Demonstrações Financeiras 2012



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Dmonstraçõs Financiras 2012 Ativo Total R$ 4.174,3 Milhõs Enrgia Grada 12,5 GWh Rcita Bruta R$ 1.218,9 Milhõs EBITDA R$ 768,0 Milhõs Lucro Líquido R$ 324,6 Milhõs 5 Milhõs d horas sm acidnts com afastamnto Sinrgia, ssa é a nrgia qu nos mov. O ano d 2012 foi dsafiador para o Brasil m trmos d crscimnto conômico, com baixa volução do Produto Intrno Bruto. Ainda assim, a dmanda por nrgia létrica mantv xpansão d 3,5%, m linha com os anos antriors, impulsionada spcialmnt plos sgmntos d comércio srviços (+7,9%) rsidncial (+5,0%), sgundo dados da Emprsa d Psquisa Enrgética (EPE). Foi ainda um ano d muitas xpctativas para o stor létrico. Primiro, pla spra d dfiniçõs d como sria o procsso d rnovação das concssõs qu stavam ntrando m príodo d vncimnto, spcialmnt m gração d nrgia. A xpctativa continuou postriormnt, quando a mdidas foram anunciadas rgulamntadas pla Mdida Provisória 579, na busca plo ntndimnto do impacto qu ssas mudanças trariam para o stor. Para a Duk Enrgy, 2012 foi um ano d consolidação d divrsas iniciativas implmntadas ao longo dos dois anos antriors. Isso prmitiu mantrmos um dsmpnho consistnt sm surprsas. Entr os dstaqus stão a supração d mtas d invstimntos m psquisa dsnvolvimnto a manutnção, plo sxto ano conscutivo, no ranking das mlhors mprsas para trabalhar no Brasil, da Grat Plac to Work rvista Época. Ficamos ntr as 20 mlhors do Brasil, posição qu é motivo d orgulho rflt nossas práticas qu privilgiam dsnvolvimnto profissional qualidad d vida. Também iniciamos m 2012 projtos importants qu trão sus frutos mais adiant. Um dls nvolvu a dcisão d submtr ao rgulador, ANEEL, a rforma dos gradors das turbinas das máquinas da usina d Chavants, m linha com nossas políticas d manutnção rigorosa dos ativos busca d mlhorias opracionais. Também voluímos na concpção d um novo projto d gstão intgrada d risco mprsarial, qu ngloba todas as áras da mprsa. É um projto transvrsal, dsnvolvido como linha d psquisa dsnvolvimnto, lvando m conta as spcificidads do stor létrico brasiliro. Como part do nosso compromisso com as comunidads, instituímos o Prêmio Duk Enrgy Enrgia da Inovação, com a slção d três projtos laborados por univrsidads qu buscam dsnvolvr iniciativas d sustntabilidad mlhoria da qualidad d vida m municípios banhados plo baixo médio Paranapanma. Est ano d sucsso rflt a ddicação a capacidad profissional dos nossos mprgados. Essa condição prmit atndrmos com qualidad nossos clints, como uma mprsa parcira, confiávl com procssos bm-dfinidos. Rflt o valor d uma quip xcpcional, compromtida com a mlhoria contínua do nosso dsmpnho, fator-chav para nossa stabilidad opracional consistência d rsultado. Armando d Azvdo Hnriqus Prsidnt

Snhors acionistas dbnturistas, A Administração da Duk Enrgy Intrnational, tm a satisfação d aprsntar st Rlatório Anual da Administração as Dmonstraçõs Financiras rlativas ao xrcício ncrrado m 31 d dzmbro d 2012, qu são acompanhadas dos rlatório dos auditors indpndnts parcr do Conslho Fiscal. PERFIL A Duk Enrgy Intrnacional, é uma socidad por açõs d capital abrto qu atua na gração comrcialização d nrgia létrica. Subsidiária principal invstimnto intrnacional da Duk Enrgy Corp - uma das maiors companhias nrgéticas dos Estados Unidos -, administra oito usinas hidrlétricas instaladas no Rio Paranapanma, no Estado d São Paulo. A capacidad instalada é d 2.241 MW, sgundo a Agência Nacional d Enrgia Elétrica (Anl). Mantém sd administrativa na capital paulista mprga crca d 311 colaboradors. Opra suas usinas a partir d dois contratos d concssão. O primiro, qu abrang as unidads Jurumirim, Chavants, Salto Grand, Capivara, Taquaruçu Rosana, tm prazo d 30 anos, a sr ncrrado m 2029. Para duas usinas opradas m sistma d consórcio com a Companhia Brasilira d Alumínio (CBA) - Canoas I Canoas II -, o prazo é d 35 anos, a s ncrrar m 2033. Nss sistma compartilhado, cab à companhia 49,7% da nrgia grada. Com privilgiada localização, os rsrvatórios da companhia rprsntam crca d 6% do armaznamnto d água das Rgiõs Sudst Cntro-Ost. Em 2012, produziu 12.469,88 GWh contabilizou rcita opracional bruta d R$ 1,2 bilhão lucro líquido d R$ 324,6 milhõs, o qu rprsnta crscimntos d 14,6% 15,4%, rspctivamnt, na comparação com 2011. O Ebtida rgistrado no príodo foi d R$ 768,0 milhõs a margm Ebtida, d 69,6%. Rconhcimntos Entr os prêmios rconhcimnto rcbidos m 2012 pla Duk Enrgy Brasil dstacam-s: Marca d 5 Milhõs d Horas sm Acidnts - Prêmio concdido pla Duk Enrgy Intrnational a cada marco d milhão d horas trabalhadas sm acidnts do trabalho com afastamnto. Em julho, a Duk Enrgy Brasil rcbu o rconhcimnto plo alcanc d 5 milhõs d horas. Grat Plac to Work - Em sua sxta participação, a Duk Enrgy ficou pla quarta vz ntr as 20 mlhors mprsas para s trabalhar no País, sndo a única gradora d nrgia a figurar no ranking do Instituto Grat Plac to Work rvista Época. A companhia ocupou a 16ª posição na psquisa qu avalia a prcpção dos funcionários, o clima organizacional as políticas d Rcursos Humanos qu privilgiam qualidad d vida, rmunração bnfícios comptitivos m rlação ao mrcado, a possibilidad d dsnvolvimnto profissional. Sgundo o Instituto, a companhia stá também ntr as 50 mlhors mprsas para s trabalhar na América Latina. 50 Mlhors Emprsas Psicologicamnt Saudávis - No ranking promovido pla rvista Gstão RH, a Duk Enrgy foi dstacada na catgoria Vida Trabalho como uma das mprsas qu s difrnciam por proporcionar bom nívl d qualidad d vida aos mprgados. Rgularização Ambintal do Parqu Grador - Com a obtnção da Licnça d Opração da UHE Jurumirim, m 2012, a Duk Enrgy passou a dtr 100% d su parqu grador rgularizado m procssos d licnciamnto ambintal rconhcidos plo órgão ambintal rsponsávl. A mprsa é considrada rfrência na rgularização d mprndimntos hidrlétricos implantados ants d 1986, quando ntraram m vigor, no Brasil, lis rgulamntaçõs d licnciamnto ambintal. Prêmio Bnchmarking Ambintal - Pla sxta vz conscutiva, a companhia foi classificada ntr os finalistas do prêmio qu rconhc as mlhors iniciativas d gstão socioambintal no Brasil, concorrndo com o projto Intração Pixamnto Educação Ambintal. Além disso, foi classificada na sxta posição do ranking das mprsas mais sustntávis da década. GOVERNANÇA CORPORATIVA O rígido cumprimnto da lgislação a adoção d mlhors práticas são marcas da govrnança corporativa da Duk Enrgy. A companhia atnd às xigências da Li Sarbans-Oxly (SOX) mantém procssos sistmas automatizados d control. Também ofrc trinamnto aos sus profissionais sobr aspctos rlacionados à Proibição d Práticas d Corrupção no Extrior (li nort-amricana Forign Corrupt Practics Act FCPA). A companhia procura sguir as práticas rcomndadas plo Instituto Brasiliro d Govrnança Corporativa (IBGC), ntr las a contratação d mprsa indpndnt para avaliar sus balanços dmonstraçõs financiras a fixação d atribuiçõs limits d podrs aos dirtors dmais xcutivos. Mantém ainda política d atos fatos rlvants rsguarda o sigilo d informaçõs caso acionistas controladors, dbnturistas ou intgrants do Conslho d Administração julgum qu a divulgação contraria os intrsss corporativos. O Código d Ética nos Ngócios contém dirtrizs rlacionadas ao comportamnto sprado dos profissionais. Outra frramnta é a Linha Ética, canal xtrno d comunicação disponívl 24 horas por dia para o rcbimnto d dnúncias sobr dsvios d comportamnto, qu podm sr fitas por tlfon ou -mail, com a garantia d anonimato. Por intrmédio dss instrumnto, os intrssados também podm solicitar informaçõs sobr políticas procdimntos da companhia. Estrutura organizacional As instâncias prmannts d govrnança da Duk Enrgy são o Conslho d Administração a Dirtoria-Excutiva. O Conslho d Administração é constituído por cinco mmbros rspctivos suplnts, sndo um intgrant um suplnt indicados plos colaboradors.todos são litos pla Assmblia Gral para mandatos d três anos, prmitida a rlição. Entr as atribuiçõs do órgão stão: stablcr as dirtrizs grais dos ngócios, lgr substituir os mmbros da Dirtoria-Excutiva, rfrndar suas atribuiçõs fiscalizar su dsmpnho. À Dirtoria-Excutiva compt administrar os ngócios xcutar as dlibraçõs do Conslho d Administração. Em dzmbro d 2012 possuía cinco intgrants - litos plo Conslho d Administração para mandatos d dois anos, sndo prmitida a rlição. Cab ao dirtor-prsidnt dsignar as funçõs atribuiçõs d cada dirtor-xcutivo. Em 2012, por dlibração da Assmblia Gral Ordinária d Acionistas, o Conslho Fiscal foi instalado com três mmbros ftivos três suplnts, sndo rsponsávl, ntr outras tarfas, pla anális das dmonstraçõs financiras fiscalização dos atos dos administradors. Autônomo m rlação à Administração aos auditors indpndnts, o Conslho Fiscal vigorará até a próxima Assmblia Gral Ordinária. Auditoria xtrna A Duk Enrgy basia a contratação d srviços d auditoria xtrna m princípios qu prsrvam a indpndência dos auditors. Assim, garant qu o auditor não audit su próprio trabalho, não xrça funçõs grnciais na companhia nm promova os intrsss dla. Em 2012, os honorários da Dloitt Touch Tohmatsu Auditors Indpndnts rlativos à auditoria do Balanço anual à laboração da rvisão limitada das informaçõs trimstrais, corrspondnts ao xrcício d 2012, rprsntaram o montant d R$ 260 mil. A Dloitt Touch Tohmatsu Auditors Indpndnts não foi contratada m 2012 para outros srviços. Rating Em 2012, as agências d classificação d risco Standard & Poor s Moody s rafirmaram os ratings da Duk Enrgy como invstmnt grad (grau d invstimnto), com bas na solidz da strutura d capital das métricas d crédito, no baixo nívl d ndividamnto na stabilidad da gração d caixa. Rating d Crédito Corporativo Agência Rating Prspctiva Data Rf. Escala Global Standard & Poor s BBB- Estávl 28/12/2012 Moody s Baa3 Estávl 06/12/2012 Escala Nacional Standard & Poor s braaa Estávl 28/12/2012 Rating d Emissão (Nacional) Moody s Aa1.br Estávl 06/12/2012 1ª Emissão d Dbênturs Standard & Poor s braaa Estávl 28/12/2012 Moody s Aa1.br Estávl 06/12/2012 2ª Emissão d Dbênturs Moody s Aa1.br Estávl 06/12/2012 DESEMPENHO DOS NEGÓCIOS Ambint conômico O ano d 2012 foi marcado plo baixo crscimnto conômico mundial, principalmnt plo aprofundamnto da cris conômica uropia pla rdução do ritmo d xpansão da China. Os Estados Unidos dram sinais d rcupração, mas com incrtzas quanto à solução do problma do déficit público. Em dcorrência dss cnário global, houv dsaclração da conomia brasilira. Não s ralizou a prvisão d qu o consumo das famílias os invstimntos impulsionassm a rtomada da atividad conômica do RELATÓRIO ANUAL DA ADMINISTRAÇÃO 2012 país m 2012, m spcial como dcorrência das incrtzas do cnário intrnacional, da lvação da volatilidad da avrsão ao risco. Como rsultado, o Produto Intrno Bruto (PIB) rgistrou variação d 0,9% m rlação ao ano antrior, abaixo das xpctativas d crscimnto m torno d 3,5% no ano. Com a dsaclração conômica, houv também rdução na dmanda por commoditis consqunt rdução nos prços dssas mrcadorias. A inflação mdida plo Índic Gral d Mrcado (IGP-M), da Fundação Gtúlio Vargas (FGV), atingiu 7,8% no ano, ant 5,1% d 2011, aumnto m razão, principalmnt, dos fnômnos climáticos, com qubras d safra. Já o Índic Nacional d Prços ao Consumidor Amplo (IPCA) fchou 2012 m 5,8%, 0,7 ponto prcntual abaixo da taxa d 2011 (6,5%). O Banco Cntral do Brasil du continuidad à rdução da taxa d juros iniciada no ano antrior, trminando o ano d 2012 com taxa Slic m 7,25% ao ano, o mnor patamar já rgistrado no Brasil. Em 31 d dzmbro 2008 2009 2010 2011 2012 IGP-M 9,8% -1,7% 11,3% 5,1% 7,8% IPCA 5,9% 4,3% 5,9% 6,5% 5,8% Taxa d câmbio 2,3 1,7 1,7 1,9 2,0 % Taxa d câmbio 31,9% -25,5% -4,3% 12,6% 8,9% Slic 13,8% 8,8% 10,8% 11,0% 7,3% Gração Em 2012, a Duk Enrgy grou 12.469,88 GWh, 3,8% acima do xrcício antrior quivalnt a 2,43% da nrgia létrica produzida no país no príodo. O volum foi 30,6% suprior à nrgia assgurada/garantia física para o ano, fixada m 9.548,21 GWh, corrspondndo a 1.087 MW. O acréscimo na gração dcorru da maior produção d nrgia nas usinas localizadas na bacia do Rio Paranapanma a partir do sgundo smstr d 2012. O dsmpnho rflt as mlhors condiçõs d armaznamnto m comparação aos dmais rsrvatórios do Sistma Intrligado Nacional. Ess fator, aliado à baixa afluência rgistrada nos mss d stmbro a dzmbro, por mnor prcipitação pluviométrica, lvou os rsrvatórios a ncrrarm o ano com 28,72% d água armaznada, volum infrior à média histórica da companhia, d 63,87%. Situação smlhant ou pior s vrificou nos dmais rsrvatórios dos subsistmas Sudst, Sul, Nordst Nort do país. Dstacou-s no ano o dsmpnho opracional dos ativos da companhia, com disponibilidad d 95,08% baixa taxa d falha nas unidads gradoras. Ess índic dcorr d xpriência acumulada, capacidad técnica, compromtimnto dos colaboradors, política consistnt d dispêndio d capital - qu inclui mlhorias nos sistmas opracionais - ficint manutnção dos quipamntos. Embora o dsmpnho gral das usinas tnha s mantido m nívis favorávis, a companhia dsnvolv vários projtos para a mlhoria d sua capacidad produtiva, com foco na confiabilidad disponibilidad d suas instalaçõs. 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 Jurumirim Chavants Produção d Enrgia (GWh) Salto Grand Canoas II Canoas I Capivara Taquaruçu Rosana 2011 2012 Produção d Enrgia - GWh Usina 2011 2012 % Jurumirim 569,23 645,67 13,4 Chavants 1.765,60 2.126,69 20,5 Salto Grand 509,70 514,73 1,0 Canoas II 462,74 514,39 11,2 Canoas I 526,86 516,20-2,0 Capivara 3.871,44 3.781,46-2,3 Taquaruçu 2.245,33 2.277,39 1,4 Rosana 2.061,35 2.093,35 1,6 Total 12.012,25 12.469,88 3,8 Garantia física Em 27 d dzmbro d 2012, o Ministério d Minas Enrgia (MME) publicou a Portaria nº 184, qu rvisou xtraordinariamnt a garantia física das UHEs Jurumirim, Taquaruçu Rosana, qu passou d 1.087 MW para 1.085,6 MW. Dss volum, projta-s para comrcialização 1.003,6 MW, visto qu 52 MW oriundos do consórcio das usinas Canoas I Canoas II são alocados para a CBA, 30 MW são usados para consumo intrno ainda há prvisão d prdas no sistma. Cab dstacar qu ssa rvisão da garantia física ainda stá sndo discutida pla companhia com os órgãos comptnts. Comrcialização Em 2012, a nrgia disponívl para comrcialização foi d 1.010 MW. A companhia tv 99,8% d sua nrgia contratada, o qu rsultou m stabilidad do fluxo d rcitas. Favorcu ss dsmpnho o programa d fortalcimnto da marca o stablcimnto d novos contratos com consumidors livrs, dmais comrcializadors Produtors Indpndnts d Enrgia (PIE). A concntração d sforços d comrcialização markting no Ambint d Livr Contratação (ACL) possibilitou qu, até o final do príodo, fossm clbrados 41 contratos totais d vnda com clints consumidors livrs comrcializadors das Rgiõs Sudst Cntro-Ost, com prço médio suprior ao d 2011. As vndas para ss sgmnto rprsntaram 59,6% da rcita opracional bruta d nrgia da companhia no ano. As vndas no Ambint d Contratação Rgulada (ACR), para aos distribuidors, rprsntaram 32,3% da rcita opracional bruta. A Duk Enrgy mantém atualmnt bons nívis d contratação m longo prazo. 96,4% 88,2% Enrgia Contratada 63,4% 55,6% 43,4% 2013 2014 2015 2016 2017 Esss rsultados alinham-s à stratégia da companhia d ampliar o volum d rcitas dos consumidors livrs assgurar bas stávl no sgmnto ACR. Os trmos as condiçõs dos contratos firmados no âmbito do ACL são mais positivos m razão da flxibilidad d ngociação. Já os contratos d ACR são m gral d longo prazo (três a oito anos) assguram a stabilidad do fluxo d caixa. Além dos contratos nsss dois sgmntos, a Duk Enrgy também comrcializa nrgia m opraçõs no Mcanismo d Ralocação d Enrgia (MRE). A rcita no MRE foi 79,3% suprior m rlação ao ano antrior. Durant 2012, condiçõs hidrológicas dsfavorávis nas Rgiõs Sul Nordst do país fizram com qu os rsrvatórios da Rgiõs Sudst Cntro-Ost fossm utilizados para uma maior gração d nrgia létrica. Com o rduzido armaznamnto dos rsrvatórios d todo o Sistma Intrligado Nacional a baixa afluência vrificada no príodo d stmbro a dzmbro, houv significativo dspacho térmico, o qu provocou aumnto significativo no Prço d Liquidação das Difrnças (PLD) nss príodo. Psquisa Dsnvolvimnto A Duk Enrgy dsnvolv uma séri d projtos d Psquisa Dsnvolvimnto (P&D), alinhada à rgulamntação storial qu stablc a obrigatoridad d dstinar 1% da rcita opracional líquida a iniciativas inovadoras a órgãos vinculados ao Ministério d Minas Enrgia. Os rcursos são aplicados no dsnvolvimnto d soluçõs qu vism avanços tcnológicos mlhoria d rsultado opracional. Projto m continuidad (início antrior a 2011): Estudo da gração d nrgia létrica através da utilização do mpuxo. Projtos m continuidad (início antrior a 2012): Otimização da produção distribuição d gás natural considrando fitos do pré-sal insumos concorrnts sobr a política d opração hidrotérmica - SimGás; Cálculo rvisão d crtificados d garantia física no Brasil: mtodologias critérios - garantia física; Dsnvolvimnto d mtodologia frramnta intgrada d gstão d riscos para o stor d gração d nrgia létrica brasiliro; Dsnvolvimnto d studo para avaliar o númro d horas d opração quivalnts a um procsso d partida parada d unidads gradoras d usinas hidrlétricas; Dsnvolvimnto d uma mtodologia para avaliar as consquências na vida útil d componnts d unidads gradoras hidrlétricas com rotors tipo Francis oprando no Control Automático d Gração (CAG); Estudo m scala d laboratório da gasificação d biomassas por plasma, aplicada à gração d nrgia létrica; Monitoramnto control d rosõs marginais m rsrvatórios hidrlétricos: métodos d avaliação dos procssos, uso d gotcnologias para su monitoramnto xprimntação d técnicas d control; Método para avaliação d áras d rcrutamnto d pixs, para otimização dos programas d consrvação rcupração do stoqu psquiro; Modlo d Otimização do Dspacho Hidrotérmico - Abordagm: PDE PDDE (sistmas quivalnts) com a considração d avrsão ao risco tratamnto stocástico da ENA. Projtos m fas d contratação 2012: Estimativas d prcipitação drivadas d mosaico d radars mtorológicos prvisõs dinâmico-probabilísticas d chuva para bacias hidrográficas. Tmas stratégicos Por considrar qu projtos stratégicos são tmas d grand rlvância para o stor létrico brasiliro xigm o sforço conjunto coordnado d várias mprsas do stor ntidads xcutoras, a Duk Enrgy participa ainda das sguints iniciativas: Modlo d otimização do dspacho hidrotérmico; Mtodologia para alocação dos custos do sistma d transmissão; Mtodologia para monitoramnto avaliação d gass do fito stufa m rsrvatórios d usinas hidrlétricas brasiliras; Efitos d mudanças climáticas no rgim hidrológico d bacias hidrográficas na nrgia assgurada/garantia física d aprovitamntos hidrlétricos (fas d laboração da proposta). DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO Indicadors conômicos Principais indicadors (Em milhars d rais) 2011 2012 % Variação Rcita opracional bruta 1.063.556 1.218.901 14,6 ( ) Dduçõs à rcita opracional (105.553) (115.733) 9,6 Rcita opracional líquida 958.003 1.103.168 15,2 ( ) Dspsas opracionais (492.164) (558.026) 13,4 Rsultado do srviço 465.839 545.142 17,0 Ebitda 696.579 767.991 10,3 Margm Ebitda - % 72,7% 69,6% Rsultado financiro (92.568) (103.419) 11,7 Rsultado opracional 373.271 441.723 18,3 Lucro líquido do xrcício 281.261 324.648 15,4 Margm líquida - % 29,4% 29,4% Indicadors financiros Ativos totais 4.410.468 4.174.371-5,4 Dívidas m moda nacional 811.250 950.163 17,1 Patrimônio líquido 2.825.265 2.467.554-12,7 Açõs Açõs m circulação (m milhars d açõs) 94.433 94.433 Lucro líquido por lot d mil açõs (m rais) 2.978,42 3.437,87 15,4 Lucro líquido Em 2012, a companhia rgistrou lucro líquido d R$ 324,6 milhõs, lvação d 15,4% comparativamnt a 2011. O principal fator qu contribuiu para ss dsmpnho foi o crscimnto da rcita opracional, fito dos mlhors prços nos contratos bilatrais, m lilõs no mrcado d curto prazo rprsntado plo Prço d Liquidação d Difrnças (PLD). O aumnto da rcita foi parcialmnt compnsado por maiors dspsas opracionais pla compra d nrgia m dcorrência d prvisão d lastro a dscobrto xposição no mrcado d curto prazo. D acordo com su Estatuto Social, a companhia dstina 100% do lucro líquido ao pagamnto d dividndos juros sobr capital próprio, após constituição da rsrva lgal. Rcita opracional bruta Lucro Líquido (Em milhars d rais) 281.261 2011 324.648 2012 A rcita opracional bruta m 2012 foi d R$ 1.218,9 milhõs, o qu rprsnta crscimnto d R$ 155,3 milhõs, ou 14,6%, m rlação ao ano antrior, m virtud d mlhors prços fixados na comrcialização nos contratos bilatrais qu rprsntou um aumnto d R$ 89,0 milhõs (14,0%). A vnda d nrgia nos contratos d lilõs aumntou R$ 14,7 milhõs m rlação a 2011, plo rajust dos prços. Como fito do maior volum d gração d nrgia, a rcita nas opraçõs provnints do MRE crscu R$ 8,8 milhõs (79,3%). Houv também acréscimo nos prços d nrgia vndida no mrcado d curto prazo, rprsntado plo Prço d Liquidação d Difrnças (PLD), cuja rcita aumntou R$ 42,9 milhõs (120,3%). 2011 2012 Composição d Rcita (Em milhars d rais) 637.285 379.444 726.299 46.827 394.126 98.476 Contratos Bilatrais Contratos d Lilõs PLD/MRE/Outras Dduçõs à rcita opracional As dduçõs à rcita opracional aumntaram R$ 10,2 milhõs, ou 9,6%, m rlação a 2011. Tal crscimnto não acompanhou a variação positiva d 14,6% da rcita opracional bruta dvido, principalmnt, ao fato d part significativa dssa variação sofrr tributação cumulativa d PIS Cofins, além d rfltir a difrnça d tributação d ICMS para vndas d nrgia dntro fora do Estado d São Paulo. Rcita opracional líquida Como rsultado dos fators citados, a rcita opracional líquida aumntou 15,2% na comparação com 2011 alcançou R$ 1.103,2 milhõs.

