Desindustrialização e Produtividade na Indústria de Transformação
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- João Batista da Mota da Rocha
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1 Desindustrialização e Produtividade na Indústria de Transformação O processo de desindustrialização pelo qual passa o país deve-se a inúmeros motivos, desde os mais comentados, como a sobrevalorização cambial, as altas taxas de juros e a estrutura tributária, até as razões mais localizadas, como os exagerados incentivos fiscais, concedidos por alguns estados, que culminaram com a conhecida guerra dos portos. Trata-se de vantagens fiscais, concedidas por diversos portos localizados em vários estados da federação, que desoneram o produto importado, tornando-os mais baratos e competitivos que a própria mercadoria produzida dentro do país. A guerra dos portos funciona como um poderoso subsídio às importações. A alíquota de ICMS que deveria ser de 17% se reduz, nesses portos, a apenas 3%, uma diferença de 14 pontos percentuais. O estado que pratica a alíquota menor acaba tendo a preferência dos importadores e seus portos mais procurados, aumentando, assim, sua arrecadação. No entanto, essa diferença no percentual tarifário cria uma grave distorção fiscal a favor do produto importado, dificultando ainda mais a vida da indústria nacional. É sempre importante lembrar que a participação da indústria nacional na geração de riqueza do país vem se reduzindo ano após ano. As estatísticas mostram que a participação do emprego da indústria de transformação no emprego total era de 21,2% em 1992, caindo para 18,0% em Da mesma forma, a participação da indústria no PIB do país chegou a 27,2% em 1983 e reduziu-se menos de 16,0% em 2011 Outro aspecto relevante para ilustrar o processo de desindustrialização é a nossa pauta de exportação: em 1992, 60,08% do total das exportações brasileiras eram de produtos industrializados. Esse percentual caiu para 54,71% em 2002 e para 36,05% em O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,7% em Esse número poderia ser bem melhor se a indústria tivesse apresentando resultados mais favoráveis. A indústria 1
2 geral cresceu somente 1,6% e a indústria de transformação, 0,1%. Este fraco crescimento resume a crise porque passa o setor. Claro que o cenário internacional não é muito favorável a crescimentos muito expressivos, no entanto, é evidente que problemas internos, como os anteriormente citados, colaboraram decisivamente para a quase estagnação do setor industrial. No que diz respeito especificamente à guerra dos portos, estima-se que 915 mil empregos 1 deixaram de ser gerados na indústria de transformação, provocando uma redução do PIB em R$ 26,7 bilhões (0,6% do PIB total). A saída para essa situação está sendo decidida no Senado Federal (Resolução 72/2010), onde deverão ser tomadas medidas para a equalização das alíquotas. O objetivo é de estabelecer uma alíquota de 4%, cobrada no estado de origem e o restante, no estado de destino. Dessa maneira, os produtos importados voltam a pagar o mesmo valor do imposto que os produtos nacionais. O quadro 2 a seguir resume o problema: Como é Hoje Dez Estados 3 reduziram alíquotas de ICMS, de 12% para até 3%, sobre os importados. Efeito Quem perde Quem Ganha Como pode ficar Com o desconto, o valor de ICMS do importado é a metade do imposto sobre o produto nacional. As indústrias nacionais situadas em Estados que não oferecem incentivos. Empresas importadoras e os Estados que concedem os benefícios fiscais nos portos. Eliminam-se as vantagens tributárias concedidas aos importados nos portos brasileiros. 1 Estimativas da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) 2 Valor Dinheiro SC/AL/ES/GO/MA/MS/PR/PE/SE/TO. 2
3 De fato, o comportamento da produtividade dos diversos ramos da indústria de transformação situa-se muito abaixo dos indicadores que interferem diretamente na competitividade da indústria. Os quadros e gráficos apresentados a seguir, mostram a evolução das taxas de juros bancário cobradas das pessoas jurídicas e a valorização da taxa de câmbio real e compara essas duas variáveis ao crescimento da produtividade da indústria de transformações e seus principais subsetores, no período compreendido entre 2006 e Vamos notar que, em menor ou maior grau, as distâncias entre a produtividade, medida a partir do quociente entre a Produção Física (PF) e as Horas Pagas na Produção (HP) são muito expressivas, denotando as duras condições competitivas enfrentadas pela indústria nacional. As variáveis de comparação, utilizada para todos os setores, são as Taxas Médias de Juros cobradas das empresas que, entre 2006 e 2011, foram, em média, de 27,73% ao ano e a Taxa de Câmbio Real, que acumulou uma valorização de 31,21% no mesmo período. Taxa média* mensal das operações de crédito com recursos livres referenciais para taxas de Juros Pessoas Jurídica (% a.a.) Variação da Taxa de Câmbio Taxa (%) Câmbio Médio (R$ x US$) - Variação % , , , , , ,34 Média 27,73 Fonte: Banco Central do Brasil (taxas pré-fixadas, pós-fixadas e flutuantes) , , , , , ,90-31,21* Fonte: Banco Central do Brasil (*) Valores negativos: Valorização Cambial 3
