Desafios para a Indústria Eletroeletrônica
|
|
|
- Alexandra Penha Álvares
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Desafios para a Indústria Eletroeletrônica 95
2 O texto aponta as características das áreas da indústria eletroeletrônica no país e os desafios que este setor tem enfrentado ao longo das últimas décadas. Apesar de ainda haver grande dependência de insumos importados, o setor eletroeletrônico tem obtido resultados positivos com expectativas de crescimento significativo e geração de emprego. Fundada em 1963, a Abinee - Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica - representa o setor eletroeletrônico brasileiro, tendo por missão assegurar o seu desenvolvimento competitivo, a defesa de seus legítimos interesses e sua integração à comunidade. Hoje, mais de 600 indústrias nacionais e internacionais, dos mais diversos portes e segmentos, estão associadas à Abinee e seu faturamento representa cerca de 4,8% do PIB brasileiro. Em função da grande diversidade de linhas de produto, as indústrias estão distribuídas em dez áreas de negócio: Automação Industrial; Componentes Elétricos e Eletrônicos; Equipamentos Industriais; Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica; Informática; Material Elétrico de Instalação; Telecomunicações; Serviço de Manufatura em Eletrônica; Sistemas Eletroeletrônicos Prediais e Utilidades Domésticas. Entre os produtos fabricados por essas indústrias estão os aparelhos telefônicos (celulares e fixos), compressores herméticos, computadores, componentes elétricos e eletrônicos, motores elétricos, auto-rádios, 97
3 transformadores, equipamentos para automação comercial e industrial, disjuntores, plugues, tomadas, alarmes, câmeras de segurança etc. Para melhor compreensão, as áreas da indústria eletroeletrônica podem ser segmentadas em dois grupos, tendo como referência o nível tecnológico dos produtos, os processos de produção e a capacidade competitiva. No primeiro grupo estão os bens da área elétrica, como Equipamentos Industriais; Geração Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica; Material Elétrico de Instalação e bens de consumo elétricos (linha branca e eletrodomésticos portáteis), que são produtos considerados de tecnologia madura. O segundo grupo refere-se aos bens da área eletrônica, caracterizada por rápido desenvolvimento tecnológico, sistemático lançamento de novos produtos e constante inovação. Neste caso, enquadram-se as áreas de Automação Industrial; Componentes Eletrônicos; Informática; Manufatura em Eletrônica; Sistemas Eletroeletrônicos Prediais; Telecomunicações e bens de consumo eletrônicos. A tecnologia dos produtos da área elétrica é acessível e as mudanças são relativamente lentas. Neste caso, as condições de competitividade estão diretamente atreladas à capacidade de gerenciamento de custos e à competitividade do próprio País. Assim, esses setores industriais são especialmente afetados pelo chamado custo Brasil, representado pelos impostos e taxas, que ainda representam um fator limitativo para o seu desempenho. A partir da abertura da economia, no início da década de 90, as dificuldades competitivas das indústrias motivaram investimentos prioritariamente na gestão das empresas, ficando para segundo plano a ampliação e implantação de novos projetos industriais. As demandas por novos produtos foram atendidas, em grande parte, por importações muitas vezes realizadas pelas próprias indústrias. 98
4 Placa de computador A partir de 1999, essa indústria foi particularmente beneficiada pela desvalorização cambial que acabou contribuindo para ganhos de competitividade, tanto no mercado interno como no mercado internacional, porém, permaneceram os demais entraves relativos à carga tributária, que ainda oneram os produtos. Para o aumento da competitividade desse setor, a escala de produção também é indispensável para a redução de custos. Portanto, a ampliação do mercado interno é um importante estímulo para o seu desenvolvimento, o que reforça a necessidade de solução das questões referentes à ineficiência do País para motivar novos investimentos. Na área eletrônica, a partir de 1991, os bens fabricados no Brasil passaram por um processo de desnacionalização. O Processo Produtivo Básico - PPB - foi instituído em substituição aos índices de nacionalização, que até então eram exigidos na fabricação de bens finais incentivados ou protegidos por políticas setoriais ou regionais, o que contribuiu para a redução do valor agregado nacional. Foram criadas, também, condições especiais para importação de componentes eletrônicos pelas empresas estabelecidas na Zona Franca de Manaus, com o redutor de 88% nas alíquotas de imposto de importação, gerando desequilíbrio ao fabricante local de componentes partes e peças, diferentemente do que ocorre na maior parte dos países. 99
