Paulo Safady Simão Presidente da CBIC
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1 Paulo Safady Simão Presidente da CBIC
2 REPRESENTANTE NACIONAL E INTERNACIONAL DAS ENTIDADES EMPRESARIAIS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E DO MERCADO IMOBILIÁRIO
3 SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES E CÂMARAS 62 entidades 26 estados e DF
4 HISTÓRIA RECENTE CONSTRUÇÃO
5 BREVE RETROSPECTIVA HISTÓRICA No milagre econômico ( ) o setor da construção promoveu desenvolvimento com o investimento setorial superior a 57% do total do investimento nacional. Anos 80 até o início da década de 90 - instabilidade monetária, hiperinflação, baixo crescimento e elevação da dívida externa. Sucessivos planos econômicos; Anos 90: abertura comercial e transformações no cenário econômico (programa de privatizações). O grande marco: Plano Real em 1994.
6 BREVE RETROSPECTIVA HISTÓRICA Setor retoma papel de oportunidade de negócio e de vetor de desenvolvimento sustentável (eleva a taxa de investimento, eleva a competitividade, dinamiza a economia nacional e promove a geração de empregos inclusivos (formais). Anos recentes: consolidação do crescimento: fortalecimento do mercado interno, políticas de redistribuição de renda, processo de acúmulo de reservas internacionais, expansão do emprego formal, crescimento do crédito, conquista do grau de investimento.
7 O BRASIL É UM PAÍS DE CLASSE MÉDIA Observação: Renda per capita mensal do domicílio por classes a preços de 2009: Classe A/B: mais que R$ 4.800; Classe C: entre R$ e R$ 4.800; Classe D: entre R$ 804 e R$ 1.115; Classe E: até R$ 804 Fonte: FGV/PNAD. Elaboração e estimativas do Ministério da Fazenda
8 MELHORA DO AMBIENTE DE NEGÓCIOS A melhora do ambiente macroeconômico e negócios promoveu elevação dos volumes de recursos. Lei 9.514/1997, criação do Sistema de Financiamento Imobiliário que instituiu a alienação fiduciária de bens imóveis (securitização dos créditos e a maior segurança jurídica dos contratos). Resolução 3.177/2004 do Conselho Monetário Nacional que ampliou de 1% para 2% do percentual de recursos do Fundo de Compensação das Variações Salariais (FCVS) virtual, que deveria ser aplicado, mensalmente, em operações de crédito imobiliário.
9 O MARCO LEGAL DA LEI /2004 A Lei foi um marco para o segmento imobiliário ao estabelecer um novo parâmetro de regulação entre os agentes envolvidos no negócios imobiliários: Estabelece um regime tributário especial para estimular a adoção do patrimônio de afetação; Regulamenta o pagamento do incontroverso; Consolidada a alienação fiduciária em contratos de financiamento de bens imóveis.
10 A PARTIR DA LEI /2004 Aumento de recursos para mercado imobiliário Redução das taxas de juros Aumento da procura por imóveis CICLO VIRTUOSO DO MERCADO IMOBILIÁRIO Aumento do nível de empregos Redução de custos
11 NO BRASIL CRISE MUNDIAL RECENTE A estabilidade da economia e das instituições democráticas do país com diálogo franco entre governo e sociedade civil foi determinante para o sucesso no enfrentamento da crise Adotou-se como estratégia o desenvolvimento a partir do investimento e do consumo de massa (mercado doméstico); e... Na Política monetária Compulsório Redução de juros Comércio exterior (Reservas) Na Política fiscal Desonerações da produção Investimentos em construção
12 OPERAÇÕES DE CRÉDITO DO SISTEMA FINANCEIRO EM 2009 (NO AGRAVAMENTO DA CRISE) O direcionamento de recursos a custos limitados foi determinante para manter o nível de crédito no agravamento da crise mundial Fonte: BACEN, Elaboração Banco de Dados CBIC
13 PERSPECTIVAS ECONÔMICAS Estabilidade econômica; Crescimento médio em torno de 4,0% ao ano; Crescimento comandado pela demanda interna, puxada pelos investimentos em infraestrutura e habitação; Investimentos deverão crescer ao menos duas vezes mais que o PIB nacional nos próximos 4 anos; Mesmo com expectativas de uma nova crise mundial a demanda interna está fortalecida, as reservas internacionais e volume de compulsórios são maiores que em 2008 e a condição fiscal é melhor que naquele momento. Fontes.: Ministério da Fazendfa, CBIC
14 EVOLUÇÃO DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO (volume financiado) 28 Fonte: BACEN, ABECIP e Caixa Econômica Federal - Canal do FGTS. Elaboração Banco de Dados da CBIC.
15 A NATURAL AVERSÃO AO RISCO É natural que uma mudança de patamar em prazo relativamente curto, paralelo a uma crise financeira mundial originada no mercado imobiliário americano produza certa dose de ceticismo e desconfiança. Este receio pode ser muito positivo, desde que as forças sejam conduzidas para ações concretas de melhoria do ambiente de negócios e não para o catastrofismo. Valor máximo para financiamento (em geral fica entre 60% e 75% do valor do bem); Comprometimento de renda limitado (30%); Condições macroeconômicas sólidas; 15
16 A NATURAL AVERSÃO AO RISCO Não há desregulamentação em curso e o sistema bancário brasileiro é reconhecido pelas boas práticas e solidez de suas operações; Os estímulos em cursos focam a aquisição do primeiro imóvel, pois o déficit habitacional é elevado superior a 5 milhões de unidades; Em financiamentos de imóveis populares os subsídios reduzem os riscos; No Brasil, o originador do crédito o carrega até seu término; SISBACEN sistema evita endividamento excessivo; 16
17 A CLASSE MÉDIA PASSA DA METADE DA POPULAÇÃO (% DA POPULAÇÃO) A classe média está em forte expansão (aumento da renda e do emprego); Fonte: Fundação Getúlio Vargas Observação: Renda per capita mensal do domicílio por classes a preços de 2009: Classe A/B: mais que R$ 4.800; Classe C: entre R$ e R$ 4.800; Classe D: entre R$ 804 e R$ 1.115; Classe E: até R$ 804 Fonte: FGV/PNAD. Elaboração e estimativas do Ministério da Fazenda
18 O CRÉDITO IMOBILIÁRIO É DE QUALIDADE Inadimplência em queda, mesmo com avanço do crédito; SBPE - Contratos com mais de 3 prestações em atraso assinados após 1998 Garantia Hipotecária + Alienação Fonte: Banco Central e ABECIP
19 FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO EM PERCENTUAL DO PIB Mesmo com todo o avanço recente, corresponde a 4,1% do PIB. Fonte: Banco Central e ABECIP
20 DESAFIOS Mão de obra qualificada; Necessidade de novas fontes de recurso; Terrenos urbanizados; Inovação.
21 Tel.: (61) Fax: (61)
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