Anafilaxia e anestesiologia uma abordagem prática
|
|
|
- Madalena Peralta Igrejas
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ATUALIZAÇÃO TERAPÊUTICA Anafilaxia e anestesiologia uma abordagem prática Anaphylaxis and anesthesiology practical approach Rafael Penna Paula César 1, Tiago Henrique Guimarães Pereira 2, Vinicius Caldeira Quintão 3, Luis Gustavo Torres dos Santos 1. DOI: / RESUMO ¹ Médico Anestesiologista da Santa Casa de Belo Horizonte; ² Médico Residente em Anestesiologia do 2º ano da Santa Casa de Belo Horizonte; 3 Médico Anestesiologista Instrutor do CET - Santa Casa de Belo Horizonte Anafilaxia é uma reação de hipersensibilidade sistêmica ou generalizada, do tipo imediata, ameaçadora a vida, cujo mecanismo é imunológico mediado por IgE após sensibilização prévia do paciente acometido. As reações anafilactóides se referem àquelas não mediadas por IgE, porém este termo está em desuso já que não há diferença no tratamento. Na prática, anafilaxia é caracterizada por um colapso cardiopulmonar de início rápido e grande potencial de mortalidade após exposição a um antígeno. O reconhecimento precoce é fundamental já que a pronta administração de adrenalina está diretamente relacionada ao desfecho positivo desse quadro. Está revisão busca elucidar a anafilaxia e criar um fluxograma prático para o reconhecimento e tratamento precoce de anafilaxia. ABSTRACT Anaphylaxis is a generalized or systemic hypersensitivity reaction, life-threatening, mainly mediated by immunoglobulin E (IgE) antibodies after previous sensitization of the affected patient. Anaphylactoid reaction refers to those not IgE mediated, but this term is out of data since there is no difference in treatment. In practice, anaphylaxis is characterized by a cardiopulmonary collapse of rapid onset with high mortality potential following exposure to an antigen. Early recognition is essential since prompt administration of epinephrine is directly related to the positive outcome of this condition. This review seeks to elucidate anaphylaxis and to create a practical flowchart for the recognition and early treatment of this condition. 4
2 INTRODUÇÃO As reações de hipersensibilidade estão cada vez mais presentes em nossa população. Assim, saber lidar com suas implicações e principalmente seu tratamento é de extrema importância para qualquer médico assistente 1. Os quadros de anafilaxia apesar de raros na prática clínica diária, com incidência oscilando entre 1 para cada 5000 a anestesias, guardam em si um aumento importante na morbimortalidade ao paciente acometido 1, 2. Reconhecer os sinais e sintomas dessa síndrome interfere diretamente no prognostico do doente, entretanto essa tarefa se torna difícil no paciente anestesiado 3,4. O anestesiologista tem papel fundamental nessa condição, pois lida diretamente com o paciente cirúrgico, que se expõe a uma quantidade importante de antígenos exógenos em curto espaço de tempo. Esta exposição não só propicia o surgimento de determinadas reações de hipersensibilidade, como também dificulta o diagnóstico do agente causal 2, 3. FISIOPATOLOGIA Anafilaxia é caracterizada como uma reação de hipersensibilidade generalizada do tipo imediata (vide tabela 1) ameaçadora à vida, cujo mecanismo é imunológico, mediado por IgE, após sensibilização prévia 2, 4, 5. Quaisquer outras reações que não sejam mediadas por IgE são caracterizadas como não imunológicas (ou não-ige) denominadas de anafilactóides, termo esse em desuso na atualidade. Essa distinção exposta anteriormente é puramente teórica já que clinicamente essas reações são indistinguíveis, inclusive sem alterações no que norteia o tratamento 2, 6. Tabela 1 Classificação das doenças imunológicas A fisiopatologia de todas essas reações possuem em comum a liberação de mediadores inflamatórios com propriedades vasoativas, que atuam principalmente no endotélio vascular e árvore traqueobrônquica 1,2,7,8. Reações imediatas (tipo 1) geralmente ocorrem entre 5 a 30 minutos da exposição de um antígeno em um paciente previamente sensibilizado com a ativação das imunoglobulinas IgE que promovem a degranulação principalmente de mastócitos e basófilos liberando histamina, prostaglandinas e citocinas 1,2,8,9. Tais substâncias atuam promovendo um aumento da permeabilidade vascular, vasodilatação e irritabilidade das vias aéreas o que pode resultar em um colapso cardiopulmonar 1,2,8,10,11. Afecções cutâneas como urticárias, eritemas e angioedemas também possuem esse mesmo mecanismo fisiopatológico. Já as reações não-ige deflagram seu quadro clínico a partir da degranulação direta dos mastócitos e basófilos ou via sistema do complemento 2,7. FATORES DE RISCO Qualquer tipo de substância em contato com o paciente possui o potencial para desencadear processos alérgicos, todavia existem aquelas com maior predisposição 1,2. No intraoperatório os fármacos bloqueadores neuromusculares (BNM), estatisticamente, lideram como os mais comuns, seguidos pelos antibióticos (especialmente os betalactâmicos) e a alergia ao látex 1,2,12,13. Dentre os BNM, Rocurônio e a Succinilcolina são os mais implicados na gênese dessas reações sem consenso na literatura sobre qual desses dois seria o mais frequente 2, 12. A alergia ao látex encontra-se em ascensão na população atual e deve sempre entrar no diagnóstico diferencial de quaisquer casos de anafilaxia, principalmente naqueles pacientes pertencentes ao grupo de risco (profissionais da área da saúde, portadores de espinha bífida, pacientes submetidos à cateterização vesical de demora) 13,14. DIAGNÓSTICO O quadro clínico é bastante variado e o diagnóstico é por muitas vezes atrasado interferindo diretamente no prognóstico do paciente, principalmente quando se trata de paciente em anestesia geral 1,2,9. Reações de hipersensibilidade podem se restringir ao acometimento de mucosas e pele nos casos mais leves, todavia pode evoluir rapidamente para colapso cardiopulmonar e consequentemente parada cardiorrespiratória (PCR) 8,9,10. Existem diversas classificações clínicas para o quadro de anafilaxia. Classificar a gravidade da reação é importante para nortear o tratamento e todo o arsenal terapêutico que deve ser utilizado 1,2,9. Apresentamos abaixo uma classificação simples e de fácil entendimento. Tabela 2 Gravidade das reações de hipersensibilidade 5