5 Esses procedimentos colocaram as indústrias de componentes em desvantagem no mercado, pois possibilitaram aos fabricantes de bens finais importar produtos prontos na forma de CKD (kits de aparelhos completamente desmontados) ou SKD (kits de aparelhos semi-desmontados), inviabilizando o fornecimento das empresas locais, mesmo com preço, qualidade e prazo de entrega competitivos. As conseqüências destes fatos foram: o fechamento de importantes fornecedores do parque eletrônico brasileiro; a dispensa de pessoal altamente especializado e o afastamento da indústria de componentes do processo de desenvolvimento dos produtos. Sabemos que a tecnologia do hardware está, cada vez mais, concentrada nos componentes. Isso significa que o custo do produto final se aproxima da soma do custo dos componentes que o integram. Placa de computador 100
6 Portanto, sem uma indústria local, que produza uma lista abrangente de componentes em volumes suficientes para atender ao mercado interno e assegure divisas de exportação, não será possível manter indústrias de bens finais competitivas. Por outro lado, a indústria eletrônica vem sendo significativamente prejudicada pelas importações ilegais e pelo chamado mercado cinza, que hoje absorve grande parcela do mercado dos produtos de informática, por exemplo. No caso dos PCs, essa parcela chega a aproximadamente 65% do mercado total. Destaque-se, também, que a disseminação da tecnologia eletrônica tem substituído os produtos de tecnologia madura por outros de tecnologia de ponta, provocando o aumento das importações em detrimento da produção local. Como vimos, o setor eletroeletrônico tem hoje uma grande dependência de insumos importados, especialmente dos componentes eletrônicos, que representam mais da metade das importações do setor. Em 2005, segundo dados preliminares da Abinee, as compras no exterior de produtos atingiram US$ 14,8 bilhões e as exportações ficaram em US$ 7,6 bilhões, gerando um déficit comercial de US$ 7,2 bilhões. Só de componentes elétricos e eletrônicos, foram importados US$ 9,5 bilhões, sendo US$ 2,9 bilhões de semicondutores. Para fazer frente a essa situação, a Abinee tem proposto a implantação efetiva de uma Política Industrial que garanta o fortalecimento e a competitividade da indústria local de componentes e, ainda, seja capaz de atrair para o Brasil fabricantes internacionais de semicondutores e de outros componentes ativos. Também são importantes bandeiras de luta da Abinee a desvalorização do Real, que tem dificultado a competitividade dos produtos fabricados no país, a queda das taxas de juros, hoje ainda em um patamar astronômico, e a complementação da reforma tributária. No nosso 101
7 setor, essa carga tributária chega, para alguns produtos, a superar 40% do preço ao consumidor, o que desestimula o consumo e a restringe a base de consumidores. Desde o final de 2003, há um ambiente favorável no país, motivado pelo crescimento econômico que está gerando investimentos industriais. Porém, ainda permanece a insegurança para a continuidade desses investimentos em decorrência da crise política e da demora na implementação de programas governamentais, como a própria Política Industrial. Apesar de todas as dificuldades, em 2005, o setor eletroeletrônico registrou faturamento de R$ 94 bilhões, que representou um crescimento nominal de 15% (real de 8%) em relação ao faturamento de O resultado foi alavancado pelo crescimento nominal de 30% da área de Telecomunicações, em função do excelente desempenho da telefonia celular, tanto no mercado interno como no externo. O setor deverá encerrar o ano empregando 133,6 mil trabalhadores, nível pouco superior a dezembro de Recente levantamento da Abinee apontou que a expectativa de crescimento nominal do setor para 2006 é, também, de 15%, com o faturamento atingindo cerca de R$ 108 bilhões. O crescimento real, já descontado o efeito da inflação, deverá ser da ordem de 9%. A forte valorização cambial, embora não tenha afetado de forma clara as exportações, estimulou as importações, acirrando a concorrência com os produtos locais. Entre os setores mais afetados, está o de Componentes, cujas importações cresceram 22% em relação a O crescimento do setor está sendo sustentado, principalmente, pelo desempenho das áreas de Telecomunicações; Informática e Automação Industrial. 102
8 Estação de Tanguá Embratel - Itaborai - RJ 103
