O Átomo de Hidrogênio
|
|
|
- Giulia Penha Pedroso
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Física IV Poli geharia létrica: 11ª Aula (3/08/014) Pro. Alvaro Vaucci Na última aula vimos: h eito Compto: ' 0 (1 cos ) ( Lei decompto) mc e Ou seja, um óto (comportameto corpuscular), além de possuir eergia também trasportar mometo liear: h h p ; ou p c c K : h, h K O Átomo de Hidrogêio Desde 1860 até aproximadamete 1885, umas grade quatidade de dados experimetais haviam sido acumulados, relacioados com a aálise espectroscópica de gases aquecidos. O aquecimeto se azia através de descargas elétricas e, como resultado, raias lumiosas (característicos de cada gás) eram observados com requêcias bem deiidas. Iclusive, algumas vezes gases eram utilizados para absorver a radiação com certo comprimetos de oda especíicos (depedia de cada gás), deixado passar as restates (espectros de absorção). spectro cotíuo spectro de emissão spectro de absorção m 1885, Joha Balmer apresetou uma órmula que ele havia obtido empiricamete, e que orecia com precisão os valores dos comprimetos de oda correspodetes às quatro raias visíveis do hidrogêio:
2 1 1 1 RH ; 3, 4, 5 e 6 RH 7 1 1,097 m costatede Rydbe 10 rg Posteriormete, outras séries do hidrogêio puderam ser represetadas por equações semelhates: 1 1 Série de Lyma RH 1 ;,3, 4 5 e Série de Pasche RH ; 4,5,6 e RH ; 5,6,7 e 8 Série de Brackett 4 (situada o ultra-violeta) (situada o ira-vermelho) Niguém coseguia, o etato, explicar os mecaismos ísicos pelos quais estas raias (estas séries) se produziam. Até que, em 1913, Niels Bohr apresetou uma teoria revolucioária que explicava muito bem as observações experimetais com respeito ao átomo de hidrogêio. 1 ) No átomo de hidrogêio, o elétro move-se em órbitas circulares bem deiidas em toro do próto. ) Matedo-se em uma dada órbita, o elétro ada irradia, apesar da sua velocidade agular. 3 ) Radiação só se daria de orma quatizada (através da emissão de um óto), quado o elétro salta de uma órbita, correspodete a um estado de eergia, para outra órbita de eergia mais baixa. A requêcia relacioada com o óto emitido idepede da requêcia agular orbital dos elétros e é dada por: h iicial ial. 4 ) As órbitas permitidas são as que correspodem a certos valores do mometo h agular do elétro, que deve ser um múltiplo iteiro de : L L r p mvr mvr ; 1,,3,... (1) tão, a partir destes postulados, e lembrado que a eergia potecial do elétro o átomo de hidrogêio pode ser escrita: 1 pot UH qv e ; ode K r 4 0 Potecial devido ao próto calculado a posição do elétro
3 De orma que a eergia total do sistema: ci pot ci r () Quado à, como F F ( em módulo) ci cp e mv mv r r mv² ci r ( dividir tudo por ) ( Substituido (3) em (), temos que a eergia total do sistema próto-elétro que compõe o átomo de hidrogêio será: (4) r O sial egativo, como esperado, idica estado ligado do sistema; ou seja, para remover o elétro do poço de potecial em que se ecotra (criado pelo próto) é ecessário que se oreça eergia. r 3) Note, da equação (3): mv r quato que da equação (1): resultado acima: mr, que, substituido o mvr v m r r m r r m a 0 ; 1,,3,... Note que: a0 r 0,53 Å Raio de Bohr 1 m Agora, substituido este resultado a equação (4): Distâcia próto-elétro para o átomo de hidrogêio o estado udametal m 1 ; 1,,3,... ( ) H a0 Substituido os valores das costates: quatização da eergia do átomo de hidrogêio 13,6 ( H ) ( ev ) ; 1,,3,... Ou seja, os íveis de eergia do átomo de hidrogêio serão:
4 Note que o ível de eergia mais elevado correspode ao úmero quâtico =, correspodete à eergia total = 0. Nesta situação o elétro ecotra-se removido do sistema (sistema ão está mais ligado ), e o átomo de hidrogêio está agora ioizado. Ou seja, a eergia míima para se coseguir ioizar o átomo de hidrogêio é: 13,6 ev. ioiz De orma que, desses resultados podemos acilmete determiar as eergias dos ótos emitidos, correspodetes às trasições possíveis do sistema: óto h i a 0 i ha 0 i c c como ha0 i hca 0 i sta órmula explica todas as séries empíricas de decaimeto do átomo de hidrogêio obtidas ateriormete. Frete ao sucesso espetacular de sua teoria, Bohr geeralizou o modelo proposto para o átomo de hidrogêio, aplicado-o aos íos He +, Li ++, Be +++ (átomos hidrogeóides: têm apeas um elétro em órbita), com bos resultados experimetais. Nestes casos ode se tem um úcleo atômico com carga +Ze e apeas um elétro em órbita, os cálculos dos raios e eergias atômicos são dados por: a Z 0 r e Z a0 ; 1,,3,...
