INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
|
|
|
- Marcos Martín Meneses
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MAT-2458 Álgebra Linear para Engenharia II Segunda Lista de Exercícios - Professor: Equipe da Disciplina EXERCÍCIOS 1. Verdadeiro ou falso? Justifique suas respostas. (a) Existe uma transformação linear T : P (R) M 2 (R) cuja matriz em relação às bases canônicas é a matriz identidade. (b) Se T : P 8 (R) P 8 (R) é definida por T(p) = p, então existe uma base de P 8 (R) tal que a matriz de T em relação a esta base é inversível. (c) Se T : R M 2 (R) é uma transformação linear injetora então para qualquer base de R a matriz de T em relação a esta base é inversível. (d) Se V é um espaço vetorial de dimensão finita e T : V V é um operador linear, então T é sobrejetor se, e somente se, existe uma base de V tal que a matriz de T em relação a esta base é inversível. (e) Se B e C são bases de um espaço vetorial V de dimensão finita e T : V V é um operador linear, então as matrizes [T] B e [T] C são semelhantes. 2. Determine a matriz do operador derivação D : P 4 (R) P 4 (R) definido por D(p) = p, relativamente à base { 1, x, x 2, x, x 4} de P 4 (R).. Considere os subespaços vetoriais U e V de C (R) cujas bases são respectivamente B = {cos x, sen x} e C = {e x cos x, e x sen x, e 2x cos x, e 2x sen x}. Determine as matrizes dos operadores de derivação f U f U e f V f V com respeito às bases B e C, respectivamente. 4. Qual é a matriz, relativamente à base canônica, do operador T : R 2 R 2 tal que T(2, ) = (2, ) e T(, 2) = (0, 0)? 5. Seja T : R 2 R 2 o operador linear cuja matriz em relação à base B = {( 1, 1), (0, 1)} é: [T] B =. 1 Considere as seguintes afirmações: (I) T(x, y) = (x, x + y), para todos x, y R; (II) a imagem pela transformação T da parábola { (x, y) R 2 : y = x 2} é a parábola { (x, y) R 2 : y = x 2 2x } ; (III) o vetor (2, ) pertence à imagem de T. (a) apenas as afirmações (I) e (III) são verdadeiras; (b) apenas a afirmação (I) é verdadeira; (c) todas as afirmações são verdadeiras; (d) apenas as afirmações (II) e (III) são verdadeiras; (e) todas as afirmações são falsas. 6. Considere o subespaço S de R gerado pelas colunas da matriz Obtenha números reais a, b, c de modo 2 4 que S = { (x, y, z) R : ax + by + cz = 0 }. 7. Considere as transformações lineares T : R n+1 P n (R) e S : P n (R) R n+1 definidas por T(a 0, a 1,..., a n ) = a 0 + a 1 x + + a n x n e S(p) = ( p(0), p(1),..., p(n) ). Determine as matrizes de S T e de T S com respeito às bases canônicas apropriadas.
2 8. Se T : P 1 (R) P 2 (R) é a transformação linear cuja matriz em relação às bases B = {1, 1 + t} de P 1 (R) e C = {2 + t 2, t + t 2, 1 t 2 } de P 2 (R) é: então T(1 + 2t) é igual a: (a) 1 + 7t 2 ; (b) + 4t 2t 2 ; (c) 5 + 4t t 2 ; (d) 1 + 4t + 5t 2 ; (e) 9 6t Sejam F, G operadores lineares em R tais que F(x, y, z) = (x, 2y, y z), para todo (x, y, z) R, e tais que a matriz do operador 2F G em relação à base B = { (0, 1, 0), (1, 1, 0), (0, 0, 1) } seja 1 0. Ache a matriz que representa o operador F 2 + G 2 com respeito às bases B e C = { (1, 0, 1), (0, 1, 0), (0, 1, 1) } Seja B = e considere o operador linear T : M (R) M 2 (R) definido por T(A) = BA, para todo A M 2 (R). Ache a matriz do operador S = T 2 T em relação à base canônica de M 2 (R). 11. Sejam T, S : R R operadores lineares tais que T(x, y, z) = (x + 2y, y + 2z, z), x, y, z R, [S T] can = O traço da matriz [S] can (ou seja, a soma dos elementos da diagonal principal de [S] can ) é igual a (a) 1; (b) 2; (c) ; (d) 4; (e) Sejam T : R P 2 (R) e G : P 2 (R) R transformações lineares tais que [T] BC = e [G] CB = , onde: B = { (1, 1, 0), (0, 1, 0), (0, 1, 1) } e C = { 1, 1 + x, x + x 2}. (a) Determine bases para Ker (G T) e Ker (T G). (b) Seja H = (T G) + I. Determine [H] DC, onde D = { 1, x, x 2}. 1. Sejam a, b R e T : P 2 (R) R a transformação linear cuja matriz em relação às bases canônicas de P 2 (R) e R é: A = 1 1. a 0 b (a) não existem a e b que tornem T injetora; (b) T é bijetora para quaisquer a, b R; (c) T é bijetora para quaisquer a, b R com a = b; (d) não existem a, b R que tornem T sobrejetora; (e) T é bijetora se a = b. 2 B,C
3 14. Seja T : R 2 R 2 um operador linear tal que T 2 = T. Prove que T = 0 ou T = I ou existe uma base B de R 2 tal que [T] B = Seja T : R 2 R 2 um operador linear não nulo tal que T 2 = 0. Prove que existe uma base B de R 2 tal que 0 0 [T] B =. 16. Seja T : R 4 R 4 definido por T(x, y, z, w) = ( y, x y, z, w). Mostre que T 6 = I e determine T Mostre que se A M 2 (R) então seu polinômio característico é dado por onde a 0 = det(a) e a 1 = traço(a). p A (t) = t 2 a 1 t + a Mostre que se A M n (R) é diagonalizável, então a matriz A m é diagonalizável qualquer que seja o número natural m, m Exiba uma [ matriz A ] não diagonalizável tal que a matriz A 2 seja diagonalizável. 0 1 Sugestão: 20. Mostre que o operador linear T : C(R) C(R) dado por não tem autovalores. T(u(x)) = x 0 u(s)ds 21. Seja T um operador linear com autovalores 0, 1, 2 e. Assinale a alternativa contendo uma afirmação FALSA: (a) 5, 6, 9 e 14 são autovalores de 5 I +T 2 ; (b) T é inversível e 0, 1, 1 2 e 1 são autovalores de T 1 ; (c) 0, 1, 4 e 9 são autovalores de T 2 ; (d) 0, 1, 8 e 27 são autovalores de T ; (e) 0,, 6 e 9 são autovalores de T. 22. Mostre que se λ é um autovalor do operador linear T : V V e n é um número natural, então: (a) λ n é um autovalor de T n. (b) Se f (t) é um polinômio qualquer então f (λ) é um autovalor de f (T). 2. Sejam V um espaço vetorial, T : V V um operador linear, u um autovetor de T associado ao autovalor λ e v um autovetor de T associado ao autovalor µ. Pode-se afirmar que: (a) u + v é autovetor de T se e somente se µ = λ e u + v = 0; (b) se λ = µ então λu + v não é um autovetor de T; (c) se λ = µ então u e v podem ser linearmente dependentes; (d) se λ = µ então, para todo β R, u + βv é autovetor de T associado ao autovalor λ + βµ; (e) se λ = µ então u v é autovetor de T associado ao autovalor Seja V um espaço vetorial de dimensão finita e seja T : V V um operador linear invertível. Prove que: (a) Se λ é um valor próprio de T então λ = 0. (b) λ é um valor próprio de T se, e somente se 1 λ é um valor próprio de T 1 (onde T 1 é o operador inverso de T).
