Gestão de Fornecedores
|
|
|
- Aurélia Castilhos Diegues
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Módulo 4 Gestão de Fornecedores 2015 by Inbrasc. This work is licensed under the Creative Commons. If you want to use or share, you must give appropriate credit to Inbrasc.
3 Framework SRM Desenvolvimento de Fornecedores Avaliação e Reavaliação de Fornecedores SPM IQF Gestão de Contratos Contratos SLA Método e Seleção de Fornecedores TCO + Priorização AHP Captação e Homologação de Fornecedores RFI
4 Gestão de Fornecedores - Processo Captação e Homologação de Fornecedores Seleção e Qualificação de Fornecedores Gestão de Contratos + SLA Avaliação e Reavaliação de Fornecedores Desenvolvimento de Fornecedores e Parcerias
5 O que é SRM? Como vocês tem implementado na empresa?
6 Desenvolvimento de Fornecedores e Parcerias Matriz CSD Desenhe esta matriz no quadro e desenvolvam: Quais são suas CERTEZAS do que é e como fazer? Quais são suas SUPOSIÇÕES do que é e como fazer? Quais são suas DÚVIDAS do que é e como fazer?
7 Matriz CSD CERTEZAS SUPOSIÇÕES DÚVIDAS
8 Desenvolvimento de Fornecedores e Parcerias Relação entre Cliente e Fornecedor
9 Definições de SRM A gestão de relacionamento com os fornecedores representa uma oportunidade para melhorar as operações entre o comprador e o vendedor na medida em que implementa melhorias nas práticas de trabalho de forma a alcançar um sucesso mútuo. Fleming, 2004 A SRM (Supplier Relationship Management) ou a gestão da relação com os fornecedores tem como principais vantagens a redução de custos na cadeia de suprimentos (Supply Chain) através da otimização dos processos de compra. Lambert, 2008
10 Definições de SRM Trata-se de uma Parceria, desenvolvimento mútuo de processos, produtos e serviços.
11 SRM e o Conceito de Parceria Tipos de Relacionamento Relacionamento Transacional está baseada na ideia de que o ato de comprar diz respeito à simples trocas, com comprador e vendedor interagindo entre si a curta distância. dinheiro COMPRADOR trabalho VENDEDOR (Fornecedor)
12 SRM e o Conceito de Parceria Tipos de Relacionamento Relacionamento Mútuo, a ênfase está em construir um resultado satisfatório em conjunto. Ambos estão investidos de confiança e apoio com o propósito de acrescentar COMPRADOR confiança tecnologia compromisso informação eficiência apoio VENDEDOR (Fornecedor) valor.
13 SRM e o Conceito de Parceria CARACTERÍSTICAS DO RELACIONAMENTO COMPRADOR Gestão de Relacionamento com o Fornecedor (SRM) Prioridades estratégicas Capacidades Reciprocidade Particularidade Cooperação Intensidade Dependência do Poder Confiança FORNECEDOR Gestão de Relacionamento com o Cliente (CRM) Prioridades estratégicas Capacidades
14 SRM Recursos necessários Gerenciamento colaborativo de solicitações de informações, propostas ou cotações (RFx) com análise detalhada dos custos Gerenciamento de negociações Gerenciamento e avaliações da cadeia de suprimento Análise e gerenciamento de despesas Intercâmbio de dados do fornecedor Integração do fornecedor na equipe de engenharia visando o desenvolvimento colaborativo do produto Ferramentas de relatório e análise que agregam dados de várias fontes Gerenciamento de tarefa, problemas e qualidade Suporte e implantação flexíveis e econômicos
15 SRM Como desenvolver um SRM?
16 Atividade 1
17 Atividade 1 1. Reúnam-se em grupos. 2. Descreva o fluxo para desenvolvimento de um SRM 3. Defina quais serão os Fornecedores escolhidos e por qual motivo 4. Defina as etapas de implantação de um SRM 5. Apresente o resultado
18 SRM Passo a Passo 1 Gestão dos Fornecedores 2 Análise de Relacionamentos 3 Gestão da Performance 4 Desenvolvimento dos Fornecedores 5 Estruturação dos Relacionamentos 6 Criação da Política de Premiação 7 Resultados Alcançados
19 SRM Passo a Passo 1 Gestão dos Fornecedores 2 Análise de Relacionamentos 3 Gestão da Performance 4 Desenvolvimento dos Fornecedores 5 Estruturação dos Relacionamentos 6 Criação da Política de Premiação 7 Resultados Alcançados
20 SRM Gestão de Fornecedores Este 1º passo, faz-se necessário: 1. Identificar Fornecedores Atuais 2. Sanear Fornecedores Atuais através do SBO (Supplier Base Optimization) 3. Segmentar Fornecedores (por categorias, por produto, por classificação)
21 SRM Gestão de Fornecedores SBO Supplier Base Optimisation É uma ferramenta que auxilia a Organização na otimização ou racionalização da quantidade de Fornecedores por categoria, avaliando spend e riscos de abastecimento.
