Transformações Geométricas em C.G.
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- Luiz Felipe Antunes Palhares
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1 Transformações Geométricas em C.G. Cap 2 (do livro texto) Aula 3, 4 e 5 UFF - 214
2 Geometria Euclideana : 3D Geometria Axiomas e Teoremas Coordenadas de pontos, equações dos objetos Geometria Euclideana (3D) CG (objetos): Topologia :Faces, arestas, vértices Geometria (conjunto de coordenadas dos vértices) Distância entre 2 pontos => métrica Comprimento dos vetores
3 n u.v= v i ui =produtointerno i= 1 Produto interno no Rn:(inner product ou dot product) - comprimento ou norma: u = u = ( u.u )½, - um vetor com comprimento 1 é chamado normalizado ou unitário - normalizar um vetor => u / u - distância entre 2 pontos:pq =>comprimento do vetor Q-P Como se calcula a distância entre os pontos (1,1,1) e (2,3,1)? Vendo esses pontos como vetores, como eles são transformados em vetores unitários?
4 n Produto interno no Rn: (inner product ou dot product) u.v= v i ui =produtointerno i= 1 ( u.v ) = u v cos (ß) a projeção de um vetor w perpendicularmente em uma data direção definida por um vetor v é o produto interno de w pelo vetor unitário na direção de v : u Projete o vetor (2,3,1) na direção de (1,,), (,1,), (,,1), (1,1,1) e (1,,) (,1,). -
5 n Produto interno no R : n u.v= v i ui =produtointerno i= 1 ( u.v ) = u v cos (ß) = (inner product ou dot product) 2 vetores:u,v são chamados ortogonais se forem perpendiculares, ou seja se o ângulo (ß) entre eles for 9 graus como o cosseno de 9 graus = ( u.v ) = u v cos (ß) = Logo weu são ortogonais a um vetor v se... (complete com suas palavras)
6 Bases ortonormais Uma base é ortogonal se os vetores que a compuserem forem mutuamente ortogonais. Uma base é ortonormal se os seus vetores além de ortogonais forem unitários. As 4 bases ao lado são ortonormais? (em relação a elas próprias e em relação a base canônica do R2? )
7 Mudança de base: Dado um ponto em um sistema de eixos como representá-lo em outro sistema qualquer? P = (1,8)1 = (6,6)2 =(8,6)3 = (4,2)4
8 Mudança da base 1 para a 2 (1,8)1 = (6,6)2 A base 2 pode ser vista como a base 1, deslocada para a posição (4,2). Ou a 1 como a 2 deslocada de (-4,-2). Assim a matriz de transição da base 1 para a 2 é dada por: M1->2 P2 = M1->2 P1 E sua inversa representa a transição da base 2 para a 1: M2->1 P1 = M2->1 P
9 Mudança da base 2 para a 3 A base 2 pode ser descrita em função da base 3, como deslocada para a posição (-4,-6) e depois tento sua unidade de base amplificada por um fator 2 Assim a matriz de transição da base 2 para a 3 é dada por: E sua inversa representa a transição da base 2 para a 3: ,5,
10 Mudança da base 2 para a 3: (6,6)2 =(8,6)3 A base 2 pode ser descrita em função da base 3, como : deslocada para a posição (-4,-6) e depois tento sua unidade de base multiplicada por 2 (importante: essa ordem não é comutativa)! Assim a matriz de transição da base 2 para a 3 é dada por: M2->3 P3 = M2->3 P E sua inversa representa a transição da base 3 para a 2: M3->2 P2 = M 3 ->2 P3 1 A base 2 pode ser descrita em função da base 2 como : deslocada para a posição (2,3) e depois tento sua unidade de base multiplicada por,5 (lembre: essa ordem não é comutativa)!,5 2,5 3 Verifique se M2->3 M 3 ->2 = I = M 3 ->2 M2->3 1
11 Combinando matrizes de transição Repare que você pode ir da base 3 para a base 2, compondo (i.e multiplicando na ordem correta) as matrizes homogêneas : de translação de mudança de escala
12 Matrizes de transição se combinam como qualquer matriz! Repare que você teria o mesmo efeito combinando as matrizes de translação das origens e mudança de escala dos vetores unitários das novas bases. Com mesmo raciocínio você pode ir de 3 para 1 ou de 1 para 3, combinando: P1 = M2->1 P2 = M2->1 M3 -> 2 P3 P3 = M2->3 P2 = M2->3 M1->2 P1 = P1 = P1
13 Combinando matrizes de transição Repare que você pode ir da base 3 para a base 1, compondo as 2 matrizes de transição anteriores da mesma maneira como você combina matrizes em coordenadas homogêneas. Como ficaria M1->3 M3->1?
14 Combinando matrizes de transição Repare que você pode ir da base 3 para a base 1, compondo as 2 matrizes de transição anteriores da mesma maneira como você combina matrizes em coordenadas homogêneas. Como ficaria M1->3 M3->1?
