Contabilidade de Custos 2016/1
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- João Pacheco Franco
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1 Professor Gleison de Abreu Pontes Bacharel em Administração de Empresas (Faculdade Politécnica de Uberlândia, 2007) Especialista em Finanças (Universidade Federal de Uberlândia, 2010) Mestre em Ciências Contábeis (Universidade Federal de Uberlândia, 2016)
2 OBJETIVOS Apresentar o Plano de Curso da disciplina. Apresentar as diferenças entre a Contabilidade Financeira e Gerencial. Apresentar as principais características da Controladoria e do profissional de Controller. Apresentar os objetivos da Contabilidade de Custos e os principais Métodos de Custeio empregados. Compreender a terminologia contábil aplicada à Contabilidade de Custos, a classificação de custos e o seu comportamento.
3 APRESENTAÇÃO DO PLANO DE CURSO
4 I. EMENTA Introdução à contabilidade de custos. Ciclo contábil. Introdução. Terminologia. Classificação e Comportamento dos Custos. Apuração de Resultado. Material Direto. Mão de Obra Direta. Custos Indiretos de Produção. Sistemas de Custeamento. Produção Conjunta.
5 II. OBJETIVOS Proporcionar aos alunos conhecimentos sobre custos de produção, apropriação dos elementos de custos e apuração do custo total dos produtos.
6 III. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 INTRODUÇÃO 1.1 Objetivos da Contabilidade de Custos; 1.2 Métodos de Custeio; 1.3 Custos e Despesas na Demonstração de Resultados do Exercício; Empresas comerciais; Empresas industriais; Empresas prestadoras de serviços; 1.4 Terminologia Aplicada; 1.5 Classificação e Comportamento dos Custos; Custos diretos e indiretos; Custos fixos e variáveis.
7 2 CUSTOS DIRETOS 2.1 Definição de materiais diretos; 2.2 Composição do custo de matéria-prima; 2.2.1Método de avaliação de estoques; 2.3 Composição do custo da mão-de-obra direta; Diferença entre mão-de-obra direta e mão-de-obra indireta. 3 CUSTOS INDIRETOS 3.1 Composição de custos indiretos de fabricação; 3.2 Rateio dos custos indiretos de fabricação; 3.3 Departamentalização dos custos indiretos de fabricação.
8 4 SISTEMAS DE ACUMULAÇÃO DE CUSTOS 4.1 Acumulação de custos por ordem de serviço; 4.2 Acumulação de custos por processo. 5 PRODUÇÃO CONJUNTA 5.1 Co-produtos, subprodutos e sucatas; 5.2 Apropriação dos custos conjuntos aos co-produtos; 5.3 Principais critérios de apropriação dos custos conjuntos; 5.4 Problemas fiscais com relação à contabilidade de custos; 5.5 Conceito fiscal de custeio por absorção.
9 ESTRATÉGIAS DE TRABALHO E FORMAS DE AVALIAÇÃO
10 IV. ESTRATÉGIAS DE TRABALHO Aulas expositivas; Exercícios práticos; Casos de estudo.
11 V. FORMAS DE AVALIAÇÃO Atividades Pontos Exercícios em sala 10,0 Simulado CFC 10,0 Trabalho Bimestral 30,0 Avaliações Bimestrais 50,0 Total: 100,0
12 VI. DATAS, AVALIAÇÕES E CONTEÚDO Data Avaliações Conteúdo 18/04/ /04/2016 Trabalho Bimestral I Avaliação Bimestral I 30/05/2016 Simulado CFC Conteúdo parcial do semestre. 22/06/ /06/2016 Trabalho Bimestral II Avaliação Bimestral II 05/07/2016 Prova Final Conteúdo total do semestre. Terminologia, classificação e comportamento de custos, Custo de Matériaprima e Custo de Mão de Obra Direta. Terminologia, classificação e comportamento de custos, Custo de Matériaprima e Custo de Mão de Obra Direta. Custos Indiretos de Fabricação, Sistemas de Acumulação de Custos e Produção Conjunta. Custos Indiretos de Fabricação, Sistemas de Acumulação de Custos e Produção Conjunta.
