aula8 Transformações Geométricas no Plano e no Espaço 2016/2 IC / UFF
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- Orlando Bacelar Meneses
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1 aula8 Transformações Geométricas no Plano e no Espaço 2016/2 IC / UFF
2 Definição Transformações geométricas são operações que podem ser utilizadas para alterar de algumas características como posição, orientação, forma ou tamanho do objeto a ser desenhado.
3 Operações com pontos ou vetores Conceitos: multiplicação de vetores ( u, v, w) e matrizes T soma de vetores. Vetores => (linha ou coluna) Transposta ( T T i,j ) = ( T j,i ) (AB) T = B T A T Vetor coluna (n x 1): T (u) Vetor linha (1 x n) : (u ) T T
4 Matrizes Para executar uma transformação podemos usar operações algébricas (caras computacionalmente). O uso de matrizes é mais interessante para esse objetivo As matrizes podem fazer as transformações e combiná-las de forma mais eficiente. Elas também são mais eficientes na armazenagem das figuras presentes no seu cenário
5 Pontos e matrizes Nos espaços bidimensionais, duas coordenadas caracterizam um ponto. P = [21, 33]: ponto em duas dimensões. Nos espaços tridimensionais, três coordenadas caracterizam um ponto. P = [20, 2, 10]: ponto em três dimensões. Uma matriz 1x2 ou 2x1 pode ser usada para descrever 1 ponto de um objeto no plano Uma matriz nx2 ou 2xn para todos os n pontos de um objeto no plano Uma matriz 1x3 ou 3x1 pode ser usada para descrever 1 ponto de um objeto no espaço. Uma matriz nx3 ou 3xn pode ser usada para descrever n pontos de um objeto no espaço
6 Aritmética de vetores e matrizes Soma e subtração: os dois operandos devem ter a mesma dimensão Multiplicação por escalar. Inversa Transposta de uma matriz [2,3] T = 2 3 Multiplicação de matrizes O número de linhas da primeira deve ser igual ao número de colunas da segunda: nx3. 3xn 3xn. nx3
7 Transformações lineares São transformações aplicadas aos pontos, objetos ou ao cenário (universo) como um todo. Podem ser Translação Escala Rotação Reflexão Cisalhamento
8 Transformações simples Definição 1. T(u + v) = T(u) + T(v) 2. T(av) = a T(v) u, v vetores de dimensão n= 2 ou 3. T matriz quadradas n x n.
9 Uma curva ou Um objeto em CG e definido pelo seu conjunto de pontos
10 Transformar um objeto É transformar seus pontos T=( a b d)( c x y) = ( ax+cy bx+dy) Transformações afins
11 Translação Significa movimentar o objeto Todos os pontos do objeto devem ser movidos para a nova posição. Um ponto P (x,y,z) é movido para a posição P (x,y,z ). Para isso somamos Tx, Ty e Tz às coordenadas de cada ponto a ser transladado. x = x + Tx y = y + Ty z = z + Tz Ou usando um vetor T de deslocamento. P = P + T [x, y, z ] = [x, y, z ] + [Tx, Ty, Tz]
12 Translação dos vetores ou pontos do objeto
13 Translação Transladar todos os pontos ou somente pontos chave da figura (11,9,5) (4,5,5) (7,5,5) (3,-4, 1) (14,5,6) (7,1,6) (10,1,6)
14 Escala Significa mudar o tamanho do Objeto Multiplica os valores das coordenadas por constantes uniformes ou não. Um ponto P (x,y,z) passa para a posição P (x,y,z ). x = x.sx y = y.sy z = z.sz Quando aplicada em todos os n pontos de um objeto muda a sua proporção nas diversas direções Sx 0 0 ou [x y z] 0 Sy 0 = [xsx ysy zsz] 0 0 Sz
15 Mudança de Escala em uma direção (horizontal) S x =( k 0 0 1)
16 Escala Quando aplicado em todos os n pontos de um objeto a sua proporção nas diversas direções *Obs: se o objeto escalonado não estiver definido com relação a origem ocorrerá, também, uma translação [3,1/2, 100] (1,2,0) (3,1,0) (1,1,0) (2,1,0) (3,0.5,0) (6,0.5,0)
17 Mudança de escala Quando o objeto está na origem do sistema de eixos, ai então, só muda a sua proporção nas diversas direções
18 Rotação em torno da origem =( cos(θ ) sin(θ ) ) R θ sin(θ ) cos(θ)
19 Como esse chegou a essa fórmula: f
20 Rotação Girar um ponto 2D em torno da origem do sistema de eixos. x = xcos(θ)-ysen(θ) y = ycos(θ)+xsen(θ) [x y ] = [x y] cosθ senθ -senθ cosθ *Obs: se o objeto não estiver definido na origem do sistema de coordenadas ocorrerá também uma translação
21 Composição de Transformações Quando for necessário transformar um objeto em relação a um ponto P arbitrário: Translada-se P para origem. Aplicam-se uma ou mais transformações lineares elementares. Aplica-se a transformação desejada. Aplicam-se as transformações elementares inversas. Aplica-se a translação inversa: -P
22 Rotação em torno de um eixo Ângulos de Euler Regra da mão direita Dedão esticado no sentido do eixo (eixo x) Dedo indicador apontando para segundo eixo (eixo y) Feixe a mão e veja se ela aponta no sentido do terceiro eixo, se isto acontecer significa que as três direções formam um sistema de eixos positivos