4 (c) Se λ é um valor próprio de T, a multiplicidade algébrica de λ é igual à multiplicidade algébrica de 1 λ Seja A =. Calcule A 1 n, n N. Sugestão: Lembre-se de que (M 1 BM) n = M 1 B n M para todo n N. 26. Seja T : R 2 R 2 o operador linear com autovetores v 1 = (1, 1) e v 2 = (1, 1) correspondendo respectivamente aos autovalores λ 1 = 1 2 e λ 2 = 2. Seja v = (5, 1). Calcule T 10 (v) Verifique que a matriz é semelhante à matriz Verifique se cada uma das matrizes abaixo é ou não diagonalizável. Quando for diagonalizável, determine uma matriz invertível M tal que M 1 AM seja uma matriz diagonal (a) (b) (c) (d) Seja A M n (R), onde n 2. Assuma que a soma dos elementos de qualquer linha de A seja igual a 1. (a) A pode não possuir autovalores reais; (b) 1 e 0 são necessariamente autovalores de A; (c) A possui algum autovalor real, mas pode ser que nem 1 nem 0 sejam autovalores de A; (d) 1 é necessariamente autovalor de A, mas 0 pode não ser; (e) 0 é necessariamente autovalor de A, mas 1 pode não ser. 0. Seja T : R R uma transformação linear cuja matriz em relação às bases B = {(1, 1, 0), (1, 0, 0), (0, 1, 1)} e C = {(0, 1, 0), (1, 1, 0), (1, 0, 1)} é dada por a. Encontre os autovalores e autovetores de T. b. É T diagonalizável? 1. Considere a matriz real A = a b 1 0 c 0. Determine todos os valores de a, b, e c para os quais A é diagonalizável. 2. Sejam V um espaço vetorial de dimensão, T : V V um operador linear e B uma base de V tal que: a 0 a [T] B = 0 b 0, a c a onde a, b, c R. (a) se b = a = 0 então T não é diagonalizável; (b) se b = 2 a e a = 0 então T é diagonalizável; (c) se a = 0 e b = 2a = c então T é diagonalizável; (d) se a = b = 0 e c = 0 então T é diagonalizável; (e) se c = 0 e b = 2a = 0 então T não é diagonalizável.. Seja T : R 4 R 4 uma transformação linear com polinômio característico indicado por p T (t). Verifique se T é diagonalizável em cada um dos seguintes casos: 4 B,C
5 (a) p T (t) = t 4 1 (b) p T (t) = t (t + 1), e dim Ker (T) = 2. (c) p T (t) = t 2 (t 2 4), e dim Ker (T) = Sejam U um espaço vetorial de dimensão 5, T : U U um operador linear e p(t) = t(t + 1) (t + 2) seu polinômio característico. Assinale a alternativa VERDADEIRA: (a) dim(ker (T)) 2; (b) dim(ker (T)) = 1, dim(ker (T + 2 I)) = 1 e dim(ker (T + I)) = ; (c) T é sobrejetor; (d) T não é diagonalizável pois dim(u) = 5 e p possui apenas três raízes reais; (e) [(a)] T é diagonalizável se, e somente se, existem v 1, v 2, v U, linearmente independentes, tais que T(v 1 ) = v 1, T(v 2 ) = v 2 e T(v ) = v. 5. Sejam V um espaço vetorial de dimensão n > 4, T : V V um operador linear com polinômio característico p(t) = (1 t)(2 t) ( t) n 4. Assinale a alternativa FALSA: O operador T é diagonalizável se, e somente se, (a) dim(im (T I)) dim(ker (T 2 I)) = 1; (b) V = Ker (T I) + Ker (T 2 I) + Ker (T I); (c) dim(im (T I)) + dim(im (T 2 I)) + dim(im (T I)) = n; (d) dim(ker (T I)) + dim(ker (T 2 I)) + dim(ker (T I)) = n; (e) dim(ker (T 2 I)) + dim(ker (T I)) = n Seja T : R R um operador linear tal que todo vetor não nulo é um autovetor de T. Escreva então Te i = α i e i, onde α i R para i = 1, 2, e can = {e 1, e 2, e } é a base canônica de R. (a) Calcule T(e 1 + e 2 + e ). (b) Mostre que α 1 = α 2 = α. (c) Prove que existe um número α R de modo que o polinômio característico de T seja p T (t) = (t α). (d) Conclua que T = α I onde I é o operador identidade. 7. Sejam V um espaço vetorial de dimensão finita e T : V V um operador linear. Suponha que λ = µ sejam autovalores de T. Considere as seguintes afirmações: (I) se dim(v) dim ( V(λ) ) = 1 então T é diagonalizável; (II) se dim(v) = dim ( V(λ) ) + dim ( V(µ) ) então T é diagonalizável; (III) T é diagonalizável se e somente se dim(v) = 2. (a) apenas as afirmações (I) e (II) são verdadeiras; (b) apenas a afirmação (II) é verdadeira; (c) apenas as afirmações (I) e (III) são verdadeiras; (d) todas as afirmações são verdadeiras; (e) apenas as afirmações (II) e (III) são verdadeiras. 8. Seja V um espaço vetorial de dimensão finita e seja T : V V um operador linear tal que posto(t) = 1. Prove que ou T é diagonalizável ou T 2 é o operador nulo. 9. Seja V um espaço vetorial de dimensão finita e seja T : V V um operador linear tal que T 2 = T. (a) Prove que se λ é um autovalor de T então λ = 0 ou λ = 1. (b) Prove que V = Ker (T) Im (T) e conclua que T é diagonalizável. 40. Seja T : M n (R) M n (R) o operador linear tal que T(M) = M t, onde M M n (R) e M t é a transposta de M. Prove que T é diagonalizável. 41. Seja T : P n (R) P n (R) definida por T( f (t)) = f (t + 1) para todo f (t) P n (R). É T diagonalizável? Por que? 5