22 SRM Gestão de Fornecedores BASE DE FORNECEDORES ANÁLISE DA BASE DE DADOS CLASSIFICAÇÃO DE FORNECEDORES SANEAMENTO DA BASE DE DADOS ESTRATIFICAÇÃO, SEGMENTAÇÃO E CATEGORIZAÇÃO OTIMIZAÇÃO DOS FORNECEDORES
23 SRM Gestão de Fornecedores BASE DE FORNECEDORES ANÁLISE DA BASE DE DADOS CLASSIFICAÇÃO DE FORNECEDORES - Extração da base de dados do ERP - Fornecedores inativos - Redundância - Histórico dos Fornecedores - Novos Fornecedores - Fornecedores não terceiros Análise de PARETO -Fornecedores - Transações - Spend Curva ABC - por Fornecedor - por Categoria -Perfil de Fornecedores - Strategic Sourcing - Gestão de Contratos - SLA - KPI s - Índice de Qualificação - Feedback e Plano de Ação
24 SRM Passo a Passo 1 Gestão dos Fornecedores 2 Análise de Relacionamentos 3 Gestão da Performance 4 Desenvolvimento dos Fornecedores 5 Estruturação dos Relacionamentos 6 Criação da Política de Premiação 7 Resultados Alcançados
25 SRM Análise de Relacionamentos Detalhes do Relacionamento Características: Metas e Objetivos entre as partes Requisições do Negócio (Demanda) Análises de Categorias e informações dos Fornecedores Matriz Estratégica de Fornecedor e a Percepção do Fornecedor Levantar pontos chaves do Relacionamento
26 Baixo Baixo Impacto no Negócio Wallet Share Alto Alto MBA DE COMPRAS GESTÃO DE FORNECEDORES SRM Análise de Relacionamentos Alavancável Estratégico Explorável Foco Precisa resgatar as informações dos Fornecedores atuais descritos nas Matrizes Estratégicas Não Crítico Crítico (Gargalo) Estorvo Desenvolvimento Baixo Risco de Suprimento Alto Baixo Atratividade Alto
27 SRM Passo a Passo 1 Gestão dos Fornecedores 2 Análise de Relacionamentos 3 Gestão da Performance 4 Desenvolvimento dos Fornecedores 5 Estruturação dos Relacionamentos 6 Criação da Política de Premiação 7 Resultados Alcançados
28 SRM Gestão da Performance As partes essenciais nesta fase na construção do SRM, resgatamos as seguintes informações: 1. Visão Geral dos SLA s e KPI s 2. Gestão do Contrato 3. Construção e Monitoramento do IQF 4. Plano de Ação
29 SRM Gestão da Performance Como vocês já viram podemos avaliar os Fornecedores através do IQF?
30 Controle e Monitoramento FORNECEDORES CRITÉRIOS KPI s PERIODICIDADE VERIFICAÇÃO E ANÁLISE IQF Mensal IQF TRIMESTRAL STATUS Bosh Entrega Qualidade Capac.Resposta Pontualidade Defeitos por lote Tempo de orçamento Mensal Trimestal 85% 88% Valeo Entrega Qualidade Inovação Tempo de Entrega Relatório de não conformidades Mensal Trimestal 77% 79,8% Goodyear Entrega Sustentabilidade Inovação Pontualidade Pedidos corretos Processos compartilhados Trimestral Semestral 71% 62% Nexen Entrega Sustentabilidade Inovação Pontualidade Certificações Ambientais Ideias compartilhadas Trimestral 91% 90,2% Double Star Entrega Sustentabilidade Inovação Pontualidade Certificações Ambientais Ideias compartilhadas Trimestral 73% 78% Tortuga Entrega Sustentabilidade Inovação Pontualidade Certificações Ambientais Ideias compartilhadas Trimestral 60,9% 66%
31 SRM Passo a Passo 1 Gestão dos Fornecedores 2 Análise de Relacionamentos 3 Gestão da Performance 4 Desenvolvimento dos Fornecedores 5 Estruturação dos Relacionamentos 6 Criação da Política de Premiação 7 Resultados Alcançados
32 SRM Desenvolvimento de Fornecedores Entender a Situação Atual e planejar a Situação Futura (desejada). Identificar Critérios relevantes para o Desenvolvimento dos Fornecedores
33 SRM Desenvolvimento de Fornecedores CRITÉRIOS ESTORVO DESENVOLVIMENTO EXPLORÁVEL FOCO Relacionamento Negociação Métricas ATUAL ATUAL DESEJADO DESEJADO ATUAL DESEJADO Contrato Preço Decisão Inovação Sustentabilidade ATUAL ATUAL ATUAL ATUAL ATUAL DESEJADO DESEJADO DESEJADO DESEJADO DESEJADO
34 Atividade
35 Atividade 1. Escolha estrategicamente um fornecedor de uma empresa. 2. Determine o estágio atual que ele se encontra. 3. Estabeleça onde você quer que ele esteja no próximo ano.
