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Transcrição:

CM005 Álgebra Linear Lista 2 Alberto Ramos 1. Seja M M n (R) uma matriz. Mostre que se {v 1,..., v p } R n é linearmente dependente, então {Mv 1,..., Mv p } é também linearmente dependente. Agora suponha que M é invertível. Então, se {v 1,..., v p } R n é linearmente independente, então {Mv 1,..., Mv p } é linearmente independente. 2. Calcule o posto para cada uma das seguintes matrizes. Também, encontre bases para lin(a) (espaço-linha de A), col(a) (espaço-columa) e para Nuc(A) (núcleo de A). 1 1 3 1 1 0 1 2 4 0 2 1 A = 0 2 1 A = 0 1 1 1 A = 1 2 1 2 3 1 1 4 0 1 1 1 1 2 1 4 4 3. Ache todos os valores possíveis para posto(a) em função dos valores de α. A = 1 2 α 2 4α 2 A = 6 6 4 2 1 α α 2 1 α 2 1 Conhecendo o posto(a), calcule a nulidade de cada matrix, i.e., dim(nuc(a)). 4. Uma matriz A M m n (R) tem posto 1, se e somente se A = uv T para algum u R m, v R n. 5. Calcule a dimensão e ache uma base para os seguintes espaços vetoriais. (a) S := {(3a + 4b 4c, 4a 8b 12c, 2a 4b + 2c) : a, b, c R} R 3 (b) S := span{(1, 2, 1), (1, 2, 1), (0, 1, 1), (1, 1, 0), (0, 1, 1)} R 3 (c) S := span{f 1 (x) = 3x, f 2 (x) = x } como subconjunto de C[ 1, 0] (d) S := span{f 1 (x) = 3x, f 2 (x) = x } como subconjunto de C[ 1, 1]. Dica: As respostas são diferentes. Faça um esboço das funções 1

6. Em R 2, verique que a matriz que transforma (1, 0) em (cos(θ), sin(θ)) e (0, 1) em ( sin(θ), cos(θ)) é dada por ( ) cos(θ) sin(θ) Q θ :=. sin(θ) cos(θ) Mostre que Q θ Q φ = Q θ+φ, Q 1 θ = Q θ. 7. Seja ā 0 R n. Considere a transformação T : R n R n, denido como T ( x) = x + ā. Esse tipo de transformação é chamada de translação. Mostre que a translação não é uma transformação linear. Descreve geometricamente o efeito de uma translação. O que acontece se ā = 0. 8. Para as seguintes transformações (de R a R) responda quais delas são tranformações lineares e quais são invertíveis. Caso seja possível, calcule a inversa. (a) T (x) = x 3, (b) T (x) = x + 1, (c) T (x) = exp(x), (d) T (x) = 3x. 9. Seja T : R 2 R 2 uma transformação linear para o qual sabemos que T (1, 1) = (3, 2) e T (3, 4) = (1, 2). (a) Determine T (2, 4) (b) Determine T (a, b) para (a, b) R 2 (c) Calcule o ker(t ). 10. Seja α R e considere T α : R 4 R 3 uma transformação linear para o qual sabemos que T α (1, 1, 0, 0) = (α + 1, 0, α + 1), T α (1, 0, 1, 1) = (2α + 2, 4α + 4, 0), T α (1, 0, 0, 2) = (3α, 6, 3) e T α (0, 0, 0, 3) = (3α, 6, 3). (a) Determine T α (4, 2, 1, 6) e T α (1, 1, 1, 3). (b) Calcule o ker(t α ) em função de α (c) Ache uma base para Im(T α ), em função de α. 11. Seja A M m n (R). (a) Mostre que Nuc(A T A) = Nuc(A). (b) Verique que posto(a T A) = posto(a) (c) Mostre que se A T A é invertível, então as colunas de A são linearmente independente. Dica: Lembre que v T v = v v = v 2 e (Av) T = v T A T para todo v R n, onde v é a norma do vetor v 12. Mostre que (a) As funções f 1 (x) = exp(λ 1 x), f 2 (x) = exp(λ 2 x),..., f k (x) = exp(λ k x), onde λ 1,..., λ k R são linearmente independente se, e somente se, λ i λ j para todo i j. 2