6 42. Seja B = {v 1, v 2, v, v 4 } uma base do espaço vetorial V e seja T : V V o operador linear dado por 2 0 [T] B = (a) Mostre que os subespaços [v 1, v 2 ] e [v, v 4 ] são invariantes sob T. (b) Verifique que T não tem autovetores. 4. Seja B = {e 1, e 2, e, e 4 } uma base de um espaço vetorial V e seja T : V V um operador linear tal que: 2 2 [T] B = Considere as seguintes afirmações: (I) o subespaço [e 1, e 2, e 4 ] é invariante por T; (II) o subespaço [e 2, e 4 ] é invariante por T; (III) o subespaço [e 1, e ] é invariante por T. (a) todas as afirmações são verdadeiras; (b) apenas as afirmações (I) e (III) são falsas; (c) apenas as afirmações (II) e (III) são falsas; (d) todas as afirmações são falsas; (e) apenas as afirmações (I) e (II) são falsas. 44. No R 4 com o produto interno usual considere o subespaço W = [(1, 1, 0, 0, ), (0, 1, 1, 1)]. (a) Determine bases ortonomais B e B para W e W respectivamente. (b) Sendo T : R 4 R 4 o operador linear dado por T(v) = proj W (v), determine a matriz de T em relação à base B B. (c) Quais são os autovalores de T? É T diagonalizável? 45. Sejam T um operador simétrico num espaço vetorial de dimensão finita V com produto interno e λ um valor próprio de T. Mostre que o subespaço (V(λ) ) é invariante por T. 46. Considere R 4 munido do produto interno usual e T : R 4 R 4 um operador linear satisfazendo as seguintes condições: (I) os únicos valores próprios de T são 2 e 2; (II) T é simétrico; (III) V(2) = [(0, 1, 1, 0), (0, 0, 0, 1), (1, 0, 0, 1)]. Temos que T(, 2, 2, ) é igual a: (a) (6, 4, 4, 6); (b) ( 4, 6, 6, 4); (c) (6, 4, 4, 6); (d) ( 6, 4, 4, 6); (e) (4, 6, 6, 4). 47. Considere R munido do produto interno usual e T : R R um operador linear definido por T(x, y, z) = (x 2y, 2x + y, z) x, y, z R. (a) T é simétrico; (b) o polinômino característico de T possui uma única raiz real; (c) T não é injetor; (d) T possui três valores próprios distintos; (e) T possui dois valores próprios distintos λ 1 e λ 2 tais que dim V(λ 1 ) = 1 e dim V(λ 2 ) = 1. 6
7 RESPOSTAS e ] 4. [ A resposta não é única. Considere, por exemplo, a = 1, b = 1 e c = Ambas as matrizes são iguais a n n n 2 n n Ordenando a base canônica de M 2 (R) como {( ) ( 0 0, 0 0 ) (, 0 1 ) ( 0 0, 0 0 )} 0 1, a resposta é a matriz (b) [H] DC = [ n n ] + 14 n n 26. ( , ) 27. As respostas vão variar. Uma tal M 1 1 é M = (a) É diagonalizável. As respostas para M vão variar M = Uma tal M é. (b)não é diagonalizável. (c)não é diagonalizável. (d)é diagonalizável. As respostas para M vão variar. Uma tal M é M = (a)autovalores: 1 e ;V( 1) = [(1, 1, 0), (1, 1, 1)] e V() = [( 1, 1, 0)]. (b) Sim. 1. Se a, c e 1 são distintos e b é qualquer; se a = c = 1 e b = 0; se a = 1 e c = 1 e b é qualquer.. (a)não. (b) Não. (c) Sim. 44. (a) B = {( 1 e B = {( 1 2, 1 2, 0, 0), ( 1, 1, 1 (b)[t] B B =, 0), ( , 1, 2, )}, 1, 2, )} Respostas dos testes: 5. (a). 8. (b). 11. (a). 1. (c). 21. (b). 2. (a). 29. (d). 2. (b). 4. (e). 5. (c). 7. (a). 4. (c). 46. (c). 47. (a). 7
MAT3458 ÁLGEBRA LINEAR II 2 a Lista de Exercícios 2 o semestre de 2018
MAT3458 ÁLGEBRA LINEAR II 2 a Lista de Exercícios 2 o semestre de 2018 1. Verdadeiro ou falso? Justifique suas respostas. (i) Existe uma transformação linear T : P 3 (R) M 2 (R) cuja matriz em relação
INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
EXERCÍCIOS INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MAT-2458 Álgebra Linear para Engenharia II Primeira Lista de Exercícios - Professor: Equipe da Disciplina 1. Em R 3, sejam S 1
MAT ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA II 1 a Lista de Exercícios - 2 o semestre de 2006
MAT 2458 - ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA II 1 a Lista de Exercícios - 2 o semestre de 2006 1. Sejam u = (x 1, x 2 ) e v = (y 1, y 2 ) vetores de R 2. Para que valores de t R a funcão u, v = x 1 y 1 +
INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MAT-458 Álgebra Linear para Engenharia II Terceira Lista de Eercícios - Professor: Equipe da Disciplina EXERCÍCIOS 1. Seja V um espaço vetorial
1 a Lista de Exercícios de MAT3458 Escola Politécnica 2 o semestre de 2016
1 a Lista de Exercícios de MAT3458 Escola Politécnica o semestre de 16 1 Para que valores de t R a função definida por (x 1, x ), (y 1, y ) = x 1 y 1 + tx y é um produto interno em R? Para cada par de
Álgebra Linear II - Poli - Gabarito Prova SUB-tipo 00
Álgebra Linear II - Poli - Gabarito Prova SUB-tipo 00 [ ] 4 2 Questão 1. Seja T : R 2 R 2 o operador linear cuja matriz, com respeito à base canônica de R 2, é. 1 3 [ ] 2 0 Seja B uma base de R 2 tal que
0 1. Assinale a alternativa verdadeira Q1. Seja A = (d) Os autovalores de A 101 são i e i. (c) Os autovalores de A 101 são 1 e 1.