36 SRM Passo a Passo 1 Gestão dos Fornecedores 2 Análise de Relacionamentos 3 Gestão da Performance 4 Desenvolvimento dos Fornecedores 5 Estruturação dos Relacionamentos 6 Criação da Política de Premiação 7 Resultados Alcançados
37 Baixo Impacto no Negócio Alto MBA DE COMPRAS GESTÃO DE FORNECEDORES Desenvolvimento de Fornecedores Alavancável Estratégico Em que nível devemos selecionar da Matriz Estratégica para desenvolver um SRM? Por que NÃO? Não Crítico Crítico (Gargalo) Baixo Risco de Suprimento Alto
38 SRM Estruturação dos Relacionamentos Em termos gerais, o SRM deve definir: Quantos fornecedores estarão no programa de relacionamento? Quantos serão controlados e outros integrados? Que tipos de estruturas e processos devem ser concebidos para apoiar as relações escolhidas? Que tipos de ações serão desenvolvidas com os fornecedores chaves?
39 SRM Estruturação dos Relacionamentos Rotinas: Workshops Reuniões de Alinhamento e Acompanhamento Planejamento Estratégico (Objetivos e Metas das 2 partes)
40 SRM Passo a Passo 1 Gestão dos Fornecedores 2 Análise de Relacionamentos 3 Gestão da Performance 4 Desenvolvimento dos Fornecedores 5 Estruturação dos Relacionamentos 6 Criação da Política de Premiação 7 Resultados Alcançados
41 SRM Criação da Políticas de Premiação
42 SRM Criação da Políticas de Premiação Quais serão os atributos avaliados? Lembrando que teremos o IQF como base para definir o índice de qualidade do Fornecedor. Agora, precisa definir como será premiado os Fornecedores. Exemplos: 1. Por Categoria 2. Generalista 3. Especialista 4. Sustentável
43 SRM Criação da Políticas de Premiação Ao finalizar o Ranking Anual recomenda-se para que o processo seja encarado pelo mercado como efetivo que haja ações sobre ele, execute: Evento de premiação dos 3 melhores Fornecedores do ano Segmentar classe de Fornecedores (Nível A, B, C e D ou em outros casos Diamante, Ouro, Prata e Bronze) Plano de ação para Fornecedores com Índices de Qualificação abaixo do esperado Impedimento de participar em novas contratações, caso não apresente e valide o plano de ação
44 SRM Criação da Políticas de Premiação A Goss International foi premiada como Melhor Fornecedor na categoria de impressão em rotativas offset heatset.
45 SRM Ranking e Premiação A Goss International foi premiada como Melhor Fornecedor na categoria de impressão em rotativas offset heatset.
46 SRM Ranking e Premiação A Goss International foi premiada como Melhor Fornecedor na categoria de impressão em rotativas offset heatset.
47 SRM Passo a Passo 1 Gestão dos Fornecedores 2 Análise de Relacionamentos 3 Gestão da Performance 4 Desenvolvimento dos Fornecedores 5 Estruturação dos Relacionamentos 6 Criação da Política de Premiação 7 Resultados Alcançados
48 SRM Resultados Alcançados Mapear os resultados do SRM para que consigam identificar o progresso adquirido no período das 2 partes. O resultado precisa ser sustentável, por isso faz-se necessário estimar: 1. Identificar passos de mudanças 2. Projetos de Melhorias com os Fornecedores 3. Criação de Novos Negócios 4. Geração de Novas Receitas
49 SRM Exemplo
50 Lançamento do Programa Museu do Futebol Maio 2013
51 SRM
52
53
54
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68 Atividade
69 Atividade 1. Reúnam-se em grupos. 2. Desenvolvam o Canvas para o SRM 3. Apresente o resultado
70 SRM Resumo RANKING DE FORNECEDORES lista Monitoramento de Contratos e SLA s CLIENTE INTERNO FORNECEDOR Plano de Ação analisa calcula feedback defini Avaliação de Fornecedores (IQF) Classificação e Análise do Resultado
71 GRUPO COPYRIGHT 2015 by Inbrasc. MBA em Gestão de Compras. Este trabalho, incluindo todos os modelos, slides e textos estão sob a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional. Para ver uma cópia desta licença, visite Você pode utilizar e distribuir esse material desde que a fonte INBRASC seja mencionada. Autorizações adicionais podem ser concedidas no âmbito desta licença pelo [email protected] by Inbrasc. MBA em Gestão de Compras. This work is licensed under the Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License. To view a copy of this license, visit You must give appropriate credit to Inbrasc, provide a link to the license, and indicate if changes were made. You may not use the material for commercial purposes. If you remix, transform, or build upon the material, you must distribute your contributions under the same license as the original.
Passo a passo de como montar sua matriz estratégica de categorias de compras. Febracorp University
Passo a passo de como montar sua matriz estratégica de categorias de compras Matriz Kraljic - Definição A matriz de Kraljic, desenvolvida por Peter Kraljic, proporciona uma visão estratégica de compras,
WORKSHOP: ANÁLISE DE VIABILIDADE FINANCEIRA
: 2015 by Confeb. This work is licensed under the Creative Commons. If you want to use or share, you must give appropriate credit to Confeb. Análise do fluxo de caixa para implantação de projetos Fluxo
OS 8 PRINCIPAIS INDICADORES NA GESTÃO DE ESTOQUES
OS 8 PRINCIPAIS INDICADORES NA GESTÃO DE ESTOQUES 2016 by Inbrasc. This work is licensed under the Creative Commons. If you want to use or share, you must give appropriate credit to Inbrasc. es de Supply
Fichas de indicadores e fórmulas de planejamento e logística
Fichas de indicadores e fórmulas de planejamento e logística 2016 by Inbrasc. This work is licensed under the Creative Commons. If you want to use or share, you must give appropriate credit to Inbrasc.