Dspsas opracionais (Em milhars d rais) 2011 2012 % Variação Pssoal (54.968) (66.336) 20,7 Matrial (3.418) (3.560) 4,2 Srviços d trciros (35.784) (41.883) 17,0 Taxa d fiscalização da Anl (4.298) (4.475) 4,1 Enrgia comprada para rvnda (1.302) (61.640) 4.634,3 Encargos d uso da rd létrica (77.585) (83.263) 7,3 Compnsação financira pla utilização d rcursos hídricos (53.237) (59.011) 10,8 Dprciação amortização (230.740) (222.849) 3,4 Provisõs para riscos fiscais, trabalhistas ambintais (11.045) (1.612) 85,4 Provisão para crédito d liquidação duvidosa (3.003) 5.127 270,7 Arrndamnto aluguéis (3.235) (3.525) 9,0 Sguros (2.575) (3.686) 43,1 Outras (10.974) (11.313) 3,1 (492.164) (558.026) 13,4 As dspsas opracionais totalizaram R$ 558,0 milhõs, acréscimo d 13,4% m rlação ao montant do ano antrior (R$ 492,2 milhõs). Os principais fators d impacto foram: Pssoal - Incrmnto d R$ 11,4 milhõs, ou 20,7%, no ano, principalmnt m razão da rposição d vagas m abrto, rajust salarial. O dissídio d 2012 foi d 6,5%, dtrminado m acordo coltivo; Srviços d trciros - O acréscimo d R$ 6,1 milhõs, ou 17,0% acima do ano antrior, dv-s principalmnt à variação nas dspsas d manutnção consrvação, no montant d R$ 3,5 milhõs, maiors dspsas com consultoria financira d R$ 1,7 milhão, pla rdução d capital, srviços técnicos opracionais d R$ 1,5 milhão; Enrgia comprada para rvnda - Incrmnto d R$ 60,4 milhõs, m dcorrência do mrcado d nrgia da adquação do lastro durant o ano d 2012; Compnsação financira pla utilização d rcursos hídricos - O aumnto d R$ 5,8 milhõs, ou 10,8% m comparação ao ano antrior, dv-s ao maior volum grado m 2012-11.997.121 MWh, 4,0% suprior aos 11.540.774 MWh rgistrados m 2011. O cálculo é basado no volum d gração ftiva das usinas, dscontando-s a parcla rlativa à Companhia Brasilira d Alumínio (CBA) para as usinas Canoas I II. Houv ainda rajust d 6,6% na Tarifa Atualizada d Rfrência (TAR), qu passou d R$ 68,34/MWh para R$ 72,87/MWh a partir d 1º d janiro d 2012; Provisõs para riscos fiscais, trabalhistas ambintais - Variação positiva d R$ 9,4 milhõs m dcorrência, principalmnt, d provisão para riscos fiscais rfrnts à Cid, Cofins IRRF no montant d R$ 1,8 milhão m 2012, ant provisão para risco fiscal d crédito d Cofins no ano antrior no montant d R$ 7,1 milhõs. Adicionalmnt, a provisão para riscos trabalhistas foi infrior m R$ 3,2 milhõs m comparação ao ano d 2011; Provisão para crédito d liquidação duvidosa - Variação positiva d R$ 8,0 milhõs m dcorrência d acordo fito para rcupração d título. Ebitda O Ebitda aumntou 10,3% m 2012, na comparação com 2011, m dcorrência do acréscimo das rcitas opracionais, compnsado parcialmnt plo incrmnto das dspsas opracionais. Ebitda margm Ebitda (Em milhars d rais) 2011 2012 % Variação Lucro líquido 281.261 324.648 15,4 Imposto d rnda contribuição social 92.010 117.075 27,2 Rsultado financiro (líquido) 92.568 103.419 11,7 Dprciação amortização 230.740 222.849 3,4 Ebitda 696.579 767.991 10,3 Margm EBITDA 72,7% 69,6% Ebitda (Em milhars d rais) 696.579 72,7% 2011 767.991 69,6% 2012 Ebitda Margm Ebitda - % O Ebitda (Lajida - lucro ants dos juros, impostos, dprciação amortização) é calculado como o lucro líquido acrscido do rsultado financiro líquido, Imposto d Rnda Contribuição Social, dprciação amortização. Esta é uma mdição não contábil, calculada tomando como bas as disposiçõs do Ofício Circular CVM nº 01/2008 não dv sr considrado como uma altrnativa ao fluxo d caixa como indicador d liquidz. A administração da companhia acrdita qu o Ebitda fornc uma mdida útil d su dsmpnho, qu é amplamnt utilizado por invstidors analistas para avaliar dsmpnho comparar mprsas. Ao fazr tais comparaçõs, ntrtanto, dv-s tr m mnt qu o Ebitda não é uma mdida rconhcida plas práticas contábis adotadas no Brasil qu pod sr calculado d forma difrnt por difrnts companhias. Rsultado financiro (Em milhars d rais) 2011 2012 % Variação Rcitas financiras 39.515 42.248 6,9 Dspsas financiras (132.083) (145.667) 10,3 Rsultado financiro líquido (92.568) (103.419) 11,7 O rsultado financiro aprsntado m 2012 foi ngativo m R$ 103,4 milhõs, o qu rprsnta variação d 11,7% na comparação com o ano d 2011 (ngativo m R$ 92,6 milhõs). As rcitas financiras foram d R$ 42,2 milhõs, incrmnto d 6,9% sobr os R$ 39,5 milhõs d 2011, principalmnt dvido ao maior volum médio d aplicaçõs financiras no ano. As dspsas financiras aumntaram 10,3%, como fito do comportamnto do Índic Gral d Prços do Mrcado (IGP-M) m 2012 d 7,8%, comparativamnt a 5,1% m 2011. Ess índic d prços é um dos principais indxadors da dívida da companhia. Endividamnto Em 31 d dzmbro d 2012, a dívida bruta totalizava R$ 950,2 milhõs, acréscimo d 17,1% m rlação aos R$ 811,3 milhõs do final do ano antrior, principalmnt m consquência d nova captação d dbênturs no valor d R$ 150,0 milhõs, m janiro d 2012. Prfil da dívida - Dbênturs (Em milhars d rais) Emissão Séri Rmunração Vncimnto 2011 2012 1ª 1 Variação CDI + 2,15% a.a. 15/09/13 128.772 63.569 1ª 2 Variação IPCA + 11,6% a.a. 15/09/15 111.476 117.623 2ª única Variação IGP-M + 8,59% a.a. 16/07/15 571.002 613.790 3ª única Variação CDI + 1,15% a.a. 10/01/17 155.181 Fator d Corrção da Dívida m 2012 16,3% 6,7% 12,4% 64,6% 811.250 950.163 1ª Emissão Séri 1 - CDI 1ª Emissão Séri 2 - IPCA 2ª Emissão Séri Única - IGP-M 3ª Emissão Séri Única - CDI A dívida financira líquida - rprsntada plo ndividamnto, dduzidos os rcursos m caixa quivalnts d caixa - aumntou 29,9%, m spcial pla trcira missão d dbênturs no valor d R$ 150,0 milhõs, m janiro d 2012, plo mnor saldo d caixa m função da rdução d capital d R$ 300,0 milhõs ocorrida m agosto d 2012. Dívida Líquida (Em milhars d rais) 600.879 2011 780.611 2012 RELATÓRIO ANUAL DA ADMINISTRAÇÃO 2012 Imobilizado O ativo imobilizado contmplou, no xrcício d 2012, adiçõs d R$ 20,7 milhõs (R$ 15,6 milhõs no ano antrior). As principais aquisiçõs foram d quipamntos, visando à maior confiabilidad na capacidad d produção. GESTÃO DE PESSOAS No príodo, foram dsligados 23 mprgados 13 stagiários, ncrrando 2012 com 311 colaboradors. No msmo ano, a Duk Enrgy contratou 40 profissionais - dos quais 65% com curso suprior, ntr ls, 19% pós-graduados - nov stagiários. Todos rcbram o Manual d Intgração o Código d Ética dos Ngócios, qu xpõm as dirtrizs os comportamntos dsjados pla companhia, além d trinamntos qu incluíram tmas como a proibição d prática d corrupção sgurança do trabalho. A Duk ofrc salários compatívis aos d sus sgmntos d atuação, além d bônus participação nos rsultados - cuja mtodologia d apuração considra o alcanc d mtas individuais coltivas. Também concd bnfícios qu vão além dos dtrminados pla lgislação, como assistência médica odontológica, alimntação, transport, sguro d vida prvidência complmntar. Por mio do Programa d Saúd Intgração Social, mantém iniciativas d promoção da saúd prvntiva rlacionamnto com a socidad. Em 2012, sss bnfícios rprsntaram rcursos quivalnts a 16% da folha salarial. Trinamnto dsnvolvimnto No ano, a companhia invstiu R$ 1,4 milhão m trinamntos rciclagns, qu rprsntaram 133,3 horas (ou 16,7 dias) por profissional. As iniciativas d capacitação são ralizadas no âmbito do Programa d Dsnvolvimnto Pssoal (PDP) do Programa d Dsnvolvimnto Individual (PDI), qu inclum avaliação 360 o para todos os nívis hirárquicos. Entr os tmas abordados stão saúd sgurança, mio ambint aspctos técnicos, financiros comrciais. Com o propósito d contribuir para o dsnvolvimnto profissional, mantém o Programa d Bolsa-Auxílio Educação, por mio do qual arca parcialmnt com cursos d graduação, xtnsão idiomas qu contmplam 25,72% do quadro funcional. Em 2012, criou a Escola d Ngócios com o intuito d dsnvolvr profissionais m início d carrira para atuação m áras críticas do ngócio. Ao final, part dos alunos foi contratada os dmais foram dvidamnt capacitados para concorrr por posiçõs no stor létrico. Saúd, sgurança qualidad d vida A Duk Enrgy invst no fortalcimnto dos concitos d prvnção, d forma a aprfiçoar sdimntar os padrõs procssos rlacionados a sgurança, saúd qualidad d vida d sus trabalhadors, próprios ou prstadors d srviço. Em razão d difrnts iniciativas, obtv conquistas xprssivas no ano, ntr las o alcanc da marca d 5 milhõs d horas trabalhadas sm ocorrência d acidnts com afastamnto, com mprgados próprios. Os programas Fal Comigo Padrõs Comportamntais d Sgurança, prmissas qu rgm sua Cultura d Zro Enfrmidad Lsão, foram fortalcidas m 2012 com o complmnto do Plano Excutivo d Sgurança. A iniciativa s basia m três açõs básicas: Programa Usina Sgura, com visitas dos xcutivos para inspçõs d sgurança; comunicação d sgurança por mio das Cipas Sipats; Programa Suprsguro, qu rconhc profissionais qu s dstacam plo não nvolvimnto m acidnts pla participação m vntos trinamntos d sgurança. Dstacam-s ainda outras iniciativas: Programa Fal com o Prsidnt - Frramnta mantida no portal intrno da companhia, qu possibilita ao mprgado ncaminhar dirtamnt ao prsidnt comntários contribuiçõs sobr saúd sgurança; Cartilha dos Padrõs d Sgurança - Folhtos com sclarcimntos sobr os padrõs d comportamnto qu dvm sr sguidos por todos; Guia d Bolso dos Procdimntos Opracionais do Sistma d Gstão d Mio Ambint, Saúd Sgurança (SGMASS) - Contém o rsumo d todos os procdimntos para fácil consulta, sndo qu o msmo foi distribuído a todos colaboradors da companhia. Programa Mova-s: Incntiva a saúd prvntiva, por mio d campanhas intrnas, concursos, palstras consulta com spcialista m nutrição. Ops, Quas! - O programa tm por objtivo criar ambint favorávl para o rlato d situaçõs d quas acidnts ou incidnts, d forma a idntificar causas tndências d ocorrências mlhorar o dsmpnho. A gstão d assuntos rlacionados à sgurança no trabalho d contratados foi fortalcida durant ncontros com prstadors d srviços, propritários gstors das contratadas, com objtivo d abordar a importância dos valors políticas d sgurança. A prparação dos profissionais para atuar m situaçõs d mrgência também foi rforçada com xrcícios simulados sobr tmas como drramamntos d produtos químicos, primiros socorros vacuação. Além disso, foram aprfiçoados procssos do SGMASS, o qu incluiu trinamntos on-lin dos procdimntos opracionais m todas as instalaçõs, qu rsultaram na missão d 1,5 mil crtificados d conclusão. Em 2012, foi struturado projto dfinida stratégia para a busca d crtificação do SGMASS como Sistma d Gstão Intgrado (SGI) considrando as rfrências: ambintal (ISO 14001); saúd sgurança ocupacional (OSHAS 18001); rsponsabilidad social (NBR 16001); qualidad (ISO 9001). GESTÃO SOCIAL A Duk Enrgy atua m várias frnts para fortalcr su rlacionamnto com as comunidads próximas d suas unidads, contribui com o podr público no sntido d ampliar o bm-star das populaçõs locais. Invstimntos m cultura, sport, ducação dsnvolvimnto d potncialidads rgionais compõm o foco d suas açõs sociais. Em 2012, dstacou-s o lançamnto do Prêmio Duk Enrgy - Enrgia da Inovação, uma ralização com o Programa UniSol (Univrsidad Solidária, ligada à ONG Alfasol). Foram slcionados três projtos univrsitários d dsnvolvimnto local d comunidads ao longo do Rio Paranapanma, qu rcbram rcursos financiros orintação técnica para sua implmntação. Foram vncdoras iniciativas propostas pla Fanorpi (Santo Antonio da Platina/PR), d gstão d rsíduos sólidos por catadors d lixo m Andirá; Unsp (Rosana/SP), d dsnvolvimnto d turismo; Fatc (Prsidnt Prudnt/SP), d capacitação d jovns m gstão vntos. Dtalhs podm sr conhcidos no sit www.prmioduk-nrgy.com.br. Cultura sports Como incntivo à cultura, a companhia apoiou divrsas iniciativas com rcursos da Li Rouant. Uma dlas foi o Circuito Cultural Duk Enrgy, m qu uma carrta s transforma m sala d cinma tatro lva cultura ntrtnimnto às áras d atuação. Mantido há três anos, o projto itinrant circulou por 55 cidads ao longo do Rio Paranapanma runiu mais d 43 mil spctadors, qu participaram também d um sptáculo ao ar livr, o Auto d Natal. A mprsa ainda aportou rcursos para uma xposição sobr a história da UHE Salto Grand, m apoio à ação da Fundação Enrgia Sanamnto, qu compôs o acrvo técnico do Cntro Cultural Dr. João d Souza, inaugurado m Salto Grand (SP). Outro patrocínio foi ao projto Turismo Sustntávl m Rsrvatórios, com a produção publicação do livro infantil Um Encontro Muito Espcial, com tmática ligada à prsrvação d cultura, à história aos valors locais da rgião do Rio Paranapanma, um Guia do Profssor. Com bas nsss matriais foram ralizadas oficinas d capacitação para 95 profssors d oito municípios das rgiõs das usinas Chavants Jurumirim, com o objtivo d dsnvolvr snsibilizar as comunidads para a idntificação d potncialidads prática do turismo sustntávl. Na ára musical, o apoio ao Projto Guri prmitiu a adoção d três polos, nas cidads paulistas d Fartura, Mirant do Paranapanma Rosana. Juntos, rprsntaram um potncial d vagas para até 679 crianças adolscnts. Também part do Projto Guri, a Duk patrocinou o Programa d Bolsistas, stimulando o dsnvolvimnto d talntos com prspctiva d profissionalização para o mrcado musical. Em sport, a companhia apoiou, plo sgundo ano, a Corrida Caminhada Ecológica d Avaré (SP), com a participação d mais d 2 mil pssoas, a ralização d passio ciclístico m Ourinhos (SP), com aproximadamnt 500 participants.essas iniciativas contaram com rcursos da Li Fdral d Incntivo ao Dsport. Outra forma d intgração com as comunidads é o Programa d Visitas monitoradas às usinas, qu nvolvu no ano crca d 10 mil pssoas, ntr studants turistas, qu tivram a oportunidad d conhcr o passo a passo do procsso d gração. O Programa d Voluntariado contou com a participação d 250 pssoas, ntr mprgados, contratados familiars, qu atuaram nas cidads d Assis, Cândido Mota, Ourinhos, Piraju, Porcatu, São Paulo, Todoro Sampaio Rosana, o qu rsultou na mlhoria das condiçõs d atndimnto srviços a mais d 900 pssoas. Patrocínios A política d patrocínios às atividads socioambintais da Duk Enrgy também tornou viávl m 2012 a ralização d uma séri d vntos, ntr ls: Workshop d Rstauração Florstal - Idalizado ralizado por Duk Enrgy Univrsidad Estadual d Londrina (UEL), m Londrina (PR), contou com 155 participants (studants, psquisadors, profssors profissionais) na discussão troca d xpriências sobr rstauração d mata ciliars. X Diálogo Intrbacias - Dircionado a ducadors ambintais, o vnto congrga os comitês d Bacia Hidrográfica do Estado d São Paulo é apoiado pla Duk dsd sua primira dição. Com o tma Água Educação Ambintal, runiu no mês d stmbro crca d 750 participants no município d São Pdro (SP). 4º Encontro d Topografia da Duk Enrgy - Promov a troca d xpriências ntr profissionais do stor létrico d outros sgmntos qu possum intr-rlação com o gorrfrnciamnto d imóvis rurais. Contou com o apoio da Univrsidad Tcnológica Fdral do Paraná (UTFPR) runiu 110 participants. V Fórum d Dirito Ambintal - Tradicional vnto organizado pla Ordm dos Advogados do Brasil (OAB) Ministério Público da rgião d Prsidnt Prudnt, runiu opradors studiosos do Dirito Ambintal do Brasil. Tornios d Psca m Carlópolis, Andirá Avaré - Tivram por objtivo stimular a psca sportiva no Rio Paranapanma. Em Carlópolis Avaré, foram ralizadas solturas d pixs d spécis nativas, como forma d promovr a conscintização para o ciclo rprodutivo o rspito à fauna do rio. Projto Mmória - O invstimnto da Duk Enrgy no rsgat da história das tradiçõs do stor létrico na rgião do Rio Paranapanma rsultou m um sit (www.mmoriaduk.com.br) com rico acrvo fotográfico, dpoimntos d pssoas ligadas aos mprndimntos informaçõs d intrss público sobr usinas comunidads no ntorno d usinas rsrvatórios. Exposição Itinrant Jurumirim 50 anos - Dsnvolvida com o intuito d lvar aos municípios banhados pla Rprsa d Jurumirim um pouco da história da usina su papl no dsnvolvimnto conômico da rgião, é composta por painéis xpositors fica crca d 15 dias m m spaços públicos d cada cidad, com acsso gratuito. Patrocínios a vntos storiais - Com o objtivo d promovr a discussão d mlhors práticas no stor létrico, saúd sgurança, foram patrocinados: Fórum Paulista d Sgurança, Saúd Qualidad d Vida no Trabalho no Stor d Enrgia Elétrica (Fopas), Simpósio Nacional d Rgulação, Economia Mrcados d Enrgia (Sinrm) Encontro d P&D dos agnts do Stor Elétrico (Epas). GESTÃO PATRIMONIAL Por mio d uma séri d iniciativas, a Duk Enrgy invst na gstão do patrimônio, na prsrvação d sus ativos na protção dos rcursos naturais do ntorno d suas usinas hidrlétricas. Entr ssas açõs dstacam-s as inspçõs m todos os rsrvatórios a troca contínua d informaçõs com órgãos d fiscalização ambintal, para idntificar rgularizar o uso a ocupação nas áras sob concssão da companhia. Ess trabalho fortalc a rlação com promotorias, instituiçõs ambintais intrssados. Com as comunidads nvolvidas, a intgração s dá por mio da participação m vntos runiõs spcíficas. Em todos os rsrvatórios, foram dsnvolvidas atividads d gorrfrnciamnto dos pontos d divisa das propridads, d forma a atndr tanto à lgislação como às solicitaçõs dos confrontants para a caractrização dos limits das áras sob concssão da companhia. Foram ralizadas 227 inspçõs patrimoniais m áras das bordas dos rsrvatórios, nvolvndo avaliação d uso, ocupação rspito d limits. Ocorru ainda a manutnção d 106 hctars d aciros - qu prmitm a protção d 4.460 hctars d áras d consrvação ambintal já consolidadas sob rsponsabilidad da companhia - d 7.700 mtros d crcas para protção dssas áras. No ano, rprsntant da companhia intgrou o grupo organizado pla Associação Brasilira das Emprsas Gradoras d Enrgia Elétrica (Abrag) qu aprsntou propostas técnicas sobr gstão patrimonial durant o procsso d audiência pública missão da Rsolução Normativa Anl 501/2012, qu trata do forncimnto d arquivos gorrfrnciados d áras sob concssão. GESTÃO AMBIENTAL A companhia obtv, m 2012, importants conquistas m programas ambintais vinculados a Licnças d Opração (LOs) procssos d gstão ambintal. Dstacou-s a obtnção da Licnça d Opração da UHE Jurumirim, concdida pla Companhia d Tcnologia d Sanamnto Ambintal (Ctsb), plo prazo d dz anos - ant a média d quatro a sis anos normalmnt aplicada no stor. A boa condição ambintal, a gstão rsponsávl a articulação com as comunidads d ntorno prmitiu conquistar ss prazo mais longo, assim como já ocorrra para a UHE Salto Grand, m 2011. Foram rnovadas as LOs das Estaçõs d Tratamnto d Esgoto (ETEs) das usinas d Chavants Salto Grand, assim como obtida licnça para adquaçõs nas ETEs da UHE Jurumirim da Pousada d Jurumirim. As iniciativas d gstão ambintal também contmplaram: Rpovoamnto anual dos rsrvatórios com 1,5 milhão d alvinos d spécis nativas do Rio Paranapanma; Acompanhamnto dos procssos d assoramnto solapamntos das bordas dos rsrvatórios, incluindo o início do Projto d P&D para studo d solapamntos; Rcupração ambintal d part das áras ond s situavam os stoqus d argila do Complxo Canoas, já m fas final; Continuidad do monitoramnto da qualidad da água ao longo da cascata do Rio Paranapanma, dmonstrando qu la continua boa favorc aspctos d turismo lazr nos rsrvatórios. Na UHE Salto Grand, passou d bianual para anual a priodicidad do rbaixamnto do nívl opracional do rsrvatório para o control das plantas aquáticas qu causam problmas à balnabilidad, atndndo as xpctativas da comunidad. Ralizado m príodo dtrminado, ss procdimnto faz part do programa da Duk Enrgy d monitoramnto, manjo control das macrófitas. Outro fato rlvant foi dtrminação do Ibama para o fchamnto dfinitivo das scadas para pixs das UHEs do Complxo Canoas, o arquivamnto d inquérito civil sobr ssas instalaçõs. Psquisas acadêmicas mostraram qu as scadas, construídas para auxiliar na migração dos pixs no príodo d dsova, ram na ralidad prjudiciais à rprodução d várias spécis. Foram ralizadas palstras d sclarcimnto aos públicos locais sobr o fchamnto das scadas os bnfícios qu ssa ação trará na consrvação do stoqu psquiro dos rsrvatórios. Rflorstamnto Em 2012, houv continuidad dos programas d rflorstamnto, nvolvndo: manutnção d rflorstamntos já implantados m 1.212 hctars; consolidação d 440 hctars d projtos do Consórcio Intrmunicipal da Bacia Capivara (Cibacap) aproximadamnt 420 hctars d rflorstamntos rlativos a procssos d licnciamntos ambintais das UHEs. Por mio do Programa d Promoção Florstal, a companhia doou aproximadamnt 290 mil mudas florstais a propritários rurais das áras d influência dos rsrvatórios, sndo qu 20 participants rcbram placas d Amigos da Florsta. Parcrias Para fortalcr sus programas ambintais, a companhia atua m conjunto com várias univrsidads, ntidads institutos d psquisa. Frutos dssas parcrias, dois importants projtos foram iniciados m 2012: Nascnts Protgidas, Águas para o Futuro - Ralizado com a Ematr, qu rcuprou 101 nascnts m 17 municípios do Estado do Paraná, contmplando 300 famílias um total d mil pssoas bnficiadas. Corrdor Florstal na Faznda Rosanla -Dsnvolvido com o Instituto d Psquisas Ecológicas (IPE) o Grupo Vicar, m Todoro Sampaio, margm paulista do rsrvatório da UHE Rosana. Trata-s da rstauração florstal d 100 hctars d áras d prsrvação prmannt (APP) para formar um corrdor d biodivrsidad qu concta duas Unidads d Consrvação da rgião: Parqu Estadual do Morro do Diabo Estaçõs Ecológicas Mico Lão Prto. A companhia colabora com a gstão dos rcursos hídricos, como rprsntant da Associação Brasilira das Emprsas Gradoras d Enrgia Elétrica (Abrag), nos comitês do Médio Paranapanma do Alto Paranapanma, m São Paulo. Também é mmbro titular nos comitês das Bacias Hidrográficas do Piraponma do Nort Pioniro, no Paraná, do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanma, criado m 2012 m nívl fdral. Participa ainda do Grupo d Trabalho d Mio Ambint (GTMA) da Abrag Apin, nvolvndo-s nas discussõs d tmas ambintais rlacionados ao stor létrico. Além disso, intgra a Câmara Ambintal do Stor d Enrgia, na Ctsb, qu tm como objtivo contmplar a variávl ambintal no planjamnto na aplicação d projtos d nrgia no Estado d São Paulo. Outras parcrias são mantidas com a Associação d Rcupração Florstal do Médio Paranapanma (Flora Val), para a produção d mudas manutnção do viviro, com a Fundação do Instituto d Biociência (Fundibio), para consultoria spcializada no monitoramnto físico biológico do mio aquático. Educação ambintal Com o objtivo d conscintizar as comunidads do ntorno dos rsrvatórios das usinas sobr a ncssidad d prsrvar o mio ambint, a companhia du continuidad ao Programa d Comunicação Social Educação Ambintal, cujas atividads nvolvram aproximadamnt 4,7 mil pssoas m 2012. Dstaqus foram a 3ª Smana do Mio Ambint da Duk Enrgy as açõs d commoração ao Dia Mundial da Árvor. Durant a Smana do Mio Ambint, foram ralizadas atividads d ducação ambintal com studants do nsino fundamntal na Estação d Hidrobiologia Aquicultura da UHE Salto Grand, a Duk participou d açõs ambintais dsnvolvidas com univrsidads municípios. Outro important dstaqu, durant o rpovoamnto dos rsrvatórios, a soltura d alvinos conta com a participação d studants do nsino fundamntal dos municípios ond a mprsa atua. Em 2012, ssa iniciativa nvolvu aproximadamnt 650 studants d 12 municípios.