15 Mudança da base 4 para a 3 (e vice versa) =(8,6)3 = (4,2)4 Faça você a última etapa M4->3, M3->4 e também M1->4 M4->1 (Dica : lembre de usar as matrizes de rotação e a origem do sistema 4 está no ponto (6,7 ; 1,8 ) do sistema 3! )
16 Transformações de coordenadas Genericamente não precisa ter um unidade única nas duas direções! Origem e vetores unitários yi y sx p' 3 oy 2 sy o ox () xi p= yi x xi ()( ' s x ( xi o x ) x ' p= ' = y s y ( y i o y ) )
17 Os eixos pode estar em qualquer ângulo! yi x sx Qualquer transformação afim pode y relacionar os sistemas de eixos sy 3 oy 2 o ox xi Transformações de coordenadas genericamente () xi p= yi!
18 Os eixos podem sofrer qualquer efeito! Como se eles mesmo fosse uma imagem! ( )( ) ( ) a c x ax+cy = b d y bx+dy
19 Até aqui! Fim aula 4! Transformações afins
20 O mesmo vale para bases 3D Para mudar de um sistema positivo (right handed coordinate system) para um negativo (left handed coordinate system) A matriz de transição em coordenadas do R3 é: Como é essa matriz de transição em coordenadas homogêneas? 1 1-1
21 Transformações afins
22 Transformações afins
23 Aula 3:Transformações De corpo rígido (semelhança). Distância entre 2 pontos quaisquer é inalterada. Ângulos entre vetores é inalterado. Rotações, reflexões e translações
24 Transformações De corpo rígido (semelhança). Distância entre 2 pontos quaisquer é inalterada. Ângulos entre vetores é inalterado. Rotações, reflexões e translações
25 Transformações Afim Transf. Lineares + translações. Conceitos: multiplicação de vetores ( u, v, w) e matrizes T soma de vetores. Vetores => (linha ou coluna) Transposta ( TT i,j ) = ( T j,i ) (AB) T = BT AT Vetor coluna (n x 1): T (u) Vetor linha (1 x n) : (u ) TT
26 Transformações simples desejáveis! Definição 1. T(u + v) = T(u) + T(v) 2. T(av) = a T(v) u, v vetores de dimensão n= 2 ou 3. T matriz quadradas n x n.
27 Objetos em CG: Basta multiplicar T aos vetores ou pontos do objeto MAS TEMOS UMA PROBLEMA: A translação não é uma transformação linear.
28 TODAS AS DEMAIS Transformações Lineares Bidimensionais 2D São representadas por matrizes 2 x 2. ( )( ) ( ) a c T= b d x ax+cy = y bx+dy
29 Rotação em torno da origem ( cos(θ ) sin(θ ) Rθ = sin(θ ) cos(θ) )
30 Como esse chegou a essa fórmula:
31 Escala em uma direção (horizontal) ( ) k S x= 1
32 Reflexão em Relação ao Eixo X ( ) 1 Rfl x = 1
33 Reflexão em Relação ao Eixo Y ( ) 1 Rfl y = 1
34 Reflexão em Relação à Reta y = x ( ) 1 Rfl y=x = 1
35 Como fica a reflexão em torno da origem?
36 Como fica a reflexão em torno da origem?
37 Cisalhamento:
38 Cisalhamento em Y ( ) 1 C y= k 1
39 Como fica o cisalhamento em ambos?
40 Transformações Rígidas Rotações, Reflexões e Translações. Preservam ângulos e comprimentos. Para matrizes ortonormais a Inversa é a matriz transposta (T-1 = TT). Importante: conceito de rígida e linear (ou afim) é diferente? Cisalhamento é rígida? E a Mudança de escala?
41 Se o objeto não está na origem!! Mudança de escala Não é uma T. rígida!
42 Transformações Rígidas Rotações, Reflexões e Translações. Preservam ângulos e comprimentos. Para matrizes ortonormais a Inversa é a matriz transposta (T-1 = TT).
43 Se o objeto não está na origem!! Mudança de escala Não é uma T. rígida!
44 Composição de Transformações Quando for necessário transformar um objeto em relação a um ponto P arbitrário: Translada-se P para origem. Aplicam-se uma ou mais transformações elementares por multiplicação. Aplica-se a transformação desejada (mesmo não lineares definida em uma forma mais simples). Aplicam-se as transformações elementares inversas. Aplica-se a translação inversa: -P
45 Coordenadas homogêneas no R2 é um elemento do R3 com uma relação de escala. P= ( x,y,λ ) ;λ, ( x / λ,y/ λ,1 ) Um ponto do plano é definido como: Chamado P = [x,y,1] em coordenadas homogêneas (uma classe de equivalência).