3 O diagnóstico é clínico e o plano terapêutico deve ser traçado a partir da análise da gravidade do mesmo. Entretanto, o paciente anestesiado apresenta certas particularidades que devem ser ressaltadas. Condições como hipotensão arterial e bradicardia, por exemplo, podem ocorrer devido aos fármacos corriqueiramente utilizados em anestesiologia 1. Propofol, fentanil e atracúrio são bons exemplos de fármacos com essa capacidade. Além disso, esse último possui ainda a capacidade de liberação de histamina, que além de promover alterações cutâneas pode desencadear quadros de hipotensão arterial 12. Por isso é importante a vigilância contínua do anestesiologista, de suspeitar (principalmente em caso de anestesia geral) de valores pressóricos inexplicavelmente baixos, além de sempre se atentar à pressão de pico de vias aéreas logo na indução, para servir como valor comparativo no decorrer do procedimento 1,2,11. Outro fato importante são as possíveis alterações mucocutâneas disseminadas no paciente. Estas muitas vezes passam despercebidas devido aos campos cirúrgicos sobre ele. Em algumas situações, as reações cutâneas são os primeiros ou únicos sinais de uma reação alérgica 2,5,11. Apesar do diagnóstico ser eminentemente clínico, existem maneiras de comprovar laboratorialmente a existência de reação alérgica. A dosagem de triptase pode ser realizada, sendo necessárias duas dosagens, em intervalos de 24 horas, sendo a primeira amostra colhida invariavelmente em até 60 minutos do início da reação. Mesmo sendo válida sua utilização, tem pouca utilidade no quadro agudo e seus níveis baixos não descartam a ocorrência de uma reação alérgica. Outros testes como dosagem de IgE específicas e testes cutâneos possuem utilidade em um segundo momento, quando se procura a identificação do antígeno causal da reação, geralmente missão a cargo do médico alergologista 1,11,12. MANUSEIO IMEDIATO Identificada uma potencial reação alérgica, deve-se ter em mente que o tratamento não deve ser postergado de maneira alguma, principalmente nos casos graves nos quais o uso de epinefrina é essencial. O tratamento deve ser integral, multiprofissional, cabendo ao anestesiologista a tarefa de liderar as ações 1,2. A equipe cirúrgica deve ser informada assim que o fato for suspeitado ou diagnosticado. O processo de identificação de potenciais fatores causais deve ser iniciado juntamente com as medidas de suporte e tratamento. Ofertar oxigênio a 100% deve ser uma prerrogativa a ser seguida em todos os pacientes, além da manutenção da perviedade das vias aéreas, podendo ser necessário a realização da intubação orotraqueal. Medicações, hemoderivados, soluções não salinas (colóides, gelatinas, etc.), devem ser descontinuados, pois podem ser os potenciais gatilhos da reação, mantendo o paciente apenas com solução salina fisiológica e halogenados para manutenção de anestesia geral 1,2,10,11. Nos casos de anafilaxia grau 1 e 2 (tabela 2) deve ser administrado bolus intravenoso de epinefrina de 5-10 mcg para adultos e 1-5 mcg/kg para crianças 17. Em vigência de um choque anafilático, rapidamente ocorrerá a deterioração da estabilidade hemodinâmica, portanto, expansão volêmica deve ser precoce e vigorosa, iniciando-se com ml/kg e bolus adicional de ml/kg se persistência de hipotensão 2,8,10. Não há consenso na literatura entre cristalóides ou coloides como solução ideal. Salvo as contraindicações de cada um, qualquer uma dessas é admissível como expansor volêmico nessa situação. Juntamente a expansão volêmica deve ser administrada epinefrina, fármaco de vital importância, que comprovadamente melhora prognóstico e altera desfechos. Inicialmente, doses em bolus de 1-3 mcg/kg podem ser utilizados, tanto na população adulta como pediátrica para manutenção da estabilidade hemodinâmica, podendo ser repetidos de 2 em 2 minutos 1,2,11. Em casos refratários aos bolus, pode-se iniciar em infusão contínua na dose inicial de 0.05 mcg/kg/min com ajuste da dose pela resposta do paciente. O objetivo inicial é manter uma pressão arterial sistólica acima de 90 mmhg. Pacientes que evoluem para PCR devem ser tratados conforme protocolos próprios de suporte avançado de vida 1,2,8,11. A importância da epinefrina como droga principal nas situações de choque anafilático é elucidada ao se analisarem o mecanismo de ação do fármaco e o quadro clínico do paciente em questão. Suas ações sobre os receptores alfa 1 e beta 1 promovem o aumento da resistência vascular periférica que, aliado ao cronotropismo e inotropismo positivos, auxiliam na restauração da perfusão tissular. Além disso, possui ações sobre os receptores beta 2 que auxilia no tratamento do broncoespasmo, aprimorando a ventilação e a troca gasosa. Vale ressaltar que no tratamento do broncoespasmo há indicação formal do uso de broncodilatadores (nas doses usuais), mesmo que já se esteja utilizando a epinefrina 1,2,8,10,11. Existem ainda algumas condições que particularmente adicionam maior gravidade aos pacientes acometidos com choque anafilático. Aqueles em uso prévio de inibidores da enzima de conversão de angiotensina, com anestesia espinhal ou em uso de betabloqueadores apresentam quadros de hipotensão mais intensos 1,5. Além disso, os usuários de betabloqueadores podem apresentar certa resistência ao uso da epinefrina devido a sua ocupação sobre os receptores adrenérgicos. Nessa situação pode-se iniciar o 6