5 Se o modelo de Bohr or aplicado a átomos que possuem mais do que um elétro ao redor do úcleo, o etato, ão se cosegue bos resultados, devido pricipalmete às iterações que surgem etre os próprios elétros, como iremos discutir posteriormete. xercício capítulo 9: A série de Balmer correspode às trasições eletrôicas que termiam o estado correspodete ao úmero quâtico. a) Determie a eergia e o comprimeto de oda do óto de mais baixa requêcia da série. b) Calcule o mesmo para a raia espectral de meor comprimeto de oda. c) stado o átomo o ível, qual a eergia ecessária para ioizá-lo (em ev)? Resolução: a) h ; c quero máx (para mí ) RH mx á i 3 7 b) Igualmete: 1,1 mi 7 6 1,110 1, máx mi 433 m 5 c) Ioização: 0 sistema ,1 ioiz , 6 ioiz m m c Como e h : hc 19 ioiz 5,4510 J 3,4 ev ioiz Observe que seria esta mesma a eergia liberada pelo sistema caso o hidrogêio estivesse ioizado e capturasse um elétro de orma que o estado quâtico ial osse o de = : óto 13,6 ev 13,6 ev 3,4 ev
6 xemplo: m 1896, o cietista Pickerig utilizou técicas espectroscópicas para aalisar a luz emitida pela estrela da costelação de Puppis (Popa) e propôs uma órmula empírica para as raias espectrais que ele observou: R H i Mostre que estas lihas espectrais podem ser explicadas em termos das trasições ocorridas o He +. Resolução: Como o He + tem úmero atômico Z =, etão segudo o modelo de Bohr: ; e como hc h i 4 a hc a 0 i a0hc i
Instituto de Física USP. Física V - Aula 22. Professora: Mazé Bechara
Istituto de Física USP Física V - Aula Professora: Mazé Bechara Aula O Modelo Atômico de Bohr. Determiações das velocidades o movimeto de um elétro iteragido com o úcleo o modelo de Bohr.. Os estados atômicos
Instituto de Física USP. Física V - Aula 25. Professora: Mazé Bechara
Istituto de Física USP Física V - Aula 5 Professora: Mazé Bechara Paulo Vazolii - cietista e compositor Aula 5 Aida o átomo de H. A proposta de de Broglie de caráter dual das partículas materiais 1. Aida
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva Espectros atômicos Toda substância a uma certa temperatura emite radiação térmica, caracterizada por uma distribuição contínua de comprimentos de onda. A forma da
Química 5 aula 1. aula 2 COMENTÁRIOS ATIVIDADES PARA SALA COMENTÁRIOS ATIVIDADES PROPOSTAS. 7. ( F ) Raios x são prejudiciais aos pacientes.
Química 5 aula 1 1. A alterativa icorreta ecotra-se em a, pois para a ideia de átomo idivisível, o que é por todo errado.. Atualmete, sabe-se que átomos do mesmo elemeto químico podem apresetar diferetes
O modelo atômico de J. J. Thomson, proposto em 1904, é constituído pelas hipóteses que se seguem.