1 - Bas d Cálculo 2012 Valor (Mil rais) 2011 Valor (Mil rais) Rcita líquida (RL) 1.103.168 958.003 Rsultado opracional (RO) 545.142 465.839 Folha d pagamnto bruta (FPB) 66.336 54.968 2 - Indicadors Sociais Intrnos Valor (mil) % sobr FPB % sobr RL Valor (mil) % sobr FPB % sobr RL Alimntação 2.846 4,29% 0,26% 2.342 4,26% 0,24% Encargos sociais compulsórios 13.756 20,74% 1,25% 11.868 21,59% 1,24% Prvidência privada 1.002 1,51% 0,09% 849 1,54% 0,09% Saúd 3.138 4,73% 0,28% 3.665 6,67% 0,38% Sgurança saúd no trabalho 491 0,74% 0,04% 426 0,77% 0,04% Educação 397 0,60% 0,04% 450 0,82% 0,05% Cultura 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% Capacitação dsnvolvimnto profissional 991 1,49% 0,09% 889 1,62% 0,09% Crchs ou auxílio-crch 25 0,04% 0,00% 19 0,03% 0,00% Participação nos lucros ou rsultados 3.443 5,19% 0,31% 2.692 4,90% 0,28% Outros 7.819 11,79% 0,71% 5.393 9,81% 0,56% Total - Indicadors sociais intrnos 33.908 51,12% 3,07% 28.593 52,02% 2,98% 3 - Indicadors Sociais Extrnos Valor (mil) % sobr RO % sobr RL Valor (mil) % sobr RO % sobr RL Educação 316 0,06% 0,03% 276 0,06% 0,03% Cultura 1.335 0,24% 0,12% 1.012 0,22% 0,11% Saúd sanamnto 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% Esport 168 0,03% 0,02% 0,00% 0,00% Combat à fom sgurança alimntar 0,00% 0,00% 18 0,00% 0,00% Outros 485 0,09% 0,04% 142 0,03% 0,01% Total das contribuiçõs para a socidad 2.304 0,42% 0,21% 1.448 0,31% 0,15% Tributos (xcluídos ncargos sociais) 76.000 13,94% 6,89% 65.477 14,06% 6,83% Total - Indicadors sociais xtrnos 78.304 14,36% 7,10% 66.925 14,37% 6,99% 4 - Indicadors Ambintais Valor (mil) % sobr RO % sobr RL Valor (mil) % sobr RO % sobr RL Invstimntos rlacionados com a produção/opração da mprsa 211 0,04% 0,02% 145 0,03% 0,02% Invstimntos m programas /ou projtos xtrnos 3.209 0,59% 0,29% 6.401 1,37% 0,67% Total dos invstimntos m mio ambint 3.420 0,63% 0,31% 6.546 1,41% 0,68% Quanto ao stablcimnto d mtas anuais para minimizar rsíduos, o consumo m gral na produção/opração aumntar a ficácia na utilização d rcursos naturais, a mprsa possui mtas ( ) cumpr d 0 a 50% ( ) cumpr d 51 a 75% (x) cumpr d 76 a 100% ATIVO Nota Circulant Caixa quivalnts d caixa 6 169.552 210.371 Clints 7 116.369 111.710 Tributos a rcuprar 8 22.735 22.223 Srviços m curso 8.414 5.203 Dspsas antcipadas 363 343 Dvdors divrsos 64 259 Parts rlacionadas 13.1 391 847 Outros ativos 97 137 317.985 351.093 Não circulant Ralizávl a longo prazo Tributos a rcuprar 8 318 398 Dpósitos judiciais 9 11.998 10.897 Fundos vinculados 475 420 Dspsas antcipadas 4.123 4.426 16.914 16.141 Invstimntos 26 26 Imobilizado 10 3.804.779 4.005.482 Intangívl 11 34.667 37.726 3.856.386 4.059.375 BALANÇOS SOCIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 possui mtas ( ) cumpr d 0 a 50% ( ) cumpr d 51 a 75% (x) cumpr d 76 a 100% BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhars d rais) 5 - Indicadors do Corpo Funcional Nº d ao final do príodo 311 281 Nº d admissõs durant o príodo 40 35 Nº d trcirizados(as) ND* ND* Nº d stagiários(as) 9 6 Nº d acima d 45 anos 82 86 Nº d mulhrs qu trabalham na mprsa 61 48 % d cargos d chfia ocupados por mulhrs 18,00% 16,00% Nº d ngros(as) qu trabalham na mprsa 30 18 % d cargos d chfia ocupados por ngros(as) 3,00% 2,00% Nº d pssoas com dficiência ou ncssidads spciais 7 9 6 - Informaçõs rlvants quanto ao xrcício da cidadania mprsarial 2012 Valor (Mil rais) Mtas 2013 Rlação ntr a maior a mnor rmunração na mprsa 39,27 39,27 Númro total d acidnts d trabalho Os projtos sociais ambintais dsnvolvidos pla mprsa foram dfinidos por: (x) dirção ( ) todos(as) (x) dirção Os padrõs d sgurança salubridad no ambint d trabalho foram dfinidos por: Quanto à librdad sindical, ao dirito d ngociação coltiva à rprsntação intrna dos(as) trabalhadors(as), a mprsa: A prvidência privada contmpla: A participação dos lucros ou rsultados contmpla: Na slção dos forncdors, os msmos padrõs éticos d rsponsabilidad social ambintal adotados pla mprsa: Quanto à participação d m programas d trabalho voluntário, a mprsa: Númro total d rclamaçõs críticas d consumidors(as): % d rclamaçõs críticas atndidas ou solucionadas: PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota Circulant Forncdors 12 49.796 20.739 Salários ncargos sociais 13.638 9.254 Dbênturs 14 346.139 90.156 Tributos a rcolhr 8 22.200 23.077 Dividndos juros sobr capital próprio 20.4 158.926 183.119 Obrigaçõs stimadas 5.901 5.118 Cibacap 15 2.278 3.521 Encargos storiais 19 24.209 16.211 Outros passivos 298 203 623.385 351.398 Não circulant Dbênturs 14 604.024 721.094 Rcitas difridas 5.310 Obrigaçõs spciais 18 6.915 7.047 Provisõs para riscos fiscais, trabalhistas ambintais 17 17.804 18.239 Cibacap 15 7.368 8.432 Imposto d rnda contribuição social difridos 8 431.762 465.078 Tarifa d uso do sistma d distribuição - Tusd-g 12 3.469 Encargos storiais 19 6.455 13.590 Outros passivos 325 325 1.083.432 1.233.805 Patrimônio líquido Capital social 20.1 1.339.138 1.639.138 Rsrvas d capital 20.2 99.432 99.330 Rsrvas d lucros 20.3 90.211 71.863 Ajusts d avaliação patrimonial 20.6 938.773 1.014.934 2.467.554 2.825.265 Total do passivo patrimônio líquido 4.174.371 4.410.468 Total do ativo 4.174.371 4.410.468 As notas xplicativas da Administração são part intgrant das dmonstraçõs financiras DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhars d rais) Capital Rsrvas Lucros Ajusts d avaliação patrimonial social Capital Lucros acumulados (vid Nota 20.6) Total Saldos m 1º d janiro d 2012 1.639.138 99.330 71.863 1.014.934 2.825.265 Rsultado abrangnt do xrcício Lucro líquido do xrcício 324.648 324.648 Prdas atuariais com plano d pnsão d bnfício dfinido (7.558) (7.558) Imposto d rnda contribuição social difridos sobr prdas atuariais 2.570 2.570 Rclassificação prdas atuariais líquidas - CPC 33 parágrafo 93d 2.117 (2.117) 2.117 324.648 (7.105) 319.660 Contribuiçõs distribuiçõs aos acionistas Rdução d capital (300.000) (300.000) Rsrva lgal 16.231 (16.231) Dividndos intrmdiários (R$ 2,19005 por ação PN R$ 2,19005 por ação ON) (206.814) (206.814) Dividndos propostos (R$ 0,88919 por ação PN R$ 0,88919 por ação ON) (83.969) (83.969) Juros sobr capital próprio (R$ 0,918 por ação) (86.690) (86.690) Pagamnto basado m açõs 102 102 Ralização dos ajusts d avaliação patrimonial (vid Nota 20.6) 104.631 (104.631) Imposto difrido sobr a ralização dos ajusts d avaliação patrimonial (35.575) 35.575 (300.000) 102 16.231 (324.648) (69.056) (677.371) Saldos m 31 d dzmbro d 2012 1.339.138 99.432 90.211 938.773 2.467.554 Capital Rsrvas Lucros Ajusts d Social Capital Lucros acumulados avaliação patrimonial Total Saldos m 1º d janiro d 2011 1.999.138 99.133 63.401 1.092.135 3.253.807 Rsultado abrangnt do xrcício Lucro líquido do xrcício 281.261 281.261 Prdas atuariais com plano d pnsão d bnfício dfinido (4.899) (4.899) Imposto d rnda contribuição social difridos sobr prdas atuariais 1.665 1.665 281.261 (3.234) 278.027 Contribuiçõs distribuiçõs aos acionistas Rdução d capital (360.000) (360.000) Distribuição d rsrvas d capital (5.601) (5.601) Rsrva lgal 14.063 (14.063) Dividndos intrmdiários (R$ 1,73576 por ação PN R$ 1,11221 por ação ON) (144.286) (144.286) Dividndos (R$ 0,83699 por ação PN R$ 1,46055 por ação ON) (98.668) (98.668) Juros sobr capital próprio (R$ 1,04 por ação) (98.211) (98.211) Pagamnto basado m açõs 197 197 Ralização dos ajusts d avaliação patrimonial 112.071 (112.071) Imposto difrido sobr a ralização dos ajusts d avaliação patrimonial (38.104) 38.104 (360.000) 197 8.462 (281.261) (73.967) (706.569) Saldos m 31 d dzmbro d 2011 1.639.138 99.330 71.863 1.014.934 2.825.265 As notas xplicativas da Administração são part intgrant das dmonstraçõs financiras DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhars d rais) Fluxos d caixa das atividads opracionais Obrigaçõs stimadas 783 (2.158) Lucro líquido do xrcício 324.648 281.261 Rcita difrida 5.310 Ajusts: Cibacap (2.307) (2.163) Dprciação amortização 222.849 230.740 Provisõs para riscos fiscais, trabalhistas ambintais (2.948) (1.284) Baixas do ativo imobilizado/intangívl 2.321 3.230 Outras variaçõs ativas passivas (3.898) (759) Imposto d rnda contribuição social difridos (30.746) (33.841) Caixa grado plas opraçõs 827.808 662.390 Provisão para créditos d liquidação duvidosa (5.127) 3.003 Juros pagos sobr dbênturs (86.362) (84.078) Provisão d juros sobr dbênturs 90.982 84.994 Imposto d rnda contribuição social pagos (144.795) (139.066) Variação montária sobr dbênturs 46.733 35.587 Caixa líquido grado das atividads opracionais 596.651 439.246 Provisõs para riscos fiscais, trabalhistas ambintais 1.612 11.045 Fluxos d caixa das atividads d invstimntos Var. mont. s/provisão p/riscos fiscais, trabalh. ambintais 901 350 Adiçõs no ativo imobilizado (20.667) (15.641) Pagamnto basado m açõs 102 197 Adiçõs no ativo intangívl (966) (1.111) Variaçõs nos ativos passivos Caixa líquido aplicado nas atividads d invstimnto (21.633) (16.752) Clints 468 (18.283) Fluxos d caixa das atividads d financiamnto Dvdors divrsos 195 1 Valor rcbido pla missão d dbênturs 150.000 Parts rlacionadas 456 (629) Dpósitos judiciais (1.101) (5.999) Pagamnto d dbênturs (62.440) (62.440) Srviços m curso (3.211) (1.480) Dividndos juros sobr capital próprio pagos (403.397) (285.455) Fundos vinculados (55) (46) Rdução d capital (300.000) (360.000) Dspsas antcipadas 283 222 Caixa aplicado nas atividads d financiamnto (615.837) (707.895) Forncdors 32.526 (36.303) Rdução d caixa quivalnts d caixa (40.819) (285.401) Salários ncargos sociais 4.384 (504) Caixa quivalnts d caixa no início do xrcício 210.371 495.772 Impostos, taxas contribuiçõs 142.648 115.209 Caixa quivalnts d caixa no final do xrcício 169.552 210.371 As notas xplicativas da Administração são part intgrant das dmonstraçõs financiras (x) dirção s nvolv são considrados s nvolv na mprsa na mprsa % ( ) todos(as) ( ) sgu as normas da OIT ( ) são sugridos ( ) apóia no Procon no Procon % ( ) todos(as) + Cipa (x) incntiva sgu a OIT (x) todos(as) (x) todos(as) (x) são xigidos (x) organiza incntiva na Justiça na Justiça % (x) dirção s nvolvrá srão considrados s nvolvrá na mprsa na mprsa % ( ) todos(as) ( ) sguirá as normas da OIT ( ) srão sugridos ( ) apoiará no Procon no Procon % ( ) todos(as) ( ) todos(as) + Cipa (x) incntivará sguirá a OIT (x) todos(as) (x) todos(as) (x) srão xigidos (x) organizará incntivará na Justiça na Justiça % Valor adicionado total a distribuir (m mil R$): Em 2012: R$ 906.896 Em 2011: R$ 801.986 Distribuição do Valor Adicionado (DVA): 33,6% govrno 6,5% colaboradors(as) 32,8% govrno 6,0% colaboradors(as) 41,6% 16,5% 1,8% 42,5% 16,9% 1,8% acionistas trciros rtido acionistas trciros rtido 7 - Outras Informaçõs (*) A Companhia contrata a xcução d atividads suport dos mais divrsos fins vinculados a srviços trcirizados tais como vigilância, rcpção, limpza, dntr outros, sm quantificar a força d trabalho. DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhars d rais, xcto quando indicado d outra forma) Nota Rcita líquida 21 1.103.168 958.003 (Dspsas)/rcitas opracionais Pssoal (66.336) (54.968) Matrial (3.560) (3.418) Srviços d trciros (41.883) (35.784) Taxa d fiscalização da Anl (4.475) (4.298) Enrgia comprada para rvnda 23.2 (61.640) (1.302) Encargos d uso da rd létrica 23.3 (83.263) (77.585) Compnsação financira pla utilização d rcursos hídricos (59.011) (53.237) Dprciação amortização 10.b 11.b (222.849) (230.740) Provisão para riscos fiscais, trabalhistas ambintais (1.612) (11.045) Provisão para crédito d liquidação duvidosa 5.127 (3.003) Aluguéis (3.525) (3.235) Sguros (3.686) (2.575) Outras (11.313) (10.974) 22 (558.026) (492.164) Lucro opracional 545.142 465.839 Rsultado financiro Rcitas 42.248 39.515 Dspsas (145.667) (132.083) 24 (103.419) (92.568) Lucro ants do imposto d rnda da contribuição social 441.723 373.271 Imposto d rnda contribuição social Corrnt (147.821) (125.851) Difrido 30.746 33.841 8.3 (117.075) (92.010) Lucro líquido do xrcício 324.648 281.261 Lucro por ação d opraçõs continuadas (m R$ por ação) Básico/diluído por ação PN 25 3,43786 2,97838 Básico/diluído por ação ON 25 3,43786 2,97849 As notas xplicativas da Administração são part intgrant das dmonstraçõs financiras DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO ABRANGENTE EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhars d rais, xcto quando indicado d outra forma) Lucro líquido do xrcício 324.648 281.261 Prdas atuariais com plano d pnsão d bnfício dfinido (7.558) (4.899) Imposto d rnda contribuição social difridos sobr prdas atuariais 2.570 1.665 (4.988) (3.234) Rsultado abrangnt do xrcício 319.660 278.027 As notas xplicativas da Administração são part intgrant das dmonstraçõs financiras DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhars d rais) Gração do valor adicionado Rcita d vndas 1.218.836 1.063.463 Rcita rlativas à construção d ativos próprios 20.667 15.641 Provisão para créditos d liquidação duvidosa 5.127 (3.003) 1.244.630 1.076.101 Insumos adquiridos d trciros Enrgia comprada ncargos d uso da rd (144.903) (78.887) Matriais srviços d trciros (45.443) (39.202) Outros custos opracionais (15.241) (23.220) Construção d ativos próprios (20.667) (15.641) (226.254) (156.950) Valor adicionado bruto 1.018.376 919.151 Dprciação amortização (222.849) (230.740) Ajusts d avaliação patrimonial 69.056 73.967 Valor adicionado líquido grado 864.583 762.378 Aluguéis 65 93 Rcitas financiras 42.248 39.515 Valor adicionado rcbido/cdido m transfrência 42.313 39.608 Valor adicionado total a distribuir 906.896 801.986 Distribuição do valor adicionado Pssoal Rmunração dirta 34.308 28.140 Bnfícios 7.229 7.077 FGTS 3.243 2.693 Provisão para gratificação (bônus) 7.601 5.190 Participação nos rsultados 3.443 2.693 Encargos sociais (xcto INSS) 3.119 2.668 58.943 48.461 Impostos, taxas contribuiçõs Fdrais 299.261 254.644 Estaduais 5.665 8.213 Municipais 131 122 305.057 262.979 Rmunração d capitais d trciros Aluguéis 3.525 3.235 Juros sobr dbênturs 90.982 84.994 Variação montária sobr dbênturs 46.733 36.425 Outras dspsas financiras 7.952 10.664 149.192 135.318 Rmunração d capitais próprios Juros sobr capital próprio 86.690 98.211 Dividndos 290.783 242.954 377.473 341.165 Outros Lucros rtidos 16.231 14.063 16.231 14.063 Valor adicionado total distribuído 906.896 801.986 As notas xplicativas da Administração são part intgrant das dmonstraçõs financiras

(Valors xprssos m milhars d rais, xcto quando indicado d outra forma) 1. INFORMAÇÕES GERAIS A Duk Enrgy Intrnational, ( Companhia ) é uma socidad por açõs, concssionária d uso d bm público, na condição d produtora indpndnt, com sd m São Paulo, tm como atividads principais a gração a comrcialização d nrgia létrica, as quais são rgulamntadas fiscalizadas pla Agência Nacional d Enrgia Elétrica - Anl, vinculada ao Ministério d Minas Enrgia - MME. A capacidad instalada da Companhia é d 2.241 MW, composta plo sguint parqu grador m opração no Estado d São Paulo: UHE Capivara, UHE Chavants, UHE Jurumirim, UHE Salto Grand, UHE Taquaruçu, UHE Rosana 49,7% do Complxo Canoas, formado plas UHEs Canoas l ll. Em 31/12/2012 a Companhia aprsnta Capital Circulant Liquido ngativo no montant d R$ 305.400 dcorrnt da classificação no passivo circulant, d duas parclas das dbênturs a vncr m julho stmbro d 2013. O plano da Administração para liquidação dsta dívida srá com rcursos oriundos do caixa opracional da mprsa a sr grado no ano rfinanciamnto das dbnturs. A missão dssas dmonstraçõs financiras foi autorizada plo Conslho d Administração da Companhia m 18 d março d 2013. 1.1. Mdida Provisória 579/2012 Li 12.783/2013 Em 11 d stmbro d 2012, o Govrno Fdral promulgou a Mdida Provisória nº 579, convrtida m Li nº 12.783 d 11 d janiro d 2013, qu dispõ sobr as concssõs d gração, transmissão distribuição d nrgia létrica, a rdução dos ncargos storiais a modicidad tarifária, prmitindo às companhias com concssõs vincndas ntr 2015 2017, a possibilidad d antcipar a rnovação dos contratos mdiant condiçõs spcíficas. As concssõs alcançadas plo art. 1º da MP 579, postriormnt convrtida na Li 12.783, corrspondm a concssõs d srviços públicos, outorgadas antriormnt a 14.02.1995. As concssõs da Companhia são d uso d bm público, outorgadas postriormnt a 14.02.1995, portanto fora da abrangência da lgislação ora citada. 2. RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS E APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PADRONIZADAS - DFP As principais políticas contábis aplicadas na prparação dstas dmonstraçõs financiras stão dfinidas abaixo. Essas políticas foram aplicadas d modo consistnt m todos os xrcícios aprsntados, salvo disposição m contrário. 2.1. Bas d prparação As dmonstraçõs financiras foram prparadas stão sndo aprsntadas conform as práticas contábis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamntos, orintaçõs intrprtaçõs mitidos plo Comitê d Pronunciamntos Contábis ( CPC ) aprovados plo Conslho Fdral d Contabilidad ( CFC ) pla Comissão d Valors Mobiliários ( CVM ) d acordo com as Normas Intrnacionais d Rlatório Financiro, o Intrnational Financial Rporting Standards ( IFRS ) mitidas plo Intrnational Accounting Standards Board ( IASB ). Não há novos pronunciamntos ou intrprtaçõs d CPC/IFRS vigndo a partir d 2012 qu podriam tr um impacto significativo nas dmonstraçõs financiras da Companhia. As dmonstraçõs financiras foram prparadas considrando o custo histórico como bas d valor ajustadas para rfltir o custo atribuído d barragns, dificaçõs, máquinas, móvis vículos na data d convrgência para IFRS, dtrminados ativos financiros comprndndo ativos passivos financiros mnsurados ao valor justo contra o rsultado do xrcício. A prparação d dmonstraçõs financiras rqur o uso d crtas stimativas contábis críticas também o xrcício d julgamnto por part da Administração da Companhia no procsso d aplicação das políticas contábis da Companhia. Aqulas áras qu rqurm maior nívl d julgamnto possum maior complxidad, bm como as áras nas quais prmissas stimativas são significativas para as dmonstraçõs financiras individuais, stão divulgadas na Nota 3. 2.2. Caixa quivalnts d caixa Caixa quivalnts d caixa inclum o caixa, os dpósitos bancários, invstimntos d curto prazo d alta liquidz, com vncimntos originais d três mss ou mnos a contar da data d aquisição com risco insignificant d mudança d valor, contas garantidas liquidadas m curto spaço d tmpo. 2.3. Instrumntos financiros 2.3.1. Classificação A Companhia classifica sus ativos financiros nas sguints catgorias: mnsurados ao valor justo através do rsultado mpréstimos rcbívis. A Administração dtrmina a classificação d sus ativos financiros no rconhcimnto inicial, dpndndo da finalidad para a qual os ativos financiros foram adquiridos. Nstas dmonstraçõs financiras, a Companhia possui os sguints instrumntos financiros: i. Ativos financiros ao valor justo por mio do rsultado Os ativos financiros ao valor justo por mio do rsultado são ativos financiros mantidos para ngociação. Um ativo financiro é classificado nssa catgoria s foi adquirido, principalmnt, para fins d vnda no curto prazo. Os ativos dssa catgoria são classificados como ativos circulants. ii. Empréstimos rcbívis Os mpréstimos rcbívis são ativos financiros não drivativos com pagamntos fixos ou dtrminávis, qu não são cotados m um mrcado ativo. São incluídos como ativo circulant, xcto aquls com prazo d vncimnto suprior a 12 mss após a data d missão do balanço (sts são classificados como ativos não circulants). Os mpréstimos rcbívis da Companhia comprndm Contas a rcbr d clints dmais contas a rcbr (vid Nota 7). A Companhia não opra com drivativos também não aplica a mtodologia dnominada contabilidad d opraçõs d hdg (hdg accounting). 2.3.2. Rconhcimnto mnsuração As compras as vndas rgulars d ativos financiros são rconhcidas na data d ngociação - data na qual a Companhia s compromt a comprar ou vndr o ativo. Os valors são, inicialmnt, rconhcidos plo valor justo, acrscidos dos custos da transação para todos os ativos financiros não classificados como ao valor justo por mio do rsultado.os custos das transaçõs dos ativos financiros classificados como valor justo por mio do rsultado (dstinados à ngociação) são rconhcidos no rsultado. Os mpréstimos rcbívis são mnsurados plo valor do custo amortizado. Os ativos financiros são baixados quando os diritos d rcbr fluxos d caixa dos invstimntos tnham vncido ou tnham sido transfridos; nst último caso, dsd qu a Companhia tnha transfrido, significativamnt, todos os riscos os bnfícios da propridad. Os ganhos ou as prdas dcorrnts d variaçõs no valor justo d ativos financiros mnsurados ao valor justo através do rsultado são aprsntados na dmonstração do rsultado m outros ganhos (prdas), líquidos no príodo m qu ocorrm. 2.3.3. Compnsação d instrumntos financiros Ativos passivos financiros são compnsados o valor líquido é rportado no balanço patrimonial quando há um dirito lgalmnt aplicávl d compnsar os valors rconhcidos há uma intnção d liquidá-los numa bas líquida, ou ralizar o ativo liquidar o passivo simultanamnt. 2.3.4. Impairmnt d ativos financiros Ativos ngociados ao custo amortizado A Companhia avalia no final d cada xrcício do rlatório s há vidência objtiva d qu o ativo financiro ou o grupo d ativos financiros stá dtriorado. Um ativo ou grupo d ativos financiros stá dtriorado os prjuízos d impairmnt são incorridos somnt s há vidência objtiva d impairmnt como rsultado d um ou mais vntos ocorridos após o rconhcimnto inicial dos ativos ( vnto d prda ) aqul vnto (ou vntos) d prda tm um impacto nos fluxos d caixa futuros stimados do ativo financiro ou grupo d ativos financiros qu pod sr stimado d manira confiávl. Os critérios qu a Companhia usa para dtrminar s há vidência objtiva d uma prda por impairmnt inclum: i. Dificuldad financira rlvant do mitnt ou tomador; ii. Uma qubra d contrato, como inadimplência ou mora no pagamnto dos juros ou principal; iii. A Companhia, por razõs conômicas ou jurídicas rlativas à dificuldad financira do tomador d mpréstimo, garant ao tomador uma concssão qu o crdor não considraria; iv. Torna-s provávl qu o tomador dclar falência ou outra rorganização financira; v. O dsaparcimnto d um mrcado ativo para aqul ativo financiro dvido às dificuldads financiras; ou vi. Dados obsrvávis indicando qu há uma rdução mnsurávl nos futuros fluxos d caixa stimados a partir d uma cartira d ativos financiros dsd o rconhcimnto inicial daquls ativos, mbora a diminuição não possa ainda sr idntificada com os ativos financiros individuais na cartira, incluindo: Mudanças advrsas na situação do pagamnto dos tomadors d mpréstimo na cartira; Condiçõs conômicas nacionais ou locais qu s corrlacionam com as inadimplências sobr os ativos na cartira. O montant da prda por impairmnt é mnsurada como a difrnça ntr o valor contábil dos ativos o valor prsnt dos fluxos d caixa futuros stimados (xcluindo os prjuízos d crédito futuro qu não foram incorridos) dscontados à taxa d juros m vigor original dos ativos financiros. O valor contábil do ativo é rduzido o valor do prjuízo é rconhcido na dmonstração do rsultado. S um mpréstimo ou invstimnto tivr uma taxa d juros variávl, a taxa d dsconto para mdir uma prda por impairmnt é a atual taxa d juros ftiva dtrminada d acordo com o contrato. Como um xpdint prático, a Companhia pod mnsurar o impairmnt com bas no valor justo d um instrumnto utilizando um prço d mrcado obsrvávl. S, num xrcício subsqunt, o valor da prda por impairmnt diminuir a diminuição pudr sr rlacionada objtivamnt com um vnto qu ocorru após o impairmnt sr rconhcido (como uma mlhoria na classificação d crédito do dvdor), a rvrsão da prda por impairmnt rconhcida antriormnt srá rconhcida na dmonstração do rsultado. O tst d impairmnt das contas a rcbr d clints stá dscrito na Nota 2.4. 