FERRAMENTAS DA QUALIDADE

Documentos relacionados
Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Ferramentas da Qualidade. Professor: Fabrício Maciel Gomes

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos

Organização. Trabalho realizado por: André Palma nº Daniel Jesus nº Fábio Bota nº Stephane Fernandes nº 28591

"SISTEMAS DE COTAGEM"

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP

ISO 9001: Gestão da Qualidade

Cotagem de dimensões básicas

24/02/2015 GESTÃO DA QUALIDADE. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

ELABORAÇÃO DE PROJETOS

Apresentação do VisualA

Organização. Trabalho realizado por: André Palma nº Daniel Jesus nº Fábio Bota nº Stephane Fernandes nº 28591

O planejamento do projeto. Tecnologia em Gestão Pública Desenvolvimento de Projetos Aula 8 Prof. Rafael Roesler

Índice de Exercícios. Exercício 1.

O processo envolve quatro questões básicas:

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO

CURSO PARA GESTÃO DE PROCESSOS MÓDULO I - MAPEAMENTO E MELHORIA DE PROCESSOS DO MP-PR. 3ª Oficina 10ª Reunião Análise e Melhoria de Processos

ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS Nome: N.º Turma / /201

Controle de qualidade total. Profa Rejane Tubino

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Política do Consumidor

Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade

MÓDULO 1. I - Estatística Básica

Apresentação de Dados em Tabelas e Gráficos

Medição tridimensional

FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE

Exemplos de Exercícios da Cadeira Gestão de Projectos. Qualidade e Manutenção. Ano Lectivo 2006/2007

SEMINÁRIOS AVANÇADOS GESTÃO DE PROJECTOS

Ferramentas Básicas da Qualidade

Apresentação Caule e Folha. Exemplo

Análise de Tarefas. Análise Hierárquica de Tarefas

Algoritmo. Iniciação do Sistema e Estimativa do consumo. Perfil do utilizador. Recolha de dados

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO

Organograma, funcionograma, fluxograma

Observação das aulas Algumas indicações para observar as aulas

Desenvolvimento de uma Etapa

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos?

Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL. Procedimentos do Programa de Eficiência Energética PROPEE. Módulo 9 Avaliação dos Projetos e Programa

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS

Criar um formulário do tipo Diálogo modal ; Alterar a cor de fundo de um formulário; Inserir botões de comando e caixas de texto;

As Sete Ferramentas Básicas do Controle da Qualidade

Especificação Operacional.

Implicações da alteração da Taxa de Juro nas Provisões Matemáticas do Seguro de Vida

4.1. UML Diagramas de casos de uso

Qualidade e Comportamento do Produto em Pós-venda

Gestão da Qualidade. Aula 7. Prof. Pablo

Jardim de Infância Professor António José Ganhão

Controle e execute tudo o que está relacionado com Pessoal e Salários com um software eficaz e preparado para completar todas as tarefas nesta área

Planejamento Estratégico

Fundamentos de Teste de Software

Gerenciamento de Projetos Modulo IX Qualidade

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)

Facturação Guia do Utilizador

3 Qualidade de Software

Gestão da Qualidade. Ferramentas da Qualidade

Rugosidade. O supervisor de uma empresa verificou que. Um problema. Rugosidade das superfícies

AULA 03 Resumos e Gráficos de Dados

Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise -

Trabalho de Desenvolvimento de Sistemas de Software GereComSaber 2ª Fase

CURSO DE INICIAÇÃO PEDAGÓGICA - CIP REGIMENTO DA REGIÃO DE LEIRIA

4Distribuição de. freqüência

MATEMÁTICA. Recenseamento/Sondagem ESTATÍSTICA

AVALIAR PARA PRESERVAR O PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO

Ferramenta de Gerenciamento

Resolução da lista de exercícios de casos de uso

ANÁLISE E MELHORIA DE PROCESSOS APLICADA AO ESTÁGIO CURRICULAR

Gráficos estatísticos: histograma. Série Software ferramenta

Bem-vindo ao nosso mundo virtual! Guia do Portal de Ensino à Distância da Get Training 1

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES

Como melhorar o nível de satisfação dos Clientes

Optimização de um Mundo Virtual

Módulo 9 A Avaliação de Desempenho faz parte do subsistema de aplicação de recursos humanos.