Modelo Atômico de Bohr No fial do século XIX, o elétro já estava estabelecido como partícula fudametal, pricipalmete depois que, em 897, J. J. Thomso determiou a sua razão carga/massa. Sabia-se, etão,
RADIOATIVIDADE- TEORIA PARTE I
RDIOTIVIDDE- TEORI PRTE I Itrodução Radioatividade estuda a emissão atural ou provocada (artificial) de partículas e odas eletromagéticas pelos úcleos atômicos (uclídeos) de certos elemetos. Ela evolve
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva O Efeito Compton Einstein, em 1919, concluiu que um fóton de energia E se desloca em uma única direção (diferentemente de uma onda esférica) e é portador de um momento
1.1. Ordem e Precedência dos Cálculos 1) = Capítulo 1
Capítulo. Aritmética e Expressões Algébricas O estudo de cálculo exige muito mais que o cohecimeto de limite, derivada e itegral. Para que o apredizado seja satisfatório o domíio de tópicos de aritmética
A = Amplitude (altura máxima da onda) c = velocidade da luz = 2,998 x 10 8 m.s -1 3,00 x 10 8 m.s -1. 10 14 Hz. Verde: λ = = Amarela: λ =
RADIAÇÃO ELETROMAGNÉ QUÍMICA BÁSICAB ESTRUTURA ATÔMICA II PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DAQBI Prof. Luiz Alberto RADIAÇÃO ELETROMAGNÉ RADIAÇÃO ELETROMAGNÉ λ comprimeto de oda Uidade: metro
Estrutura eletrônica da matéria - resumo
Estrutura eletrônica da matéria - resumo A NATUREZA ONDULATÓRIA DA LUZ COMO A RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA SE MOVE À VELOCIDADE DA LUZ, O COMPRIMENTO DE ONDA E A FREQUÊNCIA ESTÃO RELACIONADOS: νλ=c ONDE ν(ni)
GABARITO DO GE5 ONDAS ESTACIONÁRIAS, BATIMENTOS E EFEITO DOPPLER
GABARTO DO GE ONDAS ESTACONÁRAS, BATMENTOS E EFETO DOPPLER.9 Exercícios de Fixação G.E..9.1) Duas odas 1 e estão presetes em uma corda: y 1 (3 mm) se [(, rad/m)x - (1,7 rad/s)t] y (3 mm) se [(, rad/m)x
5. Modelo atômico de Bohr
5. Modelo atômico de Bohr Sumário Espectros atômicos Modelo de Bohr para o átomo de hidrogênio Níveis de energia e raias espectrais Experiência de Franck-Hertz O princípio da correspondência Correção do
Introdução à Física Quântica
Itrodução à Física Quâtica A icapacidade da Física clássica em eplicar certos feómeos levou ao desevolvimeto de duas teorias que revolucioaram a Física o iício do século XX: A Teoria da Relatividade de
MATEMÁTICA II. Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
MATEMÁTICA II Profa. Dra. Amada Liz Pacífico Mafrim Perticarrari [email protected] O PROBLEMA DA ÁREA O PROBLEMA DA ÁREA Ecotre a área da região que está sob a curva y = f x de a até b. S = x, y a x b,
3ª Lista de Exercícios de Programação I
3ª Lista de Exercícios de Programação I Istrução As questões devem ser implemetadas em C. 1. Desevolva um programa que leia dois valores a e b ( a b ) e mostre os seguites resultados: (1) a. Todos os úmeros
1.2.2 O modelo atómico de Bohr
1.2.2 O modelo atómico de Bohr Adaptado pelo Prof. Luís Perna Espetro de emissão do hidrogénio A luz emitida por átomos de hidrogénio origina um espetro de emissão de riscas. Espetro de emissão do hidrogénio
A finalidade de uma equação de regressão seria estimar valores de uma variável, com base em valores conhecidos da outra.
Jaete Pereira Amador Itrodução A aálise de regressão tem por objetivo descrever através de um modelo matemático, a relação existete etre duas variáveis, a partir de observações dessas viráveis. A aálise
FÍSICA MODERNA I AULA 05
Uiversiae e São Paulo Istituto e Física FÍSICA MODERNA I AULA 05 Profa. Márcia e Almeia Rizzutto Pelletro sala 220 [email protected] 1o. Semestre e 2015 Moitor: Gabriel M. e Souza Satos Págia o curso:
Amostras Aleatórias e Distribuições Amostrais. Probabilidade e Estatística: afinal, qual é a diferença?
