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- Tiago Graça Almada
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1 Reforma Tributária ria e Política de Desenvolvimento Regional Cuiabá,, Agosto 2007
2 Reuniões com Governadores Natureza das reuniões anteriores: Governadores de diferentes regiões do país e dirigentes das entidades representativas da indústria têm se reunido (duas reuniões anteriores em Brasília e em Manaus) com o objetivo de viabilizar a implementação de ampla reforma tributária que tenha como foco a competitividade e o crescimento harmônico do País. Conclusões: Redefinição do pacto federativo que assegure a confiança dos entes federados no novo sistema tributário, como instrumento de promoção do desenvolvimento do País e das diferentes Regiões. Inexistência de uma política nacional de desenvolvimento das regiões com defasagem econômica aguça as tensões entre os entes federativos e dificulta avanços substantivos na reforma tributária. CNI percebeu a necessidade de reuniões com governadores de cada região para identificar peculiaridades e viabilizar soluções abrangentes.
3 Reforma Tributária: a oportunidade Fatores que contribuem para avançar na reforma: Crescimento econômico atual permite acomodar eventuais impactos do novo sistema tributário. Ampla percepção das disfunções do sistema tributário atual e seus impactos sobre o crescimento. Amadurecimento da discussão: longo tempo de debates possibilitou razoável grau de convergência. Reconhecimento que a revisão da questão federativa e uma nova política nacional de desenvolvimento regional fazem parte da criação das condições para o sucesso na realização da reforma.
4 Exemplos dos problemas do Sistema Tributário Atual Complexidade: grande número de legislações, competências tributárias, alíquotas e bases de cálculo. Falta de isonomia: benefícios fiscais para importações. Custo dos investimentos: apropriação dos créditos não é imediata (ICMS - 48 meses; PIS/Cofins - 24 meses). Custo do Capital: IOF, CPMF. Distorção na alocação de recursos: incidências cumulativas (CPMF, PIS, COFINS, CIDE, ISS x ICMS). Distorção na alocação de recursos: desestímulo às exportações pelo acúmulo de créditos nas empresas.
5 Aspectos regionais dos problemas do Sistema Tributário Atual a guerra fiscal Inexistência de Política Nacional de Desenvolvimento Regional e o sistema tributário atual -- com ICMS na origem e alíquota interestadual -- permitem a guerra fiscal. Há entendimento quanto a exaustão dos mecanismos da guerra fiscal como indutores do desenvolvimento regional. É preciso migrar para uma situação de jogo cooperativo.
6 Aspectos regionais dos problemas do Sistema Tributário Atual a infra-estrutura deficiente A ausência de política nacional, o desmantelamento das instituições e a deficiência de recursos inviabilizou a construção da infra-estrutura necessária ao desenvolvimento pleno das regiões. É necessário assegurar recursos e mecanismos para viabilizar a expansão da infra-estrutura.
7 Principais preocupações do setor empresarial com relação à Reforma Tributária Assegurar a completa desoneração dos investimentos e das exportações. Simplificar e desburocratizar o sistema tributário. Garantir a utilização plena dos créditos tributários. Evitar a elevação da carga tributária na fixação das alíquotas e com eventuais ganhos de eficiência na arrecadação com as novas sistemáticas. Eliminar tributos distorcivos (ex.: CPMF) e cumulatividade (ex.: ISS x ICMS). Eliminar as disfunções na tributação sobre bens e serviços.
8 A proposta de Reforma do Executivo Criação do IVA-federal e do IVA-estadual, que substituiriam todos os tributos sobre bens e serviços federais e estaduais. O IVA-estadual obedeceria o princípio do destino (puro ou com alíquota residual na origem). Legislação nacional para o IVA-estadual, com estados determinando alíquotas dentro de parâmetros. Crédito imediato na aquisição de bens de capital. Transferência dos incentivos fiscais já concedidos para o IVA-estadual. Fusão da CSLL ao IRPJ. Ampliação da base de arrecadação federal compartilhada com estados e municípios.
