aula9 Coordenadas homogêneas e projeções 2016/2 IC / UFF
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- Mirella Bennert Botelho
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1 aula9 P p O Coordenadas homogêneas e projeções 2016/2 IC / UFF
2 2D TODAS AS Transformações Lineares Bidimensionais São representadas por matrizes 2 x 2? T=( a b d)( c x y) = ( ax+cy bx+dy)
3 Transformações de corpo rígido Translação Reflexão Rotação Ângulos de Euler (Oile) em torno de um dos eixos das coordenadas, ou de qualquer eixo
4 Escopo de Transformações Podem ser feitas em serie a aplicadas uma só fez, mas a ordem é muito importante Como uma única a matriz de transformação de uma serie Essa operação de transformação nem sempre é comutativa!!!
5 Coordenadas Homogêneas Reflexão, rotação e escala podem ser executadas com o uso de matrizes Mas a transformação de translação não. Para solucionar esse e outros problemas é recomendado o uso de coordenadas homogêneas para todas as operações.
6 Coordenadas homogêneas no R 2 é um elemento do R 3 com uma relação de escala. P=(x,y,λ);λ 0,(x/λ,y/λ,1) Um ponto do plano é definido como: Chamado P = [x,y,1] em coordenadas homogêneas (uma classe de equivalência).
7 Em coordenadas homogêneas as matrizes anteriores Devem ser 3 x 3 para as mesmas transformações afins bidimensionais. a c m M= b d n p q s
8 Matriz de Translação 1 0 m x x+m M= 0 1 n y = y+n
9 Transformações Lineares M=( a c 0 b d )( x y 1) = ( ax+cy bx+dy 1 )
10 Transformação Perspectiva M=( p q 1)( x y 1) = ( x y px+qy+1)
11 Transformação Perspectiva 2D
12 Efeito em um ponto no infinito M=( p q 1)( x y 0) = ( x y px+qy)
13 Pontos de Fuga Um ponto no infinito pode ser levado em um ponto P 0 do plano afim. Família de retas paralelas que se intersectam no infinito são transformadas numa família de retas incidentes em P 0. P 0 é chamado de ponto de fuga. Ponto de fuga principal corresponde a uma direção paralela aos eixos coordenados. Imagem de [x,0,0] ou [0,y,0].
14 Espaço 3D Um ponto do espaço 3D é definido como: P={( x,y,z,λ );λ 0,( x/λ,y/λ,z/λ,1)} Denotado por P = [x,y,z,w] em coordenadas homogêneas.
15 Translação no Espaço 3D
16 Escala em torno da origem do Espaço 3D
17 Rotações no Espaço 3D (ângulos de Euler)
18 Em torno de Z
19 Em torno de X
20 Em torno de Y
21 Coordenadas Homogêneas O sistema de coordenadas homogêneas (SCH) utiliza quatro valores para representar um ponto P no espaço, que será descrito por (x, y, z, M). A transformação do SCH para o cartesiano se dá pela relação (x, y, z) = (x /M, y /M, z /M) Os pontos onde M=0 estão fora do espaço dimensional (infinito!!!! ). O uso de coordenadas homogêneas é importante em Computação também para permitir a representação de reais por inteiros Quando M=1 a representação é a mesma do espaço cartesiano.