FORMAÇÃO INICIAL PEDAGÓGICA DE FORMADORES (Parceria Secção Regional de Lisboa da OF CaF-Formação)

Matemática Aplicada às Ciências Sociais

Planejamento e Gestão Estratégica

Introdução. Escritório de projetos

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves

6. Pronunciamento Técnico CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro

1.1. Viagens com GPS. Princípios básicos de funcionamento de um GPS de modo a obter a posição de um ponto na Terra.

Para solução de problemas

Análise de regressão linear simples. Departamento de Matemática Escola Superior de Tecnologia de Viseu

Tipologia Textual O conto. Competências a trabalhar associadas ao processo CO L CEL

Escola Secundária Manuel Cargaleiro

1. Criar uma nova apresentação

Survey de Satisfação de Clientes 2009

Certidão Permanente. Manual de Procedimentos

Norma Interpretativa 2 Uso de Técnicas de Valor Presente para mensurar o Valor de Uso

Classificação da imagem (ou reconhecimento de padrões): objectivos Métodos de reconhecimento de padrões

Qualidades. Atributos de Qualidade. Atributos de Qualidade. Categorias de Qualidades. Arquitecturas de Software

COMO CALCULAR A PERFORMANCE DOS FUNDOS DE INVESTIMENTOS - PARTE I

SÍNTESE DO ACORDO COM O ME EM 07/01/2010 QUE O SEPLEU NÃO ASSINOU

TQT. As 7 Ferramentas Básicas da Qualidade. Formação em Qualidade Total. adapt UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA ESCOLA SUPERIOR DE BIOTECNOLOGIA

INGLÊS PROVA DE EXAME FINAL DE ÂMBITO NACIONAL DE. Nível de Continuação. Data: Número do Processo: SE.04.19/ º Ano de Escolaridade

Critérios Gerais de Avaliação

Transcrição:

FERRAMENTAS DA QUALIDADE Docente: Dr. José Carlos Marques Discentes: Estêvão Andrade N.º 2089206 Maria da Luz Abreu N.º 2405797 Teodoto Silva N.º 2094306 Vitalina Cunha N.º 2010607

FERRAMENTAS DA QUALIDADE As empresas cada vez mais necessitam certificar através de política e acções. Fazer qualidade é procurar a satisfação dos clientes em primeiro lugar. A verificação deste princípio fez com que muitas empresas de sucesso dominassem o mercado de produto e serviço nos últimos anos. As ferramentas analisadas a seguir são as mais utilizadas no TQC, mas não são as únicas. Essas ferramentas são usadas por todos em uma organização e são extremamente úteis no estudo associado às etapas ao fazer rodar o ciclo. Segundo Yoshinaga (1988:80), "As ferramentas sempre devem ser encaradas como um MEIO para atingir as METAS ou objectivos". Meios são as ferramentas que podem ser usadas para identificar e melhorar a qualidade, enquanto a meta é onde queremos chegar (fim). A qualidade não pode estar separada das ferramentas básicas usadas no controle, melhoria e planeamento da qualidade, visto estas fornecerem dados que ajudam a compreender a razão dos problemas e determinam soluções para eliminá-los. O objectivo deste trabalho é demonstrar a aplicação de cada uma das ferramentas, os pré-requisitos para a construção e como fazer a relação entre cada uma. As sete ferramentas da qualidade estudadas neste trabalho são: Diagrama de Pareto Histograma Diagrama de Causa e Efeito Folha de Verificação Gráficos de Controlo Fluxogramas Cartas de Controlo

DIAGRAMA DE PARETO É um gráfico de barras que ordena as frequências das ocorrências, da maior para a menor, possibilitando a preordenação dos problemas. Indica ainda a curva de percentagens acumuladas, a maior utilidade deste diagrama é a de permitir uma fácil visualização e reconhecimento das causas ou problemas mais relevantes, possibilitando a centralização de esforços sobre os mesmos. É uma das ferramentas mais eficientes para identificar problemas, melhorar a visualização, confirmar os resultados, comparar o antes e depois do problema e identificar itens que são responsáveis pelos impactos eliminando as causas. % 50 40 30 20 10 100 80 60 40 20 % acumulada 0 Defeito C Defeito A Defeito D Defeito E Defeito B 0 Figura 1 Exemplo de um Diagrama de Pareto HISTOGRAMA O Histograma é um gráfico formado por rectângulos unidos em que a base equivale ao intervalo de classes e a sua altura à frequência. A construção de histogramas tem carácter prévio em qualquer estudo e é um importante indicador da distribuição de dados. Na qualidade esta ferramenta é utilizada para analisar determinados problemas.