Gestão de Fornecedores
Módulo 4 Gestão de Fornecedores 2015 by Inbrasc. This work is licensed under the Creative Commons. If you want to use or share, you must give appropriate credit to Inbrasc. O que vocês entendem de Gestão
WORKSHOP MÉTRICAS E INDICADORES DE TI
2016 by ebusiness. This work is licensed under the Creative Commons. If you want to use or share, you must give appropriate credit to ebusiness. Dashboard Como Fazer Definir objetivo e público-alvo do
WORKSHOP: INTELIGÊNCIA EM PRECIFICAÇÃO
WORKSHOP: INTELIGÊNCIA EM PRECIFICAÇÃO 2015 by Ibramerc. This work is licensed under the Creative Commons. If you want to use or share, you must give appropriate credit to Ibramerc. Precificação Tática
MBA EM GESTÃO COMERCIAL
Módulo: Projeção de Vendas Aula 5: S&OP em 5 Etapas 2015 by Ibramerc. This work is licensed under the Creative Commons. If you want to use or share, you must give appropriate credit to Ibramerc. 1 Implementação
MBA EM GESTÃO COMERCIAL Módulo: Projeção de Vendas
Módulo: Projeção de Vendas Aula 1: Introdução, Métodos Qualitativos e Projeção via Pipeline Projeção de Vendas Projeção de vendas É o valor da receita que uma empresa espera ganhar em algum ponto no futuro.
PAINEL 2: RELACIONAMENTO SUPRIMENTOS E FORNECEDORES - CONSTRUTORES DE NEGÓCIOS
24 de outubro de 2016 PAINEL 2: RELACIONAMENTO SUPRIMENTOS E FORNECEDORES - CONSTRUTORES DE NEGÓCIOS Prof. Fabio Cerquinho PhD IESE Business School Coordenador dos Programas de Estratégia de Compras -
AULA 2/4 ASSUNTOS ABORDADOS: Gestão da cadeia de suprimentos. Gestão de estoques. 04/05/ :30 12:00
AULA 2/4 ASSUNTOS ABORDADOS: Gestão da cadeia de suprimentos. Gestão de estoques. 04/05/2013 10:30 12:00 Assunto: Gestão da cadeia de suprimentos. Consiste em gerenciar estrategicamente diferentes fluxos
PREÇO by Ibramerc. This work is licensed under the Creative Commons. If you want to use or share, you must give appropriate credit to Ibramerc.
PREÇO 2015 by Ibramerc. This work is licensed under the Creative Commons. If you want to use or share, you must give appropriate credit to Ibramerc. Gestão do Pipeline Projeção de Vendas MBA GESTÃO COMERCIAL
Sistemas de Informações Gerenciais. da Cadeia de Suprimento ao ERP e ao CRM
Sistemas de Informações Gerenciais da Cadeia de Suprimento ao ERP e ao CRM Empresa digital 2 Sistema Integrado de Gestão e-commerce e empresas parceiras Compras BACK OFFICE FRONT OFFICE SCM - Supply Chain
ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Apresentação do Plano de Ensino. Luiz Leão
Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Quem sou eu? Site: http://www.luizleao.com Introdução Para aprender a Gerir, Conceber, Desenvolver, Testar, avaliar a qualidade, avaliar a segurança,
Apresentação Corporativa
Apresentação Corporativa Setembro / 2016 Quem Somos Credenciais A Orbe é uma empresa de consultoria que atua na redução de custos e otimização de performance na cadeia de suprimentos Com abordagem robusta,
Ementas. Certificate in Business Administration CBA
Ementas Certificate in Business Administration CBA Agosto 2012 Módulo Fundamental Administração Financeira EMENTA: Disciplina desenvolve a capacidade de contribuição para as decisões gerenciais aplicando
Gestão de Custos Logísticos
Treinamento Presencial: Gestão de Custos Logísticos Data: 11 de Maio de 2016 Carga horária: 8 horas Local: São Paulo/ SP Procurement Business School Quem somos: Procurement Business School é a mais completa
Disciplina: Processos Organizacionais Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 05 FERRAMENTAS E MÉTODOS PARA A RACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS
Disciplina: Processos Organizacionais Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 05 FERRAMENTAS E MÉTODOS PARA A RACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS 4 Técnicas de Apoio à Melhoria de processo: As Sete Ferramentas
Prof. Marcelo Mello. Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS
Prof. Marcelo Mello Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS Gerenciamento de serviços Nas aulas anteriores estudamos: 1) Importância dos serviços; 2) Diferença entre produtos x serviços; 3) Composto de Marketing
Utilização de Critérios de Excelência como Referência no Desenvolvimento da Gestão de Águas do Paraíba
Utilização de Critérios de Excelência como Referência no Desenvolvimento da Gestão de Águas do Paraíba Viviane Lanunce Paes Supervisora da Gestão Integrada - CAP Carlos Eduardo Tavares de Castro Superintendente
Vivemos e continuaremos a viver uma nova era da inovação onde, cada vez menos, as grandes inovações serão em produtos. C.K.