4 uso de glucagon nas doses de 1-2 mg EV em bolus, e se necessário o inicio de infusão contínua nas doses iniciais de 5-15 mcg/min com ajuste pela resposta 5. Fármacos como vasopressina e noradrenalina podem ser utilizados nos casos refratários, sempre em associação com a epinefrina 2. MANUSEIO APÓS A CRISE Todos os esforços devem ser realizados com o intuito de promover a estabilidade hemodinâmica e a correta oxigenação do paciente. Deve-se providenciar o transporte, assim que possível, para a unidade de terapia intensiva (UTI), com estadia mínima de 24 horas, com intuito de observação de possíveis reações alérgicas tardias 1,11. Apesar de pouca comprovação científica, outros fármacos frequentemente são utilizados no arsenal terapêutico dessa reação. Os corticosteroides são utilizados com o intuito teórico de evitar o segundo pico da reação alérgica que, quando ocorre, inicia- -se de horas do quadro inicial. A dose a ser administrada diverge na literatura atual, todavia, o preconizado pelos estudos mais recentes é uma dose de mg/kg/dia de hidrocortisona, dividida em 4 doses diárias. Outra classe de fármacos também muito utilizada são os bloqueadores dos receptores de histamina, tanto de receptores do tipo 1, quanto do tipo 2. Também não há comprovação de sua eficácia e alguns estudos inferem que poderiam até piorar o quadro de hipotensão se administrados em bolus. As doses preconizadas são de mg/kg (dose máxima de 50 mg) de difenidramina e 1 mg/kg (dose máxima de 50 mg) de ranitidina 1,2,11. Nas situações onde o rocurônio é o principal suspeito de causar a reação anafilática alguns artigos expõem relatos de casos demonstrando eficácia na utilização de Sugamadex como antídoto para a mesma. O uso é considerado off label e a dose a ser utilizada também é desconhecida. Sugere-se a utilização de 16 mg/kg, com incremento de dose a depender da resposta do paciente 6. Contudo, as divergências na literatura ainda existem, evidenciadas pela discrepância entre os resultados obtidos de testes em laboratório e casos clínicos. Há dúvida se o encapsulamento das moléculas do rocurônio pelo sugamadex impediria mais liberação de mediadores pelos mastócitos e basófilos ou a expressão de outros marcadores de hipersensibilidade (p.ex. CD63). Além disso, pode haver confusão entre qual foi o fator determinante da melhora dos sinais clínicos, se foram conseguidos pela instituição do tratamento preconizado ou pela administração do sugamadex 16. Figura 1 Fluxograma em anafilaxia DISCUSSÃO Todo paciente acometido por anafilaxia deve ser encaminhado ao médico alergologista para investigação dos prováveis fatores causais. Cabe ao anestesiologista a realização desse encaminhamento, junto a uma lista dos fármacos e substâncias administrados no perioperatório, provável fármaco suspeito e relato das condutas realizadas como tratamento e evolução do quadro. Futuras anestesias devem levar em consideração os resultados dos testes alérgicos e alternativas ao fármaco causal devem ser estabelecidas. Caso não exista alternativa segura para proceder com a anestesia, dessensibilização prévia deve ser realizada para procedimentos eletivos. CONCLUSÃO Reconhecer a ocorrência de uma reação anafilática em um paciente anestesiado é tarefa muitas vezes caracterizada como difícil e a sua suspeição sempre deve ser acompanhada de tratamento agressivo. Reposição volêmica vigorosa associada ao uso de epinefrina são os pilares do tratamento e essas medidas não devem ser postergadas. Apesar de raras, 7
5 essas reações reservam um prognóstico com elevadas taxas de morbidade. Assim, médicos assistentes devem antecipar as condutas a serem instituídas no caso de anafilaxia. Ações a serem realizadas nesses casos, com o algoritmo de tratamento sempre em mente para ser colocado em prática. REFERÊNCIAS 1. Berrio Valencia MI. Anafilaxia perioperatória. Rev. Bras. Anestesiol. 2015; 65(4): Levy JH. Anaphylaxis, Allergy, and Adverse Drug Reactions: Perioperative Considerations for Anesthesiologists. Anesthesiology. 2016; 408: Aun MV, Garro LS, Ribeiro MR, Motta AA, Kalil J, Giavina-Bianchi P. Anafilaxia perioperatória: a experiência brasileira. Rev. port. imunoalergol. 2016; 24(2): Hanamoto H, Kozu F, Oyamaguchi A, Inoue M, Yokoe C, Niwa H. Anaphylaxis with Delayed Appearance of Skin Manifestations during General Anesthesia: Two Case Reports. BMC Research. 2017; 308: Nag DS, Samaddar DP, Kant S, Mahanty PR. Choque anafilático refratário perianestésico com cefuroxima em paciente com história de alergia à penicilina recebendo vários medicamentos anti-hipertensivos. Rev. Bras. Anestesiol. 2017; 67(2): Barbosa FT; Cunha RM. Caso de anafilaxia induzida por rocurônio tratado com o auxílio de sugamadex. Rev. Bras. Anestesiol. 2012; 62(4): Abbas AK. Imunologia celular e molecular. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, p. ISBN Louzada Júnior P, Oliveira FR, Sart W. Anafilaxia e Reações Anafilactóides. In: Simpósio de Urgências e Emergências Imunológicas; 2003; Ribeirão Preto. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. 2003: Choi E, Kim S. Anaphylactic reaction following reversal of nondepolarizing muscle relaxant during general anesthesia: a case report. Int Med Case Rep J. 2017; Aug: Chen X, Thong SY, Chong YY, Ng SY. A Review of Perioperative Anaphylaxis at a Singapore Tertiary Hospital. Singapore Med J. 2016; 57(3): Worm M, Eckermann O, Dölle S, Aberer W, Beyer K, Hawranek T. et al. Triggers and treatment of anaphylaxis: an analysis of 4,000 cases from Germany, Austria and Switzerland. Dtsch Arztebl Int. 2014; Oct: Souza RL, Ferreira LC, Cunha GV, Valente LA. Bloqueadores neuromusculares e reações alérgicas. Rev Med Minas Gerais. 2016; 26 (Supl 1): S39-S Allarcon JB, Malito M, Linde H, Brito MEM. Alergia ao látex. Rev. Bras. Anestesiol. 2003; 53(1): Machado JA, Cunha RC, Oliveira BH, Silva J. Reação anafilática induzida por látex em paciente submetido à apendicectomia aberta: relato de caso. Rev. Bras. Anestesiol. 2011; 61(3): Link MS, Berkow LC, Kudenchuk PJ, Halperin HR, Hess EP, Moitra VK, Neumar RW, O Neil BJ, Paxton JH, Silvers SM, White RD, Yannopoulos D, Donnino MW. Part 7: adult advanced cardiovascular life support: 2015 American Heart Association Guidelines Update for Cardiopulmonary Resuscitation and Emergency Cardiovascular Care. Circulation. 2015; 132(suppl 2):S444 S Takazawa T, Mitsuhata H, Mertes PM. Sugammadex and rocuronium induced anaphylaxis. J Anesth. 2016; 30: DOI /s x. 8
Recomendações SAESP Anafilaxia
Recomendações SAESP Anafilaxia 1. RESUMO 1.1. Estas recomendações foram elaboradas por membros da Comissão Científica da SAESP e representantes da Associação Paulista de Alergologia. 1.2. A reação anafilática
12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ALERGISTA. Com relação à corticoterapia sistêmica na dermatite atópica grave, assinale a resposta CORRETA:
12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ALERGISTA QUESTÃO 21 Com relação à corticoterapia sistêmica na dermatite atópica grave, assinale a resposta CORRETA: a) não há estudos sistematizados que avaliem a
Mediadores pré-formados. Mediadores pré-formados. Condição alérgica. Número estimado de afetados (milhões) Rinite alérgica Sinusite crônica 32.
REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE HIPERSENSIBILIDADE : É uma resposta imunológica exagerada ou inapropriada a um estímulo produzido por um antígeno. REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE
PROTOCOLO DE GERENCIAMENTO DE SEPSE 11- INSTRUÇÕES MULTIPROFISSINAIS ESPECÍFICAS: TIPO DE INSTRUÇÃO. Primeiras 06 horas
PROTOCOLO DE GERENCIAMENTO DE SEPSE 11- INSTRUÇÕES MULTIPROFISSINAIS ESPECÍFICAS: EQUIPE TIPO DE INSTRUÇÃO Primeiras 06 horas ü Garantir restauração volêmica imediata (30ml/Kg) em 30 minutos. ü Solicitar
Abordagem da sepse na emergência Rodrigo Antonio Brandão Neto
Abordagem da sepse na emergência Rodrigo Antonio Brandão Neto Perguntas as serem respondidas Esse paciente tem choque? Quais os critérios de sepse? Qual abordagem inicial ao choque neste paciente? Quais
Uma atualização em ANAFILAXIA PERIOPERATÓRIA
G E N E R A L A N A E S T H E S I A Tutorial 324 Uma atualização em ANAFILAXIA PERIOPERATÓRIA Dr. Rebecca Yim Resident Anaesthesiologist, Queen Mary Hospital, Hong Kong Editado por Dr. Clara Ching Mei
Protocolo de Atendimento de Reação Adversa a Medicações
Protocolo de Atendimento de Reação Adversa a Medicações Unidade de Anestesia Versão eletrônica atualizada em Março 2009 Protocolo de Atendimento de Reação Adversa a Medicações Definições OMS Uma resposta
Hipersensibilidades e Alergias e doenças autoimunes
Hipersensibilidades e Alergias e doenças autoimunes Reações de hipersensibilidade são mediadas por mecanismos imunológicos que lesam os tecidos. Tipos de doenças mediadas por anticorpos Dano causado por
Anestesia. em cirurgia cardíaca pediátrica. por Bruno Araújo Silva
I N C O R C R I A N Ç A Anestesia em cirurgia cardíaca pediátrica A anestesia é um dos elementos fundamentais no cuidado dos pacientes que serão submetidos a cirurgia cardíaca para tratamento de cardiopatias
CAMPANHA DE SOBREVIVÊNCIA À SEPSE
CAMPANHA DE SOBREVIVÊNCIA À SEPSE Não retarde o atendimento à espera de vaga em UTI. TEMPO É VIDA! APRESENTAÇÃO Em novembro de 2012, o Hospital Alberto Rassi HGG assinou termo de adesão ao projeto Controlando
Choque hipovolêmico: Classificação
CHOQUE HIPOVOLÊMICO Choque hipovolêmico: Classificação Hemorrágico Não-hemorrágico Perdas externas Redistribuição intersticial Choque hipovolêmico: Hipovolemia Fisiopatologia Redução de pré-carga Redução
FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA FARMACOCINÉTICA CONCEITOS PRELIMINARES EVENTOS ADVERSOS DE MEDICAMENTOS EAM. Ação do medicamento na molécula alvo;
CONCEITOS PRELIMINARES Remédio; Medicamentos; Medicação; Fármaco; Droga; Eventos Adversos de Medicamentos (EAM). EVENTOS ADVERSOS DE MEDICAMENTOS EAM Associado ou não à um dano ao paciente. É o caminho
JEJUM PRÉ-ANESTÉSICO E OPERATÓRIO. Localizador: Data: Vigência: Revisão: Página: HND.ANT.POP /5
HND.ANT.POP.002 20.10.2015 20.10.2017 01 1 /5 1. FINALIDADE Este procedimento tem como objetivo estabelecer regras e normas para orientar a realização do jejum pré-anestésico visando redução dos riscos
10ª edição do Curso Continuado em Cirurgia Geral do CBCSP. Estado Atual do Tratamento da Hemorragia Digestiva Alta devida a Hipertensão Portal
10ª edição do Curso Continuado em Cirurgia Geral do CBCSP Estado Atual do Tratamento da Hemorragia Digestiva Alta devida a Hipertensão Portal Tratamento Clínico Roberto Gomes Jr. Médico assistente do serviço
RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR
RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR Conceito de PCR : interrupção súbita da atividade mecânica cardíaca. É a falência cardio-pulmonar aguda que torna insuficiente o fluxo sangüíneo para manter a função cerebral.
Programa de Residência Médica em Pediatria - HMIB. CHOQUES Andersen O. R. Fernandes
Programa de Residência Médica em Pediatria - HMIB CHOQUES Andersen O. R. Fernandes O que é choque? INSUFICIÊNCIA CIRCULATÓRIA Febre Infecção Dispneia Dor Trauma Demanda Oferta Suporte inotrópico/vasoativo
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA
RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 04/CT/2016 Assunto: Penicilina Palavras-chave: Penicilina, Injetáveis, Benzilpenicilinas I Solicitação recebida pelo Coren/SC: Quais são os equipamentos e insumos obrigatórios
DETECÇÃO PRECOCE E EVOLUÇÃO DA SEPSE NO HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA
UNIMED PAULISTANA DETECÇÃO PRECOCE E EVOLUÇÃO DA SEPSE NO HOSPITAL UNIMED SANTA HELENA Autores: Enf. Priscila Senna Mayrbaurl Enf. Izabela Tortoza Enf. Luciane Matos Torrano SEPSE Trata-se de uma síndrome
Philipe Barbosa Assunção
Drogas Vasoativas Philipe Barbosa Assunção Introdução Substância que apresenta efeitos vasculares periféricos, pulmonares ou cardíacos, sejam diretos ou indiretos, atuando em pequenas doses com respostas
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Solução oral. Embalagem contendo um frasco com 120 ml. Acompanhado do copo de medida.