Amostras Aleatórias e Distribuições Amostrais Probabilidade e Estatística: afial, qual é a difereça? Até agora o que fizemos foi desevolver modelos probabilísticos que se adequavam a situações reais. Por
CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA
Itrodução CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA A Ciética Química estuda a velocidade com a qual as reações acotecem e os fatores que são capazes de realizar ifluêcia sobre ela. A medida mais
Espectros de linhas e o modelo de Bohr
n = 6 n = 5 n = 4 n = 3 1 R 2 1 2 n 1 2 Série de Balmer (visível) O Bohr baseou seu modelo em quatro postulados: O Somente órbitas de certos raios, correspondendo a certas energias definidas, são permitidas
. Dessa forma, quanto menor o MSE, mais a imagem
Uiversidade Federal de Perambuco CI / CCEN - Área II 1 o Exercício de Cálculo Numérico ( 18 / 06 / 2014 ) Aluo(a) 1- Questão 1 (2,5 potos) Cosidere uma imagem digital como uma matriz bidimesioal de dimesões
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano a Fase
Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 1o Ao 00 - a Fase Proposta de resolução GRUPO I 1. Como a probabilidade do João acertar em cada tetativa é 0,, a probabilidade do João acertar as tetativas é 0, 0, 0, 0,
Modelos atômicos (quânticos) Bohr Sommerfeld Professor: Hugo Cesário
Modelos atômicos (quânticos) Bohr Sommerfeld Professor: Hugo Cesário Rutherford Niels Bohr Max Planck Sommerfeld Modelos atômicos quânticos Problemas de Rutherford: Modelo entrou em choque com os conceitos
Fundamentos de Física Capítulo 39 Mais Ondas de Matéria Questões Múltipla escolha cap. 39 Fundamentos de Física Halliday Resnick Walker 1) Qual das
Fundamentos de Física Capítulo 39 Mais Ondas de Matéria Questões Múltipla escolha cap. 39 Fundamentos de Física Halliday Resnick Walker 1) Qual das frases abaixo descreve corretamente a menor energia possível
Universidade Federal do Maranhão Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Física
Uiversidade Federal do Marahão Cetro de Ciêcias Exatas e Tecologia Coordeação do Programa de Pós-Graduação em Física Exame de Seleção para Igresso o 1º. Semestre de 2011 Disciplia: Mecâica Clássica 1.
PROVA DE MATEMÁTICA DA UNIFESP VESTIBULAR 2011 RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.
PROVA DE MATEMÁTICA DA UNIFESP VESTIBULAR 0 Profa Maria Atôia Gouveia 6 A figura represeta um cabo de aço preso as etremidades de duas hastes de mesma altura h em relação a uma plataforma horizotal A represetação
Problema de Fluxo de Custo Mínimo
Problema de Fluo de Custo Míimo The Miimum Cost Flow Problem Fluo de Custo Míimo O Problema de Fluo de Custo Míimo (The Miimum Cost Flow Problem) Este problema possui papel pricipal etre os modelos de
Capítulo 2: Postulados de Bohr
Material laborado por Caio Guimarães Física Moderna: Análise da Aplicação da Teoria nos xercícios do ITA Capítulo : Postulados de Bor Rydberg e Balmer No final dos século XIX, início do século XX a física
ELÉTRONS EM ÁTOMOS. Depois do modelo de Rutherford: Como é o comportamento dos elétrons nos átomos? Rutherford: estrutura planetária, com o
ELÉTRONS EM ÁTOMOS Depois do modelo de Rutherford: Como é o comportamento dos elétrons nos átomos? Rutherford: estrutura planetária, com o núcleo correspondendo ao sol no nosso sistema solar e os elétrons
Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos
Aálise de Algoritmos Aálise de Algoritmos Prof Dr José Augusto Baraauskas DFM-FFCLRP-USP A Aálise de Algoritmos é um campo da Ciêcia da Computação que tem como objetivo o etedimeto da complexidade dos
SUPERPOSIÇÃO DE ONDAS E ONDAS ESTACIONÁRIAS
Notas de aula- Física II Profs. Amauri e Ricardo SUPERPOSIÇÃO DE ONDAS E ONDAS ESTACIONÁRIAS Superposição de Odas O pricípio de superposição é uma propriedade do movimeto odulatório. Este pricípio afirma
Série Trigonométrica de Fourier
studo sobre a Série rigoométrica de Fourier Série rigoométrica de Fourier Uma fução periódica f( pode ser decomposta em um somatório de seos e seos eqüivaletes à fução dada f ( o ( ( se ( ) ode: o valor
Estudando complexidade de algoritmos
Estudado complexidade de algoritmos Dailo de Oliveira Domigos wwwdadomicombr Notas de aula de Estrutura de Dados e Aálise de Algoritmos (Professor Adré Bala, mestrado UFABC) Durate os estudos de complexidade
A letra x representa números reais, portanto
Aula 0 FUNÇÕES UFPA, 8 de março de 05 No ial desta aula, você seja capaz de: Saber dizer o domíio e a imagem das uções esseciais particularmete esta aula as uções potêcias; Fazer o esboço de gráico da
Capítulo I Séries Numéricas
Capítulo I Séries Numéricas Capitulo I Séries. SÉRIES NÚMERICAS DEFINIÇÃO Sedo u, u,..., u,... uma sucessão umérica, chama-se série umérica de termo geral u à epressão que habitualmete se escreve u u...