2.4. Contas a rcbr d clints As contas a rcbr d clints corrspondm aos valors a rcbr d clints no dcurso normal das atividads da Companhia. S o prazo d rcbimnto é quivalnt a um ano ou mnos (ou outro qu atnda o ciclo normal d opraçõs da Companhia), as contas a rcbr são classificadas no ativo circulant. Caso contrário, stão aprsntadas no ativo não circulant. Inclum os valors rlativos ao suprimnto d nrgia létrica faturada não faturada, inclusiv a comrcialização d nrgia létrica ftuada no âmbito da Câmara d Comrcialização d Enrgia Elétrica - CCEE. As contas a rcbr d clints são, inicialmnt, rconhcidas plo valor justo, subsquntmnt, mnsuradas plo custo amortizado com o uso do método da taxa d juros ftiva mnos a provisão para crédito d liquidação duvidosa. Na prática, dado o prazo d cobrança, são normalmnt rconhcidas ao valor faturado, ajustado pla provisão para impairmnt, s ncssária. 2.5. Provisão para créditos d liquidação duvidosa Constituída com bas na stimativa das possívis prdas qu possam ocorrr na cobrança dsts créditos. A provisão para créditos d liquidação duvidosa é stablcida quando xist uma vidência objtiva d qu a Companhia não srá capaz d cobrar todos os valors dvidos d acordo com os prazos originais das contas a rcbr. O valor da provisão é a difrnça ntr o valor contábil a stimativa d valor rcuprávl. 2.6. Estoqus Os matriais quipamntos m stoqu, classificados na rubrica ( outros ativos ) no ativo circulant (almoxarifado d manutnção administrativo) stão rgistrados ao custo d aquisição não xcdm os sus custos d rposição ou valors d ralização, dduzidos d provisõs para prdas, quando aplicávl. 2.7. Dspsas pagas antcipadamnt Os valors rgistrados no ativo rprsntam as dspsas pagas antcipadamnt d sguros, para apropriação conform o rgim d comptência, isto é, amortizadas linarmnt plo prazo d vigência da apólic, bm como gastos incorridos com o sistma d banco d dados d cadastramnto das propridads nas bordas dos rsrvatórios, amortizados linarmnt plo prazo da concssão. 2.8. Srviços m curso Os valors rgistrados nssa rubrica rfrm-s aos rcursos aplicados m projtos d Psquisa Dsnvolvimnto - P&D, m consonância com a Rsolução Anl nº 441/2001. Quando da conclusão dos projtos, sts são submtidos à aprovação da suprintndência da Anl, rsponsávl pla avaliação baixados m contrapartida da conta do passivo d P&D. 2.9. Ativos intangívis 2.9.1. Softwars As licnças d softwars adquiridas são capitalizadas com bas nos custos incorridos para adquirir os softwars fazr com qu ls stjam prontos para srm utilizados. Esss custos são amortizados durant sua vida útil stimávl d cinco anos. Os custos associados à manutnção d softwars são rconhcidos como dspsa, conform incorridos. Os custos d dsnvolvimnto qu são dirtamnt atribuívis ao projto aos tsts d produtos d softwar idntificávis xclusivos, controlados pla Companhia, são rconhcidos como ativos intangívis. 2.9.2. Utilização d bm público - UBP Pla xploração da gração d nrgia létrica outorgada através dos contratos d concssõs, a Companhia pagou, ao longo d cinco anos, contados a partir das assinaturas dos contratos, valors anuais, m parclas mnsais rfrnts à UBP. Tais dsmbolsos, a valors históricos, foram rconhcidos no grupo d intangívis, são amortizados ao longo do príodo d concssão. 2.10. Imobilizado Os itns do imobilizado são aprsntados plo custo histórico ou atribuído mnos dprciação acumulada. Com xcção dos trrnos, todos os bns, ou conjuntos d bns qu aprsntavam valors contábis substancialmnt difrnts dos valors justos na data da adoção das novas práticas contábis tivram o valor justo como custo atribuído na data d transição m 1º d janiro d 2009. O custo histórico inclui os gastos dirtamnt atribuívis à aquisição dos itns d ativos qualificadors. Os trrnos foram mantidos a custo histórico dvido a Companhia ntndr qu são os valors acitos plo órgão rgulador para fins d indnização ao final da concssão. Os custos subsqunts aos valors históricos são incluídos no valor contábil do ativo ou rconhcidos como um ativo sparado, conform apropriado, somnt quando for provávl qu fluam bnfícios conômicos futuros associados ao itm qu o custo do itm possa sr mnsurado com sgurança. O valor contábil d itns ou pças substituídos é baixado. Todos os outros rparos manutnçõs são lançados m contrapartida ao rsultado do xrcício, quando incorridos. Os trrnos não são dprciados. A dprciação d outros ativos é calculada usando o método linar para alocar sus custos aos sus valors rsiduais durant a vida útilconômica rmanscnt stimada d acordo com laudo d avaliação, como sgu: Vida útil média rmanscnt: Rsrvatórios, barragns adutoras - 18 anos Edificaçõs, obras civis bnfitorias - 17 anos Máquinas quipamntos - 14 anos Móvis utnsílios - 02 anos Vículos - 04 anos A Administração da Companhia ntnd, suportada por sus assssors lgais, qu não houv altração nas condiçõs d indnização dos ativos a srm rvrtidos ao final da Concssão qu xist o dirito à indnização do valor rsidual dos bns vinculados rvrsívis, inclusiv dos trrnos, considrando os fatos circunstâncias disponívis no momnto. Caso haja lgislação nova qu vnha a altrar as condiçõs atuais a Companhia avaliará sus fitos. Os valors d dprciação valors rsiduais dos ativos são rvistos ajustados, s apropriado, ao final d cada xrcício. O valor contábil d um ativo é imdiatamnt baixado para su valor rcuprávl s o valor contábil do ativo for maior do qu su valor rcuprávl stimado (vid Nota 10). Os ganhos as prdas d alinaçõs são dtrminados pla comparação dos rsultados com o valor contábil são rconhcidos na dmonstração do rsultado do xrcício m Outras dspsas opracionais. 2.11. Impairmnt d ativos não financiros Os ativos sujitos à amortização são rvisados para a vrificação d impairmnt smpr qu vntos ou mudanças nas circunstâncias indicarm qu o valor contábil pod não sr rcuprávl. Uma prda por impairmnt é rconhcida plo valor ao qual o valor contábil do ativo xcd su valor rcuprávl. Est último é o valor mais alto ntr o valor justo d um ativo mnos os custos d vnda o valor m uso. Para fins d avaliação do impairmnt, os ativos são agrupados nos nívis mais baixos para os quais xistam fluxos d caixa idntificávis sparadamnt (Unidad Gradora d Caixa - UGC). Os ativos não financiros qu tnham sofrido impairmnt são rvisados para a anális d uma possívl rvrsão do impairmnt na data d aprsntação do rlatório. 2.12. Forncdors outras contas a pagar Forncdors outras contas a pagar são obrigaçõs a pagar por bns, nrgia létrica, ncargos d uso da rd, matriais srviços qu foram adquiridos d forncdors no curso normal dos ngócios, sndo classificados como passivos circulants s o pagamnto for dvido no príodo d até um ano (ou no ciclo opracional normal dos ngócios, ainda qu mais longo), caso contrário, forncdors outras contas a pagar são aprsntados como passivo não circulant. Els são, inicialmnt, rconhcidos plo valor justo, subsquntmnt, mnsurados plo custo amortizado com o uso do método d taxa d juros ftiva. Na prática, considrando o prazo d pagamnto, são normalmnt rconhcidos ao valor da fatura corrspondnt. 2.13. Dbênturs As dbênturs são rconhcidas, inicialmnt, plo valor justo, líquido dos custos incorridos na transação são, subsquntmnt, dmonstrados plo custo amortizado. Qualqur difrnça ntr os valors captados (líquidos dos custos da transação) o valor d liquidação é rconhcida na dmonstração do rsultado durant o príodo m qu as dbênturs stjam m abrto, utilizando o método da taxa ftiva d juros. As taxas pagas no stablcimnto das dbênturs são rconhcidas como custos da transação das dbênturs, uma vz qu sja provávl qu uma part ou o total sja sacado. Nss caso, a taxa é difrida até qu o saqu ocorra. Quando não houvr vidências da probabilidad d saqu d part ou da totalidad, a taxa é capitalizada como um pagamnto antcipado d srviços d liquidz amortizada durant o príodo ao qual s rlaciona. As dbênturs são classificadas como passivo circulant, a mnos qu a Companhia tnha um dirito incondicional d difrir a liquidação do passivo por, plo mnos, 12 mss após a data do balanço. 2.14. Provisõs As provisõs para rstauração ambintal, custos d rstruturação açõs judiciais (trabalhistas, civil fiscais) são rconhcidas quando a Companhia tm uma obrigação prsnt ou não formalizada (constructiv obligation) como rsultado d vntos passados, é provávl qu uma saída d rcursos sja ncssária para liquidar a obrigação o valor tivr sido stimado com sgurança. As provisõs não são rconhcidas com rlação às prdas opracionais futuras. Quando houvr uma séri d obrigaçõs similars, a probabilidad d a Companhia liquidá-las é dtrminada lvando-s m considração a class d obrigaçõs como um todo. Uma provisão é rconhcida msmo qu a probabilidad d liquidação rlacionada com qualqur itm individual incluído na msma class d obrigaçõs sja pquna. As provisõs são mnsuradas plo valor prsnt dos gastos qu dvm sr ncssários para liquidar a obrigação, usando uma taxa ants dos fitos tributários, a qual rflita as avaliaçõs atuais d mrcado do valor do dinhiro no tmpo dos riscos spcíficos da obrigação. O aumnto da obrigação m dcorrência da passagm do tmpo é rconhcido como dspsa financira. 2.15. Imposto d rnda contribuição social corrnt difridos As dspsas d imposto d rnda contribuição social do xrcício comprndm os impostos corrnt difrido. Os impostos sobr a rnda são rconhcidos na dmonstração do rsultado, xcto na proporção m qu stivrm rlacionados com itns rconhcidos dirtamnt no patrimônio líquido ou no rsultado abrangnt. Nss caso, o imposto também é rconhcido no patrimônio líquido ou no rsultado abrangnt. Os ncargos d imposto d rnda contribuição social corrnt são calculados com bas nas lis tributárias promulgadas, ou substancialmnt promulgadas, na data do balanço. A Administração avalia, priodicamnt, as posiçõs tributárias assumidas pla Companhia com rlação às situaçõs m qu a rgulamntação fiscal aplicávl dá margm a intrprtaçõs. Establc provisõs, quando apropriado, com bas nos valors stimados d pagamnto às autoridads fiscais. O imposto d rnda contribuição social corrnt são aprsntados líquidos, por ntidad contribuint, no passivo quando houvr montants a pagar, ou no ativo quando os montants antcipadamnt pagos xcdam o total dvido na data do rlatório. O imposto d rnda contribuição social difridos são rconhcidos usando-s o método do passivo sobr as difrnças tmporárias dcorrnts d difrnças ntr as bass fiscais dos ativos passivos sus valors contábis nas dmonstraçõs financiras. Entrtanto, o imposto d rnda contribuição social difridos não são contabilizados s rsultar do rconhcimnto inicial d um ativo ou passivo m uma opração qu não sja uma combinação d ngócios, a qual, na época da transação, não afta o rsultado contábil, nm o lucro tributávl (prjuízo fiscal). O imposto d rnda contribuição social difridos ativos são rconhcidos somnt na proporção da probabilidad d qu lucro tributávl futuro stja disponívl contra o qual as difrnças tmporárias possam sr usadas. Os impostos d rnda difridos ativos passivos são compnsados quando há um dirito xquívl lgalmnt d compnsar os ativos fiscais corrnts contra os passivos fiscais. Para o cálculo d imposto d rnda contribuição social sobr o lucro corrnt, a Companhia adota o Rgim Tributário d Transição - RTT, qu prmit xpurgar os fitos dcorrnts das mudanças promovidas plas Lis nºs 11.638/2007 11.941/2009, da bas d cálculo dsss tributos. 2.16. Bnfícios a mprgados 2.16.1. Obrigaçõs d aposntadoria A Companhia patrocina planos d pnsão aposntadoria a sus mprgados.esss planos foram constituídos d acordo com as caractrísticas d bnfício dfinido contribuição dfinida. Os custos, contribuiçõs o passivo ou ativo atuarial do plano d bnfício dfinido são dtrminados, anualmnt, m 31 d dzmbro, por atuários indpndnts, apurados usando o método da unidad d crédito projtada rgistrados d acordo com a Dlibração CVM nº 600/2009. Um plano d contribuição dfinida é um plano d pnsão sgundo o qual a Companhia faz contribuiçõs fixas a uma ntidad sparada. Para st plano, a Companhia não tm obrigaçõs lgais nm construtivas d fazr contribuiçõs s o fundo não tivr ativos suficints para pagar a todos os mprgados os bnfícios rlacionados com o srviço do mprgado no príodo corrnt antrior. Um plano d bnfício dfinido é difrnt d um plano d contribuição dfinida. Em gral, os planos d bnfício dfinido stablcm um valor d bnfício d aposntadoria qu um mprgado rcbrá m sua aposntadoria, normalmnt dpndnt d um ou mais fators, como idad, tmpo d srviço rmunração. Nst caso, a Companhia tm obrigaçõs lgais d fazr contribuiçõs s o fundo não tivr ativos suficints para pagar os bnfícios a todos os mprgados. A Companhia rconhc passivo no balanço patrimonial com rlação aos planos d pnsão d bnfício dfinido s o valor prsnt da obrigação d bnfício dfinido na data do balanço é maior qu o valor justo dos ativos do plano. A Companhia rconhcria um ativo no balanço patrimonial s os suprávits do plano d bnfício dfinido lvassm a uma rdução ftiva dos pagamntos d contribuiçõs futuras. No momnto, o suprávit vrificado não atndu a ss critério nnhum ativo foi constituído. Os custos corrnts do plano, incluindo os juros, mnos os rndimntos sprados dos ativos, são rconhcidos no rsultado do xrcício mnsalmnt. Os ganhos as prdas atuariais são rconhcidos imdiatamnt m outros rsultados abrangnts, com fito imdiato no patrimônio líquido da Companhia. 2.16.2. Pagamnto basado m açõs, liquidados com instrumntos patrimoniais Não há plano d rmunração basado m açõs d missão da Companhia aos mmbros do Conslho d Administração, Dirtoria Dirtoria Estatutária. A Duk Enrgy Corporation ( Controladora ), por outro lado, opra um plano d rmunração basado m açõs, liquidado com sus instrumntos patrimoniais, para o qual lg alguns xcutivos da Companhia a participar. A Companhia rcb os srviços dos xcutivos lgívis como contraprstação à rmunração basada m açõs da Controladora, sndo sts valors calculados plo valor justo das açõs da Controladora na data da concssão, rconhcido como dspsa, m contrapartida do aumnto do patrimônio líquido da Companhia, m conformidad com o CPC 10 (Pagamnto basado m açõs) (vid Nota 20.5). 2.16.3. Bnfícios d rscisão Os bnfícios d rscisão são xigívis quando o mprgo é rscindido pla Companhia ants da data normal d aposntadoria ou smpr qu o mprgado acitar a dmissão voluntária m troca dsss bnfícios. A Companhia rconhc os bnfícios d rscisão quando stá, d forma dmonstrávl, compromtida com a rscisão dos atuais mprgados d acordo com um plano formal dtalhado, o qual não pod sr suspnso ou canclado, ou o forncimnto d bnfícios d rscisão como rsultado d uma ofrta fita para incntivar a dmissão voluntária. Os bnfícios qu vncm m mais d 12 mss após a data do balanço s aproximam do su valor prsnt. 2.16.4. Participação nos lucros A Companhia rconhc um passivo uma dspsa d participação nos lucros rsultados com bas m uma fórmula qu lva m conta o lucro líquido do xrcício, conform Acordo Coltivo vignt. 2.16.5. Capital Social Açõs Ordinárias (ON) Prfrnciais (PN) são classificadas como patrimônio líquido. As açõs prfrnciais não dão dirito d voto, possuindo prfrência na liquidação da sua parcla do capital social. As dmais caractrísticas das açõs prfrnciais stão dscritas na Nota 20.1. 2.17. Rconhcimnto da rcita 2.17.1. Rcita d comrcialização d nrgia A rcita comprnd o valor justo da contraprstação rcbida ou a rcbr pla comrcialização d produtos srviços no curso normal das atividads da Companhia. A rcita d vndas é aprsntada líquida dos impostos incidnts, das dvoluçõs, dos abatimntos dos dscontos concdidos. A Companhia rconhc a rcita quando: (i) o valor da rcita pod sr mnsurado com sgurança; (ii) é provávl qu bnfícios conômicos futuros fluirão para a ntidad (iii) quando critérios spcíficos são atndidos para cada uma das atividads da Companhia, conform dscrição a sguir. O valor da rcita não é considrado como mnsurávl com sgurança até qu todas as contingências rlacionadas com a vnda tnham sido rsolvidas. A Companhia basia suas stimativas m rsultados históricos, lvando m considração o tipo d clint, o tipo d transação as spcificaçõs d cada vnda. A Companhia rconhc as rcitas d vndas d nrgia m contratos bilatrais, lilõs, Mcanismo d Ralocação d Enrgia - MRE PLD no mês d suprimnto da nrgia d acordo com os valors constants dos contratos stimativas da Administração da Companhia, ajustados postriormnt por ocasião da disponibilidad dssas informaçõs. 2.17.2. Rcita difrida A Companhia possui contratos d longo prazo d vnda d nrgia contndo, além da cláusula d atualização montária por índics d prços, a prvisão d rdução do prço contratado na nrgia a sr forncida no futuro. Em consonância com o OCPC 05 (Orintação sobr Contratos d Concssão), para fins d linarização da rcita ao longo do tmpo, a Companhia difr a parcla da rcita obtida ntr o prço d vnda o prço médio d vnda no dcorrr do contrato. 2.17.3. Rcita financira As rcitas financiras são rconhcidas conform o prazo dcorrido, usando o método da taxa d juros ftiva, rgistradas contabilmnt m rgim d comptência são rprsntadas principalmnt por rndimntos sobr aplicaçõs financiras, juros dscontos obtidos. 2.18. Distribuição d dividndos Juros sobr Capital Próprio - JSCP A distribuição d dividndos para os acionistas da Companhia, com bas no su Estatuto Social, é rconhcida como um passivo m suas dmonstraçõs financiras ao final do xrcício. O Estatuto Social da Companhia prvê qu o pagamnto d JSCP, pod sr dduzido do montant d dividndos a pagar.o montant calculado stá m conformidad com a lgislação vignt o bnfício fiscal grado é rconhcido na dmonstração do rsultado. 3. ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS CONTÁBEIS CRÍTICOS As stimativas os julgamntos contábis são continuamnt avaliados basiam-s na xpriência histórica m outros fators, incluindo xpctativas d vntos futuros, considradas razoávis para as circunstâncias. 3.1. Estimativas prmissas contábis críticas Com bas m prmissas, a Companhia faz stimativas com rlação ao futuro. Por dfinição, as stimativas contábis rsultants raramnt srão iguais aos rspctivos rsultados rais. As stimativas prmissas qu aprsntam um risco significativo, com probabilidad d causar um ajust rlvant nos valors contábis d ativos passivos para o próximo xrcício financiro, stão contmpladas abaixo: 3.1.1. Imposto d rnda, contribuição social impostos difridos O método do passivo d contabilização do imposto d rnda contribuição social é usado para imposto d rnda difrido grado por difrnças tmporárias ntr o valor contábil dos ativos passivos sus rspctivos valors fiscais. O montant do imposto d rnda difrido ativo é rvisado a cada data das dmonstraçõs financiras rduzido plo montant qu não sja mais ralizávl através d lucros tributávis futuros. Ativos passivos fiscais difridos são calculados usando as alíquotas fiscais aplicávis ao lucro tributávl nos anos m qu ssas difrnças tmporárias dvrão sr ralizadas. O lucro tributávl futuro pod sr maior ou mnor qu as stimativas considradas quando da dfinição da ncssidad d rgistrar, o montant a sr rgistrado, do ativo fiscal. Os créditos, qu tm por bas difrnças tmporárias, principalmnt provisão para passivos tributários, bm como sobr provisão para prdas, foram rconhcidos conform a xpctativa d sua ralização. 3.1.2. Vida útil d ativos d longa duração A Companhia aplicou o custo atribuído na adoção inicial do IFRS d acordo com o CPC 27 (Ativo imobilizado) m 1º d janiro d 2009 contratou consultoria spcializada para laboração da avaliação do ativo imobilizado. A Companhia rgistra sua dprciação d acordo com a vida útil dtrminada plos avaliadors qu lva m considração (i) os valors rsiduais dos ativos (d indnização ao final da concssão ou da autorização admitidos plos rguladors) (ii) rspita a vida útil-conômica stimada plos rguladors qu vm sndo acita plo mrcado como adquada, a mnos qu xista vidência robusta d qu outra vida útil é mais adquada. A Companhia não acrdita qu xistam indicativos d uma altração matrial nas stimativas prmissas usadas no cálculo d prdas por rcuprabilidad d ativos d vida longa. 4. GESTÃO DE RISCO FINANCEIRO 4.1. Fators d risco financiro As atividads da Companhia a xpõm a divrsos riscos financiros: risco d mrcado (incluindo risco d taxa d juros d valor justo, risco d taxa d juros d fluxo d caixa risco d prço), risco d crédito risco d liquidz. A gstão d risco da Companhia s concntra na imprvisibilidad dos mrcados financiros busca minimizar potnciais fitos advrsos no dsmpnho financiro da Companhia. A gstão d risco é ralizada pla Companhia, sgundo as políticas aprovadas plo Conslho d Administração. A gstão d risco idntifica, avalia protg a Companhia contra vntuais riscos financiros. 4.1.1. Risco d mrcado Risco do fluxo d caixa ou valor justo associado com taxa d juros Considrando qu a Companhia não tm ativos significativos m qu incidam juros, o rsultado os fluxos d caixa opracionais da Companhia são, substancialmnt, indpndnts das mudanças nas taxas d juros do mrcado. O risco d taxa d juros da Companhia dcorr d dbênturs d longo prazo. As dbênturs mitidas às taxas variávis xpõm a Companhia ao risco d taxa d juros d fluxo d caixa. O impacto causado pla variação do Crtificado d Dpósito Intrbancário - CDI, Índic Nacional d Prços ao Consumidor Amplo - IPCA Índic Gral d Mrcado - IGP-M sobr as dbênturs é minimizado pla rmunração das aplicaçõs financiras plo CDI plo aumnto dos prços nos contratos bilatrais d lilão qu também stão indxados à variação dos índics IPCA ou IGP-M.

