[129] 50. TAQUIARRITMIAS
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- Eliza Porto Azenha
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1 [129] d. ALGORITMO DE BRADICARDIA Algoritmo de atendimento a pacientes com bradicardia. 50. TAQUIARRITMIAS a. CONSIDERAÇÕES GERAIS Frequentemente encontradas nas emergências. São definidas como ritmos apresentando frequência ventricular superior a 100 bpm. Podem ser classificadas com base nos complexos QRS, em taquicardia de complexos estreitos (QRS < 120 ms) e de complexos alargados (QRS > 120 ms). A grande maioria é causada por mecanismo de reentrada, outras causas são por aumento da automaticidade. A forma mais comum de taquicardia paroxística é a supraventricular, que costuma ocorrer em indivíduos sem doença cardíaca estrutural. Começa e termina abruptamente e pode durar de segundos a horas. É causada geralmente por mecanismo de reentrada. A fibrilação atrial é a arritmia crônica mais comum, afeta cerca de 10% dos indivíduos com mais de 80 anos. Pode ocorrer em pacientes com doença valvular, cardiomiopatia dilatada, hipertensão arterial e doença coronariana e em indivíduos normais.
2 [130] p r o t o c o l o s d a s u n i d a d e s d e p r o n t o a t e n d i m e n t o 2 4 h o r a s A fibrilação atrial pode complicar-se com a formação de trombos no átrio e risco de embolização, que é maior quando a arritmia apresenta duração superior a 48 horas. b. QUADRO CLÍNICO São sintomas atribuíveis a taquiarritmia: palpitações, dor torácica, dispnéia e síncope. Caso palpitações estejam associadas ao quadro pesquisar na história seu início e término. Início súbito de palpitações é sugestivo de taquiarritmia. A supressão dos sintomas da arritmia após a manobra de Valsalva é sugestiva de origem supraventricular. Pesquisar doença cardíaca estrutural (isquêmica, valvular, hipertensão arterial), história de cardiopatia familiar ou congênita (cardiomiopatia hipertrófica e QT longo). Uso de medicações e história de doenças endócrinas (doença de tireóide) deve ser avaliado. Procurar sinais de instabilidade relacionados a arritmia: dor torácica, dispnéia, alteração do nível de consciência e choque. A fibrilação atrial é a única arritmia comum na qual a frequência ventricular é rápida e o ritmo muito irregular. A frequência atrial está entre min e a ventricular entre min. O déficit de pulso é comum na FA, a frequência de pulso é menor que a frequência cardíaca (não ocorre o enchimento do ventrículo antes do batimento). A dispnéia, de início recente, associada ou não a esforços, precedido de palpitações costuma ser o quadro clínico mais frequente. c. CONDUTA NA TAQUIARRITMIA INSTÁVEL Determinar se o paciente apresenta sinais de instabilidade decorrentes da arritmia. Geralmente nestes casos a frequência cardíaca é superior a 150 batimentos por minuto. Preparar o cardioversor para uso imediato. Abrir vias aéreas de pacientes inconscientes. Administrar oxigênio suplementar sob máscara 10 a 15 litros /min. Ventilar com máscara, caso a vítima esteja em apnéia ou apresentando respiração ineficaz.
3 [131] Monitorar o paciente com cardioscópio, oxímetro de pulso e pressão arterial não invasiva. Imprimir o traçado obtido da monitorização cardíaca. Obter acesso venoso periférico em extremidade superior se possível. Efetuar sedação e analgesia em pacientes conscientes utilizando fentanil 100 µg IV e midazolam 5 mg IV. Preparar material de ventilação e acesso as vias aéreas e as medicações de reanimação. Efetuar imediatamente a cardioversão em pacientes instáveis com 40 J / 80 J / 120 e 150 J (aparelhos bifásicos). Efetuar a cardioversão em pacientes instáveis mesmo que a arritmia seja a FA com mais de 48 horas de duração, pois neste caso o risco da arritmia ultrapassa o risco da embolização. Estar preparado para efetuar reanimação cardiopulmonar. Imprimir o traçado eletrocardiográfico após a cardioversão. Manter o ritmo cardíaco, oximetria e PNI continuamente monitorizados. Transferir o enfermo para unidade de cuidados intensivos em ambulância UTI. d. ALGORITMOS DE TAQUICARDIA Algoritmo de atendimento a taquicardias.