Nesta prova, se V é um espaço vetorial, o vetor nulo de V será denotado por 0 V. Se u 1,...,u n forem vetores de V, o subespaço de V gerado por {u 1,...,u n } será denotado por [u 1,...,u n ]. O operador
Tópicos de Álgebra Linear Verão 2019 Lista 4: Formas de Jordan
Universidade Federal do Paraná Centro Politécnico ET-DMAT Prof. Maria Eugênia Martin Tópicos de Álgebra Linear Verão 2019 Lista 4: Formas de Jordan Exercício 1. Seja A = (a i j ) uma matriz diagonal sobre
MAT2458 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA II 2 a Prova - 2 o semestre de T ( p(x) ) = p(x + 1) p(x), (a) 8, (b) 5, (c) 0, (d) 3, (e) 4.
MAT2458 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA II 2 a Prova - 2 o semestre de 218 Q1. Considere a transformação linear T : P 3 (R) P 2 (R), dada por T ( p(x) ) = p(x + 1) p(x), para todo p(x) P 3 (R), e seja A
(x 1, y 1 ) (x 2, y 2 ) = (x 1 x 2, y 1 y 2 ); e α (x, y) = (x α, y α ), α R.
INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MAT-2457 Álgebra Linear para Engenharia I Terceira Lista de Exercícios - Professor: Equipe da Disciplina EXERCÍCIOS 1. Considere as retas
MAT Álgebra Linear para Engenharia II
MAT2458 - Álgebra Linear para Engenharia II Prova Substitutiva - 04/12/2013 Nome: Professor: NUSP: Turma: INSTRUÇÕES (1) A prova tem início às 7:30 e duração de 2 horas. (2) Não é permitido deixar a sala
(c) apenas as afirmações (II) e (III) são necessariamente verdadeiras;
Q1. Considere o espaço vetorial R 4 munido do seu produto interno usual. Sejam B uma base de R 4, A M 4 (R) uma matriz e T : R 4 R 4 a transformação linear tal que [T ] B = A. Considere as seguintes afirmações:
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Departamento de Matemática
1 Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Departamento de Matemática Lista 4 - MAT 137 -Introdução à Álgebra Linear 2017/II 1. Entre as funções dadas abaixo, verifique quais
Q1. Considere as bases: der 2 e der 3, respectivamente. Seja T :R 2 R 3 a transformação linear Temos que T(1,2) é igual a: [T] BC = 1 0
Q. Considere as bases: B = { (,),(, ) }, C = { (,,),(,,),(,,) }, der e der, respectivamente. Seja T :R R a transformação linear cuja matriz em relação às bases B e C é: [T] BC =. Temos que T(,) é igual
(d) v é um autovetor de T se, e somente se, T 2 = T ; (e) v é um autovetor de T se, e somente se, T (v) = v.
Q1. Seja V um espaço vetorial real de dimensão finita munido de um produto interno. Sejam T : V V um operador linear simétrico e W um subespaço de V tal que T (w) W, para todo w W. Suponha que W V e que
MAT Álgebra Linear para Engenharia II
MAT2458 - Álgebra Linear para Engenharia II Prova de Recuperação - 05/02/2014 Nome: Professor: NUSP: Turma: INSTRUÇÕES (1) A prova tem início às 7:30 e duração de 2 horas. (2) Não é permitido deixar a
(I) T tem pelo menos um autovalor real; (II) T é diagonalizável; (III) no espaço vetorial real R n, o conjunto {u, v} é linearmente independente.
Q1. Sejam n um inteiro positivo, T : C n C n um operador linear e seja A = [T ] can a matriz que representa T em relação à base canônica do espaço vetorial complexo C n. Suponha que a matriz A tenha entradas
5. Seja A uma matriz qualquer. Assinale a afirmativa
UFRJ Instituto de Matemática Disciplina: Algebra Linear II - MAE 125 Professor: Bruno, Gregório, Luiz Carlos, Mario, Milton, Monique e Umberto Data: 12 de julho de 2013 Terceira Prova 1. Considere no espaço
Universidade Federal da Paraíba - UFPB Centro de Ciências Exatas e da Natureza - CCEN Departamento de Matemática - DM
Universidade Federal da Paraíba - UFPB Centro de Ciências Exatas e da Natureza - CCEN Departamento de Matemática - DM 3 a Lista de Exercícios de Introdução à Álgebra Linear Professor: Fágner Dias Araruna
MAT Álgebra Linear para Engenharia II - Poli 2 ō semestre de ā Lista de Exercícios
MAT 2458 - Álgebra Linear para Engenharia II - Poli 2 ō semestre de 2014 1 ā Lista de Exercícios 1. Verifique se V = {(x, y) x, y R} é um espaço vetorial sobre R com as operações de adição e de multiplicação
1. Entre as funções dadas abaixo, verifique quais são transformações lineares: x y z
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA 657- - VIÇOSA - MG BRASIL a LISTA DE EXERCÍCIOS DE MAT 8 I SEMESTRE DE Entre as funções dadas abaixo, verifique quais são transformações
Álgebra linear A Primeira lista de exercícios
Álgebra linear A Primeira lista de exercícios Prof. Edivaldo L. dos Santos (1) Verifique, em cada um dos itens abaixo, se o conjunto V com as operações indicadas é um espaço vetorial sobre R. {[ ] a b
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Departamento de Matemática
1 Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Departamento de Matemática 3 a Lista - MAT 137 - Introdução à Álgebra Linear 2017/II 1. Sejam u = ( 4 3) v = (2 5) e w = (a b).