9 Também estão contribuindo a consolidação do programa PC para Todos, a ampliação do combate à pirataria e ao mercado cinza, e a continuidade no aumento das exportações. Por conta do elevado déficit da balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico, a Abinee tem reiterado seus pleitos junto ao Governo brasileiro no sentido de estimular o desenvolvimento tecnológico, o crescimento da produção, a geração de empregos, a expansão das exportações e a substituição competitiva das importações, pois o Brasil não poderá continuar financiando indefinidamente os crescentes déficits na balança comercial de produtos do setor. Entre os pleitos está a iminente implantação do sistema de TV digital. No nosso entender, independentemente do sistema a ser escolhido, deveria considerar, como contrapartida, a instalação no País de empresas fabricantes de componentes, partes e peças voltados para esta a área, visando o atender a demanda interna e a exportação. A atração e desenvolvimento da indústria de componentes, além de ser estratégico para o futuro do complexo eletroeletrônico brasileiro, permitirá reverter a tendência crescente das importações. É sempre oportuno reafirmar, também, que não se trata de substituir importações a qualquer preço. Trata-se de atender aos parâmetros de preços, qualidade e prazos de entrega de um mercado globalizado. Propomos, também, o aperfeiçoamento dos critérios para fixação dos Processos Produtivos Básicos - PPB -, da Lei de Informática e da Zona Franca de Manaus, com o objetivo de elevar o valor agregado da produção nacional. Defendemos que se estimulem, cada vez mais, os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica, estabelecendo prioridades compatíveis com as necessidades de mercado. 104
10 Indústrias - Zona Franca de Manaus Outro pleito importante da Abinee é para que haja uma ação firme dos órgão públicos de fiscalização no combate à importação e comercialização de produtos falsificados e demais práticas desleais de comércio. Por fim, continuamos lutando por uma política industrial abrangente que dê respaldo às empresas aqui instaladas, que atraia novos investimentos e que permita o desenvolvimento sustentado do País. Reafirmamos, assim, nossa opção pelas indústrias que acreditam e investem no Brasil, que melhoram a qualidade de sua produção, que agregam valor aos seus produtos e que geram emprego e renda. Ruy de Salles Cunha Presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE) 105
O Polo de Informática de Ilhéus e a atuação da Associação das Indústrias de Eletroeletrônicos, Telecomunicações e Informática do Polo de Ilhéus
O Polo de Informática de Ilhéus e a atuação da Associação das Indústrias de Eletroeletrônicos, Telecomunicações e Informática do Polo de Ilhéus Christian Villela Dunce Presidente da Assipi Salvador, 23
10º FÓRUM DE ECONOMIA. Política Cambial, Estrutura Produtiva e Crescimento Econômico: fundamentos teóricos e evidências empíricas para o Brasil
10º FÓRUM DE ECONOMIA Política Cambial, Estrutura Produtiva e Crescimento Econômico: fundamentos teóricos e evidências empíricas para o Brasil Eliane Araújo São Paulo, 01 de outubro de2013 Objetivos Geral:
DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006
DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 Conteúdo 1. O Sistema SEBRAE; 2. Brasil Caracterização da MPE; 3. MPE
O Impacto do Regime de Tributação Simplificada no Setor Eletroeletrônico
O Impacto do Regime de Tributação Simplificada no Setor Eletroeletrônico Maio de 2008 Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos A indústria brasileira de eletrônica de consumo A
Manufatura de Brinquedos Estrela S. A. Autora: Nádia Pontes Mantovani. Orientadora: Profª. Ms. Helane Cabral Universidade Presbiteriana Mackenzie
Manufatura de Brinquedos Estrela S. A. Autora: Nádia Pontes Mantovani Orientadora: Profª. Ms. Helane Cabral Universidade Presbiteriana Mackenzie Introdução Este estudo de caso tem como objetivo relatar
Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios
Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte
Medidas de lançamento, agosto de 2011
Brasil Maior Medidas de lançamento, agosto de 2011 ANÁLISE O plano BRASIL MAIOR é a terceira versão de política industrial dos governos do PT. É importante reconhecer o esforço destes três últimos governos
Política de Software e Serviços
Política de Software e Serviços Encontro de Qualidade e Produtividade em Software - Brasília Dezembro / 2003 Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Política de Informática e Tecnologia Antenor
Exportação de Serviços
Exportação de Serviços 1. Ementa O objetivo deste trabalho é dar uma maior visibilidade do setor a partir da apresentação de algumas informações sobre o comércio exterior de serviços brasileiro. 2. Introdução
Uma política econômica de combate às desigualdades sociais
Uma política econômica de combate às desigualdades sociais Os oito anos do Plano Real mudaram o Brasil. Os desafios do País continuam imensos, mas estamos em condições muito melhores para enfrentálos.
Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil
Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de
MOTIVAÇÕES PARA A INTERNACIONALlZAÇÃO
Internacionalização de empresas brasileiras: em busca da competitividade Luis Afonso Lima Pedro Augusto Godeguez da Silva Revista Brasileira do Comércio Exterior Outubro/Dezembro 2011 MOTIVAÇÕES PARA A
Competitividade da indústria nacional de PCs Política industrial e incentivos fiscais no Brasil. 6 de outubro de 2009
Competitividade da indústria nacional de PCs Política industrial e incentivos fiscais no Brasil 6 de outubro de 2009 1 Agenda Estado da Indústria Nacional de Informática Estímulos à Indústria Nacional
Incentivos fiscais para a manutenção. da competitividade das indústrias mineiras
Incentivos fiscais para a manutenção da competitividade das indústrias mineiras Histórico do APL Eletroeletrônico de Santa Rita do Sapucaí A pequena cidade de Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas Gerais,
1. (FGV 2014) A questão está relacionada ao gráfico e ao texto apresentados.
Brasil e Commodities 1. (FGV 2014) A questão está relacionada ao gráfico e ao texto apresentados. Desde 2007, os produtos básicos sinalizam uma estabilização no quantum importado, apresentando pequena
Após a década de 1990, várias pessoas em todo o mundo mantêm hábito de consumo semelhantes.
A ECONOMIA GLOBAL Após a década de 1990, várias pessoas em todo o mundo mantêm hábito de consumo semelhantes. O século XX marcou o momento em que hábitos culturais, passaram a ser ditados pelas grandes
Desindustrialização e Produtividade na Indústria de Transformação
Desindustrialização e Produtividade na Indústria de Transformação O processo de desindustrialização pelo qual passa o país deve-se a inúmeros motivos, desde os mais comentados, como a sobrevalorização
A INDÚSTRIA BRASILEIRA E AS CADEIAS GLOBAIS DE VALOR
A INDÚSTRIA BRASILEIRA E AS CADEIAS GLOBAIS DE VALOR A INDÚSTRIA BRASILEIRA E AS CADEIAS GLOBAIS DE VALOR A INDÚSTRIA BRASILEIRA E AS CADEIAS GLOBAIS DE VALOR Prefácio As indústrias estão deixando de
Plano Brasil Maior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer.
Plano Brasil Maior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Foco e Prioridades Contexto Dimensões do Plano Brasil Maior Estrutura de Governança Principais Medidas Objetivos Estratégicos e
Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia
Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Outubro 2009
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Outubro 2009 BH COPA 2014 Agenda Resumo Institucional Os Projetos que Apoiamos Formas de Atuação Condições de Financiamento Fechamento Agenda Resumo
Produção e consumo sustentáveis
Produção e consumo sustentáveis Fernanda Capdeville Departamento de Produção e Consumo Sustentáveis DPCS Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental - SAIC 14 Plenária do Fórum Governamental
O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES
Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES 20.10.2009 Luciano Coutinho Mensagem Inicial Pré-sal:
Política de Inovação no Complexo Eletrônico: o papel da Portaria 950/06 MCT
Política de Inovação no Complexo Eletrônico: o papel da Portaria 950/06 MCT Publicado em BNDES Setorial 39 Ricardo Rivera Ingrid Teixeira Luis Otávio Reiff Carlos Eduardo Azen Diego da Silva Moreira Rio
Vamos usar a seguinte definição: Aumento da taxa de cambio = Desvalorização. Taxa de cambio real : é o preço relativo dos bens em dois paises.