QUÍMICA I. Teoria atômica Capítulo 6. Aula 2
QUÍMICA I Teoria atômica Capítulo 6 Aula 2 Natureza ondulatória da luz A teoria atômica moderna surgiu a partir de estudos sobre a interação da radiação com a matéria. A radiação eletromagnética se movimenta
UNIDADES, ERROS E GRÁFICOS
UNIDADES ERROS E GRÁFICOS. Gradeas Físicas e Uidades SI: Sstème Iteratioal d Uités Sèvres Fraça http://www.bipm.r http://phsics.ist.gov/cuu As gradeas e uidades de base do SI Gradea Uidade Nome Símbolo
Cap. VI Histogramas e Curvas de Distribuição
TLF /11 Capítulo VI Histogramas e curvas de distribuição 6.1. Distribuições e histogramas. 6 6.. Distribuição limite 63 6.3. Sigificado da distribuição limite: frequêcia esperada e probabilidade de um
Experimento 1 Estudo da Lei de Hooke
Experimeto 1 Estudo da Lei de Hooke 1.1 Objetivos Físicos Verificação experimetal da lei de Hooke para uma mola helicoidal: Medida experimetal do módulo de rigidez do material μ. 1. Objetivos Didáticos
( α ) tan. Máximo do Aluno: Rumo ao Exame! θ <, portanto, 24 x e tan52º = h x. Teste de avaliação 1. tan 36º h. Págs. 3 e 4. Assim, resulta que: = = <
Máimo do Aluo: Rumo ao Eame! Teste de avaliação A { R : ( ) } < A R : ta < A R : ta < Págs e A R : k, < A R : k, < A R : k, < A R : k, < A, 7 7 cos θ cos θ cos θ 6 cos θ cosθ cosθ No etato, θ,, pelo que
A simetria entre o modelo de Bohr e a dualidade de de Broglie (Ensaios Numéricos)
VI Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte e Nordeste de Educação Tecnológica (Aracajú-SE-20) A simetria entre o modelo de Bohr e a dualidade de de Broglie (Ensaios Numéricos) Moraes, B.T.F. e Laerte
ESTATÍSTICA- II DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA. 1- CONCEITO É a série estatística que tem o tempo, o espaço e a espécie como variáveis dependentes.
ESTATÍSTICA- II DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA 1- CONCEITO É a série estatística que tem o tempo, o espaço e a espécie como variáveis depedetes. - DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA a) Dados Brutos É um cojuto resultate
(1) E que a força contra-eletromotriz é dada por: (2)
Resolução da questão 3 Para respoder essa questão é ecessário veriicar que o motor já está operado e que em determiado mometo algum gradeza do motor irá variar. Frete a essa variação, deve-se determiar
INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MAT-44 Cálculo Diferecial e Itegral II (Escola Politécica) Terceira Lista de Exercícios - Professor: Equipe de Professores 0.1. Vide Lista,
Principais modelos atômicos. Principais modelos atômicos Modelo Atômico de Rutherford (1911)
Principais modelos atômicos Modelo Atômico de Thomson (898) Com a descoberta dos prótons e elétrons, Thomson propôs um modelo de átomo no qual os elétrons e os prótons, estariam uniformemente distribuídos,
Whats: PROGRESSÃO GEOMÉTRICA
Questões Vídeos 1. As áreas dos quadrados a seguir estão em progressão geométrica de razão 2. Podemos afirmar que os lados dos quadrados estão em a) progressão aritmética de razão 2. b) progressão geométrica
ANÁLISE DE COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS
1 FEUP/LEEC Algoritmos e Estruturas de Dados 2001/2002 ANÁLISE DE COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS João Pascoal Faria http://www.fe.up.pt/~jpf 2 Itrodução Algoritmo: cojuto claramete especificado de istruções
CAP. VI DIFERENCIAÇÃO E INTEGRAÇÃO NUMÉRICA
CAP. VI DIFRNCIAÇÃO INGRAÇÃO NUÉRICA 6. DIFRNCIAÇÃO NUÉRICA m muitas circustâcias tora-se diícil obter valores de derivadas de uma ução: derivadas que ão são de ácil obteção; emplo (calcular a ª derivada:
Física Moderna I Aula 09. Marcelo G Munhoz Edifício HEPIC, sala 202, ramal