4 [132] p r o t o c o l o s d a s u n i d a d e s d e p r o n t o a t e n d i m e n t o 2 4 h o r a s Algoritmo de atendimento a taquicardia com QRS estreito. Algoritmo de atendimento a taquicardias com QRS alargado. e. CONDUTA NA TAQUIARRITMIA ESTÁVEL SINTOMÁTICA Suplementar oxigênio sob máscara em altas concentrações. Manter saturação acima de 92%. Monitorar o paciente com cardioscópio, oxímetro de pulso e pressão arterial não invasiva.
5 [133] Efetuar eletrocardiograma de 16 derivações. Obter acesso venoso periférico em extremidade superior. Estar preparado para efetuar reanimação cardiopulmonar, com desfibrilador, marcapasso externo, material de assistência respiratória e medicamentos de parada. Avaliar o ritmo presente para definir a conduta. Administrar adenosina IV nas doses de 6 mg, 12 mg e 18 mg em pacientes sintomáticos com taquicardia paroxística supraventricular. Utilizar amiodarona 300 mg IV em pacientes com taquicardia ventricular. Empregar na fibrilação atrial aguda a amiodarona 5 mg/kg IV. Controlar a frequência cardíaca na fibrilação atrial sintomática com mais de 24 horas de duração utilizando diltiazem ou digital. No caso de dúvida, estabelecer contato com a Central de Teleconsultoria para definir a necessidade e a possibilidade de anticoagulação para os portadores de fibrilação atrial crônica persistente. Manter o ritmo cardíaco, oximetria e pressão PNI continuamente monitorizados. Transferir o enfermo para unidade cardiologia intensiva em ambulância UTI. f. ALGORITMO TAQUICARDIA ESTÁVEL Algoritmo de atendimento a taquicardias estáveis.
6 [134] p r o t o c o l o s d a s u n i d a d e s d e p r o n t o a t e n d i m e n t o 2 4 h o r a s Medicamentos com ação anti-arrítmica MEDICAMENTO AÇÕES INDICAÇÕES DOSE Adenosina Adenocard (2 ml = 6 mg) Amiodarona Ancoron (3 ml = 150 mg) Esmolol Brevibloc Lidocaína 2% (10 ml = 200 mg) Metoprolol Seloken (5 ml = 5 mg) Inibe a Taquicardias automaticidade supraventriculares por do nódulo reentrada. Usada no sinusal, diagnóstico diferencial deprime a de taquicardias com condução e Complexo QRS prolonga a Alargado. Possui refratariedade eficácia comparável à do nódulo do verapamil, porém AV. Início da com muito mais ação de 5 a segurança. Não atua 20 segundos, em flutter, fibrilação com duração atrial ou arritmias do efeito de ventriculares. 40 segundos. Prolongamento do potencial de ação do miocárdio. Inibição seletiva dos receptores beta1, reduzido a condução do nódulo AV. Possui ação ultra- curta. Encurtamento da repolarização. Taquicardias supraventriculares, taquicardia ventricular e fibrilação ventricular. Eficiente no prolongamento do período refratário das vias acessórias da síndrome de Wolf-Parkinson- White (WPW). Droga de escolha na fibrilação ventricular e taquicardia ventricular refratárias. Não deve ser usado no tratamento da fibrilação atrial com mais de 48 horas de duração devido ao risco de reversão da arritmia para ritmo sinusal e embolia sistêmica. Taquicardias supraventriculares para controle da frequência cardíaca. Segunda escolha nos casos de taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e batimentos ventriculares prematuros sintomáticos. Controle da frequência cardíaca nas taquicardias supraventriculares. Administrar 6 mg IV em bolo. Caso não ocorra reversão da arritmia em 2 minutos, administrar 12 mg IV, e após 2 minutos mais 18 mg. Se não houver resposta após a 3ª dose reavaliar o diagnóstico. Caso seja administrada em veia profunda a dose inicial deve ser reduzida para 3 mg. Dose de ataque de 5 mg/kg, em bolo na PCR ou lentamente em outras arritmias. A dose de manutenção deve ser realizada através de infusão contínua de 600 mg a 1 g por 24 horas, de preferência em ambiente hospitalar, com bomba infusora e em veia profunda. A amiodarona produz