Vamos usar a seguinte definição: Aumento da taxa de cambio = Desvalorização Uma desvalorização ocorre quando o preço das moedas estrangeiras sob um regime de câmbio fixa é aumentado por uma ação oficial.
A estratégia para enfrentar o aprofundamento da crise mundial Guido Mantega Ministro da Fazenda
A estratégia para enfrentar o aprofundamento da crise mundial Guido Mantega Ministro da Fazenda Câmara dos Deputados Brasília, 23 de novembro de 2011 1 Economia mundial deteriorou-se nos últimos meses
com produtos chineses perderam mercado no exterior em 2010. China Sendo que, esse percentual é de 47% para o total das indústrias brasileiras.
73% das indústrias gaúchas exportadoras que concorrem com produtos chineses perderam mercado no exterior em 2010. 53% das indústrias gaúchas de grande porte importam da China Sendo que, esse percentual
Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais
Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais João Carlos Ferraz BNDES 31 de agosto de 2008 Guia Contexto macroeconômico Políticas públicas Perpectivas do investimento
TRABALHO DE ECONOMIA:
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS - UEMG FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA - FEIT INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE ITUIUTABA - ISEPI DIVINO EURÍPEDES GUIMARÃES DE OLIVEIRA TRABALHO DE ECONOMIA:
Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos
Economia e Mercado Aula 4 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Oscilações dos níveis de produção e emprego Oferta e demanda agregadas Intervenção do Estado na economia Decisão de investir Impacto da
O Marco Regulatório do Pré-Sal e a Cadeia Produtiva da Industria: Desafios e Oportunidades
O Marco Regulatório do Pré-Sal e a Cadeia Produtiva da Industria: Desafios e Oportunidades Construção de uma Política Industrial Setorial Eloi Fernández y Fernández Diretor Geral ONIP Brasilia, 3 de outubro
Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados
Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Abril de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março de 2015... 5 3.
Informe 05/2011 AS RELAÇÕES COMERCIAIS BRASIL- CHINA NO SETOR DE ROCHAS ORNAMENTAIS E DE REVESTIMENTO: SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS DE EVOLUÇÃO
Informe 05/2011 AS RELAÇÕES COMERCIAIS BRASIL- CHINA NO SETOR DE ROCHAS ORNAMENTAIS E DE REVESTIMENTO: SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS DE EVOLUÇÃO Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais
A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015
A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção
ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS
ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007 (Anexo específico de que trata o art. 4º, 4º, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000)
ANO % do PIB (Aproximadamente) 2003 9% do PIB mundial 2009 14% do PIB mundial 2010 18% do PIB mundial 2013/2014 25% do PIB mundial
ANO % do PIB (Aproximadamente) 2003 9% do PIB mundial 2009 14% do PIB mundial 2010 18% do PIB mundial 2013/2014 25% do PIB mundial ANO Os BRICS EUA União Europeia PIB 2013 (aproximadamente) US$ 19 trilhões
Oportunidades e Riscos
2.4b INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS DISCIPLINA: Negócios Internacionais FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004. 1 MOTIVOS (ou VANTAGENS)
Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas...