Física Moderna I Aula 09 Marcelo G Munhoz Edifício HEPIC, sala 202, ramal 916940 [email protected] 1 Estabilidade do átomo proposto por Rutherford Este modelo proposto por Rutherford tinha um sério problema
Universidade Federal do Paraná Departamento de Física Laboratório de Física Moderna
Universidade Federal do Paraná Departamento de Física Laboratório de Física Moderna Bloco 0: AS LINHAS DE BALMER Introdução A teoria quântica prevê uma estrutura de níveis de energia quantizados para os
PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 635) 2ª FASE 22 DE JULHO 2016 GRUPO I
PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 65) ª FASE DE JULHO 016 GRUPO I 1. Sabe-se que: P ( A B ) 0, 6 P A B P A Logo, 0, + 0, P A B Como P P 0, 6 P A B 1 0,
Processamento Digital de Sinais Lista de Exercícios Suplementares 3-1 quad. 2012
Processameto Digital de Siais - Lista de Exercícios Suplemetares 3- Marcio Eisecraft abril 01 Processameto Digital de Siais Lista de Exercícios Suplemetares 3-1 quad 01 1 (1041) [OPPENHEIM, p 603] Supoha
5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO
5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO 5.1 INTRODUÇÃO Um sistema é defiido como todo o cojuto de compoetes itercoectados, previamete determiados, de forma a realizar um cojuto
O poço de potencial infinito
O poço de potecial ifiito A U L A 14 Meta da aula Aplicar o formalismo quâtico ao caso de um potecial V(x) que tem a forma de um poço ifiito: o potecial é ifiito para x < a/ e para x > a/, e tem o valor
O termo "linear" significa que todas as funções definidas no modelo matemático que descreve o problema devem ser lineares, isto é, se f( x1,x2
MÓDULO 4 - PROBLEMAS DE TRANSPORTE Baseado em Novaes, Atôio Galvão, Métodos de Otimização: aplicações aos trasportes. Edgar Blücher, São Paulo, 978..CONCEITOS BÁSICOS DE PROGRAMAÇÃO LINEAR É uma técica
GABARITO AULA DE VÉSPERA USP/UNICAMP
GABARITO AULA DE VÉSPERA USP/UNICAMP João Paulo 1 4 5 6 7 8 9 10 C B C C C 11 1 1 14 15 16 17 18 19 0 C C C E B E E D A 1 4 5 6 7 8 9 0 E A C D D D C A C 1 4 5 6 7 8 9 40 C E B A A B E B B D COMENTÁRIOS
Proposta de Resolução do Exame Nacional de Física e Química A 11.º ano, 2012, 2.ª fase, versão 1. constante
Proposta de Resolução do Exame Nacioal de Física e Química A 11.º ao, 01,.ª fase, versão 1 Sociedade Portuuesa de Física, Divisão de Educação, 18 de julho de 01, http://de.spf.pt/moodle/ Grupo I 1. (D)
CPV O cursinho que mais aprova na FGV
O cursiho que mais aprova a FGV FGV ecoomia a Fase 0/dezembro/00 MATEMÁTICA 0. Se P é 0% de Q, Q é 0% de R e S é 0% de R, etão P S é igual a: 0 c 0. Dado um petágoo regular ABCDE, costrói-se uma circuferêcia
Astrofísica Geral. Tema 04: Luz. Alexandre Zabot
Astrofísica Geral Tema 04: Luz Alexandre Zabot Índice Dualidade onda-partícula Onda eletromagnética Espectro eletromagnético Efeito Doppler Corpo negro Átomo de Bohr e a luz Leis de Kirchhoff para a luz
Astrofísica Geral. Tema 04: Luz
Outline 1 Dualidade onda-partícula 2 Onda eletromagnética 3 Espectro eletromagnético 4 Efeito Doppler 5 Corpo negro 6 Átomo de Bohr e a luz 7 Leis de Kirchhoff para a luz 8 Efeitos da Atmosfera na luz
Eletrônica 1. Aula 05 (Amplificador Classe A) CIn-UPPE
Eletrôica 1 Aula 05 (Amplificador Classe A) CI-UPPE Amplificador básico (classe A) Amplificador básico É um circuito eletrôico, baseado em um compoete ativo, como o trasistor ou a válvula, que tem como
Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Estáticos
Aálise de Projectos ESAPL / IPVC Critérios de Valorização e Selecção de Ivestimetos. Métodos Estáticos Como escolher ivestimetos? Desde sempre que o homem teve ecessidade de ecotrar métodos racioais para