Hixilerg cloridrato de hidroxizina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Solução oral. Embalagem contendo um frasco com 120 ml. Acompanhado do copo de medida. USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO Cada
STATEMENT ASBAI POSICIONAMENTO TÉCNICO DA ASBAI SOBRE O USO DA PENICILINA EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE
STATEMENT ASBAI POSICIONAMENTO TÉCNICO DA ASBAI SOBRE O USO DA PENICILINA EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE I DA CONSULTA Trata-se da emissão de Parecer sobre a Solicitação de posicionamento da ASBAI quanto
HOSPITALIZAÇÕES E MORTALIDADE POR ASMA: É POSSÍVEL EVITAR? DR. GUILHERME FREIRE GARCIA ABRA MAIO DE DIA MUNDIAL DA ASMA
HOSPITALIZAÇÕES E MORTALIDADE POR ASMA: É POSSÍVEL EVITAR? DR. GUILHERME FREIRE GARCIA ABRA MAIO DE 2012- DIA MUNDIAL DA ASMA DIA MUNDIAL DA ASMA 1º DE MAIO DE 2012 EPIDEMIOLOGIA DA ASMA 300 milhões de
Definir critérios de diagnóstico, prognóstico e tratamento das pneumonias do adulto adquiridas em comunidade.
TE-5 REMESSA DE documentos de CAIXA, EXTRA-CAIXA E CONTABILIDADE PARA MICROFILMAGEM DIBAN/DPSAG - Depto. de Processos e Suporte às Agências Tipo Documental OBJETIVO - POPULAÇÃO ALVO Definir critérios de
HIPERSENSIBILIDADE. Acadêmicos: Emanuelle de Moura Santos Érica Silva de Oliveira Mércio Rocha
HIPERSENSIBILIDADE Acadêmicos: Emanuelle de Moura Santos Érica Silva de Oliveira Mércio Rocha CONCEITO São desordens que tem origem em uma resposta imune que se torna exagerada ou inapropriada, e que ocasiona
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA Autarquia Federal criada pela Lei Nº 5.905/73
PARECER COREN/SC Nº 01/CT/2015 Assunto: Solicitação de Parecer Técnico sobre a aplicação de Benzilpenicilinas em Unidade Básicas de Saúde, quando prescrito por Médico. I. Do fato Trata-se de expediente
CAMPANHA DE SOBREVIVÊNCIA À SEPSE. Atendimento ao paciente com sepse grave/choque séptico DETECÇÃO PRECOCE + TRATAMENTO CORRETO
CAMPANHA DE SOBREVIVÊNCIA À SEPSE Atendimento ao paciente com sepse grave/choque séptico DETECÇÃO PRECOCE + TRATAMENTO CORRETO MORTALIDADE SEPSE = Infecção + SRIS (pelo menos 2 dos critérios/sinais) SEPSE
Reações de Hipersensibilidade
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA Reações de Hipersensibilidade Conceito Todos os distúrbios causados pela resposta imune são chamados de doenças de Hipersensibilidade Prof. Gilson C.Macedo Classificação
COMO CONTROLAR HIPERTENSÃO ARTERIAL?
COMO CONTROLAR HIPERTENSÃO ARTERIAL? Profa. Dra. Rosália Morais Torres VI Diretrizes Brasileiras de hipertensão arterial Arq Bras Cardiol 2010; 95 (1 supl.1): 1-51 HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA (HAS)
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP CAT Nº002 / 2009
1 PARECER COREN-SP CAT Nº002 / 2009 Assunto: Realização de intubação traqueal por enfermeiros. 1. Do fato Solicitado parecer pela diretoria do Colégio Brasileiro de Enfermagem em Emergência e Sociedade
Como reconhecer uma criança criticamente enferma? Ney Boa Sorte
Como reconhecer uma criança criticamente enferma? Ney Boa Sorte Passo 1 - Avaliar a criança Prevendo a parada cardiopulmonar A parada cardiopulmonar em lactentes e crianças raramente é um evento súbito!
Pacote. 6 horas. Pacote. 24 horas RESSUSCITAÇÃO INICIAL ANTIBIÓTICOS CONTROLE DO FOCO REPOSIÇÃO VOLÊMICA
Campanha Sobrevivendo a Sepse: Tratamento diretrizes revisadas Surviving i Sepsis Campaign Phase 1 Barcelona declaration Phase 2 Evidence based guidelines Phase 3 Implementation and Education Tratamento
20/08 PRÉ CONGRESSO - MANHÃ
20/08 PRÉ CONGRESSO - MANHÃ 08:00 12:00 h CURSO 2 COMUNICAÇÃO CURSO 3 VENTILAÇÃO MECÂNICA CURSO 4 EMERGÊNCIA CURSO 1 PROCEDIMENTOS INVASIVOS EM TERAPIA INTENSIVA Acesso venoso central: anatomia, escolha
CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR
CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR A Circulação Extracorpórea marcou o início da fase moderna da Cirurgia Cardiovascular. Seu desenvolvimento e evolução permitiu que patologias cardiovasculares
Síndrome Cardiorrenal. Leonardo A. M. Zornoff Departamento de Clínica Médica
Leonardo A. M. Zornoff Departamento de Clínica Médica Definição Interação entre coração e rim, em que o comprometimento de um órgão está associado ao comprometimento do outro Apresentações Clínicas Cardíaca
VIII SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. Desfibrilador externo automático (DEA)
VIII SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ Desfibrilador externo automático (DEA) Resumo: Gabriel Rodrigues de Mendonça e-mail: [email protected] Adélia Maria
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA. Prof. Adélia Dalva
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Prof. Adélia Dalva 1. O tratamento emergencial da hipovolemia grave, em uma unidade de pronto atendimento, causada por choque hemorrágico, compreende as seguintes condutas terapêuticas,
FORMAÇÃO AVANÇADA EM ALERGOLOGIA PEDIÁTRICA PROGRAMA
FORMAÇÃO AVANÇADA EM ALERGOLOGIA PEDIÁTRICA sexta-feira, das 17h30 às 20h45 sábado, das 09h00 às 13h30 um módulo por mês Comissão Coordenadora Prof. Doutor Fernando Coelho Rosa, Pediatra, ICS-Católica
Síntese do Trabalho ANGINA REFRATÁRIA NO BRASIL O DESAFIO DA BUSCA POR NOVAS ESTRATÉGIAS TERAPÊUTICAS E PELA MELHORIA NA
Síntese do Trabalho ANGINA REFRATÁRIA NO BRASIL O DESAFIO DA BUSCA POR NOVAS ESTRATÉGIAS TERAPÊUTICAS E PELA MELHORIA NA QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES DENTRO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Luís Henrique Wolff
Terapia medicamentosa
www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro Terapia medicamentosa Versão de 2016 13. Medicamentos biológicos Nos últimos anos, foram introduzidas novas perspectivas com substâncias conhecidas como agentes
ATENDIMENTO A PCR. Prof. Fernando Ramos -Msc 1
ATENDIMENTO A PCR Prof. Fernando Ramos -Msc 1 HISTÓRICO Primeira reanimação - bíblia Trotar sobre um cavalo com a vítima debruçada sobre este, rolar a vítima sobre um barril 1899 - Prevost e Batelli introduziram
Coloides Prós e Contras Prós Paulo do Nascimento Jr Departamento de Anestesiologia Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP
Coloides Prós e Contras Prós Paulo do Nascimento Jr Departamento de Anestesiologia Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP Cirurgias de Grande Porte Soluções Empregadas para Reposição Volêmica* idade:
Análise da administração de medicamentos intravenosos pela enfermagem: uma prática segura.
