Apresentação: Cesar Meireles, MSc.
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- Linda Vilalobos Benke
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1 Apresentação: Cesar Meireles, MSc.
2 Questões Legais e Regulatórias Questões Tributárias, Fiscais e Burocráticas Questões de Governança Contra-medidas / Ações Essenciais Obstáculos à Multimodalidade no Brasil Financiamento e Desoneração Harmonização de Políticas Públicas Infraestrutura e Desburocratização 2 Diagrama de Causa e Efeito / Ishikawa / Espinha de Peixe
3 QUESTÕES LEGAIS E REGULATÓRIAS Definição clara e transparente dos marcos legais e regulatórios do/e para o setor. Revisão do arcabouço legal do setor: - Lei nº /2013 (Motoristas). - Lei nº /2013 (Portos). - Medida Provisória nº 612/2013 (P. Secos / EADIs / CLIAs). - Lei nº 9.611/1998 (OTM). - Decreto nº 1.102/1903 (Armazém Geral). - Regulamentação dos Operadores Logísticos....
4 QUESTÕES TRIBUTÁRIAS, FISCAIS E BUROCRÁTICAS - 1 Enfrentar o desafio maior das reformas: - A Reforma Tributária! Com 27 incidências diferentes de ICMS, tornase impraticável a operacionalidade da Lei nº 9.611/ OTM (Operador de Transporte Multimodal) pela impossibilidade de emissão de apenas um documento fiscal.
5 QUESTÕES TRIBUTÁRIAS, FISCAIS E BUROCRÁTICAS - 2 Equiparar a incidência de impostos nos combustíveis da cabotagem com o longo curso. Desburocratizar o desembaraço nos portos da carga doméstica (cabotagem), hoje tratada como carga de longo curso. Disponibilizar serviços públicos reguladores, anuentes e intervenientes 24hrs.
6 QUESTÕES DE GOVERNANÇA - 1 Promover imediata reforma do sistema de gestão de infraestrutura dos transportes: - Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). - Ag. Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). - Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). - Deptº Nac. de Infraestrutura de Transportes (DNIT). - Emp. Bras. de Infraestrutura Aeroport.(Infraero). - Empresa de Planejamento e Logística (EPL). - Ministério da Aviação Civil (MAC). - Ministério dos Transportes (MT). - - Secretaria Especial dos Portos (SEP).
7 QUESTÕES DE GOVERNANÇA - 1 Promover imediata reforma do sistema de gestão de infraestrutura dos transportes: - Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). - Ag. Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). - Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). - Deptº Nac. de Infraestrutura de Transportes (DNIT). - Emp. Bras. de Infraestrutura Aeroport.(Infraero). - Empresa de Planejamento e Logística (EPL). - Ministério da Aviação Civil (MAC). - Ministério dos Transportes (MT). - - Secretaria Especial dos Portos (SEP).
8 QUESTÕES DE GOVERNANÇA - 2 No Brasil há inúmeros estudos, planos e projetos já aprovados pelo setor: - Plano Nacional de Logística dos Transportes (PNLT). - Programa de Aceleração do Crescimento (PAC.1/2). - Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP). - Plano Nacional de Logística Integrada (PNLI). - Plano de Investimentos em Logística (PIL)....
9 QUESTÕES DE GOVERNANÇA - 2 No Brasil há inúmeros estudos, planos e projetos já aprovados pelo setor: - Plano Nacional de Logística dos Transportes (PNLT). - Programa de Aceleração do Crescimento (PAC.1/2). - Plano Nacional de Logística Portuária (PNLT). - Plano Nacional de Logística Integrada (PNLI). - Plano de Investimentos em Logística (PIL)....
10 FINANCIAMENTO E DESONERAÇÃO Revisão da pauta de financiamento dos setores (rodoviário, ferroviário, aeroviário, hidroviário, portos, retroportos, operadores logísticos), a exemplo do Finame, Reporto etc. Estabelecer nova agenda de desoneração fiscal do setor, exigindo contrapartidas de investimento.
11 POLÍTICAS PÚBLICAS HARMONIZADAS Assim como na gênese da Logística, Política Pública pressupõe visão e ação integradas. Harmonizar, portanto, as políticas públicas federais, estaduais e municipais de infraestrutura com Meio Ambiente, Ministério Público, TCU, Patrimônio Histórico e demais áreas anuentes e intervenientes, faz-se mister!
12 INFRAESTRUTURA E OUTROS OFENSORES - 1 Incentivar e fomentar junto a zonas produtoras do agronegócio estações de silagem consistentes entre produção e capacidade de estocagem e escoamento dos portos. Incentivar e fomentar a construção de terminais intermodais em pontos concentradores de carga (hubs), priorizando a instalação junto a rios navegáveis e entroncamentos rodoferroviários. Cobrar/regular a programação eletrônica de transferência de carga entre as estações de silagem e pátios reguladores aos portos.
13 INFRAESTRUTURA E OUTROS OFENSORES - 2 Dar prioridade e foco na cabotagem, desonerando combustíveis, flexibilização de bandeira, harmonização operacional nos terminais de contêineres entre carga de cabotagem e longo curso. Liberdade para a contratação de mão de obra nos portos, trazendo coerência e aderência à nova tecnologia dos terminais e configuração dos navios modernos.
14 OBSERVAÇÃO Esta apresentação estará disponível no site da ABOL ( bem assim poderão acessar artigos e textos selecionados com este tema e outros afins. Como fonte de dados para esta apresentação, encontrarão artigo escrito em coautoria com Paulo Guedes, presidente da Veloce Logística e conselheiro da ABOL.
15 Muito obrigado!!! Carlos Cesar Meireles Vieira Filho Diretor Executivo ABOL Fone: (11)
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