para consulta: http://pt.wikipedia.org/wiki/literatura_de_cordel. Acessado em: 14/09/2011.

O hip hop (também referido como hip-hop) é uma cultura artística que iniciou-se durante a década de 1970 nas áreas centrais de comunidades jamaicanas, latinas e afro-americanas da cidade de Nova Iorque. Afrika Bambaataa, reconhecido como o criador oficial do movimento, estabeleceu quatro pilares essenciais na cultura hip hop: o rap, o DJing, a breakdance e a escrita do grafite. Outros elementos incluem a moda hip hop e as gírias. Sugestão de página na web para consulta: http://pt.wikipedia.org/wiki/hip_hop. Acessado em 14/09/2011. 2- Exibição do vídeo Professor, explique que o vídeo Oralidade e escrita é uma possibilidade de como podem ser trabalhados em sala de aula os conceitos de texto verbal e não verbal, de variedade linguística, de manifestações culturais da língua portuguesa. Dessa forma, algumas questões sobre as diferenças regionais da língua podem ser discutidas, como sotaque, vocabulário, construções gramaticais. Aqui cabe uma discussão a respeito do preconceito linguístico, prática que costuma discriminar as pessoas que falam de maneira diferente.

Após sua exibição, promova um debate para que relacionem o vídeo aos conceitos previamente trabalhados e para que avaliem as atividades desenvolvidas pelos professores nas escolas de Pernambuco e de São Paulo. Os alunos-professores em formação poderão propor outras maneiras de desenvolver atividades com a literatura de cordel, o hip-hop e outras manifestações culturais que conheçam. Em outro encontro, exiba o vídeo Infância, cultura e educação, da série Letra Viva. Procure relacioná-lo com o vídeo anterior, principalmente no que tange às formas de trabalhar a produção escrita de alunos do ensino fundamental. Enfatize a necessidade de promover atividades variadas para estimular os alunos: além das visitas a locais de manifestação cultural, o trabalho de leitura e escrita pode ser desenvolvido com qualquer recurso que promova a função social das diferentes linguagens :jornais, livros de literatura, imagens, música, etc. 3- Sugestões de atividades Como trabalho final com o vídeo Oralidade e escrita, algumas atividades podem ser desenvolvidas pela turma de alunos-professores em formação. Cada grupo de alunos poderá escolher entre uma das seguintes propostas: Registro em forma de diário de suas impressões sobre o aprendizado nessas aulas; Planejamento de atividades para o trabalho com o gênero cordel ou hip-hop com alunos do ensino fundamental; Sugestões de atividades com jornal para o estudo dos registros de escrita e das variedades linguísticas; Produção de um livro de cordel; Escrita de quadrinhas rimadas;

Ilustrações em xilogravuras do tipo feito pelos cordelistas. Ao final das produções, sugira que cada grupo apresente seu trabalho para que haja troca de repertório de atividades. Questões para discussão 1. Como podemos relacionar a modalidade oral com a modalidade escrita no ensino de língua portuguesa? 2. Como desmistificar o preconceito linguístico entre falantes de variantes regionais e sociais? 3. De que forma podemos aproveitar a cultura brasileira para enriquecer nossas aulas de língua portuguesa? Bibliografia de apoio CASTILHO, Ataliba de. Reflexões sobre o português falado e o exercício da cidadania. In: HENRIQUES, Claudio Cezar & SIMÕES, Darcilia. Língua e Cidadania. Rio de Janeiro: Europa, 2004, p. 15-33. FERREIRA, Carlota & CARDOSO, Suzana. A dialectologia no Brasil. São Paulo: Contexto, 1994. PRETTI, Dino (org.). Fala e Escrita em questão. São Paulo: Humanitas, 2000. TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2003. VANOYE, Francis. Usos de linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1979. Consultor: Carmen Pimentel