Análise da administração de medicamentos intravenosos pela enfermagem: uma prática segura. Flavia Giron Camerini 1; Lolita Dopico da Silva 2; Marglory Fraga de Carvalho³ Manassés Moura dos Santos ³; Raquel
Imunologia Clínica e Esofagite Eosinofílica
Imunologia Clínica e Esofagite Eosinofílica Qual o mecanismo fisiopatológico da doença? A esofagite eosinofílica ( EE) está relacionada ao aumento da sensibilidade alérgica? Qual a conexão entre alergia
REESTRUTURAÇÃO DO PROTOCOLO E O IMPACTO NO RECONHECIMENTO PRECOCE DA SEPSE X MORTALIDADE
REESTRUTURAÇÃO DO PROTOCOLO E O IMPACTO NO RECONHECIMENTO PRECOCE DA SEPSE X MORTALIDADE Autores: Enf. Izabela Tortoza Enf. Luciane Torrano Dr. Marcelo Nunes Superintendência de Recursos Próprios O QUE
R1CM HC UFPR Dra. Elisa D. Gaio Prof. CM HC UFPR Dr. Mauricio Carvalho
R1CM HC UFPR Dra. Elisa D. Gaio Prof. CM HC UFPR Dr. Mauricio Carvalho CASO CLÍNICO Homem, 45 anos, com cirrose por HCV foi admitido com queixa de fraqueza e icterícia de início recente. O paciente possuía
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NO AVE FT RAFAELA DE ALMEIDA SILVA APAE-BAURU
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NO AVE FT RAFAELA DE ALMEIDA SILVA APAE-BAURU INTERNAÇÃO HOSPITALAR Toda pessoa com quadro suspeito de AVE deve ser levada imediatamente ao serviço de urgência para avaliação
RESUMO SEPSE PARA SOCESP INTRODUÇÃO
RESUMO SEPSE PARA SOCESP 2014 1.INTRODUÇÃO Caracterizada pela presença de infecção associada a manifestações sistêmicas, a sepse é uma resposta inflamatória sistêmica à infecção, sendo causa freqüente
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Naridrin cloridrato de nafazolina + maleato de mepiramina + pantotenol FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÔES Uso Adulto solução nasal: frasco com 15 e 30 ml Uso Pediátrico solução nasal: frasco com 15mL Uso
Avaliação/Fluxo Inicial Doença Cardiovascular e Diabetes na Atenção Básica
Avaliação/Fluxo Inicial Doença Cardiovascular e Diabetes na Atenção Básica 1 Proposta de Avaliação do Risco Cardiovascular na Atenção Básica Propõe-se a utilização da tabela de Framingham, para estratificação
APLV - O que é a Alergia à Proteína do Leite de Vaca: características, sinais e sintomas. Dra. Juliana Praça Valente Gastropediatra
APLV - O que é a Alergia à Proteína do Leite de Vaca: características, sinais e sintomas Dra. Juliana Praça Valente Gastropediatra Reações Adversas a Alimentos Imunomediadas: Alergia alimentar IgE mediada
EMENTA: A monitorização cerebral intraoperatória é recomendada nas condições clínicas preconizadas. DA CONSULTA
PARECER CFM nº 30/16 INTERESSADO: Câmara Técnica de Anestesiologia do CREMEP ASSUNTO: Recomendação do uso de monitorização cerebral tipo BIS. RELATOR: Cons. Alexandre de Menezes Rodrigues EMENTA: A monitorização
POSICIONAMENTO DA ASBAI SOBRE CONTRASTES EM RADIOLOGIA
STATEMENT ASBAI POSICIONAMENTO DA ASBAI SOBRE CONTRASTES EM RADIOLOGIA Informações e orientações sobre a utilização da pré-medicação Introdução Os contrastes utilizados nos exames radiológicos são o iodado
PROTOCOLO DE MANUTENÇÃO DO POTENCIAL DOADOR DE ORGÃOS
Data de 1. Definições: Procedimento que detalha o manejo de pacientes com morte encefálica, com potencial para doação de órgãos 2. Objetivos Traçar as diretrizes para manutenção do potencial doador de
PROGRAMA DE DISCIPLINA. DISCIPLINA: Tópicos em Enfermagem V Enfermagem em Cuidados Intensivos CÓDIGO: EFM069 COORDENADOR:
PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: Tópicos em Enfermagem V Enfermagem em Cuidados Intensivos CÓDIGO: EFM069 COORDENADOR: CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS INÍCIO TÉRMINO TEÓRICA PRÁTICA 45 15 04 VERSÃO
GUIA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA PARA OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
GUIA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA PARA OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE FLIXABI é um medicamento biológico. Para fins de rastreabilidade, é importante registar, sempre que possível, o nome de marca e o número de
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. DENOMINAÇÂO DO MEDICAMENTO Procto-Glyvenol 50 mg/g + 20 mg/g Creme rectal 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada grama de Procto-Glyvenol creme rectal
SUMÁRIO INTRODUÇÃO OBJETIVOS AVALIAÇÃO
SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO A sepse é uma das doenças mais comuns e menos reconhecidas em todo o mundo. Estima-se que cerca de 20 a 30 milhões de pacientes sejam acometidos a cada ano. É a principal causa de
Status Epilepticus. Neurologia - FEPAR. Neurofepar Dr. Roberto Caron
Status Epilepticus Neurologia - FEPAR Neurofepar Dr. Roberto Caron Estado de Mal Epiléptico Classificação das Epilepsias Definição Status Epilepticus: Crise epiléptica com duração de pelo menos 5 minutos.