22 Matrizes e coordenadas homogêneas na forma de vetores linha precisa usar a transporta!! [x y 1]. cosθ senθ 0 0 -senθ cosθ Matriz de rotação [x y 1 ]. Sx Sy Escala [x y z ]. Sx Sy Sz
23 Translação Pode ser representada por operações com matrizes quando usamos coordenadas homogêneas, uniformizando as transformações geométricas [x y z 1] Tx Ty Tz 1 forma de vetor linha
24 Matriz de Transformação Transformações geométricas correspondem a operações de soma e multiplicação nas coordenadas que compõem o objeto Para evitar que diversas operações matemáticas sejam feitas individualmente em cada vértice é criada uma matriz de transformação com coordenadas homogêneas a qual é aplicada todas as transformações Esta matriz é denominada matriz de transformação corrente e é utilizada para transformação de todos os objetos
25 Relembrando Transformações De corpo rígido (semelhança). Distância entre 2 pontos quaisquer é inalterada. Ângulos entre vetores é inalterado. Rotações, reflexões e translações Matrizes elementares associadas a efeitos
26 Projeções:
27 Classificação:
28 Características:
29 Características
30
31 Por similaridade de triângulos
32 Considerando P ( x, y, z ) Qual sua relação com sua projeção no plano z=0 a partir de um raio projetor no eixo z ( 0, 0, z cp )? P ( x, y, z ) P* ( x*, y*, 0 )
33 Considerando plano zx, ou y = 0 Por semelhança de triângulos : Organizando: P ( x, y, z ) P* ( x*, y*, 0 )
34 Considerando plano zy, ou x = 0 Por semelhança de triângulos : Organizando P ( x, y, z ) P* ( x*, y*, 0 )
35 Organizando matricialmente: O que equivale a apena mudar a relação de homogeneidade:
36 A matriz perspectiva para o centro de projeção sobre o eixo z Pode ser vista como a concatenação de uma perspectiva e uma projeção ortográfica no plano z = 0
37 Repare que essa matriz colocou valores 0 em uma nova área da nossa matriz de transformação em coordenadas homogêneas! Se com o centro de projeção sobre o eixo z, tivemos valor 0 na terceira linha... Então... Para uma projeção sobre o eixo x, ou com centro de projeção em (x cp, 0, 0)
38 Exemplo: Como um tetraedro com os vértices: Ficaria?
39 Para uma projeção sobre o eixo y, ou com centro de projeção em ( 0, y cp, 0) Resumindo perspectivas com 1 centro de projeção: sobre: E sobre z:
40 Para obter matrizes com 2 centros de projeção: É só colocar valores não nulos onde apropriado na matriz homogênea!!! Elas podem ser consideradas como a concatenação de duas com 1 centro de projeção!!!
41 Para obter matrizes com 3 centros de projeção: É só colocar valores não nulos onde apropriado na matriz homogênea!!!
42 Lembre que mesmo quando usávamos 2 x 2 e a forma transposta (pós multiplicando o ponto a ser transformado) Já tínhamos visto isso? (quando imaginávamos o que faria a parte que ainda não estávamos usando da matriz de transformação!!! )
43 Ponto de fuga
44 O que são eixos principais? Maior e menor momento de inércia. Não há produto de inércia para os eixos principais Podem ser entendidos como os do menor BB possível para o objeto de interesse.
45 Pontos de fuga principais
46 não muito é realista 3 pontos de fuga e realidade
47 Matriz Projetiva Uma transformação projetiva M do R 3 é uma transformação linear do R 4. A matriz 4 x 4 de uma transformação projetiva representa uma transformação afim tridimensional. a d g m M= b e h n c f i o p q r s
48 Transformação Perspectiva Ponto P do espaço afim é levado no hiperplano w = r z + 1 Se z = -1/r, então P é levado em um ponto no infinito. Pontos do espaço afim com z = 0 não são afetados M=(1 1)=( x y y z z rz+1) 0 0 r 1)(x
49 Ponto de Fuga Principal A imagem do ponto ideal, correspondendo a direção z, tem coordenadas [0, 0, 1/r, 1] Este é o ponto de fuga principal da direção z. Semi-espaço infinito 0 < z étransformado no semi-espaço finito 0 < z 1/r M=( )=(0 r) 0 0 r 1)(0
50 Mais de Um Ponto de Fuga A transformação perspectiva com 3 pontos de fuga, possui 3 centros de projeção: [-1/p, 0, 0, 1] [0, -1/q, 0, 1] [0, 0, -1/r, 1] O mesmo resultado é obtido com a aplicação em cascata de 3 transformações perspectivas, com um único ponto de fuga em cada eixo.
51 Basta Implementar Transformações Com um Único Ponto de Fuga Transformações perspectivas com dois pontos de fuga equivalem a combinação de: rotação ao redor de um eixo perpendicular ao eixo que contém o centro de projeção. transformação perspectiva com um único ponto de fuga. Com duas rotações, obtêm-se transformações com três pontos de fuga.
52 Projetar Sempre Acarreta Perder Informação
53 referencias E. Azevedo, A. Conci, Computação Gráfica: teoria e prática, Campus ; Rio de Janeiro. Vera B. Anand, Computer Graphics and Geometric Modeling, John-Wiley,1993. BCTC/UFF A
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