(Valors xprssos m milhars d rais, xcto quando indicado d outra forma) 4.1.2. Risco d crédito O risco d crédito dcorr d caixa quivalnts d caixa, instrumntos financiros, dpósitos m bancos instituiçõs financiras, bm como d xposiçõs d crédito a clints, incluindo contas a rcbr m abrto. Para bancos instituiçõs financiras, são acitos somnt títulos d ntidads indpndntmnt classificadas com rating mínimo A. No caso d clints, a ára d anális d crédito avalia a qualidad do crédito do clint, lvando m considração sua posição financira, xpriência passada outros fators. Nos contratos fchados com as distribuidoras através d lilão público, a Companhia procura minimizar os riscos d crédito com o uso d mcanismos d garantia nvolvndo os rcbimntos das distribuidoras. Os contratos d lilão tm linguagm padronizada outros tipos d suports d créditos podm sr forncidos por iniciativa do comprador, como garantia bancária cssão do Crtificado d Dpósito Bancário - CDB. A maioria das distribuidoras tm forncido os suports d crédito basado m sus rcbívis. O prço da nrgia létrica vndida para distribuidoras clints livrs dtrminados nos contratos d lilão bilatrais stá no nívl dos prços fchados no mrcado vntuais sobras ou faltas d nrgia srão liquidadas no âmbito da CCEE. A mprsa possui volums contratados adquados (vid Nota 23.1). 4.1.3. Risco d liquidz A Companhia monitora as prvisõs contínuas das xigências d liquidz para assgurar qu la tnha caixa suficint para atndr às ncssidads opracionais. Essa prvisão lva m considração os planos d financiamnto da dívida do grupo, cumprimnto d cláusulas rstritivas ( covnants ), cumprimnto das mtas intrnas do quocint do balanço patrimonial, s aplicávl, xigências rgulatórias xtrnas ou lgais. A Companhia invst o xcsso d caixa m contas corrnts com incidência d juros, dpósitos a prazo, dpósitos d curto prazo títulos valors mobiliários, scolhndo instrumntos com vncimntos apropriados ou liquidz adquada para forncr margm suficint conform dtrminado plas prvisõs acima mncionadas. 4.1.4. Risco d aclração d dívidas A Companhia possui dbênturs, com cláusulas rstritivas ( covnants ) normalmnt aplicávis a sss tipos d opraçõs, rlacionadas a atndimnto d índics conômico-financiros, gração d caixa outros. Essas cláusulas rstritivas foram atndidas não limitam a capacidad d condução do curso normal das opraçõs (vid Nota 14). 4.1.5. Risco hidrológico Risco associado à scassz d água dstinada à gração d nrgia. O Sistma Intrligado Nacional - SIN é atndido por 85% d gração hidráulica. Para atnuar sts riscos, foi criado o MRE, qu é um mcanismo financiro d compartilhamnto ntr as rgiõs do SIN dos riscos hidrológicos das usinas dspachadas cntralizadamnt plo Oprador Nacional do Sistma - ONS. É important rssaltar qu o risco é sistêmico, ou sja, havrá ftivo risco às mprsas qu possum usinas hidrolétricas quando o sistma como um todo stivr m condição hidrológica dsfavorávl não apnas a rgião ond stas usinas stão localizadas. 4.1.6. Risco d rgulação As atividads da Companhia, assim como d sus concorrnts são rgulamntadas fiscalizadas pla Anl. Qualqur altração no ambint rgulatório podrá xrcr impacto sobr as atividads da Companhia. 4.1.7. Risco ambintal As atividads instalaçõs da Companhia stão sujitas a divrsas lis rgulamntos fdrais, staduais municipais, bm como a divrsas xigências d funcionamnto rlacionadas à protção do mio ambint. Adicionalmnt, vntual impossibilidad d a Companhia oprar suas usinas m virtud d autuaçõs ou procssos d cunho ambintal podrá compromtr a gração d rcita opracional aftar ngativamnt o rsultado da Companhia. A Companhia utiliza-s da política d gstão d Mio Ambint, Saúd Sgurança - MASS para assgurar o quilíbrio ntr a consrvação ambintal o dsnvolvimnto d suas atividads, minimizando os riscos para a Companhia. 4.1.8. Anális da snsibilidad A Companhia, m complmnto ao disposto no itm 40 do CPC 40 (R1) - Instrumntos Financiros: Evidnciação, divulga quadro dmonstrativo d anális d snsibilidad para cada tipo d risco d mrcado considrado rlvant pla Administração, originado por instrumntos financiros, compostos por dbênturs caixa quivalnts d caixa, ao qual a Companhia stá xposta na data d ncrramnto do xrcício. O cálculo da snsibilidad para o cnário provávl foi ralizado considrando a variação ntr as taxas índics vignts m 31 d dzmbro d 2012 as prmissas disponívis no mrcado para os próximos 12 mss (font: Focus Banco Cntral do Brasil) considrou ainda outros dois cnários, com variaçõs d d risco d 25% 50% sobr as taxas d juros índics flutuants m rlação ao cnário provávl. Dmonstramos a sguir, os impactos no rsultado financiro da Companhia para os três cnários stimados para os próximos 12 mss: Risco d variação dos índics flutuants 2012 Cnário Δ Provávl Cnário Δ 25% Cnário Δ 50% Dbênturs Emissão IGP-M 2ª Alta do IGP-M 613.790 (11.636) 7.595 14.539 IPCA 1ª S2 Alta do IPCA 117.623 (646) 1.092 2.323 CDI 1ª S1 3ª Alta do CDI 218.750 (7.031) 1.453 2.472 950.163 (19.313) 10.140 19.335 Caixa quivalnt caixa Baixa do CDI 169.552 17.818 13.363 8.909 (1.495) 23.503 28.244 Projção próximos 12 mss Cnário Δ Provávl Cnário Δ 25% Cnário Δ 50% Variação dos índics Índics 2012 IGPM 7,82% 5,42% -2,40% 6,77% 8,13% IPCA 5,61% 5,48% -0,12% 6,85% 8,22% CDI - Dbênturs 8,45% 7,25% -1,20% 9,06% 10,88% CDI - Caixa quivalnts d caixa 8,45% 7,25% -1,20% 5,44% 3,63% 4.2. Gstão d capital Total das dbênturs 950.163 811.250 Caixa quivalnts d caixa (169.552) (210.371) Dívida líquida 780.611 600.879 Patrimônio líquido 2.467.554 2.825.265 Total do capital 3.248.165 3.426.144 Índic d alavancagm financira (%)* 24,0 17,5 *Dívida líquida/total do capital. Os objtivos da Companhia ao administrar su capital são os d salvaguardar sua capacidad d continuidad para ofrcr rtorno aos acionistas bnfícios às outras parts intrssadas, além d mantr uma strutura d capital idal para rduzir ss custo. Para mantr ou ajustar a strutura do capital, a Companhia pod rvr a política d pagamnto d dividndos ou dvolvr capital aos acionistas. 4.3. Estimativa do valor justo Prssupõ-s qu os saldos das contas a pagar aos forncdors as contas a rcbr d clints rconhcidos plo valor contábil, mnos a prda (impairmnt), stjam próximos d sus valors justos. O valor justo dos passivos financiros, para fins d divulgação, é stimado mdiant o dsconto dos fluxos d caixa contratuais futuros pla taxa d juros vignt no mrcado, qu stá disponívl para a Companhia para instrumntos financiros similars. O valor justo dos instrumntos financiros ngociados m mrcados ativos é basado nos prços d mrcado, cotados na data do balanço. Um mrcado é visto como ativo s os prços cotados stivrm pronta rgularmnt disponívis a partir d uma bolsa, distribuidor, corrtor, grupo d indústrias, srviço d prcificação, ou agência rguladora, aquls prços rprsntam transaçõs d mrcado rais qu ocorrm rgularmnt m bass puramnt comrciais. O prço d mrcado cotado utilizado para os ativos financiros mantidos pla Companhia é o prço d concorrência atual. 5. QUALIDADE DO CRÉDITO DOS ATIVOS FINANCEIROS A qualidad do crédito dos ativos financiros qu não stão vncidos pod sr avaliada mdiant rfrência às classificaçõs xtrnas d crédito (s houvr) ou às informaçõs históricas sobr os índics d inadimplência d contraparts (vid Notas 6 7): Caixa quivalnts d caixa Standard & Poor s Moodys A-3 BR-1 126.977 A-2 BR-1 39.202 163.129 A-2 3.365 3.955 A-1 3 8 BR-1 5 43.279 169.552 210.371 6. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Caixa bancos 493 1.296 Aplicaçõs financiras Crtificado d dpósito bancário - CDB 164.939 204.226 Fundo rnda fixa 4.120 4.849 169.552 210.371 As aplicaçõs financiras corrspondm às opraçõs d fundos d invstimntos d rnda fixa, fundo d invstimnto xclusivo multimrcado consolidado crtificados d dpósitos bancários, as quais são ralizadas com instituiçõs qu opram no mrcado financiro nacional são contratadas m condiçõs taxas normais d mrcado, tndo como caractrística alta liquidz, baixo risco d crédito rmunração pla variação do CDI. Os ganhos ou prdas dcorrnts d variaçõs no valor justo dsss ativos são aprsntados na dmonstração do rsultado m rsultado financiro no xrcício m qu ocorrm (vid Nota 24). 7. CLIENTES Circulant Clints d contratos bilatrais 67.118 66.177 Clints d contratos d lilão 48.544 44.708 Enrgia d curto prazo (MRE/PLD) 3.643 11.455 119.305 122.340 Provisão para créditos d liquidação duvidosa (2.936) (10.630) 116.369 111.710 Movimntação da provisão para créditos d liquidação duvidosa: (10.630) Saldo m 31/12/2011 (5.054) Provisão 10.181 Rvrsão 5.127 Efito no rsultado 2.567 Baixas plo acordo d rcupração d título 2.567 Efito no ativo circulant (2.936) Saldo m 31/12/2012 Composição do contas a rcbr: A vncr 116.369 110.712 Vncidas Até 30 dias 1.026 D 31 dias a 60 dias 573 D 61 dias a 90 dias 418 Mais d 90 dias 2.936 9.611 2.936 11.628 119.305 122.340 As faturas mitidas pla Companhia rfrnts aos contratos bilatrais são mitidas com vncimnto único no mês sguint ao do suprimnto, nquanto os contratos d lilão são dsdobrados m três parclas iguais, com vncimntos nos dias 15 25 do mês sguint ao do suprimnto no dia 5 do sgundo mês subsqunt. A Companhia constituiu provisão para créditos d liquidação duvidosa para Contratos d Compra Vnda d Enrgia, cujas formas valors faturados stão m discussão, bm como da parcla rfrnt à inadimplência vrificada nas vndas d nrgia d curto prazo no âmbito da CCEE. Em 31 d dzmbro d 2012, a Companhia aprsntava o valor d R$ 2.936 (R$ 11.628 m 31 d dzmbro d 2011) nas contas a rcbr d clints vncidas. No sgundo trimstr d 2012, a Companhia ngociou rcuprou parcialmnt os valors faturados qu stavam vncidos. Dssa forma, a provisão para créditos d liquidação duvidosa corrspondnt a sss valors rcuprados foi rvrtida. Em virtud d dspsas com a compra d nrgia livr no mrcado d curto prazo ( Enrgia Livr ), forçada pla rdução da gração d nrgia létrica nas usinas participants do MRE, durant o príodo do racionamnto, ocorrido ntr 2001 2002, foi laborado, no âmbito do Acordo Gral do Stor Elétrico o Acordo d Rmbolso d Enrgia Livr, qu stablc o compromisso d rssarcimnto plas distribuidoras (arrcadadoras da RTE) da Companhia, sss rcursos dvriam sr rcbidos num prazo médio d 72 mss, conform dtrminado pla Rsolução GCE nº 91/2001, pla Rsolução Anl nº 31/2004. A Companhia, nos príodos d 2007, 2008, 2010 2011 baixou rspctivamnt os valors d RTE d R$ 40.572, d R$ 32.827, d R$ 1.255 d R$ 1.670, antriormnt constants do saldo d Contas a Rcbr - Clints, também do saldo d Provisão para Créditos d Liquidação Duvidosa foi rvrtido para a rubrica d Dspsas com Vndas conform instrução xprssa rcbida da Anl, m conformidad com o ítm 16 do Ofício Circular SFF/Anl nº 2.409/2007. 8. TRIBUTOS A RECUPERAR/RECOLHER Ativo Circulant Não Circulant Circulant Não Circulant IRPJ CSLL 22.404 21.853 PIS COFINS 254 276 ICMS 17 318 34 398 ISS 21 21 INSS 39 39 22.735 318 22.223 398 Passivo IRPJ CSLL PIS COFINS 8.351 7.877 ICMS 741 472 IRRF sobr JSCP 12.879 14.611 Outros 229 117 22.200 23.077 Ativo d imposto difrido Difrnças tmporárias (9.939) (11.646) Bnfício fiscal (41.194) (46.120) Passivo d imposto difrido Ajust d avaliação patrimonial 482.895 522.844 Passivo d imposto difrido (líquido) 431.762 465.078 A Companhia optou plo RTT d apuração do lucro ral, qu trata dos ajusts tributários dcorrnts dos métodos critérios contábis introduzidos pla Li nº 11.638/2007, plos arts. 36 37 da MP nº 449/2008 (convrtida na Li nº 11.941/2009), qu modificam o critério d rconhcimnto d rcitas, custos dspsas computadas na apuração do lucro líquido do xrcício dfinido no Art. 191 da Li nº 6.404/1976, não trão fitos para fins d apuração do lucro ral da pssoa jurídica sujita ao RTT, dvndo sr considrados, para fins tributários, os métodos critérios contábis vignts m 31 d dzmbro d 2007. 8.1. Imposto d rnda contribuição social difridos Em 1º d janiro d 2009, conform prvisto no CPC 27 (Ativo imobilizado) m atndimnto às orintaçõs contidas no ICPC 10 (Intrprtação sobr a aplicação inicial ao ativo imobilizado à propridad para invstimnto dos pronunciamntos técnicos CPCs 27, 28, 37 43), a Companhia rconhcu o valor justo do ativo imobilizado (custo atribuído) na data da adoção inicial dos CPCs do IFRS. Em dcorrência, a Companhia também rconhcu os corrspondnts valors d imposto d rnda d contribuição social difridos, nssa data d transição. Em 31 d dzmbro d 2012, a Companhia ftuou provisão para imposto d rnda contribuição social difridos sobr ganho d avaliação patrimonial do plano d pnsão aposntadoria no montant d R$ 2.569 (R$ 1.665 m 31 d dzmbro d 2011). Em 31 d dzmbro d 2012, as difrnças intrtmporais rprsntadas por dspsas ddutívis no futuro, aprsntam o montant d R$ 29.232 (R$ 34.254 m 31 d dzmbro d 2011). A ralização do imposto d rnda contribuição social ocorrrá na mdida m qu tais valors sjam ofrcidos à tributação. A Companhia aprsnta o imposto d rnda contribuição social difridos no grupo não circulant conform CPC 26 (Aprsntação das dmonstraçõs contábis). 8.2. Bnfício fiscal - Ágio incorporado O montant d ágio absorvido pla Companhia, m razão da incorporação da Duk Enrgia do Sudst Ltda ( Duk Sudst ), tv como fundamnto conômico a xpctativa d rsultados futuros srá amortizado até 2030, conform stipulado pla Rsolução Anl nº 28/2002, basado na projção d rsultados futuros, laborada por consultors xtrnos naqula data (vid Nota 20.2). A Companhia constituiu provisão para mantr a intgridad do patrimônio, cuja rvrsão nutralizará o fito da amortização do ágio no balanço patrimonial; sgu sua composição: Ágio Provisão Valor Líquido Valor Líquido Saldos oriundos da incorporação 305.406 (201.568) 103.838 103.838 Ralização (184.234) 121.590 (62.644) (57.718) Saldos no final do xrcício 121.172 (79.978) 41.194 46.120 Para fins d aprsntação das dmonstraçõs financiras, o valor líquido corrspondnt ao bnfício fiscal - imposto d rnda contribuição social, acima dscrito, stá sndo aprsntado no balanço patrimonial como conta rdutora dsss msmos tributos no passivo não circulant, na rubrica impostos difridos. Na forma prvista pla instrução CVM nº 319/1999, não há fitos no rsultado no xrcício conform dmonstrado a sguir: Amortização do ágio (14.489) (15.214) Rvrsão da provisão 9.563 10.041 Bnfício fiscal 4.926 5.173 Efito líquido no xrcício Ralização do bnfício fiscal rfrnt ágio incorporado da Duk Sudst. 2013 2014 2015 2016 2017 2018-2019 2020-2023 2023 m diant Total Ralização stimada 4.676 4.334 4.002 3.695 3.299 5.576 6.317 9.295 41.194 8.3. Dmonstraçõs da apuração do imposto d rnda contribuição social A rconciliação ntr a dspsa d imposto d rnda d contribuição social pla alíquota nominal pla ftiva stá dmonstrada a sguir: Imposto Rnda Contrib. Social Imposto Rnda Contrib. Social Lucro contábil ants do IRPJ CSLL 441.723 441.723 373.271 373.271 Ajusts dcorrnts do RTT 110.043 110.043 112.269 112.269 Lucro ants do IRPJ CSLL após ajust do RTT 551.766 551.766 485.540 485.540 Alíquota nominal do IRPJ CSLL 25% 9% 25% 9% IRPJ CSLL a alíquotas da lgislação 137.918 49.659 121.361 43.699 Ajusts para cálculo pla alíquota ftiva Amortização ncargo crdor inflacionário (2.231) 75 (2.443) 79 (Provisão para crédito d liquidação duvidosa)/rvrsão d provisão (1.922) (692) 333 120 Bnfício fiscal - ágio incorporado (Rs. Anl nº 02/2002) (3.621) (1.305) (3.804) (1.369) Dspsas inddutívis 1.299 393 2.754 892 Juros sobr o capital próprio (21.673) (7.802) (24.554) (8.839) Outros 631 240 297 121 IRPJ CSLL corrnts 110.401 40.568 93.945 34.703 Li Incntivo ao Esport (477) (179) Li Rouant Fundo da Criança (2.671) (2.618) Total IRPJ CSLL corrnts com fito no rsultado 107.253 40.568 91.148 34.703 Bas d cálculo tributávl das difrnças tmporárias no rsultado (90.430) (90.430) (99.533) (99.533) Alíquota aplicávl 25% 9% 25% 9% IRPJ CSLL difridos com fito no rsultado (22.607) (8.139) (24.884) (8.957) Bas d cálculo tributávl das difrnças tributárias no patrimônio líquido (7.558) (7.558) (4.899) (4.899) Alíquota aplicávl 25% 9% 25% 9% IRPJ CSLL difridos com fito no patrimônio líquido (1.890) (680) (1.224) (441) Foram xcluídos na apuração das bass d cálculos dos tributos fdrais da Companhia, conform dtrminado no RTT, os ajusts contábis dcorrnts da aplicação das sguints normas: CPC 33 (Bnfícios a mprgados), CPC 10 (R1) (Pagamnto basado m açõs) CPC 27 (Ativo imobilizado). Em 31 d dzmbro d 2012, os totais d IRPJ CSLL corrnt difrido com fito no rsultado foram d R$ 147.821 R$ 30.746, rspctivamnt (R$ 125.851 R$ 33.841 rspctivamnt m 2011). 9. DEPÓSITOS JUDICIAIS Ambintal 3.846 2.752 Fiscal: IPTU (Município d Primiro d Maio) 1.206 1.134 Multa d mora sobr IRRF, IRPJ CSLL 851 800 Multa d mora sobr PIS, COFINS, IRPJ, CSLL IOF 6.095 5.632 Cid 579 8.152 8.145 11.998 10.897 Estão classificados nsta rubrica somnt os dpósitos judiciais rcursais não rlacionados com as contingências passivas provávis todos são atualizados montariamnt (vid Nota 17). i. Ambintal - Dpósito judicial ftuado pla Companhia m stmbro d 2010 nos autos da ação anulatória n 006/2010, m trâmit prant a Comarca d Paranavaí/PR, rfrnt à multa administrativa imposta plo Instituto Ambintal do Paraná - IAP à Usina Rosana. ii. Fiscal: a. IPTU (Município d Primiro d Maio) - A Companhia ajuizou ação anulatória d débitos fiscais m fac do Município d Primiro d Maio, débitos sts rlativos ao Imposto Prdial Trritorial Urbano - IPTU incidnt sobr imóvis qu corrspondm à part do rsrvatório da bacia d Capivara. Os dpósitos judiciais ocorrram m 2008 2010. b. Multa d mora sobr IRRF, IRPJ CSLL - Dpósitos judiciais ftuados m 2008 2010 atualizados montariamnt rfrnts a mandado d sgurança ajuizado com o objtivo d obtr concssão d sgurança para fins d sr rconhcida a quitação d valors d Imposto d Rnda Rtido na Font - IRRF, IRPJ CSLL sm a xigência d multa moratória, fac à dnúncia spontâna ralizada. c. Multa d mora sobr PIS, COFINS, IRPJ, CSLL IOF - Em agosto d 2011, foi ftuado dpósito judicial nos autos do mandado d sgurança imptrado pla Companhia m 2004 para fins d garantia do juízo suspnsão da xigibilidad do débito fiscal rlativo à multa d mora d PIS, COFINS, IRPJ, CSLL IOF. A Companhia, apoiada m parcr d assssors lgais, ntnd qu a multa d mora não é dvida a partir d dnúncia spontâna, conform prvisto no artigo 138 do Código Tributário Nacional, assim, nnhum passivo foi contabilizado m rlação a ssa discussão. d. Cid - A Companhia ajuizou mandado d sgurança com o objtivo d vr rconhcido su dirito líquido crto d ftuar pagamnto do contrato firmado com uma mprsa strangira para prstação d srviço d consultoria financira, sm a obrigação do rcolhimnto da Contribuição d Intrvnção no Domínio Econômico - Cid, incidnt sobr a rmssa das divisas ao xtrior, conform dtrmina a Li n 10.332/2001. Dsta forma, visando mantr sua rgularidad fiscal prant aos órgãos públicos, a Companhia ftuou o dpósito judicial m 2005. Em stmbro d 2012, o dpósito judicial rfrnt à Cid, cujo montant m 31 d dzmbro d 2012 é d R$ 609 (R$ 579 m 31 d dzmbro d 2011), foi rclassificado para o passivo não circulant na rubrica Provisão para riscos fiscais, trabalhistas ambintais é aprsntado líquido da contingência constituída (vid Nota 17.1). 10. IMOBILIZADO a) Composição Dprciação acumulada Valor líquido Valor líquido Taxa média anual d dprciação Custo Em srviço Trrnos 210.997 210.997 210.997 Rsrvatórios, barragns adutoras 3.444.206 (616.830) 2.827.376 3.027.258 4,4% Edificaçõs, obras civis bnfitorias 466.468 (126.491) 339.977 361.393 4,2% Máquinas quipamntos 775.712 (174.993) 600.719 579.587 6,2% Vículos 5.213 (2.277) 2.936 2.544 19,2% Móvis utnsílios 1.747 (1.167) 580 4.394 5,2% ( ) Rsrva usinas Canoas I II (200.675) (200.675) (200.675) 4.703.668 (921.758) 3.781.910 3.985.498 Em curso Rsrvatórios, barragns adutoras 506 506 145 Edificaçõs, obras civis bnfitorias 331 331 Máquinas quipamntos 17.143 17.143 14.820 Móvis utnsílios 549 549 689 18.529 18.529 15.654 Trrnos 4.249 4.249 4.249 Vículos 91 91 81 4.726.537 (921.758) 3.804.779 4.005.482 ( ) Obrigaçõs vinculadas à concssão (vid Nota 18) (6.942) 262 (6.680) (6.748) 4.719.595 (921.496) 3.798.099 3.998.734

(Valors xprssos m milhars d rais, xcto quando indicado d outra forma) b) Movimntação do ativo imobilizado Valor líquido Rclass. Valor líquido m 31/12/2011 Adiçõs Dprc. Baixas transf. m 31/12/2012 Trrnos 215.246 215.246 Rsrvatórios, barragns adutoras 3.027.403 519 (155.065) (44.975) 2.827.882 Edificaçõs, obras civis bnfitorias 361.393 609 (19.589) (2.105) 340.308 Máquinas quipamntos 594.407 17.236 (43.503) (1.892) 51.614 617.862 Vículos 2.625 1.384 (822) (160) 3.027 Móvis utnsílios 5.083 919 (335) (4) (4.534) 1.129 ( ) Rsrva usinas Canoas I II (200.675) (200.675) 4.005.482 20.667 (219.314) (2.056) 3.804.779 ( ) Obrigaçõs vinculadas à concssão (6.748) (43) 98 34 (21) (6.680) 3.998.734 20.624 (219.216) (2.022) (21) 3.798.099 10.1. Custo atribuído no ativo imobilizado A Companhia aplicou o custo atribuído na adoção inicial do IFRS d acordo com o CPC 27 (Ativo imobilizado) contratou uma consultoria spcializada para laboração da avaliação do Ativo Imobilizado. A avaliação foi ralizada com bas nas normas procdimntos da Associação Brasilira d Normas Técnicas - ABNT, método d dprciação d Ross-Hidck, qu considra o stado d consrvação a vida transcorrida da dificação para obtr su custo atribuído, além das dmais dtrminaçõs contidas na lgislação prtinnt. Em 1º d janiro d 2009, data da adoção inicial do IFRS, o ativo imobilizado foi acrscido m R$ 2.083.565 pla aplicação do custo atribuído m contrapartida d ajusts d avaliação patrimonial no grupo do patrimônio líquido. No contxto do cálculo do valor justo, a Companhia considrou os valors rsiduais rmbolsávis d concssão o acréscimo do valor justo foi limitado ao valor d indnização. Dsta forma, a Companhia constituiu rsrva d R$ 200.675, rfrnt saldo rsidual ao final da concssão das usinas Canoas I II. A dspsa incrmntal d dprciação, calculada sobr os ajusts ao custo atribuído nos xrcícios findos m 31/12/2012 31/12/2011 foi d R$ 103.423 R$ 110.894, rspctivamnt. Para a avaliação dos bns móvis, utilizou-s principalmnt o método da quantificação do custo. No qu concrn ao método comparativo dirto d dados d mrcado, l dpnd da naturza do ativo, da disponibilidad d informaçõs rlvants d mrcado, assim como das informaçõs na lista d ativos fixos. O método comparativo dirto d dados d mrcado basia-s m condiçõs transaçõs do mrcado. Nst método, o custo atribuído é dtrminado através da comparação d transaçõs rcnts ofrtas d bns similars ao bm avaliado, quando disponívis. No método comparativo dirto d dados d mrcado, a dprciação física outras obsolscências são mdidas plo próprio mrcado, já qu os bns são cotados no stado (usados). Para os ativos qu não possum informaçõs d mrcado suficints, foi considrada a utilização do método da quantificação do custo. Na anális dos avaliadors, o Custo d Rprodução ou Rposição do Bm Novo - CRN, para cada bm, foi calculado tanto na manira dirta quanto na indirta. Sob o método dirto, o CRN stimado para os ativos foi alcançado utilizando-s dos prcitos d Grnfild qu, nst contxto, indica qu a stimativa d CRN considra a rposição/rprodução do bm num local não prparado para tal, ou sja, considram-s todos os custos inrnts à instalação opração do ativo. Para todos os outros ativos aos quais não foi aplicado o método do custo dirto, utilizou-s o método indirto. Nst método, o CRN d cada ativo ou grupo d ativos foi dtrminado atualizando o custo contabilizado original tndo m conta as idads tipos d cada ativo. Esss custos gralmnt inclum o custo-bas do ativo quaisqur custos adicionais considrando sua instalação. Dvido ao fato dos ativos starm m uso há crto tmpo, é razoávl assumir qu su custo atribuído é mnor do qu su CRN. Portanto, dvm-s considrar obsolscências físicas funcionais assim como divrsos fators conômicos qu podm aftar sua utilidad valor. Para as contas Barragm, Máquinas Móvis, aplicou-s um fator rsidual d 5% incidindo sobr su valor d rposição. Para a conta d vículos, o fator atribuído foi d 10%. Val lmbrar qu no caso d vículos avaliados a valor d mrcado, não há ncssidad d utilização d fator rsidual. Os trrnos foram mantidos a custo histórico. 10.2. Taxas d dprciação A Companhia calcula sua dprciação plo método linar, por componnt, cuja taxa d dprciação lva m considração o tmpo d vida útil-conômica stimada dos bns d acordo com stablcido plo órgão rgulador. Os trrnos não são dprciados. 10.3. Bns vinculados à concssão D acordo com os contratos d concssão 76/1999 183/1998, é vdada à Companhia alinar ou cdr a qualqur título os bns instalaçõs considrados srvívis à concssão sm a prévia xprssa autorização da Anl. A Rsolução Anl nº 20/1999 rgulamnta a dsvinculação d bns das concssõs do Srviço Público d Enrgia Elétrica, concdndo autorização prévia para dsvinculação d bns insrvívis à concssão, quando dstinados à alinação. Encontra-s pndnt na Anl a dfinição sobr a audiência pública nº 39/2010, qu trata da rvisão da rsolução supramncionada. 