9 Política de Desenvolvimento Regional A redução dos mecanismos de desenvolvimento regional atualmente disponíveis aos governos estaduais precisa ser compensada com o fortalecimento da política nacional de desenvolvimento regional com recursos federais. Medidas recentes que ainda exigem esforços: SUDENE e SUDAM precisam ser implantadas e aprovada a criação da SUDECO. Regulamentação da Política Nacional de Desenvolvimento Regional. Regulamentação e implementação das ZPEs.
10 A proposta de Política de Desenvolvimento Regional do Executivo Os novos instrumentos propostos: Criação do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR), para investimentos estruturantes e financiamento ao setor produtivo. Os recursos para investimentos estruturantes poderão ser utilizados para realização de projetos em infra-estrutura, qualificação, assistência técnica, apoio gerencial, pesquisa, desenvolvimento tecnológico, etc.
11 A proposta de Política de Desenvolvimento Regional do Executivo Os recursos do FNDR viriam de tributos federais partilhados (IR/IPI) e seriam aplicados pelas superintendências de desenvolvimento regional e Min. da Integração. SUDAM, SUDENE e SUDECO definiriam a alocação dos recursos entre os vários instrumentos. Incentivos fiscais: a renúncia fiscal seria mantida no patamar atual e há possibilidade de revisão dos mecanismos. Atual distribuição de recursos por regiões seria mantida.
12 Visão do setor empresarial sobre a proposta Equaciona a maior parte dos problemas do sistema tributário apontados pelo setor produtivo. O IVA-estadual deveria obedecer o princípio do destino. É preciso equacionar a situação de estados preponderantemente exportadores e de menor dimensão econômica (alíquota interestadual residual ou equalização de receita via transferências federais). O ISS deveria ser integrado à base do IVA-estadual, acabando com a cumulatividade entre os dois tributos. Recolhimento total do IVA-estadual na origem eleva o custo financeiro das empresas. Criação do FNDR representa ampliação de recursos destinados ao desenvolvimento regional.
13 Reforma Tributária: fase de transição O IVA-federal iniciaria sua vigência num prazo de 2 a 3 anos. O ICMS seria mantido por um prazo de 5 anos, sendo a partir de então substituído pelo IVA-estadual. Preocupação do setor empresarial: Durante a fase de transição é preciso equacionar o problema do acúmulo de créditos tributários de ICMS. É indispensável criar regras de transição que assegurem os contratos existentes e recepcionem os programas estaduais atuais de atração de investimentos
14 Créditos do ICMS: problema do acúmulo prejudica estados e empresas Embora garantida legalmente, a desoneração do ICMS nas exportações não ocorre integralmente. Muitas empresas, especialmente aquelas preponderantemente exportadoras, geram um montante de débitos referente ao ICMS insuficiente para compensar todos os créditos provenientes das operações anteriores. O acúmulo de créditos eleva o custo das empresas e reduz a competitividade das exportações.
15 Créditos do ICMS: problema do acúmulo prejudica estados e empresas Aumento da produção voltada para o mercado externo proporciona a criação de novos empregos e a geração de renda. Finanças estaduais são beneficiadas, com o aumento da arrecadação induzida pelo crescimento da atividade econômica. Pesquisa realizada pela CNI mostrou que 35% das empresas exportadoras afirmaram que as dificuldades no ressarcimento dos créditos tributários afetava negativamente a decisão de exportar.
16 Créditos do ICMS: desafios a serem enfrentados no equacionamento do problema Garantir uma solução definitiva no âmbito da Reforma Tributária. Viabilizar a utilização do estoque de créditos acumulados pelas empresas. Criar mecanismo que evite o acúmulo de novos créditos no período de transição até a aprovação e implementação da Reforma Tributária.
17 Alternativas de solução ao problema dos créditos na exportações Estoque atual: Securitização dos créditos tributários. Novas operações: Alternativa 1: compensação com tributos federais. Alternativa 2: suspensão do ICMS em operações interestaduais destinadas a empresas preponderantemente exportadoras. Alternativa 3: criação de fundo nacional para ressarcimento (incidência contábil de ICMS sobre exportações ou resgate de títulos comprobatórios).
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