46 Em coordenadas homogêneas as matrizes anteriores Devem ser 3 x 3 para as mesmas transformações afins bidimensionais. ( ) a c m M= b d n p q s
47 Transformações elementares por multiplicação ( )( ) ( ) a c M= b d 1 x ax+cy y = bx+dy 1 1
48 Matriz de Translação ( )( ) ( ) 1 m M= 1 n 1 x x+m y = y+n 1 1
49 Mas agora todas podem ser combinadas de mesma forma Ou concatenadas
50 Resumindo as elementares em 2D
51 Mas agora todas podem ser combinadas de mesma forma Ou concatenadas
52 Em coordenadas homogêneas as matrizes anteriores Devem ser 3 x 3 para as mesmas transformações afins bidimensionais. ( ) a c m M= b d n p q s
53 Imagine que se queira rotar o segmento de reta (2,)(5,) em torno de (2,) ( )( ) ( ) 1 m x x+m M= 1 n y = y+n 1 1 1
54 Composição de Transformações afins
55 Matriz de Translação ( )( ) ( ) 1 m M= 1 n 1 x x+m y = y+n 1 1
56 Transformações elementares por multiplicação em coordenadas não homogêneas, ficam iguais em homogêneas! ( )( ) ( ) a c M= b d 1 x ax+cy y = bx+dy 1 1
57 Transformações elementares por multiplicação ( )( ) ( ) a c M= b d 1 x ax+cy y = bx+dy 1 1
58 Transformações Rígidas Rotações, Reflexões e Translações. Preservam ângulos e comprimentos. Para matrizes ortonormais a Inversa é a matriz transposta (T-1 = TT).
59 Efeito em um ponto no infinito (pedindo desculpa aos matemáticos pela notação!) ( )( ) ( ) 1 M= 1 p q 1 x x y = y px+qy
60 Pontos de Fuga Um ponto no infinito pode ser levado em um ponto P do plano afim. Família de retas paralelas que se intersectam no infinito são transformadas numa família de retas incidentes em P. P é chamado de ponto de fuga. Ponto de fuga principal corresponde a uma direção paralela aos eixos coordenados. Imagem de [x,,] ou [,y,].
61 Fim da aula 3 : Ponto de Fuga
62 Espaço 3D Um ponto do espaço 3D é definido como: P= {( x,y,z,λ );λ, ( x / λ,y/ λ,z / λ,1 ) } Denotado por P = [x,y,z,w] em coordenadas homogêneas.
63 Translação no Espaço 3D
64 Escala em torno da origem do Espaço 3D
65 Rotações no Espaço 3D (ângulos de Euler)
66 Em torno de Z
67 Em torno de X
68 Em torno de Y
69 Em torno de Y
70 Projeções:
71 Classificação:
72 Características:
73 Perspectiva (tela do museu de Montreal)
74 Perspectiva (tela do museu de Montreal)
75 Características
76 Ponto de fuga
77 O que são eixos principais? Maior e menor momento de inércia. Não há produto de inércia para os eixos principais Podem ser entendidos como os do menor BB possível para o objeto de interesse.
78 Dois pontos de fuga: Foto de uma rua de (Podgorica) Montenegro 214
79 Pontos de fuga principais
80 Possível mas não é muito realista 3 pontos de fuga e realidade
81 Mas ocorre se o observador estiver muito perto do objeto: Museu De Mont. real
82 Matriz Projetiva Uma transformação projetiva M do R3 é uma transformação linear do R4. A matriz 4 x 4 de uma transformação projetiva representa uma transformação afim tridimensional. ( ) a d b e M= c f p q g m h n i o r s
83 Transformação Perspectiva Ponto P do espaço afim é levado no hiperplano w = r z + 1 Se z = -1/r, então P é levado em um ponto no infinito. Pontos do espaço afim com z = não são afetados. 1 x x ( )( ) ( ) 1 M= 1 r 1 y y = z z 1 rz+1
84 Ponto de Fuga Principal A imagem do ponto ideal, correspondendo a direção z, tem coordenadas [,, 1/r, 1] Este é o ponto de fuga principal da direção z. Semi-espaço infinito < z é transformado no semi-espaço finito < z 1/r. ( )( ) ( ) 1 M= 1 1 r 1 = 1 1 r
85 Mais de Um Ponto de Fuga A transformação perspectiva com 3 pontos de fuga, possui 3 centros de projeção: [-1/p,,, 1] [, -1/q,, 1] [,, -1/r, 1] O mesmo resultado é obtido com a aplicação em cascata de 3 transformações perspectivas, com um único ponto de fuga em cada eixo.
86 Basta Implementar Transformações Com um Único Ponto de Fuga Transformações perspectivas com dois pontos de fuga equivalem a combinação de: rotação ao redor de um eixo perpendicular ao eixo que contém o centro de projeção. transformação perspectiva com um único ponto de fuga. Com duas rotações, obtêm-se transformações com três pontos de fuga.
87 Projetar Sempre Acarreta Perder de Informação
88 Bibliografia: Anton, H. Rorres, C. Algebra linear com aplicações, Bookman, Porto Alegre 21 E. Azevedo, A. Conci, Computação Gráfica: teoria e prática, Campus ; - Rio de Janeiro, 23 J.D.Foley,A.van Dam,S.K.Feiner,J.F.Hughes. Computer Graphics- Principles and Practice, Addison-Wesley, Reading, 199. Gardan, Y., Numerical Methods for CAD, MIT press, Cambridge, 1985.
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