23 Rotação em 3D cos(α) sen(α) 0 Eixo z => [x y z ] = [x y z] [xcos(α) ysen(α) xsen(α)+ycos(α) z ] -sen(α) cos(α) Eixo x => [x y z ] = [x y z] [x ycos(β)-zsen(β) ysen(β)+zcos(β) ] cos(β) sen(β) 0 -sen(β) cos(β) Eixo y => [x y z ] = [x y z] [xcos(δ)+zsen(δ) y -sen(δ)+zcos(δ) ] cos(δ) 0 -sen(δ) sen(δ) 0 cos(δ)
24 Reflexão em Relação ao Eixo Y Rfl y =( )
25 Reflexão em Relação ao Eixo X Rfl x =( )
26 Reflexão A reflexão em torno de um eixo (flip) faz com que um objeto seja reproduzido como se ele fosse visto dentro de um espelho. y [x y ] = [x y] x
27 Reflexão Em 3D a reflexão pode ser em torno de um dos planos. Ex. Reflexão em torno de x e y:
28 Reflexão em Relação à Reta y = x Rfl y=x =( )
29 Cisalhamento em X =( C 1 k 1) x 0
30 Cisalhamento na horizontal:
31 Cisalhamento em Y C y =( 1 0 k 1)
32 Como fica o cisalhamento em ambos? 1 k k 1
33 2D TODAS AS Transformações Lineares Bidimensionais São representadas por matrizes 2 x 2? T=( a b d)( c x y) = ( ax+cy bx+dy)
34 Transformações de corpo rigido Translação Reflexão Rotação Angulos de Euler em torno de um dos eixos das coordenadas, ou de qualquer eixo
35 Escopo de Transformações Podem ser feitas em serie a aplicadas uma só fez, mas a ordem é muito importante Como uma única a matriz de transformação de uma serie Essa operação de transformação nem sempre é comutativa!!!
36 Coordenadas Homogêneas Reflexão, rotação e escala podem ser executadas com o uso de matrizes Mas a transformação de translação não. Para solucionar esse e outros problemas é recomendado o uso de coordenadas homogêneas para todas as operações.
37 Coordenadas homogêneas no R 2 é um elemento do R 3 com uma relação de escala. P=(x,y,λ);λ 0,(x/λ,y/λ,1) Um ponto do plano é definido como: Chamado P = [x,y,1] em coordenadas homogêneas (uma classe de equivalência).
38 Em coordenadas homogêneas as matrizes anteriores Devem ser 3 x 3 para as mesmas transformações afins bidimensionais. a c m M= b d n p q s
39 Matriz de Translação 1 0 m x x+m M= 0 1 n y = y+n
40 Transformações Lineares M=( a c 0 b d )( x y 1) = ( ax+cy bx+dy 1 )
41 Transformação Perspectiva M=( p q 1)( x y 1) = ( x y px+qy+1)
42 Transformação Perspectiva 2D
43 Efeito em um ponto no infinito M=( p q 1)( x y 0) = ( x y px+qy)
44 Pontos de Fuga Um ponto no infinito pode ser levado em um ponto P 0 do plano afim. Família de retas paralelas que se intersectam no infinito são transformadas numa família de retas incidentes em P 0. P 0 é chamado de ponto de fuga. Ponto de fuga principal corresponde a uma direção paralela aos eixos coordenados. Imagem de [x,0,0] ou [0,y,0].
45 Espaço 3D Um ponto do espaço 3D é definido como: P={( x,y,z,λ );λ 0,( x/λ,y/λ,z/λ,1)} Denotado por P = [x,y,z,w] em coordenadas homogêneas.
46 Translação no Espaço 3D
47 Escala em torno da origem do Espaço 3D
48 Rotações no Espaço 3D (ângulos de Euler)
49 Em torno de Z
50 Em torno de X
51 Em torno de Y
52 Coordenadas Homogêneas O sistema de coordenadas homogêneas (SCH) utiliza quatro valores para representar um ponto P no espaço, que será descrito por (x, y, z, M). A transformação do SCH para o cartesiano se dá pela relação (x, y, z) = (x /M, y /M, z /M) Os pontos onde M=0 estão fora do espaço dimensional (infinito!!!! ). O uso de coordenadas homogêneas é importante em Computação também para permitir a representação de reais por inteiros Quando M=1 a representação é a mesma do espaço cartesiano.
53 Matrizes e coordenadas homogêneas na forma de vetores linha precisa usar a transporta!! [x y 1]. cosθ senθ 0 0 -senθ cosθ Matriz de rotação Escala [x y 1 ]. Sx Sy [x y z ]. Sx Sy Sz
54 Translação Pode ser representada por operações com matrizes quando usamos coordenadas homogêneas, uniformizando as transformações geométricas [x y z 1] Tx Ty Tz 1 forma de vetor linha
55 Matriz de Transformação Transformações geométricas correspondem a operações de soma e multiplicação nas coordenadas que compõem o objeto Para evitar que diversas operações matemáticas sejam feitas individualmente em cada vértice é criada uma matriz de transformação com coordenadas homogêneas a qual é aplicada todas as transformações Esta matriz é denominada matriz de transformação corrente e é utilizada para transformação de todos os objetos
56 Relembrando Transformações De corpo rígido (semelhança). Distância entre 2 pontos quaisquer é inalterada. Ângulos entre vetores é inalterado. Rotações, reflexões e translações Matrizes elementares associadas a efeitos
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