10.4. Contratos d Concssão Em 22 d stmbro d 1999, a Companhia a Anl assinaram o contrato d Concssão d Gração nº 76/1999, qu rgula as concssõs d UBP para gração d nrgia létrica das usinas Jurumirim, Chavants, Salto Grand, Capivara, Taquaruçu Rosana, outorgadas plo Dcrto s/nº d 20 d stmbro d 1999. O contrato concd à Companhia o dirito d produção comrcialização d nrgia létrica na condição d produtor indpndnt, dixando, a partir daqula data, d rcolhr a Rsrva Global d Rvrsão - RGR, para contribuir com uma taxa d UBP, por um príodo d 5 anos. O prazo d duração da concssão do contrato é d 30 anos a partir da data d assinatura do msmo, podndo sr prorrogado por até 20 anos a critério do Podr Concdnt. Em 14 d janiro d 2000, através da Rsolução Anl 14/2000, homologou o 6º Trmo Aditivo ao contrato d constituição do Consórcio Canoas, tndo como parts a Companhia, como produtora indpndnt d nrgia létrica, a Companhia Brasilira d Alumínio - CBA. Tal contrato prvê qu 50,3% da nrgia grada srão disponibilizados à CBA os 49,7% rstants prtncrão à Companhia. Evntuais sobras d nrgia não utilizadas pla CBA dvm sr absorvidas, sm ônus, pla Companhia. Rciprocamnt, m rgim normal d opração, quando a gração for infrior ao stablcido contratualmnt, a difrnça srá complmntada, sm ônus, pla Companhia. O contrato d concssão tm prazo d vigência d 35 anos a partir da data d assinatura do msmo, podndo sr prorrogado por até 20 anos a critério do Podr Concdnt. Concssõs m 31/12/2012 Potência Instalada (MW) Enrgia Assgurada (MW médio) Contrato d Concssão ANEEL Usina Tipo UF Rio Início da Concssão Vncimnto Concssão 76/1999 Jurumirim UHE - Hidrlétrica SP Paranapanma 101 47 22/09/1999 21/09/2029 76/1999 Chavants UHE - Hidrlétrica SP Paranapanma 414 172 22/09/1999 21/09/2029 76/1999 Salto Grand UHE - Hidrlétrica SP Paranapanma 73 55 22/09/1999 21/09/2029 76/1999 Capivara UHE - Hidrlétrica SP Paranapanma 619 330 22/09/1999 21/09/2029 76/1999 Taquaruçu UHE - Hidrlétrica SP Paranapanma 525 201 22/09/1999 21/09/2029 76/1999 Rosana UHE - Hidrlétrica SP Paranapanma 354 177 22/09/1999 21/09/2029 183/1998 Canoas I UHE - Hidrlétrica SP Paranapanma 83 57 30/07/1998 29/07/2033 183/1998 Canoas II UHE - Hidrlétrica SP Paranapanma 72 48 30/07/1998 29/07/2033 2.241 1.087 Em 27 d dzmbro d 2012 foi publicada portaria do MME nº 184/2012, qu prvê a rdução d 1,4 (MW médio) no total d garantia física da Companhia, altrando o valor rfrnt a UHE - Taquaruçu d 201 MW médios para 200,6 MW médios rfrnt a UHE - Rosana d 177 MW médios para 176 MW médios. Estas rduçõs foram motivadas por um procsso d rvisão xtraordinária da garantia física, prvisto na portaria do MME n 861/2010, stão sndo objto d discussão na sfra administrativa no sntido d rvrtê-las. 10.5. Expansão 15% A Companhia informa qu a Ação d Obrigação d Fazr movida plo Estado d São Paulo rfrnt à xpansão d 15% da sua capacidad instalada tramita m sgrdo d justiça. 11. INTANGÍVEL O saldo m 31 d dzmbro d 2012 é constituído por diritos d uso d softwar, srvidão d passagm pla UBP. a) Composição Dprciação acumulada Valor líquido Valor líquido Taxa média anual d amortização Custo Em srviço UBP 53.494 (22.047) 31.447 33.284 3% Softwar 21.022 (19.293) 1.729 3.569 9% Srvidão d passagm 75 75 75 74.591 (41.340) 33.251 36.928 Em curso Softwar 1.416 1.416 798 76.007 (41.340) 34.667 37.726 ( ) Obrigaçõs vinculadas à concssão (vid Nota 18) (320) 85 (235) (299) 75.687 (41.255) 34.432 37.427 b) Movimntação intangívl Valor líquido m 31/12/2011 Adiçõs Amortiz. Baixas Rclass. transf. Valor líquido m 31/12/2012 UBP 33.284 (1.837) 31.447 Softwar 4.367 966 (1.840) (348) 3.145 Srvidão d passagm 75 75 37.726 966 (3.677) (348) 34.667 ( ) Obrigaçõs vinculadas à concssão (299) (50) 44 49 21 (235) 37.427 916 (3.633) (299) 21 34.432 12. FORNECEDORES Circulant Circulant Suprimnto d nrgia létrica 36.236 72 Matriais srviços contratados 4.609 5.158 Encargos d uso da rd létrica 7.630 7.646 Tust 7.614 7.630 Encargos d conxão 16 16 48.475 12.876 Tusd-g 1.321 50.709 ( ) Dpósito judicial rf. Tusd-g (42.846) 1.321 7.863 49.796 20.739 A rubrica d suprimnto d nrgia létrica rfr-s ao procsso d compra d nrgia no mrcado d curto prazo - PLD no âmbito da CCEE. Encargos d uso da rd létrica A Anl rgula as tarifas qu rgm o acsso aos sistmas d distribuição transmissão. As tarifas dvidas pla Companhia são: (i) Tarifas d Uso d Sistma d Transmissão - Tust; (ii) Tarifas d Uso do Sistma d Distribuição Aplicávis às Unidads Gradoras Conctadas aos Sistmas d Distribuição - Tusd-g; (iii) Encargos d Conxão (vid Nota 23.3). A Companhia atualmnt discut judicialmnt a rvisão dos valors a srm pagos por conta da Tusd-g, plo ntndimnto d qu as Dmais Instalaçõs d Transmissão - DITs os Transformadors d Frontira intgram o sistma d transmissão qu a tarifa por rmunrar sts ativos do sistma d transmissão dv sr calculada com bas na dirtriz do sinal locacional. Em stmbro d 2008, a Companhia ajustou o valor rgistrado por uma mlhor stimativa d cálculo com bas m studos técnicos laborados pla Univrsidad d São Paulo - USP. D acordo com o parcr dos assssors jurídicos da Companhia, as chancs d êxito nsta discussão são possívis. Em dzmbro d 2008, o Ilmo. Sr. Dr. Dirtor-Gral da Anl, contatou a Companhia com proposta d acordo com vistas à solução xtrajudicial da discussão qu nvolv os valors da Tusd-g. Tal acordo, m sínts, sria ralizado nos sguints trmos: (i) a Companhia pagaria à Elktro à Val Paranapanma (mprsas d distribuição cujas instalaçõs são rmunradas pla Tusd-g dvida pla Companhia) os valors da Tusd-g rlativos aos príodos d julho d 2004 a junho d 2009, calculado d acordo com a mtodologia do slo postal; (ii) o rfrido pagamnto podria sr parclado m 36 mss, contados a partir d janiro d 2009, sm a incidência d multa; (iii) o acordo sria formalizado por mio da assinatura dos Contratos d Uso do Sistma d Distribuição - Cusd m janiro d 2009; (iv) a Anl publicaria m julho d 2009 rsolução com nova mtodologia d cálculo para a Tusd-g com bas na dirtriz lgal do sinal locacional. Visto qu a proposta d tal acordo não altrou m nada a situação fática jurídica qustionada judicialmnt pla Companhia, a proposta fita pla Anl não foi acita. No final d janiro d 2009, a Anl consguiu suspndr os fitos da Dcisão da Tutla Antcipada obtida pla Companhia m julho d 2008 até o julgamnto do rcurso d Agravo d Instrumnto promovido pla Anl. No início d fvriro d 2009, a Companhia aprsntou pdido d rconsidração contraminuta ao Agravo d Instrumnto da Anl. Ainda m fvriro d 2009, o pdido d rconsidração da Companhia foi ngado atualmnt aguarda-s o julgamnto final do agravo. No início d março d 2009, a Companhia rcbu, Trmo d Notificação nº 141/09-SFG mitido pla Anl, o qual aponta qu a Companhia (i) não firmou os Cusd com as concssionárias d distribuição cujas instalaçõs são rmunradas pla Tusd-g dvida por la; (ii) não pagou o passivo da Tusd-g acumulado d julho d 2004 a junho d 2007. Em 17 d março d 2009, a Companhia protocolou ptição para dar conhcimnto ao juízo da dição da Rsolução Normativa Anl nº 349/2009, qu configura fato novo rconhcndo o próprio pdido da Companhia, is qu adota como nova mtodologia d cálculo para a Tusd-g o sinal locacional para vigorar a partir d 1º d julho d 2009. Na msma oportunidad, a Companhia rquru o julgamnto antcipado da lid. Em 15 d junho d 2009, o juiz profriu dspacho dtrminando, ntr outros, qu a Anl, Elktro Val do Paranapanma s manifstassm sobr a ptição da Companhia. Em 23 d março d 2009, a Companhia aprsntou dfsa ao trmo d notificação mitida pla Anl. No ntanto, a manifstação da Companhia não foi acolhida, m 1º d abril d 2009, a Anl lavrou um Auto d Infração nº 014/09-SFG contra a Companhia m razão do não cumprimnto ao disposto no Trmo d Notificação.ACompanhia aprsntou dfsa ao Auto d Infração m 13 d abril d 2009. Em 26 d maio d 2009, foi publicado o Dspacho Anl nº 1.932/2009 mantndo a intgralidad da multa imposta contra a Companhia. Em 23 d junho d 2009, a Companhia ajuizou Mandado d Sgurança para suspndr a cobrança da multa. A liminar m favor da Companhia foi concdida m 29 d junho d 2009. Em 23 d junho d 2009, a Companhia aprsntou ptição nos autos da Ação Ordinária rqurndo o dpósito judicial dos valors da Tusd-g, para s vitar a difícil rvrsibilidad do pagamnto dirtamnt às distribuidoras, a dtrminação judicial d qu os Cusd com a Elktro a Val Paranapanma sjam considrados como assinados até 30 d junho d 2009 para todos os fins d dirito, inclusiv, mas não s limitando, ao cumprimnto da obrigação rgulatória stablcida nos 4º c/c 6º do Art. 4º da Rsolução Homologatória Anl nº 497/2007. Em 29 d junho d 2009, o juiz profriu dcisão para: (i) indfrir o pdido d dpósito judicial, sob o fundamnto d qu não sria possívl mitigar ou obstar os fitos rsguardados plo Agravo d Instrumnto da Anl (com a suspnsão dos fitos da dcisão d tutla antcipada antriormnt confrida à Companhia); (ii) dfrir o pdido para rconhcr como assinado os Cusd da Companhia com as distribuidoras, sob o fundamnto d qu a assinatura dos Cusd com a confissão d dívida quivalria ao rconhcimnto d improcdência do pdido da Companhia na Ação Ordinária, sm prjuízo d qu o corrspondnt pagamnto sja ftivamnt obsrvado, m consonância com os 5º 6º, do Art. 4º, da Rsolução nº 497/2007. Dsta forma, diant da obrigação d pagar tais valors, m 30 d junho d 2009, a Companhia rconhcu m su rsultado o montant d R$ 71.262 (R$ 59.311 rgistrado na rubrica Encargos do Uso da Rd Elétrica R$ 11.951 rgistrado na rubrica Dspsas Financiras), sndo, R$ 30.534 no Passivo Circulant R$ 40.728 no Passivo Não Circulant, ajustando o valor rgistrado ao montant stablcido pla Rsolução Homologatória Anl nº 497/2007, rspitando dcisão profrida m 29 d junho d 2009. Sgundo o parcr dos assssors jurídicos da Companhia, as chancs d êxito na Ação Ordinária não são altradas m razão do indfrimnto da ptição d dpósito, prmancndo classificadas como possívis. Em 30 d julho d 2009, a Companhia rcbu os Ofícios Anl nº 203/2009 nº 204/2009, informando a ciência da dcisão solicitando às Distribuidoras Elktro EDEVP, rspctivamnt, qu ftum o faturamnto dos ncargos d uso rlativos à Companhia. Em agosto d 2009, o tribunal d aplação dcidiu m favor da Companhia autorizar os dpósitos judiciais dos montants rlativos à difrnça ntr as tarifas calculadas m conformidad com a Rsolução Anl nº 349/2009 Rsolução nº 497/2007. Não ocorrram novos vntos rfrnts à discussão judicial da rvisão dos valors a srm pagos por conta da Tusd-g, sndo qu a Companhia ftuou as últimas parclas dos dpósitos judiciais no primiro trimstr d 2012, cujo montant atualizado m 31 d dzmbro d 2012 é d R$ 47.524 (R$ 42.846 m 31 d dzmbro d 2011). O passivo é aprsntado líquido dos dpósitos judiciais foi transfrido do passivo circulant para o passivo não circulant no sgundo trimstr d 2012, cujo montant líquido m 31 d dzmbro d 2012 é d R$ 3.469. 13. PARTES RELACIONADAS 13.1. Transaçõs saldos A Companhia possui contratos d compartilhamnto d dspsas com as mprsas ligadas DEB - Pqunas Cntrais Hidrlétricas Ltda. ( DEB ) com a Duk Enrgy Intrnational, Brasil Ltda. ( Duk Brasil ). Os valors stimados dsts contratos para o ano d 2012 foram d R$ 3.816 d R$ 696 rspctivamnt. O saldo a rcbr d parts rlacionadas m 31 d dzmbro d 2012 é d R$ 391 (R$ 847 m 31 d dzmbro d 2011), sndo qu, dst montant, R$ 73 (R$ 49 m 31 d dzmbro d 2011) rfrm-s a pqunas dspsas rmbolsadas pla Controladora Duk Brasil. Na mdida m qu clints da Companhia ncssitam d garantias m opraçõs comrciais, a Duk Brasil fornc ssas garantias m nom da Companhia, cujo montant m 31 d dzmbro d 2012 é d R$ 115.489 (R$ 103.384 m 31 d dzmbro d 2011). As dmais transaçõs rlvants com parts rlacionadas rfrm-s à distribuição dos dividndos. 13.2. Contrato d cssão d uso d bns imóvis a título onroso Além disso, m Runião do Conslho d Administração ( RCA ), ralizada m 13 d stmbro d 2011, rsultou aprovada proposta da Dirtoria da Companhia quanto à assinatura d Instrumnto Particular d Contrato d Cssão d Uso d Bns Imóvis a Título Onroso ( Instrumnto ), com outra mprsa do su grupo conômico, dnominada Duk Enrgy Intrnational Brasil Commrcial, Ltda. ( Duk Commrcial ), qu tm por objto a participação m licitaçõs /ou lilõs ralizados no âmbito do stor létrico, obtndo as corrspondnts concssõs, prmissõs ou autorizaçõs, a qual é subsidiária da Duk Brasil, atualmnt acionista Controladora da Companhia. Rfrido instrumnto tinha como objto a cssão d imóvis não vinculados à concssão da Companhia, localizados no Município d Pdrniras, Estado d São Paulo, uma vz qu tais imóvis atualmnt não stão sndo utilizados onrando a Companhia m sua administração ainda qu a cssão do uso dos citados imóvis não compromtia as atividads dsnvolvidas pla Companhia. A rmunração mnsal disposta no Instrumnto pla cssão do imóvl ra d R$ 18, corrigida anualmnt pla variação positiva do IPCA, sndo qu o prazo d vigência do contrato ra d 24 mss. Entrtanto, o Instrumnto passaria a tr validad o início dos pagamntos ocorrria somnt s a Duk Comrcial foss vncdora do Lilão A-3. Em nova RCA, ralizada m 21 d outubro d 2011, foi aprovado Primiro Trmo Aditivo qu tinha por finalidad altrar a data d ralização do Lilão d Compra d nrgia provnint d Novos Emprndimntos d Gração ( Lilão ), promovido pla Anl, para primiro smstr d 2012, tndo m vista a não participação da Duk Commrcial no Lilão ralizado no sgundo smstr d 2011, bm como ratificar os dmais trmos condiçõs do instrumnto. Ocorr qu, m 06 d novmbro d 2012, foi aprovada a assinatura do Trmo d Distrato do Instrumnto, vz qu foi vrificado pla Duk Commrcial a inviabilidad do dsnvolvimnto implantação d Usina Trmlétrica ( Usina ) nos citados imóvis, m razão da xistência d rstriçõs intransponívis, tais como: (i) ambintais; (ii) tributárias; (iii) falta d disponibilidad d gás. Dsta forma, a rlação ntr a Duk Commrcial a Companhia foi ncrrada, passando a poss dos imóvis novamnt à Companhia. 13.3. Contrato d dsnvolvimnto d projtos Em 21 d dzmbro d 2012, foi aprovada, m AGE, a assinatura do Contrato d Dsnvolvimnto d Projtos ( Contrato ), tndo como contrapart mprsa do msmo grupo conômico da Companhia, dnominada Duk Enrgy Intrnational, Brasil Ltda. ( Duk Brasil ), acionista controladora da Companhia, qu tm por objto a participação m licitaçõs /ou lilõs ralizados no âmbito do stor létrico, obtndo as corrspondnts concssõs, prmissõs ou autorizaçõs. Est acordo trata-s da iniciativa da Companhia da Duk Brasil d ngociarm a clbração d documnto para rgr os procdimntos d studos, dsnvolvimnto aquisição d projtos no stor létrico, o qual possui princípios básicos, dntr os quais, a Duk Brasil assumirá todos os custos para studos d novos projtos, bm como os riscos associados a dsnvolvimnto, até a obtnção da fas d opração comrcial, bm como obtria todas as licnças autorizaçõs ncssárias para o dsnvolvimnto, construção /ou opração d cada projto a Companhia forncrá suport para a Duk Brasil, m conxão com o dsnvolvimnto d projtos. O objto do Contrato é stablcr: (a) as dirtrizs grais a forma d xcução da coopração ntr a Duk Brasil a Companhia para o dsnvolvimnto dos projtos com o suport da Companhia; (b) os diritos obrigaçõs grais d cada Part m rlação ao dsnvolvimnto aquisição dos projtos; (c) os diritos, as obrigaçõs a forma d xcução da Opção d Compra da Opção d Vnda, outorgada às Parts rspctivamnt, para comprar ou vndr (conform o caso) qualqur projto a sr dsnvolvido nos trmos do Contrato. A clbração d tais instrumntos pla Companhia ntr as mprsas do grupo, Duk Brasil Duk Commrcial, stão d acordo com os trmos da Rsolução Normativa da Anl nº 334/2008 com as Políticas Intrnas da Companhia. 13.4. Rmunração do pssoal-chav da Administração Rsultou aprovada m AGO, ralizada m 27 d abril d 2012, o valor da rmunração anual da Administração da Companhia no montant global d até R$ 9.900 para 2012, sndo distribuído da sguint forma: (a) R$ 3.000 para o Conslho d Administração; (b) R$ 6.000 para a Dirtoria (c) R$ 900 para o Conslho Fiscal (R$ 641 no ano d 2011). Sgu dtalh da rmunração rlacionada às pssoas chavs da Administração: Bnfícios d curto prazo a mprgados administradors 5.751 5.345 Bnfícios pós-mprgo 181 165 5.932 5.510 Rmunração basada m açõs (vid Nota 20.5) 102 197 6.034 5.707 Alguns administradors da Companhia ram lgívis ao Programa d Incntivo d Longo Prazo (Long Trm Incntiv Program - LTI), stablcido composto por açõs da Controladora indirta (a Companhia não possui plano local nvolvndo suas açõs). No ano d 2012, a Companhia rconhcu como dspsas rlativas ao plano basado m açõs da Controladora o montant d R$ 102 (R$ 197 no ano d 2011) (vid Nota 20.6). 14. DEBÊNTURES 14.1. Composição vncimnto das dbênturs a) Composição Principal + Encargos m Emissão Séri Circulant Não circulant Circulant Não circulant 1ª Emissão Séri 1 63.569 66.719 62.053 1ª Emissão Séri 2 57.212 60.410 3.352 108.124 2ª Emissão Única 219.592 394.198 20.085 550.917 3ª Emissão Única 5.766 149.416 346.139 604.024 90.156 721.094 b) Vncimnto 2014 2015 2016 2017 Total Não circulant 242.544 211.675 74.805 75.000 604.024 14.2. Primira missão d dbênturs Em AGE ralizada m 1º d stmbro d 2008, os acionistas aprovaram captação d rcursos, através da distribuição pública d 34.089 (trinta quatro mil oitnta nov) dbênturs simpls, não convrsívis m açõs, da spéci quirografária, m duas séris, todas nominativas scriturais, da 1ª missão para distribuição pública da Companhia. Os rcursos líquidos, obtidos da captação d R$ 340.890 (trzntos quarnta milhõs, oitocntos novnta mil rais) foram intgralmnt dstinados para o pré-pagamnto parcial do saldo dvdor do contrato d mpréstimo qu a Companhia tinha com a Eltrobrás. Os custos d transação incorridos na captação stão contabilizados como rdução do valor justo inicialmnt rconhcido foram considrados para dtrminar a taxa ftiva dos juros, m consonância com o CPC 08 (Custos d transaçõs prêmios na missão d títulos valors mobiliários). A Companhia stá m conformidad com todas as cláusulas rstritivas ( covnants ) prvistas na scritura das dbênturs m 31 d dzmbro d 2012, tais como: i. Índic ntr a Dívida Líquida (ndividamnto onroso total mnos caixa quivalnts d caixa) o Ebitda (Lucro ants dos Juros, Impostos, Dprciação Amortização nos últimos 12 mss) não podrá sr suprior a 3,2; ii. Índic ntr o Ebitda o Rsultado Financiro (difrnça ntr Rcitas Financiras Dspsas Financiras ao longo dos últimos 12 mss) não podrá sr infrior a 2,0; iii. Dscumprimnto, pla Companhia, d qualqur obrigação pcuniária ou não pcuniária (inclui covnants não financiros) stablcida na scritura das dbênturs; iv. Cross-Dfault. Vncimnto antcipado ou inadimplmnto no pagamnto d quaisqur outras obrigaçõs financiras, d forma agrgada ou individual, contraídas pla Emissora, no mrcado local ou intrnacional num valor suprior a R$ 30 milhõs; v. Altração no control acionário dirto ou indirtamnt da Companhia, sm qu tnha sido prviamnt aprovada plos dbnturistas runidos m Assmblia spcialmnt convocada para ss fim; vi. Liquidação, dissolução, cisão ou qualqur forma d rorganização socitária nvolvndo a Companhia, qu possam, d qualqur forma, vir a prjudicar o cumprimnto das obrigaçõs dcorrnts da scritura das dbênturs; vii. Rqurr rcupração judicial ou xtrajudicial ou tê-las dfridas; tr pdido d autofalência ou dclaração d falência da Emissora ; viii. Outros vntos dtalhados na scritura d missão das dbênturs. A missão foi ralizada m duas séris, sndo qu a primira séri é composta por 24.976 dbênturs, com valor nominal unitário d R$ 10 (dz mil rais) prazo d vncimnto m 5 (cinco) anos. A sgunda séri é composta por 9.113 dbênturs, no valor nominal unitário d R$ 10 (dz mil rais) prazo d vncimnto d 7 (st) anos. Os juros rmunratórios da primira missão d dbênturs da primira séri corrspondm à variação do CDI, acrscidos d juros d 2,15% a.a. As dbênturs da sgunda séri srão atualizadas pla variação do IPCA acrscidos d juros rmunratórios d 11,6% a.a. 14.3. Sgunda missão d dbênturs Em 16 d julho d 2010, a Companhia procdu a captação d R$ 500.000 (quinhntos milhõs d rais) no mrcado na forma d dívida, por mio da 2ª missão pública d dbênturs simpls, não convrsívis m açõs, mitidas sob a forma nominativa, scritural, da spéci quirografária, no mrcado local, coordnada plos Banco Santandr (Brasil) S.A. Banco BTG Pactual S.A. as quais foram distribuídas com sforços rstritos, nos trmos da Instrução CVM nº 476/2009, dstinadas xclusivamnt a invstidors qualificados, conform dfinidos na Instrução CVM nº 476/2009. A ofrta foi mitida com bas nas dlibraçõs: (i) da AGE da Companhia ralizada m 05 d julho d 2010, publicada no Diário Oficial do Estado d São Paulo no jornal Valor Econômico m 06 d junho d 2010, cuja ata foi rgistrada na Junta Comrcial do Estado d São Paulo - JUCESP m 19 d julho d 2010; (ii) da Runião do Conslho Fiscal ralizada m 24 d junho d 2010 qu du parcr favorávl à captação d rcursos através da sgunda missão d dbênturs; (iii) da RCA da Companhia ralizada m 16 d junho d 2010, cuja ata foi arquivada na JUCESP m 25 d junho d 2010, sob o nº 215.769/10-7, publicada no Diário Oficial