13 VII. CARGA HORÁRIA E PRESENÇA CARGA HORÁRIA 80 h CRÉDITOS 4 PRESENÇA 75% FALTAS 25% Horário Segunda Quarta 1º e 2º CC 3º e 4º CC
14 VIII. REFERÊNCIAS BÁSICA: DUTRA, René Gomes. Custos: uma abordagem prática. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10. ed. São Paulo: Atlas, PEREZ JÚNIOR, José Hernandez et al. Gestão estratégica de custos. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
15 COMPLEMENTAR: BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. As decisões de investimentos. São Paulo: Atlas, CREPALDI, Silvio Aparecido. Curso básico de contabilidade de custos. 3. ed. São Paulo: Atlas, SILVA, José Pereira da. Análise financeira das empresas. 7. ed. São Paulo: Atlas, SOUZA, Acilon Batista de. Projetos de investimentos de capital: elaboração, análise e tomada de decisão. São Paulo: Atlas, WERNKE, Rodney. Análise de custos e preço de venda: ênfase em aplicações e casos nacionais. São Paulo: Saraiva, 2005.
16 MARTINS, E. Contabilidade de Custos. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
17 CONCEITOS E FUNDAMENTOS DE CUSTOS
18 OBJETIVOS Diferenciar o campo da Contabilidade Financeira da Gerencial. Apresentar a importância do papel do controller para as organizações. Apresentar a visão da Gestão Estratégica de Custos. Compreender a terminologia contábil aplicada à Contabilidade de Custos. Apresentar e compreender o Método de Custeio por Absorção.
19 LEITURA OBRIGATÓRIA Capítulo 1: A Contabilidade de Custos, a Contabilidade Financeira e a Contabilidade Gerencial Capítulo 2: Terminologia Contábil Básica Capítulo 3: Princípios Contábeis Aplicados a Custos Capítulo 4: Algumas Classificações e Nomenclaturas de Custos
20 CONTABILIDADE FINANCEIRA versus CONTABILIDADE GERENCIAL
21 Usuários e a Tomada de Decisão Funcionários; Investidores; Fornecedores de bens e serviços a crédito; Bancos; Governo; Sindicatos; Outros interessados. (MARION, 2012)
22 Contabilidade Financeira versus Gerencial CONTABILIDADE FINANCEIRA USUÁRIOS EXTERNOS Investidores; Fornecedores; Bancos; Governo; Sindicatos; Outros interessados. CONTABILIDADE GERENCIAL USUÁRIOS INTERNOS Funcionários; Gestores; Diretores.
23 Contabilidade Financeira versus Gerencial FREZATTI et al. (2007)
24 Contabilidade Financeira versus Gerencial Usuários primários Liberdade de escolha Implicações comportamentais Contabilidade Gerencial Gestores da organização em vários níveis Sem restrições, exceto custos em relação a benefícios de melhores decisões gerenciais Preocupação com a influência que as mensurações e os relatórios exercerão sobre o comportamento cotidiano dos gestores Contabilidade Financeira Usuários externos, como investidores e agências governamentais, mas também gestores das organizações. Restringida pelos princípios de contabilidade geralmente aceitos Preocupação em mensurar e comunicar fenômenos econômicos. As considerações comportamentais são secundárias, embora a compensação dos executivos baseada em resultados relatados possa ter impacto em seu comportamento Enfoque de tempo Orientação para o futuro: uso formal de orçamentos, bem como de registros históricos. Ex.: orçamento de 20x2 comparado com o desempenho real de 20x1 Orientação para o passado: avaliação histórica. Ex.: desempenho real de 20x2 comparado com o desempenho real de 20x1 Horizonte de tempo Relatórios Delineamento de atividades Flexível, com uma variação que vai de horas a 10 ou 15 anos Detalhados; preocupam-se com detalhes de partes da entidade, produtos, departamentos, territórios etc. Campo de ação se define com menor precisão. Uso mais intenso de disciplinas como economia, ciências de decisão e comportamentais Menos flexível; geralmente um ano ou um trimestre Resumidos; preocupam-se primeiramente com a entidade como um todo Campo de ação se define com maior precisão. Menor uso de disciplinas afins (HORNGREN et al., 2004)