Vivemos e continuaremos a viver uma nova era da inovação onde, cada vez menos, as grandes inovações serão em produtos C.K. Prahalad O Propósito da AC MAIA é aumentar o faturamento dos nossos clientes,
Logística Empresarial
Logística Empresarial Profª Esp. Mônica Suely Guimarães de Araujo Conceito Logística são os processos da cadeia de suprimentos (supply chain) que planejam, estruturam e controlam, de forma eficiente e
Brochura - Panorama ILOS
Brochura - Panorama ILOS Customer Service Avaliação do Serviço de Distribuição das Indústrias de ALIMENTOS PERECÍVEIS - 2015 - Apresentação A pesquisa "Customer Service: Avaliação do Serviço de Distribuição
Aplicativos Integrados. Profa. Dra. Ellen Francine Barbosa PAE Lívia Castro Degrossi
Aplicativos Integrados Profa. Dra. Ellen Francine Barbosa PAE Lívia Castro Degrossi Aplicativos Integrados ERP (Enterprise Resource Planning) CRM (Consumer Relationship Management) SCM (Supply Chain Management)
Arezzo&Co s Investor Day
Arezzo&Co s Investor Day Tecnologia da informação aplicada ao varejo Kurt Richter Diretor de TI 1 Plano estratégico O plano estratégico de TI está bastante alinhado com a visão de longo prazo da Companhia
Reduções de Custos Logísticos na Cadeia de Suprimentos
Reduções de Custos Logísticos na Cadeia de Suprimentos Ricardo Amadeu Da Silva Coordenador Comitê de Logística CEISE Br Diretor Presidente - TransEspecialista 1 Gestão de Suprimentos A gestão da cadeia
Treinamento Presencial: Spend Analysis para Compras. Data: 10 de Novembro de 2015 Carga horária: 8 horas Local: São Paulo/ SP
Treinamento Presencial: Spend Analysis para Compras Data: 10 de Novembro de 2015 Carga horária: 8 horas Local: São Paulo/ SP Procurement Business School Quem somos: Procurement Business School é a mais
Sumário. PARTE 1 Gestão logística da cadeia de suprimentos. Capítulo 2. Capítulo 1
Sumário PARTE 1 Gestão logística da cadeia de suprimentos Capítulo 1 Cadeias de suprimentos no século xxi... 2 A revolução da cadeia de suprimentos... 4 Integração gera valor... 6 Modelo geral de cadeia
PLANO DO PROJETO Data Rev. No.
Cópia: Lista de Distribuição: Pag. 1(16) Alunos do grupo 1. PROJETO DE (Coloque aqui o nome do Projeto) 1.1 Resumo (Coloque aqui um breve resumo do que é o projeto a ser desenvolvido) Gerente do Projeto:
OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DA QUALIDADE: Benefícios e Aplicações Práticas
OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DA QUALIDADE: Benefícios e Aplicações Práticas Rev. 00 de Março/2013 1/208 1/ 42 Rodrigo Sousa Atuação: Instrutor de treinamentos Consultor e Auditor em Sistemas de Gestão da Qualidade
PROFISSÃO COMPRADOR GUIA SOBRE A CARREIRA PROFISSIONAL
PROFISSÃO COMPRADOR GUIA SOBRE A CARREIRA PROFISSIONAL COMPRADOR PROFISSIONAL: O que faz? A principal imagem que temos de um profissional de compras é a de uma pessoa que faz a aquisição de materiais para
Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima
Gerência de Projetos e Qualidade de Software Prof. Walter Gima 1 OBJETIVOS O que é Qualidade Entender o ciclo PDCA Apresentar técnicas para garantir a qualidade de software Apresentar ferramentas para
ISO Sistema de gestão para a sustentabilidade de eventos
ISO 20121 Sistema de gestão para a sustentabilidade de eventos ISO 20121 Objetivo ISO 20121 - Sistemas de gestão de sustentabilidade de eventos. Requisitos e linhas de orientação A ISO 20121 tem como finalidade
Aula 4: Gestão estratégica de suprimentos
Gestão de Suprimentos e logística de distribuição Professor : Francisco F. Carso ([email protected]) Aula 4: Gestão estratégica de Tópicos da aula: Matriz de posicionamento estratégico ou de
Núcleo de Apoio ao Planejamento e Gestão da Inovação. Junho de 2006
Núcleo de Apoio ao Planejamento e Gestão da Inovação Junho de 2006 NUGIN: Núcleo de Gestão da Inovação Missão Promover a geração de ambientes inovadores, fomentando e apoiando as empresas na gestão da
GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS NO SETOR PÚBLICO P O DESAFIO. Brasília, Setembro 2005
GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS NO SETOR PÚBLICO P : O DESAFIO. Brasília, Setembro 2005 CUSTOS NO SETOR PÚBLICO: P Diversidade de visões. Objetivos - custo para otimização de resultados, para melhoria de
PO - Procedimento Operacional Revisão: 02 Folha: 1 de 6
PO - Procedimento Operacional Revisão: 02 Folha: 1 de 6 1. OBJETIVO Orientar a condução dos processos de de forma a garantir a uniformidade e eficiência dos procedimentos, ferramentas e técnicas utilizadas,
Sistemas de Informação Gerenciais
Sistemas de Informação Gerenciais Seção 2.2 Sistemas Empresariais: ERP SCM 1 Sistema empresarial Constitui uma estrutura centralizada para uma organização e garante que as informações possam ser compartilhadas