(Valors xprssos m milhars d rais, xcto quando indicado d outra forma) do Estado d São Paulo no jornal Valor Econômico m 1º d julho d 2010, qu aprovou proposta aprsntada plo Banco Santandr (Brasil) S.A. Banco BTG Pactual S.A. na 155ª Runião d Dirtoria, ralizada m 11 d junho d 2010 arquivada na JUCESP sob nº 215.770/10-9 publicada no Diário Oficial do Estado d São Paulo no jornal Valor Econômico m 1º d julho d 2010, para captação d rcursos pla Companhia. Os rcursos líquidos, obtidos da captação d R$ 500.000 (quinhntos milhõs d rais) foram dstinados ao pré-pagamnto do saldo dvdor da dívida da Companhia com Cntrais Elétricas Brasiliras S.A. - Eltrobrás ao pagamnto da primira amortização da séri 1 da primira missão d dbênturs da Companhia, mitidas m 15 d stmbro d 2008. Os custos d transação incorridos na captação stão contabilizados como rdução do valor justo inicialmnt rconhcido foram considrados para dtrminar a taxa ftiva dos juros, m consonância com o CPC 08 (Custos d transaçõs prêmios na missão d títulos valors mobiliários). As cláusulas rstritivas ( covnants ) prvistas na scritura d sgunda missão das dbênturs são similars às constants na scritura d primira missão (vid Nota 14.2). A missão foi ralizada m séri única, composta por 500 dbênturs simpls, com valor nominal unitário d R$ 1.000 (um milhão d rais) prazo d vncimnto m 5 (cinco) anos. Os juros rmunratórios da sgunda missão d dbênturs corrspondm à variação do IGP-M, acrscidos d juros d 8,59% a.a. 14.4. Trcira missão d dbênturs Em 10 d janiro d 2012, a Companhia procdu com a captação d R$ 150.000 (cnto cinqunta milhõs d rais) no mrcado na forma d dívida, por mio da 3ª missão pública d dbênturs simpls, não convrsívis m açõs, mitidas sob a forma nominativa, scritural, sm missão d crtificados, da spéci quirografária, no mrcado local, coordnada plo Banco BTG Pactual S.A. (coordnador lídr) as quais foram distribuídas com sforços rstritos, nos trmos da Instrução CVM nº 476/2009, sob o rgim d garantia firm d colocação para o valor total da missão, dstinadas xclusivamnt a invstidors qualificados, conform dfinidos na Instrução CVM nº 476/2009. A ofrta foi mitida com bas nas dlibraçõs: (i) da Assmblia Gral Extraordinária - AGE da Companhia ralizada m 27 d dzmbro d 2011, cuja ata foi rgistrada na JUCESP m 04 d janiro d 2012; sob o nº 22.800/12-8 (ii) da Runião do Conslho Fiscal - RCF ralizada m 30 d novmbro d 2011 qu mitiu parcr favorávl à captação d rcursos através da trcira missão d dbênturs; (iii) das RCA da Companhia ralizadas m 22 d novmbro d 2011 09 d dzmbro d 2011, cujas atas foram arquivadas na JUCESP m 02 d janiro d 2012, sob o nº 21.836/12-7 m 03 d janiro d 2012, sob o nº 21.881/12-1, rspctivamnt, qu aprovaram proposta aprsntada plo Banco BTG Pactual S.A. na 189ª Runião d Dirtoria, ralizada m 17 d novmbro d 2011 arquivada na JUCESP m 02 d janiro d 2012, sob nº 21.835/12-3, para captação d rcursos pla Companhia. Todas as atas das dlibraçõs supracitadas foram publicadas no Diário Oficial do Estado d São Paulo no jornal Valor Econômico m 28 d dzmbro d 2011. Os rcursos líquidos, obtidos da captação d R$ 150.000 (cnto cinqunta milhõs d rais) foram intgralmnt dstinados ao rfinanciamnto do valor principal juros incidnts sobr a sgunda trcira amortizaçõs da primira séri da 1ª Emissão d Dbênturs da Companhia, nos trmos do Instrumnto Particular d Escritura d Emissão Pública d Dbênturs Quirografárias Não Convrsívis m Açõs da Primira Emissão da Companhia, clbrado m 15 d stmbro d 2008 ntr a Companhia Plannr Trust DTVM Ltda. Os custos d transação incorridos na captação stão contabilizados como rdução do valor justo inicialmnt rconhcido foram considrados para dtrminar a taxa ftiva dos juros, m consonância com o CPC 08 - Custos d transaçõs prêmios na missão d títulos valors mobiliários. As cláusulas rstritivas ( covnants ) prvistas na scritura d trcira missão das dbênturs são similars às constants na scritura d primira sgunda missõs (vid Nota 14.2 das dmonstraçõs financiras anuais do xrcício d 2011). A missão foi ralizada m séri única, composta por 15.000 dbênturs simpls, não convrsívis m açõs, com valor nominal unitário d R$ 10 (dz mil rais) prazo d vncimnto m 5 (cinco) anos. O valor nominal d cada uma das dbênturs não srá atualizado montariamnt sobr o saldo dvdor do valor nominal d cada uma das dbênturs incidirão juros rmunratórios corrspondnts a 100% da variação acumulada do CDI, acrscida xponncialmnt d sobrtaxa d 1,15% a.a. 15. CIBACAP - CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DA BACIA CAPIVARA A Companhia firmou compromissos com as Prfituras Municipais da Bacia Capivara com o Dpartamnto d Estrada d Rodagm do Paraná, parts intgrants do Cibacap, nvolvidos com a formação do rsrvatório da UHE Capivara ( Capivara ). Esss compromissos nvolvm projtos, conform acordo d Trmo d Ajustamnto d Conduta - TAC xistnt m função das prdas, danos /ou prjuízos causados a sts municípios m virtud da construção d Capivara. Circulant 2.278 3.521 Não circulant 7.368 8.432 9.646 11.953 Conform proposta ftuada ao Cibacap, a Companhia rtificou a forma d ralização da transição dos srviços d implantação grnciamnto das atividads voltadas a dar cumprimnto à obrigação d implantação dsnvolvimnto d mata ciliar d vgtação ao longo no ntorno do rsrvatório d Capivara. Em virtud d novo dimnsionamnto do cronograma d obras, a Companhia rngociou os valors a srm dspndidos. A Companhia rvê priodicamnt os montants d rcursos ncssários para fazr frnt às obrigaçõs dst contrato, ajustando o saldo da provisão no passivo smpr qu ncssário. 16. PLANO DE PENSÃO E APOSENTADORIA As obrigaçõs com a Fundação CESP (uma das ntidads administradoras dos planos d bnfícios), rfrnt ao Plano com Bnfício Dfinido, são rgistradas no passivo não circulant na rubrica d plano d pnsão aposntadoria. Conciliação dos ativos/(passivos) a srm rconhcidos no balanço patrimonial Valor prsnt das obrigaçõs atuariais total ou parcialmnt cobrtas (216.479) (159.126) Valor justo dos ativos 234.514 198.819 Potncial ativo a sr rconhcido no balanço patrimonial ants do ajust 18.035 39.693 Efito do limit do ativo dvido (parágrafo 58 do CPC 33) (18.035) (39.693) (Passivo)/ativo rconhcido no balanço patrimonial após o ajust O parágrafo 58 do CPC 33 (Bnfícios a mprgados) xig qu ativos vntualmnt grados sjam analisados, caso não sja vidnciada a possibilidad d utilização dsss rcursos pla Companhia, dv-s aplicar tal rstrição. A rstrição, d rconhcimnto do ativo na Companhia, ocorru dvido ao fato d qu os suprávits do plano d prvidência não srão utilizados pla Companhia como rdução futura d contribuiçõs ou rtorno d rcursos para a msma. Em conformidad com a rsolução do Conslho d Gstão da Prvidência Complmntar - CGPC nº 26/2009, com bas nos rsultados locais da avaliação atuarial na Fundação CESP, não houv constituição d Rsrva Espcial m 31/12/2012, portanto, a mprsa não pod s bnficiar do suprávit do Plano nst momnto. Movimnto do (passivo)/ativo a sr rconhcido no balanço patrimonial (Dspsa)/rcita do xrcício 6.924 4.330 Contribuiçõs da mprsa ralizadas no xrcício 634 569 Ganho/(prda) rconhcido imdiatamnt - fito no patrimônio líquido (29.216) 600 Variação do fito do limit do ativo - fito no patrimônio líquido 21.658 (5.499) (Passivo)/ativo a sr rconhcido no final do xrcício Evolução do valor prsnt das obrigaçõs no final do xrcício Valor prsnt das obrigaçõs no início do xrcício 159.126 152.742 Custo do srviço corrnt 2.251 2.356 Da companhia 1.496 1.714 Contribuiçõs dos mprgados 755 642 Custo dos juros 15.300 14.492 Bnfícios pagos no xrcício (8.414) (8.356) (Ganho)/prda no passivo 48.216 (2.108) Valor prsnt das obrigaçõs no final do xrcício 216.479 159.126 Evolução do valor justo dos ativos no final do xrcício Valor justo dos ativos no início do xrcício 198.819 185.111 Rndimnto ral dos ativos 42.720 20.815 Rndimnto sprado 23.720 20.536 Ganho/(prda) 19.000 279 Contribuiçõs no xrcício 1.389 1.250 Bnfícios pagos no xrcício (8.414) (8.357) Valor justo dos ativos no final do xrcício 234.514 198.819 Dspsa/(Rcita) anual rconhcida no rsultado do xrcício Custo do srviço corrnt 2.251 2.356 Custo dos juros 15.300 14.492 Rndimnto sprado do ativo do plano (23.720) (20.536) Contribuiçõs dos mprgados (755) (642) Total (6.924) (4.330) Prmissas utilizadas nas avaliaçõs atuariais Hipótss Econômicas Taxa d dsconto* 8,16% a.a. 9,72% a.a. Taxa d rtorno sprado dos ativos 8,16% a.a. 12,13% a.a. Crscimnto salariais futuros 7,12% a.a. 7,12% a.a. Crscimnto dos bnfícios da prvidência social dos limits 4,0% a.a. 4,0% a.a. Inflação 4,0% a.a. 4,0% a.a. Fator d capacidad Salários 100% 100% Bnfícios 100% 100% (*) Utilização d taxas nominais Hipótss Dmográficas Tábua d Mortalidad AT-1983 AT-1983 Tábua d Mortalidad d Inválidos AT-1949 AT-1949 Tábua d Entrada m Invalidz Light Fraca Light Média Tábua d Rotatividad Expriência Fundação Csp Expriência Fundação Csp Idad d Aposntadoria Idad com dirito a todos os bnfícios intgrais Idad com dirito a todos os bnfícios intgrais % d participants ativos casados na data da aposntadoria 95% 95% Difrnça d idad ntr participant cônjug Esposas são 4 anos mais jovns Esposas são 4 anos mais jovns do qu os maridos do qu os maridos 16.1. Fundação Csp III O contrato d Confissão d Dívida para financiamnto d déficit atuarial, rfrnt ao Bnfício Suplmntar Proporcional Saldado - BSPS, com vncimnto final m 30 d novmbro d 2017. O saldo dss contrato é atualizado pla variação do custo atuarial, ou pla variação do IGP-DI, acrscida d juros d 6% a.a., dos dois aplica-s o maior, sndo st incorporado mnsalmnt ao valor do principal. D acordo com a cláusula 10ª, após a publicação anual do Dmonstrativo dos Rsultados da Avaliação Atuarial do Plano d Bnfícios - DRAA, rlativo ao xrcício antrior, srá comparado ao saldo da dívida. Smpr qu o saldo rmanscnt for maior qu o valor apontado no DRAA como passivo a dscobrto do plano, as prstaçõs stipuladas na cláusula 8ª do prsnt instrumnto srão rduzidas na msma proporção. Caso da comparação rtrorrfrida rsult, ao contrário, um valor mnor do qu o apontado no DRAA, as prstaçõs stipuladas na cláusula 8ª srão rvistas d modo a mantr na íntgra a obrigação prvista nst contrato, obsrvada os trmos da cláusula 9ª, parágrafo único. Em virtud da aprsntação d suprávit, o saldo foi rduzido a zro m janiro d 2007, suprávit st vrificado até 31 d dzmbro d 2012. 16.2. Dlibração CVM 600 A Companhia é copatrocinadora da Fundação CESP, ntidad jurídica sm fins lucrativos qu tm por finalidad proporcionar bnfícios d suplmntação d aposntadoria pnsõs, utilizando o rgim financiro d capitalização, d acordo com o qual o valor prsnt dos bnfícios a srm pagos, mnos o valor prsnt das contribuiçõs rndimntos, dtrmina as ncssidads d rsrvas. A Companhia, m 15 d março d 2004, implmntou um novo plano d aposntadoria através da clbração d um contrato d prvidência complmntar com o Bradsco Vida Prvidência S.A. Ess plano consist na acumulação d capital, através d um Fundo d Invstimnto Financiro Excutivo - FIFE, durant o prazo d difrimnto da aposntadoria, com o objtivo d grar rcursos para aquisição d bnfícios d Prvidência Complmntar. A Companhia dsignou a Towrs Watson Consultoria Ltda., ( Towrs Watson ), para conduzir a avaliação atuarial d sus bnfícios pós-mprgo visando dtrminar os passivos custos qu os msmos rprsntam, com bas nas rgras stablcidas no CPC 33 (Bnfícios a mprgados), qu s tornou obrigatório para as Socidads Anônimas d capital abrto pla Dlibração CVM nº 600/2009 qu rvogou Dlibração CVM nº 371/2000. O Plano PSAP/Duk Enrgy é um plano misto qu ngloba os antigos planos PSAP/CESP B PSAP/CESP B1 vignts até 31 d dzmbro d 1997 31 d agosto d 1999, rspctivamnt. O bnfício d Pcúlio por Mort não foi considrado para fins d atndimnto à Dlibração CVM nº 600/2009. Dado qu a adsão dos participants a st bnfício é voluntária o msmo é intgralmnt custado plos participants via Fundação CESP, a Administração, apoiada na posição da consultoria, ntnd qu ss bnfício não rprsnta risco para a Companhia. Considrando as opçõs d rconhcimnto d ganhos prdas atuariais aprsntadas plo CPC 33 (Bnfícios a mprgados), a Companhia lgu rconhcr os ganhos prdas atuariais imdiatamnt via outros rsultados abrangnts, com fito imdiato no patrimônio líquido da Companhia, conform disposto no parágrafo 93A do rfrido pronunciamnto. É important rssaltar qu caso sja apurado um Ativo no xrcício o msmo fiqu acima do limit stablcido no parágrafo 58, o ajust no ativo dvido a ss limit trá impacto no patrimônio líquido da Companhia via outros rsultados abrangnts. As informaçõs sobr os planos d aposntadoria foram laboradas d acordo com a Dlibração CVM nº 600/2009, basadas m avaliação atuarial laborada por consultors indpndnts, utilizando o método do crédito unitário projtado. 17. PROVISÕES PARA RISCOS FISCAIS, TRABALHISTAS E AMBIENTAIS A Administração da Companhia, basada m lvantamntos parcrs laborados pla ára jurídica por consultors jurídicos xtrnos, vm ftuando provisõs m valors considrados suficints para cobrir as prdas obrigaçõs m potncial, rlacionadas às açõs trabalhistas, fiscais, ambintais rgulatórias. Adicionalmnt, a Companhia tm açõs d naturzas trabalhistas, fiscais, ambintais rgulatórias, nvolvndo riscos d prda classificados pla Administração como possívis, com bas na avaliação d sus consultors jurídicos xtrnos, para as quais não há provisão constituída, conform composição stimativa a sguir. Os dpósitos judiciais, aprsntados d forma ddutiva, rfrm-s somnt aos dpósitos com provisõs para riscos trabalhistas fiscais, sndo qu os dmais dpósitos são dmonstrados m nota spcífica (vid Nota 9). 17.1. Provisõs para riscos ficais, trabalhistas ambintais Composição Valor atualizado Provisão Dpósito judicial Provisõs líquidas Provisõs líquidas Trabalhistas 4.719 4.719 (1.469) 3.250 5.789 Fiscais 12.301 12.301 (609) 11.692 9.681 Ambintais 2.862 2.862 2.862 2.769 19.882 19.882 (2.078) 17.804 18.239 Movimntação das provisõs para riscos fiscais, trabalhistas ambintais Trabalhista Fiscal Ambintal Total Saldo m 1º d janiro d 2012 5.789 9.681 2.769 18.239 Provisõs no xrcício 1.995 1.764 26 3.785 Rvrsõs no xrcício (2.173) (2.173) (178) 1.764 26 1.612 Atualizaçõs no Exrcício (99) 851 149 901 Dpósitos judiciais (707) (604) (1.311) Pagamntos/acordos do xrcício (1.555) (82) (1.637) (2.361) 247 67 (2.047) Total da movimntação no xrcício (2.539) 2.011 93 (435) Saldo m 31 d dzmbro d 2012 3.250 11.692 2.862 17.804 a) Trabalhistas Em 31 d dzmbro d 2012, as contingências trabalhistas líquidas somam R$ 3.250 (R$ 5.789 m 31 d dzmbro d 2011), rfrm-s a açõs movidas por x-mprgados trcirizados, nvolvndo horas xtras, priculosidad, quiparação salarial, vínculo mprgatício, ntr outras. As constituiçõs rfrm-s a novas açõs ravaliaçõs por part dos assssors jurídicos da Companhia. As baixas do xrcício rfrm-s a ncrramntos d açõs no curso normal dos procssos mdiant clbração d acordos judiciais. b) Fiscais Em 31 d dzmbro d 2012, as provisõs para riscos fiscais com xpctativa d prda provávl são rfrnts: i. Auto d infração rfrnt à dstinação para incntivo fiscal do Fundo d Invstimntos da Amazônia - Finam dos rcolhimntos do imposto sobr lucro inflacionário, ftuados nos mss d janiro, fvriro março d 2000. A Companhia protocolou o procsso administrativo nº 11831.000528/2002-92 junto à Rcita Fdral, qu julgou procdnt os rcolhimntos dos mss d janiro fvriro, prmancndo provisionado o montant rlativo a março d 2000, atualizado para 31 d dzmbro d 2012, no montant d R$ 2.465 (R$ 2.394 m 31 d dzmbro d 2011); ii. Procsso administrativo nº 10880.723970/2011-33, qu trata d pdidos ltrônicos d rstituição ou rssarcimnto d créditos d COFINS do ano d 2004. Foi aprsntada Manifstação d Inconformidad m razão d part dos valors não trm sido homologados pla Rcita Fdral, valors sts qu, atualizados para 31 d dzmbro d 2012, totalizam R$ 7.915 (R$ 7.287 iii. iv. m 31 d dzmbro d 2011); Procsso administrativo nº 16349.720107/2011-38, qu trata d pdidos ltrônicos d rstituição ou rssarcimnto d créditos d COFINS do ano d 2001. Foi aprsntada Manifstação d Inconformidad m razão d part dos valors não trm sido homologados pla Rcita Fdral, valors sts qu, atualizados para 31 d dzmbro d 2012, totalizam R$ 557; Mandado d Sgurança Prvntivo nº 2006.61.00.012067-7 imptrado pla Companhia visando obtnção d liminar para qu o Dlgado da Rcita Fdral m São Paulo s abstnha d xigir quaisqur pnalidads, inclusiv multa moratória, sobr os débitos d Imposto d Rnda Rtido na Font - IRRF (2006) quitados, através d dnúncia spontâna. Em agosto d 2012, o Suprior Tribunal d Justiça não admitiu o procssamnto d Rcurso Espcial intrposto pla Companhia, fato qu ocasionou a ncssidad d ravalição d risco. O valor atualizado do débito, para 31 d dzmbro d 2012, totaliza R$ 755 ; v. Mandado d Sgurança nº 0900033-03.2005.4.03.6100 imptrado pla Companhia visando afastar a incidência da Contribuição d Intrvnção do Domínio Econômico - CIDE, imposta pla Li n 10.168/2002, postriors altraçõs, sobr os pagamntos ftuados ao xtrior m razão d contrato firmado para prstação d srviços d consultoria financira. Em julho d 2012, foi profrida dcisão dsfavorávl à Companhia plo Tribunal Rgional Fdral da 3ª Rgião, fato qu ocasionou a ncssidad d ravalição d risco. Ovalor atualizado do débito, para 31 d dzmbro d 2012, totaliza R$ 609. Esta provisão é aprsntada líquida d su rspctivo dpósito judicial (vid Nota 9). c) Ambintais Em 31 d dzmbro d 2012, as provisõs rlativas aos riscos ambintais com xpctativas d prda provávl são rfrnts: i. Ação para compnsação d impactos ambintais movida plo Município d Santo Inácio no montant atualizado d R$ 2.401 (R$ 2.275 m 31 d dzmbro d 2011); ii. Açõs movidas por pscadors rfrnts a danos ambintais no montant d R$ 395 (R$ 346 m 31 d dzmbro d 2011) ; iii. Provisão para compnsação d impactos ambintais rfrnt a trrno localizado no Município d Pdrniras no montant d R$ 66 (R$ 148 m 31 d dzmbro d 2011). 17.2. Contingências possívis Trabalhistas 9.892 10.138 Fiscais 48.553 39.976 Ambintais 30.679 53.007 Rgulatórias 42.225 16.371 131.349 119.492 a) Trabalhistas Em 31 d dzmbro d 2012, as contingências trabalhistas com xpctativa d prda possívl stão avaliadas no montant d R$ 9.892 (R$ 10.138 m 31 d dzmbro d 2011). b) Fiscais Em 31 d dzmbro d 2012, as principais contingências fiscais com xpctativa d prda possívl são: i. Mandado d Sgurança nº 2004.61.00.025355-3, imptrado m fac do Dlgado da Rcita Fdral d Administração Tributária m São Paulo, visando à concssão d liminar/sgurança para sr rconhcido o dirito da Companhia d, por força d dnúncia spontâna prvista no artigo 138 do Código Tributário Nacional - CTN, não s sujitar à multa d mora na quitação d sus débitos d PIS, COFINS, IRPJ, CSLL IOF mdiant pagamntos compnsaçõs. Débitos com xigibilidad suspnsa por dpósitos judiciais prda possívl avaliada m R$ 6.095 (R$ 5.470 m 31 d dzmbro d 2011); ii. iii. iv. Autos d infração rfrnts à aplicação d multa por suposta falta d missão d documntos fiscais rlativos à Usina d Canoas II, nos anos-bas d 2001 a 2005. A Companhia protocolou procssos administrativos junto à Faznda Estadual do Paraná. Todos os procssos stão aguardando dcisão dfinitiva na sfra administrativa, no montant d R$ 8.976 (R$ 8.502 m 31 d dzmbro d 2011); Procssos Administrativos originados d pdidos d rstituição d saldo ngativo d tributos (IRPJ, IRRF CSLL). Em todos os casos a Companhia aprsntou manifstaçõs d inconformidad, as quais aguardam julgamnto. Valor classificado como possívl d R$ 15.600 (R$ 11.475 m 31 d dzmbro d 2011) ; Procssos administrativos oriundos d pdidos d compnsação d tributos pagos a maior pla Companhia (CSLL, IRPJ COFINS), no montant d R$ 14.909 (R$ 10.851 m 31 d dzmbro d 2011). c) Ambintais Em 31 d dzmbro d 2012, as contingências ambintais com xpctativas d prda possívl rfrm-s a Autos d Infração lavrados plo Instituto Ambintal do Paraná - IAP plo Instituto Brasiliro do Mio Ambint dos Rcursos Naturais Rnovávis - IBAMA, rlativos a supostas infraçõs ambintais ocorridas nas Usinas Chavants, Canoas I, Canoas II, Taquaruçu Capivara. A Companhia aprsntou rcursos administrativos ajuizou açõs judiciais visando dclarar a nulidad das multas. Em um dos rcursos administrativos aprsntados, a Companhia obtv dcisão parcialmnt favorávl, ocasionado rdução do valor classificado como prda possívl. O valor atualizado para 31 d dzmbro d 2012 é d R$ 30.679 (R$ 53.007 m 31 d dzmbro d 2011). d) Rgulatórias Em 31 d dzmbro d 2012, as principais contingências rgulatórias com xpctativa d prda possívl são: i. Em 2008, a Companhia ingrssou com ação judicial contra a cobrança d tarifas d transmissão dcorrnts d duas rsoluçõs da Anl. As rsoluçõs impunham às mprsas gradoras d nrgia, localizadas no Estado d São Paulo, tarifas d transmissão rtroativas m razão da utilização do sistma d transmissão d nrgia létrica. Por conta da rcusa da Companhia m pagar os valors m disputa na ação, m 2009 a Anl impôs uma multa no valor atual d R$ 17.769, classificado como prda possívl (R$ 16.371 m 31 d dzmbro d 2011) ; ii. Em 2002, uma distribuidora d nrgia létrica ingrssou com ação judicial visando não s sujitar a aplicação rtroativa da Rsolução 288 da Anl. A Companhia pod sr impactada por vntual dcisão favorávl à distribuidora o valor atualizado m 31 d dzmbro d 2012 é d R$ 24.456. 18. OBRIGAÇÕES ESPECIAIS Provnints do ativo imobilizado (vid Nota 10) Rsrva global d rvrsão - RGR 4.947 4.947 Doaçõs d quipamntos - ONS 1.574 1.632 Psquisa dsnvolvimnto - P&D 159 169 6.680 6.748 Provnints do ativo intangívl (vid Nota 11) Psquisa dsnvolvimnto - P&D - Softwar 235 299 6.915 7.047 Rsrva Global d Rvrsão: Rcursos rtidos originalmnt pla CESP, parcialmnt transfridos à Companhia m dcorrência do procsso d cisão parcial daqula mprsa. Sua vntual liquidação ocorrrá d acordo com as dtrminaçõs do Podr Concdnt. Doaçõs d quipamntos: Equipamntos opracionais cdidos plo ONS. Psquisa Dsnvolvimnto: Imobilizados intangívis adquiridos /ou dsnvolvidos com rcursos oriundos d P&D. 19. ENCARGOS SETORIAIS As obrigaçõs a rcolhr provnints d ncargos stablcidos pla lgislação do stor létrico são as sguints: Circulant Não Circulant Circulant Não Circulant Compnsação financira pla utilização d rcursos hídricos - CFURH 9.053 9.898 Taxa d fiscalização da Anl 373 358 Psquisa dsnvolvimnto - P&D 14.783 6.455 5.955 13.590 24.209 6.455 16.211 13.590 Compnsação Financira pla Utilização d Rcursos Hídricos - CFURH A CFURH foi criada pla Li nº 7.990/1989 dstina-s a compnsar os municípios aftados pla prda d trras produtivas, ocasionadas por inundação d áras na construção d rsrvatórios d usinas hidrlétricas. Taxa d Fiscalização do Srviço d Enrgia Elétrica - TFSEE A TFSEE foi instituída pla Li nº 9.427/1996, quival a 0,5% do bnfício conômico anual aufrido pla concssionária, prmissionária ou autorizado do srviço público d nrgia létrica. O valor anual da TFSEE é stablcido pla Anl com a finalidad d constituir sua rcita dstina-s à cobrtura do custio d suas atividads. A TFSEE fixada anualmnt é paga mnsalmnt m duodécimos plas concssionárias. Sua gstão fica a cargo da Anl. Psquisa Dsnvolvimnto - P&D D acordo com a Li nº 9.991/2000, Art. 24 da Li nº 10.438/2002 Art. 12 da Li nº 10.848/2004, as mprsas concssionárias ou prmissionárias d srviço público d distribuição, gração ou transmissão d nrgia létrica, assim como as autorizadas à produção indpndnt d nrgia létrica, xcto aqulas qu gram nrgia xclusivamnt a partir d pqunas cntrais hidrlétricas, biomassa, cogração qualificada, usinas ólicas ou solars, dvm aplicar, anualmnt, um prcntual mínimo d sua rcita opracional líquida m projtos d Psquisa Dsnvolvimnto Tcnológico do Stor d Enrgia Elétrica - P&D, sgundo

(Valors xprssos m milhars d rais, xcto quando indicado d outra forma) rgulamntos stablcidos pla Anl. Conform Art. 2º da Li nº 9.991/2000, as concssionárias d gração mprsas autorizadas à produção indpndnt d nrgia létrica ficam obrigadas a aplicar, anualmnt, o montant d, no mínimo, um por cnto d sua rcita opracional líquida m psquisa dsnvolvimnto do stor létrico. A Rsolução Normativa nº 233/2006, qu ntrou m vigor m 1º d janiro d 2007, stablcu m su Art. 2º qu o fato jurídico ncssário suficint para a constituição das obrigaçõs lgais rfridas m su Art. 1º é o rconhcimnto contábil, por part das concssionárias prmissionárias, bm como plas autorizadas à produção indpndnt d nrgia létrica dos itns da Rcita Opracional, lncados no parágrafo 1º do Art. 3º, dsta Rsolução. Em atndimnto ao Ofício Circular SFF/Anl nº 2.409/2007, a Companhia tm aprsntado os gastos com P&D no grupo das dduçõs da rcita bruta. Sgundo a Rsolução Normativa nº 316/2008, a mprsa d nrgia létrica dvrá nviar, na forma do parágrado 1º, do artigo 2º, rlatório final d auditoria contábil financira spcífico dos projtos d P&D para avaliação final da Anl, para fins d rconhcimnto dos invstimntos ralizados. 20. PATRIMÔNIO LÍQUIDO 20.1. Capital Social Em 31 d dzmbro d 2012, o capital social autorizado da Companhia é d R$ 2.355.580, sndo R$ 785.193 m açõs ordinárias R$ 1.570.387 m açõs prfrnciais, todas nominativas scriturais sm valor nominal. O capital social subscrito intgralizado é d R$ 1.339.138 (R$ 1.639.138 m 31 d dzmbro d 2011) dividido m 94.433.283 (novnta quatro milhõs, quatrocntos trinta três mil, duzntas oitnta três) açõs, sndo 31.477.761 (trinta um milhõs, quatrocntas stnta st mil, stcntas sssnta uma) açõs ordinárias 62.955.522 (sssnta dois milhõs, novcntas cinqunta cinco mil, quinhntas vint duas) açõs prfrnciais, todas nominativas scriturais, sm valor nominal. Posição Acionária m 31/12/2012 m milhars d açõs Acionistas Ordinárias % Prfrnciais % Total % Duk Enrgy Intrnat. Brasil Ltda. 31.181 99,06 57.850 91,89 89.031 94,28 Duk Enrgy Intrnat. Brazil Holdings Ltd. 735 1,17 735 0,78 Cia. Mtropolitano d São Paulo 1.324 2,10 1.324 1,40 Dmais pssoas físicas jurídicas 297 0,94 3.046 4,84 3.343 3,54 31.478 100,00 62.955 100,00 94.433 100,00 A rdução d capital d R$ 300.000, aprovada pla Anl através do dspacho nº 107 m 13 d janiro d 2012 m Assmblia Gral Extraordinária - AGE d 21 d maio d 2012, foi paga aos acionistas da Companhia m 10 d agosto d 2012 após transcorrido o prazo d 60 dias (sssnta dias) d oposição d crdors, prvisto no parágrafo 2º do Art. 174 da Li n 6.404/1976, sm a incidência d corrção sobr o valor crditado aos acionistas ntr a data d dlibração da AGE o ftivo crédito aos acionistas. A rdução d capital não acarrtou no canclamnto d quaisqur açõs ordinárias ou prfrnciais rprsntativas do capital social da Companhia, mantndo-s, admais, inaltrado o prcntual d participação dos acionistas no capital social da Companhia. As açõs prfrnciais possum as sguints caractrísticas: i. Prioridad d rmbolso no capital, sm dirito a prêmio no caso d liquidação da socidad; ii. Dividndo prioritário, não cumulativo, d 10% a.a. calculado sobr o capital próprio a sta spéci d açõs; iii. Dirito d srm incluídas na ofrta pública d alinação d control, nas condiçõs prvistas no Art. 254-A da Li nº 6.404/1976; iv. Dirito d indicar um mmbro do Conslho Fiscal, rspctivo suplnt, scolhidos plos titulars das açõs, m votação m sparado; v. Dirito d participar dos aumntos d capital, dcorrnts da capitalização d rsrvas lucros, m igualdad d condiçõs com as açõs ordinárias; vi. Não trão dirito a voto srão irrsgatávis, nquanto cada ação ordinária nominativa trá dirito a 1 (um) voto nas dlibraçõs das Assmblias Grais. 20.2. Rsrvas d Capital Ágio na subscrição d açõs 468 468 Conta cisão (6.418) (6.418) Ágio na incorporação d socidad controladora 103.838 103.838 Pagamnto basado m açõs 1.544 1.442 99.432 99.330 Em conformidad com a Instrução CVM nº 319/1999 Rsolução Anl nº 28/2002, a Companhia foi autorizada a ralizar a incorporação d sua Controladora Duk Sudst, nos trmos do Laudo d Avaliação da consultoria indpndnt. 