25 Fatores que Influenciaram o Desenvolvimento da Contabilidade Gerencial Industrialização; Tamanho das empresas; Descentralização; Valoração dos estoques; Eficiência dos fatores de produção; Administração científica; Auditoria; Criação de vantagens competitivas. (PADOVEZE, 2013)
26 E a Contabilidade de Custos? (MARTINS, 2010)
27 A CONTROLADORIA E O PAPEL DO CONTROLLER
28 Controladoria É a área responsável por exercer controles contábeis, financeiros e orçamentários; Tem a função de staff (assessoria e consultoria); Visa integrar os esforços das diversas áreas da empresa; (PEREZ JR. et al., 2005)
29 Controladoria A controladoria estratégica implica no pensamento de longo prazo; Deve se preocupar com os clientes, fornecedores, empregados, acionistas, sociedade, e concorrentes; Busca introduzir indicadores e acompanhar a aderência ao planejamento estratégico. (PEREZ JR. et al., 2005)
30 Controller Profissional que atua na área de Controladoria; Necessita de conhecimentos sobre gestão e contabilidade; Analisa informações quantitativas; Exerce a ligação entre o gestor financeiro e o contador. (PEREZ JR. et al., 2005)
31 Controller Conhecimento dos valores das áreas que compõem a empresa; Conhecimento de processos, TI, tributos, área comercial; Conhecimento abrangente da empresa; Precisa de uma contabilidade atualizada. (PEREZ JR. et al., 2005)
32 Gestão Estratégica de Custos Integração que deve haver entre o processo de gestão de custos e o processo de gestão da empresa em sua totalidade; Os elementos estratégicos devem se tornar mais conscientes, explícitos e inseridos nos procedimentos da Controladoria e da Contabilidade de Custos. (PEREZ JR. et al., 2005)
33 Gestão Estratégica de Custos Strategic Cost Management (SCM) Visa a melhoria contínua de desempenho oferecendo: 1. Um poderoso instrumento para tomada de decisão; 2. A focalização dos esforços de melhoria, com resultados mensuráveis; 3. O aprimoramento na capacidade da empresa de criar e agregar valores. (PEREZ JR. et al., 2005)
34 MÉTODOS DE CUSTEIO
35 MÉTODOS DE CUSTEIO [ ] determinam a forma de valoração dos objetos de custeio. Existem diferentes métodos de custeio, que são adotados de acordo com os objetivos visados pela empresa [ ] (MEGLIORINI, 2007, p.2) Tradicionais Custeio por Absorção; Custeio Variável; Contemporâneo Custeio ABC; (MEGLIORINI, 2007)
36 CUSTEIO POR ABSORÇÃO DESPESAS CUSTOS INDIRETOS DIRETOS RATEIO PRODUTO A PRODUTO B DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ESTOQUE RECEITA CPV LUCRO BRUTO DESPESAS LUCRO OPERACIONAL (MARTINS, 2010)
37 CUSTEIO POR ABSORÇÃO Vantagens: Desvantagens: Atende aos princípios contábeis geralmente aceitos; Aceito pela legislação societária e fiscal; Apropriação de todos os custos de produção (variáveis e fixos); Formação de custos para estoque. Poderá elevar os custos de alguns produtos; Os critérios de rateio são sempre arbitrários (nem sempre são justos); Provoca análises distorcidas; Diminui o grau de credibilidade com relação às informações de custos.