Tópicos de Álgebra Linear Verão 2019 Lista 2: Transformações Lineares
Universidade Federal do Paraná Centro Politécnico ET-DMAT Prof. Maria Eugênia Martin Tópicos de Álgebra Linear Verão 2019 Lista 2: Transformações Lineares Exercício 1. Prove que cada uma das transformações
3 a Lista de Exercícios de Introdução à Álgebra Linear IMPA - Verão e B =
3 a Lista de Exercícios de Introdução à Álgebra Linear IMPA - Verão 2008. (a) Ache os auto-valores e auto-vetores de A = 3 4 2 0 2 0 0 0 e B = 0 0 2 0 2 0 2 0 0 (b) Mostre que λ + λ 2 + λ 3 é igual ao
Q1. Seja V um espaço vetorial e considere as seguintes afirmações: um conjunto de geradores de um subespaço S 2 de V, então A 1 A 2
Q1. Seja V um espaço vetorial e considere as seguintes afirmações: (I) se A 1 é um conjunto de geradores de um subespaço S 1 de V e A 2 é um conjunto de geradores de um subespaço S 2 de V, então A 1 A
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Matemática
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Matemática Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Matemática Disciplina : Geometria Analítica e Álgebra Linear - GCI004 Assunto: Espaços vetoriais
(a) (1,5) Obtenha os autovalores e autovetores de L. (b) (1,0) A matriz de L em relação à base canônica de M 2 2 é diagonalizável? Explique.
Nome do(a) estudante(a): ALI0001(PRO11-0A) Prova IV 8/06/016 Prof. Helder G. G. de Lima ˆ Identifique-se em todas as folhas. ˆ Mantenha o celular e os demais equipamentos eletrônicos desligados durante
(c) A 1 = (d) A 1 = 5. Seja T : R 7 R 3 uma transformação linear sobrejetiva. (b) dim(n(t )) = 3. (d) dim(im(t )) = 0
UFRJ Instituto de Matemática Disciplina: Algebra Linear II - MAE 125 Professor: Bruno, Cesar, Flavio, Luiz Carlos, Mario, Milton, Monique e Paulo Data: 30 de outubro de 2013 (c) A 1 = 3 1 5 2 3 7 7 3 2
5. Seja R : R 3 R 3 uma rotação em torno do eixo gerado por (0, 0, 1). Suponha que R mande o vetor
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Matemática Disciplina: Álgebra Linear II Professor: Bruno Costa, Cesar Niche, Francesco Noseda, Luiz Carlos Guimarães, Mário de Oliveira, Milton Ramirez,
7. Sejam U, W subespaços vetoriais de um espaço vetorial V sobre um corpo K. Prove que U W é um subespaço vetorial de V se e somente se U W ou W U.
Lista de Álgebra Linear - Prof. Edson Iwaki 1. Quais dos subconjuntos são R subespaços vetoriais? Ache uma base para os que forem. (a) S = {(x, y, z) R 3 x 0} R 3 (b) S = {(x, y, z) R 3 x = 0} R 3 (c)
5. Considere os seguintes subconjuntos do espaço vetorial F(R) das funções de R em R:
MAT3457 ÁLGEBRA LINEAR I 3 a Lista de Exercícios 1 o semestre de 2018 1. Verique se V = {(x, y) : x, y R} é um espaço vetorial sobre R com as operações de adição e de multiplicação por escalar dadas por:
2 Álgebra Linear (revisão)
Teoria de Controle (sinopse) 2 Álgebra Linear (revisão) J. A. M. Felippe de Souza Neste capítulo vamos citar os principais tópicos de Álgebra Linear que são necessários serem revistos para o acompanhamento
1 a Lista de Exercícios MAT 3211 Álgebra Linear Prof. Vyacheslav Futorny
1 a Lista de Exercícios MAT 3211 Álgebra Linear - 213 - Prof. Vyacheslav Futorny 1 a parte: Resolução de sistemas de equações lineares, matrizes inversíveis 1. Para cada um dos seguintes sistemas de equações
ÁLGEBRA LINEAR I - MAT0032
UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA Instituto Latino-Americano de Ciências da Vida e Da Natureza Centro Interdisciplinar de Ciências da Natureza ÁLGEBRA LINEAR I - MAT0032 11 a Lista de
CM005 Álgebra Linear Lista 3
CM005 Álgebra Linear Lista 3 Alberto Ramos Seja T : V V uma transformação linear. Se temos que T v = λv, v 0, para λ K. Dizemos que λ é um autovalor de T e v autovetor de T associado a λ. Observe que λ
Álgebra Linear I - Aula 20
Álgebra Linear I - Aula 20 1 Matrizes diagonalizáveis Exemplos 2 Forma diagonal de uma matriz diagonalizável 1 Matrizes diagonalizáveis Exemplos Lembramos que matriz quadrada a 1,1 a 1,2 a 1,n a 2,1 a
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Centro de Ciências Exatas Departamento de Matemática
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Centro de Ciências Exatas Departamento de Matemática 2 a Lista - MAT 137 - Introdução à Álgebra Linear II/2005 1 Resolva os seguintes sistemas lineares utilizando o Método
exercícios de álgebra linear 2016
exercícios de álgebra linear 206 maria irene falcão :: maria joana soares Conteúdo Matrizes 2 Sistemas de equações lineares 7 3 Determinantes 3 4 Espaços vetoriais 9 5 Transformações lineares 27 6 Valores
ÁLGEBRA LINEAR I - MAT Determinar se os seguintes conjuntos são linearmente dependente ou linearmente independente (R).
UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA Instituto Latino-Americano de Ciências da Vida e Da Natureza Centro Interdisciplinar de Ciências da Natureza ÁLGEBRA LINEAR I - MAT0032 3 a Lista de
3 a LISTA DE EXERCÍCIOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DEARTAMENTO DE MATEMÁTICA ÁLGEBRA LINEAR I rofs: Enaldo Vergasta e Glória Márcia a LISTA DE EXERCÍCIOS Sejam u (x, y, z e v (x, y, z vetores do R Verifique se cada uma das
. (1) Se S é o espaço vetorial gerado pelos vetores 1 e,0,1
QUESTÕES ANPEC ÁLGEBRA LINEAR QUESTÃO 0 Assinale V (verdadeiro) ou F (falso): (0) Os vetores (,, ) (,,) e (, 0,) formam uma base de,, o espaço vetorial gerado por,, e,, passa pela origem na direção de,,
Álgebra Linear II - Poli - Prova 2
Álgebra Linear II - Poli - Prova 4 Q. Seja U um espaço vetorial com dim(u =. Considere as seguintes afirmações: (I existe uma transformação linear T : U U tal que dim(ker T + dim(im T = 5; (II se T : U
Álgebra Linear I - Lista 11. Autovalores e autovetores. Respostas. 1) Calcule os autovalores e autovetores das matrizes abaixo.
Álgebra Linear I - Lista 11 Autovalores e autovetores Respostas 1 Calcule os autovalores e autovetores das matrizes abaixo. (a ( 4 1 1, (b ( 1 1, (c ( 5 6 3 4, (d 1 1 3 1 6 6, (e 3 5 1, (f 1 1 1 1 1 1
6. Verifique detalhadamente que os seguintes conjuntos são espaços vetoriais(com a soma e produto por escalar usuais):
a Lista. Sejam u = ( 4 ) v = ( 5) e w = (a b). Encontre a e b tais que (a)w = u + v (b)w = 5v (c)u + w = u v. Represente os vetores acima no plano cartesiano.. Sejam u = (4 ) v = ( 4) e w = (a b c). Encontre
Primeira Lista de Álgebra Linear
Serviço Público Federal Ministério da Educação Universidade Federal Rural do Semi-Árido UFERSA Departamento de Ciências Ambientais DCA Prof. D. Sc. Antonio Ronaldo Gomes Garcia a a Mossoró-RN 18 de agosto
. f3 = 4 e 1 3 e 2. f2 = e 1 e 3, g 1 = e 1 + e 2 + e 3, 2 g 2 = e 1 + e 2,
INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MAT-457 Álgebra Linear para Engenharia I Segunda Lista de Exercícios - Professor: Equipe da Disciplina EXERCÍCIOS 1. Dê a matriz de mudança
Universidade Federal Fluminense - GAN
Solimá Gomes Pimentel Universidade Federal Fluminense IM - GAN Solimá Gomes Pimentel, ****- Matemática para Economia III/Solimá Gomes Pimentel 2pt, ; 31cm Inclui Bibliografia. 1. Matemática para Economia
G4 de Álgebra Linear I
G4 de Álgebra Linear I 20122 Gabarito 7 de Dezembro de 2012 1 Considere a transformação linear T : R 3 R 3 definida por: T ( v = ( v (1, 1, 2 (0, 1, 1 a Determine a matriz [T ] ε da transformação linear
1. Conhecendo-se somente os produtos AB e AC, calcule A = X 2 = 2X. 3. Mostre que se A e B são matrizes que comutam com a matriz M = 1 0
Lista de exercícios. AL. 1 sem. 2015 Prof. Fabiano Borges da Silva 1 Matrizes Notações: 0 para matriz nula; I para matriz identidade; 1. Conhecendo-se somente os produtos AB e AC calcule A(B + C) B t A
Lista 8 de Álgebra Linear /01 Produto Interno
Lista 8 de Álgebra Linear - / Produto Interno. Sejam u = (x x e v = (y y. Mostre que temos um produto interno em R nos seguintes casos: (a u v = x y + x y. (b u v = x y x y x y + x y.. Sejam u = (x y z
UFPB - CCEN - DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA 1 a LISTA DE EXERCÍCIOS PERÍODO
UFPB - CCEN - DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA a LISTA DE EXERCÍCIOS PERÍODO 0 Os exercícios 0 8 trazem um espaço vetorial V e um seu subconjunto W Sempre que W for um subespaço
FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO LEEC EXERCÍCIOS DE ÁLGEBRA
FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO LEEC EXERCÍCIOS DE ÁLGEBRA Exercícios vários. Considere o conjunto C =, e a operação binária definida por a b = min(a, b). O conjunto C é, relativamente
Segunda prova de Álgebra Linear - 01/07/2011 Prof. - Juliana Coelho
Segunda prova de Álgebra Linear - 01/07/011 Prof - Juliana Coelho JUSTIFIQUE SUAS RESPOSTAS! Questões contendo só a resposta, sem desenvolvimento ou justificativa serão desconsideradas! QUESTÃO 1, pts
G3 de Álgebra Linear I
G3 de Álgebra Linear I 2.2 Gabarito ) Considere a matriz 4 N = 4. 4 Observe que os vetores (,, ) e (,, ) são dois autovetores de N. a) Determine uma forma diagonal D de N. b) Determine uma matriz P tal
Exercícios sobre Espaços Vetoriais II
Exercícios sobre Espaços Vetoriais II Prof.: Alonso Sepúlveda Castellanos Sala 1F 104 1. Seja V um espaço vetorial não trivial sobre um corpo infinito. Mostre que V contém infinitos elementos. 2. Sejam
Parte 2 - Espaços Vetoriais
Espaço Vetorial: Parte 2 - Espaços Vetoriais Seja V um conjunto não vazio de objetos com duas operações definidas: 1. Uma adição que associa a cada par de objetos u, v em V um único objeto u + v, denominado
MAT Resumo Teórico e Lista de
MAT 0132 - Resumo Teórico e Lista de Exercícios April 10, 2005 1 Vetores Geométricos Livres 1.1 Construção dos Vetores 1.2 Adição de Vetores 1.3 Multiplicação de um Vetor por um Número Real 2 Espaços Vetoriais