APRESENTAÇÃO O incremento da competitividade é um fator decisivo para a maior inserção das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em mercados externos cada vez mais globalizados. Internamente, as MPE estão inseridas
CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1
SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: SISTEMAS DA INFORMAÇÃO MISSÃO DO CURSO Os avanços da ciência, a melhoria dos processos produtivos e a abertura de mercado, são exemplos de fatores que contribuíram
Logística e a Gestão da Cadeia de Suprimentos. "Uma arma verdadeiramente competitiva"
Logística e a Gestão da Cadeia de Suprimentos "Uma arma verdadeiramente competitiva" Pequeno Histórico No período do pós-guerra até a década de 70, num mercado em franca expansão, as empresas se voltaram
22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que
Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até
Gastos Tributários do governo federal: um debate necessário
do governo federal: um debate necessário Coordenação de Finanças Sociais Diretoria de Estudos e Políticas Sociais Assessoria Técnica da Presidência do Ipea Este Comunicado atualiza trabalho publicado ano
MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS MÓDULO 7 POLÍTICA CAMBIAL
MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS MÓDULO 7 POLÍTICA CAMBIAL Índice 1. Política Cambial...3 1.1. Taxa de câmbio fixa... 3 1.2. Taxa de câmbio flutuante... 3 1.3. Padrão currency board... 3 2. Política de
Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados
Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Fevereiro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Fevereiro de 2015...
ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE EMBALAGENS
ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE EMBALAGENS Jun/15 Análise de Competitividade Embalagens Resumo da Cadeia de Valores Painel de Indicadores de Monitoramento da Competitividade Setorial Percepção empresarial da
O Modelo de Desenvolvimento Brasileiro
GESTÃO DE MACROPOLÍTICAS PÚBLICAS FEDERAIS O Modelo de Desenvolvimento Brasileiro Esther Dweck Brasília Ministério do Planejamento 04 de fevereiro de 2014 O modelo de desenvolvimento brasileiro Objetivos
Otimismo desenvolvedoras de softwares
Otimismo nas nuvens Ambiente favorável alavanca negócios das empresas desenvolvedoras de softwares, que investem em soluções criativas de mobilidade e computação em nuvem para agilizar e agregar flexibilidade
Projeto Setorial de Exportação. ABF Associação Brasileira de Franchising
Projeto Setorial de Exportação ABF Associação Brasileira de Franchising Abril / 2013 INTRODUÇAO A ABF A Associação Brasileira de Franchising é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 1987. Hoje a ABF
A INFLUÊNCIA DA BOLSA AMERICANA NA ECONOMIA DOS PAÍSES EMERGENTES
A INFLUÊNCIA DA BOLSA AMERICANA NA ECONOMIA DOS PAÍSES EMERGENTES JOÃO RICARDO SANTOS TORRES DA MOTTA Consultor Legislativo da Área IX Política e Planejamento Econômicos, Desenvolvimento Econômico, Economia
Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro
Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia e Comércio / Integração Regional Jéssica Naime 09 de setembro de 2005 Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia
Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática
Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca
Reforma Tributária ria e Política de Desenvolvimento Regional Cuiabá,, Agosto 2007 Reuniões com Governadores Natureza das reuniões anteriores: Governadores de diferentes regiões do país e dirigentes das
Uma reflexão sobre Desenvolvimento Económico Sustentado em Moçambique
Uma reflexão sobre Desenvolvimento Económico Sustentado em Moçambique Carlos Nuno Castel-Branco [email protected] Associação dos Estudantes da Universidade Pedagógica Maputo, 21 de Outubro
INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA
Indicadores CNI INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA Momento difícil da indústria se reflete nos investimentos Intenção de investimento para 2015 é a menor da pesquisa Em 2014, 71,8% das empresas investiram 7,9
Workshop Sistema Indústria Núcleos de Petróleo e Gás nos Estados
Workshop Sistema Indústria Núcleos de Petróleo e Gás nos Estados Maurício Reis Santos AIB/DECAPEG Área de Insumos Básicos Departamento da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás DEMANDA POR PETRÓLEO: aumento
Conjuntura Dezembro. Boletim de