20.3. Rsrvas d Lucros Em 31 d dzmbro d 2012, o saldo d rsrvas d lucros no montant d R$ 90.211 (R$ 71.863 m 31 d dzmbro d 2011) é constituído pla rsrva lgal, no montant d R$ 88.094 plo valor rfrnt aos fitos do plano d pnsão aposntadoria rclassificados d outros rsultados abrangnts, no montant d R$ 2.117, conform dtrminado plo CPC 33, parágrafo 93d. 20.4. Dividndos JSCP a) Dstinação do lucro líquido do xrcício Bas d cálculo dos dividndos ajustada 324.648 281.261 Constituição da rsrva lgal (16.231) (14.063) Dprciação (custo atribuído) 103.423 110.894 Baixas (custo atribuído) 1.208 1.177 IR/CSLL difridos (35.575) (38.104) Lucro líquido do xrcício ajustado para fins d dividndos 377.473 341.165 Dividndos/JSCP propostos Dividndos intrmdiários (206.814) (144.286) Juros sobr capital próprio (86.690) (98.211) Dividndos propostos (83.969) (98.668) Total (377.473) (341.165) b) Composição d dividndos JSCP a pagar Dividndos propostos 83.969 98.668 Juros sobr capital próprio a pagar 73.879 83.611 Dividndos, juros sobr capital próprio rdução d capital m custódia 1.078 840 158.926 183.119 c) Valor por ação dos dividndos, JSCP Rdução d Capital Valor por ação - R$ Dlibração Provnto Montant PN ON AGE d 21/12/2012 Juros sobr capital próprio 86.690 0,91800 0,91800 AGE d 31/10/2012 Dividndos intrmdiários 206.814 2,19005 2,19005 AGE d 21/05/2012 Rstituição d capital 300.000 3,17685 3,17685 AGO d 27/04/2012 Dividndos propostos 98.668 0,83699 1,46055 AGE d 27/12/2011 Juros sobr capital próprio 98.211 1,04000 1,04000 AGE d 19/10/2011 Dividndos 144.286 1,73576 1,11221 AGO d 29/04/2011 Dividndos propostos 119.911 0,70591 2,39758 AGO d 29/04/2011 Dividndos propostos (Rsrva d lucros) 5.601 0,05932 0,05932 D acordo com o Estatuto Social da Companhia, a distribuição dos rsultados apurados m 30 d junho 31 d dzmbro d cada ano far-s-á smstralmnt, m assmblia gral, ou m príodos infriors, caso o Conslho d Administração dlibr a distribuição d dividndos trimstrais ou intrmdiários. Cabrá à assmblia gral dlibrar, até 31 d outubro d cada ano, sobr a distribuição d dividndos basados nos rsultados apurados no balanço smstral d 30 d junho, conform stipulado no Estatuto Social, rspitado o disposto no parágrafo 3º do Art. 205 da Li nº 6.404/1976. O Conslho d Administração podrá dlibrar a distribuição d dividndos trimstrais, com bas m balanço spcial lvantado para ss fim, dsd qu o total dos dividndos pagos m cada smstr civil não xcda o montant das rsrvas d capital d qu trata o parágrafo 1º do Art. 182 da Li nº 6.404/1976. Mdiant dlibração do Conslho d Administração, podrão sr dclarados dividndos intrmdiários à conta d lucros acumulados ou d rsrva d lucros xistnts no último balanço anual ou smstral já aprovado pla assmblia gral. Ants da distribuição dos dividndos srão dduzidos 5% (cinco por cnto) para constituição da rsrva lgal, até o limit d 20% (vint por cnto) do capital social. Após a ddução para a rsrva lgal, os lucros líquidos distribuir-s-ão na sguint ordm: i. dividndo d até 10% (dz por cnto) ao ano às açõs prfrnciais, a sr ratado igualmnt ntr las, calculado sobr o capital próprio a sta spéci d açõs; ii. dividndo d até 10% (dz por cnto) ao ano às açõs ordinárias, a sr ratado igualmnt ntr las, calculado sobr o capital próprio a sta spéci d açõs; iii. distribuição do saldo rmanscnt às açõs ordinárias prfrnciais, m igualdad d condiçõs. Os dividndos intrmdiários, aprovados m AGE ralizada m 31 d outubro d 2012, rsultou aprovada proposta da Administração da Companhia quanto à dclaração d dividndos intrmdiários no montant global d R$ 206.814, dbitado intgralmnt à conta d lucro líquido do xrcício, alocado às açõs prfrnciais ou ordinárias à razão d R$ 2,190050242 por ação, m cumprimnto ao disposto no itm (ii), do Artigo 5º, do Estatuto Social da Companhia pago m 23 d novmbro d 2012, portanto, sm incidência d corrção sobr o valor crditado aos acionistas ntr a data d dclaração, na AGE, ftivo crédito aos acionistas, considrado como adiantamnto para fins do cômputo d afrição do dividndo prioritário fixo atribuívl às açõs prfrnciais na AGO d 2012, conform prvisão statutária lgal. 20.5. Pagamnto basado m açõs Não há plano d rmunração basado m açõs d missão da Companhia aos mmbros do Conslho d Administração Dirtoria Estatutária ou sus mprgados. No ntanto, alguns administradors da Companhia ram lgívis ao Programa d Incntivo d Longo Prazo (Long Trm Incntiv Program - LTI), o qual é stablcido pla Controladora condicionado ao alcanc d mtas corporativas globais /ou prmanência do mprgado, como part da sua stratégia d rtnção d longo prazo d profissionais criação d valor para o ngócio d forma sustntávl. O programa concd ao xcutivo a oportunidad d rcbr uma rmunração basada nas açõs da Controladora (a Companhia não possui plano local nvolvndo suas açõs), o qual é dfinido pago pla Controladora, sm ônus para a Companhia. O rfrido programa é outorgado apnas aos xcutivos qu sjam lgívis. Em 2010 2009, o programa outorgou uma dtrminada quantidad d açõs ou prformanc shars (o administrador rcb um dtrminado númro d açõs da Controladora ( ainda sus dividndos quivalnts), sndo qu a quantidad d tais açõs pod variar conform prformanc d crtas mtas prstablcidas) bm como phantom shars (dirito outorgado ao xcutivo d rcbr açõs da Duk Enrgy Corporation cumprido o príodo d três anos). O quadro a sguir aprsnta o númro d açõs mitidas pla Controladora suas rspctivas movimntaçõs: Em quantidad d açõs Saldo m 31/12/2011 7.429 Exrcidas (3.000) Vncidas/Cancladas (3.875) Grupamnto d açõs (369) Saldo m 31/12/2012 185 No xrcício d 2012, a Controladora rmunrou os xcutivos lgívis m R$ 102 (R$ 197 no xrcício d 2011) rfrnt ao pagamnto basado m açõs qu a Companhia rconhcu como dspsa m su rsultado m contrapartida d rsrvas d capital, m consonância com o CPC 10 (R1) (Pagamnto basado m açõs) (vid Nota 13.4). 20.6. Ajusts d avaliação patrimonial Custo atribuído Plano d pnsão Total Saldo m 31/12/2011 1.007.829 7.105 1.014.934 Ralização dos ajusts d avaliação patrimonial Dprciação (103.423) (103.423) Baixa (1.208) (1.208) (104.631) (104.631) Imposto difrido sobr a ralização dos ajusts d avaliação patrimonial 35.575 35.575 (69.056) (69.056) Rsultado abrangnt Prdas atuariais com plano d pnsão d bnfício dfinido (7.558) (7.558) Imposto d rnda contribuição social difridos sobr prdas atuariais 2.570 2.570 (4.988) (4.988) Rclassificação para rsrva d lucros - CPC 33 parágrafo 93d (2.117) (2.117) Saldo m 31/12/2012 938.773 938.773 Conform prvisto no CPC 27 (Ativo imobilizado) m atndimnto às orintaçõs contidas na ICPC 10 (Intrprtação sobr a aplicação inicial ao ativo imobilizado à propridad para invstimnto dos pronunciamntos técnicos CPCs 27, 28, 37 43), a Companhia contabilizou o valor justo do ativo imobilizado (custo atribuído) na data da adoção inicial dos CPCs m 1º d janiro d 2009. A contrapartida do rfrido ajust, líquido d imposto d rnda contribuição social difridos, foi rconhcida na conta ajust d avaliação patrimonial, no patrimônio líquido. Esta rubrica é ralizada contra a conta d lucros acumulados na mdida m qu a dprciação do valor justo do imobilizado é rconhcida no rsultado da Companhia (vid Nota 10.1). Adicionalmnt, considrando as opçõs d rconhcimnto d ganhos prdas atuariais aprsntadas plo CPC 33 (Bnfícios a mprgados), a Companhia lgu rconhcr os ganhos prdas atuariais imdiatamnt via outros rsultados abrangnts, com fito imdiato no patrimônio líquido da Companhia, conform disposto no parágrafo 93D do rfrido pronunciamnto. Éimportant rssaltar qu caso sja apurado um ativo no xrcício o msmo fiqu acima do limit stablcido no parágrafo 58, o ajust no ativo dvido a ss limit trá impacto no patrimônio líquido da Companhia via outros rsultados abrangnts (vid Nota 16). 21. RECEITA LÍQUIDA Suprimnto d nrgia létrica Contratos bilatrais 726.299 637.285 Contratos d lilõs 394.126 379.444 PLD 78.499 35.631 MRE 19.912 11.103 1.218.836 1.063.463 Outras rcitas 65 93 1.218.901 1.063.556 Dduçõs à rcita opracional PIS COFINS (99.120) (88.271) ICMS (5.529) (8.078) P&D (11.084) (9.204) (115.733) (105.553) Rcita opracional líquida 1.103.168 958.003 22. CUSTOS E DESPESAS OPERACIONAIS A sguir, dtalhamnto dos custos dspsas opracionais por naturza: Dspsas grais adm. Total Total Custo da Dspsas/(rcitas) opracionais nrgia vndida Pssoal 36.772 29.564 66.336 54.968 Matrial 3.420 140 3.560 3.418 Srviços d trciros 23.815 18.068 41.883 35.784 Taxa d fiscalização da Anl 4.475 4.475 4.298 Enrgia comprada para rvnda 61.640 61.640 1.302 Encargos d uso da rd létrica 83.263 83.263 77.585 Compnsação financira pla utilização d rcursos hídricos 59.011 59.011 53.237 Dprciação amortização 220.434 2.415 222.849 230.740 Provisão para riscos fiscais, trabalhistas ambintais (91) 1.703 1.612 11.045 Provisão para crédito d liquidação duvidosa (5.127) (5.127) 3.003 Aluguéis 18 3.507 3.525 3.235 Sguros 3.686 3.686 2.575 Outras 900 10.413 11.313 10.974 497.343 60.683 558.026 492.164 23. ENERGIA ELÉTRICA VENDIDA E COMPRADA E ENCARGOS DE USO DA REDE 23.1. Enrgia létrica vndida Suprimnto MWh (*) R$ MWh (*) R$ Contratos bilatrais 4.978.115 726.299 4.671.725 637.285 Contratos d lilõs 4.064.153 394.126 4.138.390 379.444 PLD 821.618 78.499 1.342.560 35.631 MRE 2.084.735 19.912 1.242.300 11.103 11.948.621 1.218.836 11.394.975 1.063.463 (*) Não auditados plos auditors indpndnts A tabla a sguir rsum os volums m MW d Enrgia Assgurada contratadas/xpctativa d ralização d contratos pla Companhia no Ambint d Contratação Livr - ACL Ambint d Contratação Rgulada - ACR m 31 d dzmbro d 2012. MW (*) 2011 2012 2013 Enrgia disponívl para vnda 1.010 1.010 1.011 ACR 472 463 256 2005 (8 anos) 199 195 2006 (8 anos) 55 54 53 2007 (8 anos) 218 214 203 ACL 530 545 719 Contratos bilatrais com consumidors livrs 530 545 719 Subtotal 1002 1.008 975 Enrgia livr para contratação 8 2 36 Prcntual d nrgia contratada 99,2% 99,8% 96,4% (*) Não auditados plos auditors indpndnts 23.2. Enrgia létrica comprada para rvnda MWh (*) R$ MWh (*) R$ Enrgia comprada - Bilatral 175.680 15.999 Enrgia comprada - PLD 147.332 45.605 732 Enrgia comprada - MRE 3.137 36 63.168 570 326.149 61.640 63.168 1.302 (*) Não auditados plos auditors indpndnts Em dcorrência da adquação do lastro durant o ano d 2012, ftuou-s compra d nrgia (Enrgia comprada - Bilatral) no xrcício. Durant o ano d 2012, a Companhia rgistrou uma dspsa d compra d nrgia no mrcado PLD no montant d R$ 45.605 (R$ 732 m 31 d dzmbro d 2011), sndo qu R$ 45.399 rfrm-s à xposição no mrcado d curto prazo m dzmbro d 2012, cujo volum é d 147.332 MWh R$ 206 rfrm-s ao procsso d rcontabilização promovido pla CCEE, para o qual os volums d nrgia corrspondnts não são discriminados. Adicionalmnt, no dcorrr do xrcício d 2012, foi ncssária a compra d nrgia no mrcado MRE. Embora a gração da Companhia tnha sido suprior à sua garantia física, proporcionalmnt, a gração do SIN; m rlação à garantia física do sistma, aprsntou valors supriors aos da gração da Companhia. Como consquência, houv a compra d nrgia rfrnt ao ms d janiro. 23.3. Encargos d uso da rd létrica Tust 69.434 64.804 Tusd-g 13.684 12.645 Encargos d conxão 145 136 83.263 77.585 As tarifas dvidas pla Companhia stablcidas pla Anl são: Tust, Tusd-g Encargos d Conxão (vid Nota 12). A Tust rmunra o uso da Rd Básica, qu é composta por instalaçõs d transmissão com tnsão igual ou suprior a 230 kv. Apart d cada mprsa do total do ncargo é calculada com bas m: (i) valor comum a todos os mprndimntos (slo), rfrnt a 80% do ncargo Tust, (ii) valor qu considra a proximidad do mprndimnto d gração m rlação aos grands cntros consumidors no caso da gração ou a proximidad m rlação aos grands cntros gradors no caso das distribuidoras ou consumidors livrs (locacional), rfrnt a 20% do ncargo Tust. A Tusd-g rmunra o uso do sistma d distribuição d uma concssionária d distribuição spcífica. As concssionárias d distribuição opram linhas d nrgia m baixa média tnsão qu são utilizadas plos gradors para ligar suas usinas à Rd Básica ou a cntros d consumo. Somnt quatro das usinas da Companhia dvm pagar Tusd-g para acssar os cntros d consumo, quais sjam: Usina Rosana (qu s ncontra na ára d concssão da Elktro Eltricidad Srviços S.A.) Usinas Canoas I, Canoas II Salto Grand (qu s ncontram na ára d concssão da Emprsa d Distribuição d Enrgia Val Paranapanma S.A.); as outras usinas (Jurumirim, Capivara, Chavants Taquaruçu) stão ligadas dirtamnt à Rd Básica. O ncargo d conxão contmpla apnas a rmunração plas instalaçõs d uso xclusivo da Companhia. 24. RESULTADO FINANCEIRO Rcitas Aplicaçõs financiras 30.135 28.367 Rcitas plano d pnsão (vid Nota 16) 6.924 4.330 Variaçõs montárias Dpósitos judiciais 3.501 3.618 Outras 6 838 Juros sobr RTE 261 590 Juros dscontos obtidos 1.421 1.772 42.248 39.515 Dspsas Juros dbênturs (90.982) (84.994) Variaçõs montárias Dbênturs (46.733) (36.425) Tusd-g (4.158) (6.495) Provisõs p/riscos fiscais, trabalh. ambintais (1.004) (424) Outras (1.642) (2.173) Dspsas financiras CCEE (151) (148) Outras dspsas financiras (997) (1.424) (145.667) (132.083) (103.419) (92.568) 25. LUCRO POR AÇÃO O cálculo básico diluído d lucro líquido por ação é fito através da divisão do lucro líquido do xrcício, atribuído aos dtntors d açõs ordinárias prfrnciais da Companhia, pla quantidad média pondrada d açõs ordinárias prfrnciais disponívis durant o xrcício. O quadro a sguir aprsnta os dados d rsultado açõs utilizados no cálculo dos lucros básico diluído por ação: Numrador Lucro líquido do xrcício atribuido aos acionistas da Companhia Lucro disponívl aos acionistas prfrnciais 216.432 187.507 Lucro disponívl aos acionistas ordinários 108.216 93.754 324.648 281.261 Dnominador Média pondrada d númro d açõs prfrnciais 62.955 62.955 Média pondrada d númro d açõs ordinárias 31.478 31.478 94.433 94.433 Rsultado básico diluído por ação Ação prfrncial 3,43786 2,97838 Ação ordinária 3,43786 2,97849 26. INSTRUMENTOS FINANCEIROS As opraçõs da Companhia comprndm a gração a vnda d nrgia létrica para companhias distribuidoras clints livrs. As vndas são ftuadas através dos dnominados contratos bilatrais, assinados m príodo postrior ao da privatização da Companhia, qu dtrminam a quantidad o prço d vnda da nrgia létrica. O prço é rajustado anualmnt pla variação do IGP-M ou IPCA. Evntuais difrnças ntr a quantidad d nrgia grada o somatório das quantidads vndidas através d contratos (faltas ou sobras) são ajustadas através das rgras d mrcado liquidadas no âmbito da CCEE. Os principais fators d risco d mrcado qu aftam o ngócio da Companhia stão dscritos na Nota 4. Nos contratos fchados no mrcado livr com os consumidors livrs comrcializadors, a Companhia, através da ára d crédito, ftua a anális d crédito dfin os limits garantias qu srão rquridos.

(Valors xprssos m milhars d rais, xcto quando indicado d outra forma) Todos os contratos tm cláusulas qu prmitm a Companhia canclar o contrato a ntrga d nrgia no caso d não comprimnto dos trmos do contrato. Instrumntos financiros no balanço patrimonial: a) Caixa quivalnts d caixa (vid Nota 6) Aplicaçõs no mrcado abrto m rnda fixa, acrscidas dos rndimntos aufridos até a data do balanço, ralizávis por prazos infriors a 90 dias qu stão rconhcidas contabilmnt plo valor d rntabilidad ofrtado no mrcado. b) Dbênturs (vid Nota 14) Valor Contábil Valor a Mrcado Valor Contábil Valor a Mrcado Dbênturs 950.163 1.049.724 811.250 940.651 A Companhia não ralizou opraçõs com drivativos nos xrcícios d 2012 2011, assim como não possui opraçõs com drivativos na data dstas dmonstraçõs financiras.também não há xposição a variaçõs cambiais m moda strangira, por não possuir tais opraçõs. 27. SEGUROS A Companhia mantém contratos d sguros lvando m conta a naturza o grau d risco para cobrir vntuais prdas significativas sobr sus ativos /ou rsponsabilidads. As principais cobrturas, conform apólics d sguros são: Cobrtura m R$ milhars Dscrição Danos Matriais Lucros Cssants 914.200 825.500 Rsponsabilidad Civil (Concssionária) 9.142 8.255 28. EVENTOS SUBSEQUENTES 28.1. Juros sobr capital próprio - JSCP Os juros sobr capital próprio, aprovados m AGE d 21 d dzmbro d 2012, foram pagos aos acionistas da Companhia m 29 d janiro d 2013 sm a incidência d corrção sobr o valor crditado aos acionistas ntr a data d dlibração da AGE o ftivo crédito aos acionistas foi imputado aos dividndos mínimos obrigatórios a srm pagos pla Companhia, rlativos ao xrcício social ncrrado m 31 d dzmbro d 2012. PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conslho Fiscal da Duk Enrgy Intrnational, Gração Paranapanma S/A. ( Companhia ), socidad por açõs d capital abrto, com sd na Avnida das Naçõs Unidas, nº 12.901, 30º andar, Torr Nort, Bairro Brooklin, na cidad d São Paulo, Estado d São Paulo, inscrita no CNPJ sob nº 02.998.301/0001-81, no xrcício d suas funçõs lgais statutárias, m runião ralizada m 20.3.2013, xaminou as Dmonstraçõs Financiras da Companhia ( Notas Explicativas), o Rlatório Anual da Administração, a Proposta para Distribuição do Rsultado o Parcr dos Auditors Indpndnts, rfrnts ao xrcício social ncrrado m 31.12.2012. Com bas nos xams ftuados, obsrvadas as análiss lvadas a fito os sclarcimntos aprsntados plos administradors da Companhia, o Conslho Fiscal, por unanimidad d sus mmbros, opina favoravlmnt, sm qualqur rssalva, às Dmonstraçõs Financiras da Companhia ( Notas Explicativas), ao Rlatório Anual da Administração à Proposta para Distribuição do Rsultado, dtrminando o ncaminhamnto do prsnt parcr à assmblia gral ordinária, para os dvidos fins d dirito. São Paulo, 20 d março d 2013. Jarbas Tadu Barsanti Ribiro Prsidnt Marclo Curti Conslhiro Eftivo François Morau Conslhiro Eftivo Ary Waddington Conslhiro Suplnt Edmundo Falcão Koblitz Conslhiro Suplnt Marcllo Joaquim Pachco Conslhiro Suplnt DECLARAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Os mmbros do Conslho d Administração da Duk Enrgy Intrnational, Gração Paranapanma S/A. ( Companhia ), socidad por açõs d capital abrto, com sd na Avnida das Naçõs Unidas, nº 12.901, 30º andar, Torr Nort, Bairro Brooklin, na cidad d São Paulo, Estado d São Paulo, inscrita no CNPJ sob nº 02.998.301/0001-81, dclaram qu: (i) xaminaram discutiram o Rlatório da Administração as dmais Dmonstraçõs Financiras da Companhia, rlativos ao xrcício social ncrrado m 31 d dzmbro d 2012; (ii) manifstaram sua intira concordância, por unanimidad, quanto aos rfridos documntos. Fac ao xposto, é manifstação do Conslho d Administração qu os citados documntos mrcm a aprovação da Assmblia Gral Ordinária dos Acionistas, a ralizar-s m abril d 2013. DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Andréa Elizabth Brton Elizabth Christina DLaRosa São Paulo, 18 d março d 2013. Jairo d Campos Prsidnt Gláucio João Agostinho Maurício Lotufo Maudonnt Em atndimnto ao disposto nos incisos V VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, d 07 d dzmbro d 2009, os mmbros da Dirtoria da Duk Enrgy Intrnational, Gração Paranapanma S/A. ( Companhia ), socidad por açõs d capital abrto, com sd na Avnida das Naçõs Unidas, nº 12.901, 30º andar, Torr Nort, Bairro Brooklin, na cidad d São Paulo, Estado d São Paulo, inscrita no CNPJ sob nº 02.998.301/0001-81, dclaram qu: (i) rviram, discutiram concordam com o Rlatório Anual da Administração com as Dmonstraçõs Financiras da Companhia do xrcício social findo m 31 d dzmbro d 2012; (ii) rviram, discutiram concordam com as opiniõs xprssas no parcr da Dloitt Touch Tohmatsu Auditors Indpndnts, auditors indpndnts da Companhia, rlativamnt às Dmonstraçõs Financiras da Companhia do xrcício social findo m 31 d dzmbro d 2012. São Paulo, 18 d março d 2013. Armando d Azvdo Hnriqus Dirtor Excutivo Prsidnt Angla Aparcida Sixas César Todoro Dirtora Excutiva Financira d Controls Intrnos Dirtora Dirtor Excutivo d Mio Ambint, Saúd Sgurança Excutiva d Rlaçõs com Invstidors Jairo d Campos Carlos Albrto Dias Costa Dirtor Excutivo d Rcursos Humanos, Dirtor Excutivo d Opraçõs Administração, Compras Informática CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Jairo d Campos Prsidnt Andréa Elizabth Brton Elizabth Christina DLaRosa Maurício Lotufo Maudonnt Gláucio João Agostinho Paulo Nicácio Júnior Mmbro Suplnt MEMBROS DA ADMINISTRAÇÃO CONSELHO FISCAL Jarbas Tadu Barsanti Ribiro Prsidnt Marclo Curti Conslhiro Eftivo François Morau Conslhiro Eftivo Ary Waddington Conslhiro Suplnt Edmundo Falcão Koblitz Conslhiro Suplnt Marcllo Joaquim Pachco Conslhiro Suplnt DIRETORIA EXECUTIVA Armando d Azvdo Hnriqus Dirtor Excutivo Prsidnt Angla Aparcida Sixas Dirtora Excutiva Financira d Controls Intrnos Dirtora Excutiva d Rlaçõs com Invstidors Carlos Albrto Dias Costa Dirtor Excutivo d Opraçõs César Todoro Dirtor Excutivo d Mio Ambint, Saúd Sgurança Jairo d Campos Dirtor Excutivo d Rcursos Humanos, Administração, Compras Informática Jacqulin Ribiro Grnt Gral d Controladoria Claudio Hrrans Contador - CRC 1SP200641/O-5 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ao Conslho d Administração Acionistas da Duk Enrgy Intrnational, São Paulo - SP Examinamos as dmonstraçõs financiras da Duk Enrgy Intrnational, Gração Paranapanma S.A. ( Companhia ), qu comprndm o balanço patrimonial m 31 d dzmbro d 2012 as rspctivas dmonstraçõs do rsultado, do rsultado abrangnt, das mutaçõs do patrimônio líquido dos fluxos d caixa, para o xrcício findo naqula data, assim como o rsumo das principais práticas contábis dmais notas xplicativas. Rsponsabilidad da Administração sobr as dmonstraçõs financiras A Administração da Companhia é rsponsávl pla laboração adquada aprsntação das dmonstraçõs financiras d acordo com as práticas contábis adotadas no Brasil com as normas intrnacionais d rlatório financiro (IFRSs), mitidas plo Intrnational Accounting Standards Board - IASB, assim como plos controls intrnos qu la dtrminou como ncssários para prmitir a laboração dssas dmonstraçõs financiras livrs d distorção rlvant, indpndntmnt s causada por fraud ou rro. Rsponsabilidad dos auditors indpndnts Nossa rsponsabilidad é a d xprssar uma opinião sobr ssas dmonstraçõs financiras com bas m nossa auditoria, conduzida d acordo com as normas brasiliras intrnacionais d auditoria. Essas normas rqurm o cumprimnto d xigências éticas plos auditors qu a auditoria sja planjada xcutada com o objtivo d obtr sgurança razoávl d qu as dmonstraçõs financiras stão livrs d distorção rlvant. Uma auditoria nvolv a xcução d procdimntos slcionados para obtnção d vidência a rspito dos valors divulgaçõs aprsntados nas dmonstraçõs financiras. Os procdimntos slcionados dpndm do julgamnto do auditor, incluindo a avaliação dos riscos d distorção rlvant nas dmonstraçõs financiras, indpndntmnt s causada por fraud ou rro. Nssa avaliação d riscos, o auditor considra os controls intrnos rlvants para a laboração adquada aprsntação das dmonstraçõs financiras da Companhia para planjar os procdimntos d auditoria qu são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins d xprssar uma opinião sobr a ficácia dsss controls intrnos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adquação das práticas contábis utilizadas a razoabilidad das stimativas contábis fitas pla Administração, bm como a avaliação da aprsntação das dmonstraçõs financiras tomadas m conjunto. Acrditamos qu a vidência d auditoria obtida é suficint apropriada para fundamntar nossa opinião. Opinião sobr as dmonstraçõs financiras Em nossa opinião as dmonstraçõs financiras antriormnt rfridas aprsntam adquadamnt, m todos os aspctos rlvants, a posição patrimonial financira da Duk Enrgy Intrnational, m 31 d dzmbro d 2012, o dsmpnho d suas opraçõs os sus fluxos d caixa para o xrcício findo naqula data, d acordo com as práticas contábis adotadas no Brasil as IFRSs mitidas plo IASB. Ênfas Conform dscrito nas notas xplicativas nº 2.10. nº 3.1.2., os bns do imobilizado da atividad d gração d nrgia no rgim d produção indpndnt são dprciados plo su prazo stimado d vida-útil, considrando-s os fatos as circunstâncias qu stão mncionados na rfrida nota. À mdida qu novas informaçõs ou dcisõs do órgão rgulador ou do podr concdnt sjam conhcidas, o atual prazo d dprciação dsss ativos podrá ou não sr altrado. Nossa opinião não contém rssalva rlacionada a ss assunto. Outros assuntos Dmonstraçõs do valor adicionado Examinamos, também, a dmonstração do valor adicionado (DVA), rfrnt ao xrcício findo m 31 d dzmbro d 2012, prparada sob a rsponsabilidad da Administração da Companhia, cuja aprsntação é rqurida pla lgislação socitária brasilira para companhias abrtas, como informação suplmntar plas IFRSs qu não rqurm a aprsntação da DVA. Essa dmonstração foi submtida aos msmos procdimntos d auditoria dscritos antriormnt, m nossa opinião, stá adquadamnt aprsntada, m todos os sus aspctos rlvants, m rlação às dmonstraçõs financiras tomadas m conjunto. Auditoria dos valors corrspondnts ao xrcício antrior As informaçõs os valors corrspondnts ao xrcício findo m 31 d dzmbro d 2011, aprsntados para fins d comparação, foram antriormnt auditados por outros auditors indpndnts, qu mitiram rlatório datado d 21 d março d 2012, o qual não contv nnhuma modificação. DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditors Indpndnts CRC nº 2 SP 011609/O-8 Iara Pasian Contadora - CRC nº 1 SP 121517/O-3 São Paulo, 18 d março d 2013