38 CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES(ABC) (PRIMEIRA GERAÇÃO) Recursos Atividades Produtos Pessoal A 1 P 1 Instalações Comunicações A 2 P 2 Etc. A n P n (MARTINS, 2010)
39 CUSTEIO VARIÁVEL CUSTOS DESPESAS FIXOS VARIÁVEIS ESTOQUE DE PRODUTOS ACABADOS VENDA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS RECEITA (CPV) = LUCRO BRUTO (CF e Despesas) = LUCRO OPERACIONAL (MARTINS, 2010)
40 CONTABILIDADE DE CUSTOS Atendimento de exigências legais quanto à apuração de resultados de suas atividades e avaliação de estoques. Conhecimento dos custos para a tomada de decisões e o exercício de controles. (MEGLIORINI, 2007)
41 CONTABILIDADE DE CUSTOS Subsidiar os gestores quanto: à determinação dos custos dos insumos aplicados na produção; à determinação dos custos das diversas áreas que compõem uma empresa; às políticas de redução dos custos dos insumos aplicados na produção ou das diversas áreas que compõem a empresa; ao controle das operações e das atividades; à administração, auxiliando-a na tomada de decisões ou na solução de problemas especiais; às políticas de redução de desperdício de material, tempo ocioso etc.; à elaboração de orçamentos. (MEGLIORINI, 2007)
42 CONTABILIDADE DE CUSTOS Auxiliar na solução de problemas relacionados: ao preço de venda; à contribuição de cada produto ou linha de produtos para o lucro da empresa; ao preço mínimo de determinado produto em situações especiais; ao nível mínimo de atividades exigido para que o negócio passe a ser viável; ao gerenciamento dos custos; a diversos problemas especiais. (MEGLIORINI, 2007)
43 CONTABILIDADE DE CUSTOS Publicação de relatórios financeiros CUSTOS Pagamento de impostos Controle Tomada de decisão
44 TERMINOLOGIA APLICADA Custos: gastos relacionados à obtenção: do produto (empresa industrial); da mercadoria (empresa comercial); do serviço (empresa prestadora de serviços). GASTOS Despesas: gastos relacionados à obtenção da receita e administração da empresa. Investimentos: gastos realizados com a obtenção de bens e serviços que são registrados em contas do ativo da empresa. (MEGLIORINI, 2007)
45 CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS Quanto ao produto fabricado Custos diretos Custos indiretos Quanto ao comportamento em diferentes volumes de produção Custos fixos Custos variáveis (MEGLIORINI, 2007)
46 CUSTOS DIRETOS E INDIRETOS Diretos: custos referentes aos recursos consumidos no processo de fabricação e cujo consumo exato pode ser determinado por unidade fabricada, permitindo a apropriação direta do custo no produto. Indiretos: custos incorridos na produção que não podem ser medidos por unidade de produto. São apropriados ao produto por meio de rateio. (MEGLIORINI, 2007)
47 CUSTOS FIXOS E VARIÁVEIS Fixos: custos necessários para manter a estrutura que a empresa possui para realizar suas operações. São identificados com um período de tempo. Variáveis: custos decorrentes das atividades de produção; oscilam, isto é, variam de acordo com os aumentos e as reduções no volume de produção. (MEGLIORINI, 2007)
48 CUSTOS FIXOS Custos Custo fixo 0 10 t. Quantidade (MEGLIORINI, 2007)
49 CUSTOS FIXOS Custos Custo fixo unitário 0 10 t. Quantidade (MEGLIORINI, 2007)
50 CUSTOS VARIÁVEIS Custos Custo variável 0 10 t. Quantidade (MEGLIORINI, 2007)
51 CUSTOS VARIÁVEIS Custos Custo variável unitário 0 10 t. Quantidade (MEGLIORINI, 2007)
52 OUTRAS CLASSIFICAÇÕES C u s to s d e p ro d u ç ã o c u s to s p rim á rio s m a té ria - p rim a m ã o -de- o b ra d ire ta c u s to s d e tra n s fo rm a ç ã o m ã o - de-o b ra d ire ta (o u d e c o n v e rs ã o ) c u s to s in d ire to s (MEGLIORINI, 2007)
53 CUSTEIO POR ABSORÇÃO
54 CUSTEIO POR ABSORÇÃO Custeio por absorção é o método de custeio do estoque no qual todos os custos de fabricação, variáveis e fixos, são considerados custos inventariáveis. Isto é, o estoque absorve todos os custos de fabricação (HORNGREN et al., 2004).
55 CUSTEIO POR ABSORÇÃO É utilizado para avaliação de estoques; É previsto pela Legislação do IR para Pessoas Jurídicas; É utilizado pelas Comissão de Valores Mobiliários para companhias de capital aberto; Pode ser utilizado no planejamento e controle de gastos.