Dezembro de 2014 PIB de serviços avança em 2014, mas crise industrial derruba taxa de crescimento econômico Mais um ano de crescimento fraco O crescimento do PIB brasileiro nos primeiros nove meses do
Máquinas e Equipamentos de Qualidade
Máquinas e Equipamentos de Qualidade 83 A indústria brasileira de máquinas e equipamentos caracteriza-se pelo constante investimento no desenvolvimento tecnológico. A capacidade competitiva e o faturamento
www.dehterakm.com [email protected]
www.dehterakm.com [email protected] Quem somos? A BEATRIZ DEHTEAR KM apresenta a seus clientes uma proposta totalmente inovadora para implementar a Gestão do Conhecimento Organizacional. Nosso objetivo
O desafio da Inovação na Indústria de Bens de Capital: a importância das parcerias entre empresas e universidades. Piracicaba, 21 de março de 2013
O desafio da Inovação na Indústria de Bens de Capital: a importância das parcerias entre empresas e universidades Piracicaba, 21 de março de 2013 A ABIMAQ Uma das principais associações industriais do
Principais características da inovação na indústria de transformação no Brasil
1 Comunicado da Presidência nº 5 Principais características da inovação na indústria de transformação no Brasil Realização: Marcio Pochmann, presidente; Marcio Wohlers, diretor de Estudos Setoriais (Diset)
Perspectivas & Oportunidades do Mercado Segurador frente aos Novos Consumidores. Marco Antonio Rossi Presidente
Perspectivas & Oportunidades do Mercado Segurador frente aos Novos Consumidores Marco Antonio Rossi Presidente AGENDA I O Universo dos Novos Consumidores 2 O Mundo do Seguros 3- Perspectivas e Oportunidades
Tributação e Incentivos à Inovação
VIII Seminário do Setor de Saúde - BRITCHAM Tributação e Incentivos à Inovação São Paulo/SP, 17 de junho de 2009 Inovação Tecnológica no Brasil 30% das empresas industriais realizam algum tipo de inovação
MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000)
MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) Ao longo do tempo as organizações sempre buscaram, ainda que empiricamente, caminhos para sua sobrevivência, manutenção e crescimento no mercado competitivo.
1 INTRODUÇÃO. 1.1 Motivação e Justificativa
1 INTRODUÇÃO 1.1 Motivação e Justificativa A locomoção é um dos direitos básicos do cidadão. Cabe, portanto, ao poder público normalmente uma prefeitura e/ou um estado prover transporte de qualidade para
A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE
A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE AUMENTAR O INVESTIMENTO PRIVADO EM P&D ------------------------------------------------------- 3 1. O QUE É A PDP? ----------------------------------------------------------------------------------------
A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011
A Mobilização Empresarial pela Inovação: Desafios da Inovação no Brasil Rafael Lucchesi Rafael Lucchesi 25/05/2011 CNI e vários líderes empresariais fizeram um balanço crítico da agenda empresarial em
27.03.12. Paulo Safady Simão Presidente da CBIC
27.03.12 Paulo Safady Simão Presidente da CBIC REPRESENTANTE NACIONAL E INTERNACIONAL DAS ENTIDADES EMPRESARIAIS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E DO MERCADO IMOBILIÁRIO SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES E CÂMARAS 62
POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E
POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO CARTA SÃO PAULO 2006 1 CARTA SÃO PAULO 2006 Visão para inovação, competitividade e renda. Reunidos na cidade de São Paulo-SP, no dia 25 de agosto de
O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil
O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil Davi Almeida e Rodrigo Ventura Macroplan - Prospectiva, Estratégia & Gestão Artigo Publicado em: Sidney Rezende Notícias - www.srzd.com Junho de 2007 Após duas décadas
Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014
1 Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 Brasil: Fundamentos Macroeconômicos (1) Reservas International
Uma estratégia para sustentabilidade da dívida pública J OSÉ L UÍS O REIRO E L UIZ F ERNANDO DE P AULA
Uma estratégia para sustentabilidade da dívida pública J OSÉ L UÍS O REIRO E L UIZ F ERNANDO DE P AULA As escolhas em termos de política econômica se dão em termos de trade-offs, sendo o mais famoso o
Taxa de câmbio (19/08/2015)
Alicia Ruiz Olalde Taxa de câmbio Uma diferença entre o comércio interno e internacional é que este último envolve moedas de diferentes países. Como todo mercado, o mercado de câmbio conta com uma oferta