flebite em veia periférica. Dose de ataque de 500 μg/kg em dois minutos, seguido de manutenção em infusão contínua de 25 a 200 μg/kg/min. Dose de ataque de 1 a 2 mg/kg, por via intravenosa, administração lenta. Dose de manutenção de 1 a 4 mg/kg/min. Dose de ataque de 5 mg IV, com infusão lenta, durante 5 minutos, que pode ser repetida três vezes, em intervalos de 10 minutos. CONTRA- INDICAÇÕES Cuidado: O dipiridamol potencializa os seus efeitos. Asma brônquica, choque e distúrbios de condução. A dose deve ser reduzida nos casos de choque e insuficiência hepática. A droga não produz efeito hemodinâmico relevante. Asma brônquica, choque e distúrbios de condução. EFEITOS DELETÉRIOS Efeitos colaterais: geralmente resolvem de forma espontânea. Ocorrem em 30% dos pacientes e não representam risco de vida. Os mais comuns são dispnéia, rubor facial, desconforto torácico, náuseas, cefaléia, vertigem e hipotensão arterial. Hipotensão arterial quando administrase em bolo. Pode causar o prolongamento dos intervalos PR e QT. Raramente causa náuseas e vômitos. O uso prolongado pode produzir fibrose pulmonar, depósitos na córnea, alterações das enzimas hepáticas, hipo e hipertireoidismo e fotossensibilidade. Possui efeito inotrópico negativo leve. Broncoespasmo, insuficiência ventricular e bradicardia. Desorientação, euforia, contrações musculares e convulsões focais ou generalizadas. Asma brônquica, insuficiência cardíaca, choque e distúrbios de condução.
7 [135] MEDICAMENTO AÇÕES INDICAÇÕES DOSE Sulfato de Magnésio a 10% (10 ml = 1 g) Diltiazem Balcor (5 ml = 25 mg) Essencial no funcionamento da bomba de sódio e potássio. Age como um bloqueador dos canais de cálcio. Bloqueio dos canais de cálcio Fibrilação ventricular refratária e taquicardia ventricular, e em especial a Torsades des Pointes Reversão da taquicardia paroxística supraventricular e controle da frequencia ventricular na fibrilação e flutter atrial. 1 a 2 g de solução a 50% em bolo na fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso. Ataque de 0,25 mg/ kg, em dois minutos e se não houver resposta após 15 minutos administrar novo bolo de 0,35 mg/kg. Manter infusão contínua de 5 a 15 mg/hora. CONTRA- INDICAÇÕES Hipermagnesemia Hipotensão arterial e depressão miocárdica. EFEITOS DELETÉRIOS Rubor facial, sudorese, bradicardia e hipotensão arterial. Doses elevadas podem causar paralisia flácida, choque e apnéia. Evitar nos casos de insuficiência cardíaca, hipotensão arterial e na síndrome de Wolf-Parkinson- White associada a fibrilação ou flutter atrial. Não utilizar em taquicardia ventricular ou taquicardias com complexos alargados. 51. SÍNCOPE a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO A síncope é definida como perda súbita e breve da consciência e do tônus postural, seguida por recuperação completa e rápida, devido a hipoperfusão cerebral transitória. É condição comum, cerca de 40% da população apresenta pelo menos um evento durante sua vida. Pode ser a manifestação de uma condição potencialmente grave e letal. Pode ser dividida em 2 grupos de acordo com a causa: Cardíaca: mecanismo de interrupção do débito cardíaco, arritmia com repercussão hemodinâmica, estenose valvular, cardiomiopatia hipertrófica, embolia pulmonar e mixomas. Representa mais ou menos 10% das síncopes diagnosticadas. Não cardíaca: é a forma mais comum sendo chamada de síncope neuro cardiogênica. É causada pela combinação de bradicardia por aumento do tônus vagal e vasodilatação periférica. Alguns estímulos específicos podem desencadear a síncope (micção, defecação, tosse e deglutição). Geralmente tem bom prognóstico. Outras causas de síncope não cardíaca são: hipotensão ortostática, condições neurológicas (TIA ou convulsões) e hipoglicemia.
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