Como construir um histograma: Anotar todos os dados de uma análise; Contar a quantidade de valores colectados durante a tabulação de dados; Determinar qual é a amplitude R de toda a tabulação. A amplitude é o maior valor encontrado menos o menor valor encontrado Dividir o valor da amplitude R em um certo número de classes K. Este valor de K é tabela segundo a quantidade de dados totais da tabulação conforme a seguinte tabela: N.º de valores da Tabulação Número de classes K Abaixo de 50 valores 5 7 Entre 50 e 100 valores 6 10 Entre 100 e 250 valores 7 12 Acima de 250 valores 10-20 Determinar o intervalo de classes (H), utilizando a seguinte fórmula: H=R/K Determinar o limite da classe ou os pontos limites. Simplificando a determinação do limite de classe tomar a menor medida individual de tabulação. Utilizar esse número que será o valor inferior para a primeira classe. Construir uma tabela de frequências baseada nos valores calculados acima. Construir um histograma baseado na tabela de frequências. Este histograma é uma forma gráfica que fornece uma rápida visualização da distribuição para uma determinada medida. 60 50 40 30 20 10 0 33,5 39,5 45,5 51,5 57,5 63,5 69,5 75,5 81,5 87,5 Peso ( g ) Figura 2 Exemplo de um Histograma

DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO Foi desenvolvido por Kaoru Ishikawa em 1953, na Universidade de Tóquio, para representar a relação entre alguns efeitos que poderiam ser medidos e o conjunto de possíveis causas que produzem o efeito. O diagrama causa e efeito é uma representação gráfica que permite visualizar facilmente a cadeia de causas e efeitos do problema. O diagrama mostra a relação entre as características da qualidade e os factores e representa a relação entre o efeito de todas as possibilidades de causas que contribui ara esse efeito. Para cada um dos efeitos existem inúmeras causas dentro das categorias como as 6 M S: método, mão-de-obra, matéria-prima, máquinas, mensuração e meio ambiente. Através de uma lista de possíveis causas as mais prováveis são identificadas e seleccionadas ara uma melhor análise. Examinando cada causa, observa-se os factos que mudaram, como por exemplo, desvios de norma ou dos padrões. Este diagrama tem a forma de uma espinha de peixe e resulta da forma na qual as diversas causas se dispõem no diagrama. O objectivo deste diagrama é identificar e solucionar falhas. Componentes para construir o diagrama de causa e efeito: Figura 3 Construção do Diagrama Causa e Efeito

CABEÇALHO EFEITO EIXO CENTRAL CATEGORIA CAUSA SUBCAUSA CONTROLO DE QUALIDADE Contém título, data e autor Contém o indicador e qualidade e o enunciado do projecto. É escrito no lado direito, desenhado no meio da folha. Urna flecha horizontal, desenhada de forma a apontar para o efeito. Usualmente desenhada no meio da folha Representa os principais grupos de factores relacionados com efeito. As flechas são desenhadas inclinadas, as pontas convergindo para o eixo central Causa potencial, dentro de urna categoria que pode contribuir com o efeito As flechas são desenhadas em linhas horizontais, apontando para o ramo de categoria. Causa potencial que pode contribuir com urna causa específica. São ramificações de uma causa. Razões e Benefícios do diagrama de causa e efeito RAZÕES Identificar as informações a respeito das causas do seu problema. Organizar e documentar as causas potenciais de um efeito. Indicar o relacionamento de cada causa e subcausa às demais e ao efeito ou característica de qualidade. Reduzir a tendência de procurar uma causa em prejuízo do desconhecido ou esquecimento de causas potenciais. BENEFÍCIOS Ajuda a enfocar o aperfeiçoamento do processo Regista visualmente as causas potenciais que podem ser revistas e atualizadas. Prevê uma estrutura para o brainstorming. (1) Envolve todos.

Diagrama de Causa-Efeito Figura 3 Diagrama Causa e Efeito FOLHA DE VERIFICAÇÃO Tem como objectivo facilitar os dados e organizá-los permitindo um rápido conhecimento para a veracidade e que na posteriori sejam usados mais facilmente. As folhas de verificação são tabelas ou planilhas que facilitam a análise de dados evitando comprometer a análise dos mesmos, permitindo uma imediata informação da situação ajudando a diminuir os erros. São usadas para o registo de dados, sendo este um formulário de papel no qual os itens a serem verificados já estão impressos, de modo que os dados possam ser colectados de forma fácil e precisa. Tendo como fim facultar os dados e organizá-los, para que possam ser facilmente usados posteriormente. Permite uma rápida noção da veracidade e um imediato esclarecimento da situação, ajudando a diminuir os erros. A colecta e o registro dos dados parecem ser fáceis, mas na realidade não são. Usualmente quanto mais pessoas processam dados maior a possibilidade do aparecimento de erros de escrita. Por esta razão, a folha de verificação torna-se uma potente ferramenta de registro onde podemos facilmente organizar os dados.