Business Case (Caso de Negócio)
Terceiro Módulo: Parte 5 Business Case (Caso de Negócio) AN V 3.0 [54] Rildo F Santos (@rildosan) [email protected] www.etecnologia.com.br http://etecnologia.ning.com 1 Business Case: Duas
Gestão da Tecnologia da Informação
TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Novembro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Finalizar o conteúdo da Disciplina Governança de
Gestão efetiva de mercado em tempos de incerteza
Gestão efetiva de mercado em tempos de incerteza Data e Local Turma 1: 07 e 08/10/2016 FDC, Campus RJ Turma 2: 2017 FDC, Campus SP Carga horária 16 horas Investimento R$ 3.500,00 Público-alvo Executivos
Treinamento Presencial: Tributação em Compras. Data: 30 de Julho de 2014 Carga horária: 8 horas Local: São Paulo/ SP
Treinamento Presencial: Tributação em Compras Data: 30 de Julho de 2014 Carga horária: 8 horas Local: São Paulo/ SP Procurement Business School Quem somos: Procurement Business School é a mais completa
Sistemas de Informação Gerenciais
Sistemas de Informação Gerenciais Seção 1.2 Conceitos e perspectivas em SI Seção 1.3 Classificação dos SI 1 EMPRESA E TECNOLOGIA 2 Contexto Já perceberam que as empresas no mundo moderno estão relacionadas
TQM Total Quality Management
TQM Total Quality Management Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT O que é TQM? Administração da Qualidade Total total quality management (TQM) Pode ser visto como uma extensão lógica da maneira como a
Gestão de Projetos. ENVIRONMENT & SUSTAINABILITY Marine Energy Business Assurance Transport & Infrastructures IFIs, Banks and Investors INNOVATION
Gestão de Projetos ENVIRONMENT & SUSTAINABILITY Marine Energy Business Assurance Transport & Infrastructures IFIs, Banks and Investors INNOVATION PERFIL DA EMPRESA RINA SERVICES S.p.A. é a empresa do RINA
Brochura - Panorama ILOS Condomínios Logísticos no Brasil A visão dos operadores logísticos
Brochura - Panorama ILOS Condomínios Logísticos no Brasil A visão dos operadores logísticos - 2013 - Apresentação Impulsionado pelo aumento do consumo e pela necessidade das empresas em investirem na atividade
RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA
RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA Coordenadoria de Economia Mineral Diretoria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Premissas do Desenvolvimento Sustentável Economicamente
Unimed 2ª Opinião ACREDITE: ESTÁ SURGINDO UMA NOVA UNIMED!
ACREDITE: ESTÁ SURGINDO UMA NOVA UNIMED! CONCEITO O Inova Unimed é um movimento de renovação que visa a modernização estrutural, operacional e administrativa da Unimed Vale do Aço. OBJETIVOS SATISFAZER
Logística E gerenciamento da cadeia de abastecimento
Logística E gerenciamento da cadeia de abastecimento Conceitos básicos Logística e Varejo Entendendo a cadeia de abastecimento integrada OBJETIVOS Os conceitos, definições e importância da cadeia de abastecimento;
Informações sobre áreas de atuação Estágio Raízen
Informações sobre áreas de atuação Estágio Raízen Conheça abaixo as áreas onde poderá desenvolver estágio na Raízen. Gostaríamos de conhecer sua preferência de atuação, embora não possamos garantir que
Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Contabilidade e Atuária EAC FEA - USP
Universidade de São Paulo Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Contabilidade e Atuária EAC FEA - USP AULA 10 Supply Chain Management (SCM) Prof. Dr. Joshua Onome Imoniana
Gestão Estratégica da Qualidade
UNIVERSIDADE DE SOROCABA Curso Gestão da Qualidade Gestão Estratégica da Qualidade Professora: Esp. Débora Ferreira de Oliveira Aula 2 16/08 Objetivo: relembrar o que foi dado, tirar possíveis dúvidas
ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Lista de Exercícios 02. Luiz Leão
Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Exercício 01 Conceitue e-business e quais o seu principal objetivo? Exercício 01 Resposta Conceitue e-business e quais o seu principal objetivo? É todo
sigec HOC Outsourcing dos processos de cadastro, homologação e monitoramento de fornecedores
sigec HOC Outsourcing dos processos de cadastro, homologação e monitoramento de fornecedores Conteúdo Quem Somos HOC. O que é? O Processo Modelo Proposto Benefícios Fases da Implantação QUEM SOMOS Uma
Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul
Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul Marcelo De Nardi Porto Alegre, 04 de julho de 2011. CONTEXTUALIZAÇÃO Poder Judiciário no Contexto da Gestão Pública Nacional Processos
Além disso, saber onde seus funcionários precisam melhorar vai ajudar e muito na criação de planos de desenvolvimento.