P3 de Álgebra Linear I
P3 de Álgebra Linear I 2008.2 Data: 14 de Novembro de 2008. Gabarito. 1) Decida se cada afirmação a seguir é verdadeira ou falsa. Considere uma transformação linear T : R 3 R 3 tal que existem vetores
MA71B - Geometria Analítica e Álgebra Linear Profa. Dra. Diane Rizzotto Rossetto. LISTA 5 - Espaços Vetoriais
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Curitiba - DAMAT MA7B - Geometria Analítica e Álgebra Linear Profa. Dra. Diane Rizzotto Rossetto LISTA 5 - Espaços Vetoriais Desenvolvidas
Aula 25 - Espaços Vetoriais
Espaço Vetorial: Aula 25 - Espaços Vetoriais Seja V um conjunto não vazio de objetos com duas operações definidas: 1. Uma adição que associa a cada par de objetos u, v em V um único objeto u + v, denominado
Dou Mó Valor aos Autovalores
1. Definições Preliminares Dou Mó Valor aos Autovalores 21ª Semana Olímpica Maceió, AL Prof. Davi Lopes Nível U Dada uma matriz quadrada A n n de entradas complexas, podemos definir os conceitos a seguir,
TERCEIRO TESTE DE ÁLGEBRA LINEAR Teste de Dezembro de 2013 Instituto Superior Técnico - LEE, LEGI, LEIC-TP, LETI
TERCEIRO TESTE DE ÁLGEBRA LINEAR Teste 3.3 21 de Dezembro de 2013 Instituto Superior Técnico - LEE, LEGI, LEIC-TP, LETI Nome: Número: Curso: Problema a b c d e lalala Classificação 1 2 3 4 5 9 10 11 12
CM005 Álgebra Linear Lista 2
CM005 Álgebra Linear Lista 2 Alberto Ramos 1. Seja M M n (R) uma matriz. Mostre que se {v 1,..., v p } R n é linearmente dependente, então {Mv 1,..., Mv p } é também linearmente dependente. Agora suponha
ESPAÇOS LINEARES (ou vetoriais)
Álgebra Linear- 1 o Semestre 2018/19 Cursos: LEIC A Lista 3 (Espaços Lineares) ESPAÇOS LINEARES (ou vetoriais) Notações: Seja A uma matriz e S um conjunto de vetores Núcleo de A: N(A) Espaço das colunas
G4 de Álgebra Linear I
G4 de Álgebra Linear I 013.1 8 de junho de 013. Gabarito (1) Considere o seguinte sistema de equações lineares x y + z = a, x z = 0, a, b R. x + ay + z = b, (a) Mostre que o sistema é possível e determinado
Álgebra Linear I - Aula Forma diagonal de uma matriz diagonalizável
Álgebra Linear I - Aula 18 1 Forma diagonal de uma matriz diagonalizável 2 Matrizes ortogonais Roteiro 1 Forma diagonal de uma matriz diagonalizável Sejam A uma transformação linear diagonalizável, β =
Álgebra Linear. 8 a Lista: a) Use o processo de ortogonalização de Gram Schmidt para construir uma base ortonormada para W.
Álgebra Linear Cursos: Química, Engenharia Química, Engenharia de Materiais, Engenharia Biológica, Engenharia do Ambiente 1 ō ano/1 ō Semestre 2006/07 8 a Lista: Nos exercícios em que n~ao se especifica
Álgebra Linear. Professor Alessandro Monteiro. 1º Sábado - Matrizes - 11/03/2017
º Sábado - Matrizes - //7. Plano e Programa de Ensino. Matrizes. Exemplos. Ordem de Uma Matriz. Exemplos. Representação 7. Matriz Genérica m x n 8. Matriz Linha 9. Exemplos. Matriz Coluna. Exemplos. Diagonal
Aulas práticas de Álgebra Linear
Ficha 3 Aulas práticas de Álgebra Linear Licenciatura em Engenharia Naval e Oceânica Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica 1 o semestre 2018/19 Jorge Almeida e Lina Oliveira Departamento de Matemática,
Equação Geral do Segundo Grau em R 2
8 Equação Geral do Segundo Grau em R Sumário 8.1 Introdução....................... 8. Autovalores e autovetores de uma matriz real 8.3 Rotação dos Eixos Coordenados........... 5 8.4 Formas Quadráticas..................
Questão 1: Seja V o conjunto de todos os pares ordenados de números reais. Denamos a adição e a multiplicação por escalar em V por
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Curitiba - DAMAT MA7B - Geometria Analítica e Álgebra Linear Profa. Dra. Diane Rizzotto Rossetto LISTA 4 - Espaços Vetoriais Desenvolvidas
Parte 3 - Produto Interno e Diagonalização
Parte 3 - Produto Interno e Diagonalização Produto Escalar: Sejam u = (u 1,..., u n ) e v = (v 1,..., v n ) dois vetores no R n. O produto escalar, ou produto interno euclidiano, entre esses vetores é
(d) p(λ) = λ(λ + 1) (b) 4 (c) 1 (d) Seja A uma matriz n n. Assinale a alternativa FALSA:
UFRJ Instituto de Matemática Disciplina: Algebra Linear II - MAE 125 Professor: Bruno Costa, Luiz Carlos Guimarães, Mário de Oliveira, Milton Ramirez, Monique Carmona, Nilson Bernardes e Nilson Roberty
Álgebra Linear I - Lista 12. Matrizes semelhantes. Diagonalização. Respostas
Álgebra Linear I - Lista 12 Matrizes semelhantes. Diagonalização Respostas 1) Determine quais das matrizes a seguir são diagonalizáveis. Nos caso afirmativos encontre uma base de autovetores e uma forma
3 a. Lista de Exercícios
Última atualização 07/05/008 FACULDADE Engenharia Disciplina: Álgebra Linear Professor(: Data / / Aluno(: urma a Lista de Exercícios Dentre as aplicações, as mais importantes são as aplicações lineares
Álgebra Linear
Álgebra Linear - 0191 Lista 3 - Dependência e Independência Linear Bases e Soma Direta 1) Exiba três vetores u v w R 3 com as seguintes propriedades: nenhum deles é múltiplo do outro nenhuma das coordenadas