Cada folha de verificação deve ter espaço onde registar o local, a data da colecta e o nome do responsável pelo trabalho. As folhas de verificação são ferramentas indispensáveis para alcançar a qualidade, são usadas para tornar os dados fáceis de se obter e de se utilizar. Dispõem assim os dados de uma forma mais organizada, verificando o tipo de defeito a sua percentagem e localização do defeito assim como as suas causas. GRÁFICOS DE CONTROLO Segundo Rossato (1996) os gráficos de controlo servem para examinar se o processo está ou não sob controlo, usando métodos estatísticos para observar as mudanças dentro do processo, baseado em dados de amostragem. Estes gráficos dão a informação de como o processo se comporta num determinado tempo, isto é, se ele está dentro dos limites pré estabelecidos, assinalando a necessidade de procurar a causa da variação. Os gráficos de controlo são constituídos por três linhas paralelas em que cada uma delas representa um limite o controlo, assim: Linha central representa o valor médio do característico de qualidade; Linha superior representa o limite superior do controlo; Linha inferior representa o limite inferior do controlo Figura 4 Exemplo de um Gráfico de Controlo

CARTAS DE CONTROLO As cartas de controlo são um tipo de gráfico geralmente utilizado para o acompanhamento durante um processo em que é determinado uma faixa de tolerância limitada por uma linha superior (limite superior de controlo), uma linha inferior (limite inferior de controlo) e ainda uma linha média. Estas cartas são construídas através de um histórico do processo em controlo que facilitam a supervisão do sistema. O objectivo destas cartas é verificar se o processo está sob controlo. Figura 5 Processo de Controlo Com as amostragens retiradas ao longo do tempo obtém-se um conjunto de dados, e calcula-se as estatísticas (média, amplitude, variância) que são comparadas com os limites das cartas. Existem vários tipos de cartas de controlo mas as mais usuais são elaboradas para a média (X-Chart), amplitude da amostra (R-Chart) e somas cumulativas (CUSUM-CHARTS).

Cartas de controlo para a média (X-CHART) Cartas de controlo para a amplitude (R-CHART)

FLUXOGRAMA O fluxograma é um tipo de diagrama que pode ser interpretado através de uma representação gráfica de um processo, normalmente feita com gráficos que ilustram de forma simples a transição de informação entre elementos que o compõe. O uso do fluxograma possibilita: Preparar o aperfeiçoamento de processos empresariais, ou seja, é necessário conhecer para melhorar; Identificar as actividades críticas para o processo; Conhecer a sequência e encadeamento das actividades dando uma visão do fluxo do processo; Documentação do processo para análises futuras, adequar a normas e certificações e esclarecer sobre o funcionamento para pessoas recém admitidas na organização; Fortalecer o trabalho em equipa quando o desenvolvimento dos fluxogramas é feito com a participação de todos os envolvidos. Figura 5 Fluxograma (1) O brainstorming (ou "tempestade de ideias"), mais que uma técnica de dinâmica de grupo, é uma actividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa do indivíduo, colocando-a a serviço de seus objectivos.

SÍNTESE Cada ferramenta tem uma função, sendo que não há uma indicação adequada para saber qual a ferramenta a utilizar em cada fase dos trabalhos estatísticos. Tudo depende do problema envolvido, das informações adquiridas, dos dados históricos disponíveis e do conhecimento do processo em questão. Utilização das principais ferramentas para o controlo estatístico da qualidade FERRAMENTAS O QUE É? UTILIZAÇÃO Diagrama de Pareto Diagrama de barra que Priorizar as poucas, ordena as ocorrências da maior para a menor. mas vitais. Histograma Diagrama de barras que representa a distribuição da ferramenta de uma população. Diagrama de Causa e Método que expressa a Efeito série de causas de um Folha de Verificação Gráficos de Controlo Fluxogramas Cartas de Controlo efeito (problema). Planilha para colheita de dados. Gráfico com limite de controlo que permite o monitoramento dos processos. Representação pictórica do processo; normalização do processo. Processo mais usual para monitorar um processo. Verificar o comportamento de um processo em relação à especificação. Ampliar a quantidade de causas potenciais a serem analisadas. Facilitar a colheita de dados referente um problema. Verificar se o processo está sob controlo. Esquema passo-a-passo do processo com análise, discussão e comunicação; melhoria do processo. Verificar se o processo está sob controlo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS http://www.geranegocio.com.br/html/geral/ql4d.html http://labinfo.cefetrs.edu.br/professores/johnsoprana/controle%20da %20qualidade/ferramentas%20da%20qualidade.pdf http://www.dq.fct.unl.pt/qof/chem7.html http://www.ogerente.com.br/qual/dt/qualidade-dtdiagrama_causa_efeito.htm http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070511053740a AwoWCR http://www.dq.fct.unl.pt/qof/chem7.html