Este conteúdo faz parte da série: Avaliação de Desempenho Ver 3 posts dessa série O que é Quando o assunto é gestão de pessoas um dos tópicos mais importantes e falados é a avaliação de desempenho. Esse
Project Builder: Apoio a Gestão de Projetos do Nível G ao C do MPS.BR
Project Builder: Apoio a Gestão de Projetos do Nível G ao C do MPS.BR Bernardo Grassano 1, Analia Irigoyen Ferreiro Ferreira 2, Mariano Montoni 3 1 Project Builder Av. Rio Branco 123, grupo 612, Centro
GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 01: Gestão das Cadeias de Suprimentos
GST0045 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Aula 01: Gestão das Cadeias de Suprimentos Objetivos O aluno deverá ser capaz de: Entender os principais conceitos de Cadeia de Suprimentos Conhecer a origem da Cadeia
PROPOSTA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO PARA NOVA REDAÇÃO DOS ARTIGOS 21 A 29 DO ESTATUTO SOCIAL, QUE TRATAM DOS CARGOS E ATRIBUIÇÕES DA DIRETORIA
PROPOSTA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO PARA NOVA REDAÇÃO DOS ARTIGOS 21 A 29 DO ESTATUTO SOCIAL, QUE TRATAM DOS CARGOS E ATRIBUIÇÕES DA DIRETORIA Senhores Acionistas, O Conselho de Administração da Metalfrio
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EVER SANTORO
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EVER SANTORO EVER SANTORO DBA Oracle e desenvolvedor Java Processamento de dados MBA em Gestão Empresarial Mestre em Engenharia da Produção DBA Oracle desde 2001 Sun Certified
Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Certificate in Business and People Management - CBPM. Nome completo
Certificate in Business and People Management - CBPM Nome completo PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE EQUIPE: TÍTULO DO PROJETO São Paulo 2016 Nome do Autor(a) PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE EQUIPE: TÍTULO DO PROJETO
ENCADEAMENTO PRODUTIVO. Luiz Barretto - Presidente
ENCADEAMENTO PRODUTIVO Luiz Barretto - Presidente MISSÃO DO SEBRAE Promover a competividade e o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios e fomentar o empreendedorismo para fortalecer a economia
Capítulo 8 Avaliação e Gerenciamento do Desempenho
Capítulo 8 Avaliação e Gerenciamento do Desempenho slide 1 Objetivos de aprendizagem 1. Explicar o propósito da avaliação de desempenho. 2. Responder à pergunta: Quem deve fazer a avaliação?. 3. Discutir
Escolhendo um Modelo de Ciclo de Vida
Escolhendo um Modelo de Ciclo de Vida Ciclos de Vida 1 Ciclo de Vida de um Produto Qualquer desenvolvimento de produto inicia com uma idéia e termina com o produto pretendido. O ciclo de vida de um produto
Você gostaria de ter um espaço aberto para trocar idéias sobre...
Você gostaria de ter um espaço aberto para trocar idéias sobre... Este bate papo que tivemos foi, na verdade, para inaugurar o Programa Sua carreira; Sua vida profissional; Dicas para o auto-desenvolvimento;
TERMO DE PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA DE RELACIONAMENTO COM CLIENTES DE ENCOMENDAS
TERMO DE PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA DE RELACIONAMENTO COM CLIENTES DE ENCOMENDAS 1 OBJETO DO TERMO Com o intuito de retribuir a preferência dos clientes de serviços de encomendas dos CORREIOS que possuem
Gestão Negócios OBJETIVO NESTA AULA. Gestão eficaz - Aula 18
eficaz - Aula 18 Utilizar os diferentes conhecimentos adquiridos até aqui em de para planejar e implantar um modelo de gestão eficaz. OBJETIVO NESTA AULA Conhecimento científico A universidade que queremos
MBA em Gerenciamento de Projetos
Coordenação: Prof. André Valle, Doutor Código SIGA: TMBAGPJ*12/01 Currículo: TMBAGPJ*12_01-1 1 JUSTIFICATIVA Em países emergentes como o Brasil, existe uma grande demanda a nível nacional por cursos de
Capítulo 5 Gerenciamento do Escopo do projeto. Introdução. Antes de iniciarmos vamos pensar um pouco.