5 a Lista de Exercícios de Introdução à Álgebra Linear IMPA - Verão 2009
5 a Lista de Exercícios de Introdução à Álgebra Linear IMPA - Verão 29 Soluções dos exercícios Devido ao fato de A ser simétrica, existe uma base ortonormal {u,, u n } formada por autovetores de A, então
x 1 3x 2 2x 3 = 0 2 x 1 + x 2 x 3 6x 4 = 2 6 x x 2 3x 4 + x 5 = 1 ( f ) x 1 + 2x 2 3x 3 = 6 2x 1 x 2 + 4x 3 = 2 4x 1 + 3x 2 2x 3 = 4
INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MAT-47 Álgebra Linear para Engenharia I Primeira Lista de Exercícios - Professor: Equipe da Disciplina EXERCÍCIOS. Resolva os seguintes sistemas:
ficha 6 espaços lineares com produto interno
Exercícios de Álgebra Linear ficha espaços lineares com produto interno Exercícios coligidos por Jorge Almeida e Lina Oliveira Departamento de Matemática, Instituto Superior Técnico o semestre 011/1 Notação
5 a Lista de Exercícios de Introdução à Álgebra Linear IMPA - Verão Encontre os autovalores, os autovetores e a exponencial e At para
5 a Lista de Exercícios de Introdução à Álgebra Linear IMPA - Verão 2008 1. Encontre os autovalores, os autovetores e a exponencial e At para [ ] 1 1 1 1 2. Uma matriz diagonal Λ satisfaz a regra usual
GABARITO PSUB Questão Resposta 1 A 2 A 3 E 4 D 5 A 6 B 7 A 8 A 9 C 10 E 11 C 12 C 13 B 14 C 15 A 16 D
GABARITO PSUB 2013 Questão Resposta 1 A 2 A 3 E 4 D 5 A 6 B 7 A 8 A 9 C 10 E 11 C 12 C 13 B 14 C 15 A 16 D MAT2457 - Álgebra Linear para Engenharia I Prova Substitutiva - 26/06/2013 Nome: Professor: NUSP:
de adição e multiplicação por escalar definidas por: 2. Mostre que o conjunto dos polinômios da forma a + bx com as operações definidas por:
Lista de Exercícios - Espaços Vetoriais. Seja V o conjunto de todos os pares ordenados de números reais e considere as operações de adição e multiplicação por escalar definidas por: i. u + v (x y) + (s
Legenda. Questões. Lista de Exercícios - Autovalores e autovetores. Cálculos Teoria Geometria
Lista de Exercícios - Autovalores e autovetores Legenda Cálculos Teoria Geometria Questões. Considere o quadrado determinado pelos pontos A(0, 0), B(, 0), C(, ) e D(0, ).Em cada item aplique o referido
(e) apenas as afirmações (II) e (III) são verdadeiras.
Nas questões da prova em que está fixado um sistema de coordenadas Σ = (O, E, quando for necessário, considera-se que E é uma base ortonormal positiva. 1Q 1. Seja V um espaço vetorial e x 1, x 2,, x q,
Unidade 22 - Teorema espectral para operadores simétricos, reconhecimento de cônicas. A. Hefez e C. S. Fernandez Resumo elaborado por Paulo Sousa
MA33 - Introdução à Álgebra Linear Unidade 22 - Teorema espectral para operadores simétricos, reconhecimento de cônicas A. Hefez e C. S. Fernandez Resumo elaborado por Paulo Sousa PROFMAT - SBM 10 de agosto
4 a Lista de Exercícios de Introdução à Álgebra Linear IMPA - Verão 2008
4 a Lista de Exercícios de Introdução à Álgebra Linear IMPA - Verão 8 Solução de alguns exercícios Devido ao fato de A ser simétrica, existe uma base ortonormal {u,, u n } formada por autovetores de A,
(d) Cada vetor de R 2 pode ser escrito de forma única como combinação linear dos vetores
UFRJ Instituto de Matemática Disciplina: Algebra Linear II - MAE 125 Professor: Bruno Costa, Luiz Carlos Guimarães, Mário de Oliveira, Milton Ramirez, Monique Carmona, Nilson Bernardes e Nilson Roberty
Q1. Considere um sistema de coordenadas Σ = (O, E) em E 3, em que E é uma base ortonormal de V 3. Sejam π 1 e π 2 os planos dados pelas equações
Q1. Considere um sistema de coordenadas Σ = (O, E) em E 3, em que E é uma base ortonormal de V 3. Sejam π 1 e π 2 os planos dados pelas equações π 1 : x 2y + 3z = 1 e π 2 : x + z = 2 no sistema de coordenadas
3 a Avaliação Parcial - Álgebra Linear
3 a Avaliação Parcial - Álgebra Linear - 016.1 1. Considere a função T : R 3 R 3 dada por T(x, y, z) = (x y z, x y + z, x y z) e as bases de R 3 B = (1, 1, 1), (1, 0, 1), ( 1,, 0)} (a) Encontre [T] B B.
MAE125 Álgebra Linear /1 Turmas EQN/QIN
MAE25 Álgebra Linear 2 205/ Turmas EQN/QIN Planejamento (última revisão: 0 de junho de 205) Os exercícios correspondentes a cada aula serão cobrados oralmente na semana seguinte à aula e valem nota Todas
A forma canônica de Jordan
A forma canônica de Jordan 1 Matrizes e espaços vetoriais Definição: Sejam A e B matrizes quadradas de orden n sobre um corpo arbitrário X. Dizemos que A é semelhante a B em X (A B) se existe uma matriz
Álgebra Linear I - Aula 19
Álgebra Linear I - Aula 19 1. Matrizes diagonalizáveis. 2. Matrizes diagonalizáveis. Exemplos. 3. Forma diagonal de uma matriz diagonalizável. 1 Matrizes diagonalizáveis Uma matriz quadrada T = a 1,1 a
MAT-27 Lista-09 Outubro/2011
MAT-27 Lista-09 Outubro/2011 1. Determinar, se possível, uma matriz M M 2 (R) de maneira que M 1 AM seja diagonal nos seguintes casos: [ ] 2 4 (a) 3 13 [ ] 3 2 2 1 2. Achar uma matriz diagonal semelhante