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 2016 Sociedade de Anestesiologia do Distrito Federal 3ª ETAPA
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 2016 Sociedade de Anestesiologia do Distrito Federal 3ª ETAPA PROGRAMA - ME 1 (2/8/2016) PONTO 10 - Fisiologia do Sistema Respiratório I 10.1. Funções respiratórias e não
RETIRADA DE INTRODUTOR VASCULAR FEMURAL
1 de 7 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial RN, JM 1 Objetivo: A realização da retirada do introdutor femoral realizada pelo
Administração de medicamentos em ruminantes: algumas considerações
Administração de medicamentos em ruminantes: algumas considerações Rubens Alves Pereira Farmacêutico Industrial Mestre em Biotecnologia Doutorando em Veterinária Objetivo Abordar alguns aspectos muitas
SCA Estratificação de Risco Teste de exercício
SCA Estratificação de Risco Teste de exercício Bernard R Chaitman MD Professor de Medicina Diretor de Pesquisa Cardiovascular St Louis University School of Medicine Estratificação Não-Invasiva de Risco
RECOMENDAÇÕES SAESP ALERGIA AO LÁTEX
RECOMENDAÇÕES SAESP ALERGIA AO LÁTEX Após a promulgação das Precauções Universais em 1987, para prevenir a disseminação do HIV, verificou-se um aumento expressivo da exposição ao látex em pacientes e profissionais
UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: FARMACOLOGIA APLICADA À ODONTOLOGIA Código da Disciplina: ODO122 Curso: Odontologia Semestre de oferta da disciplina:
Diretrizes Clínicas Sepse grave e choque séptico
Em 2003 infectologistas e intensivistas representando 11 organizações internacionais desenvolveram diretrizes para sepse grave e choque séptico sob os auspícios da Surviving Sepsis Campaign, um esforço
PROTOCOLO CÓDIGO AZUL E AMARELO
AZUL E AMARELO I. Definição: O código amarelo consiste no reconhecimento precoce de mudanças agudas nos parâmetros vitais dos pacientes, com o intuito de reduzir o número de parada cardiorespiratórias
PROTOCOLO DE ANALGESIA
Unidades de Terapia Intensiva da Disciplina de Anestesiologia, Dor e Medicina Intensiva UNIFESP / EPM / HSP PROTOCOLO DE ANALGESIA Antes de decidir sobre a escolha analgésica deve-se aplicar a escala de
ANEXO III SECÇÕES RELEVANTES DO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E FOLHETO INFORMATIVO
ANEXO III SECÇÕES RELEVANTES DO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E FOLHETO INFORMATIVO Nota: Estas alterações ao Resumo das Características do Medicamento e ao Folheto Informativo são válidas
A Dieta do Paleolítico Alergias Alimentares vs. Intolerâncias Alimentares
Artigo de Opinião N.º 5 10 de julho de 2017 Rubrica Nutricional A Dieta do Paleolítico Alergias Alimentares vs. Intolerâncias Alimentares O que é uma alergia alimentar? A alergia alimentar é uma reação
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA MÓDULO DE INSUFICIÊNCIA CIRCULATÓRIA AGUDA CHOQUE Prof.: ALESSANDRO MÁRCIO TEIXEIRA CAVALCANTE
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA MÓDULO DE INSUFICIÊNCIA CIRCULATÓRIA AGUDA CHOQUE Prof.: ALESSANDRO MÁRCIO TEIXEIRA CAVALCANTE CHOQUE TERAPÊUTICA Choque - Terapêutica Reposição Volêmica Drogas
Curso de Emergências Obstétricas COLAPSO MATERNO
Curso de Emergências Obstétricas COLAPSO MATERNO ASPECTOS GERAIS Raro mas extremamente grave Vários fatores etiológicos SOBREVIDA FETAL Ressuscitação agressiva SOBREVIDA MATERNA Fator etiológico Ambiente
Alergia. Risco de desenvolvimento de alergia em pacientes com parentes com antecedentes alérgicos. Nenhum membro da família com alergia 5 a 15 %
Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Alergia Doenças alérgicas representam um problema de saúde pública, atingindo mais de 20% da população.
Centro de Infusão do H9J. Nilton Salles Rosa Neto
Centro de Infusão do H9J Nilton Salles Rosa Neto Introdução O tratamento de doenças reumáticas sofreu mudança notável nos últimos 15 anos: maior compreensão de mecanismos e causas; permitiu tratar a causa
PROTO COLO CLÍNICO ABORDAGEM INICIAL DAS TAQUICARDIAS EM SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA. Vinício Elia Soares Coordenador Executivo da Rede de Cardiologia
PROTO COLO CLÍNICO ABORDAGEM INICIAL DAS TAQUICARDIAS EM SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA Vinício Elia Soares Coordenador Executivo da Rede de Cardiologia Versão 2017 2 Objetivos Sistematização, de maneira objetiva,
RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Vistorias Programadas sobre a aplicação da RESOLUÇÃO CFM N 1.802/2006, que dispõe sobre a prática do ato anestésico.
1 RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Vistorias Programadas sobre a aplicação da RESOLUÇÃO CFM N 1.802/2006, que dispõe sobre a prática do ato anestésico. IDENTIFICAÇÃO Nome do estabelecimento: Hospital Dom Malan
Dolamin clonixinato de lisina 125 mg. Forma farmacêutica e apresentação Comprimidos revestidos - Embalagem com 16 comprimidos USO ADULTO VIA ORAL
Dolamin clonixinato de lisina 125 mg Forma farmacêutica e apresentação Comprimidos revestidos - Embalagem com 16 comprimidos USO ADULTO VIA ORAL Composição Cada comprimido revestido contém: clonixinato
APROVADO EM INFARMED
FOLHETO INFORMATIVO TILKER 25 mg Cloridrato de Diltiazem Embalagem de 20 frascos. Composição Qualitativa e Quantitativa da Substância activa Cloridrato de Diltiazem (liofilizado).. 25mg/frasco Forma Farmacêutica
APLICAÇÕES TERAPÊUTICAS DOS ANTICORPOS MONOCLONAIS EM DOENÇAS AUTO IMUNES
APLICAÇÕES TERAPÊUTICAS DOS ANTICORPOS MONOCLONAIS EM DOENÇAS AUTO IMUNES Tayara C. dos Santos 1, Daniel Sturaro 2 1 Discente do Curso de Farmácia do Centro Universitário São Camilo, São Paulo, SP. 2 Docente
PLANO DE CURSO 8 PERÍODO ANO:
PLANO DE CURSO 8 PERÍODO ANO: 2013.2 CURSO: MEDICINA DISCIPLINA: ANESTESIOLOGIA CARGA HORÁRIA: 72 horas PROFESSOR TITULAR: MIGUEL DE LEMOS NETO PROFESSORES: ANDERSON TEIXEIRA EMENTA O ensino da disciplina
Prática 00. Total 02 Pré-requisitos 2 CBI257. N o. de Créditos 02. Período 3º. Aprovado pelo Colegiado de curso DATA: Presidente do Colegiado
1 Disciplina IMUNOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA Departamento DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Carga Horária Semanal Pré-requisitos Teórica 02 Prática 00 Total 02 Pré-requisitos Unidade ICEB Código CBI126
GLICONATO DE CÁLCIO. Blau Farmacêutica S.A. Solução Injetável 100 mg/ml. Blau Farmacêutica S/A.