Lei de Informática - Incentivos Fiscais para Investimentos em Tecnologia e Inovação
Lei de Informática - Incentivos Fiscais para Investimentos em Tecnologia e Inovação Prof. Dr. Elvis Fusco 2014 Prefeitura Municipal de Garça Apresentação Prof. Dr. Elvis Fusco Centro Universitário Eurípides
DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO
DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO A CUT e as centrais sindicais negociaram com o governo
Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012
Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012 O RISCO DOS DISTRATOS O impacto dos distratos no atual panorama do mercado imobiliário José Eduardo Rodrigues Varandas Júnior
Fase 2 (setembro 2012) Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012
Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012 Apresentação A sondagem Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário 2012 Fase 2 apresenta a visão do empresário do transporte
2011/2014. Medidas. Agendas Estratégicas Setoriais. medidas em destaque. Estímulos ao Investimento e à Inovação Comércio Exterior
Medidas Estímulos ao Investimento e à Inovação Comércio Exterior Plano Competitividade Brasil Exportadora Maior Financiamento à Exportação 2011/2014 Defesa Comercial Defesa da Indústria e do Mercado Interno
IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA
IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA SILVA, Paulo Henrique Rodrigues da Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerencias E-mail: [email protected] SILVA, Thiago Ferreira da Docente da Faculdade
Fundamentos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação
Objetivo da Aula Tecnologia e as Organizações, importância dos sistemas de informação e níveis de atuação dos sistemas de informação Organizações & Tecnologia TECNOLOGIA A razão e a capacidade do homem
Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI
Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI Para competir com eficácia, as empresas da atualidade precisam se adaptar a um ambiente tecnológico que sofre rápidas mudanças.
SISTEMA BRASILEIRO DE PAGAMENTOS E O COMÉRCIO
SISTEMA BRASILEIRO DE PAGAMENTOS E O COMÉRCIO EMENTA O presente estudo objetiva apresentar o cenário para o comércio referente aos meios de pagamento utilizados no Brasil a fim de identificar o impacto
Entraves às exportações brasileiras limitam o crescimento das vendas ao exterior
propostas de política comercial Entraves às exportações brasileiras limitam o crescimento das vendas ao exterior Marcelo Souza Azevedo O Brasil não pode cair na armadilha de acreditar que o mercado consumidor
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ A IMPORTÂNCIA DO CAPITAL DE GIRO NAS EMPRESAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ KATTH KALRY NASCIMENTO DE SOUZA Artigo apresentado ao Professor Heber Lavor Moreira da disciplina de Análise dos Demonstrativos Contábeis II turma 20, turno: tarde, do curso
AGÊNCIA ESPECIAL DE FINANCIAMENTO INDUSTRIAL FINAME RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 31 DE DEZEMBRO DE 2008
AGÊNCIA ESPECIAL DE FINANCIAMENTO INDUSTRIAL FINAME RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 31 DE DEZEMBRO DE 2008 Senhor acionista e demais interessados: Apresentamos o Relatório da Administração e as informações
PARTE III Introdução à Consultoria Empresarial
FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.
A S S I P I DEC. 4316/95 ALTERAÇÕES EM 2012
A S S I P I DEC. 4316/95 ALTERAÇÕES EM 2012 No ano em curso foram promovidas algumas alterações no Decreto 4316/95, todas elas foram fruto de pleitos realizados desde o ano 2009. TEXTO ATUAL O QUE ALTEROU
101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados
101/15 30/06/2015 Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Junho de 2015 Sumário 1. Perspectivas do CenárioEconômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março
REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E AS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS: 2010-2014
NOTAS CEMEC 01/2015 REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E AS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS: 2010-2014 Carlos A. Rocca Lauro Modesto Santos Jr. Fevereiro de 2015 1 1. Introdução No Estudo Especial CEMEC de novembro
NeoGrid & Ciclo Desenvolvimento
Inteligência e Colaboração na Cadeia de Suprimentos e Demanda NeoGrid & Ciclo Desenvolvimento Paulo Viola [email protected] Introdução Tema: Inteligência e Colaboração na Cadeia de Suprimentos e