4 Indústria de Transformação Produtividade - Indústria de Transformação , , , , , ,31 Acumulado 11,54 * Produção Física / Horas Pagas Fonte: IBGE PIM-PF/PIMES 4
5 Metalurgia básica Produtividade - Metalurgia Básica , , , , , ,64 Acumulado -11,10 5
6 Máquinas e Equipamentos Produtividade - Máquinas e Equipamentos , , , , , ,29 Acumulado 15,49 6
7 Produtos de metal Produtividade - Produtos de Metal , , , , , ,69 Acumulado 3,98 7
8 Máquinas e aparelhos elétricos, eletrônicos, de precisão e de comunicações Produtividade - Máquinas e aparelhos elétricos, eletrônicos, de precisão e de comunicações , , , , , ,06 Acumulado -22,25 8
9 Fabricação de meios de transporte Produtividade - Fabricação de meios de transporte , , , , , ,65 Acumulado 16,75 9
10 Fabricação de outros produtos da indústria de transformação (móveis, indústrias diversas e reciclagem) Produtividade - Fabricação de outros produtos da indústria de transformação , , , , , ,3 Acumulado 2,86 10
11 Alimentos e bebidas Produtividade - Alimentos e bebidas , , , , , ,18 Acumulado -1,18 11
12 Têxtil Produtividade - Têxtil , , , , , ,37 Acumulado -9,46 12
13 Vestuário Produtividade - Vestuário , , , , , ,9 Acumulado 32,40 13
14 Calçados e couro Produtividade - Calçados e couro , , , , , ,69 Acumulado 14,78 14
15 Produtos químicos Produtividade - Produtos Químicos , , , , , ,57 Acumulado 8,18 15
16 Borracha e plástico Produtividade - Borracha e Plástico , , , , , ,2 Acumulado 18,79 16
17 Conclusão No período considerado (2006/11), dos doze setores analisados, oito apresentam aumento de produtividade e quatro revelaram queda. Daqueles ramos que experimentaram aumento de produtividade (Máquinas e Equipamentos; Produtos de Metal; Fabricação de meios de transporte; Outros produtos da indústria de transformação (móveis, indústrias diversas e reciclagem); Vestuário; Calçados e Couro; Produtos Químicos; Borracha e Plásticos), nenhum, exceto o ramo do Vestuário, acumulou produtividade igual ou maior que os níveis das taxas de juros e de valorização cambial. O subsetor do Vestuário, que ostenta um aumento acumulado de produtividade de 32,40%, deve ser visto com atenção. Trata-se de um setor que apresenta grau de informalidade muito grande e sua comparação com setores mais formalizados pode apresentar distorções estatísticas e conclusões pouco confiáveis. Assim mesmo, apesar de no acumulado estar bem, em 2011 sua produtividade regrediu (-0,9%). Os ramos de Alimentos e bebidas; Têxtil; Máquinas e Aparelhos Elétricos, Eletrônicos, de Precisão e de Comunicações e Metalurgia Básica, por sua vez, apresentaram produtividades acumuladas negativas, com o ramo de Máquinas e Ap. Elétricos, Eletrônicos de Precisão e Comunicações alcançando queda de -22,25%. A produtividade da Indústria de Transformação, no geral, acumulou aumento de 11,54%, com queda (-0,31%) em A questão da produtividade está estreitamente relacionada à competitividade da indústria. A produtividade pode ser entendida como a capacidade de a empresa (e no seu conjunto, a indústria) de aumentar sua produção economizando recursos produtivos. Aumentos de produtividade significam, de forma geral, aumento de rentabilidade e capacidade de investimento e crescimento. Estagnação ou redução da produtividade leva à queda da competitividade, isto é, a perda de parcelas de mercado e, no longo prazo, o fim da produção. 17
18 A competitividade pode estar relacionada a vários fatores, localizados dentro e fora da empresa. Por exemplo, as altas taxas de juros e o câmbio valorizado são fatores externos às empresas e que interferem em suas possibilidades de competir e manter-se no mercado. Já, por exemplo, questões tecnológicas, gerenciais e de qualificação da mão de obra são questões internas à empresa que, interferindo em sua produtividade, irá ter como conseqüências alterações em sua competitividade. A indústria brasileira enfrenta os dois problemas: questões externas e internas que acabam interferindo decisivamente em sua produtividade e capacidade de competir. 18
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