Capítulo 5 Gerenciamento do Escopo do projeto 1 Introdução Antes de iniciarmos vamos pensar um pouco. 2 Introdução 3 Introdução 4 Introdução 5 Introdução O projeto se inicia com a definição de quais objetivos
adequadas ao contexto econômico-financeiro e institucional das empresas;
1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas do Sistema Eletrobrás, através da integração da logística de suprimento de bens e serviços, visando o fortalecimento de seu poder de compra
Processo e Agentes da Gestão da Qualidade
Gestão da Qualidade Processo e Agentes da Gestão da Qualidade Fernanda Villar Corrêa Vídeos - Empresa como Sistema - Gestão da Qualidade como Subsistema - Envolvem métodos de produção, avaliação
POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS
13/5/2016 Informação Pública ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIA... 3 4 PRINCÍPIOS... 4 5 DIRETRIZES... 5 6 RESPONSABILIDADES... 6 7 INFORMAÇÕES DE CONTROLE... 8 13/5/2016 Informação
BALANCED SCORECARD. Prof. Dr. Adilson de Oliveira Doutor em Engenharia de Computação Poli USP Mestre em Ciência da Informação PUCCAMP
BALANCED SCORECARD Prof. Dr. Adilson de Oliveira Doutor em Engenharia de Computação Poli USP Mestre em Ciência da Informação PUCCAMP Gestão Estratégica e BSC Balanced Scoredcard GESTÃO ESTRATÉGICA GESTÃO
GESTÃO DE PESSOAS. Determinar as competências necessárias para a atuação dos profissionais na empresa;
1. OBJETIVO Estabelecer política para gestão de pessoas que busca atuar na captação de talentos, no desenvolvimento dos profissionais, na mediação das relações entre os níveis hierárquicos, bem como proporcionar
S T E M A I N T E G R A D O A SOLUÇÃO COMPLETA PARA ADMINISTRAÇÃO DE SUA EMPRESA Indústria Comércio Serviço
S A SOLUÇÃO COMPLETA PARA ADMNSTRAÇÃO DE SUA EMPRESA ndústria Comércio Serviço S O GestãoPro foi desenvolvido para atender as empresas que atuam nos setores da indústria, comércio e serviço. O grande diferencial
Gerenciando Obras de Engenharia de Forma Eficaz
Gerenciando Obras de Engenharia de Forma Eficaz 08/07/15 Vinícius Bravim, MBA, PMP Palestrante Vinícius Bravim, MBA, PMP Especialista em Gerenciamento de Projetos pela FGV, certificado PMP (Project Management
QUADRO DE DISCIPLINAS
QUADRO DE DISCIPLINAS Disciplinas 1 Horas- Aula 2 1. Fundamentos do Gerenciamento de Projetos 24 2. Gerenciamento do Escopo em Projetos 24 3. Gerenciamento da Qualidade em Projetos 12 4. Gerenciamento
Curso de Engenharia Industrial Madeireira UFPR Prof. Umberto Klock
Curso de Engenharia Industrial Madeireira UFPR Prof. Umberto Klock Introdução à Gestão de Projetos; Gestão de Escopo; Gestão de Prazos; Gestão de Custos; Gestão de Pessoas; Gestão de Comunicação; Gestão
Indicadores de Desempenho
Indicadores de Desempenho 1 Conceito Características mensuráveis de processos, produtos ou serviços, utilizadas pela organização para acompanhar, avaliar e melhorar o seu desempenho. OS INDICADORES NECESSITAM
Definição / Abordagem de Processos
Definição / Abordagem de Processos Ao longo da história dos processos produtivos e administrativos, as organizações têm crescido em tamanho, complexidade e requisitos. Para assegurar a qualidade, a eficácia
Curso Google Adwords e Marketing Digital. Carga horária: 16h
Curso Google Adwords e Marketing Digital Carga horária: 16h Quem Somos A Internet Innovation é a primeira empresa a oferecer uma grade completa de cursos especializados em Comércio Eletrônico e Marketing
ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO POR COMPETÊNCIAS
ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Atualizado em 22/10/2015 GESTÃO POR COMPETÊNCIAS As competências não são estáticas, tendo em vista a necessidade de adquirir agregar novas competências individuais
1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia. LOCAL: Recife-PE 22/11/2013
DIVISÃO DE CONSULTORIA 1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia LOCAL: Recife-PE 22/11/2013 TEMA DA PALESTRA: Gestão de Fluxos de Trabalho e Indicadores
Instituto Sindipeças de Educação Corporativa
Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Maio 2014 Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Missão Oferecer soluções educacionais para elevar a competitividade e a sustentabilidade do setor de
Unidade II TÉCNICAS DE RACIONALIZAÇÃO. Prof. Me. Livaldo dos Santos
Unidade II TÉCNICAS DE RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS Prof. Me. Livaldo dos Santos Objetivos Ferramentas para análise dos processos Etapas do Processo de Racionalização Outras técnicas de apoio à melhoria
Guia Prático do Planejamento Estratégico
Guia Prático do Planejamento Estratégico Introdução A todo o momento surgem ideias para melhorar nossas vidas. A maior parte destas ideias morre, porque não são sistematizadas. Numa empresa também é assim,
Processos COBIT 5 x ITIL V3
Processos COBIT 5 x ITIL V3 http://www.andredourado.com.br Processo Descrição ITIL V3 2011 Descrição detalhada EDM01 Garantir a Definição e Manutenção do Framework de Governança - Analisa e articula os