GLICONATO DE CÁLCIO Solução Injetável 100 mg/ml MODELO DE BULA PACIENTE RDC 47/09 gliconato de cálcio APRESENTAÇÃO Solução injetável contendo 100 mg de gliconato de cálcio + 5,023 mg de sacarato de cálcio
OBJETIVOS Ao final da aula os participantes terão de. Definir:
Estado de Choque OBJETIVOS Ao final da aula os participantes terão de Definir: Estado de Choque; Classificação do Estado de Choque; Sinais e sintomas; Choque compensado / descompensado; Conduta no tratamento
UNIP. Disciplina: Farmacologia Geral. Professora: Michelle Garcia Discacciati. Aula 3: SNA. Farmacologia da Transmissão adrenérgica
UNIP Disciplina: Farmacologia Geral Professora: Michelle Garcia Discacciati Aula 3: SNA Farmacologia da Transmissão adrenérgica ATENÇÃO ALUNO: esta transparência é apenas um roteiro para ser dado em aula.
Cartão de alerta do paciente em uso de tocilizumabe 1
Cartão de alerta do paciente em uso de tocilizumabe 1 Este cartão de alerta do paciente contém informações de segurança importantes das quais pacientes e seus cuidadores precisam estar cientes antes, durante
ASMA. FACIMED Curso de Medicina. Disciplina Medicina de Família e Comunidade. Prof. Ms. Alex Miranda Rodrigues
ASMA FACIMED Curso de Medicina Disciplina Medicina de Família e Comunidade Prof. Ms. Alex Miranda Rodrigues Disciplina Medicina de Família e Comunidade 5º Período Objetivos Ao final desta aula o aluno
Pressão Arterial. Pré-carga. Pós-carga. Volume Sistólico. Resistência Vascular Sistêmica
MV MSc. André Martins Gimenes Doutorando FMVZ-USP [email protected] Substâncias que apresentam efeitos vasculares periféricos, pulmonares ou cardíacos, diretos ou indiretos, atuando em pequenas doses
Curso Avançado em Gestão Pré-Hospitalar e Intra-Hospitalar Precoce do Enfarte Agudo de Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST
Curso Avançado em Gestão Pré-Hospitalar e Intra-Hospitalar Precoce do Enfarte Agudo de Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Perante a suspeita clínica de Síndrome coronária aguda (SCA) é crucial
CURSO: ENFERMAGEM NOITE - BH SEMESTRE: 2 ANO: 2012 C/H: 60 PLANO DE ENSINO
CURSO: ENFERMAGEM NOITE - BH SEMESTRE: 2 ANO: 2012 C/H: 60 DISCIPLINA: ENFERMAGEM NA SAUDE DO ADULTO I PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Estudar o estado de doença do indivíduo em sua fase adulta. Intervir adequadamente
www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro Doença de Kawasaki Versão de 2016 2. DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO 2.1 Como é diagnosticada? A DK é uma doença de diagnóstico clínico ou de cabeceira. Isto significa
ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO
ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO CONCURSO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM TEMA 11 PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE VACINAS O que faz uma vacina? Estimula
dropropizina Biosintética Farmacêutica Ltda xarope 1,5 mg/ml
dropropizina Biosintética Farmacêutica Ltda xarope 1,5 mg/ml BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO APRESENTAÇÕES dropropizina Medicamento genérico
ria: Por Que Tratar? Can Dr. Daniel Volquind TSA/SBA
Dor Pós P - Operatória: ria: Por Que Tratar? Dr. Daniel Volquind TSA/SBA Anestesiologista da CAN Clínica de Anestesiologia Ltda Vice-Presidente da Sociedade de Anestesiologia do RS SARGS Anestesiologista
PREVENÇÃO DE INTERCORRÊNCIAS CLÍNICAS GRAVES CÓDIGO AMARELO. Data Versão/Revisões Descrição Autor
1 de 10 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 10/11/2012 1.00 Proposta inicial MRMM, DSO, LRG, TCNA 1 Objetivo Reduzir o número de intercorrências clínicas graves, paradas
Neonatologia para Concursos de Enfermagem
Oncologia Neonatologia para Concursos de Enfermagem Fernanda Coelho PNI 2017 ÚLTIMAS ATUALIZAÇÕES Prof. Enf. Hygor Elias 1 Meningocócica C (conjugada) Indicações: Meningite por Neisseria meningitidis dogrupoc
Dimensão Segurança do Doente Check-list Procedimentos de Segurança
1. 1.1 1.2 Cultura de Segurança Existe um elemento(s) definido(s) com responsabilidade atribuída para a segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na implementação de processos relativos
Terapêutica na Sepsis
Terapêutica na Sepsis Carlos Palos Serviço de Urgência Geral. Gabinete de Coordenação Local de Prevenção, Controlo de Infecção e Resistência aos Antimicrobianos (GCLPCIRA) Hospital Beatriz Ângelo Organização
1.Cite fatores maternos, obstétricos, fetais e do ambiente de prática obstétrica que aumentam a incidência de cesarianas.
Estudo dirigido: Anestesia obstétrica I 01/04/2017 Referências: Capítulo 26 Anesthesia for Cesarean Delivery do Chesnut 2014 Ver instruções dos estudos dirigidos. Recomendação: responder 3-5 questões por