(b) As funções f 1 (x) = x exp(λx), f 2 (x) = x 2 exp(λx),..., f k (x) = x k exp(λx), com λ R são linearmente independente. Dica: Use o wronskiano. 13. Sejam ū 1 = (1 1 0) T, ū 2 = (1 0 1) T e ū 3 = (0 1 1) T. Considere a transformação T : R 2 R 3 denida como T (x 1, x 2 ) := x 2 ū 1 + x 1 ū 2 + (x 1 x 2 )ū 3. (a) Mostre que T é uma transformação linear. (b) Encontre a matriz associada a T em relação às bases ordenadas {e 1, e 2 } e {ū 1, ū 2, ū 3 }. (c) Encontre a matriz associada a T em relação a base ordenada {e 1, e 2 } e a base canônica de R 3. Dica: Para simplicar as contas use mudanças de bases. 14. Considere as bases ordenadas de R 3 e R 2, B = { v 1, v 2, v 3 } e F = { w 1, w 2 }, onde v 1 = (1 0 1) T, v 2 = (1 2 1) T, v 3 = ( 1 1 1) T e w 1 = (1 1) T, w 2 = (2 1) T. Para cada uma das transformações lineares T : R 3 R 2 a seguir, encontre a matriz associada em relação às bases ordenadas B e F. (a) T (x 1, x 2, x 3 ) = (x 3 2x 1 ) T, (b) T (x 1, x 2, x 3 ) = (x 1 + x 2 x 1 2x 3 ) T, (c) T (x 1, x 2, x 3 ) = (2x 2 2x 1 ) T. 15. Seja S = span{exp(x), x exp(x), x 2 exp(x)}. Seja D : S S o operador S, i.e., D(f) = f. Encontre a matriz associada de D em relação à base ordenada {exp(x), x exp(x), x 2 exp(x)}. 16. Seja P n o conjunto dos polinômios de degrau n. Considere a transformação linear D : P 1 P 1, denida como D(p) = p (a derivada de p ). (a) Verique que B = {1 + x, 1 x} é uma base para P 1. (b) Calcule a matriz associada a T, [T ] B B. 17. Seja P n o conjunto dos polinômios de degrau n. Considere a transformação T : P 2 P 2, denida como T (p) = xp (x) + p (x), para todo p P 2, onde p é a derivada de p e p é a derivada de p. 3

(a) Verique que T é uma transformação linear. (b) Encontre a matriz que representa T com relação a B := {1, x, x 2 } (c) Encontre a matriz que representa T com relação a C := {1, x, 1 + x 2 } (d) Encontre a matriz S, tal que [T ] C C = S 1 [T ] B B S. (e) Se p(x) = 3x 2 + 2x + 1, calcule T 30 (p). 18. Considere a transformação linear T : V W. Verique que ker(t ) := {v V : T (v) = 0} V e ImT := T (V ) W são subespaços vetoriais de V e W respectivamente. 19. Seja T : R m R 6 uma transformação linear. (a) Se dim(ker(t )) = 3 e T é sobrejetiva, qual é o valor de m? (b) Se T é injetiva e sobrejetiva, qual é o valor de m? (c) Suponha que m = 5, e que a dimker(t ) = 3, qual é a dimensão da Im(T )? 20. Forneça exemplos de transformações lineares T : R 4 R 2 tais que (a) Ker(T ) = { x = (x 1, x 2, x 3, x 4 ) R 4 : x 1 = x 3 }. (b) Im(T ) = {ȳ = (y 1, y 2 ) R 2 : y 1 = y 2 }. Para ambos casos, calcule dim(ker(t )) e dim(im(t )). Mostre que nenhuma transformação linear T : R 4 R 2 pode ser injetiva. Dê exemplo de transformação linear T : R 4 R 2 sobrejetiva. 21. Seja T : V W uma transformação linear entre dois espaços vetoriais de dimensão nita. (a) Mostre que T é injetiva se e somente se T leva conjuntos l.i em conjuntos l.i. (i.e. se {v 1,..., v p } é l.i. então {T (v 1 ),..., T (v p )} é l.i.) (b) Mostre que T é sobrejetiva se e somente se T leva conjunto geradores de V em conjuntos geradores de W. (i.e. se {v 1,..., v p } gera V então {T (v 1 ),..., T (v p )} gera W ) Use os itens anteriores para: I Seja o plano P : ax + by + cz = 0. Verique a projeção ortogonal π de R 3 sobre o plano é sobrejetiva. II Vericar que T : P n P n, denida como T (p) = p + p é injetora. Ainda mais, T é também sobrejetiva. 4

22. Seja T uma transformação linear, cuja matriz associada às bases B V e B W é 1 3 4 A = 2 4 6 4 3 7. 3 5 8 (a) Verique que T não é injetora nem sobrejetiva. (b) Determine o Ker(T ) usando as coordenadas associadas a B V. (c) Calcule dim(im(t )). 23. Temos que (a) Uma matriz quadrada A M n n (K) é diagonalizável se existe uma matriz S invertível e uma matriz diagonal D tal que A = S 1 DS. (b) Uma transformação linear T : V V, onde V tem dimensão nita, é diagonalizável se existe uma base B de V, tal que a matriz [T ] B B é diagonalizável. (c) Seja T : V V uma transformação linear. Se T v = λv que λ é um autovalor se λ é raíz do polinômio p(λ) := det(a λi). Se v satisfaz que Av = λv, dizemos que v é um autovetor de A associado a λ. (d) Teorema: Uma transformação linear T : V V, com dim(v ) = n é diagonalizável se, e somente se, ele possui n autovetores linearmente independentes. Isto é, T é diagonalizável se, e somente se, o espaço V tem uma base formada de autovetores de T. (e) Uma condição suciente para ser diagonalizável é que todos os autovalores de T sejam diferentes. Com essa informação: (a) Verique quais das matrizes são diagonalizáveis ( ) 1 1 2 1 2 3 2 2,, ( α R) 1 0 4 0 4 1 1 4 0 1 3 0 0 α 5