56 CUSTEIO POR ABSORÇÃO Segundo o Decreto-lei nº /77 (legislação sobre o Imposto de Renda), artigo nº. 13, determina que deverão integrar o custo de produção dos bens: 1º - O custo de aquisição de matéria-prima e quaisquer outros bens ou serviços aplicados ou consumidos na produção.
57 CUSTEIO POR ABSORÇÃO Custos do Estoque e de Transformação: O valor de custo do estoque deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, bem como outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais. Os custos de transformação de estoques incluem os custos diretamente relacionados com as unidades produzidas ou com as linhas de produção, como pode ser o caso da mão-de-obra direta. Também incluem a alocação sistemática de custos indiretos de produção, fixos e variáveis, que sejam incorridos para transformar os materiais em produtos acabados. (PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16, p. 4)
58 CUSTEIO POR ABSORÇÃO Rateio: É o processo de distribuição, transferência dos custos indiretos a um objeto de custo desejado (estoque) locados a menor e a maior (HORNGREN et al., 2004). MOD + MP + CIF Produto A Produto B Rateio?
59 CUSTEIO POR ABSORÇÃO ESQUEMA BÁSICO PARA APURAÇÃO DE CUSTOS Separação entre custos e despesas Apropriação direta dos custos diretos aos produtos Rateio dos custos indiretos aos produtos Apropriação dos custos indiretos aos departamentos Rateio dos custos dos departamentos produtivos aos produtos
60 CUSTEIO POR ABSORÇÃO Separação entre Custos e Despesas Comissões de Vendedores R$ ,00 Salários da Fábrica R$ ,00 Matéria-prima Consumida R$ ,00 Salários da Administração R$ ,00 Depreciação na Fábrica R$ ,00 Seguros da Fábrica R$ ,00 Despesas Financeiras R$ ,00 Honorários da Diretoria R$ ,00 Materiais Diversos - Fábrica R$ ,00 Energia Elétrica - Fábrica R$ ,00 Manutenção - Fábrica R$ ,00 Gastos com Entrega R$ ,00 Gastos com comunicação R$ 5.000,00 Material de Consumo - Outros Departamentos R$ 5.000,00 Total: R$ ,00
61 CUSTEIO POR ABSORÇÃO Despesas Administrativas Salários da Administração R$ ,00 Honorários da Diretoria R$ ,00 Gastos com comunicação R$ 5.000,00 Material de Consumo - Outros Departamentos R$ 5.000,00 Total: R$ ,00 Despesas de Venda Comissões de Vendedores R$ ,00 Gastos com Entrega R$ ,00 Total: R$ ,00 Despesas Financeiras R$ ,00
62 CUSTEIO POR ABSORÇÃO Custos de Produção Salários da Fábrica R$ ,00 Matéria-prima Consumida R$ ,00 Depreciação na Fábrica R$ ,00 Seguros da Fábrica R$ ,00 Materiais Diversos - Fábrica R$ ,00 Energia Elétrica - Fábrica R$ ,00 Manutenção - Fábrica R$ ,00 Total: R$ ,00
63 REFERÊNCIAS BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. Gestão de custos e formação de preços. 4 ed. São Paulo: Atlas, FREZATTI, F; AGUIAR, A. B; GUERREIRO, R. Diferenciações entre a Contabilidade Financeira e a Contabilidade Gerencial: uma pesquisa empírica a partir de pesquisadores de vários países. Revista Contabilidade & Finanças, v. 18 n. 44, Disponível em: < >. Acesso em: 01/03/2015. HORNGREN, C. T. et al. Contabilidade Gerencial: uma abordagem gerencial. 12. ed. São Paulo: Prentice Hall, MARION, J. C. Contabilidade empresarial. 16. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Contabilidade de custos. 10. ed. São Paulo: Atlas, MEGLIORINI, E. Custos: análise e gestão. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, PADOVEZE, C. L. Contabilidade de Custos: teoria, prática, integração com sistemas de informações (ERP). São Paulo: Cengage Learning, PEREZ JR, J. H. et al. Gestão estratégica de custos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
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